Descontrole no supermercado chinês Final

Ok. Gente, vou acabar de uma vez.

Pra ser sincero, não queria pular a parte, mas tinha feito um trampo da hora... (modesto o cara, hein!!!)
Infelizmente, tudo isso levou tempo e quando fomos ver, já era hora da fuga dela... ou seja, ela vazou, isso quer dizer que fiquei com um tesão do caralho!!! Por isso, no dia seguinte, encontrei a Kary e fiz ela suar igual, assim como a minha esposa, porque a vontade com essa moça só aumentava. Eu ia dia sim, dia não no supermercado, mas me comportava como um verdadeiro cavalheiro, já que sempre estava acompanhado (filho, filha ou o jaburu), vendo essas duas moças mordendo os lábios de vontade de falar comigo. Mas, claro, chegou a hora de eu ir sozinho e foi aí que...

— Oi, seu Fabian, o que vai levar? — Aí entreguei uma lista e perguntei se ela podia entregar na mesma tarde.
— Ai, seu Fabian, hoje não vou conseguir, tenho que ir no mercado. — Olhei pra ela com cara de cachorro abandonado e falei que sem problemas, que avisaria a Kary de manhã pra eu resolver minhas coisas antes. Claro, fui embora e fui direto pra fiambreria, já pensando que naquela tarde ia comer ela, mas parece que ela pensou duas vezes e me chamou:
— Com licença, seu Fabian, uma pergunta. — Virei e fui até ela.
— É muito problema amanhã no mesmo horário?
— Amanhã... hmmm, não sei, acho que sim.
— Então, amanhã entrego seu pedido, mas vou tentar trazer mais cedo, porque ultimamente o tempo passa rápido demais...
— Tá bom, então espero.

Virei, fiz sinal pra Kary que a gente falava por telefone quando eu saísse do mercado. Puta merda, não passou aquele dia inteiro pensando no que ia fazer com aquela mulher até eu me acalmar. Falei pra mim mesmo: o que vier, tá bom. Chegou o dia, a hora, esperando de boa em casa, tocou a campainha e ela entrou. A gente se cumprimentou, começou a se beijar, e ela sussurrou no meu ouvido:
— Tenho uma surpresa pra você. — Olhei pra ela e ela fez sinal pro lado dela. Entreperna e me pisca o olho, olho estranho mas abraço ela, sentia os peitões enormes dela no meu peito e o pau já ficava duro. Começo a passar a mão nela, como tava de saia e avental, meto a mão e levo um susto — era o que ela tava me dizendo por sinais: a mina não tava de calcinha!!! Ah, beleza, essa é minha, pensei. Fui descendo devagar, levantando a saia e o avental, e parei pra olhar ela. Tava linda, cabelinho arrumado, mas suadinha. Falei: — Rápido, tira a roupa e vamos tomar banho, quero ver a água escorrendo nesse corpo gostoso. Ela hesitou um pouco, mas quando viu que em dois segundos eu já tava pelado, convenceu. Fomos e entramos no chuveiro sem nem dar uma touca pra ela. Eu não me importava porque tinha cabelo curto, secava rápido. Ela me olhou estranha, mas com o tempo expliquei pra que servia e ela ficou mais à vontade. Falei: — Vou te banhar eu primeiro, depois você faz o mesmo comigo. Ela fez cara de quem não gostou muito da ideia, mas como a gente tinha feito um pacto, não reclamou. Peguei o sabonete, molhei, comecei pelo pescoço, depois os ombros, descendo pelos braços e chegando onde eu queria: aqueles peitos enormes que eu morria de vontade de tocar, beijar, chupar. Mmmmmm, fazendo movimentos circulares, passava o sabonete, roçando os bicos dos peitos até eles ficarem durinhos. De vez em quando olhava pra ela e ela fazia cara de que não tava acostumada, mas tava gostando. Fiquei um tempão ali, mas não dava pra morar. Segui pela barriga, virei ela de costas, passei pelas costas até chegar naquele rabo lindo e gordo. Comecei a massagear as nádegas, amassar um pouco também, e passar o sabonete no meio da racha. Ela já começou a gozar, apoiou a cabeça na parede e empinou a bunda pra fora. Enquanto passava o sabonete, brincava com o cuzinho dela com meus dedos, mas era bem apertado. Devagarinho fui indo pra frente, tocar a buceta dela e brincar um pouco. Comecei a dedilhar o clitóris, com a outra mão meti um ou dois dedos na buceta dela, foi quando ela começou a gemer e gritar como há tempos não ouvia uma mulher. Mas de repente ela pegou minhas mãos e me disse: "O que é isso que você tá fazendo comigo? Tô sentindo coisas que nunca experimentei..." Eu olhei pra ela, querendo continuar o que tava fazendo, mas ela não quis saber de nada. "Isso que você faz é errado, porque o que aconteceu comigo só acontece com putas, não com mulheres como eu..." Uau, que mambo essa gostosa tem (pensei). Não sabia o que fazer, mas resolvi seguir com outra abordagem.

"Olha, por mais estranho que pareça, o que aconteceu com você foi que você gozou, e isso mostra que seu José nunca conseguiu isso, senão você não teria me perguntado tanto."

"Não é assim, me ensinaram que uma mulher normal não sente isso que você tá falando, só as putas viciadas sentem."

"Só tô te dizendo que enfiaram merda na sua cabeça, mas problema é seu. Só te falo que o que acontecer ou você fizer comigo, fica entre a gente."

Depois de falar isso, desliguei a água, saí da banheira, peguei umas toalhas, deixei uma pra ela e comecei a me secar. Depois me vesti, claro, e falei pra ela fazer o mesmo pra gente ir embora. Mas ela perguntou se ia ficar tudo por ali ou se a gente ia continuar fazendo coisas. Já puto e cansado, falei que por hoje já deu, que ela já sabia onde era a porta... Ela, entre triste e chorando, se secou, se vestiu e saiu rapidamente pela porta. Foi a última vez que a vi por um tempo. Parece que aquele tempo serviu pra ela pensar no que realmente queria...

Vem aí o final, final, final...

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