Tenho 46 anos, não me acho uma belezinha, mas sou padrão, um pouco acima. Sim, acho que sou um cara muito desenrolado e, trabalhar na indústria da publicidade e me vestir como um cara de 25 anos me ajuda a me relacionar com as pessoas e, principalmente, com as mulheres. Mais de uma vez, quando cheguei a uma reunião com um cliente ou eles vieram à agência, me disseram coisas como "mas por que você não se veste como uma pessoa da sua idade?!" e eu respondo "não preciso de roupa para pensar na ideia que vai fazer sua marca vender mais", com essa resposta acaba tudo.
A publicidade, os clientes, as marcas e as agências já não são o que eram. Tudo mudou, mas nem tudo. Ainda restam velhas glórias com quem trabalhar. Na quarentena e da minha nova posição, surgiu um problema com um cliente grande que a gente atendia. A verdade é que eu não queria ir resolver o assunto e eles não queriam vir, então combinamos um bar, meio-dia, como cenário de mediação.
Café da manhã, lugar super descolado, zona de Nuñez, perto da estação, esquina, mesas na calçada. Quando chegaram, a primeira coisa que disseram foi "pô, que lugar mais maneiro... gostei, hein!!" Bingo, um ponto pra dentro, papai!! 1 a 0 pra cima. Sentamos. Me levantei pra pedir, paguei. Me chamaram em minutos com o pedido. "Caralho... que croissant bom, puta que pariu", vaamooo outro gol, 2 a 0, bem pra mim.
Começamos a conversar, de um lado da mesa, eu; do outro, Ernesto, Gerente de Marketing, e ao lado, Alicia, diretora de negócios. Ernesto a gente caga. Alicia, 1,65/67, castanho escuro, bem pintada, uns 55 anos, muito estilosa vestida. Peitos feitos daqui até a África do Sul. Em cima de umas botas que valorizavam o corpo dela. Cara de "quero que você saiba que adoro uma pica", sensacional. Ela falava e eu ficava de pau duro. Não a conhecia, nunca tinha visto. Mas adorei.
Conversa vai, conversa vem, quando tudo estava resolvido e acertado, Alicia solta "nossa, amei esse lugar, super descolado…" minha resposta foi "como eu, que Espera aí?!" E a Alicia dobrando a aposta "e...depois de tudo que me falaram de você, não dava pra esperar menos" haaaaaa na sua cara, ela me deu uma invertida... e eu cantei vale quatro "Bom... quando quiser almoçar e discutir mais coisas, é só avisar" e o Ernesto meteu um "bom... bom... já deu, hein"
Terminamos o café da manhã, beijo na mão/cotovelo, abraço à distância e cada um foi pra sua sala.
Umas 17h, chega uma mensagem no WhatsApp "fala, cancherito, me passa o lugar de hoje?! como é o nome?"... eu ri... sorri... e respondi "quando quiser a gente vai junto de novo, mas por enquanto chama xxxxx". Daí a pouco ela responde "quando você quiser".
A verdade é que demorou um tempão até o próximo contato. Trocamos umas mensagens de boa, meio picantes, mas nada demais, aproveitei pra investigar a situação pessoal dela: separada com 4 pivetes!!!!! 4, não dois ou um, QUATRO!! pelo amor de deus!! que vontade. Com o ex, uma relação normal e tal.
Num sábado à noite, tava em Pilar, chegou uma mensagem dizendo "você que é mais cancher, esse lugar é bom?" junto com uma foto. Conhecia, já tinha ido várias vezes "Uff sim... a 5 quadras de casa, muito bom... o brownie é excelente, vamos quando quiser". Do nada ela respondeu... "café da manhã lá, amanhã 10h, dá?"
Respondi "claro que sim, sem dúvida". Domingo às 10h a gente se encontrou. Café, claro que brownie. Um papo agradável. Alicia era gente boa, muito gente boa. Desenrolada. Batemos papo sobre trampo, família, homens, mulheres, etc, etc. Num momento vou pedir um copo d'água e quando volto, sento e do nada, mas do nada mesmo ela fala "sua casa é perto, né?!... vamos transar?"
Engasguei com a água, cuspi metade, a outra metade saiu pelo nariz, um desastre... depois de me recuperar e limpar a cara falei "claro que sim, vamos", levantamos. Fomos. Entramos, meu apê fica no segundo bloco. Passamos a porta e ela mete a mão na minha bunda. "Upaaa que atrevido, hein"... e me agarrou o pau. ganso...lindo.
Enquanto esperávamos o elevador, comecei a apertar ela...foda...ela comeu minha boca de um jeito incrível. A verdade é que eu tava com a pica fervendo. Passei a mão nela de novo, abaixei o zíper, tirei pra fora e ela pegou, e enquanto me beijava, me masturbava...a porta do elevador abriu, enfiei ela na marra. Coloquei ela de costas pra mim, contra o espelho, e foda-se tudo, abaixei a legging dela, puxei a fio dental e meti — “aiiiii...filha da puta...como você tá...calma aí” — e puxando o cabelo dela pra trás, contra mim: “era isso que você queria, puta, pica, né?”...comi ela naqueles poucos segundos do térreo até o terceiro andar. Saímos e, do jeito que estávamos, eu de pica de fora, ela com a legging abaixada...segurando ela pelo cabelo, sem soltar, mas firme, ordenei: “toma...abre você” e entreguei a chave...entramos...fechei a porta e no corredor antes de entrar na área aberta do meu apê, comi ela de novo...com força, na bruta. Alicia bufava, direto, era uma puta no cio...segurava a bunda dela com as duas mãos e metia sem parar.
Levei ela pro sofá, continuei comendo...de quatro, rabo empinado, enfiei um dedo no cu dela. Não ia comer ela por ali, só queria saber se aguentava...pra ver — “ufffff sim...adoro, enfia dois dedos que eu gosto muito” ela disse...e eu pensei: “caralho, esse domingo veio do céu”. Ela levantou, chupou minha pica. Muito bem, com muita experiência, coloquei ela de quatro de novo, chupei o cu dela, usei a palavra: buceta, dedos, nos dois buracos. Um, dois e até três no cu, lindo!! verdadeiramente lindo. Alicia era uma coroa, como dizem os amigos yankees...dedo no cu e continuar comendo ela. Mas não aguentei muito.
Meti várias vezes e falei que ia gozar, e ela disse: “goza nos meus peitos que eu adoro” — aiii, tinha esquecido daquele par de peitos...de tanta tesão que eu tava, nem tinha passado por ali pra chupar um pouco.
Ela virou...tirou a camiseta e aí...com aqueles peitos Tremendas com o corpinho vestido, gozei tudo nela... A Alicia segurava os peitos e juntava eles, sorria, e me olhava enquanto eu gozava... que puta gostosa eu tinha descoberto...
Me joguei pro lado... e ela falou “vou pegar um copo d’água e a gente continua que eu tenho que gozar também, hein!! não se faz de otário” kkkkk ela me fez rir...
Fui pegar aquele copo d’água... e a gente continuou.
A publicidade, os clientes, as marcas e as agências já não são o que eram. Tudo mudou, mas nem tudo. Ainda restam velhas glórias com quem trabalhar. Na quarentena e da minha nova posição, surgiu um problema com um cliente grande que a gente atendia. A verdade é que eu não queria ir resolver o assunto e eles não queriam vir, então combinamos um bar, meio-dia, como cenário de mediação.
Café da manhã, lugar super descolado, zona de Nuñez, perto da estação, esquina, mesas na calçada. Quando chegaram, a primeira coisa que disseram foi "pô, que lugar mais maneiro... gostei, hein!!" Bingo, um ponto pra dentro, papai!! 1 a 0 pra cima. Sentamos. Me levantei pra pedir, paguei. Me chamaram em minutos com o pedido. "Caralho... que croissant bom, puta que pariu", vaamooo outro gol, 2 a 0, bem pra mim.
Começamos a conversar, de um lado da mesa, eu; do outro, Ernesto, Gerente de Marketing, e ao lado, Alicia, diretora de negócios. Ernesto a gente caga. Alicia, 1,65/67, castanho escuro, bem pintada, uns 55 anos, muito estilosa vestida. Peitos feitos daqui até a África do Sul. Em cima de umas botas que valorizavam o corpo dela. Cara de "quero que você saiba que adoro uma pica", sensacional. Ela falava e eu ficava de pau duro. Não a conhecia, nunca tinha visto. Mas adorei.
Conversa vai, conversa vem, quando tudo estava resolvido e acertado, Alicia solta "nossa, amei esse lugar, super descolado…" minha resposta foi "como eu, que Espera aí?!" E a Alicia dobrando a aposta "e...depois de tudo que me falaram de você, não dava pra esperar menos" haaaaaa na sua cara, ela me deu uma invertida... e eu cantei vale quatro "Bom... quando quiser almoçar e discutir mais coisas, é só avisar" e o Ernesto meteu um "bom... bom... já deu, hein"
Terminamos o café da manhã, beijo na mão/cotovelo, abraço à distância e cada um foi pra sua sala.
Umas 17h, chega uma mensagem no WhatsApp "fala, cancherito, me passa o lugar de hoje?! como é o nome?"... eu ri... sorri... e respondi "quando quiser a gente vai junto de novo, mas por enquanto chama xxxxx". Daí a pouco ela responde "quando você quiser".
A verdade é que demorou um tempão até o próximo contato. Trocamos umas mensagens de boa, meio picantes, mas nada demais, aproveitei pra investigar a situação pessoal dela: separada com 4 pivetes!!!!! 4, não dois ou um, QUATRO!! pelo amor de deus!! que vontade. Com o ex, uma relação normal e tal.
Num sábado à noite, tava em Pilar, chegou uma mensagem dizendo "você que é mais cancher, esse lugar é bom?" junto com uma foto. Conhecia, já tinha ido várias vezes "Uff sim... a 5 quadras de casa, muito bom... o brownie é excelente, vamos quando quiser". Do nada ela respondeu... "café da manhã lá, amanhã 10h, dá?"
Respondi "claro que sim, sem dúvida". Domingo às 10h a gente se encontrou. Café, claro que brownie. Um papo agradável. Alicia era gente boa, muito gente boa. Desenrolada. Batemos papo sobre trampo, família, homens, mulheres, etc, etc. Num momento vou pedir um copo d'água e quando volto, sento e do nada, mas do nada mesmo ela fala "sua casa é perto, né?!... vamos transar?"
Engasguei com a água, cuspi metade, a outra metade saiu pelo nariz, um desastre... depois de me recuperar e limpar a cara falei "claro que sim, vamos", levantamos. Fomos. Entramos, meu apê fica no segundo bloco. Passamos a porta e ela mete a mão na minha bunda. "Upaaa que atrevido, hein"... e me agarrou o pau. ganso...lindo.
Enquanto esperávamos o elevador, comecei a apertar ela...foda...ela comeu minha boca de um jeito incrível. A verdade é que eu tava com a pica fervendo. Passei a mão nela de novo, abaixei o zíper, tirei pra fora e ela pegou, e enquanto me beijava, me masturbava...a porta do elevador abriu, enfiei ela na marra. Coloquei ela de costas pra mim, contra o espelho, e foda-se tudo, abaixei a legging dela, puxei a fio dental e meti — “aiiiii...filha da puta...como você tá...calma aí” — e puxando o cabelo dela pra trás, contra mim: “era isso que você queria, puta, pica, né?”...comi ela naqueles poucos segundos do térreo até o terceiro andar. Saímos e, do jeito que estávamos, eu de pica de fora, ela com a legging abaixada...segurando ela pelo cabelo, sem soltar, mas firme, ordenei: “toma...abre você” e entreguei a chave...entramos...fechei a porta e no corredor antes de entrar na área aberta do meu apê, comi ela de novo...com força, na bruta. Alicia bufava, direto, era uma puta no cio...segurava a bunda dela com as duas mãos e metia sem parar.
Levei ela pro sofá, continuei comendo...de quatro, rabo empinado, enfiei um dedo no cu dela. Não ia comer ela por ali, só queria saber se aguentava...pra ver — “ufffff sim...adoro, enfia dois dedos que eu gosto muito” ela disse...e eu pensei: “caralho, esse domingo veio do céu”. Ela levantou, chupou minha pica. Muito bem, com muita experiência, coloquei ela de quatro de novo, chupei o cu dela, usei a palavra: buceta, dedos, nos dois buracos. Um, dois e até três no cu, lindo!! verdadeiramente lindo. Alicia era uma coroa, como dizem os amigos yankees...dedo no cu e continuar comendo ela. Mas não aguentei muito.
Meti várias vezes e falei que ia gozar, e ela disse: “goza nos meus peitos que eu adoro” — aiii, tinha esquecido daquele par de peitos...de tanta tesão que eu tava, nem tinha passado por ali pra chupar um pouco.
Ela virou...tirou a camiseta e aí...com aqueles peitos Tremendas com o corpinho vestido, gozei tudo nela... A Alicia segurava os peitos e juntava eles, sorria, e me olhava enquanto eu gozava... que puta gostosa eu tinha descoberto...
Me joguei pro lado... e ela falou “vou pegar um copo d’água e a gente continua que eu tenho que gozar também, hein!! não se faz de otário” kkkkk ela me fez rir...
Fui pegar aquele copo d’água... e a gente continuou.
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