Uma noite de punheta com minha amiga🔥

Olá, me chamo Victor e sou um virgem viciado em punheta, não tenho vergonha de admitir. Amo me masturbar e é meu vício, gosto tanto de dar prazer pro meu pau que isso já me levou a viver mil aventuras (Deixo claro que todos os fatos são reais e os protagonistas são maiores de idade). Dessa vez, vou contar como, numa noite de bebedeira, acabei numa sessão intensa de punheta mútua com minha melhor amiga e vizinha Sandra. Ela é minha melhor amiga de toda a vida e sempre contamos tudo um pro outro, desde tristezas até nossos vícios. Ela sempre soube que sou um punheteiro sem cura e me aceita como sou, nunca me julgou. Assim como eu sei que ela tem medo de perder a virgindade, a ponto de continuar virgem aos 23. Sandra sabe bem que já me masturbei muitas vezes pensando nela e até bato uma estando ela do meu lado enquanto jogamos ou passamos o tempo, mas ela nunca sentiu nada além de amizade. E a verdade é que eu também não sinto nada mais, só gosto dela pra me masturbar... Mas um dia as coisas mudaram um pouco. Sandra tinha um namorado chamado Carlos. Aquele idiota típico que se acha galã de novela. Eles estavam juntos há 2 anos, mas por causa do medo da Sandra, nunca tinham transado, só beijos e nada mais. Então, como era de se esperar, Carlos começou a trair Sandra. Eu descobri ele no cinema com uma loira (muito gostosa, com umas tetas de matar) e, sem pensar duas vezes, tirei uma foto pra ter provas. Assim que o filme acabou, pedi pra Sandra vir na minha casa pra gente conversar. Ela ficou preocupada porque nunca tinha me visto falar tão sério. Eu tava muito nervoso e não sabia como Sandra ia reagir, os minutos pareciam eternos e meu coração tava saindo pela boca até que ela finalmente chegou. Expliquei com cuidado e mostrei a foto do Carlos com a loira peituda. Ela desabou a chorar sem parar e me abraçou. Sandra tava sofrendo muito porque não era a primeira vez que levava chifre, mas ela achava que Carlos era Diferente. Ela só me abraçou enquanto chorava e eu tentava consolá-la. No fim, consegui acalmar ela e sugeri sairmos pra ela esquecer tudo. Ela topou na hora. A ideia era só tomar um sorvete e comer um hambúrguer, mas no fim ela preferiu umas cervejas. Não tinha ninguém na casa dela, então aproveitamos pra ir beber lá. Aos poucos, enquanto a gente bebia, ela foi esquecendo e ficou feliz. Depois da quinta cerveja, nós dois estávamos meio bêbados e começamos a conversar sobre umas coisinhas quentes. Ela me perguntou por que eu ainda era virgem e me masturbava tanto. Respondi que também tinha um pouco de medo de perder a virgindade e que me masturbava tanto porque sou muito tarado e não tenho vergonha de ser tão cachorro e masturbador.

Aos poucos, fomos nos perdendo no álcool e, quando percebemos, estávamos na cama dela, nos beijando e só de roupa íntima. A gente se beijou por um tempo e depois decidimos ficar pelados. Ela ainda tinha medo, mas combinamos que só íamos nos masturbar. Então ela pegou um pouco de vaselina e passou no meu pau. Lambuzou ele inteiro e começou a me bater uma. Eu tava durasso, quente, com as veias saltadas. Sem pensar, peguei um pouco de vaselina com os dedos e passei na buceta dela devagar. Aos poucos, ela começou a gostar mais e eu esfregava a buceta dela mais rápido, até ela começar a gemer muito e os líquidos dela começarem a escorrer. Era um suquinho bem transparente e pegajoso. Peguei com o dedo e provei. Era uma delícia. Vendo como ela tava molhada, sugeri tentar uma coisa que eu tinha visto.

Ela se deitou na cama com as pernas abertas e a buceta dela à minha disposição. Beijei ela de novo por um tempo e me preparei pra colocar meu pau na buceta dela. Esfreguei devagar e sentir a umidade dela era a glória. Aos poucos, fui mais rápido e, enquanto a gente se esfregava, ela ficava mais molhada. Ela gemia tanto e, sem esperar, soltou um gemido muito forte e se jogou em cima de mim. Me abraçou bem forte e a respiração dela estava muito... Agitada (quem diria que o primeiro orgasmo dela foi comigo). Ficamos assim por um tempo, nos beijando, e depois continuamos nos esfregando. Eu tava louco, esfregando meu pau na buceta dela com tanta força que os fluidos dela facilitavam tudo e deixavam ainda mais gostoso. Até que comecei a ficar cada vez mais excitado e aumentei a velocidade, cada vez mais. Era uma orquestra de suspiros e gemidos, até que num momento inesperado, enquanto nos esfregávamos com tanta força, aconteceu o impensável... Não mexemos um músculo, nos olhamos nos olhos, nossa respiração era tão ofegante e nosso hálito era a única coisa que expressava o sentimento. Notei nos olhos dela a surpresa e eu não podia acreditar... Isso mesmo! Naquele desenfreado tesão, enquanto nos esfregávamos, eu a penetrei sem querer. Meu pau virgem entrou na buceta virgem dela. O interior era tão quente e delicioso, sentia a pulsação da buceta dela, tão molhada. Sem querer, tirei a virgindade da Sandra e ela tirou a minha. Ninguém disse nada, mas ambos sabíamos o que queríamos. Devagar, comecei a penetrá-la e os fluidos dela confirmaram que ela já não era mais virgem. Não tinha mais o que pensar, comi ela sem medo e ela curtia pra caralho. Até que, finalmente, nós dois nos fundimos num abraço provocado pelo orgasmo dela e pela minha gozada. Fiquei dentro dela até meu pau sair sozinho e meu leite jorrar da buceta dela. Esse foi o começo de uma aventura deliciosa... Se gostaram, deixem pontos pra trazer mais e, por favor, não esqueçam de comentar o que acharam. Ainda tenho muitas histórias quentes.

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