Olá, esse é meu primeiro post... Faz vários anos que penso em escrever, mas sempre aparece alguma coisa.
Quero contar uma história que aconteceu comigo há vários anos. Naquela época, eu tinha metade da idade que tenho agora (28). Tava com os hormônios a mil e sentia uma vontade de brincar.
Nesses anos, conheci um cara que virou meu amigo. Chamava Leo (nome fictício), tinha um ano a mais que eu. Era alto, forte, moreno, com um corte de cabelo que deixava uma risca na cabeça. Sempre jogávamos futebol, cartas, saíamos pra andar de bicicleta. Tudo numa boa.
Uma vez, começamos a jogar futebol na rua (só nós dois), na frente de casa (não passava nem uma mosca naquela rua). Já era noite, umas 20 horas, numa época de outono. E depois de um tropeço que fez ele cair, começamos a discutir e ele me empurrou. Eu caí, e puto, levantei e empurrei ele de volta... Aí começou uma briga, sempre pra ver quem era mais forte... Era uma brincadeira.
Num momento, ele me agarra por trás e me aplica uma chave que me deixou imobilizado. Naquela hora, senti uma coisa dura encostada na minha bunda. Instantaneamente, peguei no volume dele (que era grande, grosso e duro). Aquela sensação de sentir o pau dele duro me excitou pra caralho. E me deu uma ereção enorme.
Ele me soltou, mas virou de costas (como se tivesse se oferecendo), eu aproveitei e apliquei uma chave nele, encostando meu pau. Mas ele não pegou no meu...
Depois, ouvimos o grito da minha mãe, chamando a gente pra dentro pra comer uma pipoca. Nós dois fomos e sentamos na mesa pra comer... Minha mãe foi pra sala ver TV e nos deixou sozinhos. Nessa hora, o Leo enfia a mão debaixo da mesa e pega no meu pau (que ainda tava duro) e começa a apertar de leve. Tudo por cima da minha calça de moletom.
Eu faço o mesmo e pego no pau dele. Fiquei muito surpreso, porque era muito duro e maior que o meu. Ficamos um tempão nos tocando, enquanto comíamos em silêncio. Nosso olhar dizia tudo. Muito, basicamente a gente se falava por telepatia.
Falei: — E aí, que tal a gente ir lá pro fundo brincar? Tenho uma rede, dá pra gente deitar nela. — Bora, vamo. Ela respondeu.
Fomos pro fundo (quintal) de casa e ficamos na rede um tempinho. A putaria que tava no ar não deixava a gente aproveitar a brincadeira.
Falei: — Aff... bateu uma vontade de mijar, mas o banheiro tá sem água (mentira). Acho que vou mijar perto da árvore. Aí cheguei na árvore e comecei a mijar. Ele se aproximou e falou: — Também tô com vontade... E mijou do meu lado, bem pertinho. Então eu craquei o olho na pica dele. Fiquei maravilhado.
Era cheia de pelo liso, os ovos grandes e a pica morena e grossa. Tava meio mole ainda, mas era enorme. Ele fez a mesma coisa. Olhou pra minha pica.
Branquinha, tamanho médio, meio grossa, com uns pelinhos pretos e enrolados. Já começando a endurecer com a situação.
Leo, na hora, enquanto a gente mijava, pegou na minha pica e segurou pra eu mijar. Eu fiz o mesmo. Foi uma eternidade.
Terminamos de mijar, ele sacudiu ela e começou a bater uma pra mim... Eu fiz o mesmo... Tava fascinado naquela pica.
Ele se abaixou e cuspiu na cabecinha rosada da minha pica... Bateu uma um pouco... Eu copiei a atitude dele e fiz o mesmo. Mas ele não deixou eu bater uma pra ele... Só mandou eu cuspir na pica dele.
Depois me virou, me colocou em cima da rede e enfiou a pica dele.
Era grande e a sensação foi muito gostosa (não doeu, acho que já tava dilatado). Ele meteu um tempo, uns 5 minutos. Depois se afastou, me virou e cuspiu na minha pica. Pediu pra eu comer ele.
Ele ficou de quatro e eu enfiei... Fiquei um tempão metendo naquele cu moreno e bem torneado. Senti umas cócegas na pica, queria gozar. Mas aí meu pai falou com a gente, porque o pai do Leo veio buscar ele...
A gente se trocou rápido e jurou se ver de novo pra brincar outra vez... Mas, em vez de apertar a mão, eu peguei na pica dele e ele na minha...
Enquanto escrevia isso, endureceu tudo de novo... Espero que com vocês também. Depois eu conto mais. O que mais aconteceu.
Quero contar uma história que aconteceu comigo há vários anos. Naquela época, eu tinha metade da idade que tenho agora (28). Tava com os hormônios a mil e sentia uma vontade de brincar.
Nesses anos, conheci um cara que virou meu amigo. Chamava Leo (nome fictício), tinha um ano a mais que eu. Era alto, forte, moreno, com um corte de cabelo que deixava uma risca na cabeça. Sempre jogávamos futebol, cartas, saíamos pra andar de bicicleta. Tudo numa boa.
Uma vez, começamos a jogar futebol na rua (só nós dois), na frente de casa (não passava nem uma mosca naquela rua). Já era noite, umas 20 horas, numa época de outono. E depois de um tropeço que fez ele cair, começamos a discutir e ele me empurrou. Eu caí, e puto, levantei e empurrei ele de volta... Aí começou uma briga, sempre pra ver quem era mais forte... Era uma brincadeira.
Num momento, ele me agarra por trás e me aplica uma chave que me deixou imobilizado. Naquela hora, senti uma coisa dura encostada na minha bunda. Instantaneamente, peguei no volume dele (que era grande, grosso e duro). Aquela sensação de sentir o pau dele duro me excitou pra caralho. E me deu uma ereção enorme.
Ele me soltou, mas virou de costas (como se tivesse se oferecendo), eu aproveitei e apliquei uma chave nele, encostando meu pau. Mas ele não pegou no meu...
Depois, ouvimos o grito da minha mãe, chamando a gente pra dentro pra comer uma pipoca. Nós dois fomos e sentamos na mesa pra comer... Minha mãe foi pra sala ver TV e nos deixou sozinhos. Nessa hora, o Leo enfia a mão debaixo da mesa e pega no meu pau (que ainda tava duro) e começa a apertar de leve. Tudo por cima da minha calça de moletom.
Eu faço o mesmo e pego no pau dele. Fiquei muito surpreso, porque era muito duro e maior que o meu. Ficamos um tempão nos tocando, enquanto comíamos em silêncio. Nosso olhar dizia tudo. Muito, basicamente a gente se falava por telepatia.
Falei: — E aí, que tal a gente ir lá pro fundo brincar? Tenho uma rede, dá pra gente deitar nela. — Bora, vamo. Ela respondeu.
Fomos pro fundo (quintal) de casa e ficamos na rede um tempinho. A putaria que tava no ar não deixava a gente aproveitar a brincadeira.
Falei: — Aff... bateu uma vontade de mijar, mas o banheiro tá sem água (mentira). Acho que vou mijar perto da árvore. Aí cheguei na árvore e comecei a mijar. Ele se aproximou e falou: — Também tô com vontade... E mijou do meu lado, bem pertinho. Então eu craquei o olho na pica dele. Fiquei maravilhado.
Era cheia de pelo liso, os ovos grandes e a pica morena e grossa. Tava meio mole ainda, mas era enorme. Ele fez a mesma coisa. Olhou pra minha pica.
Branquinha, tamanho médio, meio grossa, com uns pelinhos pretos e enrolados. Já começando a endurecer com a situação.
Leo, na hora, enquanto a gente mijava, pegou na minha pica e segurou pra eu mijar. Eu fiz o mesmo. Foi uma eternidade.
Terminamos de mijar, ele sacudiu ela e começou a bater uma pra mim... Eu fiz o mesmo... Tava fascinado naquela pica.
Ele se abaixou e cuspiu na cabecinha rosada da minha pica... Bateu uma um pouco... Eu copiei a atitude dele e fiz o mesmo. Mas ele não deixou eu bater uma pra ele... Só mandou eu cuspir na pica dele.
Depois me virou, me colocou em cima da rede e enfiou a pica dele.
Era grande e a sensação foi muito gostosa (não doeu, acho que já tava dilatado). Ele meteu um tempo, uns 5 minutos. Depois se afastou, me virou e cuspiu na minha pica. Pediu pra eu comer ele.
Ele ficou de quatro e eu enfiei... Fiquei um tempão metendo naquele cu moreno e bem torneado. Senti umas cócegas na pica, queria gozar. Mas aí meu pai falou com a gente, porque o pai do Leo veio buscar ele...
A gente se trocou rápido e jurou se ver de novo pra brincar outra vez... Mas, em vez de apertar a mão, eu peguei na pica dele e ele na minha...
Enquanto escrevia isso, endureceu tudo de novo... Espero que com vocês também. Depois eu conto mais. O que mais aconteceu.
3 comentários - Relato de putaria com meu amigo
van 10