Bom, isso é uma aventura que tive com uma prima no segundo grau, há um tempinho já.
Pra contextualizar, na época eu tinha 24 anos e ela 18, embora ainda estivesse no colégio.
Pra ir direto ao ponto, nessa altura já transávamos toda semana, no mínimo todo sábado.
Dessa vez quisemos fazer algo diferente, então fomos ao cinema. Vimos um filme aleatório, na real não entendi de início por que ela queria ver aquele filme, mas a gente não tinha muito gosto em comum, então esse detalhe perdeu a importância.
No cinema, começamos a ver o filme, mas parecia que não era muito conhecido ou passou despercebido, então tinha pouca gente. Umas 30 minutos depois, ela começou a passar a mão na minha perna, subindo até minha virilha, o que me deixou meio incomodado porque estávamos num lugar com gente. Esqueci que uma das fantasias dela era transar em lugar público, então comecei a tocar ela também e saborear com as mãos, beijando ela sem parar.
Infelizmente, isso é a vida real, então além de uns amassos, não conseguimos fazer mais, porque os caras do cinema sempre passavam pra vigiar disfarçadamente.
Não sei quanto tempo de filme passou até ela sussurrar pra mim:
– Quero que você meta em mim, vamos vazar daqui.
Eu concordei e saímos. A gente tinha falado antes sobre comprar brinquedos, então nos acalmamos um pouco e fomos a uma sex shop, comprando um plug anal, lubrificante e um estimulante vaginal.
A moça que nos atendeu ficou meio chocada com a facilidade que a gente falava sobre o que queria e o que íamos fazer. Imagino que ela era do tipo que só deitava e esperava a penetração. Pegamos um Uber e fomos pra um motel, do mesmo jeito nos pegando no carro, mas com mais liberdade do que no cinema.
Chegando no motel, entramos na garagem, ela não se segurou, encostou na parede e disse:
– Coloca o plug em mim.
Aí eu me ajoelhei pra lamber a buceta e o cu dela. Adorava fazer isso, e pra ela era óbvio que ficava louca. Devagarzinho... Pouco a pouco comecei a introduzir o plug no cu dela, enquanto tocava meu pau que já tava pronto pra meter nela. Mas a gente queria brincar, então subimos pro quarto, largamos as coisas de lado, pegamos umas cervejas e começamos a falar de putaria. Ela não parava de se mexer, acho que pra sentir mais o plug, não passou nem 10 minutos desde que chegamos e já começamos a nos beijar e tirar a roupa.
Roçava meus lábios nos dela, depois descia pros peitos e começava a chupar enquanto minha mão descia pra buceta dela, pronta pra masturbá-la. Já completamente pelados, ela me pediu pra amarrar ela e usar a cabeça dela do jeito que eu quisesse. Lembrei que naquela mesma semana ela tinha me falado que queria que eu gozasse na cara dela, então coloquei os braços dela nas costas, mandei ela ajoelhar e comecei a enfiar sem parar na boca dela. Meu pau na boca dela era o paraíso, parecia que ela realmente queria ser fodida. Passaram uns minutos até eu chegar no êxtase, com as mãos amarradas e eu usando meus movimentos de quadril na cabeça dela, ela tava toda babada, tanto que até os peitos dela estavam melados de saliva.
Tirei meu pau e falei:
- Abre a boca, gostosa
E na hora comecei a me masturbar e gozar na cara toda dela. Guardei um pouco e enfiei meu pau de novo na boca dela pra gozar lá os últimos jatos de porra.
Ela sabia que eu era bi e adorava fazer todo tipo de safadeza, então comecei a lamber a cara dela e beijar enquanto a gente trocava minha porra. Depois disso, ela tava pronta pra ser solta e continuar, mas eu tava doido, então coloquei ela meio bruto de bruços.
Amarrada, ela só falou:
- Espera, quero me limpar
E eu, com a boca já na buceta dela, respondi:
- Dessa vez vou encher você de porra
E comecei a lamber a buceta dela enquanto minhas mãos massageavam as nádegas dela. Vendo que ela já tava excitada e não ligava se tava cheia da minha porra ou não, fui tirando o plug anal dela aos poucos pra... dar o oral nela ali. Ela tava excitada, só gemia e mexia os quadris.
Meu pau pronto pra ação, comecei a roçar na buceta e no cu dela, ela só falava:
– Mehotel, mas quero direto atrás, mehotel.
Eu ignorei e meti na buceta dela enquanto enfiava o plug no cu.
Foi a primeira vez que a gente fez esse tipo de dupla penetração, porque antes era só um ou dois dedos, então ela tava fascinada.
Depois de uns minutos, com a buceta e o cu dela bem molhados, enfiei meu pau no cu dela, enquanto minha mão metia dois dedos na buceta. Ela tava louca, gemendo, rebolando e pedindo mais, eu de vez em quando levantava pra dar uns tapas na bunda e depois voltava a masturbar a buceta dela ou pegar nos peitos gostosos.
Quando ia gozar, ela já sabia e falou:
– Se quiser gozar, goza dentro, coloca o plug e goza dentro.
Aí na hora eu tirei meu pau, lambi a buceta e o cu dela, coloquei o plug e meti de novo na buceta. Dessa vez aguentei poucos minutos até explodir e encher a buceta dela de porra, ela não parava de gemer de tanto prazer, exausta, eu soltei ela e a gente voltou a beber cerveja e conversar sobre a gente, porque além de amantes, éramos bons colegas, como eu disse, não tínhamos muito em comum além do sangue e da família, mas isso deixava nossa companhia mais gostosa.
Depois de um tempo, ela começou a masturbar meu pau, me beijando e falando:
– Quero que você me foda, mas agora você com o plug.
Mas essa história fica pra outra hora.
Espero que vocês gostem, quero comentários e respostas pra essa pergunta.
Vocês querem mais relatos hétero ou homo?
Tenho uns que me deixam excitado só de pensar, e se alguém quiser um sexo chat, o privado é livre pra qualquer um. Saudações.
Pra contextualizar, na época eu tinha 24 anos e ela 18, embora ainda estivesse no colégio.
Pra ir direto ao ponto, nessa altura já transávamos toda semana, no mínimo todo sábado.
Dessa vez quisemos fazer algo diferente, então fomos ao cinema. Vimos um filme aleatório, na real não entendi de início por que ela queria ver aquele filme, mas a gente não tinha muito gosto em comum, então esse detalhe perdeu a importância.
No cinema, começamos a ver o filme, mas parecia que não era muito conhecido ou passou despercebido, então tinha pouca gente. Umas 30 minutos depois, ela começou a passar a mão na minha perna, subindo até minha virilha, o que me deixou meio incomodado porque estávamos num lugar com gente. Esqueci que uma das fantasias dela era transar em lugar público, então comecei a tocar ela também e saborear com as mãos, beijando ela sem parar.
Infelizmente, isso é a vida real, então além de uns amassos, não conseguimos fazer mais, porque os caras do cinema sempre passavam pra vigiar disfarçadamente.
Não sei quanto tempo de filme passou até ela sussurrar pra mim:
– Quero que você meta em mim, vamos vazar daqui.
Eu concordei e saímos. A gente tinha falado antes sobre comprar brinquedos, então nos acalmamos um pouco e fomos a uma sex shop, comprando um plug anal, lubrificante e um estimulante vaginal.
A moça que nos atendeu ficou meio chocada com a facilidade que a gente falava sobre o que queria e o que íamos fazer. Imagino que ela era do tipo que só deitava e esperava a penetração. Pegamos um Uber e fomos pra um motel, do mesmo jeito nos pegando no carro, mas com mais liberdade do que no cinema.
Chegando no motel, entramos na garagem, ela não se segurou, encostou na parede e disse:
– Coloca o plug em mim.
Aí eu me ajoelhei pra lamber a buceta e o cu dela. Adorava fazer isso, e pra ela era óbvio que ficava louca. Devagarzinho... Pouco a pouco comecei a introduzir o plug no cu dela, enquanto tocava meu pau que já tava pronto pra meter nela. Mas a gente queria brincar, então subimos pro quarto, largamos as coisas de lado, pegamos umas cervejas e começamos a falar de putaria. Ela não parava de se mexer, acho que pra sentir mais o plug, não passou nem 10 minutos desde que chegamos e já começamos a nos beijar e tirar a roupa.
Roçava meus lábios nos dela, depois descia pros peitos e começava a chupar enquanto minha mão descia pra buceta dela, pronta pra masturbá-la. Já completamente pelados, ela me pediu pra amarrar ela e usar a cabeça dela do jeito que eu quisesse. Lembrei que naquela mesma semana ela tinha me falado que queria que eu gozasse na cara dela, então coloquei os braços dela nas costas, mandei ela ajoelhar e comecei a enfiar sem parar na boca dela. Meu pau na boca dela era o paraíso, parecia que ela realmente queria ser fodida. Passaram uns minutos até eu chegar no êxtase, com as mãos amarradas e eu usando meus movimentos de quadril na cabeça dela, ela tava toda babada, tanto que até os peitos dela estavam melados de saliva.
Tirei meu pau e falei:
- Abre a boca, gostosa
E na hora comecei a me masturbar e gozar na cara toda dela. Guardei um pouco e enfiei meu pau de novo na boca dela pra gozar lá os últimos jatos de porra.
Ela sabia que eu era bi e adorava fazer todo tipo de safadeza, então comecei a lamber a cara dela e beijar enquanto a gente trocava minha porra. Depois disso, ela tava pronta pra ser solta e continuar, mas eu tava doido, então coloquei ela meio bruto de bruços.
Amarrada, ela só falou:
- Espera, quero me limpar
E eu, com a boca já na buceta dela, respondi:
- Dessa vez vou encher você de porra
E comecei a lamber a buceta dela enquanto minhas mãos massageavam as nádegas dela. Vendo que ela já tava excitada e não ligava se tava cheia da minha porra ou não, fui tirando o plug anal dela aos poucos pra... dar o oral nela ali. Ela tava excitada, só gemia e mexia os quadris.
Meu pau pronto pra ação, comecei a roçar na buceta e no cu dela, ela só falava:
– Mehotel, mas quero direto atrás, mehotel.
Eu ignorei e meti na buceta dela enquanto enfiava o plug no cu.
Foi a primeira vez que a gente fez esse tipo de dupla penetração, porque antes era só um ou dois dedos, então ela tava fascinada.
Depois de uns minutos, com a buceta e o cu dela bem molhados, enfiei meu pau no cu dela, enquanto minha mão metia dois dedos na buceta. Ela tava louca, gemendo, rebolando e pedindo mais, eu de vez em quando levantava pra dar uns tapas na bunda e depois voltava a masturbar a buceta dela ou pegar nos peitos gostosos.
Quando ia gozar, ela já sabia e falou:
– Se quiser gozar, goza dentro, coloca o plug e goza dentro.
Aí na hora eu tirei meu pau, lambi a buceta e o cu dela, coloquei o plug e meti de novo na buceta. Dessa vez aguentei poucos minutos até explodir e encher a buceta dela de porra, ela não parava de gemer de tanto prazer, exausta, eu soltei ela e a gente voltou a beber cerveja e conversar sobre a gente, porque além de amantes, éramos bons colegas, como eu disse, não tínhamos muito em comum além do sangue e da família, mas isso deixava nossa companhia mais gostosa.
Depois de um tempo, ela começou a masturbar meu pau, me beijando e falando:
– Quero que você me foda, mas agora você com o plug.
Mas essa história fica pra outra hora.
Espero que vocês gostem, quero comentários e respostas pra essa pergunta.
Vocês querem mais relatos hétero ou homo?
Tenho uns que me deixam excitado só de pensar, e se alguém quiser um sexo chat, o privado é livre pra qualquer um. Saudações.
1 comentários - Ganas insaciables con mi prima