O namorado da minha irmã

Pertenço a uma família de bem, não posso reclamar, embora às vezes o faça. Tenho uma irmã, Marta, de 22 anos, cuja ocupação na vida é dar problema pros meus pais. Nós 4 moramos num apartamento num dos bairros mais nobres e tranquilos da cidade, mas dentro de casa não se respira nada além de paz. Marta é a ovelha negra da família e o motivo de eu contar essa história hoje é, justamente, uma das últimas loucuras da minha irmã: Rubén.

Minha irmã não é exatamente uma santa, muito pelo contrário, é uma gostosa sem muitos escrúpulos. Pode soar horrível eu falar assim dela, mas é a definição que ela mesma usa pra mim, pros amigos ou quem quer que seja, exceto meus pais. Claro, até agora ela era uma gostosa de portas pra fora, nunca trazia uma presa pra casa. Meus pais acham que ela não tem uma vida sexual/afetiva muito estável, mas se preocupam mais com o futuro profissional da minha irmã do que com a quantidade de pica que já enfiaram nela.

Claro, ela nunca tinha trazido uma presa pra casa, mas se a presa vem pra casa... Foi o que Marta deve ter pensado antes do verão, quando um técnico da TV a cabo veio aqui consertar um defeito. Quando entrei na sala e vi na frente da TV uma rabeta superdura enfiada numa calça jeans, apoiada num par de pernas bem torneadas, fiquei paralisado. A rabeta em questão era do Rubén, um técnico que a empresa tinha mandado. Quando ele se levantou, pude ver suas costas largas apertadas numa camiseta preta bem curta. Ele tinha uns braços que poderiam ter dobrado a TV de plasma no meio se quisesse.

— Oi... — ele me cumprimentou ao se virar e me ver parado na porta da sala.

— Oi... — murmurei enquanto apreciava a visão da parte da frente daquele pedaço. Bíceps de infarto, peitoral fibrado bem apertado naquela camiseta e uma barriga totalmente lisa que ficava parcialmente à mostra graças àquela camiseta tão curta. Os pelos da barriga subiam desafiadores até o... umbigo e apareciam cada vez que o Rubén mexia os braços. Ele não era hipermusculoso, mas era um pouco inchado e bem definido.
Antes que eu pudesse acrescentar algo, a Marta entrou feito uma flecha na sala de jantar e disse ao nosso "convidado" que o banho já estava pronto. Reparei nas axilas do Rubén, ele estava suado, e, mais do que um banho, eu mesmo teria lambido ele inteiro pra secar o suor.
— Ele se chama Rubén, é o técnico do cabo. Falei pra ele tomar um banho porque passou o dia todo trabalhando e tá muito suado... — disse minha irmã com um meio sorriso.
— Já vi... — respondi com um olhar desconfiado. — Você vai dar banho nele? — murmurei.
— Nem uma palavra pros seus pais ou eu te mato — concluiu ela.
E eu calei a boca, claro. Desde que a Marta me pegou comendo um colega de classe enquanto fazíamos um trabalho de História, eu fechei os olhos pra ela. A Marta é a única pessoa no meu círculo que sabe que sou gay. E eu, diferente dela, não sou nenhum putão; meus rolos e/ou namorados conto nos dedos das mãos. Não tenho problema nenhum em ser gay, mas prefiro que não saiba muita gente pra não ter que dar explicações. Odeio ter que dar.
A história da Marta e do Rubén começou naquela tarde e se estendeu até agora. Meus pais não suportam ele; antes das férias que passamos juntos, tinham visto ele umas 4 vezes e achavam que era um mau partido pra Marta. Mas, dispostos a aproximar posições ou, quem sabe, até a aceitar o relacionamento deles, decidiram convidar a Marta e o Rubén pra passar uma semana em agosto na casa que meus pais têm.
No caminho, meus pais iam no carro da frente e me mandaram com a Marta e o Rubén, acho que pra cortar um pouco o barato deles. Do banco de trás do León Cupra do Rubén, dava pra ver minha irmã não tirava a mão da perna do macho dela e roçava cada vez com menos disfarce o volume do pacote do meu cunhado. O Rubén, com o cabelo bem curto e bagunçado e o piercing dele na Ceja ficava olhando de vez em quando pra minha irmã e mandava um sorrisinho de satisfação. O filho da puta tinha cara de menino safado... de menino tarado. Olhei de novo pro volume dele... Meu Deus, exclamei pra mim mesma, aquele pacote prometia demais. Se minha irmã tentasse cobrir com a palma da mão, não conseguiria.

Uma vez em casa, bem pertinho da praia, meus pais decidiram que, apesar da minha irmã já ser grandinha e do Rubén, com 26, ser ainda mais velho, eles não dormiriam juntos. Minha irmã dormiria sozinha, e eu e Rubén dividiríamos outro quarto. A Marta quase morreu quando ouviu aquilo. Eu, por outro lado, senti o coração pular dentro do peito. Pelo menos ia ter chance de ver o pacotão do namorado da minha irmã por baixo da cueca, e até podia pegá-lo pelado no caminho do banho. Assim podia continuar me perguntando por que ela sim e eu não.

Não precisei esperar muito; na primeira noite o show começou. Meus pais já tinham ido dormir, e eu tava jogando Xbox na sala. Marta e Rubén tinham saído pra dar uma volta na praia... ou seja, pra chupar a rola dele em algum canto escondido. Voltaram antes do esperado, então dava pra sacar que o plano da Marta não tinha dado certo e ela tinha ficado sem a sobremesa.

— O que cê tá fazendo? Tacando o terror nos jogos? — Soltou o Rubén enquanto sentava do meu lado e apertava minha perna forte com a mão, num gesto bem hétero. Ele tava de sunga vermelha e regata preta. O sol ainda não tinha pegado nele, mas a pele morena já destacava com as cores da roupa. Imaginei que quando ele pegasse um sol, ia parecer brasileiro, rabo incluso.

— É, tô aqui jogando um pouco... — falei nervoso. Minha irmã saiu da cozinha com duas cervejas.

— Vai, neném, coloca no multiplayer e a gente joga uma partida.

Dito e feito. Rubén e eu começamos a pilotar numa corrida frenética no Need for Speed Carbon. Ele tava ganhando de mim, mas num ponto da partida começou a perder vantagem até que eu passei na frente. Quando me virei pra olhar pra ele, dei de cara com a língua da minha irmã tentando se enfiar na boca dele enquanto ele fazia de tudo pra continuar olhando pra tela.
—Irmãozinho, relaxa que você vai ganhar...

Minha irmã, que desde que soube que eu era gay me contava detalhe por detalhe das experiências sexuais dela, incluindo tamanho, textura, gosto... da pica dos caras que ela pegava, não teve nenhum pudor em passar a mão no Rubén e agarrar o pacote dele por cima da sunga. A pica do meu cunhado começou a ganhar vida e desenhou por baixo do tecido. Aquilo era uns 18 cm de pica morena apontada pra direita, com um par de bolas que completava um conjunto perfeito. Tive que me segurar muito pra não me jogar e chupar tudo naquela hora.O namorado da minha irmãMas a noite não terminou ali. Eram quase 3 da manhã quando eu e o Rubén estávamos dormindo no quarto. Minha irmã entrou na surdina, sussurrou algo no ouvido dele até acordá-lo, os dois olharam pra minha cama e eu fechei os olhos na hora. A luz da rua iluminava fraco o quarto, mas dava pra ver os corpos e as formas. Achando que eu tava dormindo, minha irmã puxou o lençol que cobria o Rubén, baixou a cueca dele com vontade e soltou a piroca. Foi a primeira vez que vi ela, mesmo no escuro. Era maior do que eu imaginava, fácil, minha irmã podia ter enrolado ela no pulso. A safada ficou chupando ele até o Rubén murmurar...

-Porraaaaa, vou gozaaaaar...

Ao contrário do que eu esperava, minha irmã se afastou, pegou a cueca do namorado e colocou na ponta daquele rabo lindo enquanto batia uma pra ele gozar. Pensei comigo, se eu tivesse no lugar dela, teria engolido cada gota de porra que aquela piroca soltasse.

Na manhã seguinte, eu tava morrendo de sono. Minha família tentou me acordar mas foi em vão. Continuei dormindo até bem depois de ouvir a porta da rua bater. Quando levantei da cama não ouvi ninguém, achei que tinham ido pra praia. Tomei café e voltei pro quarto pra tomar um banho. Tava com a piroca dura pra caralho, a imagem do rabo do Rubén não saía da minha cabeça. Entrei na banheira e abri a água fria. Me estiquei pronto pra bater uma punheta do século e aí vi eles. O porco do namorado da minha irmã tinha deixado a cueca da noite anterior jogada num canto do banheiro. Peguei e olhei bem, tava toda amassada. Desenrolei e meus dedos tocaram no pano ainda úmido, a mancha de esperma era enorme. Levei até o nariz e aspirei aquele cheiro forte de gozada e de piroca e saco suado. Quase gozei de tesão. Aproveitando o momento, tirei Língua devagar e comecei a lamber, primeiro com calma, e depois selvagemente a gozada do meu cunhado na cueca dele. Quando estava prestes a gozar, ouvi a porta do quarto, joguei as cuecas às pressas num canto do banheiro e, sem tempo pra mais nada, a porta do banheiro se abriu, fiquei imóvel deitado na banheira.
— Não sabia que você tava aqui — disse Rubén entrando no banheiro e fechando a porta atrás de si. Ele só tava de sunga vermelha da noite anterior. Além de confirmar que o peitoral dele era realmente definido, pude ver pela primeira vez a barriga tanquinho e aquelas duas curvas que começavam nos quadris e apontavam pro pacote gostoso dele. — Tô morrendo de vontade de mijar...
Sem tempo de responder, Rubén levantou a tampa do vaso, que tava bem na paralela da banheira, e puxou o pau pra fora. Meus olhos se cravaram na rola dele, de pele bem escura e glande rosada, parecia a rola de um mulato. Não tava dura, nem meia-bomba, mas já era um belo pauzão. Meu cunhado começou a mijar, soltando um jato forte dentro do vaso. A cena me pareceu tão erótica quanto nojenta. O porco não tinha vergonha nenhuma de mijar a poucos centímetros da minha cara.
— Porra, que alívio, tava segurando o mijo desde a praia. — Enquanto falava isso, Rubén começou a sacudir a rola e a cobrir e descobrir a cabecinha. O que a princípio era uma sacudida pós-mijo, virou quase uma punheta tímida. O pau dele ganhou vida e começou a crescer. Rubén virou a cabeça pra mim e me pegou com o olho fixo na rola dele. — Tá olhando o quê, mermão?
— Nada... , podia ter usado outro banheiro — respondi na hora e fixei o olhar na banheira. Mesmo a água ainda saindo da torneira, ainda não me cobria por completo e a ponta do meu pau aparecia fora d'água. Nunca tinha ficado com o pau tão duro, tava muito excitado e o nervosismo de Rubén ter me pego olhando pra ele só deixava ele mais duro ainda.
— Relaxa, cara... é coisa de homem. Homens... Você estava olhando pra minha pica, sem problemas. -Sem encarar, dava pra ver que ele ainda não tinha guardado.
-Que isso! –Exclamei tentando disfarçar.
De repente, Rubén segurou meu rosto com uma mão e me obrigou a olhar pra ele. Com a outra mão, segurava a pica dele, que já estava dura pra caralho. Era um pauzão brutal. Só tinha visto uma pica tão grossa e comprida num vídeo pornô que baixei umas semanas atrás, onde um brasileiro vestido de pedreiro consertava a boca de um adolescente. Mesmo nervoso, minha pica continuava a mil.
-Que nada, mano, é normal a gente olhar pra comparar – ele balançou o pauzão a centímetros do meu rosto. Olhou pra minha pica, que já tava quase coberta pela água. -Quem sabe um dia você não tem uma tão grande quanto a minha...
-Porra, não tava olhando pra sua pica por isso!
- Ah, não? Mas tava olhando...
-Rubén... só tava tentando entender por que minha irmã te aguenta...
-Não é um bom motivo? Sua irmã fica louca quando enfio nele...
-Cuzão... – falei, ficando sério com o comentário sobre minha irmã. Rubén me olhou com um sorriso, soltou meu rosto e guardou o pauzão como pôde na sunga.
-Moleque, vou deixar você terminar a punheta que tava batendo. Somos dois homens, sabemos o que se faz no banheiro quando os velhos vão embora...
Nem preciso dizer que bati uma puta bronha com a imagem do corpo e da pica do Rubén. Tava tão tesudo que minha gozada respingou na parede inteira do box.
Passei o dia inteiro pensando no que aconteceu no banheiro. Me perguntei se a cara de pau do Rubén de mijar do meu lado e a provocação de enfiar o pau duro tão perto da minha cara significava que meu cunhado curtia sexo com caras ou se era só um hétero filho da puta provocador que sabia que eu era gay e queria me deixar de pau duro pra se divertir. Embora minha pica pedisse aos berros pra continuar o jogo, minha minha cabeça implorava pra Rubén parar de se exibir, senão minha boca ia gozar no pau dele.
Mas naquelas férias tava claro que a vida ia continuar testando minha resistência de homossexual reprimido. De noite, eu tava no quarto revisando as anotações da única matéria que tinha deixado pra setembro quando Rubén entrou no quarto. Ele tava vestindo uma calça jeans justa e uma camiseta regata laranja.
— Já voltaram?
— É, sua irmã encheu o saco na balada e quis voltar — respondeu Rubén. Sem dizer mais nada, começou a se despir.
Meu olhar voava rápido das minhas anotações pro corpo dele, acompanhando toda a operação de se despir. Rubén ficou só de cueca boxer branca de algodão meio gasta que, mesmo sendo larga nele, não conseguia esconder um pau meia-bomba. Mas o que mais me chamou a atenção foi a mancha grande de umidade que se desenhava na área da ponta do rabo dele. Fiquei de pau duro na hora e, ainda não sei como, criei coragem e perguntei:
— Você mijou nas calças ou o quê?
— Como? — Rubén olhou pra cueca dele e tentou pegar o pacote com a mão —. Que porra você tá falando, moleque... você sabe como eu mijo, se tivesse mijado nas calças teria respingado nessa sua cara aí. A mancha é de pré-gozo, porra...
— Nossa... você tá... bem excitado... — a voz quase tremeu por eu estar falando disso com Rubén.
— É a piranha da sua irmã, começou a me masturbar no carro lá embaixo e como não tem lenço, me deixou no meio. Porra, pra que que ela tem boca se não usa?
Larguei as anotações e me sentei na cama. Rubén tava de pé a poucos metros da minha cama.
— Imbecil, não fala assim da minha irmã ou...
— Ou o quê?
— Ou eu quebro a sua cara...
— Kkkkk... a cara? — Rubén zombou do meu comentário. De repente, parou de rir e, sem me dar tempo de reagir, se jogou em cima de mim, ajoelhou na minha cama, colocou uma perna de cada lado do meu peito e segurou minhas mãos com força contra a cabeceira da cama. Com a outra... mano me agarrou com força no rosto e apertou.
— Quem vai te arrebentar a cara sou eu. Nós dois sabemos que sua irmã é uma puta, o que eu não sabia é que ela deixava as coisas pela metade...

Fiquei totalmente sério. Rubén interpretou que eu estava com medo e aliviou a pressão nas minhas mãos e no meu rosto. Mas se eu estava tão sério era porque estava adorando o peso do pau e das bolas dele na minha barriga, dava até pra sentir a umidade da porra pré gozada na minha pele. Com o braço esticado por cima da minha cabeça, dava pra ver a axila dele, com o pelo escuro bem aparado. E claro, dava pra sentir o cheiro de macho suado.

— Ei... vi que você se assustou, moleque. Não tem problema... — Rubén, pra minha tristeza, me soltou e saiu de cima de mim. Sentou do lado da cama, encostado na parede. — Não vou te machucar, neném... a gente é quase família...

Ao dizer isso, Rubén passou a mão na minha testa e no meu cabelo, num gesto quase carinhoso. Olhei disfarçadamente pro volume dele e vi que o pau dele tinha crescido pra caralho. Será que ele tava ficando excitado por ter se esfregado em mim?

— Relaxa... você tá até suado...
— Você também... — respondi.
— É, por causa do tesão...
— Toma um banho se quiser... — falei pra mudar de assunto e, quem sabe, ver ele pelado de novo antes de entrar no banheiro.
— Não, nada disso... curto ficar meio suado. Gosto de cheirar a macho... — ao dizer isso, Rubén passou a mão na barriga definida, no peitoral e chegou até a axila, os dedos roçaram nela. Em seguida, levou os dedos ao nariz e aspirou fundo. — Não me diga que não tem um cheiro foda, as mulheres adoram... até eu sei reconhecer outro macho quando passa perto de mim e cheira assim... cê não acha?

— Sei lá... nunca pensei nisso — menti. Meu pau tava a mil.
— Não? — Rubén enfiou a mão dentro da cueca e começou a acariciar o pau e as bolas. — E o que me diz do cheiro do seu pau e das suas bolas? — Rubén levou a mão de novo ao nariz e aspirou, se deliciando com aquele aroma. Esse filho da puta era um narcisista completamente exibicionista. — Você nunca sentiu o cheiro?
— Não... — menti.
— Então sente agora, vai ver...
— É que eu não tô suado aí...
— Bom, sem problema, você pode sentir o meu — Rubén enfiou a mão de volta na cueca e ficou se acariciando por vários segundos no pau e nas bolas.
— Que isso? Não seja porco... — respondi sem muita energia, no fundo tava morrendo de vontade.
— Sem problema. Os machos fazem essas coisas entre eles... — Rubén me olhou com um sorriso enquanto estendia a mão.
A verdade é que pensei que ele tava tirando uma onda comigo, que sabia que eu era gay e tava me provocando. Mas não liguei pro motivo, decidi não deixar passar aquela oportunidade tão excitante. Aproximei meu rosto até meu nariz encostar na palma da mão dele. Aspirei o aroma... cheirava a pau, a pré-gozo e um pouco de suor. Quase gozei de tesão com aquilo. Rubén esticou mais a mão, fazendo meus lábios roçarem a palma dele. Ouvi ele suspirar, olhei pra ele e vi que tinha fechado os olhos. A cabeça do pau dele aparecia por cima do elástico da cueca.
De repente, ele pulou e ficou de pé em cima de mim. O pacote dele tava a uns 10 centímetros do meu rosto. Ele abaixou um pouco a cueca e eu vi o pauzão dele quase inteiro, totalmente duro. Ele ajeitou e subiu a cueca de novo.
— E aí?
— Bem... — murmurei.
— Tem cheiro de macho, né?
— Sim...
Eu esperava que ele soltasse algo tipo: "então meu pau cheira muito melhor". Mas não fez isso. Rubén pulou da minha cama, deitou na dele de costas pra mim e dormiu. Que baita filho da puta.
Continua...

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