Como sempre, antes de tudo, uma pequena introdução ao assunto. Não sei se é algo que todo mundo pode confirmar que aconteceu, mas com a quarentena na Argentina, rolou que um monte de minas, que sempre foram meio putinhas, agora viraram putas de verdade. Um monte de novinhas que viviam postando foto mostrando a raba agora passaram a vender foto e vídeo delas peladas, se tocando, chupando uma rola ou até transando. Mas também teve uma parte desse grupo que passou a marcar encontros pra foder, putas no melhor sentido da palavra, novinhas que ninguém nunca imaginou que ia conseguir nem uma foto de peito agora estavam loucas anunciando nas redes e até dando uns teasers do material. Essas novinhas agora estavam ao alcance de qualquer um. Essa história vai ter como foco uma putinha que estudava na minha escola, e fico pensando: a quantidade de professores que durante todo o tempo que ela tava na escola ficavam de olho na raba dela na aula ou, indo mais longe ainda, será que algum parente comprou esse material sem ela saber? Mas isso é só um pensamento que queria compartilhar, a história começa agora. Eu estudava numa escola pública na minha cidade, mas com um nível educacional bom, e justamente por ser pública, muita gente que talvez não fosse das classes mais altas tinha acesso, e eu, que não posso reclamar disso, dividia espaço com eles. Entre essas pessoas que mencionei no começo estava a Valentina (não é o nome real), ela era ou é uma mina muito gostosa, uns dois ou três anos mais nova que eu, que conheci quando a gente estudava na mesma escola. Uma daquelas novinhas que você quer fazer de tudo desde que conhece ou começa a seguir no Instagram, baixinha, uns 1,60m, loira de cabelo liso (embora tenha feito cada coisa no cabelo), não tinha muito peito, mas uma bunda linda, redondinha e bem gostosa. Desde que a conheço, era bem putinha, daquelas que chegava na escola de minissaia ou um shortzinho, daquelas que postava foto de bunda desde uns 15 anos, daquelas que em festa sempre dava uns amassos com alguém num canto escuro, resumindo, daquelas que a gente sabe que são umas putas. Eu conheci ela fumando um baseado antes de entrar na aula, daquelas paradas que a gente fazia com os amigos e que vários outros caras também faziam. Um dia, nós, meus colegas e eu, estávamos quase acendendo um, e ela chegou com umas amigas. Óbvio que os punheteiros nem pensaram duas vezes e incluímos elas na roda, mas, sinceramente, mesmo tentando puxar assunto, as minas eram meio secas. Terminaram de fumar e foram embora. Isso aconteceu mais algumas vezes durante nosso último ano, mas nunca passou disso. Quando a faculdade acabou, e durante esses anos, o único contato que tive com a jovem dama foram minhas reações às fotos de bunda dela no Instagram, que eram ignoradas solenemente, e só. O tempo passou, alguns anos, até chegar a não muitos meses atrás. Nesse meio tempo, eu arrumei uma namorada e as coisas estavam assim. Questão que, há uns meses, no grupo de WhatsApp que tenho com meus amigos, deu um auê porque estavam comentando a notícia. Foi algo que me abalou da cabeça aos pés. Tive que ir confirmar se aquela jovem dama estava mesmo vendendo fotos e vídeos. Confirmei. Na hora, fiquei de pau duro e fiquei me debatendo se comprava ou não, ou como faria. Para minha sorte, um amigo, sob o lema "não me agradeçam", mandou umas 20 fotos e 10 vídeos da gostosa. Eu nem hesitei, nem senti culpa pela minha namorada. Fiz a punheta da minha vida. Não consigo explicar: se ela já era linda demais vestida, tê-la pelada ao alcance dos meus olhos era um deleite. Além disso, os vídeos não eram daqueles meio sem graça, não. Eram bem explícitos. Logo mostrava os peitos ou a buceta, mas a parte mais gostosa de ver era como ela virava de costas, mostrava a bunda e abaixava lentamente a tanga. Dançava twerk pelada que nem os deuses. Quando se tocava, fazia verdade e ela gemia gostoso pra caralho. Eu tava no paraíso. Quando terminei de bater uma, chamei meu amigo no privado pra perguntar como ele conseguiu os vídeos, ele respondeu que comprou direto, sem usar conta falsa ou nada. Comecei a cogitar na minha cabeça a possibilidade de fazer o mesmo, mesmo já tendo os vídeos, só pra ela saber que eu ia bater uma pra ela, que eu queria ver como um desodorante enfiava na pussy. Não aguentei muitos dias com essas ideias e, sem mais, chamei ela no Instagram. Foi super fácil porque na história dela ela colocava coisas tipo "reage com fogo nessa história se quiser comprar meus vídeos". Desde que reagi até ela me responder foi um dos momentos mais tensos que já vivi. Infelizmente, nossa conversa não saiu dos limites normais de um papo entre comprador e vendedora, nem quando eu falei sutilmente — desde que te vi pela primeira vez fumando baseado com a gente, tava doido pra te ver de cu — uma decepção quando ela respondeu só — ai que lindo, espero que curta (e emojis) —. Mas eu não desistia, sempre que ela anunciava material novo, eu comprava e aproveitava pra soltar uma sacanagem, várias vezes confessei que me acabava na punheta vendo os vídeos dela, mas ela impassível. Eu tava mais punheteiro do que nunca, mas a Valentina não ajudava, porque sempre lançava material novo ou coisas tipo vídeos personalizados. Aí eu ficava pior, porque obrigava ela a dar tapas na bunda ou se tocar e gemer, e até pedia pra ela falar meu nome. Mas ela era uma empresária, sempre disposta a ganhar mais grana. Um dia ela anunciou que ia fazer encontros por videochamada e rapidinho me inscrevi. Por sorte, se tinha algo que sobrava na minha família era dinheiro, porque a quantidade de grana que gastei com a Valentina foi uma porrada, mas valeu cada centavo. Na videochamada, era lindo ver ela se despir devagar, primeiro mandava ela tirar o sutiã e Sempre deixava a tanguinha pro final, pedia pra ela virar de costas, rebolando e descendo a calcinha devagar. Era um tesão, mas o mais foda da situação era que, mesmo fazendo várias coisas que eu via nos vídeos, nessas horas era eu quem mandava. E no final das videochamadas, depois que ela se tocava um pouco, mandava ela chegar perto da câmera e botar a língua pra fora enquanto eu tirava fumaça da minha pica até gozar. Também, no calor do momento, aproveitava pra soltar que ela era uma puta, e nas videochamadas ela entrava na brincadeira — quem quer dinheiro dança, né. Mas o melhor momento chegou quando um dia ela disse que ia começar a fazer encontros presenciais. Nem pensei duas vezes. Pobre da minha namorada de novo, mas nem fodendo que ia perder a chance dessa mina ficar de quatro na minha frente e deixar eu fazer de tudo. Mandei mensagem pra Valentina e marquei pro mesmo dia. Paguei uma fortuna, mas contratei por uma hora, e ela disse pra eu ir buscá-la e levá-la pra um hotel. Quando vi ela pessoalmente, tava muito mais gostosa do que nos vídeos. Tava com um macacão preto que valorizava a bunda e dava pra ver que não tava usando sutiã. — Que gostosa você tá — soltei na hora — não acredito que tô realizando um sonho. — Obrigada, você também é bonito — Por sorte o hotel não era longe, porque não foi fácil puxar conversa. Mas assim que chegamos no hotel, tava pouco me fodendo se ela queria manter a postura de vendedora de produto. Eu tinha comprado aquele produto, paguei caro pra caralho e ia usar do jeito que bem entendesse. Enfiei um beijo nela, mas a verdade é que nem ligava pra parte romântica de transar. Fui direto no que sempre quis a vida inteira: aquela bunda. Apalpei ela com tanta violência que, pra minha surpresa, soltou uns gemidinhos. Mandei ela tirar a roupa, e ela ficou só de tanguinha e peitos de fora na minha frente. Aí parei e fui direto pros peitos dela. Não eram grande coisa, mas mereciam uma amostra de respeito. e por isso chupei ela por um bom tempo até me cansar e não aguentar mais a vontade de tirar a calcinha fio dental que durante um mês eu via ela tirando, e fiz devagar sem acreditar no que tinha na minha frente, uma bunda daquelas ao meu alcance, apertei de novo com muita vontade mas dessa vez também aproveitava pra meter a mão na pussy dela. Enquanto eu tocava ela gostoso e até enfiava uns dedos, ela ficava imóvel com uma cara de medo, com certeza era a primeira vez que alguém pegava ela por dinheiro e pra piorar tinha caído um macaco que tava possuído pela vontade de descontar tanta punheta que eu tirei na imaginação agora no corpo da puta mais gostosa de todas. Quando cansei de brincar com a bunda dela e com a pussy dela, me deitei na cama mais perto e deixei sair meu pau que tava morrendo sufocado entre tanta roupa. Pensei em tratar ela com mais carinho, ser mais gentil, até chupar a pussy dela pra ela curtir um pouco pelo menos, mas sempre que esses pensamentos vinham, me vinha na cabeça não só a indiferença que ela teve comigo como cliente, mas algo pior, eu tinha na minha vontade a novinha que chegava perto de mim no colégio pra pedir baseado e depois me ignorava completamente sem nem dar um Oi, agora eu tinha a bunda dela na minha mão. Por isso quando me deitei mandei ela chupar meu pau, e não teve jeito, ela deitou do meu lado mas com a cabeça na altura do meu pau e aí sim ela se soltou um pouco mais. Claramente tinha muita experiência chupando paus porque nunca tinham chupado tão bem o meu. Ela ficou brincando com a linguinha dela um bom tempo até que eu mandei - chupa essa pica, puta - e aí ela começou a engolir com muita vontade, primeiro devagar e depois foi aumentando o ritmo até que com a ajuda da minha mão ela engoliu tudo por uns segundos até se separar tossindo. De novo, como ela não colocou nenhuma regra, aproveitei pra gozar na boca dela enquanto ela me chupava, não ficou muito feliz não. Digamos, mas a real é que não tava nem aí e mandei ela engolir de novo. Fiquei realmente surpreso com o quanto essa puta era submissa. Ela engoliu só me encarando com raiva, depois pedi pra ela mostrar a boca, naquele momento só queria humilhar ela um pouco e ela, de má vontade, fez e mostrou que quase não tinha resto de sêmen — gostou, puta? — eu já tava num nível anormal de confiança misturada com tesão por ter ela tão dominada, pensar que quando fui buscar ela tava com medo e eu tentei ser educado, mas isso era muito melhor. Enquanto esperava eu ficar duro de novo pra finalmente comer ela, coloquei ela de quatro e resolvi focar de novo na bunda linda que a Valentina tinha. Apertei, mordi, bati com força, ela só soltava um suspiro forte de vez em quando. Acariciei a pussy dela por um bom tempo e comecei a enfiar os dedos, pra minha surpresa agora ela tava gemendo de verdade. De novo já tava dura, coloquei a camisinha e me preparei pro momento que sempre sonhei. Comecei esfregando a cock no meio das nádegas — se prepara que vou te comer, puta — e aí mesmo esfreguei a cock na pussy dela, mas não consegui segurar a vontade de dar mais um tapa forte na bunda dela antes de meter. Assim que meti, me senti realizado, mas tava completamente sem freio e enfiei forte uma vez atrás da outra e, pra alimentar meu ego, ouvia ela gemer, naquele momento me senti um deus, depois de ter humilhado ela ou tratado como um mero objeto, ela não parecia estar se divertindo mal, no começo nem liguei pro que ela achava, mas agora via ela ainda mais como minha puta. Enquanto continuava metendo forte, eu descontava na bunda dela ou apalpava os peitos. Quase quando tava terminando, peguei ela pelo cabelo e meti até sentir minha cock explodir. Depois que terminei de comer ela, caí no chão e me deu um pouco de vergonha. Ela continuava sem falar muito comigo e, embora tecnicamente ainda tivesse uns minutos do encontro. Mesmo assim foi lindo ver ela se limpando, os hematomas que deixei na bunda dela ou como ela colocava a tanguinha, ela continuava sem me dar bola, apesar de eu ter comido ela uns minutos atrás. Isso me deixou com tesão e eu me aproximei, apertei a bunda dela e falei: — durante a semana vou te comer de novo. Ela só respondeu "tá bom". Não demoramos muito pra sair do lugar, mas ela não deixou eu levá-la até a casa dela de novo, só mandou eu parar o carro e desceu, falando só um "tchau". Voltei pra minha casa e ainda tinha as imagens dos peitinhos dela quicando no espelho ou daquela bunda esplêndida batendo no meu pau. O que me surpreendeu foi uma mensagem que ela mesma mandou dizendo: — Desculpa xxx se eu tava muito calada, é que era minha primeira vez com um cliente e eu tava muito nervosa. Mas gostei. O que aconteceu a partir daí foi um sonho.
5 comentários - De foxy a puta oficial