Olá, bom dia! Hoje trago pra vocês um conto da poringa girl @beatryssuma puta completa que me contou dessa aventura que ela teve e agora a gente traz pra vocês em relato com algumas fotos dela.
Fiquem à vontade que a gente começa.

Hoje vou contar pra vocês como passei de uma simples babá pra puta daquela família.
Primeiro, pra quem não me conhece, tenho uns 35 anos, peitos médios e uma bunda boa (é o que os homens mais olham em mim).
Minha experiência sexual começou aos 14 anos, e a partir daí já encarei o sexo como algo essencial na minha vida.
Mas bem, voltando ao que interessa, eu tava trabalhando numa casa já há vários anos cuidando de um moleque que tinha uns 8 anos. Com o passar do tempo e a confiança que eles tinham em mim, eu usava a piscina que tinha na casa. E uma vez, o avô do menino ficava me falando umas coisas, tipo "que corpo gostoso você tem" e "que bunda linda você tem". Mas nem fodendo que eu ia ficar com o avô do moleque, mesmo que tivesse muito necessitada de sexo. Até que me dava uma graça e levantava meu astral.

Já o pequeno (Carlos) teria naquela época uns 13 anos e, bom, eu muitas vezes trocava de roupa quando ele chegava ou colocava o biquíni pra usar a piscina, muitas vezes deixava a porta do quarto um pouco aberta sem pensar em nada de mal que pudesse acontecer, afinal estava eu sozinha com o Carlos. Muitas vezes usava camisetas largas e um pouco decotadas sem sutiã e me sentia muito à vontade assim.
Um dia, quando eu estava me trocando, percebi que o Carlos estava olhando pela porta entreaberta. Não sei se ele percebeu que eu vi e ficou paralisado, ou se estava tão vidrado me vendo pelada que não conseguiu sair. Mas pensei: "Bom, ele já está na idade da curiosidade", e não dei muita importância. Mas me dava um tesão saber que, possivelmente, as primeiras punhetas do Carlos foram pensando em mim.

E aí eu já deixava a porta totalmente aberta e ele passava, eu sabia que ele tava ali mas não falava nada. Depois, o Carlos sempre me ligava pra perguntar qualquer besteira, até sem sentido, imagino que pra ter a desculpa de passar e me ver pelada ou de lingerie. E eu, então, falava pra ele entrar sem problema nenhum.
Um dia resolvi começar a provocar ele e chamei ele. Comecei a tirar tudo, me inclinei deixando minha raba na altura do rosto dele, só com uma micro fio dental que mal cobria minha bunda e quase nada da minha buceta. Quando me virei, já tava na cara que o coitado tava com o pau todo duro e não conseguia esconder.
E aí perguntei pra ela se nunca tinha visto mulher pelada, e ela disse que sim, de umas revistas que o pai dela guardava.
Perguntei pra ela o que fazia quando via aquelas revistas e ela ficou toda vermelha sem saber o que me dizer. Peguei na mão dela e sentei do lado só de fio dental, falei: "Já bateu umas punhetas vendo essas revistas?" E pra deixar ela à vontade, completei: "Tudo bem, é normal na sua idade, pode me falar com toda confiança, vai ser nosso segredo.
Na hora ela me disse que sim, mas que ficava com vergonha de mim. Falei pra ela não ter vergonha, que até eu fazia isso às vezes (quase todo dia que não comia ninguém).
Eu falei: "vamos fazer um trato, eu te ajudo a bater uma, mas você não pode falar nada." A cara de felicidade não cabia no rosto dela. Sem dizer nada, só balançando a cabeça, ela aceitou o trato. Ela tirou a rola pra fora — pensei que fosse menor, mas na verdade tinha um tamanho bom. Comecei a bater uma pra ela, não durou muito, devia ser pela emoção e excitação. Em poucos minutos, minha mão já estava cheia de porra, e olha que tinha leite nos ovos dela.

Bom, fiz uma punheta pra ele e deixei ele apalpar meus peitos, até fui ensinando como tocar uma mulher na buceta. Era parte da nossa semana cuidando dele. Um dia, decidi fazer um boquete. Ele ficou super animado quando falei que ia chupar ele, e igual na primeira punheta que eu fiz, ele gozou em poucos minutos na minha boca. Todo envergonhado, ele pediu desculpas, e eu, pra não deixar ele se sentir mal, falei: "Relaxa, olha, vou engolir tudinho." Devo dizer que não curti muito a ideia, mas não queria frustrar as expectativas dele. Só avisei que outro dia ele precisa avisar, porque nem toda mina gosta disso. Ele disse que ok, que saberia pra outra hora.
Depois de alguns meses, o Carlos, que na mente dele já não era mais aquele garotinho inocente, me surpreendeu quando apareceu pelado no quarto me pedindo pra ajudar ele, porque tava com muita vontade de ganhar um boquete. Mas como já era costume, não liguei muito, me ajoelhei e comecei a dar um boquete gostoso, quando de repente ele fala com uma voz bem segura, até intimidadora: "Quero te comer, sua puta". Na hora me levantei e falei que não era assim que se pedia as coisas (puta não me incomodava, já tinham me chamado assim e eu me considerava uma puta mesmo). Aí o Carlos falou: "Acho que minha mãe não ia gostar do que você faz comigo, sendo que eu sou um menino". Óbvio que tentei me manter firme, mas sabia que isso podia me dar problema. Tentei virar o jogo a meu favor e falei que sim, mas porque eu queria, não porque ele tava me forçando (na real, tava morrendo de medo que ele contasse algo, mas por dentro tava tão excitada com toda a situação). Então me deitei e ele subiu em cima de mim e começou a me comer. Não precisava de mais enrolação, minha buceta tava um mar de sucos, toda molhadinha, e ele conseguiu enfiar com muita facilidade. Ficou assim por um tempo até que eu falei pra trocar de posição. Fiquei de quatro e mandei ele meter. Ele começou a procurar, mas como era iniciante, não acertava direito. Então com uma mão entre minhas pernas, peguei o pau dele e levei até minha buceta, enfiei e ali ele começou a me comer. Falei pra ele avisar quando fosse gozar porque não tínhamos camisinha. Poucos minutos depois, ele tirou e senti minhas nádegas e minhas costas cheias de porra.

Naquele dia, Carlos deixou de ser um menino e virou homem. Eu parei de ser babá dele e passei a ser a putinha pessoal dele. Todo dia que dava, ele me chamava e eu, toda obediente, ia ser comida que nem uma vagabunda.
Um dia depois de muito insistir, deixei ele me comer pelo meu cuzinho (não seria a primeira nem a última vez que meu rabo é comido por uma boa pica). Naquele dia, Carlos não quis me comer de outro jeito, só por ali. Ele ficou tão fascinado que, depois de um tempo, eu já estava vestida, ele chegou e disse: "Vadia, fica de quatro que esse cu tá muito gostoso". Eu me senti muito desejada, e saber que era a vadia dele me excitava muito, e eu obedecia com prazer.

Depois de alguns anos, Carlos já tinha 17 anos e era costume todo sexta-feira eu chegar e, assim que os pais dele iam trabalhar, eu me despia e entrava no quarto dele pra transar. Eu ficava com muito tesão rápido, e com o tempo, Carlos me fazia gozar de um jeito que eu nunca imaginava. Eu me sentia toda uma mulher sendo penetrada por Carlos onde ele quisesse. Mas naquela sexta-feira, quando entrei no quarto dele, levei um susto: ao tirar o cobertor, não era o Carlos que estava lá, era um amigo dele que tinha dormido lá no dia anterior e ninguém me avisou. Eu pelada, e ele também. Quando ele me viu, a cara dele foi de total espanto, igual a minha. Na hora eu me recompus e fui pro outro quarto, onde o Carlos estava, e reclamei. Ele pediu desculpas por não ter me avisado, mas eu já estava lá, toda nua, e o Carlos estava com o pau duro que nem um carvalho. Começamos a transar e ele sussurrou no meu ouvido: "O Ariel te viu toda peladinha". Eu disse que sim. Ele falou: "Ele deve estar se masturbando, esse aí é muito punheteiro". Eu ri e perguntei: "Quer chamar ele pra entrar???" E o Carlos respondeu: "Você acha que dá conta de dois?" Eu ri e chamei o Ariel. Em poucos segundos, ele apareceu na porta com o pau todo duro. Devo dizer que não era do mesmo tamanho, mas ainda assim era bem bonitinho. Eu mandei ele se aproximar, tudo isso enquanto o Carlos continuava me comendo. Quando ele chegou, peguei o pau dele e meti na boca, comecei a chupar o pau dele, às vezes descia e chupava as bolas. O Carlos falou: "Viu como ela chupa gostoso? É uma putinha mesmo." Na hora, o Ariel mandou ele sair, porque também queria me comer. O Carlos levantou, eu me ajeitei de quatro, e o Ariel começou a me comer enquanto eu chupava o pau do Carlos. Eles foram se alternando até os dois gozarem na minha carinha. E assim, todo sexta-feira, eu era a putinha do Carlos e do Ariel. Na terceira vez que a gente transou os três, eles pediram pra fazer dupla penetração em mim.

Já fazia um tempo que eu não era comida dos dois lados ao mesmo tempo, então nem pensei duas vezes. Logo se posicionaram: primeiro Carlos no meu cu e Ariel na minha buceta. Ficaram assim, e de vez em quando pediam para trocar. Os dois não queriam parar de me comer pelo rabo — e olha que eu adoro isso.
A partir daí, já era costume toda sexta-feira ser comida por 2 adolescentes, onde as palavras mais carinhosas deles eram "chupa, vadia", "você é uma puta" e eu, feliz.
Um dia, transando com o Carlos no quarto dele, senti a porta abrir e saí correndo pro meu quarto. Vi que era o avô do Carlos, e ele me viu — ou pelo menos foi o que eu pensei. Mas ele só entrou no quarto do Carlos e depois eu saí vestida, embora sem a calcinha fio dental. Cumprimentei ele toda nervosa, mas o velho não falou nada. Como não disse nada, nos dias seguintes ninguém na casa comentou nada, e achei que o avô não tinha me visto. Até que um dia, enquanto o Carlos tava na aula, o avô chegou. Eu cumprimentei ele, e a primeira coisa que ele me disse foi: "Olha, eu sei que você é uma putinha que tá dando pro Carlos, que até a calcinha fio dental deixou no quarto dele." Óbvio que pensei que aquele seria meu último dia ali, mas o velho continuou: "Mas se você deixar eu te comer, eu vou ficar calado como um túmulo. Ainda posso te dar um dinheirinho extra." Eu, sem pensar duas vezes, falei que sim.
Na hora o velho tirou umas notas e me disse: "Vamos começar com algo, que tal você se despir na minha frente pra eu ver o que vou comer logo logo.

Então, bem obediente e sem reclamar, sentei ele numa cadeira e comecei uma dança sensual, tirando a camiseta bem devagar, ficando só de sutiã, saia e uma fio dental. Nisso, o velho mandou eu tirar o sutiã e logo já estava com os peitos de fora. Ele mandou eu parar, me chamou pra perto, me agarrou pela cintura e as mãos dele percorreram minhas coxas até chegar nas minhas nádegas. Ele dizia: "Eu sabia que um dia ia ter essa bunda na minha mão, dá pra ver que você é uma puta." Virou eu de costas pra ele, levantou minha saia, puxou minha fio dental minúscula pro lado e começou a enfiar os dedos na minha buceta. Abaixou minha saia e mandou eu me ajoelhar na frente dele. Nisso, ele tirou o pau pra fora (vale destacar que não estava totalmente duro e não era grande). Na hora, eu já sabia o que o velho queria e comecei a bater uma pra ele com a mão, tentando deixar ele mais ereto. Quando já estava mais durinho, comecei a chupar o pau dele, dando beijinhos na ponta e vendo a cara de satisfação dele. Ele segurou minha cabeça e enfiou tudo na minha boca, falando: "Chupa, sua puta maldita, como você sabe fazer." Mas como já não tava mais totalmente duro e ele demorava pra gozar, eu ajudava batendo uma com a mão até ele falar que ia gozar. Aí ele mandou eu colocar de novo na boca pra ele gozar na minha boquinha. Não gostei muito do gosto da porra, engoli um pouco e deixei o resto escorrer no pau dele. Ele se levantou e foi se limpar. Eu me levantei, me vesti e, depois de um tempo, o velho saiu do banheiro e falou que ia me avisar quando a gente precisasse se ver de novo.

Depois de uma semana, o velho me ligou e disse: "slut, te espero hoje num hotel". Me passou o endereço e fui depois do trabalho. A gente não se via, e quando entrei, o velho não pensou duas vezes: já foi me agarrando a bunda, apalpando meus peitos e, sem mais, me empurrou na cama dizendo: "slut, tira a roupa". Na hora, comecei a tirar tudo. Quando só estava de thong, ele falou: "só deixa isso, no final você é uma slut com ou sem roupa". E já me fez chupar ele. Daí a pouco, ele manda eu deitar de barriga pra cima e abrir as pernas que nem uma slut. Ele se aproximou e começou a chupar minha pussy, o que me deu uma certa graça porque ele não fazia muito bem, mas não tava nem aí, afinal eu era uma slut que ia ser comida e ainda ia ganhar por isso. Depois de um tempo, o velho me colocou de quatro e começou a meter, mas eu não tava curtindo, só fazendo meu trabalho de slut, já que ele não conseguia manter o pau duro direito. Ele até tentou meter no meu cu, mas foi missão impossível pro coitado. No final, o velho continuou me comendo pela pussy e encheu minha bunda e minhas costas de porra. Na hora, ele jogou uma grana na cama e disse: "pelos seus serviços, slut, semana que vem a gente se vê". E assim, eu passava de ser comida pelo Carlos durante o dia, sexta-feira em dose dupla — uff, como eu amava quando chegava sexta — e umas três vezes por semana o velho me comia no hotel e eu ganhava um dinheirinho.
Mas é claro que tinha um tio (Mario) do Carlos que só de olhar pra ele já me deixava a buceta toda molhadinha, adoro aquele homem.

Um dia, num aniversário, não aguentei mais e falei pra ele se não queria ir pra um lugar mais confortável. Não precisei falar mais nada, nem explicar pra quê. Ele só disse "OK, me espera lá fora". Então me despedi de todo mundo e saí. Pouco depois ele saiu e fomos pro hotel. Lá, ele logo me pegou, começou a me beijar e a me apalpar toda. Eu acariciava a rola dele por cima da calça, e nem precisei que ele pedisse. Eu mesma falei: "Tira essa rola pra fora, quero saborear ela, quero que você me faça de sua putinha.
Na hora eu tirei ela e comecei bem devagar a percorrer o pau dele com minhas mãos (esse sim era maior que o do Carlos Ariel e, claro, do avô).
Meus olhos brilhavam, finalmente eu tinha aquela pica só pra mim e como eu ia aproveitar (várias vezes me masturbei pensando nela).

Depois de passar minhas mãos por ela e fazer uma punheta leve e demorada, dei um beijinho na pontinha da cabeça dele, olhando nos olhos e falei: "Finalmente essa puta vai comer essa pica". Comecei a percorrer com minha língua, enfiando e tirando da boca devagar, cada vez mais fundo, até chegar num ponto em que estava completamente dentro. Beijava as bolas dele, e ele estava em êxtase com o boquete que eu tava dando, e dizia: "Você gosta de como essa puta chupa?" Logo quando eu tava enfiando de novo na boca, ele fala: "Já que você quer tanto, puta", me pegou pelo cabelo e começou literalmente a foder minha boca. Era tanto que, de vez em quando, eu tinha ânsia de vômito e tava babando toda. Tirei minha camiseta, e na hora sinto ele me pegar pelo cabelo e falar: "Não, não, aqui a puta se despe quando o dono mandar". E continuou fodendo minha boca, me pegou pelo cabelo de novo, me levantou e indicou que eu podia tirar a camiseta. Na hora, começou a apalpar meus peitos e chupá-los. Minha tesão tava no máximo, e eu pedia pra ele me foder, foder a puta dele. Ele só falou pra eu não me desesperar, que a vagabunda era fodida quando ele quisesse, e pra eu calar a boca e ser obediente. Na hora, ele tirou meu jeans e me jogou na cama, ordenou: "Fica de quatro, foxy", e eu obedeci. Ele puxou a calcinha fio dental pro lado e começou a chupar minha buceta, brincando com ela, enfiando os dedos e alternando com a língua. Tava tão quente que não demorei a gozar, e ele ainda não tinha me fodido.

Quando sinto ele se levantar e terminar de tirar a calça, já tava sonhando que ele enfiava o pau na minha buceta, quando sinto que ele me dá um tapa na bunda e abre minhas nádegas. Comecei a sentir a cabeça dele no meu cu e, quando pensei em falar pra não meter, já tava com a cabeça lá dentro. Ele diz: "Shhh, foxy, você queria ser comida por mim, então vou te dar o que quer. Essa bunda já faz tempo que quero arrebentar." E ele termina de meter. Reclamei um pouco e ele perguntou: "Tá doendo?" Falei: "Sim, um pouco", e foi como convidar ele a se mexer dentro do meu cu do jeito que quisesse. Ele metia com mais força, e a dor que eu tava sentindo virou puro prazer. Eu gemia igual uma puta, cada vez queria que ele me desse mais e mais forte. Logo ele tira e mete na minha buceta, que tava bem molhada, e continuava me comendo. Ele falava no meu ouvido enquanto puxava meu cabelo que eu era uma maldita puta, e eu só dizia que sim, que eu era a maior puta de todas. Ele alternava entre meu cu e minha pussy, depois me mandou levantar. Ele se deitou e disse: "Agora sobe e começa a cavalgar, maldita foxy.
Imediatamente obedeci e peguei o pau dele com a minha mão, enfiei dentro de mim e comecei a rebolar. Na hora ele já falou que eu me mexia bem, sua putinha, e a gente ficou assim um tempão até ele me mandar levantar e ajoelhar na frente dele pra ele encher minha carinha de porra, que ele foi esfregando por todo o meu rosto. Naquela noite a gente transou umas quatro vezes mais e, puta merda, fiquei impressionada como ele me comeu bem. Só que no dia seguinte minha bunda tava doendo e eu mal conseguia andar.

E assim acabei sendo a puta daquela família, vale destacar que ainda continuo sendo a puta deles.
Espero que vocês gostem da minha história, convido vocês a visitarem meu perfil.
https://m.poringa.net/beatryss
Fiquem à vontade que a gente começa.

Hoje vou contar pra vocês como passei de uma simples babá pra puta daquela família.
Primeiro, pra quem não me conhece, tenho uns 35 anos, peitos médios e uma bunda boa (é o que os homens mais olham em mim).
Minha experiência sexual começou aos 14 anos, e a partir daí já encarei o sexo como algo essencial na minha vida.
Mas bem, voltando ao que interessa, eu tava trabalhando numa casa já há vários anos cuidando de um moleque que tinha uns 8 anos. Com o passar do tempo e a confiança que eles tinham em mim, eu usava a piscina que tinha na casa. E uma vez, o avô do menino ficava me falando umas coisas, tipo "que corpo gostoso você tem" e "que bunda linda você tem". Mas nem fodendo que eu ia ficar com o avô do moleque, mesmo que tivesse muito necessitada de sexo. Até que me dava uma graça e levantava meu astral.

Já o pequeno (Carlos) teria naquela época uns 13 anos e, bom, eu muitas vezes trocava de roupa quando ele chegava ou colocava o biquíni pra usar a piscina, muitas vezes deixava a porta do quarto um pouco aberta sem pensar em nada de mal que pudesse acontecer, afinal estava eu sozinha com o Carlos. Muitas vezes usava camisetas largas e um pouco decotadas sem sutiã e me sentia muito à vontade assim.
Um dia, quando eu estava me trocando, percebi que o Carlos estava olhando pela porta entreaberta. Não sei se ele percebeu que eu vi e ficou paralisado, ou se estava tão vidrado me vendo pelada que não conseguiu sair. Mas pensei: "Bom, ele já está na idade da curiosidade", e não dei muita importância. Mas me dava um tesão saber que, possivelmente, as primeiras punhetas do Carlos foram pensando em mim.

E aí eu já deixava a porta totalmente aberta e ele passava, eu sabia que ele tava ali mas não falava nada. Depois, o Carlos sempre me ligava pra perguntar qualquer besteira, até sem sentido, imagino que pra ter a desculpa de passar e me ver pelada ou de lingerie. E eu, então, falava pra ele entrar sem problema nenhum.
Um dia resolvi começar a provocar ele e chamei ele. Comecei a tirar tudo, me inclinei deixando minha raba na altura do rosto dele, só com uma micro fio dental que mal cobria minha bunda e quase nada da minha buceta. Quando me virei, já tava na cara que o coitado tava com o pau todo duro e não conseguia esconder.
E aí perguntei pra ela se nunca tinha visto mulher pelada, e ela disse que sim, de umas revistas que o pai dela guardava.
Perguntei pra ela o que fazia quando via aquelas revistas e ela ficou toda vermelha sem saber o que me dizer. Peguei na mão dela e sentei do lado só de fio dental, falei: "Já bateu umas punhetas vendo essas revistas?" E pra deixar ela à vontade, completei: "Tudo bem, é normal na sua idade, pode me falar com toda confiança, vai ser nosso segredo.
Na hora ela me disse que sim, mas que ficava com vergonha de mim. Falei pra ela não ter vergonha, que até eu fazia isso às vezes (quase todo dia que não comia ninguém).
Eu falei: "vamos fazer um trato, eu te ajudo a bater uma, mas você não pode falar nada." A cara de felicidade não cabia no rosto dela. Sem dizer nada, só balançando a cabeça, ela aceitou o trato. Ela tirou a rola pra fora — pensei que fosse menor, mas na verdade tinha um tamanho bom. Comecei a bater uma pra ela, não durou muito, devia ser pela emoção e excitação. Em poucos minutos, minha mão já estava cheia de porra, e olha que tinha leite nos ovos dela.

Bom, fiz uma punheta pra ele e deixei ele apalpar meus peitos, até fui ensinando como tocar uma mulher na buceta. Era parte da nossa semana cuidando dele. Um dia, decidi fazer um boquete. Ele ficou super animado quando falei que ia chupar ele, e igual na primeira punheta que eu fiz, ele gozou em poucos minutos na minha boca. Todo envergonhado, ele pediu desculpas, e eu, pra não deixar ele se sentir mal, falei: "Relaxa, olha, vou engolir tudinho." Devo dizer que não curti muito a ideia, mas não queria frustrar as expectativas dele. Só avisei que outro dia ele precisa avisar, porque nem toda mina gosta disso. Ele disse que ok, que saberia pra outra hora.
Depois de alguns meses, o Carlos, que na mente dele já não era mais aquele garotinho inocente, me surpreendeu quando apareceu pelado no quarto me pedindo pra ajudar ele, porque tava com muita vontade de ganhar um boquete. Mas como já era costume, não liguei muito, me ajoelhei e comecei a dar um boquete gostoso, quando de repente ele fala com uma voz bem segura, até intimidadora: "Quero te comer, sua puta". Na hora me levantei e falei que não era assim que se pedia as coisas (puta não me incomodava, já tinham me chamado assim e eu me considerava uma puta mesmo). Aí o Carlos falou: "Acho que minha mãe não ia gostar do que você faz comigo, sendo que eu sou um menino". Óbvio que tentei me manter firme, mas sabia que isso podia me dar problema. Tentei virar o jogo a meu favor e falei que sim, mas porque eu queria, não porque ele tava me forçando (na real, tava morrendo de medo que ele contasse algo, mas por dentro tava tão excitada com toda a situação). Então me deitei e ele subiu em cima de mim e começou a me comer. Não precisava de mais enrolação, minha buceta tava um mar de sucos, toda molhadinha, e ele conseguiu enfiar com muita facilidade. Ficou assim por um tempo até que eu falei pra trocar de posição. Fiquei de quatro e mandei ele meter. Ele começou a procurar, mas como era iniciante, não acertava direito. Então com uma mão entre minhas pernas, peguei o pau dele e levei até minha buceta, enfiei e ali ele começou a me comer. Falei pra ele avisar quando fosse gozar porque não tínhamos camisinha. Poucos minutos depois, ele tirou e senti minhas nádegas e minhas costas cheias de porra.

Naquele dia, Carlos deixou de ser um menino e virou homem. Eu parei de ser babá dele e passei a ser a putinha pessoal dele. Todo dia que dava, ele me chamava e eu, toda obediente, ia ser comida que nem uma vagabunda.
Um dia depois de muito insistir, deixei ele me comer pelo meu cuzinho (não seria a primeira nem a última vez que meu rabo é comido por uma boa pica). Naquele dia, Carlos não quis me comer de outro jeito, só por ali. Ele ficou tão fascinado que, depois de um tempo, eu já estava vestida, ele chegou e disse: "Vadia, fica de quatro que esse cu tá muito gostoso". Eu me senti muito desejada, e saber que era a vadia dele me excitava muito, e eu obedecia com prazer.

Depois de alguns anos, Carlos já tinha 17 anos e era costume todo sexta-feira eu chegar e, assim que os pais dele iam trabalhar, eu me despia e entrava no quarto dele pra transar. Eu ficava com muito tesão rápido, e com o tempo, Carlos me fazia gozar de um jeito que eu nunca imaginava. Eu me sentia toda uma mulher sendo penetrada por Carlos onde ele quisesse. Mas naquela sexta-feira, quando entrei no quarto dele, levei um susto: ao tirar o cobertor, não era o Carlos que estava lá, era um amigo dele que tinha dormido lá no dia anterior e ninguém me avisou. Eu pelada, e ele também. Quando ele me viu, a cara dele foi de total espanto, igual a minha. Na hora eu me recompus e fui pro outro quarto, onde o Carlos estava, e reclamei. Ele pediu desculpas por não ter me avisado, mas eu já estava lá, toda nua, e o Carlos estava com o pau duro que nem um carvalho. Começamos a transar e ele sussurrou no meu ouvido: "O Ariel te viu toda peladinha". Eu disse que sim. Ele falou: "Ele deve estar se masturbando, esse aí é muito punheteiro". Eu ri e perguntei: "Quer chamar ele pra entrar???" E o Carlos respondeu: "Você acha que dá conta de dois?" Eu ri e chamei o Ariel. Em poucos segundos, ele apareceu na porta com o pau todo duro. Devo dizer que não era do mesmo tamanho, mas ainda assim era bem bonitinho. Eu mandei ele se aproximar, tudo isso enquanto o Carlos continuava me comendo. Quando ele chegou, peguei o pau dele e meti na boca, comecei a chupar o pau dele, às vezes descia e chupava as bolas. O Carlos falou: "Viu como ela chupa gostoso? É uma putinha mesmo." Na hora, o Ariel mandou ele sair, porque também queria me comer. O Carlos levantou, eu me ajeitei de quatro, e o Ariel começou a me comer enquanto eu chupava o pau do Carlos. Eles foram se alternando até os dois gozarem na minha carinha. E assim, todo sexta-feira, eu era a putinha do Carlos e do Ariel. Na terceira vez que a gente transou os três, eles pediram pra fazer dupla penetração em mim.

Já fazia um tempo que eu não era comida dos dois lados ao mesmo tempo, então nem pensei duas vezes. Logo se posicionaram: primeiro Carlos no meu cu e Ariel na minha buceta. Ficaram assim, e de vez em quando pediam para trocar. Os dois não queriam parar de me comer pelo rabo — e olha que eu adoro isso.
A partir daí, já era costume toda sexta-feira ser comida por 2 adolescentes, onde as palavras mais carinhosas deles eram "chupa, vadia", "você é uma puta" e eu, feliz.
Um dia, transando com o Carlos no quarto dele, senti a porta abrir e saí correndo pro meu quarto. Vi que era o avô do Carlos, e ele me viu — ou pelo menos foi o que eu pensei. Mas ele só entrou no quarto do Carlos e depois eu saí vestida, embora sem a calcinha fio dental. Cumprimentei ele toda nervosa, mas o velho não falou nada. Como não disse nada, nos dias seguintes ninguém na casa comentou nada, e achei que o avô não tinha me visto. Até que um dia, enquanto o Carlos tava na aula, o avô chegou. Eu cumprimentei ele, e a primeira coisa que ele me disse foi: "Olha, eu sei que você é uma putinha que tá dando pro Carlos, que até a calcinha fio dental deixou no quarto dele." Óbvio que pensei que aquele seria meu último dia ali, mas o velho continuou: "Mas se você deixar eu te comer, eu vou ficar calado como um túmulo. Ainda posso te dar um dinheirinho extra." Eu, sem pensar duas vezes, falei que sim.
Na hora o velho tirou umas notas e me disse: "Vamos começar com algo, que tal você se despir na minha frente pra eu ver o que vou comer logo logo.

Então, bem obediente e sem reclamar, sentei ele numa cadeira e comecei uma dança sensual, tirando a camiseta bem devagar, ficando só de sutiã, saia e uma fio dental. Nisso, o velho mandou eu tirar o sutiã e logo já estava com os peitos de fora. Ele mandou eu parar, me chamou pra perto, me agarrou pela cintura e as mãos dele percorreram minhas coxas até chegar nas minhas nádegas. Ele dizia: "Eu sabia que um dia ia ter essa bunda na minha mão, dá pra ver que você é uma puta." Virou eu de costas pra ele, levantou minha saia, puxou minha fio dental minúscula pro lado e começou a enfiar os dedos na minha buceta. Abaixou minha saia e mandou eu me ajoelhar na frente dele. Nisso, ele tirou o pau pra fora (vale destacar que não estava totalmente duro e não era grande). Na hora, eu já sabia o que o velho queria e comecei a bater uma pra ele com a mão, tentando deixar ele mais ereto. Quando já estava mais durinho, comecei a chupar o pau dele, dando beijinhos na ponta e vendo a cara de satisfação dele. Ele segurou minha cabeça e enfiou tudo na minha boca, falando: "Chupa, sua puta maldita, como você sabe fazer." Mas como já não tava mais totalmente duro e ele demorava pra gozar, eu ajudava batendo uma com a mão até ele falar que ia gozar. Aí ele mandou eu colocar de novo na boca pra ele gozar na minha boquinha. Não gostei muito do gosto da porra, engoli um pouco e deixei o resto escorrer no pau dele. Ele se levantou e foi se limpar. Eu me levantei, me vesti e, depois de um tempo, o velho saiu do banheiro e falou que ia me avisar quando a gente precisasse se ver de novo.

Depois de uma semana, o velho me ligou e disse: "slut, te espero hoje num hotel". Me passou o endereço e fui depois do trabalho. A gente não se via, e quando entrei, o velho não pensou duas vezes: já foi me agarrando a bunda, apalpando meus peitos e, sem mais, me empurrou na cama dizendo: "slut, tira a roupa". Na hora, comecei a tirar tudo. Quando só estava de thong, ele falou: "só deixa isso, no final você é uma slut com ou sem roupa". E já me fez chupar ele. Daí a pouco, ele manda eu deitar de barriga pra cima e abrir as pernas que nem uma slut. Ele se aproximou e começou a chupar minha pussy, o que me deu uma certa graça porque ele não fazia muito bem, mas não tava nem aí, afinal eu era uma slut que ia ser comida e ainda ia ganhar por isso. Depois de um tempo, o velho me colocou de quatro e começou a meter, mas eu não tava curtindo, só fazendo meu trabalho de slut, já que ele não conseguia manter o pau duro direito. Ele até tentou meter no meu cu, mas foi missão impossível pro coitado. No final, o velho continuou me comendo pela pussy e encheu minha bunda e minhas costas de porra. Na hora, ele jogou uma grana na cama e disse: "pelos seus serviços, slut, semana que vem a gente se vê". E assim, eu passava de ser comida pelo Carlos durante o dia, sexta-feira em dose dupla — uff, como eu amava quando chegava sexta — e umas três vezes por semana o velho me comia no hotel e eu ganhava um dinheirinho.
Mas é claro que tinha um tio (Mario) do Carlos que só de olhar pra ele já me deixava a buceta toda molhadinha, adoro aquele homem.

Um dia, num aniversário, não aguentei mais e falei pra ele se não queria ir pra um lugar mais confortável. Não precisei falar mais nada, nem explicar pra quê. Ele só disse "OK, me espera lá fora". Então me despedi de todo mundo e saí. Pouco depois ele saiu e fomos pro hotel. Lá, ele logo me pegou, começou a me beijar e a me apalpar toda. Eu acariciava a rola dele por cima da calça, e nem precisei que ele pedisse. Eu mesma falei: "Tira essa rola pra fora, quero saborear ela, quero que você me faça de sua putinha.
Na hora eu tirei ela e comecei bem devagar a percorrer o pau dele com minhas mãos (esse sim era maior que o do Carlos Ariel e, claro, do avô).
Meus olhos brilhavam, finalmente eu tinha aquela pica só pra mim e como eu ia aproveitar (várias vezes me masturbei pensando nela).

Depois de passar minhas mãos por ela e fazer uma punheta leve e demorada, dei um beijinho na pontinha da cabeça dele, olhando nos olhos e falei: "Finalmente essa puta vai comer essa pica". Comecei a percorrer com minha língua, enfiando e tirando da boca devagar, cada vez mais fundo, até chegar num ponto em que estava completamente dentro. Beijava as bolas dele, e ele estava em êxtase com o boquete que eu tava dando, e dizia: "Você gosta de como essa puta chupa?" Logo quando eu tava enfiando de novo na boca, ele fala: "Já que você quer tanto, puta", me pegou pelo cabelo e começou literalmente a foder minha boca. Era tanto que, de vez em quando, eu tinha ânsia de vômito e tava babando toda. Tirei minha camiseta, e na hora sinto ele me pegar pelo cabelo e falar: "Não, não, aqui a puta se despe quando o dono mandar". E continuou fodendo minha boca, me pegou pelo cabelo de novo, me levantou e indicou que eu podia tirar a camiseta. Na hora, começou a apalpar meus peitos e chupá-los. Minha tesão tava no máximo, e eu pedia pra ele me foder, foder a puta dele. Ele só falou pra eu não me desesperar, que a vagabunda era fodida quando ele quisesse, e pra eu calar a boca e ser obediente. Na hora, ele tirou meu jeans e me jogou na cama, ordenou: "Fica de quatro, foxy", e eu obedeci. Ele puxou a calcinha fio dental pro lado e começou a chupar minha buceta, brincando com ela, enfiando os dedos e alternando com a língua. Tava tão quente que não demorei a gozar, e ele ainda não tinha me fodido.

Quando sinto ele se levantar e terminar de tirar a calça, já tava sonhando que ele enfiava o pau na minha buceta, quando sinto que ele me dá um tapa na bunda e abre minhas nádegas. Comecei a sentir a cabeça dele no meu cu e, quando pensei em falar pra não meter, já tava com a cabeça lá dentro. Ele diz: "Shhh, foxy, você queria ser comida por mim, então vou te dar o que quer. Essa bunda já faz tempo que quero arrebentar." E ele termina de meter. Reclamei um pouco e ele perguntou: "Tá doendo?" Falei: "Sim, um pouco", e foi como convidar ele a se mexer dentro do meu cu do jeito que quisesse. Ele metia com mais força, e a dor que eu tava sentindo virou puro prazer. Eu gemia igual uma puta, cada vez queria que ele me desse mais e mais forte. Logo ele tira e mete na minha buceta, que tava bem molhada, e continuava me comendo. Ele falava no meu ouvido enquanto puxava meu cabelo que eu era uma maldita puta, e eu só dizia que sim, que eu era a maior puta de todas. Ele alternava entre meu cu e minha pussy, depois me mandou levantar. Ele se deitou e disse: "Agora sobe e começa a cavalgar, maldita foxy.
Imediatamente obedeci e peguei o pau dele com a minha mão, enfiei dentro de mim e comecei a rebolar. Na hora ele já falou que eu me mexia bem, sua putinha, e a gente ficou assim um tempão até ele me mandar levantar e ajoelhar na frente dele pra ele encher minha carinha de porra, que ele foi esfregando por todo o meu rosto. Naquela noite a gente transou umas quatro vezes mais e, puta merda, fiquei impressionada como ele me comeu bem. Só que no dia seguinte minha bunda tava doendo e eu mal conseguia andar.

E assim acabei sendo a puta daquela família, vale destacar que ainda continuo sendo a puta deles.
Espero que vocês gostem da minha história, convido vocês a visitarem meu perfil.
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4 comentários - Beatryss, a puta da família