Esta é a história de como consegui transformar meu precioso e excitante priminho em uma mocinha submissa, disposta a tudo e desejosa de receber pica, se sentindo uma bela mulherzinha.
Tudo começou há pouco mais de quatro meses. Lembro que era um daqueles dias em que você quase não quer sair da cama, porque acorda e a primeira coisa que vê pela janela é um dia horrível, chovendo canivetes e, quando abre um pouco a folha, percebe que está um frio do caralho. Era terça-feira e, justamente naquele dia, era feriado, então era uma manhã meio atípica pra mim, já que normalmente naquela hora eu já tinha que estar na faculdade.
A primeira coisa que fiz foi descer as escadas pra ir ao banheiro. Lavei o rosto e escovei os dentes. Fui pra sala de jantar e lá estavam meus pais, que me lembraram que tinham combinado com meus tios de ir fazer umas compras e que isso os manteria fora de casa até bem depois do meio-dia. Depois disso, fui cuidar da minha vida e fui pro meu quarto tirar o pijama e vestir outra roupa pra sair, mas quando estava me despindo, sem saber bem por quê, notei que minha pica ficou dura como por mágica. Então pensei comigo mesmo: já que não tinha nada pra fazer, podia dedicar um tempinho pra me amar.
Então tranquei o quarto por dentro com o ferrolho, liguei o computador, sentei na cadeira, abaixei a calça e a cueca e me preparei pra fazer uma baita punheta. Digitei no buscador o nome de um site pornô e lá vi um vídeo de uma das categorias que sempre gostei mais: "travestis". O vídeo em questão era sobre uma loirinha linda, bem jovem e gostosa, com uns peitões enormes e uma raba de dar inveja. Além disso, tinha um pauzão do caralho. O cara que estava com ela no vídeo era um negão com uma pica boa, eu calculo uns 22 ou 23 centímetros. Eu ia subindo e descendo minha mão no ritmo que aquela beleza dilatava e contraía o esfínter diante das pancadas fortes que o parceiro de brincadeiras tava dando, cada vez o preto metia com mais força e eu mexia minha mão mais rápido, até que, depois de vários minutos de punheta intensa, meu pau começou a soltar toda a tensão que tava guardada em rajadas de porra que caíam ao redor sem controle nenhum, sujando minhas mãos, coxas, barriga e até um pouco do sêmen foi parar no chão.
Uffa, que alívio que fiquei, foi tipo uma libertação. Na sequência, limpei todas as partes do meu corpo que tinham sido lambuzadas pelo meu gozo, limpei também o chão e desci pra tomar um banho de água fria, porque com o tesão que eu tava, acho que realmente precisava. Quando terminei de me lavar, me barbeie, me vesti e penteie, nisso demorei pouco porque tenho o cabelo raspado.
Ao sair do banheiro, vi que meus pais estavam quase indo embora com meus tios, já que os quatro estavam na porta da minha casa entrando no carro do meu tio, porque aparentemente era nesse veículo que iam fazer a viagem pra ir às compras que tinham planejado. Então cumprimentei meus tios e falei que ia visitar meu primo pra passar um tempo com ele, já que tava entediado e não tinha nada pra fazer naquele momento. Eles por sua vez disseram que tudo bem e me ofereceram as chaves da casa deles pra eu não ter que bater na porta, porque quando eles saíram meu primo ainda tava dormindo. Peguei as chaves, guardei no bolso e fui pra casa do meu primo, que não era muito longe da minha, mais ou uns quatro ou cinco minutos a pé.
Enquanto caminhava até a casa do meu primo, ficava pensando no que podia sugerir pra gente não ficar entediado e passar um bom tempo. Me vinha algo tipo umas partidas no videogame ou sair pra tomar alguma coisa num bar perto. Claro, o que eu não sabia era o que me esperava. algo imensamente melhor do que tudo que eu poderia imaginar.
Bom, meu primo se chama Oscar, tem 18 anos e é um cara legal em todos os sentidos, embora seja muito orgulhoso e não goste muito de ser mandado. Quanto à aparência, ele é bem bonito e tem um rostinho meio de menino, o cabelo é preto e os olhos também, a pele é bem morena, ele é magro mas definido, e o que sem dúvida mais me atrai nele é que ele tem uma bunda daquelas que fazem história, uma dessas rabetas que você não consegue evitar de olhar quando cruza na rua, independentemente das suas preferências sexuais, é uma bunda pequena e redondinha, e também um pouco empinada. Outra coisa que também me agrada nele são as pernas, já que ele tem umas coxas de dar água na boca, é simplesmente espetacular. Tenho que confessar que às vezes acho que Deus pegou meu primo e colocou corpo de gostosa da cintura pra baixo, porque ele tem uma figura extremamente feminina.
Quando cheguei na casa do meu primo, a porta tava fechada, então achei que, como os pais dele tinham me dito, ele ainda tava dormindo. Enfiei a chave na fechadura, abri a porta, entrei e fechei de novo, tudo bem silencioso, com medo de que qualquer barulho pudesse acordar ele.
Aí pensei comigo mesmo que não devia faltar muito pra ele acordar, já que eram quase onze horas e ele nunca foi muito de dormir até tarde. Decidi esperar ele na sala enquanto via um pouco de televisão.
Meia hora depois, eu ainda tava lá, trocando de canal e tentando achar algo que valesse a pena, porque, como sempre, tudo que tava passando na TV naquela hora era merda e porcaria. Cansado da situação, desliguei a TV e me levantei pra ir chamar meu primo — já chega de dormir por hoje.
Subi os vinte degraus da escada em caracol e comecei a atravessar o corredor comprido. Conforme ia andando, parecia que eu ouvia um barulho estranho, que não conseguia distinguir direito o que era nem de onde vinha.
Continuei andando até chegar na porta do quarto do meu primo. Tava bem claro: o barulho estranho não era nada além de gemidos, e a origem tava bem atrás da porta que eu tinha na minha frente.
Aí lembrei que aquela porta tinha um buraquinho, não maior que um caroço de azeitona, na parte de baixo, que sempre esteve ali porque era um defeito de fábrica. Imediatamente me abaixei e fiquei de cócoras pra espiar por aquele buraco minúsculo. Fiquei de boca aberta, não podia acreditar no que meus olhos tavam vendo. Não podia ser verdade: era meu primo que tava soltando aqueles gemidos, mas não era isso que me espantava. O que fazia meu primo gozar daquele jeito era que ele tava vestindo uma calcinha preta e enfiando um vibrador no cu.
E aí estava eu, meio confuso e meio excitado com a surpresa inesperada que tinha levado. Quase sem pensar, comecei a esfregar o pau por cima da calça enquanto via meu lindo priminho empurrando aquele treco uma e outra vez até o fundo do ser dele. O vibrador em questão era bem grandinho, tanto de comprido quanto de grosso.
Ele gemia e gemia que nem um possesso, e eu já não aguentava mais: ou me aliviava logo ou o mastro ia explodir dentro da calça.
Aí tudo parou por um momento, meu cérebro entrou no modo reflexão e por uns instantes esqueci tudo que tava rolando ao meu redor, porque dentro de mim começou uma briga entre o bem e o mal.
Minha cara "A", a parte boa do meu ser, dizia que o que eu tava fazendo não era certo, porque tava invadindo a intimidade do meu primo e que o correto seria levantar, virar as costas, sair daquela casa e fingir que nada disso tinha acontecido. Mas parece que minha cara "B", a parte ruim claro, não tava nem aí pra fazer isso, muito pelo contrário: essa parte de mim me empurrava a abrir a porta e chantagear meu primo pra ele virar minha putinha. Como era de se esperar, o mal venceu o bem, então levantei e abri a porta, ficando de frente pra ele com o pau totalmente duro nas minhas mãos.
— Oi, Oscar, que que foi?
— Mas que porra você tá fazendo? Sai do meu quarto.
— Você não acha que essa pergunta quem devia fazer sou eu?
— Falei pra você vazar, hein, olha que eu te bato.
— Não, espera um segundo, parece que você não entendeu a situação, priminho: ou faz o que eu mandar, ou conto pra todo mundo o que você tava fazendo, entendeu?
— Mas eu te mato, filho da puta, não pode fazer isso comigo, sou sangue do seu sangue, seu arrombado.
— Pode crer que posso, sim: ou faz o que eu digo, ou conto pra geral que você é uma putinha. — Não vai me chantagear, seu filho da puta, tenho certeza que você não tem culhão pra contar isso pra ninguém, porque se fizer, vou te dar uma surra de matar.
— Bom, você que sabe, priminho, só tô te dizendo que não acho que seus pais vão achar muita graça em saber que têm um filho tão pervertido, isso sem mencionar como seus amigos iam se divertir tirando sarro da sua cara.
Oscar ficou calado por uns momentos, com o olhar fixo no chão, sem dúvida pesando os prós e contras que essa situação trazia. Finalmente, Oscar abriu a boca.
— Tá bom, você venceu, vou fazer o que você mandar.
— Isso aí, sua putinha, assim que eu gosto, obedecendo minhas regras. Beleza, então a primeira coisa que quero que me diga é por que você tava usando essas calcinhas e por que tava enfiando esse vibrador no cu.
— O que eu faço ou deixo de fazer não é da sua conta.
— Resposta errada, mas olha só como você é teimoso. Fica esperto, porque juro por tudo que você quiser que não vou repetir. Vou falar de novo pra ver se entra na sua cabeça: agora eu sou seu dono e você é minha putinha linda e preciosa, entendeu? Beleza, dito isso, nem preciso dizer que a resposta que você me der não pode ser desculpa nem justificativa. Quero que você seja sincero consigo mesmo. Se não for, vou virar as costas e todo mundo vai saber o que você faz.
— Por que você tava usando essas calcinhas e por que tava enfiando no cu?
Novamente, Oscar ficou pensativo, completamente travado, porque não importava como olhasse, percebia que não tinha saída. Fechou os olhos, inspirou fundo, e da boca dele, com a voz entrecortada pela vergonha e pelas lágrimas, saíram as palavras que eu esperava com tanta ansiedade.
— Eu tava usando essas calcinhas e enfiando no cu porque sou uma putinha e gosto de me sentir assim.
— Isso aí, linda, muito bem, parece que você já entendeu como esse jogo funciona. Beleza, agora vou te dizer qual é... A segunda regra:
quando estivermos só nós dois, vou me dirigir a você sempre no feminino e nada de
Oscar. Daqui em diante, você vai ter nome de garota, mas vou ser bonzinho e deixar
você escolher. Vamos, me diz: como você quer se chamar?
— Não quero, eu já tenho meu nome.
— Olha, não me enche o saco, hein. Você tem
uma segunda chance, senão já sabe o que vai acontecer.
— Ok, entendi. Mas mesmo assim não me vem
nenhum nome que eu queira escolher.
— Tá bom, então vou escolher eu. De
agora em diante, você vai se chamar Sônia. Tá certo pra você?
— Sim, tá certo.
— Bom, agora vou te falar uma coisa e espero
que fique bem claro: não vou tolerar mais nenhuma idiotice sua. Ou você engole
o orgulho e faz o que eu mandar,
do jeito e na hora que eu quiser, ou eu divulgo o que você faz até na internet. Ficou claro?
— Sim, bem claro.
— Isso aí, Sônia, boa garota. Agora quero que
você me diga de onde tirou a calcinha e o vibrador.
— As duas coisas eu peguei emprestado da minha
mãe sem permissão.
— Porra, mas além de uma priminha bem
gostosa, parece que também tenho uma tia bem safada. Uff, só de imaginar sua
mãe com essa calcinha tão sexy e se esfregando com isso na bucetinha dela já fico doido.
Sê sincera: você também já imaginou, né, Promíscua?
— Bom, de vez em quando, sim.
— Sua puta, que vício do caralho, você
me deixa louco. E me diz: você já ficou com algum cara?
— Não, nunca fiquei com nenhum.
— Bom, não se preocupa, que isso tem solução
fácil. Hoje você vai ficar com o primeiro. Levanta e vamos pro quarto dos
seus pais.
Então nós dois fomos pro quarto dos
pais dele. Ele ia na minha frente e mostrava claros sinais de nervosismo. Eu
não resisti e, ao ver aquela bunda perfeita e empinada, ainda com a calcinha vestida,
que rebolava enquanto andava na minha frente, comecei a dar tapas na bunda dele.
— Ai, para, que dói.
— Se dói, aguenta, puta. Seu dever é agradar seu macho e isso me agrada muito, entendeu?
-Sim.
Depois de andar uns doze ou treze metros e dar uns vinte tapas nela até chegar na entrada do quarto dos pais dela, a gente parou.
- O plano é o seguinte: você vai entrar aí e se vestir igual uma puta dos pés à cabeça, beleza? E quando eu falo tudo, é tudo: sapato, saia, blusa, sutiã, maquiagem. Ah, e coloca a coisa mais sexy que achar, nada de ficar tampadinha.
Dito isso, fechei a porta e fui buscar o último detalhe no sótão. Subi as escadas e comecei a fuçar umas caixas até que finalmente achei o que queria: uma peruca morena e comprida de mulher que era de uma fantasia que meu tio tinha. Quando peguei ela, desci pro banheiro e com um pente arrumei um pouco pra deixar bonita. Depois subi de novo pro quarto dos meus tios e abri a porta só um pouquinho, o suficiente pra passar o braço, já que não queria ver como ela tinha ficado até terminar de se vestir completamente.
- Toma, coloca isso.
- De onde você tirou isso?
- Daquela fantasia que seu pai tem no sótão. Falta muito?
- Não, já tô quase. Me dá uns dois minutos.
E como prometeu, depois de exatos dois minutos, a porta do quarto se abriu e eu não acreditei no que via. Era foda demais, definitivamente meu primo Oscar tinha morrido pra dar lugar ao nascimento de uma nova deusa chamada Sônia.
Demorei uns quinze segundos pra reagir, tava perplexo, ela era realmente linda. Tinha vestido uma minissaia jeans que mal cobria a bunda dela, uma blusa rosa super justa que marcava todas as curvas, uns saltos pretos bem provocantes, de roupa íntima usava um sutiã preto e uma tanga fio-dental da mesma cor, também tinha se maquiado e tava com a peruca que eu tinha passado pra ela.
- Porra, priminha!!! Uff, dá uma voltinha pra eu ver bem esse corpinho gostoso.
Ela, diferente do que vinha fazendo até agora, obedeceu. a ordem sem reclamar.
-Assim tá bom.
-Bom não, tá de matar, gata, nunca pensei
que você ficaria tão bem com roupinha de menina.
-Mas claro, se olhar bem, ele tinha um
corpo muito parecido com o da mãe, já que era um garoto bem feminino, e
considerando que minha tia era uma mulher jovem (38 anos) que era muito, mas muito
gostosa, e adorava se vestir sexy, a combinação do meu primo vestido
com as roupas da minha tia só podia ser realmente magnífica.
-Vem, quero te tocar.
-Como eu tinha ordenado, a Sônia se aproximou,
então eu me coloquei atrás e grudei meu corpo no dela, minhas mãos percorriam
todo o corpo dela de cima a baixo, acariciando peitinhos, barriga, bunda, coxas, etc.
Enquanto minha boca beijava o pescoço dela e meus dentes mordiscavam suavemente a
orelha direita dela. Ela não dizia nada, não resmungou como era de se esperar, e até
dava pra notar, pela respiração ofegante, que ela estava começando a gostar
daquele joguinho de chantagem.
-Me diz, Sônia, você gosta do que eu tô fazendo?
-Não me faz dizer, que eu tô com vergonha.
-Vergonha? Qual é, você não tem disso,
sua putinha, me fala, me diz que você gosta.
-Mas não tinha jeito, da boca dela só saía
uma respiração ofegante por causa do tesão da situação, então eu dei o
próximo passo e enfiei minha mão por baixo da saia dela, afastei a tanga de lado e comecei
a tocar o pau dela. Nem preciso dizer que o pau dela já tava duro igual
ao mastro de um navio, então eu me dediquei a masturbar ela com força por
um bom tempo. Minha mão subia e descia em alta velocidade percorrendo todo o falo dela
enquanto os gemidos de prazer dela ficavam cada vez mais evidentes.
-Ahhhh, ahhhh, ahhhh.
-Você gosta, né? Você é linda demais, priminha.
-Ohhhh, meu Deus, para, por favor, ohhhh
que gostoso.
-Vamos, fala, se você tá morrendo de vontade, sua gostosa,
diz que você gosta do que o seu macho tá fazendo.
-Ahhhh, tá bom, eu confesso, eu gosto, me deixa louca,
eu adoro, meu Deus!!! Não para, por favor, continua, que gostoso, vou gozar.
-Já tinha o que eu queria. buscava, finalmente estava a meus pés. Logo depois que ela pronunciou essas palavras, quase sem deixá-la terminar de falar, enfiei minha língua na boca dela e nossas salivas se misturaram pra me dar o sabor mais delicioso que já tinha provado na vida. A situação tinha virado de cento e oitenta graus, agora ela não reclamava, muito pelo contrário, apertava com força as bundas dela contra meu pau e as mãos dela seguravam meus braços com força, eu, nem besta, tirei minha língua da boca dela e mandei ela cuspir na minha mão, ela sem hesitar um segundo fez isso. Com a mão bem lubrificada, voltei à carga, mas dessa vez com mais potência que da vez anterior.
-Diz que é minha, só minha, que sou teu dono, que me pertence.
-Sim, papai, sou sua, toda pra você, sou sua putinha.
-Claro que sim, meu anjo, viu como no final você é uma menininha?
-Sim, ai que delícia!!! Sou sua menina, faz o que quiser comigo.
-Porra, tô super tarado, Sônia, vai, me dá seu leitinho.
-Ahhhh, ahhhh, tô gozando, papai, tô gozando, toma, toma, ahhhh.
Sônia se derramou toda na minha mão, ela ficou extasiada, a gente se beijou de novo com desejo e eu dei minha mão pra ela limpar o sêmen com a língua. Ela fez na hora, sem frescura, e ainda saboreou antes de engolir.
Depois que ela provou o próprio suco, mandei ela ficar de joelhos, eu tirei o pau pra fora e ela, sem pensar duas vezes, começou a engolir de um jeito selvagem. Dava pra ver que, mesmo nunca tendo ficado com um cara, ela tinha praticado muitos boquetes no vibrador da mãe, pensando em Deus sabe quem. Era um espetáculo digno de admiração, ela engolia até o fundo, até fazer desaparecer completamente na boquinha dela, e depois voltava pra ponta, focava nela por um tempinho e engolia de novo, tudo isso temperado com uma massagem sutil nos ovos que tava me deixando louco.
Quando já não aguentei mais, afastei ela do meu pau e levantei ela, beijei com raiva e tesão e coloquei ela de frente pra parede, ela ficou com as mãos nela, enquanto a bunda deliciosa dela tava empinada pedindo guerra. Sem hesitar, abaixei a saia e a calcinha fio dental até os tornozelos dela, cuspi na bunda dela e, depois de enfiar uns dedos por alguns segundos, cravei meu pau o mais fundo que pude.
-Ahhhh, seu filho da puta, continua, me dá mais, me fode.
- Isso aí, putinha, pede, adoro quando você pede.
- Sim, papai, quero pica, sou sua putinha e quero pica.
- Toma, você foi uma menininha muito safada e parece que quer que eu arrebente seu cu.
Porra, como eu tava curtindo aquilo, meu pau
entrava e saía daquele cu como se fosse a casa dele, era espetacular como um
buraco tão apertado conseguia engolir daquele jeito. Eu continuei
bombando com força enquanto a Sonia me incentivava entre gemidos a continuar
fodendo ela, se o paraíso existisse, tinha que ser algo bem parecido com a sensação
que percorria meu corpo naqueles momentos. Não faltava muito pra eu gozar,
então enfiei minha mão direita por baixo da blusa dela e apertei com força um dos
mamilos dela, enquanto minha outra mão agarrava o cabelo dela e puxava pra trás com
força, deixando o pescoço dela arqueado. Aí comecei uma série de investidas
brutais que faziam meu pau sair completamente do cu dela pra se perder
de novo nas entranhas dela com violência, tudo isso acompanhado pelos gemidos dela
e os meus, que mostravam o quanto nós dois estávamos aproveitando.
Finalmente enfiei meu pau o mais fundo que pude na bunda dela pela última vez e gozei no fundo do ser dela, foi espetacular, quatro ou cinco jatos de porra saíram de dentro de mim pra molhar aquele cuzinho gostoso de putinha.
Depois do ato, eu fiquei exausto, deixando meu peito cair nas costas dela com meu pau ainda dentro do buraco dela.
- Valeu, papai, por me fazer uma mulherzinha.
- Não tem de quê, priminha, eu também curti muito, você é muito gostosa.
- Valeu de novo, você também me atrai pra caralho, adoro que você seja tão macho na cama, como você já deve ter percebido, eu amo ser dominada e tratada como a menininha que eu realmente sou.
- Então não se preocupa mais, porque de agora em diante vou te fazer gozar muito.
- É o que eu espero, papai.
E dito isso, ela pegou a roupa que estava espalhada pelo chão e entrou no banheiro pra tomar um banho. Quanto a mim, olhei o relógio e vi que já era quase meio-dia, então juntei minhas coisas e fui pra casa, pensando no que faria a seguir com minha nova prima, Sônia.
CONTINUA?
( Imagens ilustrativas)
Tudo começou há pouco mais de quatro meses. Lembro que era um daqueles dias em que você quase não quer sair da cama, porque acorda e a primeira coisa que vê pela janela é um dia horrível, chovendo canivetes e, quando abre um pouco a folha, percebe que está um frio do caralho. Era terça-feira e, justamente naquele dia, era feriado, então era uma manhã meio atípica pra mim, já que normalmente naquela hora eu já tinha que estar na faculdade.
A primeira coisa que fiz foi descer as escadas pra ir ao banheiro. Lavei o rosto e escovei os dentes. Fui pra sala de jantar e lá estavam meus pais, que me lembraram que tinham combinado com meus tios de ir fazer umas compras e que isso os manteria fora de casa até bem depois do meio-dia. Depois disso, fui cuidar da minha vida e fui pro meu quarto tirar o pijama e vestir outra roupa pra sair, mas quando estava me despindo, sem saber bem por quê, notei que minha pica ficou dura como por mágica. Então pensei comigo mesmo: já que não tinha nada pra fazer, podia dedicar um tempinho pra me amar.
Então tranquei o quarto por dentro com o ferrolho, liguei o computador, sentei na cadeira, abaixei a calça e a cueca e me preparei pra fazer uma baita punheta. Digitei no buscador o nome de um site pornô e lá vi um vídeo de uma das categorias que sempre gostei mais: "travestis". O vídeo em questão era sobre uma loirinha linda, bem jovem e gostosa, com uns peitões enormes e uma raba de dar inveja. Além disso, tinha um pauzão do caralho. O cara que estava com ela no vídeo era um negão com uma pica boa, eu calculo uns 22 ou 23 centímetros. Eu ia subindo e descendo minha mão no ritmo que aquela beleza dilatava e contraía o esfínter diante das pancadas fortes que o parceiro de brincadeiras tava dando, cada vez o preto metia com mais força e eu mexia minha mão mais rápido, até que, depois de vários minutos de punheta intensa, meu pau começou a soltar toda a tensão que tava guardada em rajadas de porra que caíam ao redor sem controle nenhum, sujando minhas mãos, coxas, barriga e até um pouco do sêmen foi parar no chão.
Uffa, que alívio que fiquei, foi tipo uma libertação. Na sequência, limpei todas as partes do meu corpo que tinham sido lambuzadas pelo meu gozo, limpei também o chão e desci pra tomar um banho de água fria, porque com o tesão que eu tava, acho que realmente precisava. Quando terminei de me lavar, me barbeie, me vesti e penteie, nisso demorei pouco porque tenho o cabelo raspado.
Ao sair do banheiro, vi que meus pais estavam quase indo embora com meus tios, já que os quatro estavam na porta da minha casa entrando no carro do meu tio, porque aparentemente era nesse veículo que iam fazer a viagem pra ir às compras que tinham planejado. Então cumprimentei meus tios e falei que ia visitar meu primo pra passar um tempo com ele, já que tava entediado e não tinha nada pra fazer naquele momento. Eles por sua vez disseram que tudo bem e me ofereceram as chaves da casa deles pra eu não ter que bater na porta, porque quando eles saíram meu primo ainda tava dormindo. Peguei as chaves, guardei no bolso e fui pra casa do meu primo, que não era muito longe da minha, mais ou uns quatro ou cinco minutos a pé.
Enquanto caminhava até a casa do meu primo, ficava pensando no que podia sugerir pra gente não ficar entediado e passar um bom tempo. Me vinha algo tipo umas partidas no videogame ou sair pra tomar alguma coisa num bar perto. Claro, o que eu não sabia era o que me esperava. algo imensamente melhor do que tudo que eu poderia imaginar.
Bom, meu primo se chama Oscar, tem 18 anos e é um cara legal em todos os sentidos, embora seja muito orgulhoso e não goste muito de ser mandado. Quanto à aparência, ele é bem bonito e tem um rostinho meio de menino, o cabelo é preto e os olhos também, a pele é bem morena, ele é magro mas definido, e o que sem dúvida mais me atrai nele é que ele tem uma bunda daquelas que fazem história, uma dessas rabetas que você não consegue evitar de olhar quando cruza na rua, independentemente das suas preferências sexuais, é uma bunda pequena e redondinha, e também um pouco empinada. Outra coisa que também me agrada nele são as pernas, já que ele tem umas coxas de dar água na boca, é simplesmente espetacular. Tenho que confessar que às vezes acho que Deus pegou meu primo e colocou corpo de gostosa da cintura pra baixo, porque ele tem uma figura extremamente feminina.
Quando cheguei na casa do meu primo, a porta tava fechada, então achei que, como os pais dele tinham me dito, ele ainda tava dormindo. Enfiei a chave na fechadura, abri a porta, entrei e fechei de novo, tudo bem silencioso, com medo de que qualquer barulho pudesse acordar ele.Aí pensei comigo mesmo que não devia faltar muito pra ele acordar, já que eram quase onze horas e ele nunca foi muito de dormir até tarde. Decidi esperar ele na sala enquanto via um pouco de televisão.
Meia hora depois, eu ainda tava lá, trocando de canal e tentando achar algo que valesse a pena, porque, como sempre, tudo que tava passando na TV naquela hora era merda e porcaria. Cansado da situação, desliguei a TV e me levantei pra ir chamar meu primo — já chega de dormir por hoje.
Subi os vinte degraus da escada em caracol e comecei a atravessar o corredor comprido. Conforme ia andando, parecia que eu ouvia um barulho estranho, que não conseguia distinguir direito o que era nem de onde vinha.
Continuei andando até chegar na porta do quarto do meu primo. Tava bem claro: o barulho estranho não era nada além de gemidos, e a origem tava bem atrás da porta que eu tinha na minha frente.
Aí lembrei que aquela porta tinha um buraquinho, não maior que um caroço de azeitona, na parte de baixo, que sempre esteve ali porque era um defeito de fábrica. Imediatamente me abaixei e fiquei de cócoras pra espiar por aquele buraco minúsculo. Fiquei de boca aberta, não podia acreditar no que meus olhos tavam vendo. Não podia ser verdade: era meu primo que tava soltando aqueles gemidos, mas não era isso que me espantava. O que fazia meu primo gozar daquele jeito era que ele tava vestindo uma calcinha preta e enfiando um vibrador no cu.
E aí estava eu, meio confuso e meio excitado com a surpresa inesperada que tinha levado. Quase sem pensar, comecei a esfregar o pau por cima da calça enquanto via meu lindo priminho empurrando aquele treco uma e outra vez até o fundo do ser dele. O vibrador em questão era bem grandinho, tanto de comprido quanto de grosso.Ele gemia e gemia que nem um possesso, e eu já não aguentava mais: ou me aliviava logo ou o mastro ia explodir dentro da calça.
Aí tudo parou por um momento, meu cérebro entrou no modo reflexão e por uns instantes esqueci tudo que tava rolando ao meu redor, porque dentro de mim começou uma briga entre o bem e o mal.
Minha cara "A", a parte boa do meu ser, dizia que o que eu tava fazendo não era certo, porque tava invadindo a intimidade do meu primo e que o correto seria levantar, virar as costas, sair daquela casa e fingir que nada disso tinha acontecido. Mas parece que minha cara "B", a parte ruim claro, não tava nem aí pra fazer isso, muito pelo contrário: essa parte de mim me empurrava a abrir a porta e chantagear meu primo pra ele virar minha putinha. Como era de se esperar, o mal venceu o bem, então levantei e abri a porta, ficando de frente pra ele com o pau totalmente duro nas minhas mãos.
— Oi, Oscar, que que foi?
— Mas que porra você tá fazendo? Sai do meu quarto.
— Você não acha que essa pergunta quem devia fazer sou eu?
— Falei pra você vazar, hein, olha que eu te bato.
— Não, espera um segundo, parece que você não entendeu a situação, priminho: ou faz o que eu mandar, ou conto pra todo mundo o que você tava fazendo, entendeu?
— Mas eu te mato, filho da puta, não pode fazer isso comigo, sou sangue do seu sangue, seu arrombado.
— Pode crer que posso, sim: ou faz o que eu digo, ou conto pra geral que você é uma putinha. — Não vai me chantagear, seu filho da puta, tenho certeza que você não tem culhão pra contar isso pra ninguém, porque se fizer, vou te dar uma surra de matar.
— Bom, você que sabe, priminho, só tô te dizendo que não acho que seus pais vão achar muita graça em saber que têm um filho tão pervertido, isso sem mencionar como seus amigos iam se divertir tirando sarro da sua cara.
Oscar ficou calado por uns momentos, com o olhar fixo no chão, sem dúvida pesando os prós e contras que essa situação trazia. Finalmente, Oscar abriu a boca.
— Tá bom, você venceu, vou fazer o que você mandar.
— Isso aí, sua putinha, assim que eu gosto, obedecendo minhas regras. Beleza, então a primeira coisa que quero que me diga é por que você tava usando essas calcinhas e por que tava enfiando esse vibrador no cu.
— O que eu faço ou deixo de fazer não é da sua conta.
— Resposta errada, mas olha só como você é teimoso. Fica esperto, porque juro por tudo que você quiser que não vou repetir. Vou falar de novo pra ver se entra na sua cabeça: agora eu sou seu dono e você é minha putinha linda e preciosa, entendeu? Beleza, dito isso, nem preciso dizer que a resposta que você me der não pode ser desculpa nem justificativa. Quero que você seja sincero consigo mesmo. Se não for, vou virar as costas e todo mundo vai saber o que você faz.
— Por que você tava usando essas calcinhas e por que tava enfiando no cu?
Novamente, Oscar ficou pensativo, completamente travado, porque não importava como olhasse, percebia que não tinha saída. Fechou os olhos, inspirou fundo, e da boca dele, com a voz entrecortada pela vergonha e pelas lágrimas, saíram as palavras que eu esperava com tanta ansiedade.
— Eu tava usando essas calcinhas e enfiando no cu porque sou uma putinha e gosto de me sentir assim.
— Isso aí, linda, muito bem, parece que você já entendeu como esse jogo funciona. Beleza, agora vou te dizer qual é... A segunda regra:
quando estivermos só nós dois, vou me dirigir a você sempre no feminino e nada de
Oscar. Daqui em diante, você vai ter nome de garota, mas vou ser bonzinho e deixar
você escolher. Vamos, me diz: como você quer se chamar?
— Não quero, eu já tenho meu nome.
— Olha, não me enche o saco, hein. Você tem
uma segunda chance, senão já sabe o que vai acontecer.
— Ok, entendi. Mas mesmo assim não me vem
nenhum nome que eu queira escolher.
— Tá bom, então vou escolher eu. De
agora em diante, você vai se chamar Sônia. Tá certo pra você?
— Sim, tá certo.
— Bom, agora vou te falar uma coisa e espero
que fique bem claro: não vou tolerar mais nenhuma idiotice sua. Ou você engole
o orgulho e faz o que eu mandar,
do jeito e na hora que eu quiser, ou eu divulgo o que você faz até na internet. Ficou claro?
— Sim, bem claro.
— Isso aí, Sônia, boa garota. Agora quero que
você me diga de onde tirou a calcinha e o vibrador.
— As duas coisas eu peguei emprestado da minha
mãe sem permissão.
— Porra, mas além de uma priminha bem
gostosa, parece que também tenho uma tia bem safada. Uff, só de imaginar sua
mãe com essa calcinha tão sexy e se esfregando com isso na bucetinha dela já fico doido.
Sê sincera: você também já imaginou, né, Promíscua?
— Bom, de vez em quando, sim.
— Sua puta, que vício do caralho, você
me deixa louco. E me diz: você já ficou com algum cara?
— Não, nunca fiquei com nenhum.
— Bom, não se preocupa, que isso tem solução
fácil. Hoje você vai ficar com o primeiro. Levanta e vamos pro quarto dos
seus pais.
Então nós dois fomos pro quarto dos
pais dele. Ele ia na minha frente e mostrava claros sinais de nervosismo. Eu
não resisti e, ao ver aquela bunda perfeita e empinada, ainda com a calcinha vestida,
que rebolava enquanto andava na minha frente, comecei a dar tapas na bunda dele.
— Ai, para, que dói.
— Se dói, aguenta, puta. Seu dever é agradar seu macho e isso me agrada muito, entendeu?
-Sim.
Depois de andar uns doze ou treze metros e dar uns vinte tapas nela até chegar na entrada do quarto dos pais dela, a gente parou.- O plano é o seguinte: você vai entrar aí e se vestir igual uma puta dos pés à cabeça, beleza? E quando eu falo tudo, é tudo: sapato, saia, blusa, sutiã, maquiagem. Ah, e coloca a coisa mais sexy que achar, nada de ficar tampadinha.
Dito isso, fechei a porta e fui buscar o último detalhe no sótão. Subi as escadas e comecei a fuçar umas caixas até que finalmente achei o que queria: uma peruca morena e comprida de mulher que era de uma fantasia que meu tio tinha. Quando peguei ela, desci pro banheiro e com um pente arrumei um pouco pra deixar bonita. Depois subi de novo pro quarto dos meus tios e abri a porta só um pouquinho, o suficiente pra passar o braço, já que não queria ver como ela tinha ficado até terminar de se vestir completamente.
- Toma, coloca isso.
- De onde você tirou isso?
- Daquela fantasia que seu pai tem no sótão. Falta muito?
- Não, já tô quase. Me dá uns dois minutos.
E como prometeu, depois de exatos dois minutos, a porta do quarto se abriu e eu não acreditei no que via. Era foda demais, definitivamente meu primo Oscar tinha morrido pra dar lugar ao nascimento de uma nova deusa chamada Sônia.
Demorei uns quinze segundos pra reagir, tava perplexo, ela era realmente linda. Tinha vestido uma minissaia jeans que mal cobria a bunda dela, uma blusa rosa super justa que marcava todas as curvas, uns saltos pretos bem provocantes, de roupa íntima usava um sutiã preto e uma tanga fio-dental da mesma cor, também tinha se maquiado e tava com a peruca que eu tinha passado pra ela.
- Porra, priminha!!! Uff, dá uma voltinha pra eu ver bem esse corpinho gostoso.
Ela, diferente do que vinha fazendo até agora, obedeceu. a ordem sem reclamar.
-Assim tá bom.
-Bom não, tá de matar, gata, nunca pensei
que você ficaria tão bem com roupinha de menina.
-Mas claro, se olhar bem, ele tinha um
corpo muito parecido com o da mãe, já que era um garoto bem feminino, e
considerando que minha tia era uma mulher jovem (38 anos) que era muito, mas muito
gostosa, e adorava se vestir sexy, a combinação do meu primo vestido
com as roupas da minha tia só podia ser realmente magnífica.
-Vem, quero te tocar.
-Como eu tinha ordenado, a Sônia se aproximou,
então eu me coloquei atrás e grudei meu corpo no dela, minhas mãos percorriam
todo o corpo dela de cima a baixo, acariciando peitinhos, barriga, bunda, coxas, etc.
Enquanto minha boca beijava o pescoço dela e meus dentes mordiscavam suavemente a
orelha direita dela. Ela não dizia nada, não resmungou como era de se esperar, e até
dava pra notar, pela respiração ofegante, que ela estava começando a gostar
daquele joguinho de chantagem.
-Me diz, Sônia, você gosta do que eu tô fazendo?
-Não me faz dizer, que eu tô com vergonha.
-Vergonha? Qual é, você não tem disso,
sua putinha, me fala, me diz que você gosta.
-Mas não tinha jeito, da boca dela só saía
uma respiração ofegante por causa do tesão da situação, então eu dei o
próximo passo e enfiei minha mão por baixo da saia dela, afastei a tanga de lado e comecei
a tocar o pau dela. Nem preciso dizer que o pau dela já tava duro igual
ao mastro de um navio, então eu me dediquei a masturbar ela com força por
um bom tempo. Minha mão subia e descia em alta velocidade percorrendo todo o falo dela
enquanto os gemidos de prazer dela ficavam cada vez mais evidentes.
-Ahhhh, ahhhh, ahhhh.
-Você gosta, né? Você é linda demais, priminha.
-Ohhhh, meu Deus, para, por favor, ohhhh
que gostoso.
-Vamos, fala, se você tá morrendo de vontade, sua gostosa,
diz que você gosta do que o seu macho tá fazendo.
-Ahhhh, tá bom, eu confesso, eu gosto, me deixa louca,
eu adoro, meu Deus!!! Não para, por favor, continua, que gostoso, vou gozar.
-Já tinha o que eu queria. buscava, finalmente estava a meus pés. Logo depois que ela pronunciou essas palavras, quase sem deixá-la terminar de falar, enfiei minha língua na boca dela e nossas salivas se misturaram pra me dar o sabor mais delicioso que já tinha provado na vida. A situação tinha virado de cento e oitenta graus, agora ela não reclamava, muito pelo contrário, apertava com força as bundas dela contra meu pau e as mãos dela seguravam meus braços com força, eu, nem besta, tirei minha língua da boca dela e mandei ela cuspir na minha mão, ela sem hesitar um segundo fez isso. Com a mão bem lubrificada, voltei à carga, mas dessa vez com mais potência que da vez anterior.
-Diz que é minha, só minha, que sou teu dono, que me pertence.
-Sim, papai, sou sua, toda pra você, sou sua putinha.
-Claro que sim, meu anjo, viu como no final você é uma menininha?
-Sim, ai que delícia!!! Sou sua menina, faz o que quiser comigo.
-Porra, tô super tarado, Sônia, vai, me dá seu leitinho.
-Ahhhh, ahhhh, tô gozando, papai, tô gozando, toma, toma, ahhhh.
Sônia se derramou toda na minha mão, ela ficou extasiada, a gente se beijou de novo com desejo e eu dei minha mão pra ela limpar o sêmen com a língua. Ela fez na hora, sem frescura, e ainda saboreou antes de engolir.
Depois que ela provou o próprio suco, mandei ela ficar de joelhos, eu tirei o pau pra fora e ela, sem pensar duas vezes, começou a engolir de um jeito selvagem. Dava pra ver que, mesmo nunca tendo ficado com um cara, ela tinha praticado muitos boquetes no vibrador da mãe, pensando em Deus sabe quem. Era um espetáculo digno de admiração, ela engolia até o fundo, até fazer desaparecer completamente na boquinha dela, e depois voltava pra ponta, focava nela por um tempinho e engolia de novo, tudo isso temperado com uma massagem sutil nos ovos que tava me deixando louco.
Quando já não aguentei mais, afastei ela do meu pau e levantei ela, beijei com raiva e tesão e coloquei ela de frente pra parede, ela ficou com as mãos nela, enquanto a bunda deliciosa dela tava empinada pedindo guerra. Sem hesitar, abaixei a saia e a calcinha fio dental até os tornozelos dela, cuspi na bunda dela e, depois de enfiar uns dedos por alguns segundos, cravei meu pau o mais fundo que pude.
-Ahhhh, seu filho da puta, continua, me dá mais, me fode. - Isso aí, putinha, pede, adoro quando você pede.
- Sim, papai, quero pica, sou sua putinha e quero pica.
- Toma, você foi uma menininha muito safada e parece que quer que eu arrebente seu cu.
Porra, como eu tava curtindo aquilo, meu pau entrava e saía daquele cu como se fosse a casa dele, era espetacular como um
buraco tão apertado conseguia engolir daquele jeito. Eu continuei
bombando com força enquanto a Sonia me incentivava entre gemidos a continuar
fodendo ela, se o paraíso existisse, tinha que ser algo bem parecido com a sensação
que percorria meu corpo naqueles momentos. Não faltava muito pra eu gozar,
então enfiei minha mão direita por baixo da blusa dela e apertei com força um dos
mamilos dela, enquanto minha outra mão agarrava o cabelo dela e puxava pra trás com
força, deixando o pescoço dela arqueado. Aí comecei uma série de investidas
brutais que faziam meu pau sair completamente do cu dela pra se perder
de novo nas entranhas dela com violência, tudo isso acompanhado pelos gemidos dela
e os meus, que mostravam o quanto nós dois estávamos aproveitando.
Finalmente enfiei meu pau o mais fundo que pude na bunda dela pela última vez e gozei no fundo do ser dela, foi espetacular, quatro ou cinco jatos de porra saíram de dentro de mim pra molhar aquele cuzinho gostoso de putinha. Depois do ato, eu fiquei exausto, deixando meu peito cair nas costas dela com meu pau ainda dentro do buraco dela.
- Valeu, papai, por me fazer uma mulherzinha.
- Não tem de quê, priminha, eu também curti muito, você é muito gostosa.
- Valeu de novo, você também me atrai pra caralho, adoro que você seja tão macho na cama, como você já deve ter percebido, eu amo ser dominada e tratada como a menininha que eu realmente sou.
- Então não se preocupa mais, porque de agora em diante vou te fazer gozar muito.
- É o que eu espero, papai.
E dito isso, ela pegou a roupa que estava espalhada pelo chão e entrou no banheiro pra tomar um banho. Quanto a mim, olhei o relógio e vi que já era quase meio-dia, então juntei minhas coisas e fui pra casa, pensando no que faria a seguir com minha nova prima, Sônia.
CONTINUA?
( Imagens ilustrativas)
3 comentários - Primo promíscuo