Bom, o título já diz muito, mas vamos começar pelo começo.
No início do ano, fui com uns amigos pra uma festa num condomínio fechado, onde mora o Ariel, um amigo que conheci na bagunça. Ele tava com a namorada, Julieta, que conheci no mesmo dia.
A Juli é bem mais nova que ele (ele tem 38 e eu tinha 35 na época), também conheceu ele na farra. Tem 1,60m, magrinha, deve ter uns 85 de peito e 95 de bunda, bem definida. Pele morena, olhos castanhos, cabelo castanho ondulado e uns lábios carnudos divinos. Além de ser toda gostosa, é uma fofa, super divertida e mó gente boa, com uma atitude que arrasa, mas sem ser metida.
A festa era na casa do Maxi, um amigo dele, a uns 300m de distância. Fui ao meio-dia na casa do Ariel, almoçamos juntos, a Juli tava na casa dos pais. Aproveitamos com meu amigo e colocamos o papo em dia. Uma das coisas que ele me contou é que sabia que tava passando dos limites na bagunça. Falei pra ele que naquele dia queria ele do meu lado o tempo todo, que eu ia segurar ele. Já tínhamos tomado umas 2 garrafas de vinho...
Umas 3 da tarde, o Maxi perguntou pro Ari se ele podia ir dar uma mão pra preparar as coisas. Carregamos um monte de bebida que ele tinha no meu carro, que já tava cheio com o que eu trouxe, e fomos pra casa do Ariel. A casa do Maxi é linda, projetada por um arquiteto foda que é quem vos fala, a do Ariel é uma loucura, percorri ela inteira tirando foto pra roubar ideias. É feita pra festas, a cozinha com uma ilha-bar que se integra com a sala de estar e jantar, e tudo com painéis de correr que abrem pra um churrasqueirão enorme com 2 geladeiras gigantes, um freezerzão e uma fábrica de gelo, que com o mesmo sistema de vidro pode deixar tudo aberto pro jardim com uma piscina aquecida gigante e muito parque verde. Claramente tudo projetado por profissionais. até o último andar do jardim. E obviamente uma carteira sem limites.
Deixamos tudo integrado, daqui a pouco chegou um DJ que montou tudo no quincho e começou a chegar mais gente, umas 6 da tarde já éramos uns 50, piscina, drinks, música, dança. Ari já tava meio alegrinho e vejo ele conversando com uma gatinha que quando cumprimentou a gente se apresentou, obviamente não se conheciam. Fui tirar ele da situação e ele me disse que com a Juli têm um relacionamento aberto, com o OK do outro já podem foder quem quiserem. Lembrei ele que a Juli ainda não tinha chegado e pra parar de beber.
Peguei 2 copos de água com gelo porque eu também não queria ficar muito doidão, voltei pro Ari e na hora chegou a Juli, tava de biquíni rosa com um short jeans, enquanto eu me aproximava do casal a Juli tirou o short, a primeira coisa que vi foi a bunda incrível que ela tem e baixei o olhar pra ver aquele par de pernas espetaculares, bem trabalhadas, definidas, mas não marcadas demais.
A festa foi rolando como esperado, piscina, mais álcool, dança, conversas com desconhecidos. De vez em quando via a Juli apertando e tocando o Ari pra esquentar ele, mas ele tava obcecado pela Vane, a gatinha de antes.
Achei um tempinho a sós com o Ari pra falar com ele.
S: Ari, me escuta, mano, tu já tá muito doidão, não tá dando bola pra Juli e ela vai ficar puta.
A: Não tem problema Santi, te falei que somos abertos no sexo.
S: Sim, entendo, mas ela vem com vontade de te comer e tu tá de olho na bunda da Vane.
A: Tô doido pra foder a Vane.
S: Sim, dá pra ver, mas não deixa de transar com sua mina. Que tal chamar ela pra um ménage? A Juli não topa?
A: Ela topa demais, mas não quero, fiquei obcecado pela Vane, já falei com ela e ela topa.
Nisso a Juli chegou com umas cervejas e mudamos um pouco de assunto. Fui um pouco pra piscina pra eles conversarem entre si, voltei e continuavam na conversa.
A: Olha, gorda, já coloquei a mira na Vane, a verdade é que quero foder com ela hoje.
J: E quem vai me comer?
A: Sei lá, Arranca a buscar alguém. - E aí percebe que eu tinha voltado. - Santi, come ela.
S e J: Quê? - Falamos ao mesmo tempo
A: Santi, come minha namorada. - Fala pra mim e vai embora, deixando um climão pra trás.
A gente bateu um papo sobre bobeiras enquanto continuava bebendo e bebendo, e olha, a gente já tava bem bêbado.
J: Olha, já tá pegando aquela gatinha. Tudo bem ele fazer isso, o que me irrita é que ele me deixa na mão.
S: Ele não te deixou na mão, te deixou comigo.
Falei isso enquanto pegava ela pela cinturinha e aproximava minha boca da dela. Começamos a nos beijar bem quente, a nos apertar feito dois adolescentes ali, do lado da piscina, na frente de umas cem pessoas eu tava comendo a namorada do meu amigo.
Ela me pegou pela mão, pegou o short dela que tava na espreguiçadeira do nosso lado e me levou pra caminhar, passamos do lado da Ari, deu um tapa na bunda dela gritando "a gente se vê na sua casa".
Peguei minha mochila, joguei no meu carro, não era boa ideia ir de carro, além de não conseguir tirar por causa dos outros carros, eu não tava em condições de dirigir nem o curto trajeto que separa uma casa da outra.
Caminhamos até a casa do meu amigo, um pouco de mãos dadas e muito com a mão na bunda um do outro.
Chegamos na casa e ela me sentou direto no sofá, tirou minha sunga e começou a chupar meu pau desesperadamente, eu me jogava contra o encosto e meus olhinhos iam pra trás de tanto prazer que aquela chupadora de pau tremenda tava me dando.
Deitei ela no sofá de barriga pra cima, tirei o sutiã dela e deixei à mostra os peitinhos lindos dela, com mamilos pequenos e rosados, enquanto chupava eles terminei de despir ela e comecei a tocar a buceta dela e meter um dedinho. Juli começou a gemer, beijei ela na boca e fui descendo pelo peito dela, barriguinha lisa e finalmente comecei a dar beijinhos suaves no clitóris, Juli gemia cada vez mais e mais.
Fiz ela virar, ficar de bunda pra cima.
Já tinha visto quando ela chegou e era inegável a vontade de comer a bunda dela que despertou em mim no mesmo instante em que craquei o olhar nela.
Abri bem as pernas dela e comecei a passar a língua na entrada da pussy dela, linda, divina, perfeitamente depilada, suculenta, gostosa.
Comecei a chupar aquela pussy, a comer ela com a língua enquanto ela gemia e gemia cada vez mais forte.
Minha língua passava pela pussy dela, pela bunda deliciosa dela. Comecei a meter um dedinho na pussy que transbordava de sucos, depois outro, enquanto minha língua brincava com o cu dela.
J: Mete, mete logo.
S: Essa nova geração não sabe como pedir as coisas.
E voltei a chupar a bunda dela enquanto com 2 dedos continuava brincando com a pussy dela.
J: Vai, me come Santiago. Me come.
Eu continuava na minha.
J: Como você gosta de se fazer de rogado... mete logo, por favor, eu te imploro!
Subi em cima dela, apontei meu cock pra pussy dela e devagar fui enfiando até que a metade tava dentro e, mordiscando a nuca dela, terminei de meter tudo de uma vez.
Ela soltou um gemido de prazer incrível, com uma só enfiada já tinha gozado, fiquei parado uns segundos e lentamente comecei a me mover, aumentando a intensidade aos poucos. Cada estocada minha era respondida com um gemido dela até que ela apertou um travesseiro com toda força e soltou outro gemido intenso de um novo orgasmo.
Deitei sobre ela, enquanto ela tentava recuperar a respiração normal, eu sentia a pussy dela muito molhada, ensopada, e voltei a me mexer. Meu cock tava entrando e saindo devagar do corpo dela, impedindo a Juli de retomar o ritmo respiratório.
É hora de mudar de posição...
A Juli vai ficar de quatro, com as costas bem arqueadas pra sentir o cock bem até o fundo e eu sentir o lindo batucada do meu corpo contra aquela tiny ass linda.
Molho na pussy dela um dos meus polegares e levo até o cu dela, que se abre suavemente pra deixar eu entrar com o dedo inteiro e sentir meu próprio cock lá dentro. do corpo dela. Os gemidos dela ficaram mais intensos, fiz o mesmo com o outro peito e a própria Juli se mexia pra frente, pra trás e pros lados pra que meus dedos fossem abrindo caminho. Quando sinto que a dilatação já é suficiente pra não causar muita dor, tiro meus dedos do cu dela, tiro a pica encharcada da buceta dela e encosto no ânus. Ela vai se movendo devagar pra trás, enfiando centímetro por centímetro da minha pica enquanto com uma mão se toca o clitóris. A gente tava assim, se pegando, e ela me pede pra avisar antes de gozar, coisa que não demoro muito pra fazer. Sentei no sofá e ela começou a lamber devagarzinho minha pica, a beijar suavemente enquanto me olhava nos olhos, me deixando louco. Ela passava a língua de cima pra baixo, até as bolas, de baixo pra cima, até que começou a chupar ela, enfiando tudo na boca, sugando. Não sei nem como, mas ela enfiou um dedinho no meu cu que mexia no mesmo ritmo que chupava, cada vez mais intenso. Minha pica tava cada vez mais dura até que explodi gozando tudo na boquinha dela, ela engoliu quase tudo e o que sobrou escorrido no meu corpo ela foi buscar com a língua enquanto me olhava nos olhos. Acho que automaticamente apaguei ali no sofá. Acordei, era dia, tava pelado. Juli dormindo no outro sofá, também pelada. O Ariel não tava. Acordei ela, nos vestimos e fomos pra casa do Maxi, a casa tava um bagaço de garrafas, copos, sujeira pós-festa, etc... Na sala estavam Ariel, Vane, Maxi e mais duas minas, todos pelados dormindo. Subi no meu carro, deixei a Juli na casa do meu amigo e vim pra casa. Já falei em algum lugar, mas o pessoal da putaria é o que tem a melhor vibe, o mais livre.
No início do ano, fui com uns amigos pra uma festa num condomínio fechado, onde mora o Ariel, um amigo que conheci na bagunça. Ele tava com a namorada, Julieta, que conheci no mesmo dia.
A Juli é bem mais nova que ele (ele tem 38 e eu tinha 35 na época), também conheceu ele na farra. Tem 1,60m, magrinha, deve ter uns 85 de peito e 95 de bunda, bem definida. Pele morena, olhos castanhos, cabelo castanho ondulado e uns lábios carnudos divinos. Além de ser toda gostosa, é uma fofa, super divertida e mó gente boa, com uma atitude que arrasa, mas sem ser metida.
A festa era na casa do Maxi, um amigo dele, a uns 300m de distância. Fui ao meio-dia na casa do Ariel, almoçamos juntos, a Juli tava na casa dos pais. Aproveitamos com meu amigo e colocamos o papo em dia. Uma das coisas que ele me contou é que sabia que tava passando dos limites na bagunça. Falei pra ele que naquele dia queria ele do meu lado o tempo todo, que eu ia segurar ele. Já tínhamos tomado umas 2 garrafas de vinho...
Umas 3 da tarde, o Maxi perguntou pro Ari se ele podia ir dar uma mão pra preparar as coisas. Carregamos um monte de bebida que ele tinha no meu carro, que já tava cheio com o que eu trouxe, e fomos pra casa do Ariel. A casa do Maxi é linda, projetada por um arquiteto foda que é quem vos fala, a do Ariel é uma loucura, percorri ela inteira tirando foto pra roubar ideias. É feita pra festas, a cozinha com uma ilha-bar que se integra com a sala de estar e jantar, e tudo com painéis de correr que abrem pra um churrasqueirão enorme com 2 geladeiras gigantes, um freezerzão e uma fábrica de gelo, que com o mesmo sistema de vidro pode deixar tudo aberto pro jardim com uma piscina aquecida gigante e muito parque verde. Claramente tudo projetado por profissionais. até o último andar do jardim. E obviamente uma carteira sem limites.
Deixamos tudo integrado, daqui a pouco chegou um DJ que montou tudo no quincho e começou a chegar mais gente, umas 6 da tarde já éramos uns 50, piscina, drinks, música, dança. Ari já tava meio alegrinho e vejo ele conversando com uma gatinha que quando cumprimentou a gente se apresentou, obviamente não se conheciam. Fui tirar ele da situação e ele me disse que com a Juli têm um relacionamento aberto, com o OK do outro já podem foder quem quiserem. Lembrei ele que a Juli ainda não tinha chegado e pra parar de beber.
Peguei 2 copos de água com gelo porque eu também não queria ficar muito doidão, voltei pro Ari e na hora chegou a Juli, tava de biquíni rosa com um short jeans, enquanto eu me aproximava do casal a Juli tirou o short, a primeira coisa que vi foi a bunda incrível que ela tem e baixei o olhar pra ver aquele par de pernas espetaculares, bem trabalhadas, definidas, mas não marcadas demais.
A festa foi rolando como esperado, piscina, mais álcool, dança, conversas com desconhecidos. De vez em quando via a Juli apertando e tocando o Ari pra esquentar ele, mas ele tava obcecado pela Vane, a gatinha de antes.
Achei um tempinho a sós com o Ari pra falar com ele.
S: Ari, me escuta, mano, tu já tá muito doidão, não tá dando bola pra Juli e ela vai ficar puta.
A: Não tem problema Santi, te falei que somos abertos no sexo.
S: Sim, entendo, mas ela vem com vontade de te comer e tu tá de olho na bunda da Vane.
A: Tô doido pra foder a Vane.
S: Sim, dá pra ver, mas não deixa de transar com sua mina. Que tal chamar ela pra um ménage? A Juli não topa?
A: Ela topa demais, mas não quero, fiquei obcecado pela Vane, já falei com ela e ela topa.
Nisso a Juli chegou com umas cervejas e mudamos um pouco de assunto. Fui um pouco pra piscina pra eles conversarem entre si, voltei e continuavam na conversa.
A: Olha, gorda, já coloquei a mira na Vane, a verdade é que quero foder com ela hoje.
J: E quem vai me comer?
A: Sei lá, Arranca a buscar alguém. - E aí percebe que eu tinha voltado. - Santi, come ela.
S e J: Quê? - Falamos ao mesmo tempo
A: Santi, come minha namorada. - Fala pra mim e vai embora, deixando um climão pra trás.
A gente bateu um papo sobre bobeiras enquanto continuava bebendo e bebendo, e olha, a gente já tava bem bêbado.
J: Olha, já tá pegando aquela gatinha. Tudo bem ele fazer isso, o que me irrita é que ele me deixa na mão.
S: Ele não te deixou na mão, te deixou comigo.
Falei isso enquanto pegava ela pela cinturinha e aproximava minha boca da dela. Começamos a nos beijar bem quente, a nos apertar feito dois adolescentes ali, do lado da piscina, na frente de umas cem pessoas eu tava comendo a namorada do meu amigo.
Ela me pegou pela mão, pegou o short dela que tava na espreguiçadeira do nosso lado e me levou pra caminhar, passamos do lado da Ari, deu um tapa na bunda dela gritando "a gente se vê na sua casa".
Peguei minha mochila, joguei no meu carro, não era boa ideia ir de carro, além de não conseguir tirar por causa dos outros carros, eu não tava em condições de dirigir nem o curto trajeto que separa uma casa da outra.
Caminhamos até a casa do meu amigo, um pouco de mãos dadas e muito com a mão na bunda um do outro.
Chegamos na casa e ela me sentou direto no sofá, tirou minha sunga e começou a chupar meu pau desesperadamente, eu me jogava contra o encosto e meus olhinhos iam pra trás de tanto prazer que aquela chupadora de pau tremenda tava me dando.
Deitei ela no sofá de barriga pra cima, tirei o sutiã dela e deixei à mostra os peitinhos lindos dela, com mamilos pequenos e rosados, enquanto chupava eles terminei de despir ela e comecei a tocar a buceta dela e meter um dedinho. Juli começou a gemer, beijei ela na boca e fui descendo pelo peito dela, barriguinha lisa e finalmente comecei a dar beijinhos suaves no clitóris, Juli gemia cada vez mais e mais.
Fiz ela virar, ficar de bunda pra cima.
Já tinha visto quando ela chegou e era inegável a vontade de comer a bunda dela que despertou em mim no mesmo instante em que craquei o olhar nela.
Abri bem as pernas dela e comecei a passar a língua na entrada da pussy dela, linda, divina, perfeitamente depilada, suculenta, gostosa.
Comecei a chupar aquela pussy, a comer ela com a língua enquanto ela gemia e gemia cada vez mais forte.
Minha língua passava pela pussy dela, pela bunda deliciosa dela. Comecei a meter um dedinho na pussy que transbordava de sucos, depois outro, enquanto minha língua brincava com o cu dela.
J: Mete, mete logo.
S: Essa nova geração não sabe como pedir as coisas.
E voltei a chupar a bunda dela enquanto com 2 dedos continuava brincando com a pussy dela.
J: Vai, me come Santiago. Me come.
Eu continuava na minha.
J: Como você gosta de se fazer de rogado... mete logo, por favor, eu te imploro!
Subi em cima dela, apontei meu cock pra pussy dela e devagar fui enfiando até que a metade tava dentro e, mordiscando a nuca dela, terminei de meter tudo de uma vez.
Ela soltou um gemido de prazer incrível, com uma só enfiada já tinha gozado, fiquei parado uns segundos e lentamente comecei a me mover, aumentando a intensidade aos poucos. Cada estocada minha era respondida com um gemido dela até que ela apertou um travesseiro com toda força e soltou outro gemido intenso de um novo orgasmo.
Deitei sobre ela, enquanto ela tentava recuperar a respiração normal, eu sentia a pussy dela muito molhada, ensopada, e voltei a me mexer. Meu cock tava entrando e saindo devagar do corpo dela, impedindo a Juli de retomar o ritmo respiratório.
É hora de mudar de posição...
A Juli vai ficar de quatro, com as costas bem arqueadas pra sentir o cock bem até o fundo e eu sentir o lindo batucada do meu corpo contra aquela tiny ass linda.
Molho na pussy dela um dos meus polegares e levo até o cu dela, que se abre suavemente pra deixar eu entrar com o dedo inteiro e sentir meu próprio cock lá dentro. do corpo dela. Os gemidos dela ficaram mais intensos, fiz o mesmo com o outro peito e a própria Juli se mexia pra frente, pra trás e pros lados pra que meus dedos fossem abrindo caminho. Quando sinto que a dilatação já é suficiente pra não causar muita dor, tiro meus dedos do cu dela, tiro a pica encharcada da buceta dela e encosto no ânus. Ela vai se movendo devagar pra trás, enfiando centímetro por centímetro da minha pica enquanto com uma mão se toca o clitóris. A gente tava assim, se pegando, e ela me pede pra avisar antes de gozar, coisa que não demoro muito pra fazer. Sentei no sofá e ela começou a lamber devagarzinho minha pica, a beijar suavemente enquanto me olhava nos olhos, me deixando louco. Ela passava a língua de cima pra baixo, até as bolas, de baixo pra cima, até que começou a chupar ela, enfiando tudo na boca, sugando. Não sei nem como, mas ela enfiou um dedinho no meu cu que mexia no mesmo ritmo que chupava, cada vez mais intenso. Minha pica tava cada vez mais dura até que explodi gozando tudo na boquinha dela, ela engoliu quase tudo e o que sobrou escorrido no meu corpo ela foi buscar com a língua enquanto me olhava nos olhos. Acho que automaticamente apaguei ali no sofá. Acordei, era dia, tava pelado. Juli dormindo no outro sofá, também pelada. O Ariel não tava. Acordei ela, nos vestimos e fomos pra casa do Maxi, a casa tava um bagaço de garrafas, copos, sujeira pós-festa, etc... Na sala estavam Ariel, Vane, Maxi e mais duas minas, todos pelados dormindo. Subi no meu carro, deixei a Juli na casa do meu amigo e vim pra casa. Já falei em algum lugar, mas o pessoal da putaria é o que tem a melhor vibe, o mais livre.
2 comentários - "Santi, garchate a mi novia"