Oi, depois de uma semana muito corrida, volto a continuar com meu relato, que seria a continuação da minha amizade com o Leo. Se vocês não leram, deixo o link aqui.http://www.poringa.net/posts/relatos/3846676/Relato-sobre-juego-sexual-con-mi-amig.htmlDepois daquela vez que a gente se encontrou pela primeira vez com o Leo, ficamos um mês sem nos ver. De certa forma, pensei que ele não tava me procurando porque não tinha gostado de algo, ou por arrependimento.
Naquela época, meus pais tinham aberto um mercadinho pequeno. E estavam na correria de comprar móveis, iluminação, essas coisas. Eles compraram uma estante bem grande, que precisava ser transportada de caminhão, mas tudo dentro da mesma cidade.
Meu velho chamou um amigo que ia cobrar mais barato pelo frete. Carlos, o transportador, tinha um caminhão Mercedes Benz 1114, daqueles mais antigos (ano 89-90 por aí) que tinha uma gaiola de madeira na parte de trás. Essa gaiola era alta e bem fechada... Não dava pra ver nada de fora. (Meio parecido com o da foto).
A compra da estante já tava comprada e paga. Só faltava transportar... Chegou o caminhão em casa pra buscar a gente. Íamos eu, meu irmão, meu pai e o Carlos. Quando a gente tava saindo de casa, chega o Leo. E meu velho fala pra ele ir junto. Na frente foram meu pai com o Carlos, na carroceria (gaiola, atrás) meu irmão, o Leo e eu... A viagem era de uns trinta minutos. Durante esse tempo, a gente bateu um papo com o Leo. Quando chegamos no lugar, carregamos o caminhão, e sobrou pouco espaço pro meu irmão. Então meu velho levou ele pra frente. Fiquei só eu e o Leo na carroceria do caminhão... Num espaço pequeno... O Leo me perguntou: "Você bate punheta sempre?" "Nem tanto", respondi. "E você?" "Faz uma semana que não bato uma. Tô com muita porra acumulada e agora tô duro", ele disse. "Mostra aí", falei. O Leo baixou a calça de moletão e mostrou o pau por cima da cueca. Tava durasso... Ele pegou minha mão e fez eu tocar. "Agora mostra o teu", ele falou. Eu (sem soltar o pau dele), baixei minha calça e mostrei meu pau por cima da sunga. Ele pegou no meu pau e a gente se masturbou por cima da roupa íntima... "Ajoelha", ele mandou. Obedeci, e ele levou minha cara até o pau dele. Tinha um cheiro de saco, de pau, de resto de porra muito gostoso. O pau dele apertava meu nariz e as bolas dele, meu queixo. Sentir o pau dele na minha cara me excitava pra caralho, ainda mais a putaria de saber que na frente do caminhão tava minha família. O Leo tirou minha cara e baixou a cueca dele. Bem de pertinho vi o pauzão dele e as bolas. Não tinha pelo no saco nem no pau, só na região do púbis (em grande quantidade e tudo liso). Aqueles genitais eram maravilhosos. Os ovos soltos, grandes e morenos. O pau comprido (uns 19 cm), grosso, cheio de veia, duro igual pedra, a cabeça com um tom azulado puxando pro roxo, bem brilhosa. A primeira coisa que fiz foi lamber as bolas dele. Ele se masturbava enquanto com uma mão se segurava pra não cair (por causa do movimento do caminhão). Depois fui subindo devagar até a cabeça do pau dele. enquanto com uma mão eu tocava os abdominais dele (não eram definidos, mas eram duros). Não chupei o pau dele, só lambi a glande que já estava molhada.
Ele me pegou pela cabeça e me fez engolir tudo. Eu engasguei, mas era tão gostoso que aguentei e comecei a chupar. Fiquei assim uns cinco minutos. Até que ele falou: fica de quatro.
Na hora eu virei de quatro, ele cuspiu no pau dele e passou na minha bunda. Brincou um pouco com o pau, mas não enfiou.
Falei: vai logo, Leo, se apressa. Ele enfiou devagar e eu senti o céu! Foi bem lento e ele meteu tudo. Não doeu e eu comecei a rebolar. Sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Ficou assim uns três ou quatro minutos. Depois saiu.
Ele sentou no chão do caminhão... e falou: senta no meu piru.
Sentei nele de costas... Ele tinha os braços tão fortes que me levantava e me abaixava, me comendo do jeito mais gostoso.
Ele falou: levanta que quero chupar você. Obedeci e ele engoliu meu pau na hora. Eu de pé com as pernas abertas e ele sentado com meu pau na boca. Foi um boquete foda que ele tava me dando. Sentia um formigamento no meu pinto.
Ver aquela cena era único, enquanto me chupava ele se masturbava e com a outra mão me segurava pela bunda.
De repente, sentimos o caminhão parar. Vestimos as calças rápido. Carlos tinha encontrado um amigo que ia dar carona. Então mandaram meu irmão pra trás, junto com a gente.. Lembro que o Leo ficou sentado exatamente no lugar onde tinha me comido. Ainda dava pra ver o volume grande na calça dele.
Chegamos em casa, descarregamos a estante e o pai do Leo apareceu e levou ele. Fiquei triste porque tava muito excitado (não de pau duro, mas no corpo, no estômago) e queria gozar junto com o Leo. Mas sempre podíamos nos ver.
Espero que tenham gostado da segunda parte da minha história com o Leo. Espero que tenham ficado de pau duro igual eu (mandem fotos dos paus duros de vocês).
Depois vou contar o que mais aconteceu...
Naquela época, meus pais tinham aberto um mercadinho pequeno. E estavam na correria de comprar móveis, iluminação, essas coisas. Eles compraram uma estante bem grande, que precisava ser transportada de caminhão, mas tudo dentro da mesma cidade.
Meu velho chamou um amigo que ia cobrar mais barato pelo frete. Carlos, o transportador, tinha um caminhão Mercedes Benz 1114, daqueles mais antigos (ano 89-90 por aí) que tinha uma gaiola de madeira na parte de trás. Essa gaiola era alta e bem fechada... Não dava pra ver nada de fora. (Meio parecido com o da foto).
A compra da estante já tava comprada e paga. Só faltava transportar... Chegou o caminhão em casa pra buscar a gente. Íamos eu, meu irmão, meu pai e o Carlos. Quando a gente tava saindo de casa, chega o Leo. E meu velho fala pra ele ir junto. Na frente foram meu pai com o Carlos, na carroceria (gaiola, atrás) meu irmão, o Leo e eu... A viagem era de uns trinta minutos. Durante esse tempo, a gente bateu um papo com o Leo. Quando chegamos no lugar, carregamos o caminhão, e sobrou pouco espaço pro meu irmão. Então meu velho levou ele pra frente. Fiquei só eu e o Leo na carroceria do caminhão... Num espaço pequeno... O Leo me perguntou: "Você bate punheta sempre?" "Nem tanto", respondi. "E você?" "Faz uma semana que não bato uma. Tô com muita porra acumulada e agora tô duro", ele disse. "Mostra aí", falei. O Leo baixou a calça de moletão e mostrou o pau por cima da cueca. Tava durasso... Ele pegou minha mão e fez eu tocar. "Agora mostra o teu", ele falou. Eu (sem soltar o pau dele), baixei minha calça e mostrei meu pau por cima da sunga. Ele pegou no meu pau e a gente se masturbou por cima da roupa íntima... "Ajoelha", ele mandou. Obedeci, e ele levou minha cara até o pau dele. Tinha um cheiro de saco, de pau, de resto de porra muito gostoso. O pau dele apertava meu nariz e as bolas dele, meu queixo. Sentir o pau dele na minha cara me excitava pra caralho, ainda mais a putaria de saber que na frente do caminhão tava minha família. O Leo tirou minha cara e baixou a cueca dele. Bem de pertinho vi o pauzão dele e as bolas. Não tinha pelo no saco nem no pau, só na região do púbis (em grande quantidade e tudo liso). Aqueles genitais eram maravilhosos. Os ovos soltos, grandes e morenos. O pau comprido (uns 19 cm), grosso, cheio de veia, duro igual pedra, a cabeça com um tom azulado puxando pro roxo, bem brilhosa. A primeira coisa que fiz foi lamber as bolas dele. Ele se masturbava enquanto com uma mão se segurava pra não cair (por causa do movimento do caminhão). Depois fui subindo devagar até a cabeça do pau dele. enquanto com uma mão eu tocava os abdominais dele (não eram definidos, mas eram duros). Não chupei o pau dele, só lambi a glande que já estava molhada. Ele me pegou pela cabeça e me fez engolir tudo. Eu engasguei, mas era tão gostoso que aguentei e comecei a chupar. Fiquei assim uns cinco minutos. Até que ele falou: fica de quatro.
Na hora eu virei de quatro, ele cuspiu no pau dele e passou na minha bunda. Brincou um pouco com o pau, mas não enfiou.
Falei: vai logo, Leo, se apressa. Ele enfiou devagar e eu senti o céu! Foi bem lento e ele meteu tudo. Não doeu e eu comecei a rebolar. Sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Ficou assim uns três ou quatro minutos. Depois saiu.
Ele sentou no chão do caminhão... e falou: senta no meu piru.
Sentei nele de costas... Ele tinha os braços tão fortes que me levantava e me abaixava, me comendo do jeito mais gostoso.
Ele falou: levanta que quero chupar você. Obedeci e ele engoliu meu pau na hora. Eu de pé com as pernas abertas e ele sentado com meu pau na boca. Foi um boquete foda que ele tava me dando. Sentia um formigamento no meu pinto.
Ver aquela cena era único, enquanto me chupava ele se masturbava e com a outra mão me segurava pela bunda.
De repente, sentimos o caminhão parar. Vestimos as calças rápido. Carlos tinha encontrado um amigo que ia dar carona. Então mandaram meu irmão pra trás, junto com a gente.. Lembro que o Leo ficou sentado exatamente no lugar onde tinha me comido. Ainda dava pra ver o volume grande na calça dele.
Chegamos em casa, descarregamos a estante e o pai do Leo apareceu e levou ele. Fiquei triste porque tava muito excitado (não de pau duro, mas no corpo, no estômago) e queria gozar junto com o Leo. Mas sempre podíamos nos ver.
Espero que tenham gostado da segunda parte da minha história com o Leo. Espero que tenham ficado de pau duro igual eu (mandem fotos dos paus duros de vocês).
Depois vou contar o que mais aconteceu...
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