Beleza, trouxe a segunda parte pra vocês. Depois daquele sexo gostoso no banheiro, fiquei bem relaxado pensando na noite que vinha. Meus pais foram embora e quase todo mundo já tinha ido, só ficaram dois primos com as mulheres deles, os filhos que eram três e a Dai. Depois de fazer uns hambúrgueres na churrasqueira e comer bem, as crianças dormiram dentro de casa e os adultos nas barracas. Meus primos iam dormir com as esposas, então a noite ia ser longa dormindo com minha prima. Depois que as crianças pegaram no sono, jogamos cartas e continuamos tomando fernet e cerveja. Jogamos truco em dupla, e claro, eu fiquei com minha prima. Sorteamos e a gente ficou livre. Entre risadas e drinks, a noite foi passando super bem. A Daiana estava de pé e eu não conseguia parar de olhar pra ela, e ela não cansava de me dar uns olhares. Aquela gostosa ia me matar. Fui buscar gelo e, enquanto saía, lá estava a Day com um moletom que ficava grande nela, o cabelo solto de lado e um short que mal dava pra ver de tão comprido que o moletom era. Assim, ela estava me esperando no escuro. Me aproximei. D: "Demorou demais, parceiro. Tive que vir te buscar."
K: "É? E aí, veio me buscar pra quê?"
Ela se aproxima e me beija de boca aberta. A gente se entregou num beijo muito apaixonado, e ela enfiou a mão por cima da minha calça. Dava pra ouvir ela gemer bem baixinho assim que tocou em mim. Ela tava um vulcão hoje. Quando eu queria continuar...
D: "Vamos pro quincho, já vão vir nos procurar."
K: "Fechou. Vou na frente." E dei um selinho nela.
Quando cheguei no fundo, no quincho, a partida de truco já tinha acabado e a dupla perdedora tinha que pular na piscina — uma noite bem fria, não tava com vontade de entrar. Enquanto todo mundo olhava eles pulando, a Day chegou e me abraçou por trás.
D: "Vamos continuar nós, né? Vamos ganhar, não é? Tá frio pra entrar."
Começamos nossa partida bem disputada. A Daiana era muito boa em blefar. Enquanto a gente ria, já eram quase 3 da manhã. A dupla do meu primo — os que perderam — tava indo dormir por causa do frio, claro. E ficou combinado que, quando todo mundo terminasse, a gente... íamos dormir. Perdi um envido com 32 e a Daiana me olhava com uma cara de raiva, odiava perder kkk. Enquanto os outros riam e nos incentivavam a pular, a Day tira o moletom e se joga de uma vez, já que tava muito puta, e eu fui atrás. Quando saí da água, ela tá na minha frente fazendo biquinho e me joga água. D—cê é muito ruim jogando. K—ué, o que cê quer, eu tinha 32, nunca me acovardo. Ela morde o lábio e fala D—já sei. Enquanto os outros riam, a gente tenta sair. Quando viro pra olhar a Dai, os peitões dela marcavam muito, dava pra ver que não tava de sutiã e com o frio, aff, vi vários olhares indo pra lá. Ela se cobriu com a toalha e foi pro banheiro, e eu fui continuar bebendo enquanto me secava. Fiquei sozinho com a música, todo mundo foi dormir nas barracas. Passei um tempão organizando tudo—levei nossa barraca pra longe das outras, com a desculpa de não deixar os casais sozinhos, de onde tava não dava pra ver nada. Sinto alguém me abraçar por trás. D—a caminha já tá pronta. Enquanto ela encostava os peitos enormes em mim e eu sentia o perfume dela, fiquei duro na hora. K—sim, deixei tudo arrumado pra você. D—valeu, priminho—tudo sem me soltar—e encosta a cabeça nas minhas costas. D—vai tomar um banho, vai. Viro e dou um selinho nela, vou na frente tomar banho, um banho rápido, bem rápido. Quando saio, acendo um baseado e começo a ver se todo mundo tava dormindo. Pra minha sorte, tavam todos bem bebados, então apagaram todos. Terminei o baseado e fiquei um tempo sentindo o ar fresco, esperando ninguém acordar. Quando abro a barraca, vejo ela deitada de bruços, só de biquíni amarelo—o mesmo da foto—já tava dormindo. Então me jogo em cima e começo a beijar aquela raba linda, apalpo e aperto, e sinto ela acordar. D—demorou muito, love, que delícia ser acordada assim, mm. K—assim? Abro um pouco as pernas dela—puxo o biquíni pro lado e começo a chupar aquela buceta, que linda, meu deus, ela ficava toda molhada só de tocar. D—mm, isso, continua assim. Chupei a buceta dela uns 5 minutos e ela já tava tava quase gozando e não podia deixar ela assim sem provar aquela bunda. Subi pra chupar o cu dela enquanto enfiava dois dedos na pussy. D-mmm que que você tá me fazendo, cara ahhh você vai me fazer gozar, amor. Ela só apertava minha cabeça contra o cu dela e gozou num grito abafado pela mão dela. Encheu minha mão com os sucos dela e eu continuei chupando aquela bunda linda. Ela para, pega minha mão e leva à boca dela, chupando tudo. Me derruba, sobe em cima de mim e coloca a cock na entrada da pussy dela, puxando o biquíni, e começa a se mexer devagar — o lugar não era dos mais confortáveis. Ela tira o moletom e a camiseta, e aqueles peitos ficam pra mim. Ela se abaixa e me dá pra eu chupar enquanto continuava com os movimentos. D-mmm não dava mais pra ficar sem essa cock, é minha, ok? K-vai ser sempre sua, dou uns tapas na bunda dela — essa também é minha. D-mmm você vai ter que merecer. Não aguentei e mordi os bicos dos peitos dela, e ela me arranhou o peito. Ficamos assim uns 5 minutos mais. D-coloca de quatro. Nem lerdo nem preguiçoso, levanto e a Daiana se deita e levanta aquela bundinha linda. Enfio bem devagar e começo a bombar nela. Dava pra sentir que ela tava gostando de ser comida assim, não dava mais, era demais ter ela daquele jeito. Deixo cair uma cusparada no cu dela e começo a brincar com ele. Ela começa a gemer mais e acelero as bombadas. Tava quase gozando e pergunto onde ela queria, e — espera, já vou terminar, goza dentro simmmm. E terminamos os dois ao mesmo tempo, e encho ela de cum. Quando tiro, começa a escorrer tudo pela pussy dela, manchando o biquíni amarelo. Caímos no sono os dois depois daquela transa violenta, abraçados. Acordo meio tonto por causa do baseado e da bebida, e a primeira coisa que vejo é a cabeça dela me chupando toda. Uff, que delícia, já era dia, dava pra ver a luz do sol e umas vozes, e a Dai com minha cock na boca. D-vai me dar todo o cum? Continuou assim por um bom tempo e tomou todo o cum. Depois de tomar tudo, me dá um beijo. D-bom dia, amor, bora que já chegaram todos. Abriu a barraca e saiu. Uff, que jeito bom de acordar. domingo
4 comentários - Minha prima na chácara 2