Gentileza retribuída

Um dia, minha mulher abriu a mente e começou a imaginar. Conversando e soltando nossos desejos e segredos internos, contei que uma vez fui comedor de uma mulher de meia-idade com problemas no casamento. Ela sempre dizia que o marido a traía, então, como bom servidor, dei um pouco de pica pra saciar a sede de vingança dela. Na época, eu não conhecia o cara em questão, até que, sem querer, acabamos compartilhando algo mais com esse rapaz: fizemos um curso de administração juntos. O problema é que ele caiu tão bem comigo que viramos quase amigos. Ele me contava que a mulher dele o tinha traído e que ela achava que ele também a sacaneava. Bom, enfim, problemas de casal normais de sempre. O tempo passou e, pra ser sincero, nunca tive coragem de contar pra ele que o corno fui eu. Então, segui como se nada tivesse acontecido, até que, brincando com a imaginação com pessoas diferentes, um dia minha mulher me pergunta: "E se eu deixasse seu amigo e vizinho me comer, pra pagar a dívida com seu vizinho e você se livrar dessa culpa?" Bem fofa e sutil, ela entrou na minha cabeça como agulha na veia pra injetar adrenalina. Mil situações por segundo passaram pela minha mente inquieta. Que loucura ver minha mulher dando pra um vizinho e praticamente amigo. Não sei se alguma vez a mulher dele contou a verdade, mas sempre fico com aquela estranha sensação de que sim.
Bom, os dias foram passando e minha mulher já tinha esquecido da proposta dela, mas eu não. Então comecei a planejar o encontro. Ele não é muito bonitão, mas tem um corpo parecido com o meu, barba, cabelo comprido — eu não tenho cabelo comprido — e é bem jeitoso. A mulher dele é uma gostosa, tinha um corpo bonito até antes de ter o bebê uns anos atrás. Um dia, chega uma mensagem dele, querendo falar comigo, do nada, e quando vem me oferece emprestar a garagem dele porque o carro estava alugado pra Uber e ele não trazia. Plena quarentena, minha caminhonete não entrava na garagem que eu tinha porque o portão estava mal feito, além do horário que eu tiraria a caminhonete seria mais perigoso, já que trabalho de madrugada. Então acendeu a luzinha. Tinha uma desculpa perfeita: tinha que devolver a chave e as "gentilezas". Precisava ver os horários, já que a gente conversava com ele várias vezes e sabia que horário ele trabalhava. De manhã seria ideal: as meninas, com a quarentena, o sono delas está todo bagunçado, então ficaríamos sozinhos de manhã pra fazer safadeza com minha mulher, enquanto elas dormem como pedras. Contei o plano pra minha mulher e ela disse que eu era louco, mas gostou da ideia.
Chega o dia e mando uma mensagem pro meu amigo,
Negão, pode vir aqui um instante? Quero falar contigo sobre a garagem.
Dá um toque aí que eu vou. Me responde.

Liguei a chaleira elétrica pra "fingir que a gente ia tomar um mate" enquanto esperava. Falei pra minha mulher esperar eu convidar ele pra entrar e me mandar uma mensagem. Eu ia bancar o otário e dar uma saída até o negócio que fica a uma quadra, falando que precisavam de mim urgente. Nesse meio tempo, ela tinha que seduzir ele. Nem preciso dizer como, ela sabe bem como esquentar paus... Eu ia demorar uns 20 minutos, mais ou menos.
Finalmente ele chega e bate, mando ele entrar e ofereço um mate, faço ele sentar enquanto a gente conversava, nisso chega a mensagem e dou uma desculpa, a conversa ficou pela metade, falei pra ele me esperar que vinha num instante.
E vou embora..

Vou sair, mas não pro trabalho, não tão acostumados que eu vá de tarde. Dou uma volta e volto, entro de quatro sem fazer barulho e olho da janela da sala pra onde minha mulher e meu vizinho deveriam estar. Já tinha preparado a janela pra poder espiar de antemão, então só me inclinei sem mais. Lá estavam eles, não tinha passado nem 10 minutos e minha mulher tava toda gostosa com uma calça palazzo preta transparente, uma tanga vermelha minúscula que sumia entre as belas nádegas dela, e combinando uma regata do mesmo tecido da calça, super decotada e também transparente, com um sutiã de renda igualmente transparente. Minha mulher tem uns peitos lindos, tamanho 110, então as tetas dela dá pra ver bem. Então lá estava eu, olhando de fora como tudo ia rolando conforme o planejado. Minha mulher se aproximou pra preparar um chimarrão e ficava fingindo que pegava coisas do chão, então, como uma verdadeira provocadora, se abaixava pra calça esticar e a tanga aparecer bem enfiada entre as nádegas. Ao se levantar, os peitos escapavam do decote e, enquanto fingia arrumá-los, mostrava ainda mais. Eu tava com o pau duro como pedra olhando de fora. Ele olhava sem perder um detalhe, e ela sorria safadamente. Foi quando ela disse que eu ia demorar um pouco mais e se aproximou dele, supostamente pra pegar algo que tava debaixo da cadeira dele, deixando os peitos bem perto das mãos e do rosto dele. Aí ela olhou pra ele e disse:
– Quer provar?

Pegando uma das mãos dela, colocou nos peitos dela e ele, sem perder tempo, apertou com força com uma mão e depois com a outra. Ela tirou as mãos pra deixar os peitos totalmente à mostra e levou eles até a boca dele: "Prova com a língua, chupa do jeito que você mais gosta". Ele se prendeu como um bebê e não soltou por um bom tempo. Ela falava alto pra eu ouvir, sabendo que eu tava espiando, como ele chupava gostoso. Foi quando ele agarrou uma das mãos dela e levou até as nádegas, desesperado, preso nos peitos da minha mulher, apertou ela contra ele com mais vontade e, sem soltar, abaixou a calça dela, deixando ela só de fio dental e os peitos de fora. Ela conseguiu se soltar um pouco e, já quente como sempre, precisa colocar uma rola na boca assim que começa a esquentar. Se abaixa, se ajoelha na frente dele, abre o zíper da calça e tira uma rola média de bom tamanho e começa a bater uma punheta pra ele, chupando a cabeça com desespero, um boquete lindo. Ele brincava com os peitos dela enquanto ela continuava chupando a rola. Assim que já tava bem dura, molhada de tanta baba que ela soltou pra engolir até a garganta, ela se levanta, tira o fio dental e senta na rola devagar. É aí que ela se desespera, mas sem deixar ele levantar, faz sinal pra eu entrar. Eu passo, ele se assusta, mas ela não saía de cima dele, fazendo força. Eu me aproximo, coloco a rola na boca dela e falo: "Calma, continua aproveitando, depois te explico". Ela não para de subir e descer enquanto eu comia a boca dela desesperado. Sem conseguir aguentar muito mais, encho a boca dela de porra e ela grita que também quer gozar. Foi quando minha mulher falou: "Goza dentro de mim, não dá nada", e explodimos de prazer os três juntos, recebendo porra dos dois lados. Eu tiro pra derramar um pouco de porra nos peitos, apertando a rola entre eles, e continuamos comendo como loucos por mais um pouco até que ela dorme. Ela junta o que sobrou nos peitos e leva pra boca, ainda sentada no vizinho, que, agarrado na cintura dela, parecia que não queria deixar ela sair. Quando se Levanta, começa a escorrer a porra dele entre as pernas, se limpa também levando à boca o que sai. Enfiou um dedo na pussy dela pra terminar de tirar a porra dele enquanto ela gozava mais uma vez. Ele guarda a rola e nos olha desnorteado. Eu digo: "Fica tranquilo, já estamos quites. Tua mulher te traiu comigo há um tempo, então decidimos retribuir a gentileza." Ele ficou atônito, mas sem dizer uma palavra. Agarrei as nádegas da minha mulher, que ainda estava de tanga, e disse: "São lindas. Posso usar elas de novo?
Depois meu marido me contar quantas vezes ele ficou com sua mulher, aí a gente vê como segue: se sozinhos ou nós três de novo.

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