Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 6

Olá Comunidade. Bom, por onde começar... Não vou fazer uma introdução tão longa, porque no fim das contas o que importa é o relato, mas é inacreditável a quantidade de mensagens e comentários que recebi desde o último post, pedindo a continuação, perguntando o que aconteceu, me xingando, me dando força... enfim... uma loucura. Só posso dizer que a pandemia afetou todo mundo, mas uns mais que outros. Resumindo, aqui estou, aqui está o relato. Se você é novo e está chegando agora nessa série, deixo aqui os links dos capítulos anteriores para você se atualizar antes de ler este.http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3643079/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-2.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3652762/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-3.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3660843/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-4.hthttp://www.poringa.net/posts/relatos/3667649/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-5.html Agradeço de coração se deixarem seus comentários, suas ideias e seus pontos de vista. Não vou enrolar mais, vamos ao relato.

A realidade parou. O tempo parou. Em questão de um microssegundo, passaram pela cabeça de Manu todos os acontecimentos que rolaram desde o dia do aniversário dele. Ver Delfi como mulher pela primeira vez, encontrar a roupa dela no banheiro, bater uma punheta com ela, ver Estefi transando com Renzo, descobrir que Romina o pegou, pegá-la se tocando no banheiro, bater uma junto com ela e gozar na buceta dela, a mãe quase pegar eles, Delfi enfiar o plug no cu na frente dele, Romi fazer uma punheta até gozar na cara dele, Delfi encontrar os dois e ficar com ciúmes, balançar a calcinha fio dental na pica dele, Romi dizer que podiam se divertir o verão inteiro, as confissões sexuais da Delfi, passar creminho no cu dela e, finalmente, fazer uma punheta e tomar todo o gozo dele. Realmente foram dias de loucura, de confusão, de aprendizado, de surpresas, sustos, raiva, risada, medo, excitação, luxúria, prazer, culpa… mas, acima de tudo, tesão, muito tesão. Demais.

E assim como começou, tem que terminar. Tudo isso Manu pensou num segundo, ao ver Estefânia parada olhando pra ele e pra Delfi. Ela abrindo as nádegas, deitada de bruços, e ele com o pote de creme numa mão e um dedo cheio de creme percorrendo o cu da irmã. Manu não foi capaz de lidar com essa pressão e, como um grande covarde, decidiu fugir. Pulou de pé e correu pro quarto dele, fechando a porta atrás de si, trancando, e depois pulou na cama e enfiou a cabeça debaixo do travesseiro, esperando que magicamente tudo se resolvesse, ou que de alguma forma a irmã esquecesse o que acabara de ver.

Claro que Estefi tentou segurá-lo e gritou: — “Para, Manuel, vem aqui!” Aonde você pensa que vai?" Mas ele estava atordoado demais para ouvi-la. Depois disso, Estefi fechou a porta do quarto da Delfi, que já tinha virado de lado e se coberto com o lençol, e com a voz mais irritada, cheia de raiva, disse: "Você podia me fazer o favor de explicar que porra acabou de acontecer, Delfina? Tô à beira de um colapso nervoso e preciso que me explique o que acabei de ver." Delfina estava em choque, mas tinha muito mais experiência em falar, mentir e se safar de situações complicadas, então tentou se acalmar, respirou fundo e se preparou pra resolver a merda em que ela e o Manu tinham se metido. "Primeiro, se acalma. Não viaja na maionese, não é o que você tá pensando." Estefi sentiu que virava um super saiyajin, queria encher ela de porrada. "Como é que você quer que eu me acalme se entro no quarto e vejo minha irmã mais nova abrindo a bunda e meu irmão mais novo enfiando um dedo no cu dela? É coisa de maluco. Me dá um bom motivo pra não encher vocês dois de chute e contar pra mãe na hora o que acabou de acontecer." Com essas palavras, Delfi sentiu como se uma corrente elétrica tivesse percorrido o corpo inteiro, dando o empurrão que precisava pra sair do choque de uma vez. "Ele não tava enfiando o dedo no meu cu! Você tá louca?" Mesmo com a bunda doendo, Delfi sentou na cama e continuou explicando. "Olha, eu posso explicar tudo, mas preciso que você me escute e se acalme, porque senão não consigo", disse com a voz mais calma, apelando pra compreensão da irmã mais velha. Estefi fechou os olhos, respirou fundo umas duas vezes e, tentando se acalmar um pouco, sentou na ponta da cama da Delfi e se preparou pra ouvir. "Tá bom, vou me acalmar. Fala, vai", disse finalmente, fazendo um esforço danado pra não bater nela. Naquele momento, Delfina começou um relato meio exagerado sobre como tinha ouvido os... amigos do Manu zoando ele pelas costas por ser virgem e como tinham encontrado ele chorando no banheiro na noite seguinte ao aniversário dele e que, estando tão bêbado como estava, o Manu tinha confessado todos os medos e traumas dele com mulheres, como era rejeitado e que nunca tinha conseguido transar e que se sentia sozinho, feio, incapaz, etc. Resumindo, deixou o Manu como um cara cheio de complexos com medo de rejeição, que nunca tinha conseguido fazer nada com uma mulher, nem ver uma mulher nua fora de um filme pornô e como essa situação, somada à loucura hormonal por ter 18 anos e já morar com 4 mulheres, mas principalmente com elas duas (Delfi e Estefi), que tinham corpos tão chamativos, tinha feito ele se sentir culpado por olhar pra elas e pensar que nunca ia conhecer ninguém, nem ver uma mulher nua e muito menos transar. Essa história toda comoveu muito a Estefi, que estava descobrindo que o irmãozinho dela sofria tudo isso, mas ao mesmo tempo, não conseguiu evitar ficar brava de novo e perguntar pra Delfi:
— "Tudo isso eu entendo, beleza, mas que porra isso tem a ver com o que vocês estavam fazendo quando eu entrei no quarto? Isso eu ainda não entendi, Delfina."

Delfi colocou um tom meio impaciente e disse:
— "Mas deixa eu terminar, ainda não cheguei nessa parte."

Continuou o relato e, falando dela mesma e se fazendo de envergonhada, confessou que tinha se machucado o cu se masturbando com o vibrador dela, que era grande demais. Mandou a Estefi olhar na gaveta das calcinhas e ela, ao meter a mão, tirou o vibrador que dias antes o Manu tinha visto quando revirou a gaveta dela, que tinha uns 30 cm de comprimento por 5 de largura, uma verdadeira loucura.
— "Cê tá me dizendo que enfiou isso no cu, Delfina? Cê é doida ou o quê?"

Delfi continuou com o teatrinho e, fingindo pena, disse:
— "Sim, eu sei que exagerei, mas fazer o quê, tava com um tesão danado e me deixei levar. Juro por Deus que me me arrependo demais". Além do susto inicial de descobrir que a irmã tinha um cu sem fundo, Estefi conseguiu entender a situação, já que, embora não admitisse na hora, ela também não era estranha aos prazeres anais. Delfi continuou sua explicação e finalmente acrescentou que, como tinha se machucado tanto o cu (ela abriu as nádegas para mostrar a Estefi, que soltou um gemido de dor alheia, entendendo que a irmã devia estar passando muito mal), e contou que, como não conseguia passar creme sozinha, nem pedir pra mãe porque ela ia matá-la, nem pra Romi porque era uma freira, nem pra ela porque tinha vergonha, aproveitou que teve que pedir o creme pro Manu e pensou em "ter pena" da situação do garoto e dar a chance dele ver um cu pela primeira vez na vida, e deixou claro que fez isso de forma completamente inocente, pra tentar ensinar ele e tirar um pouco da pressão e do peso dos ombros dele, em tudo relacionado ao corpo de uma mulher. - "Eu precisava do creme e pensei que ele precisava, pela primeira vez na vida, ver um cu e perceber que não é nada demais, e assim, talvez, com menos pressão, conseguir conhecer alguém e viver a vida sexual dele normalmente. Juro que não foi de tarada, ou porque a gente tá transando ou alguma loucura assim, foi com a melhor intenção, Estefi", terminou o relato Delfi. Depois que ela terminou de falar, um silêncio pairou entre as duas. Só se olhavam. Delfi tentou manter a calma e rezava internamente pra que a história fosse boa o suficiente pra Estefânia entender o que aconteceu, não ficar brava e muito menos contar pra mãe, e também que fosse constrangedora o bastante pra ela não interrogar o Manu sobre isso, tentando evitar uma vergonha maior pro irmãozinho. Para seu alívio, Estefi sorriu pra ela. Sorriu com carinho, com amor de irmãs, e na sequência, se aproximou, deu um abraço forte e sussurrou no ouvido: - "Desculpa por Gritar assim com você e falar essas coisas. Você vai entender que a situação foi bem chocante. Mas, sério, entendo perfeitamente. E apesar de não aprovar que você esteja metendo uma parada dessas onde não deve, fico muito feliz em saber que você se joga assim pelo Manu. Ele pode ter feito 18, mas ainda é nosso irmãozinho e temos que cuidar dele e ajudar ele a ser o melhor homem do mundo."

O abraço durou um bom tempo mais. Estefi já tinha terminado de falar e estavam em silêncio de novo, mas continuavam se abraçando. Depois de uns minutos, quando já ficou insustentável, as irmãs se separaram, sorriram as duas e trocaram um olhar cúmplice. O mesmo olhar que tinham trocado inúmeras vezes na adolescência, um olhar que dizia que estavam juntas, que se apoiavam e que tinham trabalho a fazer.

— "Fica tranquila que vou te ajudar, mas isso é segredo nosso. Temos que resolver o problema do Manu, mas ó, sem passar dos limites. E se o cara acabar se confundindo ou se apaixonando por uma de nós?"

Delfi soltou uma gargalhada, que parou quase na hora, porque rir assim fazia a bunda dela doer, e respondeu:

— "Pode ficar tranquila, isso nunca vai acontecer."

Muito mais calma, Estefi se levantou e disse pra irmã que precisava tomar banho e se preparar pra uma aula, e foi em direção à porta, mas antes de sair, virou e completou:

— "Você fala com o Manu e explica que tá tudo bem, que eu já sei de tudo e que apoio ele, que ele pode confiar em mim igual confia em você?"

Delfi olhou pra ela, divertida, e disse:

— "Ué, vai deixar o cara passar creme na sua bunda quando ela estiver arrebentada?"

A irmã mais velha soltou uma gargalhada, já aliviada que a situação estava resolvida, e rebateu:

— "Se arrebentarem, sim. Senão, já vou ver o que invento", e fechou a porta.

A verdade é que, se analisar com a cabeça fria, a velocidade da Delfi pra inventar uma história boa o suficiente pra livrar tanto ela quanto o Manu daquilo... O que tinha acabado de acontecer era pra entrar no livro dos recordes. Mas tudo bem, o problema tava momentaneamente resolvido, ou até quem sabe, permanentemente. A única merda é que agora ela tinha que "dividir" o Manu com mais uma irmã e, pra piorar, ainda tinha que contar pro irmão que ela tinha deixado ele como um virjão (o que nem tava tão longe da verdade), mas fazer o quê, ela se expôs pra livrar a cara dos dois. Delfina pensava consigo mesma que ele ia ficar grato por ter escapado da morte e não puto pelo que a Estefi agora sabia, e a verdade é que ela não se enganou. Uns minutos depois que a Estefi saiu do quarto, a Delfi levantou e foi ver o irmão. Custou pra caralho ele aceitar abrir a porta, mas quando ouviu a irmã falar: — "Abre a porta, porra, que eu tenho que te contar o que aconteceu! Não tem medo não, tá tudo certo" Foi como se a porta tivesse mola. Abriu de uma vez, mostrando um Manu todo abalado, que pegou a irmã pelo braço, puxou ela pro quarto e fechou a porta de novo. — "Como assim tá tudo certo? Como pode? Ela viu a gente! Gritou com a gente! Parecia que ia nos matar na hora! Como caralhos você fez isso?", começou a gaguejar nervoso o Manu, na frente da Delfi, que parecia se divertindo pra caramba com o ataque de pânico que o irmão tava tendo. — "Para! Fecha a boca e cala a boca!", ela falou com voz firme, conseguindo finalmente fazer o moleque calar a boca. Em seguida, sentou na cadeira da escrivaninha, enquanto o Manu sentava na cama, e explicou tudo o que tinha rolado e a história que tinha contado pra Estefi e como ela tinha reagido, e até contou o comentário picante que ela fez antes de ir tomar banho. Assim que terminou, ficou em silêncio esperando alguma palavra do Manu, mas em vez disso, se divertiu de novo vendo o irmão pular pelo quarto balançando os braços e comemorando como se a Argentina tivesse ganhado a Copa. ganhou a copa do mundo. —“Vamo que vamo, usa a buceta da lora!!!! Não acredito!!! Você é uma gênia!!!” Possuído pela felicidade de saber que não era candidato à cadeira elétrica, Manu abraçou a irmã com tanta força que a levantou do chão (a verdade é que era incrível a facilidade com que ele fez isso, como se ela fosse um bichinho de pelúcia) e, se deixando levar ainda mais, beijou Delfi na boca. Tudo começou como um selinho simples. Mas algo se mexeu dentro da irmã dele, que, em vez de se surpreender ou se alarmar, revidou comendo a boca dele como ninguém nunca tinha feito. Aqueles beijos que fazem você sentir arrepios do calcanhar até a ponta das orelhas. Um chape 8,0 na escala Richter, mexeu com todo o chão dele, derrubou todas as estruturas. Assim estava ele, com a irmã mais velha nos braços, que não demorou a cruzar as pernas nas costas dele, enquanto enfiava a língua tão fundo na garganta dele quanto possível, como se tentasse chegar cada vez mais para dentro. Era um beijo molhado, babado e barulhento. Uma obra de arte. Longe de acabar, a coisa parecia cada vez mais descontrolada, já que, em vez de se separarem, Manu já tinha as mãos nas bundas de Delfi e continuavam com aquela forma desenfreada de comer as bocas um do outro, como se parar de se beijar significasse morrer. As mãos grandes de Manu apertavam a bunda da irmã com força, como se quisesse deixar marcas, e Delfi gemia sem parar de beijá-lo e abraçando as costas do irmão, cravando as unhas, como uma tigresa no cio. Nisso tudo, a pica de Manu já estava dura como um mastro, apertando forte contra a bermuda do jovem, e Delfi, que só tinha colocado um mini shortinho solto para ir falar com ele, não só não conseguia deixar de sentir aquilo contra a boceta dela, como não conseguia evitar ficar ainda mais tesuda, até pensando em fazer uma loucura. Foi exatamente nesse momento, em que ela estava mais quente e doida, que a sanidade apareceu, e se separando da boca de O irmãozinho dela disse: "Chega, chega, por favor! Não aguento mais. Vamos parar por aqui, ou vamos acabar fazendo uma merda. Acabamos de escapar de uma muito pesada, imagina se alguém abre a porta agora". Tudo isso ele disse ao irmão, enquanto ainda estava pendurada nele e ele continuava com as mãos na bunda dela. Ao ver a cara do Manu, ela pensou que ele tinha caído na real e percebido que estavam passando dos limites e ia dar uma segurada, mas assim como o Manu tinha ficado com cara de "que porra tá acontecendo" no chuveiro quando ela enfiou o plug no cu, ou quando ela chamou ele de Juancho, foi a vez dela, já que o irmão dela, claramente mais pilhado que ela e dominado pelos hormônios, ignorou os avisos e pedidos dela para parar e, sem aviso prévio, aproveitando a força e a musculatura dele, como se ela fosse feita de ar, levantou ela até deixar a buceta dela na altura da cara dele e, abrindo caminho com a boca pela lateral do short, começou a chupar a pussy dela com a mesma paixão e o mesmo frenesi com que antes estava beijando ela.Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 6Talvez ela não tivesse toda a experiência do mundo, talvez a língua dela não fosse a mais treinada na arte de chupar um clitóris, sugar lábios, ou o que fosse. Mas, dada a surpresa da situação e a fome com que o irmão dela estava comendo a buceta dela, Delfi estava recebendo o melhor sexo oral da vida dela. Ela só conseguia revirar os olhos e arranhar o teto, enquanto Manu se banqueteava como um rei, completamente alucinado, navegando a tempestade da paixão e do incesto, cheio de tesão e colocando em prática o que tantas vezes tinha visto em vídeos pornô e que finalmente se dava ao luxo de experimentar. E nada mais, nada menos, do que com a própria irmã. Foram só alguns minutos disso, ou talvez 3 horas, ou 27 dias, ou 10 segundos (a verdade é que era impossível para qualquer um dos dois ter noção do tempo), mas Delfi não aguentou mais e, agarrando o irmão pelos cabelos com desespero, encheu a boca dele com o fluxo dela. Um orgasmo violento, que fez o corpo inteiro dela tremer e a forçou a soltar todo o suco que a buceta dela era capaz de gerar. Fluxo, suco, elixir, que Manu bebeu como ambrosia, com gosto, com satisfação, com prazer. Saboreando a cada momento ter feito a irmã tocar o céu com as mãos (pelo menos o céu falso). Delfi continuava olhando para cima, mas já voltando à terra depois daquela erupção de tesão e prazer, já deixando o corpo relaxar e se soltar, quando foi surpreendida de novo, e ainda mais do que antes, porque o irmão não tinha descido da crista da onda. Quando tudo parecia que ia acabar naquele orgasmo, Manu lembrou que nos vídeos pornô a coisa não terminava ali. De novo, Delfi parecia um bichinho de pelúcia, porque o irmão mais novo, com uma facilidade impressionante, digna de alguém com muita experiência, a girou 180°, abraçando-a pelo meio do corpo, deixando o rosto dela na altura do pau dele, mas ainda mantendo a buceta Delfia na altura da boca dela. Boca que não demorou pra retomar a tarefa de chupar aquela buceta como se a vida dela dependesse disso.calcinhas fio dentalDelfi ficou em choque. Ela, que já tinha transado tanto, que tinha se revirado tantas vezes, que tinha feito tanta loucura… estava completamente catatônica diante do que estava acontecendo. Como podia ser que seu irmãozinho estivesse deixando ela perplexa daquele jeito, fazendo com ela o que queria, e dando prazer de primeira qualidade assim, do nada, no quarto, com a Estefi que já devia estar saindo do banho, se é que já não tinha saído, e com a Romi estudando lá embaixo, sem se importar com absolutamente nada? Pensamento demais, hora de agir. Assim, de bruços como estava e sentindo o volume enorme do Manu contra o rosto, disse para si mesma: — Esse cara atrevido vai ver o que é bom. Com a rapidez de um raio, puxou a bermuda e a cueca do irmão num movimento só e começou a chupar a pica do irmão com voracidade. Aquela pica era dela, tinha que ser dela. E se era dela, tinha que ser tratada como merecia. A cena, vista de fora, era digna do filme pornô mais bizarro. Irmão e irmã, se dando prazer um ao outro, sem se importar com nada. Mas agora era a vez da Delfina. Ela tinha que brilhar e mostrar pra aquele cara atrevido que tinha como irmão que, talvez, ele tivesse surpreendido ela porque pegou ela desprevenida, mas ele ainda tinha muito o que aprender se quisesse igualar as habilidades da irmã mais velha. Já com a garganta aquecida, Delfi engoliu os 21 cm de pica que tinha na frente de uma só vez, tocando a base dos ovos com a ponta do nariz. Manu quase soltou a irmã. Era demais. Ele já não conseguia mais chupar a buceta da irmã se ela estava chupando a pica dele daquele jeito. Foi forçado a virar a Delfi de novo, que, vale dizer, nunca tirou a pica da boca. Agora a irmã estava ajoelhada na frente dele, com a pica inteira dentro da garganta, e ele só conseguia lutar para se manter de pé diante de um boquete tão feroz. Ela, já no modo viciosa, olhava pra ele olhos com descaro, fixos, dizendo ao irmãozinho com o olhar —“Sim, tô chupando teu pau inteiro… e tô adorando”. Delfi pegou a mão do irmão e indicando como ele devia fazer, mas sem tirar o pau da boca, deu a entender pra Manu que ele podia agarrar ela pelos cabelos e foder a boca dela. Depois de centenas de vídeos na internet, Manu tinha mais que claro como fazer uma garganta profunda, mas a verdade é que fazer isso com a irmã dele superava todos os limites ou expectativas que ele poderia ter tido. Felizmente, ele não se deixou abalar pela situação e, obedecendo à irmã, agarrou ela com força pelos cabelos e começou a meter fundo na garganta dela. Como explicar um momento desses? Já tinha tudo saído do controle. Era uma loucura completa. Manuel vivia o boquete mais quente da história, sentindo o barulho característico de uma garganta se abrindo pra uma pica, vendo a irmã mais velha dividida entre ânsias, a necessidade de respirar e a fome de continuar chupando o pau dele, e tudo coroado pelos jorros de baba que escorriam pelo canto dos lábios de Delfi e que saltavam da boca dela toda vez que Manu tirava o pau pra ela respirar e enfiava de novo num movimento só. Tudo isso já era demais, pensou Manu num momento fugaz, mas na mesma hora percebeu que estava enganado, e se deixou invadir pelo orgasmo mais furioso que já tinha tido na vida. Só conseguiu dizer —“Ah! Tá vindo, tá vindo”. Ao que Delfi reagiu agarrando as nádegas do irmãozinho e pressionando o corpo dele contra ela, forçando assim que o pau inteiro de Manu entrasse na garganta dela pra receber a porra quente dele direto na barriguinha. Ou era o que ela pensava, com certeza baseada nas experiências anteriores dela, com tantas picas que já tinha chupado. Mas teve uma coisa com que ela não contou: a quantidade cavalar de porra que o irmão dela soltava toda vez que gozava. Pareceu uma explosão mesmo. Era Carnaval leitoso. A Delfi tentou em vão engolir tudo, mas o gozo transbordou sua boca, escorrendo pelo corpo dela, saindo pelo nariz, e mais, ela sentiu quase como se fosse sair pelos ouvidos.relatoTinha sido demais para os dois. Completamente inesperado, surpreendente. Mas nem por isso menos prazeroso. Manu sentou na cama, tentando respirar de novo tranquilo e tentando assimilar tudo que tinha acabado de rolar, e Delfina no chão, coberta de porra, tentando fazer o mesmo. Eles nem tinham terminado de voltar a si, quando a realidade bateu de repente, porque naquela hora bateram na porta e Estefi perguntou do outro lado: — “Manu, posso entrar? Preciso que a gente converse.” Bom, é isso por hoje. Não posso prometer nada, nem dizer quando vem a próxima parte. Só espero que vocês tenham curtido e espero conseguir trazer o mais rápido possível. Obrigado e desculpas.

51 comentários - Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 6

Volviste crack!! Que alegría! Tremendo como viene el relato... Tomé sus más que merecidos +10 buen hombre
Genio estuvo excelente el relato van 10 puntos como siempre
D-N-A- +1
Quiero más !
Intenta que no sea mucho tiempo van 10
Que gran regreso bro! ... esta buenísima la serie, por lo pronto a esperar otra eternidad para el siguiente capítulo jajajaj
genial!!!hacia tiempo esperaba mas capitulos .. espero q el proximo no se haga esperar tantooo
gtis +1
exelente relato quiero mas 10+
Bien capo,ya había perdido las esperanzas, pensé que el covid te había llevado,es muy atrapante está historia
Volve Marta, no te pego mas.. Segui escribiendoooo!!!!
tom64 +1
Como nos hiciste esperar pero valio la pena, saludos y gracias
tom64 +1
Como nos hiciste esperar pero valio la pena, saludos y gracias
gereleo +2
El Retorno del Rey !!!!
gracias Crack. por volver
Maestro ,genio un 10!!!! Lo único trata de no colgarte tanto con la otra parte
Excelente relato, de verdad nos dejas con ganas para leer la continuacion, 10 puntos para Griffindor
yaed119 +3
Exquisito...necesito la siguiente parte...
Koalas pronto subs hermano son my Buenos me hicistes el dia
lumer
Al fin!!!!!!!!!!!!! Meses y meses de por medio, la historia sigue siendo tan buena como al principio.
Era un grupo demasiado bien presentado como para dejarlo así a la deriva.
espero que lo puedas continuar.
Muy lindo relato. Bien contado.
No abandones bro.
Amigo la espera se hace eterna. para cuando la continuación?
Amigo la espera se hace eterna. para cuando la continuación?
Emaebas +3
Tengo muchas ideas para esto si quieren la continuo tengo mucha facilidad para relatar
Podríamos hablar ehh! Yo conocía a Shito y le tiraba muchas ideas de experiencia d personales, pero desapareció de un día para el otro 🤷🏻‍♂️
@RedHotCaroline posta me queres reemplazar? Que bajo eso..
@shitox87 lo mismo que arriba. Solo quería picarte jajaj
Y nunca terminaste la historia..
@RedHotCaroline Tan segura estas?
Quizas un dia me levanto cruzado y te escribo un capitulo mas 😉
@shitox87 deja de ser tan dramatico y danos lo que tu publico pide
@shitox87 en realidad mis comentarios sólo eran para picarte, sabía que iba a aparecer jajaj
Ra79Me +3
Esto ya murió gente... Fue bueno mientras duró
Y amigos el otro capítulo?....seguimos teniendo esperanzas....geniiiiiooooo
Que feo es cuando el autor no sigue sus relatos, la verdad habría que quemar los vivos
JukUik +1
ojala y continuara la historia, eres muy buena, lastima que no siguió publicando mas capitulos...
Supongo que no sacara las demás partes del relato 😞
Hermano y los demás capitulos me dejaste súper cortado cuando puedas subes las demás ya son como 2 años y medio que llevo esperando