Minha cunhada gostosa

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 Passaram-se alguns dias desde que minha esposa me contou como a Paula largou o namorado. Não consegui pensar em outra coisa e tive dificuldade de me concentrar nas minhas tarefas, simplesmente flutuava numa nuvem de erotismo que não me deixava enxergar mais nada. A Paula tinha me dito que queria repetir, mas não tinha feito nada pra marcar um encontro. Mesmo assim, fico sabendo que ela terminou com o "namorado", o que me deixou muito feliz. Embora a coisa não fosse tão séria assim, pelo que minha esposa disse. Mais de uma manhã eu me masturbei pensando nela chegando e me atacando sexualmente como da primeira vez. Eu a desejava, mas tinha outra coisa que me segurava. Ela largou o namorado, e antes disso me disse que queria repetir. E se a minha cunhada estivesse se apaixonando por mim? Isso só podia acabar de um jeito, muito mal. Com divórcio e ruptura familiar a caminho. Como se não bastasse esse medo, eu estava conversando com uma colega de trabalho, com quem tenho uma relação de confiança muito íntima, mas sem sentir atração sexual, embora a gente se aprofunde em assuntos íntimos. Uma vez surgiu o assunto de ter amante ou ter uma relação só de sexo.
—Sabe quantas vezes eu prometi pra mim mesma que com «aquele» ali não ia rolar nada? Que era só sexo, que eu não sentia nada. Não importa o que você planeje, no final você acaba se enrolando com o cara.
Minha amante, meu fio, minha foda. Só de falar "meu algo" já estamos sendo possessivos, por isso minha parceira explicava como é que sempre começava a sentir algo a mais, primeiro por ciúmes ou medo de perder aquele prazer. Depois por costume. Embora também tenha garantido que a maioria dessas relações não vinga.
Tentei esquecer tudo e deixar que eu e a Paula ficássemos só na vontade. Durante todo esse tempo, contei minha história, pelo menos a primeira parte, e escrevi essa segunda que vocês já devem ter lido, suponho. Entrei em vários sites na internet, procurando, sei lá o quê. Passou um mês. Preciso esclarecer pra quem tá lendo que com minha esposa não temos uma intimidade ruim, muito pelo contrário. Ela é um pouco fechada, quase que às vezes jura que virou "meio virgem", por mais ilógico que pareça, se a gente não transa há alguns dias. Ela sente um pouco de dor com a brusquidão, por isso não fazemos com força, pelo menos no começo. Com a Vero, a gente fantasia e encena. A enfermeira, a escrava, a puta, sexo a gente tem toda semana, com ou sem fantasias. Isso depende do humor do dia e do que nos dá vontade. Não é falta de paixão, é que simplesmente isso aconteceu e agora não quero largar. Sem ir muito longe, faz dois domingos, minha esposa me acordou chupando minha pica. Depois a gente acabou transando com a mesma paixão de sempre. Não é falta de amor pela minha mulher, mas tem algo a mais dentro de mim. Antes que vire uma obsessão, queria cortar isso de vez. Mas a Paula é muito mais selvagem, não tem problema em fazer com força ou mais violento. Pelo menos, nas vezes que gozei furiosamente dentro dela, não me segurei e ela não reclamou nada. A Verônica sofre com escapes no dia seguinte, se a gente transou forte ou se enfiei muito fundo. Dependendo da posição, ela sente mais do que em outras. Com minha cunhada, tive três posições e ela pareceu gozar muito em todas. Uns dias atrás, a gente se encontrou num churrasco de família na casa onde ela mora, na periferia da capital federal. Não consegui falar com ela a sós, e a Paula também não procurou. Mas nossos olhares se cruzaram várias vezes e percebi que tinha algo pendente entre a gente. Uma conversa que ficou devendo.
Como eu disse, passou um mês, aquele churrasco, muitos tormentos mentais e várias notícias de família, tipo o término com o namorado. A Vero ia passar uns dias na casa dos meus sogros, que moram a alguns quilômetros daqui, aproveitando uns dias de folga que ela tinha no trabalho. Eu não podia ir, mesmo geralmente acompanhando ela. Justo naquela semana ia ter muito trampo. Ela foi na quinta (ontem, na hora que tô escrevendo isso) e volta domingo à noite/fim de tarde. Tava no trampo na sexta, quando recebi uma ligação da Paula. Assim que reconheci o número do celular, tremi. Já desconfiava do que vinha.
—Oi. —ela me disse.
—Oi, Paula. Do que você precisava? — me fazendo de desentendido.
—Quero te ver. Precisamos ser discretos. Não quero machucar minha irmã. Apesar do quanto me irritam as atitudes dela e da raiva que me dá às vezes.
Não fazia ideia do que exatamente ela queria dizer, mas aceitei minha própria teoria sobre as típicas brigas de irmã. Os temperamentos delas são bem diferentes e, por isso, muitas vezes se estranham. Minha cunhada é uma gostosa muito exigente, a ponto de ser bem mimada. Isso podia virar contra mim. Por isso, é necessário redobrar os cuidados e pisar em ovos.
Não consegui controlar a ansiedade desde que desliguei o telefone, hoje à noite tudo se define. Pelo tom dela, não consigo entender se quer continuar com essa putaria ou se só quer conversar, pra não seguir em frente. Não sei qual das opções me faz tremer mais. Isso afetou minha concentração, só por garantia, comprei um vinho bom, arrumei a casa. Tô preparado pra tudo.

Naquele domingo ao meio-dia, era ilógico alguém baixar as persianas e fechar as cortinas com o calor do verão. Mas eu me dediquei a fazer isso, precisava escurecer o apartamento, minha casa. Paula estava amarrada e vendada, sentada na beira da cama. A fantasia dela era praticar bondage, o que a irmã dela tinha contado. Em parte, me irritou que minha mulher estivesse contando essas intimidades, mas não podia fazer nada além de aproveitar a situação. Minha cunhada estava curiosa pra saber como era ser amarrada e submissa. Embora a princípio eu tenha recusado, a tentação de realizar a fantasia falou mais alto. Disse que só fazia isso com alguém que tivesse total confiança em mim, que soubesse que nada do que eu dissesse era sério. Ela podia levar pro pessoal, meus insultos humilhantes enquanto a mantinha amarrada. Minha abordagem sobre o bondage é que o submisso entrega o controle completamente, então precisa existir uma confiança muito forte pra que esse jogo não estrague a relação real. Talvez não seja o que muitos entendem como se faz esse tipo de prática, mas é minha forma particular e pessoal de conduzir. Fiz assim com as mulheres com quem estive e com minha mulher sempre fizemos desse jeito desde o início. Por sermos casados e termos uma vida sexual mais longa, é muito mais fácil criar essa confiança. Com minha cunhada Paula era mais complicado, já que as duas vezes anteriores não foram grande experiência. Mas era agora ou nunca, conforme o que ela tinha prometido, esse era nosso fim de semana. Depois disso, nunca mais. Avisei que, uma vez iniciado o jogo de papéis, não tinha volta. Nem arrependimento, eu não ia parar até gozar na buceta dela, esse era o final. Ela não sabia que antes disso, muitas coisas aconteceriam. Coloquei um filme pornô no DVD do quarto, um onde a Judith Fox é comida por dois caras. A cena começa tranquila, mas termina com a atriz pornô gemendo como se estivesse sufocada. Eu deixava que Minha cunhada ia ouvir e eu nem chegava perto. Ela ficava parada e me chamava, mas eu não respondia. Ela tentou se levantar e eu empurrei ela de volta na cama, deixando ela deitada.
—Fica aí quietinha.—
Ela não respondeu e ficou parada, tava assustada com a desorientação de cair e não ver onde tava caindo. Mesmo sabendo que tava perto da cama. O filme continuava, ficando mais barulhento e pesado. Paula não entendia pra que o som de fundo. O pornô não só deixava ela no clima e desnorteava, também abafava o barulho dos meus passos pelo quarto. Ela ouvia uns ruídos e se mexia no lugar. Os pés estavam juntos pelos calcanhares, as mãos nas costas algemadas. Nos olhos, tinha uma daquelas vendas de dormir, tipo as que usam em avião. Venda que ela mesma comprou há um tempo, reclamando que no nosso quarto entrava muita luz. Ironicamente, usada de outro jeito dessa vez.
Fui até o criado-mudo e abri a gaveta, o que fez ela se assustar. Lá guardo o anel vibratório. É um anel de borracha, com um aparelhinho que vibra em formato de ovo, com um fio que dá energia. O anel encaixa no aparelho e gera vibração, ou dá pra usar sozinho. Abri as pernas dela bruscamente, e Paula se surpreendeu.
—Então quer ser minha putinha? Tá afim de provar como é ser minha escrava?—
Ela concordou, hesitante e em silêncio, mesmo podendo falar. Continuei naquele tom de repreensão sádica.
—Já tive putas melhores na minha cama. Não umas pirralhas mimadas como você. O que você precisa é de uns bons tapas pra passar esses caprichinhos.—
Na hora, dei um tapa forte na perna dela, o mais perto da bunda que consegui, mesmo ela estando sentada. Ela ficou surpresa, nos gestos dava pra ver que tava com medo. Virei ela de lado pra ver a bunda. Ela quis reclamar, e eu peguei um lenço da gaveta e enfiei na boca dela todo amassado.
—Incomoda? Melhor. Aqui vou tirar todas essas frescuras de criança— Os caprichinhos. Você vai fazer o que eu mandar. Abre as pernas.
Ela se recusou e por isso levou outra palmada, dessa vez bem na bunda e um pouco mais forte que a anterior.
— Abre as pernas, eu disse — repeti mais enfaticamente.
Ela obedeceu. Estava cedendo, entrando no jogo, coisa rara na minha cunhada. Paula é a clássica garota rebelde, eterna reclamação da minha sogra. Nada a ver com a filha mais velha, minha mulher.
Ao abrir as pernas, peguei a calcinha dela e quase arranquei junto com os poucos pelos que tinha. Tinham crescido desde a última vez. Passei um dedo na sua rachinha, molhado antes na minha boca. Ela se agitou.
— Não depila mais? Gosto lisinha, não com bigode — falei, zoando debochado.
Ela quis responder e tirei o lenço pra ela me responder.
— Dói muito, por isso não faço mais.
Tampei a boca dela de novo com o lenço.
— Você é uma fraca, vou te mostrar o que é dor.
Ela reclamou com a mordaça, um típico “mmmm” e nada mais. Tava ficando com medo de como eu me transformei nesse papel. Coloquei uma perna dela em triângulo e a outra esticada. Fui brincando com a boceta dela, lambendo bem pouco, cutucando sem pudor. Até que os gemidos dela indicaram que pedia por um cunnilingus. Lambi com vontade e devagar, percorrendo com a língua a vulva inteira, apertando a virilha dela com a mão. Os gemidos abafados me diziam que ela tava curtindo muito. Num momento, parei e fui embora, ela protestou amordaçada.
— Espera um pouco, o que você pensa?
Fiz ela esperar um bom tempo. Tava de mal humor já. Voltei a fazer um cunnilingus, mas agora adicionei o aparelhinho. Primeiro ela não respondeu, o mal humor dominava, mas quando adicionei o aparelho, ela estremeceu. A borracha fazia vibrar a virilha inteira e ela se arqueava como se tivesse convulsões. Num momento, conseguiu cuspir o lenço.
— Me fode, me fode de uma vez.
— Tá me implorando, puta? Quer que eu te coma?
— Sim, me dá o pau.
— Não vou te foder. Então não se iluda.
Mentira. Eu tava morrendo de vontade de comer ela, mesmo já tendo transado o fim de semana inteiro, ela conseguia me deixar com tesão de novo rapidinho.
— Por favor, quero seu pau — ela implorou com uma voz manhosa.
— Ah, é? Quer pau? Toma pau.
Falando isso, me ajeitei pra enfiar na boca dela e calar ela de novo. Ela tentou resistir, mas forcei ela a aguentar. Brinquei do meu jeito, até testando até onde ela conseguia engolir. Fiz ela engasgar várias vezes. Ela tentou explicar que não era pra ir tão fundo, mas não deixei ela falar.
— Queria ser minha escrava na cama, agora vai ver como eu trato as vadias gostosas como você.
No fundo, esperava que ela não levasse nada do que eu disse a sério, mas como era a última vez, pouco me importava. Me virei e enfiei de novo na boca dela, como se fosse um 69. Enquanto isso, com minha língua e o vibrador, continuei. Quando senti que ia gozar, me ajeitei e parei um pouco com o vibrador. Não aguentava mais, meu pau entrava e saía da boca dela no meu comando. Eu guiava ela pela nuca. Hesitei em gozar dentro, mas decidi que, como despedida, podia me dar todos os luxos. Ela engasgou e tentou se soltar, cuspindo tudo em cima de mim, sujando até a venda que ela tava usando.
— Na boca não. Eu queria… — ela começou a falar, mas eu interrompi, segurando o queixo dela com força.
— Eu faço o que eu quero, por isso sou o dono aqui. Se não queria ser tratada como uma vadia, não tinha se deixado amarrar. Entendeu, vadia? Você faz o que eu mando. Agora vamos continuar.
Enfiei o lenço de novo na boca dela. Desliguei o filme que tinha passado sem a gente prestar atenção. Prendi a mordaça com fita pra ela não tirar. Continuei com o vibrador, dessa vez sem a borracha, enquanto esperava meu pau se recuperar. Estimulei ela por um tempo e passei as mãos pra frente, mesmo ela ainda estando algemada. Assim que soltei uma mão dela, ela tentou tirar a mordaça. Dei um tapa na bunda dela por isso. O vibrador pequeno tava em cima da buceta dela e fui enfiando ele dentro. Quando sentiu ele vibrar no Por dentro, ela gritou abafada e começou a chorar, as lágrimas escorrendo. Era a sobrecarga de emoções, de prazer e de estímulos que a dominava. Ela estava no limite do prazer, quando já é demais e começa a doer. O momento em que toda sensação vira ruído branco.

— Sei que você quer que isso acabe. Mas não vou tirar, você vai ter que fazer isso sozinha. —

Ela me olhou surpresa, sem entender.

— Vai praticando, como se fosse dar à luz, tira pra fora. —

Eu sabia o suficiente de anatomia feminina pra entender que ela conseguia expulsar contraindo os músculos da buceta. Pela mordaça, dava pra distinguir os xingamentos que minha cunhada me mandava.

— Você vai ter que fazer, vamos, vai. Quero ver como você faz. Sei que consegue. —

Isso foi maldade, eu sabia que a mina não tinha muita noção dos músculos internos dela, mal sabia como era levar uma piroca, pouco ia saber sobre usar essas partes do corpo dela pra maximizar o prazer. Esses músculos, chamados pubococcígeos, rodeiam toda aquela área da pelve. São os que um homem mexe inconscientemente quando fica duro. E as mulheres, algumas, não sei se todas, usam quando apertam o pau dentro da buceta. Existem uns exercícios, mas pra isso precisa identificar quais são. Quase certeza que minha cunhada ignorava isso e o que eu forcei ela a fazer foi um aprendizado sem anestesia. Ela se agitou e se sacudiu, então amarrei a corrente das algemas nas mãos dela na cabeceira da cama, usando um lenço de pescoço.

— Se você tirar puxando, vou enfiar mais fundo e você vai ter que começar de novo. —

Ela gritou, ainda amordaçada. O suor cobria ela toda. Ela se tensionou várias vezes, juntando forças e empurrando de novo. Na real, era algo diferente de dar à luz, mas ela foi mexendo os músculos da barriga e do fundo da buceta pra tirar. Tava parindo, mas metaforicamente falando. O vibrador desconcentrava ela, eu sei. Aumentei a intensidade quando ela tava quase tirando e ela parou, sem poder se mexer. Ela começou a chorar e eu tirei a mordaça.
– Por favor, não aguento mais, tira isso de mim. Te imploro. –
– Eu te falei, você quis isso, agora aguenta até o fim. –
– Quero que você me coma, não aguento mais. –
A putaria falava, dominava ela por completo, ela se jogaria pela janela se dissessem que com isso acabava aquele prazer tão doloroso de tão intenso.
– Se você tirar, vou te dar a foda da sua vida. –
Ao dizer isso, olhei fixamente e de perto. Paula juntou forças de não sei onde e empurrou como pôde até terminar de “parir” o aparelhinho.
Exausta e balbuciando, implorou para ser saciada.
– Me come, por favor, não aguento mais. Filho da puta, você é um filho da puta. Me come. –
Ela repetia mais ou menos isso até eu me acomodar em cima e penetrar ela. Ela sentiu a entrada e ficou com um grito preso na boca, a boca aberta dela me fez desejar ter um pau a mais para enfiar naquele exato instante. Comecei uma bombada lenta pra ver como ela reagia, já que devia estar hipersensível. Mas logo descobri que ela estava hiperdescontrolada.
– Mete forte, filho da puta, me dá teu pau. –
Comecei a bombar como se tivesse raiva e batesse dentro dela com o pau. Ela gritou como nunca, eu deixei, tava tão tarado que não ligava pra quem ouvisse. Quase parecia que chorava quando não dava urros de prazer, que quase me deixavam surdo. De vez em quando repetia como ladainha que queria mais ou que tava gostando. Eu revolvi dentro dela.
– Cê gosta do meu pau, gostosa? –
– Sim, não tira, me dá, meu amor. –
No frenesi não prestei atenção, mas aquele “meu amor” me assustou por dias. Não era hora de pensar, só depois, olhando pra trás, percebi esse comentário e outros parecidos.
– Não tira mais, me dá teu pau sempre. –
Apesar do que a gente tinha dito e das atitudes dela comigo, naquele momento acho que falava a loucura do desejo. Ela gemia, ficava sem ar, enquanto eu entrava e saía sem piedade. A cama mexia, as mãos dela continuavam amarradas acima da cabeça. Eu me me apoiava nos cotovelos, que estavam erguidos para agarrá-la e revirar o interior dela. A língua dela me procurava, mas logo parava para gemer, como se perdesse a concentração. Essa foi a melhor foda que a gente já teve. Meu corpo não aguentava mais. Gozei furiosamente nela e ela gozou mais de uma vez, quando ela disse que tava bem e que não aguentava mais, me senti aliviado. Depois dessa trepada furiosa, não sabia se ia conseguir continuar até fazer ela gozar. Segundo ela, perdeu a conta de quantas vezes gozou, então acho que, de tanta paixão, teve um orgasmo múltiplo.

Como prometi, soltei ela e tirei a venda. Ela não pareceu irritada com o jeito que tratei ela, pareceu entender que era tudo parte do jogo. Mas acho que se sentir dominada não fez tão bem pro ego dela, como ela deixou transparecer depois na conversa.

— Você é um doentinho. — ela disse meio brincando, ainda ofegante.

A gente se recompos e relaxou, mas não teve mais sexo. Paula tomou banho e se vestiu sem dar sinais de que ia ficar ou continuar. Quando já eram quase três e meia, ela disse como se fosse um ultimato, com uma crueza simples.

— Vou embora.

Tentei convencê-la a não se apressar, mas nós dois sabíamos que ela tinha razão. Minha mulher chegaria em poucas horas e a casa cheirava a sexo e traição. A gente se beijou desesperadamente e ela foi embora. Acompanhei ela até a porta da rua pra garantir que ninguém a visse saindo. Acho que ninguém viu. Fiquei com uma sensação de vazio enquanto arrumava tudo. Mas depois, lembrar do fim de semana de sexo interminável e tão espetacular com uma garota gostosa e safada me fez sorrir. A despedida da Paula teve uma certa sensação de fim, como quando a gente se despede de uma ex ao se separar pra sempre. Mas nesse caso, tinha algumas diferenças. A gente vai ver.

Pra continuar essa história, acho que vou ter que montar outro ciclo de relatos, em dobro. Continuar com "Paula, minha cunhada" e, por outro lado, o que a gente fez naquela noite que a Verônica voltou da casa dos pais. Uma enfermeirinha. Muito gostosa, quis me revistar por inteiro. Como se diz normalmente, essa já é outra história.


6 comentários - Minha cunhada gostosa

Me da la sensacion que te vengaste de tu cuñada haciendole todas esas cosas. Y tu cuñada me parece que le encanto. Y va por mas de parte de ella, vas a tener mas encuentro con ella.Van puntos
Muy buen relato, veremos como sigue...
La enfermerita promete..
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