Esposa fiel vira puta gulosa

Me chamo Patrícia e tenho 40 anos, preciso contar pra alguém o que tá acontecendo comigo e não encontrei lugar melhor do que este. O que vou relatar começou há uns dois meses. Minha vida era bem rotineira, casei com 23 anos, logo depois de terminar meus estudos na faculdade. Meu marido Manuel é advogado e na época trabalhava no escritório do pai dele. O salário dele era bem alto e nunca cheguei a colocar em prática o que aprendi na universidade, porque não precisei trabalhar e Manuel nunca quis que eu fizesse isso. Tenho dois filhos: Manuel, igual ao pai, com 16 anos, e Jorge, com 13. Moramos numa das melhores áreas de Santander e hoje meu marido é o chefe do escritório do pai dele, que deixou tudo na mão dele quando se aposentou há 5 anos. Eu sempre fui uma mulher bem conservadora e quase não saio de casa sem meu marido e meus filhos. Tenho várias amigas, duas delas divorciadas, que vivem pra lá e pra cá, saindo pra balada e tal, mas sempre achei que meu lugar é com meu marido e meus filhos, e também não acho que tenho mais idade pra essas coisas. Como nunca trabalhei, comecei a ir pra academia há mais de 10 anos. No começo ia sozinha, mas várias amigas foram se animando e hoje em dia vamos 4 amigas toda manhã. Graças à academia, tô em boa forma e, mesmo sendo feio falar, acho que aparento menos idade do que tenho. Sou morena de cabelo comprido, tenho 1,70m, 110 de peito. Na verdade, quando era mais nova, meu peito me incomodava porque era bem grande, mas com a academia consegui manter ele mais firme do que eu esperava pra minha idade. Um dia, há 2 meses, tava na academia com minhas amigas quando percebi que elas não paravam de olhar pra uma área da academia, fazendo comentários tipo: "Olha só como o guri tá gostoso", "Eu ia ensinar umas coisinhas pra ele". Quando me aproximei, vi que elas estavam olhando pra área de musculação, onde Naquela hora, só tinha um cara de regata fazendo musculação. Pra ser sincera, o menino era bem gostoso e eu levei um susto do caralho quando o rapaz que tava de costas se virou e ficou olhando pra gente, as quatro. Na hora, todas disfarçamos e viramos o olhar pra outro lado, como se tivéssemos fazendo nossos exercícios normais. Eu ia subir na bicicleta ergométrica quando ouvi a voz de um cara atrás de mim. "Patrícia, é você?" Aquela voz me era familiar e, quando me virei, fiquei vermelha que nem um tomate ao perceber que o menino que eu e minhas amigas estávamos olhando não era outro senão o Hector, um amigo do meu filho Manuel desde o colégio. Ele era meio metido a bandido e, embora eu o tivesse visto crescer, meu filho tinha perdido contato com ele quando mudamos de bairro. Ele era dois anos mais velho que meu filho e largou os estudos pra trabalhar com o pai dele de pedreiro, então a última vez que o vi foi há mais de um ano. De costas, não o reconheci, porque, sinceramente, ele tinha mudado pra caralho. Tava mais alto do que eu lembrava, e o garoto que eu lembrava era um moleque igual ao meu filho, mas o que tava na minha frente era um homem feito de 18 anos. "Nossa, Hector, quanto tempo sem te ver!" consegui falar. Ele se aproximou pra me dar dois beijos e eu senti o peito forte dele quando me abraçou. Ele me contou que tinha começado naquela academia fazia pouco tempo porque a do bairro tinha fechado há três meses, e, embora essa fosse longe da casa dele, era uma das melhores da cidade. Fiquei conversando uns cinco minutos com ele até que ele disse que precisava tomar banho porque já tava atrasado pro trabalho. Nos demos mais dois beijos e, assim que ele saiu da sala em direção aos vestiários, minhas amigas vieram falar comigo. "Você conhece esse gostosão?" "Que segredo bem guardado, hein, que amigos você tem!" "Não fala bobagem, ele é amigo do meu filho, conheço ele desde que era um bebê de colo", respondi. "Pois é nas tetas que ele não parava de... Olhar pra você, boba" "Vocês enlouqueceram? Ele é um guri e eu sou a mãe do amigo dele. O que vocês têm é que estão muito taradas e veem o que não existe." Tive que aguentar as piadinhas delas a manhã inteira até a gente sair da academia. Esqueci completamente do Hector até o dia seguinte, quando encontrei ele de novo na academia. Fui sozinha porque minhas amigas não puderam ir, e Hector fez vários exercícios comigo. A gente conversou bastante sobre o trabalho dele, meu filho, o tempo que não nos víamos, até chegar a hora de ir tomar banho pra ir pra casa. Acabei de sair do chuveiro quando ouvi a voz do Hector: "Patrícia, você tá aí?" "Tô, o que foi?" "Esqueci meu xampu em casa, pode me emprestar o seu?" "Espera, já saio." Cheguei perto da porta do vestiário e, ao abrir, me deparei com o Hector de frente. Ele só usava uma toalha amarrada na cintura, e não consegui evitar de notar que o corpo dele era bem diferente do do meu marido. Além de ser bonito, tinha um torso perfeito, com uns abdominais definidos e uns braços fortes. Joguei o xampu da porta sem perceber que as mãos dele estavam segurando a toalha. Quando vi o frasco de xampu vindo na direção dele, ele levantou as mãos pra pegar e, no mesmo instante em que agarrou, a toalha escorregou até o chão, deixando ele completamente pelado. De um jeito inconsciente, não consegui evitar de olhar pra anatomia dele e focar no negócio dele, que, mesmo mole, me pareceu bem grande. Hector pegou a toalha e colocou no ombro. "Desculpa muito", falei, "não foi minha intenção..." "Sem problemas, Patrícia. Também não viu nada que já não tivesse visto quando eu era pequeno e ia nadar na piscina de vocês." "É, mas tá bem maior do que naquela época." Quando percebi o que tinha dito, quase morri de vergonha. Senti um calor subindo pelo corpo todo e devo ter ficado mais vermelha que um tomate. Sem perceber, tinha feito um comentário. sobre a pica do Hector, me virei na hora e voltei pra dentro do meu vestiário, só ouvindo o Hector me agradecendo pelo xampu. Quando saí, pensei em ir pra casa sem encontrar o Hector, que ficasse com meu xampu, a última coisa que eu queria naquele momento era dar de cara com ele, tava morrendo de vergonha. Ao sair da academia, encontrei o Hector na porta. "Tava esperando você pra devolver o xampu, Patricia" "Não, não precisava" respondi "Te convido pra tomar um refri antes de você ir pra casa" Eu ia recusar, mas antes de responder, o Hector pegou na minha mão e seguiu em direção à cafeteria em frente da nossa academia, lá ele me convidou pra um refri. O Hector tava de óculos escuros e vestindo uma camiseta vermelha justa e uma calça jeans que marcava o corpo dele, eu tava com um vestido curto que mostrava minhas pernas e meu decote, e cada minuto eu ficava mais nervosa, principalmente porque, mesmo ele não tirando os óculos escuros, eu tinha a impressão de que ele não parava de olhar pro meu decote o tempo todo. Quando ele levantou pra pagar, chegou perto e disse que o vestido que eu tava usando me caía muito bem, o que me fez confirmar que ele não tinha tirado os olhos do meu corpo durante nossa conversa na cafeteria. Por mais que parecesse impossível, eu tava começando a achar que aquele garoto tava dando em cima de mim. A gente se despediu na saída da cafeteria e fui pra casa. No dia seguinte, não fui na academia e mal lembrei do Hector. No dia seguinte era sábado e nos fins de semana a gente não ia pra academia. Meu marido tava fora da cidade a trabalho, então dei o dia de folga pra nossa empregada, porque pensei em comprar umas comidas prontas pra mim e pros meus dois filhos. Lá pelas 13:00, terminei de tomar banho, me enxuguei e saí do banheiro em direção ao meu quarto sem nada me cobrindo, já que meus filhos estavam no andar de baixo. Fui abrir a porta do meu quarto quando a porta do quarto do meu filho Manuel se abriu. Eu Fiquei chocada quando vi o Hector, ele me viu pelada por uns dois segundos, até eu entrar rapidamente no meu quarto. Pela porta do quarto, falei: "O que você tá fazendo aqui, Hector?" "O Manu me chamou pra almoçar, liguei pra ele ontem porque a gente não se via há um tempão e ele me convidou." "Ele não tinha me falado nada", respondi, nervosa com o que tinha acontecido. "Então, sei lá, tô aqui uns 15 minutos, subi no quarto do Manu e peguei um jogo pro videogame." "Tá bom, já desço", respondi. Tava no meu quarto, ia me vestir quando me olhei no espelho, tava vermelha e dava pra ouvir minha própria respiração. Pra minha surpresa, vi meus peitos durinhos como pedra, e quando toquei num deles, senti um arrepio. Não acreditei, ver o Hector me ver pelada me deixou com tesão. Passei um dedo na minha buceta e não consegui segurar uma vontade louca de me masturbar, algo que não fazia há anos e que, na real, só tinha feito umas 3 ou 4 vezes, provavelmente por causa da minha educação conservadora. Mas daquela vez, não consegui segurar a vontade de me tocar, e enquanto fazia isso, não parava de pensar no corpo do amigo do meu filho, completamente pelado. Quando desci, meus dois filhos e o Hector tavam jogando videogame. O Manuel me contou que tinha chamado o Hector pra almoçar e que tinha esquecido de me avisar. Falei pra ele ligar na pizzaria e pedir 3 pizzas pro almoço, enquanto eu ia arrumar a mesa na cozinha. Tava arrumando a mesa quando o Hector entrou na cozinha: "Vim te ajudar, gostosa." O Hector começou a colocar os talheres na mesa quando soltou um comentário que me deixou gelada: "O vestido que você colocou é bonito, mas você tava melhor do jeito que eu vi lá em cima." Notei que fiquei vermelha de novo e não falei nada, tentando agir normal enquanto continuava arrumando a mesa. Tava colocando os copos quando senti o Hector atrás de mim. Ele encostou na minha bunda enquanto deixava uma jarra de água na mesa. Mesa, me virei muito nervosa e, assim que fiz isso, fiquei a poucos centímetros do Hector. Ele chegou ainda mais perto de mim e me deu um beijo na boca. Atônita, empurrei ele e perguntei se ele tinha enlouquecido. "Não se faz de sonsa, Patricia. Vi como você e suas amigas me olharam outro dia na academia, como você ficou babando olhando pra minha pica quando me viu pelado na porta do vestiário. Sei que você gostou." "Não fala besteira, você é só um moleque metido", respondi. "Um moleque com uma pica boa, como você mesma disse outro dia." Eu só fiquei parada contra a mesa, sem saber o que fazer, e o Hector aproveitou pra baixar a calça até os tornozelos. "Me diz o que você acha da minha pica. Outro dia você não viu ela no auge." Inconscientemente, não consegui evitar de olhar pra pica do Hector, que dessa vez estava dura igual uma barra de ferro, apontando direto pra mim. Eu só tinha visto a pica do meu marido ereta, e a do Hector era muito maior. Além disso, ele tinha uns ovos bem grandes e completamente lisos, sem nenhum pelo. "Levanta a calça, Hector. Meus filhos estão na sala. Você enlouqueceu? Sou a mãe do seu amigo." Hector não disse nada, só chegou perto de mim, me agarrou pela cintura, abriu minhas pernas e se apertou contra mim, me sentando na mesa da cozinha. Tentei empurrá-lo, mas o Hector era muito mais forte que eu. Tentei convencê-lo de que era loucura, que meus filhos podiam nos ver a qualquer momento, mas aquele moleque estava fora de si e começou a acariciar meus peitos por cima do vestido. Eu, claro, tentava afastá-lo sem sucesso. Cheguei a pensar em gritar pra meus filhos virem até a cozinha, mas não sabia como eles reagiriam ao ver o amigo pelado com os peitos da mãe nas mãos. Ele começou a me beijar na boca. Eu não abria a boca, mas no final o Hector conseguiu enfiar a língua e enrolar com a minha. Começou a beijar meu pescoço, enquanto... que foi tirando os botões do meu vestido até que meus peitos saltaram pra fora, já que eu não tava de sutiã, e ele continuou descendo a cabeça até meus peitos, agarrando eles com força e enfiando a cara entre os dois. Eu achava que tava sonhando e seria ridículo negar que tava adorando o que aquele moleque de 18 anos tava fazendo comigo. Ele baixou as alças do meu vestido e enrolou ele na altura da minha cintura, continuou descendo a cabeça até chegar na minha calcinha, tentou puxar pra baixo, mas eu segurei dos dois lados e juntei forças pra pedir pra ele parar. Hétor me olhou e com um sorriso no canto da boca gritou: "Manuel, vem aqui na cozinha um minuto que sua mãe e eu não achamos as Cocas". Aquilo me deixou chocada, aquele pivete tava brincando comigo do jeito que queria e a simples ideia do meu filho me ver naquela situação fez eu soltar minha calcinha. Aí Hétor sussurrou no meu ouvido: "Assim é bem melhor" e depois gritou de novo: "MANU, deixa pra lá, sua mãe e eu já achamos". Meu filho só respondeu: "Beleza, parceiro, e se liga que quero te ganhar de novo antes do almoço". Hétor puxou minha calcinha de uma vez só e deixou ela jogada no chão da cozinha: "Sua buceta tá meio peludinha, da próxima vez quero ela sem um fio de pelo". Antes que eu respondesse, ele enfiou a cara entre minhas pernas e começou a devorar minha buceta de verdade. Aquilo era novo pra mim, meu marido era ainda mais conservador que eu e nunca tinha me chupado. Na real, algumas amigas minhas viviam tirando sarro, dizendo que eu não sabia o que tava perdendo, e naquele dia eu entendi que elas tinham razão. Sem conseguir evitar, o tesão que Hétor tava me dando foi aumentando e eu tava solta, abrindo as pernas sem perceber pra ele alcançar cada cantinho da minha xota. Ele tava me dando um prazer fora do normal, os lábios dele brincando com minha buceta e as mãos apertando meus bicos. Ele se levantou de novo e colocou o pau dele bem na frente da minha boceta. e passando pra cima e pra baixo na minha bucetinha, tentava ir enfiando, mas com a pouca força de vontade que me restava, tentei mais uma vez afastá-lo dele — "Chega, Hécto, te imploro, não faz isso" — Ele continuava na dele, aproximando o pau o máximo que podia da minha buceta enquanto eu não parava de tentar afastá-lo — "Isso é loucura, me deixa em paz, Hécto, nem pense em enfiar ou vou gritar" — Naquele instante, ele venceu minhas defesas e enfiou de uma vez quase metade do pau em mim, enquanto dizia — "Vai, grita agora se quiser, deixa seus filhos virem e te verem em cima da mesa da cozinha empalada pelo meu pau" — Aquele filho da puta continuava com o jogo dele e eu não conseguia pará-lo, ele voltou pra trás tirando quase todo o pauzão, até enfiar ele inteiro. Ficamos assim por uns segundos. Senti um tesão incrível quando ele tava completamente dentro, e olha que parecia que não ia entrar, Hécto sorriu pra mim e começou a se mover pra frente e pra trás metendo com força, até as bolas dele batendo na minha bunda. O membro enorme dele se adaptou melhor do que eu esperava e aquele filho da puta me fodia muito melhor do que meu santo marido jamais tinha feito, não consegui evitar começar a gemer — "Isso, issooooo, issooooo" — Hécto acelerou os movimentos e pela primeira vez nos meus 40 anos de vida eu soube o significado da palavra orgasmo, se não fosse porque Hécto, percebendo o que tava rolando, enfiou a língua na minha boca, eu teria gritado de prazer como uma louca e naquele momento, enrolando minha língua na do amigo do meu filho e tendo um orgasmo maravilhoso, senti um calor inundar minha buceta, sinal claro de que Hécto tava gozando dentro de mim. Hécto ficou uns segundos parado dentro de mim, depois se separou e subiu as calças, eu desci da mesa como pude e coloquei o vestido, bem na hora que meu filho Manuel entrou na cozinha. — "Porra, vocês tão demorando pra por a mesa, as pizzas já chegaram" — Aquilo me fez voltar A realidade é que respondi pra ela deixar na mesa e avisar o irmão pra gente almoçar. Assim que o Manuel saiu da cozinha, percebi que o Hector tinha pegado minha calcinha e, sorrindo pra mim, enfiou no bolso da calça dele. Durante o almoço, o Hector não parou de me olhar e sorrir, embora meus filhos não tenham notado nada. Eu continuava muito nervosa, me sentia terrivelmente suja e culpada pelo que tinha feito, e estava morrendo de vontade que meu Hector fosse embora de casa. Quando terminamos de almoçar, o Hector e meus filhos foram pra sala jogar videogame de novo, e eu aproveitei pra dizer que estava cansada e que ia pro meu quarto descansar.

Fazia uns 20 minutos que eu estava no meu quarto, virando de um lado pro outro sem parar, pensando no que tinha acontecido, quando ouvi a porta do meu quarto se fechar. Abri os olhos e vi o Hector no meu quarto. "Mas, que porra você tá fazendo aqui?" perguntei assustada e surpresa. "O que você acha, putinha? Vim te foder de novo." Ele se jogou na minha cama de casal e se aproximou de mim, começando a beijar meu rosto e meu pescoço. Mais uma vez, tentei me afastar, mas sabia que era impossível porque ele era muito mais forte que eu. "Me larga, filho da puta, me deixa em paz, vou te denunciar." "Nada disso, vagabunda. Achou que eu ia me contentar em te foder uma vez? Então se liga, agora você é minha putinha. Vou te foder sempre que eu quiser, e você vai gozar como nunca gozou na vida", ele disse enquanto descia as mãos e me agarrava com força pelas nádegas por baixo do meu vestido. "Tô vendo que você não colocou calcinha desde que eu tirei na cozinha. Tava me esperando, né, putinha?" Ele enfiou vários dedos na minha buceta e sentiu como eu me contraía. Quando tirou os dedos molhados, riu e mostrou pra mim. "Olha só, vagabunda, pra se fazer de difícil, você tá bem molhadinha." Ele começou a passar a língua por todo o meu rosto, tentava me beijar, mas eu mantinha a boca fechada até que ele enfiou os dedos de novo e conseguiu me fazer gemer. Nessa hora, ele aproveitou pra enfiar a língua até o fundo. Campanilha, assim como tinha acontecido na cozinha antes de comer, eu cada vez mostrava menos resistência. Ele parou de me beijar e tirou os dedos da minha buceta de novo, dessa vez para abaixar as alças do meu vestido e começar a tirá-lo por baixo. Dessa vez, ele não se contentou em só arregaçar na minha cintura, mas tirou ele por completo e me deixou totalmente nua em cima da cama diante dos olhos dele. Ele jogou a cabeça contra meus peitos e começou a chupar e mordiscar com gula, ao mesmo tempo que com as mãos abaixou um pouco a calça dele. Eu pude sentir o pau duro dele contra minhas coxas. Ele tirou a cabeça de entre meus peitos e, me olhando fixamente enquanto sorria, guiou com a mão direita até minha gruta e enfiou de uma só vez até o fundo. Naquela altura, eu já me deixava fazer. Levei minhas mãos até a bunda do Hector e apertei ele contra mim. Aquele moleque era forte como um touro, mexia o quadril pra cima e pra baixo me penetrando por completo, me beijava com paixão como se fôssemos dois jovens amantes. "Diz que quer que eu te coma sempre que eu quiser", ele falou. Eu me recusei a responder, já me sentia humilhada o bastante por deixar o amigo do meu filho me foder na minha própria cama de casamento a poucos metros dos meus filhos. Ele repetiu e eu me recusei de novo. Naquele instante, Hector parou, ficou de pé e me agarrou pela cintura, me levantando no colo. Eu só consegui me agarrar no pescoço dele. Nessa posição, ele enfiou de novo e foi em direção à porta do meu quarto. "O que você tá fazendo?", perguntei. "Vou te foder assim na frente dos seus filhos." Ele abriu a porta do quarto e foi em direção às escadas. Eu tentei descer dele, mas ele me segurava com muita força. Ele me levou até o começo da escada com o pau dele enfiado dentro de mim, estava prestes a descer quando eu disse o que ele queria ouvir. Eu estava quase chorando que nem uma menina e sussurrei no ouvido dele: "Tá bom, eu quero que você me coma sempre que quiser." "Muito bem, assim que eu gosto. Mas por não ter feito antes, vou te foder. Aqui mesmo" — Desci até o chão e me forcei a apoiar as mãos no corrimão da escada. De onde estávamos, dava pra ver meus dois filhos de costas pra gente, no andar de baixo, jogando videogame. Hector ficou atrás de mim, segurou minha cintura e meteu de novo de uma vez só. Tentei abafar meus gemidos e, se não fosse porque meus filhos estavam com a TV bem alta, teriam me ouvido. Ali mesmo, a poucos metros dos meus filhos, quase na frente deles, Hector começou a me foder de novo. "Parece que seus filhos estão se divertindo, né? Mas a gente se diverte muito mais." Hector continuava bombando atrás de mim quando ouvimos meu filho Manuel gritar: "HECTORRRRR". Hector respondeu sem se abalar, lá de cima, sem parar de me foder: "QUEEEE". "PQ TÁ DEMORANDO TANTO PRA PEGAR O JOGO, pussy?" "É QUE SUA MÃE ME PEDIU PRA AJUDAR COM UMA COISA." "PORRA, MÃE, PARA DE ENROLAR O HECTOR." "Responde pra ele", Hector me ordenou. "SIII, QUERIDO, FICA TRANQUILO QUE JÁ TERMINAMOS", gritei pro meu filho, sentindo a rola do Hector entrando e saindo sem parar da minha buceta. "Eu tenho muita resistência, Patri. Se você quer que a gente termine logo, vai ter que fazer alguma coisa pra eu gozar." Eu sabia o que aquele porco estava pensando: queria que eu chupasse ele pra terminar. Mas não ia fazer isso — só tinha chupado umas duas vezes meu marido e não tinha gostado. Mas precisava fazer alguma coisa, senão meu filho não ia demorar pra subir e procurar o Hector. Tirei a rola do Hector da minha buceta e me virei pra ele. Me ajoelhei e vi Hector sorrindo, achando que tinha conseguido mais uma vitória, mas ele se surpreendeu ao ver que não era minha boca que tocava a rola dele. Sabendo que eu tinha umas armas poderosas, prendi a rola do Hector entre meus peitos e comecei a bater uma punheta pra ele com eles. Hector me olhou, sorrindo: "Tava pensando na sua boca, mas não vou reclamar de você bater uma com essas tetonas." Não demorou muito. Ele mesmo, sabendo que estava prestes a gozar, começou a se masturbar furiosamente. Eu ia me levantar, mas ele... Ele me segurou pela cabeça e me fez ficar de joelhos na frente dele. "Não tão rápido, vou regar essas tetas." Ele nem terminou a frase e já começou a gozar em cima dos meus peitos, até quatro jatos de porra acertaram minhas tetas. Quando terminou, o Hector me deu um beijo na testa, subiu as calças, foi pro quarto do meu filho, pegou um jogo e desceu as escadas como se nada tivesse acontecido, enquanto eu ia pro meu quarto nua e com as tetas cheias de porra dele. Me limpei e tomei um banho, tava ficando completamente louca. Eu tinha traído meu marido pela primeira vez na vida, e ainda por cima na minha própria casa, com meus filhos dentro, e com um amigo do meu filho, só uns dois anos mais velho que ele. Passei o resto da tarde no meu quarto, nem sequer tinha coragem de sair pra não dar de cara com o Hector. Lá pelas 19:00, notei que bateram na porta do meu quarto, pensei que fosse o Hector, mas a voz do meu filho Manuel do outro lado me acalmou. "Mãe, posso entrar?" "Claro, querido." "Oi, mãe, queria te falar que a gente vai dar uma volta." "Tudo bem, filho." Pensei que finalmente ia me livrar do Hector, mas me enganei. "E também falei pro Hector que ele pode ficar o fim de semana com a gente, mãe. Faz tempo que não vejo ele e a gente tem muita coisa pra conversar. Você não se importa, né?" Não sei quanto tempo demorei pra responder, mas aqueles segundos pareceram uma eternidade, e pra minha surpresa, não consegui inventar um motivo convincente pra dizer pro meu filho que não, então falei que ele podia ficar sem problema nenhum. Quando o Hector e meus filhos foram embora, saí do quarto e tomei um banho, sem saber o que ainda me esperava naquele fim de semana.

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