Se você leu os contos anteriores, talvez entenda melhor este aqui... Dias atrás postei uma história sobre uma colega de escola... sobre como era a vida dela e como ela conseguia dinheiro, acho que muitas fazem isso, e homens também, mais de uma senhora adulta deseja um jovem ou algo do tipo. Dévora foi uma amiga muito querida, bem viva e também inocente. Não teve bons caminhos, lembro uma vez que estávamos numa festa, tipo matinê, ela estava muito chapada de comprimido, acho, e eu meio bêbada quando peguei ela no banheiro, ela lembra bem, mas nunca falou nada sobre isso, acho que ela também curte os dois lados. Não importa, mas essa foi minha primeira vez com uma mulher, não se via muito lésbicas ou gays em público, foi no banheiro, acho que ninguém nos viu. Mas enfim. Ela me contou um pouco sobre o motorista de remis dela e essas histórias que tem com ele, são antigas, hoje em dia acho que ainda se veem, mas o caso é que é um motorista que também me leva pra casa ou pra fazer compras. Comigo sempre foi cavalheiro, e quando a gente conversa, percebo ele muito virgem, muito santo, igual a mim, não me descontrolo nada. O caso é que recentemente a gente teve algo. Uma manhã ele me levou ao centro pra eu resolver uns trâmites, tipo 15h, depois às 17h30 me buscou pra me levar a Radatilly pra entregar uns produtos que vendo da Natura, já em Radatilly ele me deixou e eu fui andando entregar meus produtos. Fui na casa de uma prima, duas clientes minhas e um cabeleireiro. Terminei, liguei pra ele tipo 19h, ele chegou 19h15, entrei e ele disse: Motorista: Eli, desculpa, né? Mas tô desde as 8 da manhã e andei a todo vapor, nem passei na remiseria pra tomar um mate ou algo assim... eu vinha justo pra minha casa quando você ligou (ele mora em Radatilly) ia comer alguma coisa, quer que eu chame um colega pra te levar? Ou a gente passa em casa e depois te levo, como você quiser... Eu: não, gordo, vamos pra sua casa e depois me leva, eu também não comi nada a tarde toda. Chegamos na casa dele, ele comprou facturas, colocou a chaleira no fogo e tomamos mate. conversamos normal do dia e tal, eu percebia ele nervoso, meio que gaguejando ou travando na hora de falar, mas beleza. Não sei nada da vida dele, só sei o que ele faz com a Débora, mas ele não sabe que eu sei. E acho que a Debo nunca falou nada de mim pra ele.
Motorista de app: eu, Eli, hmmmmm, você tá namorando ou algo assim?
Eu: não, tranquila... nem o Piter me quer, haha. E você?
Motorista: sozinho também, pelo meu trabalho não dá pra ficar de putaria, sabe? Porque senão depois viro amigo e "me leva aqui, me leva ali", "me dá uma força que quando receber eu pago". E aí meio que perco um pouco, sabe? Por tentar conhecer alguém.
Eu: pois é, abusam demais.
Motorista: e você é meio rapper ou algo do tipo? Digo porque você sempre usa roupa largada.
Eu: hahaha não, gosto desse estilo, esse moletom é do meu irmastro, haha, fica super folgado em mim, mas melhor, mais confortável... a calça já fica mais justa na bunda, engordei um pouco na quarentena.
Motorista: engordou? Haha, nada, tá bem assim...
Motorista: quero te falar uma coisa, mas tô nervoso... você é muito gostosa, fico com medo de você pensar mal de mim.
Eu: aw, obrigada... você também é bonito, tipo, é estiloso, se veste bem, se cuida e anda arrumadinho. Nunca te falei porque talvez você contasse pra Débora que tô te dando mole ou algo assim, já que não te conheço.
Motorista: hahaha, não, tá tudo bem com ela, só queria que você soubesse pra ver se você falava algo... ou se me dava um beijo, sei lá.
Eu: um beijo??? Hum, por quê?
Motorista: sim, mas não... tô muito idiota, nem sei o que falo, como você é muito bonita, queria te pedir um beijo em troca das corridas que fizemos, ia alegrar meu dia, sei lá.
Eu: sinto que você tá me comprando ou me usando... mas gosto mesmo assim, tô meio duro, então pode ser, hein.
Motorista: beleza, mas um beijinho longo de uns 10 segundos e eu cobro só a corrida daqui até sua casa.
Eu: ah, pensei que ia cobrar todas as corridas, haha.
Motorista: não, senão me dá um beijo. Largo com um abraço e não te cubro nada haha.
Eu: haha, tá ligada que a gente tá negociando teu trampo por um beijo? Haha, fuck you, um beijo curto e me pagar a corrida daqui até minha casa, assim tu fica com uma grana, nada a ver eu abusar assim...
Motoboy: Beleza, então.
(Eu tava nervosa mesmo, só de saber que esse cara fazia umas paradas com a Débora, imaginava coisa ruim, tipo que ia abusar de mim ou fazer alguma merda. Mas era o nervosismo e aquela adrenalina que sinto quando tô prestes a fazer algo com meu padrasto.)
Ele tava sentado no sofá na minha frente, e na nossa frente tinha uma mesinha de centro. Levantei, fui até ele, me inclinei, dei dois beijinhos e depois coloquei uma mão no rosto dele e a outra na nuca e beijei ele, primeiro mordendo os lábios dele e depois abrindo a boca e tocando a língua. Só pra constar, o beijo foi longo. Sentei no colo dele enquanto continuava beijando e sentia numa das minhas pernas o celular dele, porque era meio quadrado, e entre minhas pernas, o pau dele já marcando. Fiquei chupando a boca dele um tempão. Ele segurou meu rosto e falou: "que beijo gostoso". Sorri pra ele, tirei o moletom e a camiseta juntos, coloquei as mãos no pescoço dele e continuei beijando enquanto fazia um movimento leve de quadril, bem suave pra esfregar um pouco no pau dele. Parei, olhei pra ele e falei: "posso te deixar uma gorjeta?" Ele concordou com a cabeça enquanto mordia os lábios. Tentou tirar meu sutiã, falei que não, que tinha um piercing no mamilo e que precisava ficar com o sutiã por causa das gazes. Me ajoelhei, ele tirou a camiseta e enquanto eu beijava a barriga dele, ele pediu pra eu esperar, que ia no banheiro... Gostei da atitude dele, com certeza foi se higienizar, o que acho muito certo.
Voltou com a calça toda marcada, puxei ela pra baixo junto com a cueca e percebi que era bonito mesmo, como a Débora disse, uma rola linda. Não tão comprida, mas comprida. Chupei ele um pouco, tentei uma vez enfiar na garganta e não consegui porque a cabeça era gordinha, me tirei umas. fotos com a desculpa de que queria lembrar o momento, uma foto pior que a outra.
Tentei tirar uma foto sem ser selfie, como se alguém tivesse tirando pra mim, tentando tampar meus olhos, mas não consegui.. não ia perder tempo tirando uma foto boa, tirei umas quantas e pronto. Vou repetir, chupei só um pouquinho, ele me parou falando que tava muito tesudo, que ia gozar.
Eu: tá bom, mas vou chupar até você terminar...
Remisero: não, podemos transar um pouquinho, até eu acabar
Eu: tá bom, mas se tiver camisinha...
Procurei a carteira dele que tava na mesinha, eu cuspi nos meus dedos, passei na minha buceta e enfiei 2 dedos, só pra avisar que vinha visita. Ele pediu pra eu ajoelhar em cima da cadeira do computador, abaixei a calça até o joelho e quando ia abaixar a calcinha fio dental, ele pediu pra deixar, que ele ia puxar pro lado.
Ajoelhei na cadeira, com uma mão no encosto e a outra me esfregando o clitóris. Batendo uma rápida, eu também tava com tesão. Ele enfiou a cabeça devagar, colocou as mãos na minha bunda e começou a penetrar devagarinho. Quando entrava com o pau, ele respirava, e quando tirava devagar, soltava o ar, dava pra ver que tava controlando a respiração pra não gozar. Foram poucas estocadas suaves, eu me sentia bem preenchida, muito tesuda, me tocando o clitóris, tava ofegante sem fazer nada e comecei a respirar mais forte e mais rápido, já sentia aquelas cócegas, com vontade de fazer xixi também...
Eu: vai negão, me come um pouco mais rápido que tô quase gozando. Ahhh, que delícia esse pau, não deixa espaço lá dentro..
O remisero colocou as mãos nos meus ombros e respirava forte.
Remisero: cê gosta assim, Ely?
Eu: sim, adoro, me come mais rápido, mete forte que quero sentir até o fundo,
Remisero: aih sim, que bunda linda tinha debaixo dessa calça hein!
Eu: aahh ahh, sssss,,, vai mais forte filho da puta aaaAaAAAAAaaaay, não para que tôôôôô, já vou... mmmmm
Ele me fez gozar, me fez apertar as paredes da buceta, me fez tremer em cima da cadeira. cadeira e soltei um pouco de água quando gozei, ouvi ele meio que grunhir enquanto eu terminava, acho que ele já tava no limite também. Não consegui saber se gozou ou não, mas deu pra sentir a mudança na força dele, empurrava mais rápido e batia minha bunda nas pernas dele, pá pá PÁ! PÁ, PÁ, PÁ, PÁ, PÁ, quando parou, sentia ele respirando, sentia ele soprando nas minhas costas, massageando minha bunda enquanto dava os últimos movimentos suaves, um dos melhores 5 minutos da minha vida. Eu: já acabou?? Motorista: sim, desculpa ter sido tão rápido. Eu: não, meu amor. Adorei, molhei a cadeira kkkkkk Motorista: faaaa, não importa, quer dizer que fui bem, né? Eu: kkk, sim. Gostei, foi gostoso... Motorista: tava há 2 semanas sem pegar uma gostosa assim... já tinha um leite condensado nos ovos. Olhei pra camisinha dele enquanto subia minha calcinha fio dental e arrumava minha calça. Tinha bastante porra, ainda bem que não foi na minha cara ou boca. Ia ser um trampo limpar. Terminei de me vestir, ele me levou em casa e com um beijo no rosto eu falei, isso fica entre a gente, né?? E dei um tapa nele, não muito forte, nem sei por que fiz isso. Falei com a Débora. Contei que fiz um boquete no carro... não contei a real. Depois disso ela me disse que foi ela quem empurrou o motorista... ela falou pra ele que eu era meio piranha. Não fez por maldade. Foi um plano que ela tinha. Que talvez desse certo ou não. Foi por isso que ele inventou aquela história de que não comeu o dia inteiro, que tava cansado e que me achava gostosa... isso de gostosa é verdade. A Débora me disse que eu atraía ele, foi uma experiência legal. Depois de uma conversa com ela, parece que ela entendeu errado, quando eu contei que meu padrasto me dava dinheiro pra fazer essas coisas, ela achou que eu era igual a ela, por isso empurrou o motorista, querendo me ajudar com grana... O negócio é que eu fiz, mas não acho que sou igual a ela...
Motorista de app: eu, Eli, hmmmmm, você tá namorando ou algo assim?
Eu: não, tranquila... nem o Piter me quer, haha. E você?
Motorista: sozinho também, pelo meu trabalho não dá pra ficar de putaria, sabe? Porque senão depois viro amigo e "me leva aqui, me leva ali", "me dá uma força que quando receber eu pago". E aí meio que perco um pouco, sabe? Por tentar conhecer alguém.
Eu: pois é, abusam demais.
Motorista: e você é meio rapper ou algo do tipo? Digo porque você sempre usa roupa largada.
Eu: hahaha não, gosto desse estilo, esse moletom é do meu irmastro, haha, fica super folgado em mim, mas melhor, mais confortável... a calça já fica mais justa na bunda, engordei um pouco na quarentena.
Motorista: engordou? Haha, nada, tá bem assim...
Motorista: quero te falar uma coisa, mas tô nervoso... você é muito gostosa, fico com medo de você pensar mal de mim.
Eu: aw, obrigada... você também é bonito, tipo, é estiloso, se veste bem, se cuida e anda arrumadinho. Nunca te falei porque talvez você contasse pra Débora que tô te dando mole ou algo assim, já que não te conheço.
Motorista: hahaha, não, tá tudo bem com ela, só queria que você soubesse pra ver se você falava algo... ou se me dava um beijo, sei lá.
Eu: um beijo??? Hum, por quê?
Motorista: sim, mas não... tô muito idiota, nem sei o que falo, como você é muito bonita, queria te pedir um beijo em troca das corridas que fizemos, ia alegrar meu dia, sei lá.
Eu: sinto que você tá me comprando ou me usando... mas gosto mesmo assim, tô meio duro, então pode ser, hein.
Motorista: beleza, mas um beijinho longo de uns 10 segundos e eu cobro só a corrida daqui até sua casa.
Eu: ah, pensei que ia cobrar todas as corridas, haha.
Motorista: não, senão me dá um beijo. Largo com um abraço e não te cubro nada haha.
Eu: haha, tá ligada que a gente tá negociando teu trampo por um beijo? Haha, fuck you, um beijo curto e me pagar a corrida daqui até minha casa, assim tu fica com uma grana, nada a ver eu abusar assim...
Motoboy: Beleza, então.
(Eu tava nervosa mesmo, só de saber que esse cara fazia umas paradas com a Débora, imaginava coisa ruim, tipo que ia abusar de mim ou fazer alguma merda. Mas era o nervosismo e aquela adrenalina que sinto quando tô prestes a fazer algo com meu padrasto.)
Ele tava sentado no sofá na minha frente, e na nossa frente tinha uma mesinha de centro. Levantei, fui até ele, me inclinei, dei dois beijinhos e depois coloquei uma mão no rosto dele e a outra na nuca e beijei ele, primeiro mordendo os lábios dele e depois abrindo a boca e tocando a língua. Só pra constar, o beijo foi longo. Sentei no colo dele enquanto continuava beijando e sentia numa das minhas pernas o celular dele, porque era meio quadrado, e entre minhas pernas, o pau dele já marcando. Fiquei chupando a boca dele um tempão. Ele segurou meu rosto e falou: "que beijo gostoso". Sorri pra ele, tirei o moletom e a camiseta juntos, coloquei as mãos no pescoço dele e continuei beijando enquanto fazia um movimento leve de quadril, bem suave pra esfregar um pouco no pau dele. Parei, olhei pra ele e falei: "posso te deixar uma gorjeta?" Ele concordou com a cabeça enquanto mordia os lábios. Tentou tirar meu sutiã, falei que não, que tinha um piercing no mamilo e que precisava ficar com o sutiã por causa das gazes. Me ajoelhei, ele tirou a camiseta e enquanto eu beijava a barriga dele, ele pediu pra eu esperar, que ia no banheiro... Gostei da atitude dele, com certeza foi se higienizar, o que acho muito certo.
Voltou com a calça toda marcada, puxei ela pra baixo junto com a cueca e percebi que era bonito mesmo, como a Débora disse, uma rola linda. Não tão comprida, mas comprida. Chupei ele um pouco, tentei uma vez enfiar na garganta e não consegui porque a cabeça era gordinha, me tirei umas. fotos com a desculpa de que queria lembrar o momento, uma foto pior que a outra.

Tentei tirar uma foto sem ser selfie, como se alguém tivesse tirando pra mim, tentando tampar meus olhos, mas não consegui.. não ia perder tempo tirando uma foto boa, tirei umas quantas e pronto. Vou repetir, chupei só um pouquinho, ele me parou falando que tava muito tesudo, que ia gozar. Eu: tá bom, mas vou chupar até você terminar...
Remisero: não, podemos transar um pouquinho, até eu acabar
Eu: tá bom, mas se tiver camisinha...
Procurei a carteira dele que tava na mesinha, eu cuspi nos meus dedos, passei na minha buceta e enfiei 2 dedos, só pra avisar que vinha visita. Ele pediu pra eu ajoelhar em cima da cadeira do computador, abaixei a calça até o joelho e quando ia abaixar a calcinha fio dental, ele pediu pra deixar, que ele ia puxar pro lado.
Ajoelhei na cadeira, com uma mão no encosto e a outra me esfregando o clitóris. Batendo uma rápida, eu também tava com tesão. Ele enfiou a cabeça devagar, colocou as mãos na minha bunda e começou a penetrar devagarinho. Quando entrava com o pau, ele respirava, e quando tirava devagar, soltava o ar, dava pra ver que tava controlando a respiração pra não gozar. Foram poucas estocadas suaves, eu me sentia bem preenchida, muito tesuda, me tocando o clitóris, tava ofegante sem fazer nada e comecei a respirar mais forte e mais rápido, já sentia aquelas cócegas, com vontade de fazer xixi também...
Eu: vai negão, me come um pouco mais rápido que tô quase gozando. Ahhh, que delícia esse pau, não deixa espaço lá dentro..
O remisero colocou as mãos nos meus ombros e respirava forte.
Remisero: cê gosta assim, Ely?
Eu: sim, adoro, me come mais rápido, mete forte que quero sentir até o fundo,
Remisero: aih sim, que bunda linda tinha debaixo dessa calça hein!
Eu: aahh ahh, sssss,,, vai mais forte filho da puta aaaAaAAAAAaaaay, não para que tôôôôô, já vou... mmmmm
Ele me fez gozar, me fez apertar as paredes da buceta, me fez tremer em cima da cadeira. cadeira e soltei um pouco de água quando gozei, ouvi ele meio que grunhir enquanto eu terminava, acho que ele já tava no limite também. Não consegui saber se gozou ou não, mas deu pra sentir a mudança na força dele, empurrava mais rápido e batia minha bunda nas pernas dele, pá pá PÁ! PÁ, PÁ, PÁ, PÁ, PÁ, quando parou, sentia ele respirando, sentia ele soprando nas minhas costas, massageando minha bunda enquanto dava os últimos movimentos suaves, um dos melhores 5 minutos da minha vida. Eu: já acabou?? Motorista: sim, desculpa ter sido tão rápido. Eu: não, meu amor. Adorei, molhei a cadeira kkkkkk Motorista: faaaa, não importa, quer dizer que fui bem, né? Eu: kkk, sim. Gostei, foi gostoso... Motorista: tava há 2 semanas sem pegar uma gostosa assim... já tinha um leite condensado nos ovos. Olhei pra camisinha dele enquanto subia minha calcinha fio dental e arrumava minha calça. Tinha bastante porra, ainda bem que não foi na minha cara ou boca. Ia ser um trampo limpar. Terminei de me vestir, ele me levou em casa e com um beijo no rosto eu falei, isso fica entre a gente, né?? E dei um tapa nele, não muito forte, nem sei por que fiz isso. Falei com a Débora. Contei que fiz um boquete no carro... não contei a real. Depois disso ela me disse que foi ela quem empurrou o motorista... ela falou pra ele que eu era meio piranha. Não fez por maldade. Foi um plano que ela tinha. Que talvez desse certo ou não. Foi por isso que ele inventou aquela história de que não comeu o dia inteiro, que tava cansado e que me achava gostosa... isso de gostosa é verdade. A Débora me disse que eu atraía ele, foi uma experiência legal. Depois de uma conversa com ela, parece que ela entendeu errado, quando eu contei que meu padrasto me dava dinheiro pra fazer essas coisas, ela achou que eu era igual a ela, por isso empurrou o motorista, querendo me ajudar com grana... O negócio é que eu fiz, mas não acho que sou igual a ela...
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