Sou divorciado, 50 anos e, apesar de gostar de mulheres, sempre tive a fantasia de me entregar sexualmente a outro homem na cabeça, mas por pudor, falso machismo, orgulho, nunca tinha concretizado. Até que, alguns anos atrás, um amigo meu e da minha ex-mulher (ainda estava casado) tornou minha fantasia realidade.
Naquele dia com Laura (minha ex), convidamos Ariel, nosso amigo, para jantar como fazíamos normalmente. Ariel era um colega do ensino médio e muito amigo de Laura e da família dela, e continuaram mantendo essa amizade mesmo depois que nos casamos. Embora, sempre que ele vinha nos visitar, não tirava os olhos da bunda da minha ex.
Naquela noite, depois de jantar e tomar uns drinks, nós três nos sentamos no sofá grande para ver um filme enquanto continuávamos bebendo. Laura, que vestia uma saia justa, sentada no meio e de pernas cruzadas, assistia ao filme como se estivesse sozinha, enquanto nosso amigo olhava de soslaio para a bunda dela, sem conseguir disfarçar uma ereção. Por volta das 2 da madrugada, ela se desculpou e foi dormir no loft, nos deixando sozinhos.
Ariel (ainda com o pau duro) me sugeriu ver algum filme pornô. Eu disse que sim e imediatamente mudamos de canal. Não sei se por efeito do álcool, enquanto assistíamos ao pornô, me deu uma tesão infernal, e eu não conseguia tirar os olhos do membro do ator. Veio à minha mente aquela velha ideia da fantasia. Nosso amigo estava de pau duro vendo como eles transavam e, já sem disfarce, tocava o volume prestes a explodir por cima da calça. Nós dois já não aguentávamos mais.
Sem trocar uma palavra, abri o zíper da minha calça e tirei meu pau para fora, sem parar de me masturbar. Ao me ver com o pau de fora, ele fez o mesmo, revelando um pedaço impressionante, especialmente grosso. Eu quase gozei assim que vi. Como estávamos sentados um ao lado do outro, parei de assistir ao pornô para observar o belo membro que estava ao meu alcance, sem parar de me masturbar.
Ariel percebeu minha atitude e, sem sem dizer nada, ele pegou uma das minhas mãos e colocou sobre o pau dele. "Me bate uma punheta", ele disse. Era o que eu estava esperando ouvir e desejando há muito tempo.
Um pouco nervoso, mas sem hesitar, acariciei primeiro e depois comecei a masturbá-lo suavemente. Como atraído por um ímã, não aguentei mais e, sem avisar, me inclinei e passei a língua na cabecinha. Eu estava muito nervoso, mas decidido a tudo. Com cuidado e esforço, coloquei toda a glande dentro da minha boca. Era grande. Apesar de ser a primeira vez que chupava um pau, o gosto me pareceu agradável.
Ariel, já muito excitado, apoiou uma mão na minha nuca enquanto me empurrava na boca. Eu engasgava porque não cabia tudo dentro. Depois nos acalmamos, nos despimos em silêncio para Laura não ouvir. Meu amigo sentou no sofá com as pernas abertas, enquanto eu, ajoelhado no tapete, chupava com prazer. Quase no ponto de gozar, ele pediu que eu ficasse de quatro sobre o sofá. Obedeci imediatamente porque, naquela altura, já desejava loucamente que ele me desse pela primeira vez.
Ele, em pé no chão, posicionou minha bunda na altura do pau dele. Me fez encostar o peito no sofá, ficando bem exposto e aberto. Primeiro, ele enfiou um dedo lubrificado para me soltar, entrando e saindo por alguns minutos. Quando me relaxei, ele perguntou se eu já estava pronto para receber. Eu implorei para ele enfiar, era o que eu esperava há 40 anos.
Ele apoiou o membro bem lubrificado contra meu cuzinho virgem e, suavemente, mas com firmeza, começou a pressionar enquanto abria mais minhas nádegas com as mãos para facilitar a penetração. Mordi a almofada do sofá para não gritar de dor quando a cabecinha entrou. Tentei recuar para que ele tirasse, mas Ariel, segurando minha cintura com força, ficou parado por alguns segundos sem tirar. Ele pediu novamente que eu relaxasse e não me mexesse. Quando a dor acalmou um pouco, instintivamente mexi meus quadris, como pedindo que ele continuasse. pronto. Meu "amante" entendeu a mensagem e delicadamente pressionou de novo e eu voltei a morder a almofada para não gritar, mas dessa vez ele empurrou até sentir suas bolas batendo nas minhas nádegas, sinal de que tinha enfiado tudo.
Com toda a pica dele dentro, ficamos imóveis por alguns segundos para meu cu dilatar mais. Doía pra caralho, mas eu gostava de sentir ela dentro. Implorei que agora ele me comesse sem parar. Ele não se fez de rogado e com movimentos suaves e lentos começou a bombar. Eu movia meus quadris como uma puta, estava experimentando um prazer indescritível como nunca. Estava realizando o que sempre quis. Ariel aumentou o ritmo dos movimentos e me fodia de maneira rápida e quase com fúria. Tirava toda e voltava a enterrar de uma só vez. Eu não aguentei mais e, movendo a bunda e me masturbando ao mesmo tempo, gozei sobre o sofá.
Meu amigo continuou bombando com fúria enquanto ofegava, mordendo os lábios para não gritar, arqueou o corpo para trás e, sem parar de bombar, senti algo quente dentro dos meus intestinos até que ele desabou sobre minhas costas sem tirar.
Alguns minutos depois nos recuperamos e ele tirou, ainda duro e pingando porra que caiu sobre o sofá e o chão. Me ajoelhei no chão e chupei sua pica ainda meio ereta até deixá-la bem limpinha.
Ariel se vestiu e silenciosamente nos despedimos e ele foi embora. Eu fui ao banheiro me higienizar porque estava muito dolorido e com o cu ainda cheio da porra do meu "amante". Sentei no vaso e pude ver jatos de sêmen manchados com um pouco de sangue caindo (aparentemente ele me machucou por dentro com sua pica enorme).
Estava com o cu destruído, dolorido, mas muito feliz pela minha "primeira vez". A verdade é que gostei e gozei muito.
Deitei ao lado da Laura, que dormia profundamente, e sem tocá-la ou falar com ela fiquei exausto da foda que o ARIEL me deu.
Com o passar do tempo e depois de nos separarmos, nos encontramos para transar várias vezes com o Ariel sem que minha ex soubesse. Isso sim, ele me confessou que agora também fode a Laura.
Pelo que vivi com o Ariel, tenho certeza que minha ex não vai ficar sem pica e porra, e com certeza deve ficar destruída depois de cada trepada.
Naquele dia com Laura (minha ex), convidamos Ariel, nosso amigo, para jantar como fazíamos normalmente. Ariel era um colega do ensino médio e muito amigo de Laura e da família dela, e continuaram mantendo essa amizade mesmo depois que nos casamos. Embora, sempre que ele vinha nos visitar, não tirava os olhos da bunda da minha ex.
Naquela noite, depois de jantar e tomar uns drinks, nós três nos sentamos no sofá grande para ver um filme enquanto continuávamos bebendo. Laura, que vestia uma saia justa, sentada no meio e de pernas cruzadas, assistia ao filme como se estivesse sozinha, enquanto nosso amigo olhava de soslaio para a bunda dela, sem conseguir disfarçar uma ereção. Por volta das 2 da madrugada, ela se desculpou e foi dormir no loft, nos deixando sozinhos.
Ariel (ainda com o pau duro) me sugeriu ver algum filme pornô. Eu disse que sim e imediatamente mudamos de canal. Não sei se por efeito do álcool, enquanto assistíamos ao pornô, me deu uma tesão infernal, e eu não conseguia tirar os olhos do membro do ator. Veio à minha mente aquela velha ideia da fantasia. Nosso amigo estava de pau duro vendo como eles transavam e, já sem disfarce, tocava o volume prestes a explodir por cima da calça. Nós dois já não aguentávamos mais.
Sem trocar uma palavra, abri o zíper da minha calça e tirei meu pau para fora, sem parar de me masturbar. Ao me ver com o pau de fora, ele fez o mesmo, revelando um pedaço impressionante, especialmente grosso. Eu quase gozei assim que vi. Como estávamos sentados um ao lado do outro, parei de assistir ao pornô para observar o belo membro que estava ao meu alcance, sem parar de me masturbar.
Ariel percebeu minha atitude e, sem sem dizer nada, ele pegou uma das minhas mãos e colocou sobre o pau dele. "Me bate uma punheta", ele disse. Era o que eu estava esperando ouvir e desejando há muito tempo.
Um pouco nervoso, mas sem hesitar, acariciei primeiro e depois comecei a masturbá-lo suavemente. Como atraído por um ímã, não aguentei mais e, sem avisar, me inclinei e passei a língua na cabecinha. Eu estava muito nervoso, mas decidido a tudo. Com cuidado e esforço, coloquei toda a glande dentro da minha boca. Era grande. Apesar de ser a primeira vez que chupava um pau, o gosto me pareceu agradável.
Ariel, já muito excitado, apoiou uma mão na minha nuca enquanto me empurrava na boca. Eu engasgava porque não cabia tudo dentro. Depois nos acalmamos, nos despimos em silêncio para Laura não ouvir. Meu amigo sentou no sofá com as pernas abertas, enquanto eu, ajoelhado no tapete, chupava com prazer. Quase no ponto de gozar, ele pediu que eu ficasse de quatro sobre o sofá. Obedeci imediatamente porque, naquela altura, já desejava loucamente que ele me desse pela primeira vez.
Ele, em pé no chão, posicionou minha bunda na altura do pau dele. Me fez encostar o peito no sofá, ficando bem exposto e aberto. Primeiro, ele enfiou um dedo lubrificado para me soltar, entrando e saindo por alguns minutos. Quando me relaxei, ele perguntou se eu já estava pronto para receber. Eu implorei para ele enfiar, era o que eu esperava há 40 anos.
Ele apoiou o membro bem lubrificado contra meu cuzinho virgem e, suavemente, mas com firmeza, começou a pressionar enquanto abria mais minhas nádegas com as mãos para facilitar a penetração. Mordi a almofada do sofá para não gritar de dor quando a cabecinha entrou. Tentei recuar para que ele tirasse, mas Ariel, segurando minha cintura com força, ficou parado por alguns segundos sem tirar. Ele pediu novamente que eu relaxasse e não me mexesse. Quando a dor acalmou um pouco, instintivamente mexi meus quadris, como pedindo que ele continuasse. pronto. Meu "amante" entendeu a mensagem e delicadamente pressionou de novo e eu voltei a morder a almofada para não gritar, mas dessa vez ele empurrou até sentir suas bolas batendo nas minhas nádegas, sinal de que tinha enfiado tudo.
Com toda a pica dele dentro, ficamos imóveis por alguns segundos para meu cu dilatar mais. Doía pra caralho, mas eu gostava de sentir ela dentro. Implorei que agora ele me comesse sem parar. Ele não se fez de rogado e com movimentos suaves e lentos começou a bombar. Eu movia meus quadris como uma puta, estava experimentando um prazer indescritível como nunca. Estava realizando o que sempre quis. Ariel aumentou o ritmo dos movimentos e me fodia de maneira rápida e quase com fúria. Tirava toda e voltava a enterrar de uma só vez. Eu não aguentei mais e, movendo a bunda e me masturbando ao mesmo tempo, gozei sobre o sofá.
Meu amigo continuou bombando com fúria enquanto ofegava, mordendo os lábios para não gritar, arqueou o corpo para trás e, sem parar de bombar, senti algo quente dentro dos meus intestinos até que ele desabou sobre minhas costas sem tirar.
Alguns minutos depois nos recuperamos e ele tirou, ainda duro e pingando porra que caiu sobre o sofá e o chão. Me ajoelhei no chão e chupei sua pica ainda meio ereta até deixá-la bem limpinha.
Ariel se vestiu e silenciosamente nos despedimos e ele foi embora. Eu fui ao banheiro me higienizar porque estava muito dolorido e com o cu ainda cheio da porra do meu "amante". Sentei no vaso e pude ver jatos de sêmen manchados com um pouco de sangue caindo (aparentemente ele me machucou por dentro com sua pica enorme).
Estava com o cu destruído, dolorido, mas muito feliz pela minha "primeira vez". A verdade é que gostei e gozei muito.
Deitei ao lado da Laura, que dormia profundamente, e sem tocá-la ou falar com ela fiquei exausto da foda que o ARIEL me deu.
Com o passar do tempo e depois de nos separarmos, nos encontramos para transar várias vezes com o Ariel sem que minha ex soubesse. Isso sim, ele me confessou que agora também fode a Laura.
Pelo que vivi com o Ariel, tenho certeza que minha ex não vai ficar sem pica e porra, e com certeza deve ficar destruída depois de cada trepada.
1 comentários - Debut con amigo........
buen relato amigo van 10