Anal na buceta na câmera oral

Eram umas 01:30 da manhã em Rio Gallegos, lá fora tava nevando pra caralho, eu, entediado, vendo TV e tomando umas cervejas. Meu celular toca, uma mensagem de uma amiga foda perguntando o que eu tava fazendo. Respondo: "Nada, aqui sozinho, tomando uma, vendo a rua encher de neve, entediado pra cacete. Como amanhã não trabalho", a gente começou a falar sobre a neve e umas merdas assim, até que ela diz: "Que delícia seria estar transando enquanto a neve cai". Na hora eu falei que dava pra resolver isso rapidinho, que não tinha problema em sair, já que não tinha nada pra fazer e amanhã não trabalhava. "Pena que eu tô no trabalho", ela responde. "Onde você tá?" "Na clínica odontológica", ela respondeu sozinha. Aí eu falei que não tinha problema em ir até lá, se ela quisesse. Ela começou com um monte de "não, meus colegas podem aparecer pra me vigiar" e outras merdas, "imagina se te veem, vou ter problema no trabalho, já conhecem teu carro", um monte de desculpas. Eu, já mais bêbado, não liguei pra toda a enrolação dela e fui tomar um banho. Me agasalhei bem, esquentei o carro, foi um saco porque a neve tava muito forte. Saí devagar, dirigir bêbado na neve é uma merda e eu não queria bater e ser preso, hahaha. Estacionei umas duas quadras de distância e falei pra ela abrir a porta que eu já tava indo. Caminhando, escorregando, cheguei. Bati, ela abriu a porta pra eu entrar rápido e olhou pra todo lado pra ver se ninguém me via entrando, nervosa e paranóica pra caralho. Ela mandou eu entrar, tinha uma mesa e o kit de mate dela preparado. Sentei, ela trancou a porta e veio na minha direção. Peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim, comecei a beijar ela e ela tava nervosa. Falou que não era lugar, que alguém podia chegar e tal. Aos poucos, ela foi relaxando e começou a me tocar mais. Tirei a camisa dela, ela tava com um sutiã preto de renda muito bonito. Abaixei um pouco e comecei a chupar os peitos dela, bem tesudo. Senti que ela gostou, e isso foi bom, não ia fazer uma viagem daquela à toa. Ela puxou meu pau pra fora da calça... calça e começa a chupar minha pica, eu seguro a cabeça dela enquanto faz isso, ela chupa uma delícia assim, ajoelhada me olhando, faz devagar, enfia tudo na boca, passa a língua na ponta, por todo o tronco e come tudo de novo. Eu coloco ela de pé, ela já com a camisa aberta, chupo os peitos dela, não são grandes nem pequenos, mas tem uns mamilos lindos. Ela me bate uma enquanto isso, solto o cinto e a calcinha dela e meto a mão pra acariciar a buceta dela, começo a masturbar ela, sinto a umidade, o tesão dela, não aguento mais e coloco ela em cima da mesa, abaixo a calcinha dela até os tornozelos e vejo que a putinha estava de meia e cinta-liga por baixo, começo a chupar aquela buceta gostosa que ela tem, o sabor é delicioso, as meias e a cinta-liga me deixam louco, me excitam mais que o normal. Enquanto chupo ela, ela se acaricia os peitos, me manda meter que não aguenta mais, enfio a pica devagar com as pernas dela no meu ombro, as botas dela ficam do lado do meu rosto e começo a bombar, ela geme que nem uma puta e pede mais, goza e molha a mesa toda e minha pica, e eu continuo duro, muito duro, as meias, a cinta-liga e o álcool me excitam demais. Eu abaixo ela e ela fica apoiada com o corpo na mesa, os pés no chão, a inclino um pouco e começo a chupar a buceta e o cu dela, muita língua, que prazer ter ela assim, com a calcinha fio dental pra baixo e as meias de puta! Não aguento mais! Ela me pede pra meter a pica, manda eu me apressar porque alguém pode chegar, nessa altura eu não ligo, enfio na buceta dela, devagar, aproveito o momento, cada vez um pouco mais forte, ela pede mais, adora assim, ou de quatro, diz que é minha puta, manda eu dar tudo. Aproveito o tesão dela e encosto a ponta da pica no cu dela, ela tem um cu lindo, é um coração esse cu! Devagar e com calma entra toda minha pica, ela feliz, começa a rebolar sozinha, eu só massajo os peitos dela, ela controla o próprio ritmo enquanto diz: "que pica boa que você tem, enche meu cu!" Eu seguro ela com força. da cintura e meto forte, igual uma puta, do jeito que ela gosta até sentir que vou gozar, jorro meu gozo e encho o cu dela, foi suficiente, a excitação me acompanha, ela feliz, o cu dela cheio de porra e a buceta molhada largada em cima da escrivaninha. Levanto minha calça, guardo meu pau, ela vai no banheiro se limpar de toda a bagunça que deixei nela. Volta já arrumada, mais calma, arruma a escrivaninha e a gente conversa um pouco sobre como era uma fantasia realizada pra mim comer ela assim. Dou um beijo nela e ela me acompanha até a porta. Vou andando até meu carro, a neve tá pior que antes, entro, esquento e dou a volta pra ir pra casa, olho pra porta da câmera e dois colegas dela estavam entrando. Chego em casa e ela me manda mensagem: "Você foi embora na hora que meus colegas chegaram pra tomar chimarrão, minha colega gordinha se apoiou na escrivaninha e molhou o braço kkkk." Ri pra caramba com isso até dormir. Minha história é real, todas as minhas histórias são reais. Lá longe, por volta de 2008, foi isso. Se gostaram, show de bola, vamos ver se continuo contando mais. Valeu!

1 comentários - Anal na buceta na câmera oral

q buen relato a migo lo felicito x ese encuentro abrazo grande y comarta la data si se puede jeje