Bem, então... Finalmente conheci a Cíntia...
Pra ser sincero, não esperava que ela fosse tão gostosa.
No começo, pelo que ouvi, ela quase não saiu. Teve uma briga com a mãe. E no final, a senhora apareceu, também uma mulher muito bonita, pra ameaçar a gente: se acontecesse algo com a filhinha dela, ia acontecer algo com a gente. O Diego respondeu, feito um cavalheiro, e deu a palavra que a gente ia voltar junto.
Naquela época quase não tinha celular, era muito caro. Não era qualquer um que tinha um. Era toda uma organização pra sair, pra fazer uma festa...
Voltando à festa, o Diego me apresentou pra Cíntia e a gente foi se conhecendo. Ela era muito simpática, e falava até pelos cotovelos.
O Diego já no caminho aproveitava pra abraçar ela e roçar na bunda dela. A gatinha deixava.
Antes de chegar, já pensei: parece que é verdade, ela é bem putinha.
Chegamos na festa e uns caras e umas minas ficaram felizes e vieram cumprimentar ela, e um grupinho de gatinhas olhava de canto.
E a festa começou... Cerveja... Cumbia... Vinho com refrigerante... Cigarro...
Daqui a pouco era todo mundo contra todo mundo...
O doido do aniversariante botou uma regra: todo mundo tinha que beber... E começou a passar com um jarro gigante, grupo por grupo...
Foram poucos os que não ficaram bêbados.
A Cíntia já tava entregue demais... O Diego de vez em quando levava ela pra um canto escuro e passava a mão nela toda.
Numa hora, vi ela pegando o aniversariante.
Diego: — Eu, essa gatinha já quer pica. Qual é a da sua casa?
Eu: — Não, não dá, minha mãe e minha irmã tão lá, e os quartos são um do lado do outro.
Diego: — Pô, então vou pedir um quarto pro Fernando. Mas essa aí acho que não vai querer, tem muita gente.
Eu: — Hmm, será? Eu tô vendo ela bem animada. E o Fernando já tava de olho.
Diego: — Quê?! Filho da puta, nem percebi, que rápida que ela é. Melhor eu me apressar senão vou ser o último. E você, qual é? Alguma paquera?
Eu: — Haha, é... Nada, tudo tranquilo...
Diego: — Pena que a irmã da Cíntia não veio, essa também é quase igual. Claro, mas a mina é mais patricinha.
Bom, a noite foi avançando
Parece que a Cíntia não deu mole pra ele, deve ter sido porque tinha muita gente
Só estavam sobrando os que já estavam virados...
As minas gostosas foram embora... Só ficaram umas feias, esperando que alguém tomasse coragem.
Num momento vou ao banheiro, e tava ocupado. Na real, eu tava muito bêbado, mijado e com o pau duro.
Durante a festa tentei chegar em umas gatinhas, mas levei fora feio. E ainda via o Diego pegando e apalpando a Cíntia, e a gatinha rebolando pra ele, e tal.
Bom, como o banheiro tava ocupado, saí pra fora e procurei um lugar pra mijar... Entrei num corredor do lado da casa.
E vejo um cara que parecia estar mijando, e outro do lado ajoelhado vomitando...
Fico parado sem fazer barulho... Até que ouvi:
— Vai, promíscuo, não aguenta uma rola.
— Ai, para, não seja bruto, não vê que bebi demais! (Com voz afeminada)
— Kkk, vai lá, lava essa boca.
Fiquei surpreso, parecia ser a voz do Fernando. O outro cara eu não conhecia.
— Pronto? Já podemos continuar?!
— Sim, mas mais devagar, por favor.
— Cala a boca, hoje é meu aniversário, e vou te usar como eu quiser.
Ele se ajoelhou, e Fernando pegou ele pelos cabelos e começou a foder a boca dele de forma violenta.
O viado de vez em quando tinha ânsia.
— Auuaaaggghhh
— Nossa, que praia que tá hoje.
— Desculpa, é que bebi muito.
— Bom, cala a boca e continua chupando... Isso, assim. Engole tudo...
— Humm, que rola gostosa, papai, você vai me comer? Por favor, me come.
— Cala a boca, e chupa, eu disse.
E zás! Um tapa.
— Desculpa.
E continuou se engasgando. O promíscuo só se engasgava...
Quando me toquei, tava com o pau durasso. A cena me excitou sem eu nem pensar, era algo novo.
E sem querer me mexi e fiz barulho.
— Quem tá aí?
— Desculpa, Fernando, sou eu, Lucas, vim mijar, o banheiro tava ocupado...
O promíscuo tentou se levantar...
— Você fica aí... Vai, Lucas, mija aí, eu termino aqui e já vou...
Sem dizer mais nada, ele voltou. Pegar pelos cabelo... E começou a chupar a boca dele de novo...
- Vai, abre a boca... Assim que eu gosto, bom presente de aniversário...
Eu mijando não conseguia parar de olhar... Custou pra mijar, tava com o pau duro pra caralho...
- Que foi, Lucas? Quer gozar também? Vai ter que esperar eu terminar primeiro, hahaha
- Idiota! Haha (Falou o promíscuo se fazendo de ofendido)
- Shhh, cala a boca e continua chupando... Chupa muito bem, não acha?
Fiquei mudo com o convite. Mas continuei olhando...
Fernando não me deu mais bola... E seguiu na dele...
- Ahhhhh siiiim, engole tudo assim... Isso... Ahhh shhh sim.
Fernando encheu a boca dele de porra... Tinha ele subjugado contra a virilha... O promíscuo mal conseguia respirar...
- Ufsss é... Muito bem... Beleza, pronto... Vou pegar uma bebida.
- Poxa! Não vai me comer não?!
- Mais tarde quem sabe... Aqui o Lucas talvez te faça o favor...
Eu continuei em silêncio... Tava durasso.
- Tudo bem, Lucas?
- Sim, sim, só tô meio tonto, preciso de ar puro.
- Aproveita, esse promíscuo aí não tem problema.
- Nada, acho que não... Vou ficar por aqui porque também acho que vou vomitar.
- Uuu, safou, beleza, vou indo que tá rolando lá em casa.
E Fernando foi embora... Quando percebi, o promíscuo voltava de se limpar.
- Tudo bem, Lu?
- Sim, tudo bem, tonto.
- Haha, tamo todo mundo igual... EPA, tonto e duro... Gostou do que viu?
Sim, o puto percebeu e se animou com meu pau... E na hora baixou meu zíper...
Eu tava em silêncio, paralisado...
- Se quiser, dou uma mão... Fiquei com vontade...
E começou a se ajoelhar...
- Hmm, você é muito quieto, mas tem um pau lindo, com licença...
E engoliu de uma vez... Eu não entendia nada... Era a primeira vez que chupavam meu pau e era um viado...
Me encostei na parede e olhei pra longe... Acho que tava gostando... E em poucos segundos enchi a boca dele de porra...
- Ai, bebê, que rápido... Poxa, outro que não vai me comer...
Eu nem Olhei pra ele...
– Mmm, mas tava uma delícia... Parece que tirei a porra de um virgem... Kkkk
Eu continuei calado...
– Bom, não importa... Vou me limpar.
Quando voltou, eu ainda tava com o pau pra fora... O filho da puta chegou perto e tentou me beijar... Desviei sem falar nada...
– Ah, tá, que arisco... Vou pra festa... Não esquece de guardar teu passarinho. Beijos.
E tentou me beijar de novo... E eu desviei de novo.
– Kkkk ok ok tchauuu.
E foi embora...
Fiquei mais um tempo em silêncio... Que merda foi essa?... Kkk... Que loucura...
Fui até a piscina e molhei a cabeça, que tava girando... Já quase amanhecendo... Forcei o vômito... E me limpei, e molhei a cabeça de novo, e sentei naquele quintal dos fundos...
De repente, ouvi o ar-condicionado do quarto ligar... Calculei que já tinham ido todos, e que a Cíntia entrou no matadouro...
Já tava um pouco melhor... Aí decidi voltar pra frente pra ver o que tava rolando...
Se gostaram, comentem, e depois a gente continua, valeu.
Pra ser sincero, não esperava que ela fosse tão gostosa.
No começo, pelo que ouvi, ela quase não saiu. Teve uma briga com a mãe. E no final, a senhora apareceu, também uma mulher muito bonita, pra ameaçar a gente: se acontecesse algo com a filhinha dela, ia acontecer algo com a gente. O Diego respondeu, feito um cavalheiro, e deu a palavra que a gente ia voltar junto.
Naquela época quase não tinha celular, era muito caro. Não era qualquer um que tinha um. Era toda uma organização pra sair, pra fazer uma festa...
Voltando à festa, o Diego me apresentou pra Cíntia e a gente foi se conhecendo. Ela era muito simpática, e falava até pelos cotovelos.
O Diego já no caminho aproveitava pra abraçar ela e roçar na bunda dela. A gatinha deixava.
Antes de chegar, já pensei: parece que é verdade, ela é bem putinha.
Chegamos na festa e uns caras e umas minas ficaram felizes e vieram cumprimentar ela, e um grupinho de gatinhas olhava de canto.
E a festa começou... Cerveja... Cumbia... Vinho com refrigerante... Cigarro...
Daqui a pouco era todo mundo contra todo mundo...
O doido do aniversariante botou uma regra: todo mundo tinha que beber... E começou a passar com um jarro gigante, grupo por grupo...
Foram poucos os que não ficaram bêbados.
A Cíntia já tava entregue demais... O Diego de vez em quando levava ela pra um canto escuro e passava a mão nela toda.
Numa hora, vi ela pegando o aniversariante.
Diego: — Eu, essa gatinha já quer pica. Qual é a da sua casa?
Eu: — Não, não dá, minha mãe e minha irmã tão lá, e os quartos são um do lado do outro.
Diego: — Pô, então vou pedir um quarto pro Fernando. Mas essa aí acho que não vai querer, tem muita gente.
Eu: — Hmm, será? Eu tô vendo ela bem animada. E o Fernando já tava de olho.
Diego: — Quê?! Filho da puta, nem percebi, que rápida que ela é. Melhor eu me apressar senão vou ser o último. E você, qual é? Alguma paquera?
Eu: — Haha, é... Nada, tudo tranquilo...
Diego: — Pena que a irmã da Cíntia não veio, essa também é quase igual. Claro, mas a mina é mais patricinha.
Bom, a noite foi avançando
Parece que a Cíntia não deu mole pra ele, deve ter sido porque tinha muita gente
Só estavam sobrando os que já estavam virados...
As minas gostosas foram embora... Só ficaram umas feias, esperando que alguém tomasse coragem.
Num momento vou ao banheiro, e tava ocupado. Na real, eu tava muito bêbado, mijado e com o pau duro.
Durante a festa tentei chegar em umas gatinhas, mas levei fora feio. E ainda via o Diego pegando e apalpando a Cíntia, e a gatinha rebolando pra ele, e tal.
Bom, como o banheiro tava ocupado, saí pra fora e procurei um lugar pra mijar... Entrei num corredor do lado da casa.
E vejo um cara que parecia estar mijando, e outro do lado ajoelhado vomitando...
Fico parado sem fazer barulho... Até que ouvi:
— Vai, promíscuo, não aguenta uma rola.
— Ai, para, não seja bruto, não vê que bebi demais! (Com voz afeminada)
— Kkk, vai lá, lava essa boca.
Fiquei surpreso, parecia ser a voz do Fernando. O outro cara eu não conhecia.
— Pronto? Já podemos continuar?!
— Sim, mas mais devagar, por favor.
— Cala a boca, hoje é meu aniversário, e vou te usar como eu quiser.
Ele se ajoelhou, e Fernando pegou ele pelos cabelos e começou a foder a boca dele de forma violenta.
O viado de vez em quando tinha ânsia.
— Auuaaaggghhh
— Nossa, que praia que tá hoje.
— Desculpa, é que bebi muito.
— Bom, cala a boca e continua chupando... Isso, assim. Engole tudo...
— Humm, que rola gostosa, papai, você vai me comer? Por favor, me come.
— Cala a boca, e chupa, eu disse.
E zás! Um tapa.
— Desculpa.
E continuou se engasgando. O promíscuo só se engasgava...
Quando me toquei, tava com o pau durasso. A cena me excitou sem eu nem pensar, era algo novo.
E sem querer me mexi e fiz barulho.
— Quem tá aí?
— Desculpa, Fernando, sou eu, Lucas, vim mijar, o banheiro tava ocupado...
O promíscuo tentou se levantar...
— Você fica aí... Vai, Lucas, mija aí, eu termino aqui e já vou...
Sem dizer mais nada, ele voltou. Pegar pelos cabelo... E começou a chupar a boca dele de novo...
- Vai, abre a boca... Assim que eu gosto, bom presente de aniversário...
Eu mijando não conseguia parar de olhar... Custou pra mijar, tava com o pau duro pra caralho...
- Que foi, Lucas? Quer gozar também? Vai ter que esperar eu terminar primeiro, hahaha
- Idiota! Haha (Falou o promíscuo se fazendo de ofendido)
- Shhh, cala a boca e continua chupando... Chupa muito bem, não acha?
Fiquei mudo com o convite. Mas continuei olhando...
Fernando não me deu mais bola... E seguiu na dele...
- Ahhhhh siiiim, engole tudo assim... Isso... Ahhh shhh sim.
Fernando encheu a boca dele de porra... Tinha ele subjugado contra a virilha... O promíscuo mal conseguia respirar...
- Ufsss é... Muito bem... Beleza, pronto... Vou pegar uma bebida.
- Poxa! Não vai me comer não?!
- Mais tarde quem sabe... Aqui o Lucas talvez te faça o favor...
Eu continuei em silêncio... Tava durasso.
- Tudo bem, Lucas?
- Sim, sim, só tô meio tonto, preciso de ar puro.
- Aproveita, esse promíscuo aí não tem problema.
- Nada, acho que não... Vou ficar por aqui porque também acho que vou vomitar.
- Uuu, safou, beleza, vou indo que tá rolando lá em casa.
E Fernando foi embora... Quando percebi, o promíscuo voltava de se limpar.
- Tudo bem, Lu?
- Sim, tudo bem, tonto.
- Haha, tamo todo mundo igual... EPA, tonto e duro... Gostou do que viu?
Sim, o puto percebeu e se animou com meu pau... E na hora baixou meu zíper...
Eu tava em silêncio, paralisado...
- Se quiser, dou uma mão... Fiquei com vontade...
E começou a se ajoelhar...
- Hmm, você é muito quieto, mas tem um pau lindo, com licença...
E engoliu de uma vez... Eu não entendia nada... Era a primeira vez que chupavam meu pau e era um viado...
Me encostei na parede e olhei pra longe... Acho que tava gostando... E em poucos segundos enchi a boca dele de porra...
- Ai, bebê, que rápido... Poxa, outro que não vai me comer...
Eu nem Olhei pra ele...
– Mmm, mas tava uma delícia... Parece que tirei a porra de um virgem... Kkkk
Eu continuei calado...
– Bom, não importa... Vou me limpar.
Quando voltou, eu ainda tava com o pau pra fora... O filho da puta chegou perto e tentou me beijar... Desviei sem falar nada...
– Ah, tá, que arisco... Vou pra festa... Não esquece de guardar teu passarinho. Beijos.
E tentou me beijar de novo... E eu desviei de novo.
– Kkkk ok ok tchauuu.
E foi embora...
Fiquei mais um tempo em silêncio... Que merda foi essa?... Kkk... Que loucura...
Fui até a piscina e molhei a cabeça, que tava girando... Já quase amanhecendo... Forcei o vômito... E me limpei, e molhei a cabeça de novo, e sentei naquele quintal dos fundos...
De repente, ouvi o ar-condicionado do quarto ligar... Calculei que já tinham ido todos, e que a Cíntia entrou no matadouro...
Já tava um pouco melhor... Aí decidi voltar pra frente pra ver o que tava rolando...
Se gostaram, comentem, e depois a gente continua, valeu.
4 comentários - A puta da Cintia 2
Besas entre hombres sin problemas, pero ya con vómito no jajjjajaja
Van puntos.