Meu nome é Luis Eduardo, tenho 23 anos, e minha esposa Ana Maura tem 20. Estamos casados há um ano, sem filhos ainda, com uma vida cheia de sexo e diversão — até que ela experimentou outras rolas e não é mais a mesma comigo na cama. Vou contar que, desde que casamos, três pessoas diferentes já comeram ela, segundo ela, eu não sei de nada, mas nas vezes que ela transou, eu vi, e isso tem me dado um tesão de ver como fazem com ela e como ela curte ser comida. O que eu não consegui foi comer aquele cuzinho gostoso que ela tem, e me deu uma raiva danada de quem ela deu — ou melhor, quem conseguiu comer ela por lá, que agora vou contar sobre eles e quem arrombou o cu dela, e só pra esse ela dá. A primeira pessoa que comeu ela dos três foi Francisco, que é tio dela, chamado de Tio Pancho, de 46 anos, e foi ele quem deu no cu dela quando comeu ela pela primeira vez, na nossa casa. Esse dia não esqueço: foi no aniversário dela, fomos pro sítio comemorar com a família, e na volta, na minha caminhonete, tive que levar as coisas como mesas, churrasqueiras e mais, que eram do Tio Pancho, então fui levar na casa dele, e ele levou minha esposa pra casa. Demorei uns 30 minutos pra chegar em casa, e quando cheguei, o carro do Tio Pancho ainda estava lá, o que achei estranho. Como minha esposa veio meio bêbada, pensei que chegaria em casa e dormiria, mas tive que estacionar na rua por causa do outro carro dentro. Tentei abrir a porta pra entrar, mas estava com o ferrolho, então não consegui. Fui pelos fundos da casa e entrei pela porta dos fundos, que não tem ferrolho. Cheguei na sala e você não estava, então fui pro quarto e, ao chegar, a porta estava aberta com a luz acesa, e que surpresa: minha esposa estava de quatro, pelada, mamando a rola do próprio tio de 46 anos. Uma rola boa — digo boa porque era do tamanho da minha, só um pouco mais grossa. Ela, toda feliz, mamando aquela rola e... Mame, e eu que nem sabia o que fazer. Essa cena começou a me excitar: um senhor de 46 anos comendo uma mulher de 20, e ainda por cima sendo tio e sobrinha. Depois, ele levantou ela e colocou na cama de barriga pra cima, com as pernas abertas, dando um linguadaço do cu até a buceta bem depilada, loirinha. Depois disso, ela começou a falar que já queria, e ele dizia: "Me implora pra meter, sobrinha. Vai, implora pro teu tio te comer, pequenininha." E ela começou: "Tio, mete em mim, por favor, não aguento mais de vontade de sentir seu pau, por favor, mete antes que o Luís chegue, por favor, tio, mete logo." Aí ele apontou o pau na entrada da buceta dela e, de um empurrão, meteu tudo. Ela deu um gritão que quase entrei, e ele ia tirar, mas ela começou: "Tio, que pau gostoso, mete assim, me dá mais, por favor." Ele começou a falar que desde que namoravam sabia que um dia ela seria dele, sobrinha, que sempre olhava pra esse corpinho tão gostoso que ela tem, que não sabem quantas vezes ele se masturbou pensando nela, pequenininha. Depois, colocou ela de quatro e falou: "Vamos, sobrinha, abre essas nadegas pra eu dar língua nessa bunda." E ela, gostosa, abria mais e mais pra ele chupar e lamber o cu dela, até que ela pediu: "Tio, mete sua língua no meu cu, por favor, quero sentir." Claro que sim, Anita, com gosto. Ficou um tempão grudado no cu dela até que ele voltou a comer ela pela buceta, aproveitou que o cu dela tava lubrificado e enfiou o dedo, e ela nem reclamou, só pediu: "Assim, titio, assim me come gostoso." E teve um silêncio que pensei: "Vai meter no cu dela", mas pensei que ela não ia deixar. Mas tive uma grande surpresa: ela pediu pau no cu. Ele só enfiou a metade, e ela gritava, gemia, mas não tirava, até que montou em cima dela e eu pude ver de frente sem que ela me visse. Vi como ele colocava as mãos nos ombros dela e, num descuido, deu um puxão que fez ela gritar, acho que os vizinhos ouviram. O tio só disse: "Assim que queria ter você, pequenininha, sabia. Que tu bunda era virgem e desde hoje vai ser só minha. Ela pedia pra ele tirar porque tava doendo demais, e ele, pelo contrário, metia cada vez mais forte. Eu vi no rosto dela as lágrimas que caíam, ela tava chorando, pedindo pra ele tirar, mas só recebia mais estocadas e as palavras dele: "Vou tirar só depois de jogar minha porra dentro de você, princesinha". E quando ele começou a gozar dentro do cu dela, ela não parava de chorar. Depois ele começou a se arrumar, aí eu saí correndo, levei meu carro até a próxima quadra, voltei e ele ainda tava lá no quarto, mas já trocado de roupa, e minha esposa meio vestida, ainda chorando. Ele só dizia: "Viu? Até parece que seu marido sabia que eu ia te comer. Ele não chegou ainda, mas já vou indo pra você descansar. E não quero que você deixe ele te comer por três dias, porque vou voltar pra te dar de novo." Ela só respondeu: "Tio, por favor, ninguém pode saber disso. Eu deixo você quantas vezes quiser." E assim passaram três dias. Ela não quis nem que eu tocasse nela. E no terceiro dia, eu tava presente de novo, porque toda vez que terminavam, combinavam quando iam fazer de novo. Eu arrumava desculpas e deixava eles transarem à vontade. Depois conto como foi que ela comeu com o Don Carlos, um motorista de micro-ônibus de uns 40 a 45 anos, e como o Victor, nosso afilhado de 17 anos, também comeu ela.
4 comentários - Fodem minha esposa novinha
Bueno te entiendo te debes sentir genial siendo cornudo , pero te digo que Ya le uniera partido ese culito y todo lo demás
Además no quiere que nadie sepa la escusa perfecta