Já tinham passado uns dias desde que chupei meu primo. Como ele tava trabalhando, quase não ficava mais em casa. Eram 11 da noite e eu não conseguia dormir, tava pensando naquela brocha que dei nele e no gostoso que era o pau dele, queria repetir. Virava pra lá e pra cá na cama e não sabia o que fazer.Com muito tesão, decidi ir na cozinha pegar um pouco de água. Desci as escadas, cheguei na cozinha, tomei a água e me preparei pra voltar pro meu quarto. Quando tava quase subindo, ouvi um barulho de passos. Fiquei parada na escada. Era meu primo.
~Alex?
— Hã? Oi, Sarita. Pensei que você tava dormindo.
~Sim, só desci pra pegar água. Aconteceu alguma coisa?
— Não, imagina.
~Você tava no quarto dos meus pais?
— Hum, eu? Sim, é que a gente tava conversando sobre o que vou pagar enquanto me arrumo. Eles não querem me cobrar muito, são muito bons, mas já era tarde e eles iam se deitar.
~Que bom, priminho.
— É, vamos subir?
Comecei a subir as escadas. Meu pijama é bem curto e dava pra notar como meu primo olhava pra minha bunda enquanto eu subia. Isso me deixava ainda mais com tesão. Minha excitação continuava a mil.
~Você me acompanha um pouco no meu quarto?
Vi um sorriso bem safado se formar nos lábios dele. Ele me abraçou, agarrou minha bunda e me beijou. No começo, tentei me soltar, mas ser beijada daquele jeito no meio do corredor me excitava. Se algum dos meus pais subisse as escadas, poderia ver meu primo me beijando e pegando meu corpo do jeito que ele queria.
— Vamos pro quarto?
~Sim, por favor.
Ele me levantou, minhas pernas envolveram a cintura dele. Ele tinha um braço nas minhas costas e o outro segurando minha bunda, me impedindo de cair. Era tão forte. Adorava sentir os braços dele me envolvendo. Assim que entramos no quarto, ele me colocou na cama e tirou a camisa. Os músculos definidos dele eram tão excitantes.
~Você se machucou no trabalho?
— Por que você diz isso?
~Você tem umas marcas nas costas.
— Hoje tive que carregar umas coisas pro escritório. Deve ser por isso.
Ele se jogou em cima de mim, me beijando e acariciando meu corpo. Eu tava tão molhada que não conseguia evitar de me contorcer de prazer. Eu o abraçava com as pernas e minhas mãos agarravam as costas dele. Sentia a pica dele ficando tão dura e roçando na minha buceta. Eu apertava ele com mais força, querendo sentir muito melhor.
— Parece que você tá com muito tesão.
~Sim... eu sinto. tão gostosa na minha coisinha, tá quente e molhada.
Ele se afastou um pouco de mim e sem dizer nada, só pegou meu pijama e levantou, fiquei só de calcinha, que já dava pra ver minha excitação, pela umidade enorme que aparecia. Meus peitos pareciam pular com as batidas do meu coração, meu corpo já não me pertencia mais, era completamente do meu primo.
Meu primo me olhava de cima a baixo, prestando atenção em cada detalhe do meu corpo, meus bicos ficaram duros e mais empinados que o normal, era a primeira vez que sentia essa sensação.
— Você está muito gostosa.
~Sinto um pouco de vergonha.
— Com essa beleza toda, não devia sentir isso, esse corpo tão lindo foi feito pra ser mostrado.
Fiquei vermelha demais, não conseguia falar mais nada. Meu primo começou a beijar meu pescoço, me arrepiei toda, minha pele reagia com a língua e os lábios dele. Eu sentia minha buceta pulsando, ficando ainda mais molhada. Ele tinha uma mão na minha perna, acariciando bem devagar, subindo aos poucos, e a outra mão nos meus peitinhos. Aos poucos, a boca dele foi descendo até meus peitos e começou a chupar um por um, passando de um pro outro, como se não soubesse qual beijar, era tão gostoso.
— Que delícia, seus peitinhos.
~Que bom que você tá curtindo.
— Como não curtir essa maravilha.
Senti a mão dele chegar na minha buceta e os dedos se movendo devagar, fazendo pressão. Senti os dedos querendo entrar, mas eu tava protegida pela calcinha, até que um dos dedos grandes dele começou a deslizar pela lateral da calcinha e foi procurar meu clitóris, isso me fez tremer ainda mais. Minhas pernas tremiam e eu comecei a ofegar e gemer. Meu primo me beijava pra tentar abafar um pouco meus gemidos, e o dedo dele se posicionou na entrada da minha bucetinha pequena e virgem. Foi estranha a sensação quando ele foi enfiando, pensei que ia doer, mas como eu tava tão molhada, acho que ajudou.
— Que molhada você tá, priminha.
~É tão gostoso, ahhhh siiiim.
Não conseguia parar de gemer, meu primo ficou de pé ao meu lado. cama sem tirar o dedo da minha buceta, que ele mexia pra dentro e pra fora e em círculos, era tão gostoso como ele mexia e com o polegar tocava meu clitóris, eu não parava de gemer igual uma puta, gemia de olhos fechados até sentir algo nos meus lábios, era o pau dele, tinha um cheiro forte, mais do que da última vez, mas não liguei, o belo e gostoso pau dele estava nos meus lábios, abri a boca e deixei entrar.
— Que boa chupeta que é minha priminha.
~ É que você tem um pau delicioso, embora o gosto esteja meio diferente.
— Só chupa, priminha, chupa tudo.
Eu curtia, brincava com minha buceta enquanto me fazia chupar o pau dele, o dedo dele se mexia fazendo minha buceta pulsar e eu apertava com ela, ele só me dizia coisas gostosas enquanto eu aproveitava os movimentos dele.
— Que putinha gostosa você vai se tornar.
— Como você aperta gostoso.
— Essa bucetinha linda vai ser da minha putinha.
— Você é minha putinha, continua chupando.
Eu só conseguia gemer com o pau dele na minha boca, até que ele tirou o dedo, me dando um pequeno respiro, ele se afastou também tirando o pau da minha boca, mas as intenções dele estavam claras, senti ele se abaixar na minha frente, abriu minhas pernas sem pensar, fiquei completamente aberta pra ele, pegou minha calcinha e puxou pra baixo, tirando ela por completo, ficando totalmente nua, coloquei a mão na minha buceta, mas ele me deu um tapa na bunda.
— Puta, tira essa mão, deixa eu ver bem essa bucetinha deliciosa.
~ Sim, priminho.
Tirei a mão e deixei ele ver minha buceta, fechadinha e com uns pelinhos, ele chegou bem perto da minha buceta e deu uma respirada fundo, tentando sentir o cheiro da minha bucetinha.
— Que gostoso cheiro, putinha.
Só abri minhas pernas deixando toda minha buceta pra ele, ele se aproximou de mim, olhou um pouco, chegou ainda mais perto e passou a língua desde o começo até meu clitóris, aquela sensação tão erótica e deliciosa.
~ Ahhhh. Que gostoso.
— Você tem um gosto muito gostoso, priminha.
Ele voltou e passou a língua de novo, eu só conseguia gemer e me contorcer, ele tentava me penetrar com o língua ou era o que eu sentia, parecia que ia bem fundo, a língua dele tinha tomado conta da minha bucetinha, eu era dele e, como ele dizia, era a putinha dele.
— Que gostosa que tá a buceta da minha priminha.
~ É toda sua, priminho.
— Tá gostando, putinha?
~ Sim, muito, me faz de sua puta, faz o que quiser comigo, priminho, sou toda sua.
Eu nem sabia direito por que tava falando essas coisas, mas isso deixava ele com mais tesão e eu curtia o fogo dele, ele mexia a língua como se quisesse rasgar minha buceta, mordia e passava a língua, só uma boa puta sabe o gostoso que é ser tratada assim, o gostoso que é quando você é só uma vagabunda disposta a dar prazer.
— Priminho, tô sentindo uma coisa estranha.
— Você vai gozar, putinha?
~ Ahhh, priminho, não quero que você pare.
Meu primo começou a meter dois dedos na minha buceta, não muito fundo, mas era uma delícia, ele mexia bem rápido, dava pra sentir entrando e saindo da minha buceta, que tava tão molhada, fazia um barulho gostoso de chapinhar, não aguentei muito mais, minhas pernas tremiam, minha buceta apertava forte os dedos do meu primo, quando senti de novo a boca do meu primo e a língua dele entrando na minha buceta, eu explodi, saiu um pouco de líquido da minha buceta, pra falar a verdade, foi bastante, meu primo recebeu com a boca, mas um pouco espirrou pra todo lado.
Eu soltei um grito meio alto, que agradeço meus pais não terem ouvido.
Ahhhhhhh
— Que putinha boa você é, priminha.
~ Que gostoso que foi, mas... eu me mijei?
— Claro que não, você só gozou, isso é um orgasmo.
~ Foi uma delícia.
— Agora é minha vez.
Ele colocou o pau encostando na minha buceta, eu não queria perder a virgindade ainda, por medo, mesmo estando com muito tesão, desejando o pau dele, mas consegui falar.
— É... Espera, não quero...
— Não vou te penetrar, ainda não.
~ Ainda?
— Você é minha putinha, vou te fazer minha, mas com mais tempo e privacidade pra te ouvir gemer.
O pau dele tava em cima da minha buceta e o tronco dele se mexia freneticamente, ele fechou minhas pernas deixando o pau preso entre elas, apertado pela minha buceta, e começou um movimento bem rápido, eu sentia ele roçando, eu gemia de tanto tesão que se sentia.
~Continua, priminho, continua
–Isso, vagabunda, vai me fazer gozar.
~Isso, me dá essa porra de gozo, priminho
Ele se levantou e ficou bem na minha frente, eu abri minhas pernas, podia ver ele completamente nu, com o pau na mão, se masturbando bem rápido e o rosto dele mostrava todo o prazer.
–Que puta gostosa que vou comer.
Eu só sorri, aprovando o que ele dizia, já era a putinha dele e minha virgindade seria do meu primo, isso já estava mais que decidido.
–Ahhh, que tesão
Ele fez uma cara ainda mais excitante e uns gemidos meio altos, e eu vi claramente os jatos de porra saindo, caindo literalmente em todo o meu corpo, um jato grande do meu queixo até meu umbigo, algo fino mas comprido, outro no meu rosto e uns quantos na entrada da minha buceta, pensei que se ficassem ali podiam entrar e me engravidar, besteira minha, pensei, mas melhor prevenir, passei a mão na minha buceta tentando pegar o sêmen dele, era mais do que eu imaginava, minha mão ficou toda lambuzada de porra.
~Você gozou muito
–Ainda tinha bastante.
~Tinha?
–Ah sim… pela gozada que você me deu, priminha
Olhei minha mão coberta de porra dele, levei ao nariz, cheirava delicioso, me lembrava quando tirei o pau dele pela primeira vez, aquele cheiro de macho tão provocante, chupei toda a porra que tinha na minha mão, era tão gostosa.
–Parece que você gosta do meu leite
~Amo
Ele aproximou o pau da minha boca e eu limpei, chupei todos os restos de porra que tinham nele, me senti tão mulher, tão erótica. Meu primo se despediu de mim e me deixou lá na cama, ainda coberta de porra e com as pernas abertas no meio da minha cama, com os pés pendurados, era uma cena tão pornográfica, não tinha forças para me levantar e também não queria tirar a porra de macho do meu rosto, eu pertencia a ele, era a putinha dele, tinha que ser assim.
Na manhã seguinte acordei na mesma posição, acordei com um barulho de passos, parecia que meu primo tinha deixado a A porta ficou meio aberta quando ele foi embora, sentia um calor na minha buceta, toquei nela e parecia ter mais porra.
~Mais porra? Não limpei direito?
Ainda estava meio quente.
~Será que meu macho voltou pra me deixar um pouco da porra dele antes de ir pro trabalho?
Peguei com a mão e limpei de novo, engolindo tudo que peguei, vesti uma roupa leve e fui me lavar um pouco. Quando desci, minha mãe estava muito feliz e meu pai estava tomando café. Meu primo já ia saindo pro trabalho, dei um sorriso pra ele e ele retribuiu, e sem meus pais perceberem, me deu um beijo gostoso e foi embora.
Minha mãe me contou que em uns dias eles teriam que ir pra casa da avó e passar a noite lá, que pelo menos meu primo estava aqui pra cuidar de mim.
~É, que bom que ele pode cuidar de mim.
Eu estava tão feliz...
Mal posso esperar pra contar o que aconteceu, e também as coisas que descobri.
~Alex?
— Hã? Oi, Sarita. Pensei que você tava dormindo.
~Sim, só desci pra pegar água. Aconteceu alguma coisa?
— Não, imagina.
~Você tava no quarto dos meus pais?
— Hum, eu? Sim, é que a gente tava conversando sobre o que vou pagar enquanto me arrumo. Eles não querem me cobrar muito, são muito bons, mas já era tarde e eles iam se deitar.
~Que bom, priminho.
— É, vamos subir?
Comecei a subir as escadas. Meu pijama é bem curto e dava pra notar como meu primo olhava pra minha bunda enquanto eu subia. Isso me deixava ainda mais com tesão. Minha excitação continuava a mil.
~Você me acompanha um pouco no meu quarto?
Vi um sorriso bem safado se formar nos lábios dele. Ele me abraçou, agarrou minha bunda e me beijou. No começo, tentei me soltar, mas ser beijada daquele jeito no meio do corredor me excitava. Se algum dos meus pais subisse as escadas, poderia ver meu primo me beijando e pegando meu corpo do jeito que ele queria.
— Vamos pro quarto?
~Sim, por favor.
Ele me levantou, minhas pernas envolveram a cintura dele. Ele tinha um braço nas minhas costas e o outro segurando minha bunda, me impedindo de cair. Era tão forte. Adorava sentir os braços dele me envolvendo. Assim que entramos no quarto, ele me colocou na cama e tirou a camisa. Os músculos definidos dele eram tão excitantes.
~Você se machucou no trabalho?
— Por que você diz isso?
~Você tem umas marcas nas costas.
— Hoje tive que carregar umas coisas pro escritório. Deve ser por isso.
Ele se jogou em cima de mim, me beijando e acariciando meu corpo. Eu tava tão molhada que não conseguia evitar de me contorcer de prazer. Eu o abraçava com as pernas e minhas mãos agarravam as costas dele. Sentia a pica dele ficando tão dura e roçando na minha buceta. Eu apertava ele com mais força, querendo sentir muito melhor.
— Parece que você tá com muito tesão.
~Sim... eu sinto. tão gostosa na minha coisinha, tá quente e molhada.
Ele se afastou um pouco de mim e sem dizer nada, só pegou meu pijama e levantou, fiquei só de calcinha, que já dava pra ver minha excitação, pela umidade enorme que aparecia. Meus peitos pareciam pular com as batidas do meu coração, meu corpo já não me pertencia mais, era completamente do meu primo.
Meu primo me olhava de cima a baixo, prestando atenção em cada detalhe do meu corpo, meus bicos ficaram duros e mais empinados que o normal, era a primeira vez que sentia essa sensação.
— Você está muito gostosa.
~Sinto um pouco de vergonha.
— Com essa beleza toda, não devia sentir isso, esse corpo tão lindo foi feito pra ser mostrado.
Fiquei vermelha demais, não conseguia falar mais nada. Meu primo começou a beijar meu pescoço, me arrepiei toda, minha pele reagia com a língua e os lábios dele. Eu sentia minha buceta pulsando, ficando ainda mais molhada. Ele tinha uma mão na minha perna, acariciando bem devagar, subindo aos poucos, e a outra mão nos meus peitinhos. Aos poucos, a boca dele foi descendo até meus peitos e começou a chupar um por um, passando de um pro outro, como se não soubesse qual beijar, era tão gostoso.
— Que delícia, seus peitinhos.
~Que bom que você tá curtindo.
— Como não curtir essa maravilha.
Senti a mão dele chegar na minha buceta e os dedos se movendo devagar, fazendo pressão. Senti os dedos querendo entrar, mas eu tava protegida pela calcinha, até que um dos dedos grandes dele começou a deslizar pela lateral da calcinha e foi procurar meu clitóris, isso me fez tremer ainda mais. Minhas pernas tremiam e eu comecei a ofegar e gemer. Meu primo me beijava pra tentar abafar um pouco meus gemidos, e o dedo dele se posicionou na entrada da minha bucetinha pequena e virgem. Foi estranha a sensação quando ele foi enfiando, pensei que ia doer, mas como eu tava tão molhada, acho que ajudou.
— Que molhada você tá, priminha.
~É tão gostoso, ahhhh siiiim.
Não conseguia parar de gemer, meu primo ficou de pé ao meu lado. cama sem tirar o dedo da minha buceta, que ele mexia pra dentro e pra fora e em círculos, era tão gostoso como ele mexia e com o polegar tocava meu clitóris, eu não parava de gemer igual uma puta, gemia de olhos fechados até sentir algo nos meus lábios, era o pau dele, tinha um cheiro forte, mais do que da última vez, mas não liguei, o belo e gostoso pau dele estava nos meus lábios, abri a boca e deixei entrar.
— Que boa chupeta que é minha priminha.
~ É que você tem um pau delicioso, embora o gosto esteja meio diferente.
— Só chupa, priminha, chupa tudo.
Eu curtia, brincava com minha buceta enquanto me fazia chupar o pau dele, o dedo dele se mexia fazendo minha buceta pulsar e eu apertava com ela, ele só me dizia coisas gostosas enquanto eu aproveitava os movimentos dele.
— Que putinha gostosa você vai se tornar.
— Como você aperta gostoso.
— Essa bucetinha linda vai ser da minha putinha.
— Você é minha putinha, continua chupando.
Eu só conseguia gemer com o pau dele na minha boca, até que ele tirou o dedo, me dando um pequeno respiro, ele se afastou também tirando o pau da minha boca, mas as intenções dele estavam claras, senti ele se abaixar na minha frente, abriu minhas pernas sem pensar, fiquei completamente aberta pra ele, pegou minha calcinha e puxou pra baixo, tirando ela por completo, ficando totalmente nua, coloquei a mão na minha buceta, mas ele me deu um tapa na bunda.
— Puta, tira essa mão, deixa eu ver bem essa bucetinha deliciosa.
~ Sim, priminho.
Tirei a mão e deixei ele ver minha buceta, fechadinha e com uns pelinhos, ele chegou bem perto da minha buceta e deu uma respirada fundo, tentando sentir o cheiro da minha bucetinha.
— Que gostoso cheiro, putinha.
Só abri minhas pernas deixando toda minha buceta pra ele, ele se aproximou de mim, olhou um pouco, chegou ainda mais perto e passou a língua desde o começo até meu clitóris, aquela sensação tão erótica e deliciosa.
~ Ahhhh. Que gostoso.
— Você tem um gosto muito gostoso, priminha.
Ele voltou e passou a língua de novo, eu só conseguia gemer e me contorcer, ele tentava me penetrar com o língua ou era o que eu sentia, parecia que ia bem fundo, a língua dele tinha tomado conta da minha bucetinha, eu era dele e, como ele dizia, era a putinha dele.
— Que gostosa que tá a buceta da minha priminha.
~ É toda sua, priminho.
— Tá gostando, putinha?
~ Sim, muito, me faz de sua puta, faz o que quiser comigo, priminho, sou toda sua.
Eu nem sabia direito por que tava falando essas coisas, mas isso deixava ele com mais tesão e eu curtia o fogo dele, ele mexia a língua como se quisesse rasgar minha buceta, mordia e passava a língua, só uma boa puta sabe o gostoso que é ser tratada assim, o gostoso que é quando você é só uma vagabunda disposta a dar prazer.
— Priminho, tô sentindo uma coisa estranha.
— Você vai gozar, putinha?
~ Ahhh, priminho, não quero que você pare.
Meu primo começou a meter dois dedos na minha buceta, não muito fundo, mas era uma delícia, ele mexia bem rápido, dava pra sentir entrando e saindo da minha buceta, que tava tão molhada, fazia um barulho gostoso de chapinhar, não aguentei muito mais, minhas pernas tremiam, minha buceta apertava forte os dedos do meu primo, quando senti de novo a boca do meu primo e a língua dele entrando na minha buceta, eu explodi, saiu um pouco de líquido da minha buceta, pra falar a verdade, foi bastante, meu primo recebeu com a boca, mas um pouco espirrou pra todo lado.
Eu soltei um grito meio alto, que agradeço meus pais não terem ouvido.
Ahhhhhhh
— Que putinha boa você é, priminha.
~ Que gostoso que foi, mas... eu me mijei?
— Claro que não, você só gozou, isso é um orgasmo.
~ Foi uma delícia.
— Agora é minha vez.
Ele colocou o pau encostando na minha buceta, eu não queria perder a virgindade ainda, por medo, mesmo estando com muito tesão, desejando o pau dele, mas consegui falar.
— É... Espera, não quero...
— Não vou te penetrar, ainda não.
~ Ainda?
— Você é minha putinha, vou te fazer minha, mas com mais tempo e privacidade pra te ouvir gemer.
O pau dele tava em cima da minha buceta e o tronco dele se mexia freneticamente, ele fechou minhas pernas deixando o pau preso entre elas, apertado pela minha buceta, e começou um movimento bem rápido, eu sentia ele roçando, eu gemia de tanto tesão que se sentia.
~Continua, priminho, continua
–Isso, vagabunda, vai me fazer gozar.
~Isso, me dá essa porra de gozo, priminho
Ele se levantou e ficou bem na minha frente, eu abri minhas pernas, podia ver ele completamente nu, com o pau na mão, se masturbando bem rápido e o rosto dele mostrava todo o prazer.
–Que puta gostosa que vou comer.
Eu só sorri, aprovando o que ele dizia, já era a putinha dele e minha virgindade seria do meu primo, isso já estava mais que decidido.
–Ahhh, que tesão
Ele fez uma cara ainda mais excitante e uns gemidos meio altos, e eu vi claramente os jatos de porra saindo, caindo literalmente em todo o meu corpo, um jato grande do meu queixo até meu umbigo, algo fino mas comprido, outro no meu rosto e uns quantos na entrada da minha buceta, pensei que se ficassem ali podiam entrar e me engravidar, besteira minha, pensei, mas melhor prevenir, passei a mão na minha buceta tentando pegar o sêmen dele, era mais do que eu imaginava, minha mão ficou toda lambuzada de porra.
~Você gozou muito
–Ainda tinha bastante.
~Tinha?
–Ah sim… pela gozada que você me deu, priminha
Olhei minha mão coberta de porra dele, levei ao nariz, cheirava delicioso, me lembrava quando tirei o pau dele pela primeira vez, aquele cheiro de macho tão provocante, chupei toda a porra que tinha na minha mão, era tão gostosa.
–Parece que você gosta do meu leite
~Amo
Ele aproximou o pau da minha boca e eu limpei, chupei todos os restos de porra que tinham nele, me senti tão mulher, tão erótica. Meu primo se despediu de mim e me deixou lá na cama, ainda coberta de porra e com as pernas abertas no meio da minha cama, com os pés pendurados, era uma cena tão pornográfica, não tinha forças para me levantar e também não queria tirar a porra de macho do meu rosto, eu pertencia a ele, era a putinha dele, tinha que ser assim.
Na manhã seguinte acordei na mesma posição, acordei com um barulho de passos, parecia que meu primo tinha deixado a A porta ficou meio aberta quando ele foi embora, sentia um calor na minha buceta, toquei nela e parecia ter mais porra.
~Mais porra? Não limpei direito?
Ainda estava meio quente.
~Será que meu macho voltou pra me deixar um pouco da porra dele antes de ir pro trabalho?
Peguei com a mão e limpei de novo, engolindo tudo que peguei, vesti uma roupa leve e fui me lavar um pouco. Quando desci, minha mãe estava muito feliz e meu pai estava tomando café. Meu primo já ia saindo pro trabalho, dei um sorriso pra ele e ele retribuiu, e sem meus pais perceberem, me deu um beijo gostoso e foi embora.
Minha mãe me contou que em uns dias eles teriam que ir pra casa da avó e passar a noite lá, que pelo menos meu primo estava aqui pra cuidar de mim.
~É, que bom que ele pode cuidar de mim.
Eu estava tão feliz...
Mal posso esperar pra contar o que aconteceu, e também as coisas que descobri.
4 comentários - Sara: curtindo a língua do primo