Antes de mais nada, queria agradecer vocês pelo top post, verdade, não pensei que iam se interessar tanto por essa história. Como fiz no post anterior, vou dividir em duas partes: a primeira é o porquê de eu me arrepender, e pra quem só quer saber a continuação da história, pode descer até o título "Continuação da história". Desculpa se ficar tudo junto, é que fiz no Word e quando colo aqui não fica igual separado que no Word.

Tudo começou quando conheci a Belém. Lembro que era quarta-feira, meu amigo Luciano tinha passado numa das provas mais difíceis da faculdade e, pra comemorar, organizou um jantar com a namorada e nosso grupo. Ia ser algo simples e rápido, já que a maioria tinha aula no dia seguinte. Horas antes do jantar, ele me manda uma mensagem: "vem apresentável" (eu sempre ando de roupa esportiva), porque a namorada dele, pra não ficar entediada, convidou umas amigas, já que diz que a gente a deixa de lado. A verdade é que nenhum de nós gosta muito dela, só pelo fato de acharmos ela falsa, do tipo que quer agradar todo mundo e nunca é ela mesma.
Cheguei no apartamento do Luciano e, ao abrir a porta — que é um ambiente aberto — não tem como não ver todo mundo na hora. Fiquei hipnotizado quando a vi. Nunca tinha acontecido isso comigo com uma mulher, mas ela se destacava entre as três que estavam lá. A namorada do Luciano e a outra amiga estavam bem produzidas, maquiadas, penteadas, e a Belém tava super simples: jeans, tênis, camiseta branca e um coque no cabelo. Nunca tinha visto ela antes, porque ela não era amiga da namorada do Luciano, e sim da outra mina. Além disso, pra mim ela era linda, mas não chamativa — não era uma "pampita", era mais tipo uma Natalie Perez, digamos assim. E aquele visual simples destacava ainda mais a beleza dela. Sentei, mas fiquei na outra ponta da mesa, onde ela estava, então não dava pra ter muito papo. Comemos e eu não conseguia parar de olhar pra ela. Luciano colocou uma música pra comemorar, e eu pensei: "show, já tenho uma chance". A gente levantou, e como eu tinha um pouco mais de intimidade com a outra mina, ela me estendeu a mão e me puxou pra dançar. Enquanto isso, Luciano tava com a namorada e a Belém com meu outro amigo. Eu via que meu amigo tava tentando chegar nela e que eu tava perdendo a oportunidade, mas não podia fazer nada. Dançamos um pouco, e a mina falou: "vou ao banheiro". Aí aproveitei e fui servir uma cerveja. Vi a Belém se aproximar e falei: "Quer?" Ela respondeu: "Bom, dá logo." Servi pra ela. Literalmente fiquei mudo, não sabia o que dizer pra ela, fiquei petrificado e ela meio que percebeu. Aí soltei a maior besteira da história: fico muito nervoso quando tenho uma pessoa muito gostosa do meu lado. Ela deu um sorriso tipo "esse aí é mais um pegador", e falou: "Quando você tava dançando, não parecia tão nervoso." Respondi: "Ah, você tava olhando?" Ela disse: "A gente, mulher, consegue fazer um monte de coisa ao mesmo tempo." Nisso, chegou a outra mina com quem eu tava dançando, passou por trás de mim e olhou pra Belen, que meio que ignorou ela. A gente conversou um tempo sobre besteiras, nada importante, e já tava na hora de ir embora. Mas eu não sabia como dizer que adoraria continuar vendo ela, e na frente de todo mundo não dava, então não falei nada. Só nos despedimos e soltei um "prazer te conhecer, espero que se repita", num sentido duplo.
Chegou sexta-feira e eu não conseguia parar de pensar na Belen, era mais forte que eu. Nunca tinha rolado isso comigo. Alguns dizem que quando você encontra o amor da sua vida, acontece isso. A gente ia pra um bar encher a cara pra comemorar de verdade. Incrivelmente, pra minha surpresa, a Belen tava lá. Cumprimentei ela e, no zoio, ela falou: "Espero que você não fique paralisado de novo." Minha cara era tipo a de um cara entrando numa loja de brinquedos e ouvindo "compra o que quiser", mais ou menos. Tava tão feliz que nem reparei como ela tava vestida, que era o estilo dela: um vestido preto simples, não muito curto, cabelo liso e pouca maquiagem. A gente dançou um pouco e eu chamei ela pra conversar. Não dava mais pra perder tempo. Falei a verdade: "Fiquei mudo porque você me atrai pra caralho, nunca senti isso, e por isso não saía nada pra te falar no jantar." Aí ela respondeu: "A mesma coisa. Quando te vi, não sei o que deu em mim, você tinha algo diferente dos outros caras, mas não sei explicar. E quando te vi dançando com ela, foi como se eu sentisse ciúmes, uma coisa estranha em mim, porque não sou nada ciumenta. Foi por isso que falei aquilo também." Depois dessa... continuamos dançando e nos divertindo até que chegou a hora de ir embora. Falei que ia acompanhar ela até em casa, e ela topou. Quando chegamos, ela me convidou pra entrar, e o que todo mundo ia pensar, que era pra passar a noite inteira trepando, na real não foi nada disso, porque nem transamos. Ficamos conversando um monte na cama, abraçados, trocando carinho, e acabamos dormindo de conchinha. Foi a primeira vez que não senti aquela necessidade de transar numa situação dessas. No dia seguinte, acordamos e ela falou: "Eu sabia que você tinha algo especial, não me enganei". Almoçamos e, sinceramente, eu não queria ir embora, então fomos pra uma praça passar um tempo. Voltamos e, na porta do apartamento, dei um beijo nela como quem se despede — também não ia ficar morando ali. Ela me puxou pela cintura, enfiou a língua até quase na minha garganta, abriu a porta, entramos, ela tirou a camiseta e começou a pegar na minha pica. Foi o melhor sexo que já tive na vida. Desde aquele momento até agora, ficamos inseparáveis. Em dois meses, já estávamos morando juntos. É por isso que escrevo essa história sobre a minha prima e me arrependo. Não consigo mentir pra ela sobre como foi minha primeira vez, mas também não posso contar a verdade. Quando ela perguntou, fiz de bobo e deixei entender que foi com uma puta, como todas as outras. Com ela é diferente. Me sinto muito mal por não poder contar a verdade, embora desabafar aqui já me alivia um pouco.
CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA.
Vou continuar a história e explicar por que digo que foi o sonho de qualquer cara, já que ninguém imagina a primeira vez assim.
Depois de terminar minha primeira vez, descansamos um pouco e ficamos de lado, nos olhando de frente e falando besteiras. Ela começou a me beijar, como quem dava início a querer mais. Minhas mãos foram pra buceta dela, e comecei a meter os dedos e a masturbar ela por um tempo. Depois, ela virou de costas e ficou de barriga pra cima. ela abriu bem as pernas e eu subi em cima, comecei a chupar o pescoço dela, a boca, a excitação foi crescendo e fui descendo, dando beijinhos no peito, mas já tinha matado a vontade com os peitos dela, então desci, dei beijos na barriga até chegar na buceta dela e ali comecei a chupar. Não sabia direito como fazer, então comecei a meter a língua pra todo lado, meio desesperado, e ela me deixou um tempo, parecia que tava gostando, tinha as duas mãos na minha cabeça como se tivesse fazendo força pra eu continuar chupando. Depois me deu umas dicas de onde ela gostava, fiquei um tempão assim. Mas o que sempre me deixou louco foi a raba dela, então falei pra ela virar, que queria chupar aquele cuzão. Ela disse "cê aprende rápido, priminho", virou de costas e eu enfiei a cara toda entre aquelas duas nádegas, foi uma sensação maravilhosa. Comecei a chupar o cu dela e ela soltou uns gemidos que me enlouqueceram. Nessa hora já tava a mil, então ela virou de barriga pra cima, abriu as pernas e eu comecei a meter de ladinho, devagar no começo, depois aumentando o ritmo até que ela colocou os joelhos no peito e falou: "quero que você meta bem fundo". Continuei metendo com tudo, os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes: "aahhh, assim, mete até o fundo, não para, continua, continua". Ficamos um tempão assim até que ela disse: "agora é minha vez". A gente virou, eu fiquei embaixo e ela subiu em cima de mim, começou a cavalgar de ladinho, colocou as duas mãos no meu peito e começou a rebolar a cintura pra todo lado, e aqueles peitos lindos subindo e descendo me hipnotizavam. Comecei a bater uma pra ela enquanto também apalpava a raba dela. Num momento, ela parou, jogou o corpo todo em cima de mim e começou a me beijar, e falou no meu ouvido: "enfia o dedo no meu cu". Comecei a enfiar o dedo e ela teve um pouco de dificuldade enquanto continuava cavalgando. Depois de um tempo, ela disse: "abre bem meu cu que quero que você meta essa pica linda no meu cu". Naquela hora, eu não aguentava mais. acreditar que minha prima me falou aquilo, que eu era tão puta, aí é que eu digo que realizei o sonho do cara, nem no meu melhor sonho imaginava que ia perder a virgindade daquele jeito e ainda por cima ter sexo anal também. comecei a meter mais dedos e depois de um tempo ela se acomodou e começou a enfiar a ponta da rola no cu, tava custando um pouco a entrar, mas ela parava e voltava a sentar na ponta e cada vez entrava um pouco mais e enquanto soltava uns gemidinhos ahhh eu tentava com as duas mãos na cintura fazer força pra meter tudo e ela me dizia devagar, você tem ela grossa, até que entrou tudo e ela começou a descer e subir bem devagar, verdade que apertava um pouco e doía um pouco mas era algo prazeroso, foi aumentando um pouco o ritmo e eu já não aguentava mais, tava quase gozando e ela percebe, então ela para, se vira de costas e começa a dar umas sentadas violentas, goza priminho em cima, via como entrava e saía a rola que agora tinha metido naquela buceta linda, então eu falo ahh não aguento mais, ela continuou no mesmo ritmo e eu acabei gozando.
eu pensei que tinha acabado ali, melhor que aquilo não podia ser, era uma coisa incrível o que tinha me acontecido, conversando eu falo desde que te vi vestida com aquela minissaia preta e camiseta branca eu tinha fantasias com você mas nunca pensei que iam se realizar, mais ainda, dediquei algumas pra você, ela ri e me fala você tava hipnotizado aquele dia, eu falo sim, se te pegasse te comia com força contra a parede, ela me fala vou te falar a verdade, aquilo me deu um tesão, além disso te conto, tava vestida assim porque queria transar a noite toda e o idiota do german não me deu muita bola, ficou brindando com uns colegas de trabalho e no final ficou bêbado, então de tesão comecei a conversar com um amigo dele mas já tava quase acabando tudo, então ele se ofereceu pra me levar em casa mas antes a gente acabou transando no carro num descampado aqui a 3 quadras de casa, pelo menos pra me aliviar. Você perdeu uma cagada naquela noite, bom, agora temos a chance de remediar isso. Eu realizo minha fantasia e você faz o que queria fazer naquela noite. Ela me olha e diz: "Você é rápido, hein? Eu achava que era bem inocente, mas gostei da ideia. Só que você não pode me ver assim." Pegou a roupa daquele dia e foi trocar em outro quarto. Quando voltou e parou na porta, foi como reviver aquele dia, e a pica quase subiu na hora. Levantei da cama, fui até ela e meti um beijo de língua, com as duas mãos na bunda, numa desesperação como se fosse aquele dia. Ela começou a me masturbar um pouco. Enfiei a cara toda no decote lindo que ela tinha e comecei a chupar tudo. Depois ela me parou e começou a me dar beijos no peito, foi descendo e disse: "Hum, quero comer essa pica de novo." Começou a chupar até deixar ela dura de novo. Levantou, virou de costas com as mãos na parede, empinando a bunda. Levantei a minissaia dela e comecei a meter com tudo. "Aaaah, siiiim, me dá com tudo!" A safadeza dos dois era enorme, e eu ainda estava com vontade de continuar metendo no cu dela. Então tirei e enfiei a ponta no cu. Ela virou a cabeça, me olhou, e eu disse: "Seu cu me enlouquece." Ela respondeu: "Mete devagar." Fui enfiando aos poucos até encostar tudo, e aí agarrei ela com as duas mãos na cintura e comecei a meter por um tempo, até ela sugerir irmos para a cama. Tirou toda a roupa, e ficamos na posição de conchinha — era isso que eu queria naquela noite, algo romântico. Ficamos nessa posição um tempo até eu gozar. Terminamos tomando banho juntos e nos mimando no chuveiro, já que era isso que eu queria naquela noite, e comendo algo depois, porque estávamos com bastante fome os dois. Depois disso, a relação continuou normal, mas nunca mais rolou nada. Uns anos depois, ela foi morar em outra província, e faz muitos anos que não a vejo. Espero que tenha gostado, e esse é o fim da história.

Tudo começou quando conheci a Belém. Lembro que era quarta-feira, meu amigo Luciano tinha passado numa das provas mais difíceis da faculdade e, pra comemorar, organizou um jantar com a namorada e nosso grupo. Ia ser algo simples e rápido, já que a maioria tinha aula no dia seguinte. Horas antes do jantar, ele me manda uma mensagem: "vem apresentável" (eu sempre ando de roupa esportiva), porque a namorada dele, pra não ficar entediada, convidou umas amigas, já que diz que a gente a deixa de lado. A verdade é que nenhum de nós gosta muito dela, só pelo fato de acharmos ela falsa, do tipo que quer agradar todo mundo e nunca é ela mesma.
Cheguei no apartamento do Luciano e, ao abrir a porta — que é um ambiente aberto — não tem como não ver todo mundo na hora. Fiquei hipnotizado quando a vi. Nunca tinha acontecido isso comigo com uma mulher, mas ela se destacava entre as três que estavam lá. A namorada do Luciano e a outra amiga estavam bem produzidas, maquiadas, penteadas, e a Belém tava super simples: jeans, tênis, camiseta branca e um coque no cabelo. Nunca tinha visto ela antes, porque ela não era amiga da namorada do Luciano, e sim da outra mina. Além disso, pra mim ela era linda, mas não chamativa — não era uma "pampita", era mais tipo uma Natalie Perez, digamos assim. E aquele visual simples destacava ainda mais a beleza dela. Sentei, mas fiquei na outra ponta da mesa, onde ela estava, então não dava pra ter muito papo. Comemos e eu não conseguia parar de olhar pra ela. Luciano colocou uma música pra comemorar, e eu pensei: "show, já tenho uma chance". A gente levantou, e como eu tinha um pouco mais de intimidade com a outra mina, ela me estendeu a mão e me puxou pra dançar. Enquanto isso, Luciano tava com a namorada e a Belém com meu outro amigo. Eu via que meu amigo tava tentando chegar nela e que eu tava perdendo a oportunidade, mas não podia fazer nada. Dançamos um pouco, e a mina falou: "vou ao banheiro". Aí aproveitei e fui servir uma cerveja. Vi a Belém se aproximar e falei: "Quer?" Ela respondeu: "Bom, dá logo." Servi pra ela. Literalmente fiquei mudo, não sabia o que dizer pra ela, fiquei petrificado e ela meio que percebeu. Aí soltei a maior besteira da história: fico muito nervoso quando tenho uma pessoa muito gostosa do meu lado. Ela deu um sorriso tipo "esse aí é mais um pegador", e falou: "Quando você tava dançando, não parecia tão nervoso." Respondi: "Ah, você tava olhando?" Ela disse: "A gente, mulher, consegue fazer um monte de coisa ao mesmo tempo." Nisso, chegou a outra mina com quem eu tava dançando, passou por trás de mim e olhou pra Belen, que meio que ignorou ela. A gente conversou um tempo sobre besteiras, nada importante, e já tava na hora de ir embora. Mas eu não sabia como dizer que adoraria continuar vendo ela, e na frente de todo mundo não dava, então não falei nada. Só nos despedimos e soltei um "prazer te conhecer, espero que se repita", num sentido duplo.
Chegou sexta-feira e eu não conseguia parar de pensar na Belen, era mais forte que eu. Nunca tinha rolado isso comigo. Alguns dizem que quando você encontra o amor da sua vida, acontece isso. A gente ia pra um bar encher a cara pra comemorar de verdade. Incrivelmente, pra minha surpresa, a Belen tava lá. Cumprimentei ela e, no zoio, ela falou: "Espero que você não fique paralisado de novo." Minha cara era tipo a de um cara entrando numa loja de brinquedos e ouvindo "compra o que quiser", mais ou menos. Tava tão feliz que nem reparei como ela tava vestida, que era o estilo dela: um vestido preto simples, não muito curto, cabelo liso e pouca maquiagem. A gente dançou um pouco e eu chamei ela pra conversar. Não dava mais pra perder tempo. Falei a verdade: "Fiquei mudo porque você me atrai pra caralho, nunca senti isso, e por isso não saía nada pra te falar no jantar." Aí ela respondeu: "A mesma coisa. Quando te vi, não sei o que deu em mim, você tinha algo diferente dos outros caras, mas não sei explicar. E quando te vi dançando com ela, foi como se eu sentisse ciúmes, uma coisa estranha em mim, porque não sou nada ciumenta. Foi por isso que falei aquilo também." Depois dessa... continuamos dançando e nos divertindo até que chegou a hora de ir embora. Falei que ia acompanhar ela até em casa, e ela topou. Quando chegamos, ela me convidou pra entrar, e o que todo mundo ia pensar, que era pra passar a noite inteira trepando, na real não foi nada disso, porque nem transamos. Ficamos conversando um monte na cama, abraçados, trocando carinho, e acabamos dormindo de conchinha. Foi a primeira vez que não senti aquela necessidade de transar numa situação dessas. No dia seguinte, acordamos e ela falou: "Eu sabia que você tinha algo especial, não me enganei". Almoçamos e, sinceramente, eu não queria ir embora, então fomos pra uma praça passar um tempo. Voltamos e, na porta do apartamento, dei um beijo nela como quem se despede — também não ia ficar morando ali. Ela me puxou pela cintura, enfiou a língua até quase na minha garganta, abriu a porta, entramos, ela tirou a camiseta e começou a pegar na minha pica. Foi o melhor sexo que já tive na vida. Desde aquele momento até agora, ficamos inseparáveis. Em dois meses, já estávamos morando juntos. É por isso que escrevo essa história sobre a minha prima e me arrependo. Não consigo mentir pra ela sobre como foi minha primeira vez, mas também não posso contar a verdade. Quando ela perguntou, fiz de bobo e deixei entender que foi com uma puta, como todas as outras. Com ela é diferente. Me sinto muito mal por não poder contar a verdade, embora desabafar aqui já me alivia um pouco.
CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA.
Vou continuar a história e explicar por que digo que foi o sonho de qualquer cara, já que ninguém imagina a primeira vez assim.
Depois de terminar minha primeira vez, descansamos um pouco e ficamos de lado, nos olhando de frente e falando besteiras. Ela começou a me beijar, como quem dava início a querer mais. Minhas mãos foram pra buceta dela, e comecei a meter os dedos e a masturbar ela por um tempo. Depois, ela virou de costas e ficou de barriga pra cima. ela abriu bem as pernas e eu subi em cima, comecei a chupar o pescoço dela, a boca, a excitação foi crescendo e fui descendo, dando beijinhos no peito, mas já tinha matado a vontade com os peitos dela, então desci, dei beijos na barriga até chegar na buceta dela e ali comecei a chupar. Não sabia direito como fazer, então comecei a meter a língua pra todo lado, meio desesperado, e ela me deixou um tempo, parecia que tava gostando, tinha as duas mãos na minha cabeça como se tivesse fazendo força pra eu continuar chupando. Depois me deu umas dicas de onde ela gostava, fiquei um tempão assim. Mas o que sempre me deixou louco foi a raba dela, então falei pra ela virar, que queria chupar aquele cuzão. Ela disse "cê aprende rápido, priminho", virou de costas e eu enfiei a cara toda entre aquelas duas nádegas, foi uma sensação maravilhosa. Comecei a chupar o cu dela e ela soltou uns gemidos que me enlouqueceram. Nessa hora já tava a mil, então ela virou de barriga pra cima, abriu as pernas e eu comecei a meter de ladinho, devagar no começo, depois aumentando o ritmo até que ela colocou os joelhos no peito e falou: "quero que você meta bem fundo". Continuei metendo com tudo, os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes: "aahhh, assim, mete até o fundo, não para, continua, continua". Ficamos um tempão assim até que ela disse: "agora é minha vez". A gente virou, eu fiquei embaixo e ela subiu em cima de mim, começou a cavalgar de ladinho, colocou as duas mãos no meu peito e começou a rebolar a cintura pra todo lado, e aqueles peitos lindos subindo e descendo me hipnotizavam. Comecei a bater uma pra ela enquanto também apalpava a raba dela. Num momento, ela parou, jogou o corpo todo em cima de mim e começou a me beijar, e falou no meu ouvido: "enfia o dedo no meu cu". Comecei a enfiar o dedo e ela teve um pouco de dificuldade enquanto continuava cavalgando. Depois de um tempo, ela disse: "abre bem meu cu que quero que você meta essa pica linda no meu cu". Naquela hora, eu não aguentava mais. acreditar que minha prima me falou aquilo, que eu era tão puta, aí é que eu digo que realizei o sonho do cara, nem no meu melhor sonho imaginava que ia perder a virgindade daquele jeito e ainda por cima ter sexo anal também. comecei a meter mais dedos e depois de um tempo ela se acomodou e começou a enfiar a ponta da rola no cu, tava custando um pouco a entrar, mas ela parava e voltava a sentar na ponta e cada vez entrava um pouco mais e enquanto soltava uns gemidinhos ahhh eu tentava com as duas mãos na cintura fazer força pra meter tudo e ela me dizia devagar, você tem ela grossa, até que entrou tudo e ela começou a descer e subir bem devagar, verdade que apertava um pouco e doía um pouco mas era algo prazeroso, foi aumentando um pouco o ritmo e eu já não aguentava mais, tava quase gozando e ela percebe, então ela para, se vira de costas e começa a dar umas sentadas violentas, goza priminho em cima, via como entrava e saía a rola que agora tinha metido naquela buceta linda, então eu falo ahh não aguento mais, ela continuou no mesmo ritmo e eu acabei gozando.
eu pensei que tinha acabado ali, melhor que aquilo não podia ser, era uma coisa incrível o que tinha me acontecido, conversando eu falo desde que te vi vestida com aquela minissaia preta e camiseta branca eu tinha fantasias com você mas nunca pensei que iam se realizar, mais ainda, dediquei algumas pra você, ela ri e me fala você tava hipnotizado aquele dia, eu falo sim, se te pegasse te comia com força contra a parede, ela me fala vou te falar a verdade, aquilo me deu um tesão, além disso te conto, tava vestida assim porque queria transar a noite toda e o idiota do german não me deu muita bola, ficou brindando com uns colegas de trabalho e no final ficou bêbado, então de tesão comecei a conversar com um amigo dele mas já tava quase acabando tudo, então ele se ofereceu pra me levar em casa mas antes a gente acabou transando no carro num descampado aqui a 3 quadras de casa, pelo menos pra me aliviar. Você perdeu uma cagada naquela noite, bom, agora temos a chance de remediar isso. Eu realizo minha fantasia e você faz o que queria fazer naquela noite. Ela me olha e diz: "Você é rápido, hein? Eu achava que era bem inocente, mas gostei da ideia. Só que você não pode me ver assim." Pegou a roupa daquele dia e foi trocar em outro quarto. Quando voltou e parou na porta, foi como reviver aquele dia, e a pica quase subiu na hora. Levantei da cama, fui até ela e meti um beijo de língua, com as duas mãos na bunda, numa desesperação como se fosse aquele dia. Ela começou a me masturbar um pouco. Enfiei a cara toda no decote lindo que ela tinha e comecei a chupar tudo. Depois ela me parou e começou a me dar beijos no peito, foi descendo e disse: "Hum, quero comer essa pica de novo." Começou a chupar até deixar ela dura de novo. Levantou, virou de costas com as mãos na parede, empinando a bunda. Levantei a minissaia dela e comecei a meter com tudo. "Aaaah, siiiim, me dá com tudo!" A safadeza dos dois era enorme, e eu ainda estava com vontade de continuar metendo no cu dela. Então tirei e enfiei a ponta no cu. Ela virou a cabeça, me olhou, e eu disse: "Seu cu me enlouquece." Ela respondeu: "Mete devagar." Fui enfiando aos poucos até encostar tudo, e aí agarrei ela com as duas mãos na cintura e comecei a meter por um tempo, até ela sugerir irmos para a cama. Tirou toda a roupa, e ficamos na posição de conchinha — era isso que eu queria naquela noite, algo romântico. Ficamos nessa posição um tempo até eu gozar. Terminamos tomando banho juntos e nos mimando no chuveiro, já que era isso que eu queria naquela noite, e comendo algo depois, porque estávamos com bastante fome os dois. Depois disso, a relação continuou normal, mas nunca mais rolou nada. Uns anos depois, ela foi morar em outra província, e faz muitos anos que não a vejo. Espero que tenha gostado, e esse é o fim da história.
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