Já que é meu primeiro relato, vou começar contextualizando um pouco. Sou diretor de RH de uma rede de lojas de autoatendimento, então meu trabalho exige que eu fique no escritório, supervisionando tudo que rola na área operacional, mas às vezes tenho que ir pras filiais; além disso, também dou aula na faculdade. Vou começar contando sobre a Ros, uma aluna mediana, morena, altura média, cabelo cacheado, com um corpão, magrinha mas com um quadril largo e uma bunda ainda maior, de enlouquecer. Olhar pra ela era muito excitante, embora eu sempre me segurasse. Durante as aulas, ela sempre foi na dela e só conversávamos quando tinha alguma dúvida ou coisa do tipo. Só dei aula pra ela por um semestre; depois, via ela passando fora da sala ou às vezes quando chegava na escola, nossa conversa se resumia a um "oi". Passaram alguns meses e um dia recebi um WhatsApp de um número desconhecido dizendo: "Oi, prof, tudo bem? Pode me ajudar com um trabalho?" Eu aceitei, ajudei e pensei que não íamos mais nos falar, embora na hora quisesse continuar a conversa. No dia seguinte, ela me escreveu de novo pra tirar outras dúvidas, e isso se repetiu pelas duas semanas seguintes: ela perguntava, eu ajudava e pronto. Até que um dia, depois de ajudar com o trabalho, ela perguntou: "E o que cê tá fazendo?" Eu tava preparando umas aulas. Por curiosidade, perguntei: "E você, Ros?" Ela respondeu: "Deitada." Acompanhado de uma foto deitada de bruços na cama, o rosto sorrindo, vestindo uma camiseta e uma calça de moletom, mas a foto focava naquela bunda grande e gostosa dela. Na hora, não soube o que fazer. A Ros sempre me deu vontade, mas eu não podia ceder na mesma hora, então só respondi com "quem dera, hein, Ros". Aí ela respondeu: "Não tá com vontade, prof?" Claro que tava, de poder comer tudo aquilo, aquela bunda deliciosa, aquele corpo gostoso, mas não soube o que fazer e minha reação foi deixar ela no vácuo. visto. No dia seguinte, aconteceu a mesma coisa, mesma dinâmica até que eu deixava ela no vácuo. Isso continuou por algumas semanas, começava com uma dúvida e terminava me mandando uma foto com a mesma pose, a única diferença é que a roupa cada vez era mais justa ou cada vez era menos. As dúvidas dela cada vez eram mais absurdas, até que umas três semanas depois ela pulou a parte das dúvidas: - Oi profe, o que cê tá fazendo? - Oi Ros, aqui, tô dando uma olhada nuns processos dos funcionários. E você? (Sabia que a resposta dela seria uma foto) - Deitada... Não te dá vontade? Dessa vez não teve foto, então minha resposta foi: - Do que eu teria vontade, Ros? E aí veio uma foto, mesma pose, mas dessa vez ela não tava vestindo nada, completamente pelada. Não podia ter imaginado melhor, aquela bunda grande tava uma delícia. Claro, dessa vez eu respondi: - Com certeza Ela só respondeu: - Quando quiser Assim continuamos por umas duas semanas, nas fotos seguintes a única coisa que mudava era que ela usava fio dental ou calcinha cavada, de cores diferentes. Até que um dia, em vez de responder "quando quiser", a resposta dela foi: - Não vai me perguntar o que eu tô a fim? - Sim Ros, o que cê tá a fim? - Uma coisa que você tem, profe. Dá pra ver um pouco? Já tinham passado quase dois meses dessas conversas e eu resolvi mandar uma foto, só tava de cueca e por baixo tinha uma ereção. A conversa terminou ali e no dia seguinte foi a mesma coisa de novo. Durante todo esse tempo, a gente se via na universidade, mas só se cumprimentava e pronto, como sempre fizemos. Até que um dia ela me pediu pra mandar uma sem cueca, eu recusei, ela ficou meio chateada e então... (Preciso fazer um parêntese pra contextualizar e poder continuar) Os escritórios da empresa ficam numa casa com 3 quartos que adaptamos pra serem os escritórios do gerente e dos dois diretores. A sala/jantar é a área onde ficam o resto dos trabalhadores. Os escritórios são bem pequenos, já que somos só 7: o Gerente, dois diretores (eu e um colega) e 4 trabalhadores que cuidam de toda a parte administrativa e operacional. Quase todos os móveis do escritório são móveis de casa, alguns já estavam aqui e outros a gente comprou. No meu escritório tenho duas mesas, uma de lado onde fica o computador e a outra na frente, onde coloco todos os documentos quando reviso e para atender alguns funcionários. Tenho uma cadeira giratória onde eu sento e, como normalmente recebo só uma pessoa por vez, tenho apenas um sofá individual, bem grande e bem confortável (não esqueçam desse sofá, é importante). Normalmente, a partir do meio-dia, todos os trabalhadores vão embora e ficamos só eu e, às vezes, o outro diretor; de repente, algum dos outros trabalhadores aparece, mas geralmente é às 6 horas, quando saem. Meus alunos conhecem as filiais da empresa onde trabalho, mas não sabem a localização dos escritórios da empresa. No entanto, um dia bateram na porta umas 5 da tarde; no escritório estavam o Luis (um dos trabalhadores) e eu, que estava na minha sala revisando currículos dos novos candidatos. O Luis foi atender, voltou e me disse que tinha uma moça que veio deixar o currículo. Eu falei pra ele receber e me passar depois. O Luis voltou e disse que a moça pediu pra me ver, que era indispensável. Aí eu aceitei, com a condição de que ela esperasse eu terminar. Passaram uns 25 minutos, o Luis se despediu e me lembrou da moça. Passaram mais 5 minutos e bateram na minha porta; era a moça que estava esperando. Eu, sem saber quem era, mandei ela entrar e, pra minha surpresa, era a Ros. Fiquei chocado. Ela estava vestida com uma calça de moletom bem justinha e uma camiseta esportiva folgada. Eu a cumprimentei, falei pra ela sentar, que já estava terminando de revisar. Ela aceitou, estava visivelmente nervosa. Passaram uns 20 minutos, eu sem perceber, a Ros tava dormindo no sofá (e quem não, é super confortável, várias vezes tiro um cochilo ali), eu já tinha terminado meu trabalho do dia. Acordei ela, ela ficou sem graça e a gente começou a conversar sobre como ela tinha descoberto o escritório, como tinha chegado, entre outras coisas. No meio da conversa, falei: - Cê veio deixar teu currículo, Ros? - Não, profe, vim pra outra coisa - Precisa de ajuda com algum trabalho? - Não, profe, também não - Então Ros, cê veio pra quê? - Pra outra coisa, profe (fez uma pausa), ó, que confortável esse sofá - É Ros, é muito confortável, às vezes os funcionários entram pra dormir aqui quando eu saio - E o senhor? - Às vezes, quando tô estressado ou cansado, tiro um cochilo nesse sofá, igual você acabou de fazer - E agora não tá afim de tirar um cochilo? - Bom, não seria ruim, Ros, mas você tá sentada aí Ros levantou e falou: - Troco de lugar com o senhor - Beleza, espero não dormir - Não se preocupa, eu cuido do senhor A gente continuou conversando, sobre coisas da universidade e do meu trabalho na empresa, quando de repente ela disse: - Profe, acho que devia ter trocado de lugar com o senhor Nessa hora, me veio uma ideia incrível, já que o sofá, apesar de ser individual, era grande, mas não o suficiente pra duas pessoas sentarem lado a lado - Então vem, Ros, a gente cabe aqui Ela ficou vermelha, levantou, eu reclinei o sofá pra trás, ela parou na minha frente e disse: - Vim pra me ensinar o que o senhor não quis Nessa hora, ela montou em cima de mim, colocou a cara na minha, a gente se olhou por um momento e começou a se beijar. Eu, sem pensar, comecei a apertar a bunda dela, que há tempos me dava vontade, os beijos continuaram, de repente ela parou e falou: "não vem ninguém?", já passava das 6 da tarde, ninguém vai pro escritório depois desse horário. Nessa hora, ela começou a tirar minha camisa, eu fiz o mesmo com a blusa dela, os beijos continuavam, eu só pensava em poder provar aquela bundona, ela tirou os tênis, ficou de pé e começou a abaixar a calça calça, eu aproveitei e tirei o sutiã dela, comecei a beijar os peitos pequenos mas deliciosos dela e aos poucos fui descendo até a barriga enquanto tocava as bundas lindas dela, de repente ela disse: - É minha vez no sofá. Eu levantei, a gente se beijou um pouco, ela se apoiou no sofá, mostrando a bunda pra mim, tava de fio dental azul, começou a rebolando e falou - Professor, cê tá afim? Na hora eu puxei a calcinha dela e comecei a lamber o cu dela, uma delícia, fui enfiando a língua devagar, ela gemia e gemia, ia começar a usar os dedos quando ela me parou, se virou, pegou na minha calça, desabotoou, abaixou o zíper, olhou pra mim e disse: "agora sim você vai me mostrar!" Abaixou a calça e por cima da cueca começou a beijar meu pau, pela cara dela, dava pra ver que ela tava imaginando, tava adorando, até que abaixou a cueca, tirou ele, olhou e tentou, de uma bocada só, engolir ele inteiro, só entrou metade, tentou de novo, mas de novo só conseguiu a metade, aí se contentou em brincar só com a cabeça, puxou todo o prepúcio, deixou a cabeça toda de fora, chupava, lambia, beijava, tava adorando e começou a gemer, depois de um tempo se divertindo, ela se afastou, olhou pra mim e disse: "professor, já vai me mandar fotos do seu pau gostoso?" Sem esperar resposta, começou a chupar minhas bolas, enfiava uma, depois a outra, depois as duas, parecia ter muita experiência, comecei a sentir vontade de gozar, parei ela, encostei ela no sofá, comecei a beijar ela e fui descendo devagar até chegar na buceta dela, onde fiz um oral, primeiro no clitóris, depois passei a língua por toda a vulva, voltei pro clitóris, comecei a enfiar um dedo, ela gemia e gemia, duas vezes, começou a puxar meu cabelo até ter um orgasmo, continuei lambendo e usando os dedos, ia enfiar um no cu dela, ela me parou e disse: "não, aí não, melhor enfiar seu pau na minha buceta buceta". Pra minha desgraça, não tinha camisinha na hora, falei pra ela, ela entendeu, comecei a brincar com meu pau na buceta dela, passava no clitóris, deslizava pra cima e pra baixo na buceta dela, de um lado pro outro, umas batidinhas, comecei a brincar na entrada do cu dela, nisso ela falou: "agora é sua vez de ficar embaixo", viramos, não sem antes dar umas palmadas com meu pau na bunda dela, quando já tava em cima de mim, ela montou no meu pau (sem penetrar) e começou a me masturbar com a buceta dela, o tempo todo fiquei massageando aquela bundona dela, até eu gozar, ela continuou até gozar também. Depois disso, ela ficou muito envergonhada, a gente começou a se trocar, eu entrei no banheiro pra me limpar, ouvi portas abrindo e fechando, quando saí a Ros já tinha ido embora... Continua...
1 comentários - 1. Ros