Carla... foi o melhor homem da minha vida

Oi, me chamo Andrea, tenho 25 anos e sou uma garota de corpo bem generoso nos peitos e na bunda, herança da minha família. E isso foi motivo pra homens de todas as idades darem em cima de mim. Desde os 16 anos eu transo e já experimentei de tudo: homens de todas as idades, mulheres de todas as idades, dildos e vibradores.

Tava afim de experimentar coisas novas, mas já não sabia mais o quê, até que fui numa balada gay onde conheci a Carla, uma mulher linda. Ela chegou perto de mim rindo e falou: "Amiga, acho que sua calça tá muito curta porque tá aparecendo o rego da sua bunda". Eu respondi: "É assim que eu gosto de usar" e sorri pra ela. Ela chegou no meu ouvido e falou bem devagar: "Eu moro sozinha, bem perto daqui, e se você quiser, a gente vai pra minha casa". Não falei nada, levantei do meu banco e fui em direção à porta de saída. Como vi que ela não tava me seguindo, virei e falei: "Vamos então, você não quer que a gente fique sozinha na sua casa?" Ela se levantou, andou bem rápido até mim, me deu a mão e a gente saiu da balada.

Já na rua, ela me beijou deliciosamente e a gente caminhou até a casa dela, que ficava só a três quarteirões da balada. Quando entramos no apartamento dela, tirei a roupa sem falar nada e fiquei só com a tanga branca transparente que eu tava usando. Ela me olhou e disse: "Você tem um corpo delicioso". Ela se ajoelhou, tirou minha tanga e lambeu minha buceta, que eu sempre mantenho depilada. Ela lambia e enfiava a língua como uma expert, e eu via estrelas enquanto meus fluidos escorriam como se fosse uma torneira aberta. Depois, ela se levantou e me beijou, enfiando a língua e me fazendo provar meus próprios fluidos enquanto acariciava e massageava minha bunda. Aí eu tirei a saia minúscula e a blusa que ela tava usando, e os peitos dela eram como dois melões. Lambi, beijei e mordi os bicos dela, e ela gemia que nem uma louca enquanto tirava a própria calcinha fio dental com uma mão. Quando eu encostei meu corpo no dela, abraçando ela, senti uma coisa batendo na minha barriga. Quando olhei pra baixo, vi um pau meio duro, de um tamanho e grossura... enorme como nunca tinha visto.
Me separei dela e ela disse: "me desculpa, amor, mas como você é tão gostosa, o homem dentro de mim falou mais alto e eu quis te penetrar". Eu, ao ver aquele pênis enorme, sem dizer nada, abracei ela pelos ombros e, de um pulo, coloquei minhas pernas em volta da cintura dela e a beijei como uma louca. Tava desesperada, enfiava a língua até o fundo da boca dela e sentia o membro já ereto roçando nas minhas nádegas, me molhando com o líquido pré-seminal dela.

Ela, comigo ainda enroscada no corpo, caminhou até o quarto dela e me jogou na cama. Me deu uma lambida na minha buceta espetacular que em poucos segundos eu gozei: "Aaahhhh, mmmhhhh, que gostosoooo", eu dizia enquanto me vinha em jatos como nunca na minha vida. Depois, ela pegou meus pés e colocou nos ombros dela e, sem camisinha, começou a penetrar minha buceta. Era uma delícia, mas só entrava metade. Ela começou o vai e vem bem devagar, enfiando cada vez mais. Eu gemia e gritava, era uma mistura de dor e prazer. A grossura do pênis dela e o tamanho eram descomunais, mas, como a putinha que sou, aguentei e pedia mais e mais. Gemia e gritava: "Continua, amor, continua me penetrando, me destrói, me faz tua, quero que me parta no meio, enfia tudoooo". Nisso, sinto um empurrão e grito: "Aaahhhhhhh", e gemia e ofegava, e ela disse: "Já tá tudo dentro". Eu conferi, tocando minha buceta, e pude sentir os testículos dela descansando na minha bunda. Também eram enormes, tipo duas bolas de sinuca, e pude tocar e perceber que nem um milímetro do membro dela ficava fora da minha buceta. Não acreditava que aquele pênis enorme tinha entrado todo em mim, e ela se mexia como uma louca no vai e vem. Me colocou em um monte de posições até que, de novo com meus pés nos ombros dela, ela tirou e o primeiro jato de sêmen foi parar na minha cara, que eu direcionei pra minha boca e comi tudo. Depois, foi caindo nos meus seios e barriga. O gozo dela era abundante e grosso.

Aí ela me virou de bruços, abriu minhas pernas o máximo que pôs e, usando o O resto de porra que ainda tinha no pênis dele como lubrificante, ele enfiou no meu cu e, de uma só vez, enfiou mais da metade. Eu gritava: "Tá doendo, tiraaa!", mas ele não ligava. Ele já não era mais doce e gentil, tinha ficado bruto e agressivo. Ele disse: "Você tem uma bunda enorme, firme e deliciosa, e eu nunca perderia a chance de destruir ela. Além disso, dá pra ver que já te comeram por trás." Eu falei: "Sim, mas seu pau é muito grande e grosso, e você tá sendo muito bruto." Ele respondeu: "Beleza é dor, e prazer também." Depois, colocou o corpo dele em cima do meu e, me segurando pelos ombros, enfiou o resto do pênis. Eu gritei: "Aaaahhh, você tá me matando!", e ele só ria. As metidas eram muito fortes e rápidas, ele tirava quase tudo e depois enfiava de novo com força. Com as mãos, ele começou a abrir minha bunda e foi ficando mais carinhoso e terno, lambia minhas orelhas, e eu comecei a curtir aquele pau enorme que acho que chegava até a metade das minhas costas. Depois de uns 15 minutos, ele derramou a porra dentro de mim, tirou o pênis, e eu senti o ar entrando no meu cu. Quando levei a mão no meu buraquinho, que agora era um buracão, consegui enfiar todos os dedos até os nós sem dificuldade. Falei: "Você destruiu meu cu." Ele disse: "Sim, e sei que você gostou." "Sim", eu falei, "e gostei muito, tudo que você fez me deu muito prazer, adorei." Ele respondeu: "Volta quando quiser." E foi assim por um ano, umas 3 ou 4 vezes por semana, até que fui morar com ele. Agora, todo dia recebo aquele membro enorme que tapa todos os meus buracos, e vejo que tanto minha buceta quanto meu cu estão enormes. Tanto que minha amada Carla (a travesti) e a amiga dela, outra travesti, enfiaram os paus delas juntos no meu cu e também os dois juntos na minha buceta, e eu gozo mais que uma puta no cio.

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