Duas Novas Vizinhinhas (3)

Os capítulos anteriores:
Parte 1
Parte 2Demorei alguns minutos para processar o que tinha acontecido.Boa noite.Como assim "boa noite"? A Marta tinha acabado de me chupar na cozinha da casa dela, sem a colega de quarto saber. A mesma que tinha me fodido poucas horas antes.

Voltei para a cama da Carol ainda pensando naquilo. Não entendia o jogo da Marta. Ela nos espionava enquanto transávamos. Da mesma forma furtiva, já havíamos nos masturbado enquanto nos olhávamos, fingindo que o outro não estava vendo. Mas era a primeira vez que ela tinha uma interação tão direta comigo. Era estranho, considerando que normalmente ela nem ousava me olhar na cara quando conversávamos.

Percebi a Carol se encostando nas minhas costas para dormir. Os peitos macios dela contra minhas costas eram muito gostosos. Mas eu estava com muito medo da situação. A Marta poderia contar o que aconteceu a qualquer momento. E talvez fosse diferente se eu confessasse primeiro, mas não tinha ideia de como tocar no assunto. Qualquer coisa poderia estragar tudo.

Sim, a Carol tinha dito que não tínhamos nenhum tipo de compromisso. Mas se isso era verdade, por que a Marta não poderia ter sido direta comigo?

"Não consegue dormir?", alguém sussurrou no meu ouvido. Tive que confirmar que era a Carol.

"Não", confessei.

"Eu também não", ela disse e começou a me masturbar lentamente. "Também fiquei com vontade de mais"

"Não precisa disso", eu disse, mas meu pau parecia ter vida própria e já estava se preparando para outra foda

Ela me virou de costas e subiu em cima de mim. Todo o corpinho dela sobre o meu, e ela desceu até enfiar meu pau suavemente. Nos movemos bem devagar. Ela me beijava enquanto continuava cavalgando. Segurei a bunda dela e mexi com mais vontade. Que se dane, se não conseguia dormir, ia gozar com toda minha energia.

A Carol se agarrou a mim, ofegante com minhas investidas. Sim, ela gostava do estilo mais bruto. Senti os lábios dela contra meu pescoço, abafando os gritos enquanto nós dois gozávamos. Ela sorriu para mim. Hesitei. Será que era mesmo sexo sem compromisso? Tudo indicava que... Mais cedo ou mais tarde, a gente ia acabar namorando. E isso, se a Marta continuasse na espreita, poderia ser um problema.

A parte boa era que no dia seguinte, eu trabalhava em casa e a Carol viria depois do jantar, então a Marta não teria como nos observar nem teria chance de me abordar. Não se enganem: como já disse, ela era uma gostosa, e eu achava lisonjeiro o interesse dela. Mas sigilo nunca foi minha praia.

Antes da Carol chegar, comecei a preparar tudo. Minha casa tinha banheira, então decidi enchê-la para nós dois. Pensei que um par de velas aromáticas podia ser exagero, mas coloquei mesmo assim. Não demorou muito para ela chegar, e eu a recebi.

“Vejo que você caprichou”, ela disse, vendo a produção no banheiro. “Então, vamos tomar banho juntos?”

“É a intenção. Se você topar, claro.”

“Topo com gosto.”

Então nos despimos. Eu tinha deixado as toalhas perto da banheira para quando saíssemos. Aproveitei para admirar o corpo inteiro da Carol enquanto ela tirava a roupa. Nunca me cansava disso, ela era muito gostosa. Com cuidado entrei na banheira e estendi a mão para ela. Ela entrou comigo e eu me sentei, deixando que ela se acomodasse em cima de mim. Meu pau se encaixou entre as nádegas dela.

“Fazia anos que eu não tomava um banho desses”, ela suspirou. A água estava na temperatura perfeita. Ela levantou os braços, me convidando, então comecei a massagear os peitos dela.

“É, percebi que na casa de vocês tem um chuveiro”, lembrei.

“O dono reformou o apartamento, pelo visto”, ela explicou. “Por isso nossa sala é menor, ele construiu um quarto para o filho.”

“Entendi”, falei. Era verdade que as duas casas pareciam quase iguais, mas essas diferenças me chamavam a atenção. A parte boa era que meu quarto ficava justamente embaixo do da Carol, então não havia risco da Marta nos ouvir quando fazíamos na minha cama.

“Vejo que você não tá muito interessado no que eu tô contando”, disse a Carol entre suspiros. Imaginei que ela falou isso porque eu não parava de apalpar os peitos dela. Acariciei-os um pouco mais devagar.

“Desculpa”, eu disse. “É que eu gosto muito de você”

Falei quase sem pensar, mas ela não pareceu se incomodar com meu comentário.

“Eu também gosto de você. Mas você sabe que somos só amigos com benefícios, né?”

“Claro. E é isso que estou fazendo. Usufruindo do meu benefício”, respondi, e desci uma mão até a sua buceta. “Você gosta do que eu faço, Carol? Gosta de como eu faço?”

“Pensei que você me chamasse degata, brincou.

"Toma cuidado, gata", eu disse. "Não vai querer me provocar", meu dedo começou a estimular seu clitóris. "Vai?"

"Se te provocar me dá isso... eu vou provocar sim", disse Carol. "Aaaaah", reclamou quando apertei um daqueles mamilos que eu passaria o dia neles. "Seja mais gentil", ela pediu.

"Desculpa", falei, e masturbei ela um pouco mais devagar. "Posso te fazer uma pergunta?"

"Claro"

"Você não tem nenhum brinquedo?"

Eu tinha pensado nisso desde a primeira vez que vi a Marta se masturbando. Aquela putinha parecia ter o arsenal de uma sex shop inteira, e eu me perguntava se a Carol não teria algo para dar prazer a ela mesma quando não tivesse alguém como eu por perto.

"Sério mesmo que quer saber?"

"Não vou ficar com ciúmes de uma máquina", respondi.

"Eu tenho... um vibrador", ela disse enquanto meus dedos a penetravam. Acariciei seu clitóris de novo. "Daqueles modernos... controlo pelo celular."

"Que interessante", comentei. "E usa muito?"

"Antes usava..."

"Antes quando?"

"Antes de te conhecer", respondeu com um sorriso.

"Eu queria usar ele"

"O quê?"

"Que eu quero usar. Com você", expliquei. Acho que ela não tinha entendido direito. "Quero que você me passe o controle e deixe eu te dar prazer"

"Me dá... vergonha", ela falou. Estava ficando toda corada.

"Mais do que isso aqui?"

"Não fala", ela pediu. Estava ofegante e gemendo muito. "Por favor... preciso gozar"

Então masturbei ela com ainda mais vontade enquanto voltava a estimular seus mamilos com cuidado. Ela estava muito excitada. Gemia e suplicava, e consegui fazê-la gozar. Mesmo dentro da banheira cheia d'água, deu pra sentir como escorria. Provei o sabor da suagozadamas estava bem diluído com a água. Bom, não tinha problema por causa disso.

"Vou deixar você usar um dia", ela me prometeu. "Mas agora, eu quero seu pau"

Achei que íamos foder, mas não por enquanto. Ela pediu para eu sentar na borda da banheira, e eu sentei com as pernas abertas. Vê-la de quatro para mim na banheira era muito sexy, e ela começou a me chupar. Afastei um pouco o cabelo dela para ver melhor, e ela me olhou nos olhos. Ela gostava tanto quanto eu, ou até mais. Fiquei assim, acariciando sua cabeça com cuidado enquanto ela me dava prazer. Ela só soltou meu pau um pouco para chupar minhas bolas também, com muito cuidado. Senti seus dentes roçando e aquilo me deixou mais excitado.

"Você é viciante", ela disse. "Nunca me deixei levar tanto assim."

"Fico feliz", eu disse, e ela voltou a me chupar.

De repente, senti. Eu ia gozar. Mas não disse nada. Pensei em avisar, mas me deu tesão o que ela tinha dito: que era capaz de perceber. Se não fosse assim, eu avisaria de novo. Mas sim, ela acertou o momento em que gozei.

Infelizmente, minha carga foi maior que o normal. Ela se afastou, de modo que manchei seu rostinho com minha porra. Não só isso, percebi que tinha caído no cabelo dela e até nos peitos.

"Desculpa!", eu disse. "Perdão, perdão, perdão! Não foi minha intenção!"

"Calma", ela disse, em tom suave. "Acho que você gostou"

"Muito. Mas não queria te sujar"

"Foi minha culpa. Vi que você ia gozar, mas não esperava algo assim. Acho que estou melhorando"

"Não diga isso", eu disse. "Sério. Embora…" parei.

"Embora o quê?"

"Embora você fosse a pior chupadora do mundo, e não é, não me ocorreria criticar você. Você não tem obrigação de fazer isso, afinal"

"Eu sei. Por isso gosto de fazer com você. Você não é egoísta", ela disse. "Só quero te pedir uma coisa. Poderia me ajudar a me limpar?"

Não podia recusar. Com muito cuidado, primeiro a ajudei a sair da banheira e a envolvi na toalha grande. Agachados ao lado da banheira, primeiro limpei seu rosto e as Lavei seus peitos com uma esponja. Depois, inclinei a cabeça dela para trás, deixando o cabelo dela na água da banheira, e ajudei a tirar os restos de sêmen de lá.

“Obrigada”, ela disse. “Espero que isso não tenha cortado o clima. Ainda não te tive dentro de mim.”

Não consegui esperar nem chegar ao quarto. Enrolados nas toalhas, abri a dela e afastei suas pernas. Ela ainda estava apoiada na banheira e meu pau entrou de uma vez dentro dela. Ela se agarrou em mim enquanto eu a comia. Nos beijamos no sonho do meu banheiro enquanto eu bombeava seu interior com meus movimentos. Arranquei gritos de prazer dela, e ainda mais quando mordisquei seus peitos. Seus mamilos eram uma puta fraqueza.

“Vou gozar dentro de você, gata”, eu disse.

“Siiim, vai”, ela pediu. “Goza, goza em mim”

E eu gozei dentro dela. Mas ela não me soltou.

“Adoro como isso me faz sentir”, ela me disse.

“Fico feliz, porque pretendo continuar fazendo isso. E agora, acho que devíamos levantar”

“Acho que sim”

Fomos para o meu quarto, com ela agarrada em mim como um coala. Ainda estávamos pelados, e meu pau estava dentro dela de novo: quando eu me levantei, ela aproveitou para se encaixar. Cada passo que eu dava, eu entrava e saía dela, mas conseguimos chegar na minha cama antes de foder mais confortavelmente. Deitei ela na cama e abri suas pernas no ar para fazer com mais conforto. Ela se adaptava perfeitamente aos meus movimentos, e senti seus jatos escorrendo pelo meu pau antes de gozar de novo.

“Algum dia essa vontade vai diminuir?”, ela me perguntou enquanto se encolhia contra mim para dormir.

“Não sei. Tenho quase trinta anos e sempre tive vontade de sexo”, brinquei.

“Nossa, comigo também é assim. Mas se eu digo isso, tentam se aproveitar de mim”

“… Carol, se algum dia você achar que eu…”

“Se algum dia eu achar que você está se aproveitando de mim, vou cortar nossos encontros de boa. Não sofra, a gente se diverte muito”

E nós fomos dormir.

No dia seguinte, voltei ao apartamento dela. Depois de No jantar, havíamos combinado que também tínhamos direito de jantar por nossa conta, então naquela noite eu só subia para "cumprir meu dever de homem".

A porta foi aberta pela Marta, e me surpreendi ao vê-la. Ela estava de pijama de manga longa. Mas de perna curta.

"Pode entrar", disse ao me ver. Nem um pingo de desejo. Ninguém imaginaria que dois dias antes eu tinha chupado ela escondido na cozinha. Só havia uma pequena mudança. Ela não desviava o olhar. Era capaz de me encarar. "Ela disse que já está te esperando", me informou. "Eu vou pro meu quarto".

Tentei analisar a frase. Era um convite? Ela queria um segundo encontro escondido? Se ela e a Carol não fossem amigas, sem dúvida eu arriscaria vê-la depois de transar com minha loira. Mas não era o caso, então não ia correr um risco tão estúpido. Na verdade, naquela noite, por pior que estivesse, eu tinha decidido não sair do quarto. Nem pra beber água nem pra mijar.

"Oi, gostoso", cumprimentou a Carol quando entrei no quarto dela. Estava completamente pelada pra mim.

"Oi. Sentiu minha falta?"

"Não tem ideia"

Ela correu pra mim e quase arrancou minha roupa. Antes que eu percebesse, estava completamente pelado.

"Calma, calma, ansiosa. Te devo uma"

"Uma o quê?"

Ela entendeu rápido, porque eu a levantei nos braços e joguei na cama. Ela caiu de bruços, e na hora abri as pernas dela, enfiando minha cabeça no meio pra comer sua buceta. O gosto que ela tinha me agradava muito. Com meu dedo, me ajudei pra dar uma estimulada no clitóris dela, deixando-a louca de prazer. Ela se agarrava com força nos lençóis.

"Não é justoooooh", gemeu. "Você não me deixou me preparaaaaar"

"Aproveita, gata", eu disse. "Goza pra mim"

"Sim, sua gata vai gozaaaaar, continua assimmmm, bem aííííh", ela gemeu sem que minha língua desse um único momento de trégua. Consegui que ela gozasse completamente na minha boca. "Não acredito que você não sente nojo", comentou.

"Você também não parece sentir, né quando você me chupa", eu disse. "Adoro muito o seu gosto."

"Fico feliz", ela disse. "E agora, se prepare. Hoje é a minha vez de ficar por cima"

"Ah, é? E o que você planejou?", perguntei curioso.

Seguindo suas instruções, eu apenas deitei na cama de barriga para cima. Ela sentou em cima de mim, mas não de frente, e sim de lado. Deixou sua bucetinha deslizar sobre meu pau e começou a cavalgar daquela forma. Olhei para o espelho e pude contemplar seu corpo completamente nu enquanto ela estimulava os seios. Eu não conseguia me limitar só a olhar e comecei a acariciar sua bunda, me perguntando se um dia ela me permitiria fazê-la por trás.

"Você gosta?", ela perguntou. "Quer que eu acelere?"

"Também não quero que você se canse. Gosto assim", eu disse. "Você gosta de ficar por cima?"

"Gosto de tudo que a gente faz", ela respondeu. Tentei me virar para a porta, mas o corpo da Carol me impedia. No entanto, ela não estava vigiando. Ainda não sabia que a Marta tinha nos espiado enquanto transávamos. Ela só se preocupava em fazer meu pau entrar bem dentro dela até que eu gozasse, inundando seu interior.

"Foi incrível", eu disse enquanto ela se acomodava em cima de mim.

"Pois você ainda não viu tudo", ela disse.

Eu era um boneco naquele momento, nas mãos dela. Ela puxou minhas pernas até que elas ficaram penduradas na beirada da cama. Naquele momento, aproveitou para subir em cima de mim e sentou de costas para mim. Sua bucetinha engoliu meu pau, como se estivessem predestinados a se unir o tempo todo. Ela começou a cavalgar, mais rápido que da última vez.

"O que você tem por aqui?", ela perguntou enquanto acariciava minhas bolas.

"Você que sabe", brinquei, e ela continuou massageando sem diminuir o ritmo. Ela mantinha um bom ritmo de sobe e desce no meu falo. Da minha posição, eu podia ver perfeitamente sua bunda e o ponto onde nos uníamos. Isso me deixava muito excitado. E ela também estava, e nós gozamos juntos naquela noite. Me levantei rapidamente e aproveitei para dar uma olhada na porta. Estava fechada. Ou ela não tinha nos espiado… ou disfarçou melhor.

À noite, algo me acordou. Eu estava deitado de barriga para cima, e Carol tinha deslizado devagarzinho pelo meu corpo e aterrissado de bruços no colchão. Olhei para a janela e consegui ver Marta. Ela estava completamente quieta. Mas não havia silêncio no quarto. Dava pra ouvir alguma coisa. Foi aí que percebi. Ela estava se masturbando enquanto assistia.

Mesmo que eu a encarasse, ela não parecia notar que eu tinha flagrado ela. Toda a atenção dela estava no meu torso nu. Especialmente concentrada no meu pau, imaginei. E aquilo fez ele ficar ainda mais duro. Vi ela passar a língua nos lábios. Provavelmente, estava pensando naquela noite na cozinha. Sorri pra ela, mas ela me ignorou e continuou enfiando os dedos. Só soltou um gemido audível no final, quando terminou.

Fechei os olhos por um instante e quando os abri de novo, ela tinha ido embora. Olhei pra porta, mas estava completamente fechada. Será que eu tinha sonhado? Pareceu muito real, mas a gente não teve contato pra ter certeza.

A surpresa veio no dia seguinte. Eu tinha ido pra minha casa trabalhar de novo. E me despedi de Carol de manhã com a maior normalidade. A surpresa foi que ela me mandou uma mensagem no celular, pedindo pra eu subir pra vê-la.

Estranhei, já que normalmente ela não precisava me chamar. Mas fui lá. Marta me abriu a porta.

“Vem”, ela disse ao me ver. Nem um comentário, nada denunciava o que ela tinha visto na noite anterior. “Ela tá no quarto”.

Segui Marta, mesmo conhecendo bem a casa pra não precisar de guia. Era estranho, Carol tinha a persiana abaixada. E ela não parecia muito bem. Marta nos deixou sozinhos.

“Carol! O que foi que aconteceu?”, perguntei.

“Vem cá, por favor”, sussurrou. “Fica tranquilo, não é contagioso”

“Você tá bem?”

“Não. Desceu a menstruação”, ela me disse. Parecia envergonhada por uma coisa dessas. “É horrível. Invejo vocês que não sofrem com isso”, disse com um sorriso.

“Caralho. É tão ruim assim?”

“É, pra Amor, os dois primeiros dias são os piores", ela me disse. "Minha barriga dói demais... Desculpa, vamos ter que adiar um pouco nossos encontros", disse com um sorriso constrangido.

"Não se preocupa com isso", eu falei. Por algum motivo, dei um beijo na testa dela. "Você se recupera."

"Obrigada", ela respondeu.

"Precisa de alguma coisa? Quer que eu prepare algum jantar ou...?"

"Não, não, não precisa. A Marta vai fazer uma sopa pro jantar"

"Eu posso cuidar disso"

"Não! Sério, não precisa"

"Como quiser. Se mudar de ideia, me avisa"

"Eu te mando mensagem. Agora só preciso ficar sozinha", disse se enrolando no cobertor. "É como fico melhor nesses dias. Um pouco de TV e dormir"

"Tá bom. Descansa então"

Me levantei e saí de lá. Pensei em ir embora da casa, mas achei falta de educação não avisar a Marta. Olhei na sala, mas ela não estava. Nem na cozinha. Nem no quarto dela, que estava com a porta aberta. Porra, ela nem se deu ao trabalho de guardar o dildo. Bom, ela era livre pra usar se quisesse. Então só podia estar no...

"Marta?", chamei, indo até o banheiro.

"Diga"

"Vou indo"

"Entra"

"O quê?"

"Entra", ela repetiu.

Com um certo medo, abri a porta e entrei. Não acreditei no que vi. A Marta tinha tomado banho enquanto eu conversava com a Carol e agora estava lá, se cobrindo com um roupão. Ou seja, deu tempo de ver o corpo todo molhadinho dela enquanto ela vestia.

"Como ela está?"

"Ah, bom, ela disse que vai ficar sozinha"

"É, eu conheço ela. Coitadinha", disse. A voz dela realmente parecia de pena naquele momento. "Ela sempre sofre nos primeiros dias da menstruação."

"Ela já me contou... Também me disse pra ir embora, que não precisa de nada. Se ela precisar de alguma coisa, você cuida?"

"Claro", me respondeu enquanto saía do box.

"Perfeito. Mas se precisar de ajuda com alguma coisa, ou que eu faça o jantar pra vocês, me fala, sério, sem problema"

"Agradeço"

"Tá, então vou indo..."

Acho que a Marta quase disse alguma coisa, mas ela se calou. Eu não queria continuar interrompendo a intimidade dela. Embora, na real, tivesse um monte de perguntas pra fazer. Sobre o boquete escondido, sobre ela ter espiado eu e a Carol transando, e se ontem à noite ela tinha mesmo se masturbado me olhando ou se tinha sonhado. E talvez ela até tivesse respondido, porque parecia na expectativa, mas eu não disse nada e vazei.

Pelo resto da tarde não mandei muita mensagem pra Carol. Não queria encher o saco, nem bancar o namoradinho ou coisa do tipo. Só mandei uma mensagem na hora do jantar.Como você tá?”, e ela respondeu com um “Bem, obrigadoSó um tempinho depois ele me mandou outra mensagem.Boa noiteAchei que ela tinha ido dormir, então pensei que não tinha mais nada pra fazer acordado naquela noite, e fui me deitar. Mas quando saí no corredor, ouvi a porta. Não era a campainha. Alguém estava batendo. Fui ver quem era.

“Marta.”

“Oi. A Carol dormiu”, ela me informou.

“Perfeito. Precisava de alguma coisa?”

“Sim.”

E me beijou. Fechou a porta atrás de si e se agarrou em mim. Demorei um pouco pra conseguir reagir.

“O que você tá fazendo?”

“Você me perguntou se eu precisava de alguma coisa. Preciso de sexo”, ela respondeu.

“Por quê?”

“Porque dá muito prazer?”

“Quero dizer. Por que comigo”, eu disse confuso.

“Porque você também precisa hoje à noite, não é? E tenho certeza de que você faz muito bem”, ela respondeu.

Antes que eu percebesse, estávamos nos beijando de novo. Ela parecia totalmente diferente naquele momento. Era quente, próxima, e seus lábios tinham um gosto delicioso. Chegamos no meu quarto e caímos na cama. Marta parecia completamente solta naquela noite. Senti sua boca beijando cada parte de mim que encontrava enquanto arrancava minha roupa.

“Não me surpreende que a Carol esteja doidinha por você”, ela sussurrou enquanto lambia minha barriga.

“Porra, Marta… Se eu soubesse…”

“O quê? Você teria me fodido? Claro que não. Sei que você não gosta muito de mim.”

“É você que fica me olhando torto o tempo todo!”

“Ei, vamos discutir ou vamos foder?”, ela perguntou ansiosa enquanto abaixava minhas calças.

Pois é claro que íamos foder. Me impus sobre ela e a prendi debaixo do meu corpo. Tirei o moletom dela. Essa putinha tinha tudo preparado, porque não estava usando sutiã. Melhor pra mim. Provei finalmente o gosto dos seus peitos. E ela gemeu, sem se conter. Ela gostou, claro que sim. E enquanto descia pelo corpo dela, desabotoei a calça.

“O que você tem aqui?”, perguntei acariciando por cima da calcinha.

“Come isso”, ela pediu. “Por favor… preciso da sua língua aí…”

“Claro”, eu disse, e puxei a calcinha dela. Voou e se perdeu por aí, mas eu já estava comendo a bucetinha dela. Era uma delícia. Quase diria que melhor que a da Carol. Mas naquele momento não podia pensar na loirinha que estava sofrendo com a cólica, e sim naquela deusa que escondia o quanto era gostosa e naquele momento me desejava.

“Um pouco mais pra cima…” ela pediu. “Aí, aí é o lugar… Como eu gostoooooh”, ela gemeu.

“Aproveita, Marta”, eu disse. “Vou fazer você gozar”

“Sim, eu sinto… Vou gozaaar” ela suspirou, descontrolada. Estava fora de si. Levantei as mãos para apalpar seus peitos e consegui fazê-la gozar. O jato dela não era muito abundante, mas mesmo assim boa parte caiu no canto da minha boca. “Obrigaaaaada”

“E agora”, eu disse enquanto a puxava para perto de mim, “te espera o melhor”

“Você vai me foder”, ela disse. Não era uma pergunta.

“Sim”

“Só te peço… que não seja muito bruto”

“Bruto?”

“Você me viu me masturbar… Faz com calma, por favor…”

E mesmo que meu corpo estivesse implorando para abrir suas pernas e meter com força, me contive. Me coloquei suavemente entre suas pernas, e meu pau abriu caminho na sua bucetinha. Devagar, como ela pedia. Isso, isso. Mesmo assim senti que ela se agarrava nos lençóis. Ela fechou os olhos e arqueou as costas.

“Sim… sim… assim…”, ela gemia.

“Você gosta?”, perguntei. Na verdade, achei sua bucetinha bem apertada e isso me excitou muito. “Diz que você gosta, Marta”

“Eu gosto… muito… continua assim, por favor… Me toca, toca tudo o que quiser”, ela ofereceu, e eu aproveitei para massagear seu corpo de deusa. Especialmente seus peitos, que me deixavam louco. Brinquei com seus mamilos e os provei de novo. Apertei com os dentes fazendo-a gemer mais. “Você vai me deixar louca”

E ela me beijou de novo. Era estranho. Praticamente, a noite e o dia comparado com a Carol, que era luxuriosa e passional. Marta, por outro lado, era praticamente inocência (ignorando seus ataques em nós) e gostava de sexo suave.

“Comigo… você também pode gozar dentro”, ela me disse. “Quero sentir você fazendo isso”

E eu gozei como um condenado dentro dela. Naquele Na hora, não pensei nas possíveis consequências. Simplesmente fiz, enchendo seu interior com minha porra. Quando me afastei dela, pude ver umas gotinhas escorrendo da sua bucetinha.

“Foi incrível”, ela disse.

Eu estava um pouco cansado e confuso com a situação. Tinha muita coisa que queria perguntar, mas estava caindo no sono. Senti que ela adormecia ao meu lado.

Porém, quando acordei no dia seguinte, ela tinha ido embora. Não havia nenhuma prova de que tinha ficado comigo naquela noite.CONTINUA


PRÓXIMO CAP:CAPÍTULO 4

MEUS OUTROS CONTOS

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Tarde proibida com a irmãzinha||(Outra) tarde proibida com a irmãzinha||Minha mãe saiu no fim de semana...||Praia com a irmã||Depois de um susto noturno||Como se desestressar na pandemia

Férias com meus primos (gozou)
Capítulo 1||Capítulo 2||Capítulo 3||Capítulo 4||Capítulo 5||Capítulo 6||Capítulo 7||Capítulo 8||Capítulo 9||Capítulo 10||Capítulo 11||Capítulo 12||Capítulo 13||Chapter 14||Capítulo 15||Capítulo 16||Capítulo 17||Capítulo 18||Dezenove anos com minhas primas

Sara, namorada trans (finalizado)
Autoexperimentando||Fantasía: trocando de papel com minha namorada||Recebi ajuda da minha amiga especial||Menage com um casal de amigos||Massagem com final mais que feliz||Às ordens da minha amiga trans||Polvo com minha ex… e minha namorada||Vestido para minha namorada (trans)||Viciado em pau transsexual||Quarteto bissexual (ou algo parecido)||Fim de semana com os amigos (I)||Fim de semana com os amigos (II)||Ajudando uma amiga||Não esperava por isso, mas curti demais.

A amiga da minha filha (continuando)

A amiga da minha filha se declarou pra mim||A escolha da amiga da minha filha||Trio proibido||Reconciliação tabu||A namorada da minha filha||Reconciliação

Confissões dos meus amigos (gozou)
Confissões dela||Confissões dele||Noite de putaria||Tudo confessado

Coleção de contos curtos
A garota do trem||Por um erro||Me pediram um favor||Fantasias dela, fantasias dos dois||Duas gerações||Férias no hotel||Três não é demais, quatro é prazer||A estagiária||A garçonete do prédio onde eu moro||A convidada

6 comentários - Duas Novas Vizinhinhas (3)

Excelente .me pregunté a q horas despertó Martha
En el próximo cap te lo cuento 😉
Muy buena la saga!!! Van mis 10 y espero próximo capítulo
Gracias, lo tendré pronto!
Excelente! 10 puntos y espero los siguientes capítulos!
Gracias, pronto habrá más!