Meu Chefe, Meu Dono Parte 2

Como todos os relatos são baseados nas minhas fantasias.
Meu chefe me algemou pelas mãos e pelos pés e foi embora. As algemas das mãos estavam penduradas no teto e as dos pés fixas no chão, deixando meus braços e pernas separados. Pegaram uma espécie de vara e colocaram a ponta nas minhas costas, o que me fez contorcer – entendi que estavam me dando choques elétricos. Fizeram isso muitas vezes e também me deram palmadas na bunda com a mão e beliscaram meus mamilos. Eu gritava com os castigos, sem imaginar que era só o começo. Depois de um bom tempo, meu chefe entrou, observando o que faziam. Pegaram um daqueles chicotes com tiras e me açoitaram os seios. Comecei a balançar a cabeça, o castigo tinha sido tremendo, parecia que eu ia desmaiar. Pedia aos gritos e chorando que parassem, que já era demais. Pegaram uma coisa cilíndrica, longa e fina, com uns 20 centímetros de comprimento e uns dois de diâmetro, e me enfiaram na minha buceta sem cuidado nem preparação – eu gritava. Tiraram outro objeto similar e também o introduziram na minha buceta. Metiam e sacavam até que conectaram as duas coisas a cabos e começaram a me torturar com eletricidade de novo. Eu gritava, e quando paravam os choques elétricos, mordiam meus seios. Eu já não tinha forças, meus olhos estavam quase sempre fechados e só soltava gemidos inaudíveis.

Tinham tirado as algemas e os objetos que me haviam introduzido. Um se colocou atrás de mim e enfiou seu pau enorme na minha buceta dolorida – estava me sodomizando cruelmente. Ele a metia e tirava com força até que gozou, se retirou, e seu lugar foi ocupado por outro que também carregava um instrumento enorme. Também me possuiu por muito tempo até me encher com sua porra, gemeu como um animal e segundos depois se afastou de mim. Apareceu outro homem que, também sem nenhum preâmbulo, me enfiou de uma vez. Depois desse, veio outro, e outro. Acordei e ainda estavam me sodomizando, está... Era um grupo de pedreiros, um estava em cima de mim me comendo, depois de ter gozado fiquei na cama de pernas abertas de barriga para cima, aí vieram dois pedreiros, eles metiam e sacavam rapidinho da minha buceta, doía demais, eu gritava de dor, depois de um bom tempo eles gozaram e vieram outros dois, e ficaram se revezando assim até passar todo o grupo de pedreiros. Não sei o que aconteceu depois porque fechei os olhos e adormeci, até que de repente abri os olhos, estávamos num tipo de galpão, cheio de táxis com seus respectivos motoristas. Eu entrei em pânico, tremia, estava com as mãos amarradas, meu chefe me diz:

- Lembra que você me pertence, faz tudo que te mandarem ou juro que você vai passar por coisa pior.

Enquanto chorava, ouvi um dos taxistas dizer:

- Que gostosa que você tá, sua vagabunda!!
- Que bom que a gente vai se divertir hoje, vagabunda, se prepara!!

Eu chorava sabendo que naquele momento estava impotente diante deles, que iam me ter completamente sem que eu pudesse fazer nada. As mãos deles me envolviam e apertavam meus peitos com força, me fazendo doer. Num movimento violento, um meteu em mim, me causando dor.

- Vamos, vagabunda, aguenta!!

Foram vários minutos sem parar, até que outro taxista me pegou de repente pelos cabelos e meteu na minha boca, me fodendo selvagemente, o pau dele enfiado na minha boca até onde dava, ele gozou, parecia que eu ia me afogar enquanto o sêmen ia direto pro meu estômago, e ele me deixou uns dez minutos assim pra ter certeza que eu engolia tudo, enquanto o outro gozava na minha buceta. Eles se contorciam de prazer e ofegavam sem parar, eu chorava cada vez mais, sendo cada vez mais humilhada por aqueles taxistas gordos e imundos. Depois me colocaram de pé, e um me disse:

- Se prepara que agora vem o melhor pra você, vagabunda!!

Me seguraram com força até me levarem a um sofá sujo, um estava sentado lá com o pau pra fora, na verdade todos estavam com o pau pra fora esperando a vez, e o que me tinha segura, me abaixou fazendo com que eu enfiasse no pau dele, enquanto ele também me enfiava na minha buceta, o que me fez soltar um grito terrível de dor, já que era insuportável, eu chorava a mares sem parar e sem consolo.

—Que gostosa você está! Você sente bem, putinha?

Eles me faziam ver estrelas de dor, minhas lágrimas embaçavam meus olhos e pensei que ia desmaiar, sentia os paus dos velhos entrando na minha buceta, seus movimentos eram brutais, seus paus entravam e saíam a seu bel-prazer, doía, sentia que ardia, cada movimento era dor e mais dor, estava sendo fodida novamente de uma maneira tão violenta, que sentia minha buceta se rompendo, me segurando pela cintura me embestiam com mais força, a ponto de pensar que desmaiaria, até que terminaram em um mar de sêmen dentro de mim, enchendo por completo, senti minha buceta transbordar, me sentia muito dolorida, os velhos tiraram seus paus meio moles da minha buceta e eu desmaiei sobre o sofá, doía tudo, quase não conseguia respirar de tanta dor, chorei sem consolo, enquanto os caras curtiam a foda que tinham acabado de me dar. Me sentia suja e completamente humilhada. Eu quase não conseguia me mexer, outro se aproximou e enfiou todo seu membro na minha boca, me agarrou pelos lados da cabeça e começou um movimento sem pausa, como se estivesse me fodendo pela boca, eu tinha que fazer, senão me asfixiaria, a situação era desagradável e humilhante, eu não conseguia parar de chorar. Seu movimento era frenético e começou a sair seu líquido aos poucos na minha boca, cada vez o membro dele crescia mais e não cabia na minha boca, minha saliva e seu líquido começaram a escorrer pelo meu queixo, e ele cada vez gemia mais e mais, até que de repente parou, tirou seu membro, me agarrou pelo cabelo e me pôs de pé de um puxão, me empurrou contra o sofá novamente e então veio em cima de mim, me pegou pelas pernas e as abriu o máximo que pôde, eu estava em Em pânico e com seus movimentos violentos, eu estava perplexa, de repente ele pegou seu membro grosso e o enfiou sem dizer uma palavra na minha buceta e começou a bombear freneticamente. Eu não conseguia resistir, ele me tinha esmagada contra o sofá, enfiando seu membro nojento dentro de mim, cada vez mais forte contra mim.

- Você está gostando, não é, sua vagabunda?

Seus movimentos infernais faziam meu corpo reagir, mas quando eu estava à beira do orgasmo, o sujeito parou de repente e me disse:

- Vamos, vagabunda, vira de costas que eu quero te montar!

Eu fiz sem me opor, e virei, ficando de quatro, ele pegou minhas nádegas com as duas mãos e as separou e enfiou até o fundo o pau dele na minha buceta, fazendo-me ver estrelas de dor, o sujeito começou a bombear sem parar, com um frenesi incrível, me fazia chorar a cada investida que era selvagem e me puxava pelos cabelos para trás, até me encher de seu sêmen, deitou-se me esmagando até que seu pene perdesse a ereção e dureza, quando ficou flácido ele o tirou e foi embora, eu não conseguia me mexer, minhas pernas doíam por ter ficado ajoelhada tanto tempo, e especialmente doía a minha buceta, comecei a chorar sem consolo e a tremer de frio e medo.

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