Como todos os relatos são baseados nas minhas fantasias.
Eram 8 da manhã e, naquela hora, o trem ia estar lotado de gente. Eu estava com meu namorado e senti várias mãos tomando conta da minha bunda e das minhas coxas, até dedos safados tentando entrar na minha buceta. Esfregavam descaradamente, enfiaram a mão por baixo da minha legging, me apalpavam à vontade. Uma mão pousou na minha xereca inchada e logo começou a apalpar minha fenda e meus lábios vaginais, desenhando eles com os dedos por cima da minha calcinha fio dental. Senti um pedaço de carne quente, grande e molhado, que se acomodou entre minhas nádegas. Com movimentos delicados, deslizava de cima pra baixo, o enorme pau roçando na minha buceta. Puxaram minha calcinha de lado e me penetraram de uma vez. Pegavam meus peitos e os apertavam, esperando a vez de me comer. Eu abafava meus suspiros, mordendo meus lábios e fechando os olhos. Senti um líquido quente me enchendo por dentro. Depois que o de trás tirou o pau, o da frente também meteu em mim, e enquanto os do lado continuavam me apalpando, gozaram em mim em abundância. Parecia que jogavam um litro de sêmen. Saiu o da frente, e os que estavam dos lados se posicionaram um de cada lado (frente e trás) e meteram ao mesmo tempo na minha buceta. O vagão estava cheio de homens, e alguns também me comeram tanto vaginal quanto oralmente.
Quando todos passaram, meu namorado me fez descer e subir num ônibus. Eu já não aguentava mais. O ônibus estava mais lotado que o normal e ficamos em pé. O motorista pediu pra gente ir mais pro fundo pra dar espaço, e a gente foi. Oito caras de uma torcida organizada me olhavam de cima a baixo e riam. Foram se posicionando ao meu redor, o que me assustou. De repente, senti um deles me pegar pela cintura e sussurrar no meu ouvido:
- É melhor você continuar assim, caladinha, mudinha. Sabemos que você é uma puta.
Eu fiquei pálida e minhas pernas começaram a tremer, ainda mais quando um dos que estava na frente... Meu mostrou um canivete, aí senti que o cara que me segurava pela cintura colocou a mão na minha bunda e com a outra tapou minha boca. Eu só soltei lágrimas e fechei meus olhos.
O cara então desceu a mão que tava na minha bunda e começou a baixar minha legging pra tocar minhas nádegas só cobertas pela minha fio dental, passou a mão pra minha parte da frente e começou a esfregar minha buceta por cima da calcinha e depois meter os dedos por um lado, tentando enfiar entre meus lábios vaginais. Eu só chorava e apertava minhas pernas, mas não adiantava nada, só fazia o cara machucar mais, se apoderar de mim com os dedos. Começou a esfregar meu clitóris, depois enfiou um dos dedos, tirou o pau pra me pegar de novo, levantou minha saia, puxou minha fio dental de entre minhas nádegas, desviou pro lado, me fez curvar um pouco com as pernas abertas e com a outra mão guiou a vara dele, colocou na entrada da minha buceta. Senti ele esfregar a cabeça do pau nos meus lábios vaginais, me segurou pela cintura, meteu até o fundo, o que fez eu soltar um gemido que não deu pra ouvir por causa do barulho da galera e da música do busão.
- Que gostosa, sua puta
Senti ele começar a meter e tirar, bombava e bombava. Eu só chorava enquanto os outros nos tapavam com as bandeiras deles. Sentia que a cada estocada ele abria mais minha buceta já machucada e arrombada, aí ele subiu uma das mãos e levou até meus peitos, que começou a massagear e apertar no ritmo das penetradas. Eu sentia dor, raiva, impotência e ninguém percebeu, ou pelo menos era o que eu pensava.
Ele começou a gemer de prazer e a falar umas coisas sujas e nojentas tipo:
- Uffff, que delícia te comer, sua puta
Enquanto acelerava cada vez mais as penetradas com o pauzão dele, tanto que tive que me agarrar com força nas alças das cadeiras pra não cair. O cara não tinha um pingo de compaixão, de repente me apertou com mais força, meus peitos já estavam moídos e ele gozou. Assim passaram os 7 restantes, terminei. Mais arrombada e cheia de porra do que antes de subir no busão.
Meu namorado me deu algo pra tomar e eu dormi, acordei num terminal de ônibus, meu namorado me tirou do busão e um motorista se aproximou, abriu minhas pernas, enfiou a língua, se deliciava com minha pussy, enquanto chupava ela, massageava meus peitos, meteu o pau dele com tanta vontade que enfiou até o fundo, eu só consegui gritar e colocar minhas mãos no peito dele pra empurrar, mas ele já tinha enfiado em mim, e bem fundo, os colegas dele olhavam esperando a vez, meu namorado como sempre vendo tudo. Pegou minhas mãos com as dele e as abriu pra com a boca dele se apoderar das minhas tetas, lambia meus mamilos duros e eretos, continuava com o pau no fundo de mim, pra depois tirar bem devagar e meter de novo até o fundo, começou a empurrar mais rápido, soltou minhas mãos e me pegou pelos ombros pra fazer as estocadas chegarem mais fundo, minhas pernas envolveram as costas dele e eu só deixei meu fluido sair, ele continuou e continuou me comendo, metendo e batendo em mim até que de repente deixou todo o sêmen dele dentro de mim.
– Ahhhhh que gostosoooo vadia
Fiquei a noite toda assim, sendo estuprada pelos cobradores de ônibus e o resto do pessoal daquela rodoviária
Eram 8 da manhã e, naquela hora, o trem ia estar lotado de gente. Eu estava com meu namorado e senti várias mãos tomando conta da minha bunda e das minhas coxas, até dedos safados tentando entrar na minha buceta. Esfregavam descaradamente, enfiaram a mão por baixo da minha legging, me apalpavam à vontade. Uma mão pousou na minha xereca inchada e logo começou a apalpar minha fenda e meus lábios vaginais, desenhando eles com os dedos por cima da minha calcinha fio dental. Senti um pedaço de carne quente, grande e molhado, que se acomodou entre minhas nádegas. Com movimentos delicados, deslizava de cima pra baixo, o enorme pau roçando na minha buceta. Puxaram minha calcinha de lado e me penetraram de uma vez. Pegavam meus peitos e os apertavam, esperando a vez de me comer. Eu abafava meus suspiros, mordendo meus lábios e fechando os olhos. Senti um líquido quente me enchendo por dentro. Depois que o de trás tirou o pau, o da frente também meteu em mim, e enquanto os do lado continuavam me apalpando, gozaram em mim em abundância. Parecia que jogavam um litro de sêmen. Saiu o da frente, e os que estavam dos lados se posicionaram um de cada lado (frente e trás) e meteram ao mesmo tempo na minha buceta. O vagão estava cheio de homens, e alguns também me comeram tanto vaginal quanto oralmente.
Quando todos passaram, meu namorado me fez descer e subir num ônibus. Eu já não aguentava mais. O ônibus estava mais lotado que o normal e ficamos em pé. O motorista pediu pra gente ir mais pro fundo pra dar espaço, e a gente foi. Oito caras de uma torcida organizada me olhavam de cima a baixo e riam. Foram se posicionando ao meu redor, o que me assustou. De repente, senti um deles me pegar pela cintura e sussurrar no meu ouvido:
- É melhor você continuar assim, caladinha, mudinha. Sabemos que você é uma puta.
Eu fiquei pálida e minhas pernas começaram a tremer, ainda mais quando um dos que estava na frente... Meu mostrou um canivete, aí senti que o cara que me segurava pela cintura colocou a mão na minha bunda e com a outra tapou minha boca. Eu só soltei lágrimas e fechei meus olhos.
O cara então desceu a mão que tava na minha bunda e começou a baixar minha legging pra tocar minhas nádegas só cobertas pela minha fio dental, passou a mão pra minha parte da frente e começou a esfregar minha buceta por cima da calcinha e depois meter os dedos por um lado, tentando enfiar entre meus lábios vaginais. Eu só chorava e apertava minhas pernas, mas não adiantava nada, só fazia o cara machucar mais, se apoderar de mim com os dedos. Começou a esfregar meu clitóris, depois enfiou um dos dedos, tirou o pau pra me pegar de novo, levantou minha saia, puxou minha fio dental de entre minhas nádegas, desviou pro lado, me fez curvar um pouco com as pernas abertas e com a outra mão guiou a vara dele, colocou na entrada da minha buceta. Senti ele esfregar a cabeça do pau nos meus lábios vaginais, me segurou pela cintura, meteu até o fundo, o que fez eu soltar um gemido que não deu pra ouvir por causa do barulho da galera e da música do busão.
- Que gostosa, sua puta
Senti ele começar a meter e tirar, bombava e bombava. Eu só chorava enquanto os outros nos tapavam com as bandeiras deles. Sentia que a cada estocada ele abria mais minha buceta já machucada e arrombada, aí ele subiu uma das mãos e levou até meus peitos, que começou a massagear e apertar no ritmo das penetradas. Eu sentia dor, raiva, impotência e ninguém percebeu, ou pelo menos era o que eu pensava.
Ele começou a gemer de prazer e a falar umas coisas sujas e nojentas tipo:
- Uffff, que delícia te comer, sua puta
Enquanto acelerava cada vez mais as penetradas com o pauzão dele, tanto que tive que me agarrar com força nas alças das cadeiras pra não cair. O cara não tinha um pingo de compaixão, de repente me apertou com mais força, meus peitos já estavam moídos e ele gozou. Assim passaram os 7 restantes, terminei. Mais arrombada e cheia de porra do que antes de subir no busão.
Meu namorado me deu algo pra tomar e eu dormi, acordei num terminal de ônibus, meu namorado me tirou do busão e um motorista se aproximou, abriu minhas pernas, enfiou a língua, se deliciava com minha pussy, enquanto chupava ela, massageava meus peitos, meteu o pau dele com tanta vontade que enfiou até o fundo, eu só consegui gritar e colocar minhas mãos no peito dele pra empurrar, mas ele já tinha enfiado em mim, e bem fundo, os colegas dele olhavam esperando a vez, meu namorado como sempre vendo tudo. Pegou minhas mãos com as dele e as abriu pra com a boca dele se apoderar das minhas tetas, lambia meus mamilos duros e eretos, continuava com o pau no fundo de mim, pra depois tirar bem devagar e meter de novo até o fundo, começou a empurrar mais rápido, soltou minhas mãos e me pegou pelos ombros pra fazer as estocadas chegarem mais fundo, minhas pernas envolveram as costas dele e eu só deixei meu fluido sair, ele continuou e continuou me comendo, metendo e batendo em mim até que de repente deixou todo o sêmen dele dentro de mim.
– Ahhhhh que gostosoooo vadia Fiquei a noite toda assim, sendo estuprada pelos cobradores de ônibus e o resto do pessoal daquela rodoviária

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