Meu namorado, meu vendedor parte 2

Como todos os relatos são baseados nas minhas fantasias. Eu estava com meu namorado deitada na cama e sinto que começam a me tocar, eu estava de costas, pensei que era ele, sinto algo muito grosso na minha buceta, uma tremenda estocada que rasgou minha buceta e eu soltei um grito de dor e logo tinha uma rola na minha boca, era a do meu namorado, quem estava me fudendo era o irmão dele, os dois me comeram até gozarem, depois alguém me agarrou forte e começou a me foder muito rápido, era o pai do meu namorado, eu pedia para parar e ele me dava mais forte e mais forte até gozar, outro me agarrou e também me comeu selvagemente, era o outro irmão do meu namorado, terminei com a buceta roxa, quase preta, cheia de porra. A partir daquele momento eu tinha me tornado a puta deles, não só meu namorado ia me vender pra ser comida, os irmãos e o pai dele também, sempre pra quem eles quisessem e onde quisessem. Meu sogro dizia:

- Você tá aqui pra nos satisfazer, puta, putinhas como você têm que ser montadas por machos até a gente cansar

Com a palma da mão ele bateu nos meus peitos, eu dava pequenos gritinhos de dor quando ele beliscava meus mamilos, eu tremia e o olhar dele me apavorava. Eles foram embora, mas mais tarde chegaram amigos dos irmãos do meu namorado e amigos do meu sogro.

- Uff, que buceta gostosa você tem, puta, vamos nos divertir te arrombando, vamos te dar mais forte que ninguém

Mordiam meus peitos e os dedos deles enfiavam na minha buceta, baixaram as calças mostrando umas rolas enormes de uns 21cm ou mais. Pegavam minha cabeça e fodiam minha boca com força, um vai e vem profundo que me sufocava e eu tossia com as estocadas que enfiavam, me pegaram e me fizeram ficar de quatro, batendo na minha raba

- Uff, como você é gostosa, putinha, como vamos gozar te arrombando a buceta, puta

Me davam tapas, uma rola se aproximava da minha buceta e sem aviso enfiou tudo de um empurrão, senti como se estivesse me partindo ao meio, a dor era insuportável, ele metia até o fundo, eu chorava

- Que puta você é! Como a gente gosta de enfiar com força em você

Eles não paravam até gozarem dentro de mim. Assim até que todos passaram, já sem forças, alguns repetiam e até metiam em mim, e não exatamente as picas deles.

Uma noite voltando de um jantar, no táxi, eu dormi. O taxista olhava, e meu namorado disse:

- Gostou da minha mina? Te dou ela por $$$

Ele desviou para um lugar escuro, pegou um tubo de desodorante vazio e foi para trás, agarrou ela, puxou pra fora e enfiou aquilo pela pussy, apertava os peitos dela com força, metia e tirava de forma violenta, depois puxou o cock dele e também meteu, começou a me abrir ao máximo, meu namorado pegou o tubo e metia e tirava rapidamente, enquanto o taxista fazia o mesmo com o cock dele, apertavam meus peitos com força e chupavam eles, o cara pegou alguma coisa e me amarrou, pegou uma lata de cerveja, abriu minha boca e despejou tudo, me fazendo engolir, já tinha minha pussy completamente aberta, aí meu namorado tirou o tubo e terminei com as picas dos dois na minha pussy, estavam me estuprando, torturando, à vontade deles por horas sem eu saber. Meu namorado enquanto contava tudo o que tinham feito comigo (contado no relato anterior), terminaram me enchendo de sêmen. Me arrumaram e partimos para outro rumo, chegamos num lugar, debaixo de uma ponte onde paravam taxistas, eram vários, o homem tinha avisado e comentado, e claro não queriam ficar de fora, todos com mais de 50 anos, eu estava deitada no banco de trás, eles desceram e me tiraram, os colegas taxistas começaram a me apalpar, eu mal começava a acordar dolorida sem saber o que tinha acontecido e onde estava, com as mãos amarradas, eles se jogaram em cima de mim, me lambiam, me mordiscavam. Eu só gritei até enfiarem um lenço na minha boca. Naquele momento fui tomada Pânico por não saber do que esses caras eram capazes de me fazer, mesmo não sendo a primeira vez numa situação dessas. Meus gemidos abafados foram suficientes pra deixar as picas deles duras, até que um me atravessou a buceta com o pau dele de uma só estocada. O grito que soltei não passou do lenço que tampava minha boca, doeu pra caralho por causa do instrumento do taxista, era muito grosso e grande, ele metia como se nada, o corpo dele esmagava o meu, me sufocava, sentia que faltava ar. Não conseguia me mexer nem um centímetro, ele me invadiu toda, enfiava os dedos ao mesmo tempo, exalava um cheiro forte, suado e sujo, continuou com as estocadas uma atrás da outra.

- Que puta gostosa você trouxe pra gente, como vamos arrebentar essa buceta na pica e mais

Gozou dentro de mim, eu tava exausta sem conseguir mover um músculo, quando de repente outro cara me segura e me obriga a sentar na borda do banco com as pernas pra fora do táxi. Minha cara ficou bem na altura da cintura dele, ele me pegou pelo cabelo e aproximou o pau da minha boca me convidando a chupar, me segurou bruscamente pelo pescoço pra me sufocar um pouco, fazendo eu abrir a boca de reflexo e foi aí que ele aproveitou pra meter, tive que abrir minha boca como nunca porque era grosso demais pra mim, não era comprido, minha boca esticou ao máximo pra chupar, senti que minhas bochechas iam estourar e o canto dos meus lábios ia rasgar. Ele segurou minha cabeça pra eu ficar imóvel e começar a foder minha boca. O membro e as secreções dele tinham um gosto forte.

- Gostou do meu pau, puta? Linda namorada que você arrumou, adoro a buceta dela

Meu namorado via tudo enquanto o resto me falava coisas sujas esperando a vez deles, o esperma grosso dele jorrava dentro da minha boca, depois de garantir que eu engolisse tudo, ele tirou o pedaço de carne da minha boca. Quando o pau dele parou de ocupar minha boca, senti ela toda mole e esticada, meus lábios irritados e minha mandíbula doendo de tanto ter ficado aberta. mamando por tanto tempo. Logo em seguida, outro se levantou e me virou de costas pra ele, me empurrando sem mais nem menos sobre o capô do carro, colou minha cabeça na superfície fria e sem dizer uma palavra enfiou tudo de uma vez, minhas lágrimas e gritos vieram na hora, o pau dele me empalava, me arrombou a buceta por vários minutos, pra mim foi uma eternidade, ele me meteu com mais força, os outros batiam nas minhas nádegas com as mãos, cintos, o que tivesse à mão, enquanto uns pressionavam minha cabeça no capô pra me manter imóvel, ou apertavam meus peitos e beliscavam meus mamilos, o que tava me comendo tava me matando, o pau grosso dele me preenchia toda, senti algo quente inundar minhas entranhas: o esperma dele. Senti como se a cada pulsada do pau dele jorrasse jatos e jatos dentro de mim, espasmos sacudiram meu corpo inteiro, uma onda de calor e eletricidade percorreu tudo, eu caí rendida.

-Como você pode ver, nossas picas tão explodindo e precisam ser atendidas, sua buceta e boca vão ser nosso depósito de porra

Eram monstros pervertidos, com picas descomunais e eu à mercê deles e, principalmente, do meu namorado. Outro colocou o pau dele na minha boca e me obrigou a chupar.
-Uff, porra, sua puta! Mas que boquinha tão macia e gostosa você tem, continua chupando assim, puta, adoro, não para, vou encher sua boca inteira de porra, puta, que delícia você chupa, come ele todo, puta.

Outros apalpavam minhas nádegas, apertavam e davam tapas, passavam os dedos no meio delas e acariciavam minha buceta.

-Uff, que gostosa você é, gata, desde que te vi saindo do táxi já imaginei te dando pica, vou te dar toda a sua porra, sua puta barata, e quero que você engula até a última gota, não desperdice nada da sua comida, puta

Ele me puxou pelo cabelo e enfiou o pau inteiro até o fundo da minha garganta, eu não conseguia respirar e tava me afogando com aquele pedaço de carne dentro de mim, as lágrimas escorriam dos meus olhos sem controle. Ele começou a mexendo o pau dele dentro da minha boca, cada vez que ele enfiava, eu mal conseguia respirar.

— Vou gozar, vagabunda, engole tudo, seu pedaço de puta, que boquete gostoso você me deu.

Senti o esperma quente dele invadindo minha boca, jato após jato me encharcaram por completo e, pra conseguir respirar, engoli tudo. Tava tonta e exausta, tinha sido a chupada de pau mais longa que eu já tinha dado até agora. Ele me pegou pelo rosto e passou o pau dele na minha cara, limpando o resto de porra que tinha nele.

— Que boquete foda você me deu, vagabunda, tem uma boca de chupadora profissional. Fazia tempo que eu não gozava tanto, e você engoliu tudo como a puta que é.

Eu não sabia onde a gente tava, tava escuro e eu desorientada, cansada e dolorida. Só consegui perceber que tinha uns quantos táxis estacionados naquele lugar. Foi assim aquela noite, sendo a puta dos taxistas e de todo motorista ou transeunte que passava e, ao ver o que tava rolando, queria entrar na brincadeira.Meu namorado, meu vendedor parte 2

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