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No te vas a arrepentir!
HISTORIAS DE HOTEL
Quien en su vida no tiene una historia de hotel? creo que todos vivimos anécdotas y a nadie le llamaría mucho la atención lo que sucede en un cuarto, entre cuatro paredes.
Ahora bien, que pasa cuando existen historias que van mas lejos de lo tradicional, cuando se roza lo bizarro, lo extremo, lo prohibido, lo que muchos fantasean en realizar, pero son contados los que llegan a vivirlo?
A lo largo de HISTORIAS DE HOTEL, recorreremos diez vivencias diferentes, vivencias de personas que se animaron a ser contadas, sentados frente a frente con quien escribe, yo solo tomé esas historias para llevarlas a un papel.
Te invito a recorrer estas diez HISTORIAS DE HOTEL
LA NOCHE MENOS PENSADA
ISMAEL, 26 AÑOS
UNA MILF PELIGROSA
ANDREA, 58 AÑOS
LA FIESTA DE GABRIEL
JONY, 32 AÑOS
ANCIANOS DEPRAVADOS
JOSE, 72 AÑOS - ANTONIA 78 AÑOS
PRESTIGIOSO INGENIERO
TIFANNY, 19 AÑOS
MI MARIDO!
SANDRA, 46 AÑOS
SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS
AMORES QUE MATAN
ALAN, 47 AÑOS
MI HERMANA
MIA, 23 AÑOS
MI PROSTITUTA PERSONAL
MARTINO, 39 AÑOS
SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS
A imagem masculina perfeita de duas garotas transando, com corpos perfeitos, uma loira, uma morena, gemendo igual gatas no cio, com caras de anjo e corpos do inferno, iria rapidinho pro lixo quando visse a Marianela.
Marianela pensava como homem, queria ser homem, sentia como homem, e... tinha pinta de homem.
A aparência pessoal dela era descuidada, cabelo bem curtinho, quase raspado no couro cabeludo, com um lado esquerdo zerado, nada de maquiagem, cara limpa, mascando chiclete de um jeito grotesco, quase de lado, feito uma vaca ruminando.
Ela tinha uns peitões bons, debaixo de uma camiseta amarela que marcava os bicos, era óbvio que não tava de sutiã, detalhe que claramente não incomodava ela, uma calça jeans desbotada com suspensórios deixava ver as pernas brancas e mal cuidadas, calçando um tênis encardido que um dia foi branco. Sentamos cara a cara, ela se escarrapachou na cadeira abrindo as pernas numa postura nada feminina e apoiou o braço direito no encosto da cadeira do lado, me deixando ver sem vergonha nenhuma que as axilas dela estavam sem depilar. Me encarou com uma cara desafiadora e eu soube que teria um baita desafio pela frente.Posso te dizer que, sem dúvida, Angélica foi um grande amor na minha vida, meu primeiro amor, não importa a idade, pro amor não tem idade, só vou te falar que quando as meninas brincavam de boneca, a gente se trancava no quarto dela pra se beijar. Sendo sincera, apesar dela ser dois anos mais velha, era eu quem assediava e insistia pra ir pro quarto dela, amava os cabelos loiros dela e o sorriso de anjo.
Eu era pequena, mas já sabia o que gostava, sabia que era um menino preso num corpo de mulher e toda vez que me via pelada na frente do espelho, me odiava, odiava minha buceta, e imaginava ter um pau onde tinha uma buceta.
Era feliz nos meus sonhos, nos meus sonhos eu tinha um pau mesmo, mas minha felicidade acabava quando abria os olhos.
Angélica tinha um irmão mais velho, e ele me odiava, não aguentava me ver junto dela e tornava nossa vida um inferno, me chamava de Marianelo, com 'O', e me tratava como se eu fosse homem de verdade, e uma vez quase parti pra briga de soco com ele.
O irmão dela sabia bem o que rolava entre a gente e sempre dava um jeito de se meter no meio, ele sabia que eu comia a irmã dele e só via em mim uma sapatão nojenta que tava pervertendo a doce e inocente Angélica.
Mas a gente tinha nossos segredos de quarto e ele não podia ficar vinte e quatro horas no meio da gente.
Que momentos gostosos, em toda nossa inocência e despertar sexual, passava horas alisando o cabelo dela, olhando nos olhos dela e beijando o corpo dela, adorava me masturbar enquanto chupava ela.
Mas Milton, o irmão dela, não ia ficar de braços cruzados, e vendo que sozinho não dava conta da gente, foi contar pros pais, uma vez e outra, até que eles finalmente prestaram atenção.
A mãe de Angélica era uma boa mulher, mas muito bitolada, daquelas crentes doentes, só saía pra fazer compras e ir na igreja do bairro, missa de domingo, Rezava todo santo dia, confessava toda semana e eu já sabia que com tanta moralidade era um gelo na cama. Sabia que não caía nas graças dela, meu visual, meus pensamentos liberais, éramos polos totalmente opostos, e ela só me tolerava porque a Angélica tava no meio.
O pai dela, por outro lado, um cara de conduta férrea, retrógrada e patriarcal, era quem mandava, quem sentava na cabeceira da mesa, quem ordenava tudo e tomava as decisões. Embora fingisse com sorrisos falsos que naquela casa reinava a democracia, a verdade é que ele era um ditador como poucos.
E quando meu caso secreto com a Angélica entrou no mundo dos pais dela, eles não demoraram pra nos separar, na marra. Não conseguiram com pedidos, com palavras, proibindo a gente de se ver, e quando tudo isso falhou, decidiram que colocar ela interna num colégio de freiras acabaria com a doença dela, como chamavam o gosto dela por alguém do mesmo sexo.
Aquela situação foi desesperadora pra mim, não conseguia entender. Tentei, sem sucesso, falar com os pais dela e fazê-los mudar de ideia, na boa, na ruim. Falei o que pensava pra mãe dela, até enfrentei o pai, até que só me expulsaram de casa com ameaça de chamar a polícia.
Fui pro convento, umas dez, umas cem vezes, bati em portas fechadas, falei com ouvidos surdos, supliquei pra um Deus que não existe. Por dois anos tentei encontrá-la, saber dela, ter uma chance, mas a Angélica tava trancada num castelo grande demais pra minha capacidade. Lutei com todas as forças, até ficar sem forças. Com o tempo, veio a resignação, e com a resignação, o esquecimento. Tinha que seguir minha vida.
Os anos passaram, tive uns rolos, tive parceiras fixas, estudei um pouco de filosofia e letras, também quis ser psicóloga, mas no fim acabei trabalhando como garçonete num bar do bairro. A Natalia é minha mulher agora, faz cinco anos. que a gente convive, ela veio jantar onde eu trabalho com um grupo de amigas e eu atendi a mesa dela, acho que foi amor à primeira vista, não demoramos pra nos dar bem e, enfim, aqui estamos.
Ela é muito elegante, muito provocante, é chefe de recursos humanos numa seguradora médica, toda manhã sai com seu terno azul impecável de colete e calça social, camisa lavanda e um lenço coral largo que quebra a monotonia dos tons azuis.
Nossos horários são um problema, toda tarde, quando ela chega, eu saio pra cantina, meu horário é noturno e costumo voltar lá pras duas da manhã, mas a gente se vira bem pra ser feliz.
Acho que sou sortuda, ela é muito gostosa, muito mulher, muito feminina pra mim.
E tudo parecia estar bem na minha cabeça louca até não muito tempo atrás, quando ao meio-dia, enquanto almoçava, eu via o noticiário diário na TV, entre notícias que mal prestava atenção, em algum momento foram pro 'convento das irmãs bizantinas', por uma causa de caridade que estavam fazendo, e uma voz chamou minha atenção, podiam passar muitos anos, mas eu jamais esqueceria aquele timbre doce de voz, a irmã Angélica, larguei tudo e sentei na frente da tela, Deus, era ela, com as roupas típicas de freira, num tom de cinza como a própria vida dela, com um terço nas mãos, estava tão linda, fiquei suspirando ao vê-la como quando éramos meninas.
E eu amava a Natália, mas Angélica tinha sido muito especial na minha vida, foi meu primeiro amor, e uma ferida aberta que nunca tinha sido fechada.
Não demorei muito pra me decidir, uns dois dias depois peguei meu carro velho e fui pra igreja onde recebiam as doações, já éramos mulheres adultas, então imaginei que não seria difícil encontrá-la.
E de fato, só precisei de algumas perguntas pra dar com a irmã Angélica, me surpreendi ao vê-la, e ela também comigo, como ela estava bonita, como tinha crescido! era bem mais alta que eu, nos beijamos nas bochechas, ela me pegou Pelo braço e me levou até um dos bancos da igreja.
O templo vazio parecia enorme, escuro e silencioso. Falei em tom de brincadeira que tinha medo de desabar, que eu era um demônio que não se encaixava naquele lugar.
Falando baixinho, Angélica me resumiu em meia hora mais de dez anos separadas, me confessou que depois da nossa separação viveu dias muito difíceis, que foi rebelde e um problema para o resto das freiras, que vivia de castigo e não entendia por que tinha sido trancada, que os pais visitavam ela de vez em quando e só diziam que era o melhor pra ela, pra lavar a alma e purgar os pecados.
Eu morria de ódio por dentro, e lembrei do Milton, o culpado de tudo, e até me veio à memória quando eu enchi ele de porrada na frente dos amigos, e mesmo não tendo me saído bem porque ele era homem e tinha mais força que eu, ainda assim consegui acertar uns bons socos na cara dele.
Angélica continuou contando então, quase falando no meu ouvido, que no começo se masturbava muito lembrando de mim, mas também era pega e colocada de penitência. Percebi que ela tinha mudado, que tinham lavado a cabeça dela, que tinham quebrado a vontade, os desejos, que tinham queimado os neurônios dela de tal jeito que quando finalmente ficou maior de idade e podia ter aberto as asas e voado, já estava tão domesticada que só ficou por vontade própria.
Ela me deixou saber que ficava feliz em me ver, mas eu era parte de um passado lindo e queria que ficasse, nesse presente ela estava dedicada ao senhor, a rezar, a fazer penitências e a guiar o mundo num caminho de fé.
Só pedi que me desse umas horas fora desse mundo de merda, eu merecia um tempo com a garota por quem eu tinha me apaixonado, porque eu sabia que em algum lugar bem fundo dela, ainda vivia aquele amor truncado, e mesmo que ela tenha recusado várias vezes, acho que no final ela também assumiu que a gente tinha histórias pra encerrar.
Fui com ela o mais honesta que pude, falei da minha mulher, a Natália, do meu relacionamento com ela e que ela não sabia de nada do que tava rolando, então não podia arriscar levar ela pra casa, também falei que a igreja e aquele ambiente Não era um bom lugar pra conversar, então sugeri a cantina onde eu trabalhava, seria só bater um papo. Na verdade, não contei que a tia Adela fazia a limpeza num hotel chique nos arredores da cidade, e ela tinha conseguido um quarto pra mim, onde tinha uma cama no meio, e com isso uma oportunidade.
Passei pontualmente por ela com meu carro velho, Angélica estava de roupa normal, bem simples, com um vestido florido largo, o rosto limpo e uma bolsa grande de mão que parecia que ela ia fazer um piquenique.
A gente se cumprimentou de novo roçando as bochechas, e partimos viagem pro nosso destino.
Angélica era uma mina super inteligente, e eu imaginei que ela ia perguntar pra onde a gente tava indo quando pegasse a estrada, mas ela não disse nada, nem quando chegamos no hotel e eu meti o carro lá dentro, estacionei, desliguei o motor e só fiquei olhando pra ela, aí ela falou:
— Sabia que você tava tramando algo, te conheço demais, e tô me arriscando por você, mas tudo bem, só vamos conversar, só penso no Senhor.
Eu não falei nada, que ela me desse um tempo pra mim já bastava, e quando fechei a porta do quarto, no meu entender só ficaram 'nós duas', mas Angélica pensava diferente, pediu uns minutos sozinha, e quando voltei pra encontrá-la, ela tava vestida de freira de novo, pra ela ali estavam 'nós três', 'o Senhor' também era testemunha dos nossos atos.
Foi meio frustrante pra mim, essa já não era a mina que eu amava, ela tava tão mudada, o cérebro dela, os pensamentos, os raciocínios, as lógicas...
Peguei uma cerveja, ela uma água mineral, me contou da vida dela, toda a história por trás dos muros, parecia nervosa brincando com um terço entre os dedos, e só falava sem parar, os minutos passaram e notei que a gente não ia chegar a lugar nenhum daquele jeito.
Só me aproximei dela e tentei roubar um beijo, mas ela foi mais rápida e conseguiu me evitar, e eu insisti de novo pra me sentir rejeitada e ser xingada pelo que tava fazendo, mas eu não... Pensei em desistir, mas a segui até encurralá-la, agarrei seus braços até anular sua resistência e forcei um beijo, e juro que sentir como ela se quebrava sob meus desejos foi simplesmente espetacular, como ela resistia ao meu jogo carnal, como seu ser espiritual vacilava, como eu a colocava contra a parede e como eu começava a ter o controle.
Seus "nãos" eram cada vez mais fracos, e sua respiração começava a acelerar aos poucos, senti o terço cair pesadamente no chão e com isso o começo do fim, acho que Angélica libertou o demônio oculto que sempre teve dentro dela, subjugado à força de chicote, e me fez recuar até a cama, me deitando para vir por cima de mim e me beijar profundamente, tão profundo que senti meus lábios doerem.
Angélica tinha voltado, mas não seria a mesma...
Começamos a nos revirar como nos velhos tempos, a nos beijar, a nos tocar, logo nossas roupas foram caindo, uma a uma, e meus peitos começaram a brincar contra os dela, sentia seus mamilos febris roçando minha pele e me sentia genial, ela estava de olhos fechados e eu a sentia balbuciar, me aproximei um pouco mais para confirmar que ela rezava um Pai Nosso.
Só me afastei um pouco, foi como uma barreira de gelo, senti que de alguma forma eu a estava levando para um lugar onde ela não queria estar, me senti culpado pelo que estava acontecendo e não queria carregar um peso nos ombros pelo resto dos meus dias.
Fiquei de lado, só observando, mas já era tarde demais para parar a tempestade, ela estava fora de controle, numa imagem nada convencional, tinha ficado nua na cama, mal conservando sua touca de freira e umas meias longas de inverno, ela tentava ser uma alma pura, eu só via uma mulher castrada e tesuda que logo se transformaria num anjo caído.
Ela pareceu se esquecer de mim, só continuava rezando e rezando, acariciando os próprios peitos e levando uma das mãos até a boceta, se abriu toda como uma flor, e avançou. Com raiva contida, enfiando dois, depois três e até quatro dedos fundo na sua sexualidade, até a palma da mão num impulso de calor incontrolável.
Angélica pareceu explodir num orgasmo enorme, tocando o céu com as mãos e depois cair num poço depressivo, chegando ao próprio inferno, atormentada pelo que acabara de viver, explodindo em choros de remorso. Fui até ela para abraçá-la e beber suas lágrimas em beijos intermináveis, para contê-la, e teria ficado só por ela, mas Angélica buscou cruzar os lábios com os meus novamente, então me dediquei a fazer o que gostava. Desci lentamente pelo seu pescoço, bem devagar, cheguei aos seus peitos e comecei a lamber devagar, passei pela sua pele delicada e novamente a mordiscar seus deliciosos mamilos, uma e outra vez, e ela voltava a balbuciar suas rezas, se sentia encurralada, como se o pecado fosse grande demais para carregar nos ombros.
Desci então entre suas pernas, queria lamber sua buceta, seus lábios, beber seus sucos, penetrar seu esfíncter e chupar seu clitóris, e assim fiz, enquanto me masturbava como nos velhos tempos, mas ela ainda estava muito sensível e não aguentava.
Fui por cima dela, abri suas pernas e cruzei as minhas no meio, porra, ela estava escorrendo sucos, e comecei a me esfregar nela, a misturar nosso amor truncado, a sentir sua buceta quente contra a minha própria buceta, foi reviver o passado, num presente perfeito.
Mais forte, mais e mais, me senti gozar, explodi em prazer e agora eram minhas lágrimas que rolavam sem rumo, lágrimas de alegria. Olhei mais uma vez o rosto da irmã Angélica, ela estava perturbada e percebi que dentro dela ainda lutavam anjos com demônios.
Ela se ajoelhou ao pé da cama, como se estivesse num confessionário, a touca de freira contrastava com a pele branca da sua bunda generosa e nua, me disse então que era uma pecadora, e que precisava de uma correção...
Angélica tirou então de Entre os pertences dela, um galhinho de alguma árvore com meio metro de comprimento, do qual ela tinha arrancado as folhas, fez zumbir no ar um par de vezes e me entregou pra eu prosseguir. Percebi que as coisas começavam a sair do normal, mas a aposta foi sexy, experimentei um golpe e 'zzzzzz' do galho cortando o ar parou num 'tac' seco ao bater na nádega direita, e um gemido contido e prolongado 'mmmmmmm' da minha amante tentando abafar a dor. Um sulco vermelho raivoso se marcava na carne pálida e, longe de parecer suficiente, ela pediu um novo castigo. E eu repeti, e o joguinho ficou sexy pra nós duas. Depois de alguns minutos, Angélica exibia dez marcas, algumas sangrando, e ela, rendida ao choro pela dor infligida, só pedia uma coisa: que eu fizesse amor com ela.
Lembro que continuamos nos amando até o sono nos vencer. E ao acordar, ambas sabíamos que chegava a hora de nos despedir. Eu já tinha mulher, a Natália, e com certeza ela já começaria a notar minha longa ausência. E ela... ela era casada com Deus. Fechamos uma história, e a deixei perto de onde a tinha pegado. Dissemos que íamos nos ver de novo, mas ambas sabíamos que nossos caminhos se separariam pra sempre naquele momento.E assim se encerrou aquela história. Por mim, tinha ficado uma pulga atrás da orelha, então tirei um tempinho extra pra passar em algumas igrejas e fazer as perguntas que precisava fazer. Quem era a irmã Angélica? Será que ela existia de verdade? E não foi fácil conseguir respostas num mundo onde a boca de todo mundo parece estar fechada, mas no fim, num ato de compaixão, uma madre superiora me passou uma foto de uma moça nova, de traços bonitos. "A irmã Angélica", ela me disse — e a definiu como uma alma perturbada, alguém que parecia não encontrar paz. Ela me contou que a moça tinha largado o hábito fazia um tempo, não sabiam muito mais sobre ela, só comentavam que tinha ido morar em outra província, longe de todo mundo, pra começar uma vida nova...Se você gostou da história, pode me escrever com o título HISTÓRIAS DE HOTEL para dulces.placeres@live.com
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No te vas a arrepentir!
HISTORIAS DE HOTEL
Quien en su vida no tiene una historia de hotel? creo que todos vivimos anécdotas y a nadie le llamaría mucho la atención lo que sucede en un cuarto, entre cuatro paredes.
Ahora bien, que pasa cuando existen historias que van mas lejos de lo tradicional, cuando se roza lo bizarro, lo extremo, lo prohibido, lo que muchos fantasean en realizar, pero son contados los que llegan a vivirlo?
A lo largo de HISTORIAS DE HOTEL, recorreremos diez vivencias diferentes, vivencias de personas que se animaron a ser contadas, sentados frente a frente con quien escribe, yo solo tomé esas historias para llevarlas a un papel.
Te invito a recorrer estas diez HISTORIAS DE HOTEL
LA NOCHE MENOS PENSADA
ISMAEL, 26 AÑOS
UNA MILF PELIGROSA
ANDREA, 58 AÑOS
LA FIESTA DE GABRIEL
JONY, 32 AÑOS
ANCIANOS DEPRAVADOS
JOSE, 72 AÑOS - ANTONIA 78 AÑOS
PRESTIGIOSO INGENIERO
TIFANNY, 19 AÑOS
MI MARIDO!
SANDRA, 46 AÑOS
SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS
AMORES QUE MATAN
ALAN, 47 AÑOS
MI HERMANA
MIA, 23 AÑOS
MI PROSTITUTA PERSONAL
MARTINO, 39 AÑOS
SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS
A imagem masculina perfeita de duas garotas transando, com corpos perfeitos, uma loira, uma morena, gemendo igual gatas no cio, com caras de anjo e corpos do inferno, iria rapidinho pro lixo quando visse a Marianela.
Marianela pensava como homem, queria ser homem, sentia como homem, e... tinha pinta de homem.
A aparência pessoal dela era descuidada, cabelo bem curtinho, quase raspado no couro cabeludo, com um lado esquerdo zerado, nada de maquiagem, cara limpa, mascando chiclete de um jeito grotesco, quase de lado, feito uma vaca ruminando.
Ela tinha uns peitões bons, debaixo de uma camiseta amarela que marcava os bicos, era óbvio que não tava de sutiã, detalhe que claramente não incomodava ela, uma calça jeans desbotada com suspensórios deixava ver as pernas brancas e mal cuidadas, calçando um tênis encardido que um dia foi branco. Sentamos cara a cara, ela se escarrapachou na cadeira abrindo as pernas numa postura nada feminina e apoiou o braço direito no encosto da cadeira do lado, me deixando ver sem vergonha nenhuma que as axilas dela estavam sem depilar. Me encarou com uma cara desafiadora e eu soube que teria um baita desafio pela frente.Posso te dizer que, sem dúvida, Angélica foi um grande amor na minha vida, meu primeiro amor, não importa a idade, pro amor não tem idade, só vou te falar que quando as meninas brincavam de boneca, a gente se trancava no quarto dela pra se beijar. Sendo sincera, apesar dela ser dois anos mais velha, era eu quem assediava e insistia pra ir pro quarto dela, amava os cabelos loiros dela e o sorriso de anjo.
Eu era pequena, mas já sabia o que gostava, sabia que era um menino preso num corpo de mulher e toda vez que me via pelada na frente do espelho, me odiava, odiava minha buceta, e imaginava ter um pau onde tinha uma buceta.
Era feliz nos meus sonhos, nos meus sonhos eu tinha um pau mesmo, mas minha felicidade acabava quando abria os olhos.
Angélica tinha um irmão mais velho, e ele me odiava, não aguentava me ver junto dela e tornava nossa vida um inferno, me chamava de Marianelo, com 'O', e me tratava como se eu fosse homem de verdade, e uma vez quase parti pra briga de soco com ele.
O irmão dela sabia bem o que rolava entre a gente e sempre dava um jeito de se meter no meio, ele sabia que eu comia a irmã dele e só via em mim uma sapatão nojenta que tava pervertendo a doce e inocente Angélica.
Mas a gente tinha nossos segredos de quarto e ele não podia ficar vinte e quatro horas no meio da gente.
Que momentos gostosos, em toda nossa inocência e despertar sexual, passava horas alisando o cabelo dela, olhando nos olhos dela e beijando o corpo dela, adorava me masturbar enquanto chupava ela.
Mas Milton, o irmão dela, não ia ficar de braços cruzados, e vendo que sozinho não dava conta da gente, foi contar pros pais, uma vez e outra, até que eles finalmente prestaram atenção.
A mãe de Angélica era uma boa mulher, mas muito bitolada, daquelas crentes doentes, só saía pra fazer compras e ir na igreja do bairro, missa de domingo, Rezava todo santo dia, confessava toda semana e eu já sabia que com tanta moralidade era um gelo na cama. Sabia que não caía nas graças dela, meu visual, meus pensamentos liberais, éramos polos totalmente opostos, e ela só me tolerava porque a Angélica tava no meio.
O pai dela, por outro lado, um cara de conduta férrea, retrógrada e patriarcal, era quem mandava, quem sentava na cabeceira da mesa, quem ordenava tudo e tomava as decisões. Embora fingisse com sorrisos falsos que naquela casa reinava a democracia, a verdade é que ele era um ditador como poucos.
E quando meu caso secreto com a Angélica entrou no mundo dos pais dela, eles não demoraram pra nos separar, na marra. Não conseguiram com pedidos, com palavras, proibindo a gente de se ver, e quando tudo isso falhou, decidiram que colocar ela interna num colégio de freiras acabaria com a doença dela, como chamavam o gosto dela por alguém do mesmo sexo.
Aquela situação foi desesperadora pra mim, não conseguia entender. Tentei, sem sucesso, falar com os pais dela e fazê-los mudar de ideia, na boa, na ruim. Falei o que pensava pra mãe dela, até enfrentei o pai, até que só me expulsaram de casa com ameaça de chamar a polícia.
Fui pro convento, umas dez, umas cem vezes, bati em portas fechadas, falei com ouvidos surdos, supliquei pra um Deus que não existe. Por dois anos tentei encontrá-la, saber dela, ter uma chance, mas a Angélica tava trancada num castelo grande demais pra minha capacidade. Lutei com todas as forças, até ficar sem forças. Com o tempo, veio a resignação, e com a resignação, o esquecimento. Tinha que seguir minha vida.
Os anos passaram, tive uns rolos, tive parceiras fixas, estudei um pouco de filosofia e letras, também quis ser psicóloga, mas no fim acabei trabalhando como garçonete num bar do bairro. A Natalia é minha mulher agora, faz cinco anos. que a gente convive, ela veio jantar onde eu trabalho com um grupo de amigas e eu atendi a mesa dela, acho que foi amor à primeira vista, não demoramos pra nos dar bem e, enfim, aqui estamos.
Ela é muito elegante, muito provocante, é chefe de recursos humanos numa seguradora médica, toda manhã sai com seu terno azul impecável de colete e calça social, camisa lavanda e um lenço coral largo que quebra a monotonia dos tons azuis.
Nossos horários são um problema, toda tarde, quando ela chega, eu saio pra cantina, meu horário é noturno e costumo voltar lá pras duas da manhã, mas a gente se vira bem pra ser feliz.
Acho que sou sortuda, ela é muito gostosa, muito mulher, muito feminina pra mim.
E tudo parecia estar bem na minha cabeça louca até não muito tempo atrás, quando ao meio-dia, enquanto almoçava, eu via o noticiário diário na TV, entre notícias que mal prestava atenção, em algum momento foram pro 'convento das irmãs bizantinas', por uma causa de caridade que estavam fazendo, e uma voz chamou minha atenção, podiam passar muitos anos, mas eu jamais esqueceria aquele timbre doce de voz, a irmã Angélica, larguei tudo e sentei na frente da tela, Deus, era ela, com as roupas típicas de freira, num tom de cinza como a própria vida dela, com um terço nas mãos, estava tão linda, fiquei suspirando ao vê-la como quando éramos meninas.
E eu amava a Natália, mas Angélica tinha sido muito especial na minha vida, foi meu primeiro amor, e uma ferida aberta que nunca tinha sido fechada.
Não demorei muito pra me decidir, uns dois dias depois peguei meu carro velho e fui pra igreja onde recebiam as doações, já éramos mulheres adultas, então imaginei que não seria difícil encontrá-la.
E de fato, só precisei de algumas perguntas pra dar com a irmã Angélica, me surpreendi ao vê-la, e ela também comigo, como ela estava bonita, como tinha crescido! era bem mais alta que eu, nos beijamos nas bochechas, ela me pegou Pelo braço e me levou até um dos bancos da igreja.
O templo vazio parecia enorme, escuro e silencioso. Falei em tom de brincadeira que tinha medo de desabar, que eu era um demônio que não se encaixava naquele lugar.
Falando baixinho, Angélica me resumiu em meia hora mais de dez anos separadas, me confessou que depois da nossa separação viveu dias muito difíceis, que foi rebelde e um problema para o resto das freiras, que vivia de castigo e não entendia por que tinha sido trancada, que os pais visitavam ela de vez em quando e só diziam que era o melhor pra ela, pra lavar a alma e purgar os pecados.Eu morria de ódio por dentro, e lembrei do Milton, o culpado de tudo, e até me veio à memória quando eu enchi ele de porrada na frente dos amigos, e mesmo não tendo me saído bem porque ele era homem e tinha mais força que eu, ainda assim consegui acertar uns bons socos na cara dele.
Angélica continuou contando então, quase falando no meu ouvido, que no começo se masturbava muito lembrando de mim, mas também era pega e colocada de penitência. Percebi que ela tinha mudado, que tinham lavado a cabeça dela, que tinham quebrado a vontade, os desejos, que tinham queimado os neurônios dela de tal jeito que quando finalmente ficou maior de idade e podia ter aberto as asas e voado, já estava tão domesticada que só ficou por vontade própria.
Ela me deixou saber que ficava feliz em me ver, mas eu era parte de um passado lindo e queria que ficasse, nesse presente ela estava dedicada ao senhor, a rezar, a fazer penitências e a guiar o mundo num caminho de fé.
Só pedi que me desse umas horas fora desse mundo de merda, eu merecia um tempo com a garota por quem eu tinha me apaixonado, porque eu sabia que em algum lugar bem fundo dela, ainda vivia aquele amor truncado, e mesmo que ela tenha recusado várias vezes, acho que no final ela também assumiu que a gente tinha histórias pra encerrar.
Fui com ela o mais honesta que pude, falei da minha mulher, a Natália, do meu relacionamento com ela e que ela não sabia de nada do que tava rolando, então não podia arriscar levar ela pra casa, também falei que a igreja e aquele ambiente Não era um bom lugar pra conversar, então sugeri a cantina onde eu trabalhava, seria só bater um papo. Na verdade, não contei que a tia Adela fazia a limpeza num hotel chique nos arredores da cidade, e ela tinha conseguido um quarto pra mim, onde tinha uma cama no meio, e com isso uma oportunidade.
Passei pontualmente por ela com meu carro velho, Angélica estava de roupa normal, bem simples, com um vestido florido largo, o rosto limpo e uma bolsa grande de mão que parecia que ela ia fazer um piquenique.
A gente se cumprimentou de novo roçando as bochechas, e partimos viagem pro nosso destino.
Angélica era uma mina super inteligente, e eu imaginei que ela ia perguntar pra onde a gente tava indo quando pegasse a estrada, mas ela não disse nada, nem quando chegamos no hotel e eu meti o carro lá dentro, estacionei, desliguei o motor e só fiquei olhando pra ela, aí ela falou:
— Sabia que você tava tramando algo, te conheço demais, e tô me arriscando por você, mas tudo bem, só vamos conversar, só penso no Senhor.
Eu não falei nada, que ela me desse um tempo pra mim já bastava, e quando fechei a porta do quarto, no meu entender só ficaram 'nós duas', mas Angélica pensava diferente, pediu uns minutos sozinha, e quando voltei pra encontrá-la, ela tava vestida de freira de novo, pra ela ali estavam 'nós três', 'o Senhor' também era testemunha dos nossos atos.
Foi meio frustrante pra mim, essa já não era a mina que eu amava, ela tava tão mudada, o cérebro dela, os pensamentos, os raciocínios, as lógicas...
Peguei uma cerveja, ela uma água mineral, me contou da vida dela, toda a história por trás dos muros, parecia nervosa brincando com um terço entre os dedos, e só falava sem parar, os minutos passaram e notei que a gente não ia chegar a lugar nenhum daquele jeito.
Só me aproximei dela e tentei roubar um beijo, mas ela foi mais rápida e conseguiu me evitar, e eu insisti de novo pra me sentir rejeitada e ser xingada pelo que tava fazendo, mas eu não... Pensei em desistir, mas a segui até encurralá-la, agarrei seus braços até anular sua resistência e forcei um beijo, e juro que sentir como ela se quebrava sob meus desejos foi simplesmente espetacular, como ela resistia ao meu jogo carnal, como seu ser espiritual vacilava, como eu a colocava contra a parede e como eu começava a ter o controle.
Seus "nãos" eram cada vez mais fracos, e sua respiração começava a acelerar aos poucos, senti o terço cair pesadamente no chão e com isso o começo do fim, acho que Angélica libertou o demônio oculto que sempre teve dentro dela, subjugado à força de chicote, e me fez recuar até a cama, me deitando para vir por cima de mim e me beijar profundamente, tão profundo que senti meus lábios doerem.
Angélica tinha voltado, mas não seria a mesma...
Começamos a nos revirar como nos velhos tempos, a nos beijar, a nos tocar, logo nossas roupas foram caindo, uma a uma, e meus peitos começaram a brincar contra os dela, sentia seus mamilos febris roçando minha pele e me sentia genial, ela estava de olhos fechados e eu a sentia balbuciar, me aproximei um pouco mais para confirmar que ela rezava um Pai Nosso.
Só me afastei um pouco, foi como uma barreira de gelo, senti que de alguma forma eu a estava levando para um lugar onde ela não queria estar, me senti culpado pelo que estava acontecendo e não queria carregar um peso nos ombros pelo resto dos meus dias.
Fiquei de lado, só observando, mas já era tarde demais para parar a tempestade, ela estava fora de controle, numa imagem nada convencional, tinha ficado nua na cama, mal conservando sua touca de freira e umas meias longas de inverno, ela tentava ser uma alma pura, eu só via uma mulher castrada e tesuda que logo se transformaria num anjo caído.
Ela pareceu se esquecer de mim, só continuava rezando e rezando, acariciando os próprios peitos e levando uma das mãos até a boceta, se abriu toda como uma flor, e avançou. Com raiva contida, enfiando dois, depois três e até quatro dedos fundo na sua sexualidade, até a palma da mão num impulso de calor incontrolável.
Angélica pareceu explodir num orgasmo enorme, tocando o céu com as mãos e depois cair num poço depressivo, chegando ao próprio inferno, atormentada pelo que acabara de viver, explodindo em choros de remorso. Fui até ela para abraçá-la e beber suas lágrimas em beijos intermináveis, para contê-la, e teria ficado só por ela, mas Angélica buscou cruzar os lábios com os meus novamente, então me dediquei a fazer o que gostava. Desci lentamente pelo seu pescoço, bem devagar, cheguei aos seus peitos e comecei a lamber devagar, passei pela sua pele delicada e novamente a mordiscar seus deliciosos mamilos, uma e outra vez, e ela voltava a balbuciar suas rezas, se sentia encurralada, como se o pecado fosse grande demais para carregar nos ombros.
Desci então entre suas pernas, queria lamber sua buceta, seus lábios, beber seus sucos, penetrar seu esfíncter e chupar seu clitóris, e assim fiz, enquanto me masturbava como nos velhos tempos, mas ela ainda estava muito sensível e não aguentava.
Fui por cima dela, abri suas pernas e cruzei as minhas no meio, porra, ela estava escorrendo sucos, e comecei a me esfregar nela, a misturar nosso amor truncado, a sentir sua buceta quente contra a minha própria buceta, foi reviver o passado, num presente perfeito.
Mais forte, mais e mais, me senti gozar, explodi em prazer e agora eram minhas lágrimas que rolavam sem rumo, lágrimas de alegria. Olhei mais uma vez o rosto da irmã Angélica, ela estava perturbada e percebi que dentro dela ainda lutavam anjos com demônios.
Ela se ajoelhou ao pé da cama, como se estivesse num confessionário, a touca de freira contrastava com a pele branca da sua bunda generosa e nua, me disse então que era uma pecadora, e que precisava de uma correção...
Angélica tirou então de Entre os pertences dela, um galhinho de alguma árvore com meio metro de comprimento, do qual ela tinha arrancado as folhas, fez zumbir no ar um par de vezes e me entregou pra eu prosseguir. Percebi que as coisas começavam a sair do normal, mas a aposta foi sexy, experimentei um golpe e 'zzzzzz' do galho cortando o ar parou num 'tac' seco ao bater na nádega direita, e um gemido contido e prolongado 'mmmmmmm' da minha amante tentando abafar a dor. Um sulco vermelho raivoso se marcava na carne pálida e, longe de parecer suficiente, ela pediu um novo castigo. E eu repeti, e o joguinho ficou sexy pra nós duas. Depois de alguns minutos, Angélica exibia dez marcas, algumas sangrando, e ela, rendida ao choro pela dor infligida, só pedia uma coisa: que eu fizesse amor com ela.
Lembro que continuamos nos amando até o sono nos vencer. E ao acordar, ambas sabíamos que chegava a hora de nos despedir. Eu já tinha mulher, a Natália, e com certeza ela já começaria a notar minha longa ausência. E ela... ela era casada com Deus. Fechamos uma história, e a deixei perto de onde a tinha pegado. Dissemos que íamos nos ver de novo, mas ambas sabíamos que nossos caminhos se separariam pra sempre naquele momento.E assim se encerrou aquela história. Por mim, tinha ficado uma pulga atrás da orelha, então tirei um tempinho extra pra passar em algumas igrejas e fazer as perguntas que precisava fazer. Quem era a irmã Angélica? Será que ela existia de verdade? E não foi fácil conseguir respostas num mundo onde a boca de todo mundo parece estar fechada, mas no fim, num ato de compaixão, uma madre superiora me passou uma foto de uma moça nova, de traços bonitos. "A irmã Angélica", ela me disse — e a definiu como uma alma perturbada, alguém que parecia não encontrar paz. Ela me contou que a moça tinha largado o hábito fazia um tempo, não sabiam muito mais sobre ela, só comentavam que tinha ido morar em outra província, longe de todo mundo, pra começar uma vida nova...Se você gostou da história, pode me escrever com o título HISTÓRIAS DE HOTEL para dulces.placeres@live.com
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