Una historia real en la oficina. Primera Parte.

Minha história real no escritório. Primeira Parte. Introdução.

Trabalho numa metalúrgica grande na região de La Matanza há 20 anos, sou Engenheiro Mecânico, a empresa tem dois quarteirões, a parte administrativa fica no prédio central da entrada e meu escritório particular fica no meio da fábrica, é um escritório de 6 x 3, bem amplo, onde trabalhávamos só duas pessoas, Marcelo, Engenheiro Eletrônico que em 2003 foi embora do país pra Espanha, e eu. Como o trabalho já vem caindo há anos, nunca mais foi substituído, então fiquei com o escritório todo pra mim.

O ruim é que se ouve bastante o barulho da fábrica e não tenho conforto de geladeira, nem cozinha, nem banheiro, só uma chaleira elétrica e mais nada, tô a 100 metros dentro da própria empresa da parte administrativa central.

A parte administrativa central é formada por seis funcionárias (todas mulheres) e os escritórios dos donos, por sorte meu escritório fica longe de tudo isso.

Desse setor, a funcionária de maior cargo administrativo trabalha há 30 anos, se chama Julieta (um nome ligado a coisas doces na história), e ela é a antítese, tem 48 anos, gorda de 105 kg e feia, mas isso não é o pior, é mal-educada e mal-humorada, ela mesma cria um ambiente de trabalho de merda que, se eu fosse o dono, já tinha dado um chute no rabo dela há muitos anos, é inacreditável o mal-estar geral que uma pessoa desse estilo pode criar com essa onda negativa, é mais papista que o papa, puxa-saco dos donos e encrenqueira pra tudo (até clientes reclamam e me falam: "Como uma empresa com essa trajetória banca uma funcionária assim?")

Mas ela tem um ponto forte, é extremamente eficiente no manejo da grana e não deixa escapar nada, do mesmo jeito que eu mataria ela na porrada porque é uma cuzona como pessoa, o trabalho dela é brilhante, por isso, apesar de tudo, continuam aguentando ela, coisa que eu, se fosse o dono, não faria, porque ninguém é indispensável e bancar tudo isso...

Onde ela trabalha, Podem trabalhar meninas jovens e gostosas, em 20 anos vi passar quase uma por ano, sempre a Julieta faz elas se mandarem. Lembro de uma garota linda, modelito, loira de olhos azuis, rabão, parecida com a Sofia Zamolo (mais gata, diria), que saiu batendo a porta e gritando: "Mas quem caralho você pensa que é, sua gorda idiota mal comida?" Foi épico.
Além disso tudo, ela tem uma dentadura postiça com ganchos mal colocados que aparecem e ficam horríveis, e a gorda ganha 100 mil no bolso, um salário enorme pra uma pessoa administrativa sem formação, que na verdade poderia arrumar essa boca. Eu, sendo engenheiro, que ralei o cu quase 12 anos estudando, ganho um pouco mais, mas a diferença não é proporcional ao meu estudo nem à minha responsabilidade. Essas são as coisas que não se entendem nesse ramo e nesse país.
A única coisa chamativa que ela tem é um par de tetas colossal, que não são tetas moles de gorda, parece que sempre teve desde nova, bem empinadas, 110, calculo.
A gorda sempre sente calor e liga o ar condicionado no talo, por isso naquela sala as outras estão sempre de casaco. Já teve treta com isso porque as outras reclamam, e pelo valor que os serviços custam agora (antes ninguém ligava pra nada), mas hoje ela se cuida dentro do possível, não deixa luz acesa à toa nem água vazando dos banheiros, sem ser pão-dura, e na verdade tá certo.
Ela é a primeira a chegar de manhã, tipo 6h45, eu sou o segundo, tipo 7h30, e sempre fico naquela parte do prédio onde ela está tomando um café bom (tem cafeteira expresso e café Bonafide do bom, e uma cozinha completa instalada), e lendo o jornal. É meu ritual matinal antes de ir pro meu escritório.
Ela sempre usa camisas de tecido macio, com o ar no máximo os bicos ficam durinhos, eu sempre olho me fazendo de besta. Além disso, as camisas que ela usa são decotadas. Um dia eu tava olhando e ela percebeu e fechou mais um botão. Olhei pra ela e falei num tom amigável: "Não vai se tapar não? com essa beleza que você tem".
Ela me olhou e não disse = "Você gosta???", sim, Julieta, você tem umas tetas do caralho, respondi.
Na sequência ela me diz = "Que bom que alguém mais jovem repara em mim" (devia ser a primeira coisa bonita que dizem pra ela na empresa em 15 anos, pensei), "meu marido nem me olha mais, parecemos irmãos".
Aí eu falo "Esses bicos duros tão aparecendo e ficam uma delícia", "não tinha reparado" ela responde, se levanta e vem pra escrivaninha onde eu leio o jornal, senta na minha frente e me pergunta de novo, colocando as tetas perto = "Tá aparecendo tanto assim?", "sim" eu digo, "olha", e com a mão passo o dedo no bico esquerdo dela por cima da camisa.
Ela deixou e não falou nada, percebi que tava mais carente que o Chapo Guzmán, que agora é monitorado 24 horas e não consegue nem bater uma punheta.
FIM DA PRIMEIRA PARTE. A PARTE BOA EU ESCREVO DEPOIS.

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