Esclarecimento prévio: Esta é uma história não canônica de "Minha prima, Mara", como "Fim de semana na casa da Fer"; "Mara e Jonas: O incidente", "Fantasia de Mara: O pacto" e "A noite não termina", dando continuidade aos acontecimentos deste último.
Tenham em mente que este é um dos relatos mais pesados que já escrevi. Talvez, o mais explícito.
Tudo é sexo consensual entre os envolvidos. Feito de acordo com os gostos sexuais de cada personagem e aceito pelos demais.
Devido a denúncias, meu post anterior foi removido, então, a partir de agora, estará no meu blog, onde publicarei o resto da história: https://hiphop911.webnode.com/
As novidades continuarão sendo anunciadas nos próximos relatos.
Obrigado pelo apoio, espero poder continuar compartilhando conteúdo de qualidade.
...Link para conseguir a Erica, minha meia-irmã, nos comentários.
Isso sim ia ser uma verdadeira putaria.
Não é que eu gostasse muito da ideia de ficar de pau duro, em exibição na frente dos outros caras, mas era bom que a Fernanda fosse a protagonista por um tempo.
Mara já tinha feito coisas proibidas demais.
Era melhor ela descansar um pouco.
Assim sendo, eu era o último da fila.
Ainda não acreditava como o Martín curtia tanto isso.
Eu também não podia falar muito, pra ser sincero.
Mas me surpreendia a naturalidade dele. Éramos 4!!
Não era brincadeira.
A Fernanda veio preparada. Trouxe a câmera com ela. E antes de começar, passou pro namorado dela.
FER: Hmmm, que delícia que tão... – Falou, olhando pra elas, com a boca cheia d'água. Claramente, tava pronta e com muita vontade de fazer aquilo.
A mais dura de todas era a minha.
Mas a maior era a do Franco.
Sério, não tava ligando pra isso.
Não sei os outros, porque a diferença pra eles era bem grande.
Com cara de quem ia meter a mão na massa, ela se preparou pra começar o trabalho.
A primeira que ia chupar era a do namorado dela.
Ele pegou uma almofada do sofá e passou pra ela apoiar no chão.
Claro, ele queria cuidar dos joelhos dela.
FER: Vale, love... – disse em cumplicidade.
Em seguida, ajoelhou-se quase entre ele e o Franco.
Foi direto enfiar na boca. Sem rodeios.
Ffff.
Como aquilo foi visto. O espetáculo tinha começado.
Não só pela bocada de pau que deu, mas também porque com a outra mão pegou no ganso do Franco, que estava ao lado.
Tremendo.
“Mm mm mm” se ouvia enquanto balançava a cabeça de forma regular e contínua.
Martín amassava uma bunda dela.
Fernanda, com a mão, continuava batendo uma pro Franco, que mostrava que a excitação dele só aumentava.
BRI: Tá confortável aí? Quer que a gente levante? – soltou ansioso.
Alguém tava animado.
FER: Oomm... sim... melhor om om om... – disse chupando o Martín.
Eu não me sentia muito à vontade, mas levantei. Era o que a Fer queria.
Ficamos dos lados dela.
Nem fodendo que ia bater pau com os outros. Já deixo claro.
FER: Uuu quantas picas pra mim haha. – exclamou sorrindo. Quase se sentia abençoada.
Martín, por sua vez, tava como se nada fosse. Como se fosse uma situação normal.
Fernanda tava confiante, mas ficou corada com a sequência.
E era lógico, porque era algo pesado.
Quatro paus duros apontando pra cara dela.
Não era pouca coisa.
Mesmo assim, parecia feliz em fazer aquilo.
Olhou pro lado e pegou o pau do Franco agora, que já tava bem duro.
Segurou com a mão pequena dela, que ficava minúscula perto daquela rola grossa, e levou direto pra boca. “Oom” se ouviu quando fechou os olhos.
Afinal, a cena era muito hot.
Trocou de pau assim, na maior.
MARTIN: Do jeito que você queria experimentar, love. – disse naturalmente.
Fernanda tava ocupada demais pra responder, mas com a manobra promíscua dela respondeu.
Com uma mão, agora, segurava o pau do Martín e com a outra pegou no meu, sem parar de chupar o do Franco.
Que estranho era aquilo. Gostoso, mas estranho.
Fizemos uma roda em volta dela.
Ela agitava dois paus enquanto chupava um.
Definitivamente era como um vídeo pornô.
O Martín disse pra ela que, se algo incomodasse ela, a gente parava. Mas longe tava disso acontecer. A Fer tava aproveitando cada segundo. E ia continuar assim.
O barulho de masturbação e boquete que se ouvia era absurdo.
Um som que ia sair perfeitamente na gravação.
FER: Aaahn... nunca pensei que ia fazer isso aaa... mmm...-
MARTIN: Cê tá gostando, bebê...
FER: Umm... siim.- Falou com uma puta cara de tesão, e depois pulou no meu pau.
Uuuf, um tempinho com cada um.
Adorei.
Ela não só chupava gostoso pra caralho, como ainda esfregava os dois peitos ao mesmo tempo.
Nem fodendo que ia se acanhar. Tava no auge dela.
Começou a me olhar de um jeito provocante, com biquinho de patinho.
FER: Mmmm cê imagina a Mar fazendo isso?? hehe...
BRI: Caralho...- Escapou dele.
FER: Um parece que sim mmm haha
Ela levantou meu tronco e deu uma lambida desde as bolas até a cabeça do pau.
Que boquete do caralho. Com uma técnica...
Depois de uns segundos, passou pro Brian.
Sinceramente, não imaginava a Mara fazendo aquilo.
Acho que seria demais demais.
Claro que ela passava do limite o tempo todo, mas uma parada assim, acho que não teria coragem.
A pergunta era: o que ia rolar comigo se eu visse ela fazendo isso? Melhor nem imaginar. Ultimamente eu tava ficando de pau duro com cada coisa que ela fazia com estranhos. Melhor pensar em outra coisa.
FER: Mmmm cheguem mais pra cá um pouquinho...- Falou toda concentrada.
Queria todos os paus juntinhos.
Que puta safada.
Eu ri, mas não aproximei ela dos outros.
Todo mundo tava se cagando de rir.
FER: Qual é, como se os fluidos nunca se encostassem haha
EU: Haha
FER: Pelo menos o de um cê vai levar pra casa haha.
Claramente falou do Franco. Que engraçada, pensei. Ele provavelmente sacou, mas não falou nada.
BRI: Como cê quer??.- Ele parecia o mais vidrado na situação.
O Martín não tava nem aí pra nada.
E o Franco fazia o que pediam.
FER: Na boquinha mmm...- E olhou pra gente com uma cara de puta.
EU: Deixa que eu filmo.- Falei pro Martín.
Assim eu conseguia ficar um pouco de lado.
Ele aceitou e me passou a câmera.
Os 3 se aproximaram ainda mais, segurando seus membros.
Tinha as 3 rolas paradas perto do meu rosto. Coladas.
A que enfiou na boca pra chupar foi a do Franco, que tava no meio.
FER: Ooom... como tá saindo, John?? – Disse pra câmera.
EU: Excelente... como você tá curtindo??
FER: Mmmm... espetacular... omm mmm.
Ela reboleava a cabeça com muito tesão.
Cada milímetro de tronco que entrava na boca dela, com certeza batia no céu da boca.
Ela era meio pequenininha pra um falo daqueles.
Nem preciso dizer que só entrava meia rola na boca dela.
MARTIN: Ela tá realizando uma das fantasias dela... – Falou pra gente
BRI: Ah, é??
FER: Mmm aham...
Tava claro que ela tinha planejado aquilo.
A imagem era foda.
Muito pesada.
Já tínhamos feito umas paradas loucas, mas essa tava no topo da pirâmide, sem dúvida nenhuma.
Muito putaria.
Mas eu estava fazendo o que ela queria.
Era uma gostosa muito sexual. Demais.
E os caras não exageravam. Satisfaziam ela do jeito que ela queria.
Eu não tava muito afim com a parada.
Não é por ser inseguro, mas não curtia ficar muito perto, hein.
Um possível roçar, ia me foder com certeza. Desconcentrar.
Já os caras, não tinham problema. Afinal, Franco e Brian eram primos. E Martín, é Martín.
E é verdade, eu curtia mais olhar aquela cena toda do que participar. Definitivamente.
Assim ficou por uns minutos.
Um momento muito pesado foi quando ela enfiou os 3 juntos na boca.
Foda.
Dava pra ver como a Fernanda tava curtindo, mas pra mim era muito impactante.
Como a boca dela esticava com os 3 membros lá dentro. Um ou outro engasgo.
Ela curtia sexo hardcore, eu sabia, mas me impressionava. Não conhecia esse lado dela.
De vez em quando ouvia eles perguntarem: "tudo bem? tá bom assim?" E ela confirmava. Tava muito segura do que fazia.
Claro que me zoavam por não participar, mas fazer o quê, se eu tava desconfortável, não iam me obrigar.
O que eu notava era a convicção com que a Fernanda agia.
Quanto tempo ela tava esperando por algo assim?
Porque parecia muito preparada pra fazer aquilo.
A rola que ela mais chupava era a do Franco. E era lógico, já que ele era o novo e o superdotado.
Tentava enfiar bem fundo na boca, mas não conseguia. E quando tirava, uns fios enormes de baba começavam a escorrer por todo lado.
Dava muito impacto ver ela fazendo aquilo. Mas isso, deixava tudo ainda mais quente.
Eu tava de pau duro, captando a cena.
Depois de chupar um pouco cada um, ela se levantou.
Achei que ia terminar a sessão, mas tava enganado.
Com o rosto escorrendo fluidos, fez o Martín deitar no sofá.
Vi que o Brian pegou uma camisinha.
Agora ela queria transar.
Vinha uma dupla penetração aparentemente.
O namorado dela ia ser um. E o outro, parecia que o Brian.
Enquanto se preparavam, ela Subiu em cima do boy dela e começou a cavalgar.
Uns suspiros leves escapavam da boca dela.
FER: Sobe a perna aqui, Fran... oohh. — Falou enquanto Martín metia nela e pegava nas tetas escorrendo.
Franco obedeceu e se aproximou. Subiu um pé no sofá e aproximou a rola da boca dela.
Na hora, pegou aquele pedaço comprido com a mão direita.
Isso tava ficando pesado.
Com certeza era um pau irresistível pra qualquer novinha.
Com a mão esquerda pra trás, abriu uma bunda da raba.
Que absurdo que era aquela raba.
Mamãe!
Tava fazendo sinal pro Brian meter ali.
Meu Deus.
Já tinha visto cenas assim, milhares de vezes em vídeo. Mas vocês não imaginam o quanto é forte presenciar uma dessas. De verdade.
Brian, que já tava no embalo, se posicionou atrás dela, segurando de leve uma bunda da raba, pra conseguir penetrar.
Pelo lugar, eu não via muito claro, mas ficou bem na hora que ele enfiou.
Ela soltou um gemido espetacular.
"Aaaaaoowww", exclamou sem parar.
Agora sim, era um puta quarteto.
FER: Ooohh... devagar... oohh. — Falou olhando pra baixo e dando beijinhos na cabeça do pau do Franco.
Tava recebendo uma dupla e gostosa penetração.
Brian começou a ir mais devagar, mas enfiava tudo.
Dava pra perceber pelos movimentos dele.
Sempre vi a Fernanda muito boa de cama. Dessa vez, parecia que tava sofrendo um pouco.
Principalmente pelas caras dela. As sobrancelhas franzidas e a concentração extrema que ela tava.
Parecia que doía um pouco. Os suspiros entregavam.
Cada movimento lá dentro da raba dela fazia ela soltar um som que mostrava que tava no limite da dor.
Franco fez ela se inclinar mais um pouco, pro Brian meter melhor.
Por causa disso, ele tinha que segurar ela pela cabeça. Pra ela ficar assim, levantando o mínimo possível.
Tecnicamente, desse jeito, ele tava comendo ela pela boca com o corvina.
Uff.
Aquela sequência me deixou tão duro que fiquei tentado a ir. Mas pensei que já seria demais. E não queria estragar o momento. Nem me passar com ela.
FER: Oomm aiii... ooohhh... — Expressava como nunca tinha visto ela.
Agora sim ela recebia de todos os lados.
Me levantei pra capturar mais de perto.
FER: Mmm... você também vai me meter essa?? hehe ooooh. — Gemeu.
EU: Haha parece que você tá bem ocupada por agora...
BRI: Oooh... isso é incrível... não acredito. — Exclamou toda excitada. Parecia também meio alegre. Tinha bebido mais que todo mundo.
FER: Coloca um pouquinho aqui, John... quero dar oooouh... uns beijinhos também.... aauu. —
Aí ela sentiu um pouco.
Brian não tinha uma pica grande como o Franco, mas enfiou a pica toda na bunda dela. Isso, somado ao fato de que também tava sendo macetada na buceta.
Dava pra ver o cuzinho dela fazendo força, esticando.
Brian cuspia toda hora no buraquinho pra ajudar na lubrificação.
Decidi que tinha que satisfazer o desejo dela.
Tirei minha pica pra fora e me aproximei da boca dela.
Franco me cedeu o espaço.
“Aaaamm” — ela fez, engolindo de uma vez.
Mas isso não foi o mais pesado.
E sim que, com a mão dela e, enquanto cabeceava na minha pica, pegou o braço do Franco antes que ele se afastasse de vez e puxou ele pra trás dela.
O que ela queria?
Ela agarrou a pica dele e colou na bunda dela.
Olhou de lado pra ele com meu pau na boca dela.
“Coloca aí” — mal deu pra entender o que disse.
Franco ficou duro.
Como assim?
Olhou pra todo mundo, chocado.
MARTIN: Quer mais uma pica, amor??
E a resposta dela me deixou gelado.
“Sim”, ela assentiu com a cara.
Ninguém, exceto o Martín, conseguia acreditar.
Surpreso, Franco pegou uma camisinha da mesinha e começou a colocar.
Ao mesmo tempo, eu capturava como segurava ela pelo rosto com a mão esquerda e metia na boca dela. O tesão estava tomando conta de mim.
O som de blowjob que ela fazia com a pica entrando e saindo da boca dela era de matar. E toda a baba que escorria.
Muito, mas muito hardcore.
Inesquecível.
Franco já estava disposta a fazer. O problema não era só que teria mais um pau na buceta dela, mas o tamanho dele.
Nem a camisinha conseguia cobrir ele inteiro e ele ia meter junto com outro?
Era uma parada foda de fazer, mas Fernanda tava disposta a experimentar.
FER: Aaa... mete em mim também... vai!! – Falou putona.
Franco chegou perto da buceta dela e Brian deu um espaço. Ela, com a mão, pegou no pau do Franco de novo e procurou um ponto onde pudesse tentar fazer.
Vocês não imaginam o quão impossível parecia o ato.
Enquanto isso, Martín fazia carinho na cintura e na bunda dela. Também tinha um dos peitos dela na boca.
Ela, de olhos fechados e ainda saboreando meu pau, parecia se concentrar.
Eu também fazia uns cafunés na bochecha corada dela.
FRA: Tem certeza, Fer?? – Perguntou
Acenando com a cabeça no meu ventre, ela disse que sim.
Foda.
Acho que por uns instantes, esqueci do boquete que ela tava fazendo em mim.
Franco, cuidadosamente, levou o atributo enorme dele pra buceta dela.
Ela já tava sendo penetrada pelo Martín.
Dada a elasticidade da bunda já acostumada dela, deixou o Brian se mexer um pouco sem parar de foder ela. O movimento dentro da bunda dela fez ela gemer de qualquer jeito. Porque fez uma espécie de alavanca lá dentro.
Sinistro.
Acho que pela primeira vez tava vendo a cara tarada do Franco quando tentava colocar o dele também.
Com certeza ele tinha feito essa mesma cara quando tava comendo a Mara.
Por algum motivo, me dava tesão pensar nisso. Que maluco!
Ele tentou colocar.
FER: Aaaii... – Exclamou com certa dor
Tinha que ser muito cuidadoso.
Tentou mais pra cima.
Mas não teve jeito. Fer fez outra careta de incômodo. Não ia entrar nem fodendo assim.
EU: Se o Martín tirar um pouquinho?? Talvez assim dê...
MARTIN: Tá doendo??
FER: Um pouquinho...
MARTIN: Vê só..
Martín tirou um pouco, pra facilitar.
Acho que todo mundo tava na expectativa de como iam fazer.
Dessa vez, Franco penetrou primeiro.
FER: Aaaaa... see, mmm... Expressou sentindo ela toda.
Tava morrendo de vontade de sentir o pau dele dentro.
Já só aquilo deixava toda a buceta dela tensa.
A xereca apertadinha dela se abria como nunca, mostrando mais os lábios.
Nunca pensei que ia ficar tão excitado vendo uma parada dessas. Claro, é que eu tava presenciando.
Ele só enfiava metade do pau.
Brian ria do que sobrava do primo dele.
Depois de lubrificar bem o tronco com os fluidos da Fernanda, Martín começou a entrar na foda vaginal.
Franco deixou, parando um pouco.
Pela primeira vez na minha vida, ouvi a Fernanda gritar tão alto. Não foi um gemido, foi um grito, sério.
Ela tentava segurar, mas deixava bem claro que era uma experiência totalmente nova pra ela.
Franco tirou um pouquinho mais do pau de dentro. Assim, o do Martín entrou mais.
Incrível como parecia.
Três lingüiças entrando nela.
"Mmmmmmm oooooo", ela soltou, gozando.
Os dois paus pressionavam a buceta dela pra entrar.
Ela tirou meu pau da boca dela pra se ajeitar um pouco mais pra baixo.
Tava complicada a situação.
Eu deixei, claro. Mas quando ia sair de lado, pensando que já era suficiente pra ela, ela pegou meu pau com a mão como quem diz "cê vai pra onde?".
Que fofa especial a Fernanda. Nunca parava de me surpreender.
Martín e Franco, com a autorização dela, começaram a empurrar mais pra dentro.
Brian também fez o mesmo.
Outro berro saiu da boca dela.
Era lógico, já tava abrindo ela toda.
FER: Aaaaaaa... não para, não para awwwww... oomm. – Continuou gritando e chupou forte a cabeça do meu pau.
Parecia que tava completamente ligada. Não tava nem aí como ia ficar.
Queria ser comida de qualquer jeito.
Eu não podia acreditar que 3 paus tavam penetrando ela. 4 se contasse o meu.
Era inacreditável que ela tava fazendo isso.
FER: Sim.. sim... siii aaa... um pouquinho mais... oohh. –
Os caras começaram a meter mais rápido.
Embora desse pra ver o esforço dela, parecia que tava ganhando resistência.
Tava longe de um hipotético fim. cogida.
Às vezes eu não via tão bem, mas filmava. Com certeza o canal da buceta dela se esticava mais e mais pra receber duas picas. Uma delas, maior que o normal.
“Aaia aaa” se ouvia sem parar.
Passei a câmera pro Franco pra ele gravar.
De onde eu tava, dava pra ver sempre um pedaço do pau pra fora da Fernanda, mas ela gritava como se tivesse tudo enfiado fundo.
Brian também fazia a parte dele.
De vez em quando, tirava o pau inteiro do cu dela pra olhar o buraquinho aberto.
Eu mal conseguia ver.
Ele curtia, falando “nãooo, deus” e depois enfiava de novo no rabo dela como se fosse um prego na terra.
Isso era uma verdadeira putaria.
Sem dúvida nenhuma.
De vez em quando, ela parava de chupar meu pau pra se concentrar em não sentir tanta dor. Mas nem louca deixava eles pararem.
Que fim de semana inesquecível.
FER: Humm Fran..
FRA: Sim, Fer...
FER: Ooo... troca com teu primo.. – Disse fazendo força.
FRA: É?
FER: Sim, por favor, mete ele na minha Booty... humm...-
Uffff...
Escapou um sorriso meu pela surpresa do pedido dela.
Queria trocar de pica.
Inacreditável.
Com certeza desde que viu ele pela primeira vez naquele dia, imaginou ele no cu dela. Arrombando tudo.
Franco tirou o pau da buceta e sem pensar fez sinal pro Brian trocar.
Era óbvio que tava morrendo de vontade de comer o cu dela.
Brian também tirou o dele.
Tinha que se limpar, como manda o figurino, pra passar pra buceta. Embora saiu limpo.
Fernanda respirou por uns segundos como aliviada. Só ficava passando a língua no tronco do meu pau.
MARTIN: Tudo bem, amor?
FER: Ótimo, gostoso... – Disse com um sorriso no rosto, mas meio ofegante.
Chegou a hora de Brian e Franco enfiarem de novo.
Era inconcebível pensar que aquele pedaço ia entrar na Booty dela. Não podia ser.
De qualquer forma, Brian foi primeiro.
Com menos dificuldade que o primo, penetrou ao mesmo tempo que Martin na buceta molhada dela.
Os dois se mexeram um pouco, testando.
Fer suspirava leve e focada.
O cu dela As caras mostravam um prazer sem igual.
A buceta dela já tinha se acostumado bem e dava pra ser comida por duas picas na maior tranquilidade.
FER: Mmmm, como vou bater uma vendo isso... ooo..- Falou contente. Curtia como ninguém.
Era a vez do Franco.
Pela posição (de cima pra baixo) como ele ia meter na Booty dela, parecia que uma mangueira tava pendurada.
Era impossível caber ali haha.
Pensar que tudo aquilo tinha estado dentro da Mara. Sem contar que, por causa do viagra, ela tinha ficado ainda maior mais cedo na noite.
Acho que isso me motivava a continuar pervertendo a Fernanda. Sentir minha mina curtindo a libertinagem tirava o que tinha de mais primitivo em mim.
Mas voltando pra party agora.
Aconteceu uma parada selvagem.
Naquele instante vi algo que nunca vai sair da minha cabeça. O momento em que o Franco enfiou na Booty dela.
A expressão no rosto da Fernanda.
Aquela cara de quem tá recebendo o que não esperava. Tipo, mais do que esperava. Muito mais.
Ela abriu a boca e franziu a testa.
Por causa da grossura do pau, a Fernanda foi jogada pra frente. Já que ele empurrou quando travou nas paredes do cu dela.
Ela quase engasgou com o meu.
Que foda, pelo amor de Deus!
Dava pra imaginar a fricção do caralho que ela tava sentindo no reto.
Ia ficar toda arrebentada depois disso.
Com certeza.
O namorado dela teve que segurar ela pela cintura pra meter sem ela se mexer. Entrava bem apertado.
FER: Aaaauuu deus... aaa...
Agora sim os gritos dela começavam a fazer, visivelmente, mais sentido.
Era sábado de manhã e tava alto pra caralho.
Provavelmente algum vizinho já tinha nos ouvido.
Me deixou meio nervoso, pra ser sincero.
Parecia demais. Não queria que ela se machucasse.
Não entendia como ela aguentava.
Só um terço da pica entrava na Booty dela.
As caretas da Fernanda já mostravam que tava doendo.
Os gritos continuavam constantes “aaa..aaa”, sem parar.
FER: Aaaii... não parem... como eu gosto... oooh.- Não desistia.
FRA: Seguro??.— Dizia enfiando o monstro no cu dela.
Era desumano o que a gente tava fazendo, mas Fernanda nunca ia esquecer.
FER: Ssssi... si... já vou gozar...— Ela apertou o tronco da pica com os lábios, muito forte.
Franco também teve que começar a segurar ela pra conseguir meter.
Já tavam metendo muito forte.
Dava pra perceber.
Martín começou a dar tapas na bunda dela. Paf paf, fazia barulho.
A ponto de ficarem marcados os dedos.
"Si... si." respondeu a isso.
Não entendia como os gritos dela não tinham acordado as minas ainda.
"Aaaaaaa... deus... nãoo"
Além disso, aquela pica tava rasgando o cu dela. Literalmente. E nem metade tava dentro.
MARTIN: amor... que puta trepada você tá aproveitando...
FER: Aaaa ..aa..aaa sim... já.. um pouco mais... Adoro... AAAAAaa.— Expressou com claros sinais de dor.
FER: Nem.. pensa em.. aaii.. parar..
Cada vez falava com mais dificuldade.
Era demais e ela sabia, mas queria continuar.
Vi que do rosto dela pendia um fio enorme de baba que chegava no chão.
Brian e Franco já metiam mais rápido e fundo. Tavam loucos de tesão.
Eu via aquelas três picas dentro dela e me dava uma impressão foda.
Como se não caísse a ficha.
Tinha a buceta muito vermelha por causa de como as duas rolas abriam as paredes dela.
As mãos também ficaram marcadas no corpo dela pela força que faziam pra segurar.
Isso, sem falar no vermelho que tava o buraco do cu.
Pesado.
Sério que a sessão era muito forte. Não recomendada pra sensíveis.
FER: Não para Fran hein!! Adoro como você abre minha bundinha oooooohhhh.— Gritou ao terminar essa frase.
Não podia acreditar.
Parou de segurar minha pica com a mão pra abrir a própria bunda. Foi reflexo, com certeza, pra se abrir. Pra facilitar a penetração que tava deixando ela toda arrebentada.
Foi aí que notei algo que me fez querer parar.
Umas lágrimas escorriam dos olhos dela.
Sim. Tava chorando.
Não entendia como podia sofrer e curtir ao mesmo tempo.
Era uma loucura.
Mas De novo ela não me deixou.
Começou a gemer, com um pouco de choro. Pouco, mas dava pra perceber.
Ela tentava abrir a bunda com as duas mãos agora, era demais.
A cara de dor era terrível.
Isso fez com que eu sentisse vontade de gozar.
Não consegui resistir. A foda era brutal.
Me curvei um pouco e meu esperma começou a sair.
Óbvio que dentro da boca dela.
O namorado dela tava ali, mas não deu pra fazer nada. Veio de uma vez.
Fernanda aprovou com uma careta, mesmo assim.
Dava pra sentir ela cuspindo com força lá dentro.
Parte do fluido, ela engoliu e parte saiu da boca dela, escorrendo pro chão.
Vi também como as lágrimas já tinham percorrido as bochechas dela.
FER: Uummm não.... aaaaaoo.- Ela finalmente falou.
O orgasmo dela tinha chegado.
“Aaaaaaaa....ooooou” continuou enquanto fazia força.
Deu o grito mais alto que já ouvi até agora.
Se contorceu e caiu em cima do Martín, ofegando forte.
Respirava tão agitada que parecia que tinha pneumonia.
Tava com o corpo todo vermelho por causa da força das mãos.
Incrível.
Ainda tinha as três picas dentro.
Da minha, pendia um fio grosso de porra.
Ela ficou totalmente destruída.
Martín abraçou ela e acariciou pelo que ela tinha se animado a fazer.
Brian foi o primeiro a tirar a dela.
O segundo foi Franco, bem devagar.
Quando ele tirou, um buraco enorme ficou aberto na bunda dela. Buraco que ele capturou muito bem com a câmera. Dava pra ver a cara de tesão dele. Outra coisa que dava pra ver era o interior do cu dela. Inacreditável como o reto dela tava roxo.
Fiquei chocado.
Mano, ele realmente arrebentou o cu dela.
Tava tudo bem, ela não se machucou, felizmente. Pelo menos não visivelmente.
Mas foi impactante ver como a bunda dela tinha aberto. Com certeza, no dia seguinte ia doer. E muito.
FER: Acho que vou precisar de creminho haha. Ela exclamou rindo e ofegante.
O buraco vermelho foi se fechando.
FRA: Tudo bem, Fer?
FER: Perfeito... dói um pouco, mas tá suave...- Ela disse já com um pouco mais de ar.
Se agora já doía, imagina amanhã.
Eu tava pasmo.
Como tinha sido. capaz de se submeter a isso.
Foi brutal. Sem dúvida que foi.
MARTIN: Você fez haha
FER: Wiiii kkkk.-
Ela nunca ia esquecer aquela enfiada em grupo.
BRI: Não aguento mais, desculpa bater uma...
FER: Hmm, joga a porra na minha bunda.
Martín riu.
Inacreditável.
Brian sem hesitar tirou a camisinha e começou a bater uma pra gozar.
Martín se afastou, deixando a namorada de bruços no sofá, com a bundinha ainda meio aberta.
FER: Hmm, aqui!!.- Falou e abriu as nádegas.
Não. Absurdo.
Que filha da puta.
Ainda tinha fôlego pra mais putaria.
E agora, iam se masturbar em cima dela.
Como já tava perto, o Brian sem capa apontou pra boceta da Fer e o pau dele começou a cuspir toda a porra.
Caía no buraco do cu, nas nádegas, nas pernas.
FER: Você também, Fran...- Falou com uma atitude bem puta.
Terrível.
Não consigo imaginar a Mara tão puta assim.
O Franco também começou a fazer e pra isso passou a câmera pro primo dele.
Gozou rápido, com certeza já tava quase.
Não cuspiu muita porra, mas deu pra cobrir toda a frestinha entre as bandas.
O Martín também gozou, mas com a pica colada nos lábios da buceta dela.
Não dava pra acreditar como os 3 fluidos diferentes se misturavam naquela empada deliciosa.
FER: Nunca tive tanto leitinho junto.
Era uma nojeira o que se via.
Assim que saiu a última gota, que já tava toda de porra, cortaram a filmagem.
A trepada mais pesada da noite tinha acabado.
Agora eu tinha que me limpar.
Eu fui pro banheiro primeiro.
Me surpreendi ao ver a Mara, na porta do quarto, com uma cara terrível.
Ela tava observando tudo desde sei lá quanto tempo.
Me assustei mesmo com a cara dela.
Ela tava realmente chocada.
Ou talvez, foi o que eu pensei. Mas ela não sabia nem o que me dizer.
Tanto que veio comigo pro banheiro com cara de pôquer.
EU: Cê tá bem? — Perguntei olhando pra ela.
MAR: Sim... sim... — Ela só falou.
EU: Parece que viu um defunto kkk — Falei enquanto me enxaguava.
MAR: É que não consigo acreditar no que vi... hehe.
EU: Cê tava escondida...
MAR: Sim... kkk
EU: Viu uma coisa terrível...
MAR: Sim... não sei como ela aguentou aquilo... — Disse olhando pra baixo.
Olhei a virilha dela.
Algo me chamou a atenção.
Parecia que a calcinha fio dental e as pernas dela estavam meio molhadas.
Será que?...
Nada a ver.
EU: Cê tava... — Falei claramente insinuando se ela tava se masturbando.
Eu conhecia ela. Já tinha pegado ela fazendo isso várias vezes.
MAR: Shh, não fala... — Ela pulou, toda nervosa e corada.
Não sabia como disfarçar. Que engraçado.
Ela tinha se punhetado. E pra piorar, tinha gozado.
Filha da puta.
Com meu sorriso, falei tudo.
Terminei de me secar e vesti a cueca e o short.
MAR: E a câmera? — Ela perguntou.
EU: Lá, com os caras, por quê?
MAR: Ahh... não, só pra saber...
Achei ela muito estranha. Essa pergunta.
Não viu que a gente tava filmando?
Ou talvez eu já tivesse muito noiado com tudo.
Deixei ele lá, sem insistir.
Ela tinha que fazer xixi e, claro, se limpar um pouco da sujeira que tinha feito.
Só esperava que não desse vontade nela de entrar na putaria em grupo.
Nem quero pensar nisso.
Fui pegar meu celular e notei que os caras tinham entrado na piscina.
Provavelmente só pra se enxaguar.
Martín me chamou lá de fora.
Antes de ir, passei na cozinha pra pegar algo gelado. Tava com uma sede do caralho.
Tanta que tomei meio litro de água sem respirar.
Entre o álcool e a festinha, a gente ia desidratar.
Quando voltei pra sala, vi a Mara saindo do banheiro meio correndo, de sutiã e sem calcinha.
Rápido, ela entrou no quarto.
Claro, tinha sujado toda a roupa íntima se tocando.
Não era melhor sair com a toalha?
Não, a menos que você queira sentir a adrenalina de ser visto assim. Né?
Continuo.
Quando cheguei no fundo, os caras pareciam relaxar com a água fresquinha.
Embora estivessem meio cansados. E não era pra menos.
MARTIN: Eu... os caras tão afim de ficar... tem espaço de sobra, vocês ficam, né?
EU: Parece que a Mar já combinou com as minas antes kkk
MARTIN: Kkkk sim, a Fer vai ficar um pouco, me pediu pra te convencer...
EU: É, acho que, se não rolar nada, a gente fica...
MARTIN: Beleza, aí a gente dorme um pouco agora... e continua depois...
Ele queria continuar a festa a todo custo.
Incrível que eu também topasse, mas a real é que tava dando muito certo.
Eu também tava na vibe de festejar.
Com os manos, decidimos ficar. A gente ia se ajeitar por ali. Espaço tinha.
Eu não tava com muito sono, mas com certeza se deitasse, ia bater.
Uns ficaram nos sofás.
Antes de tirar um cochilo, vi outra cena pra guardar de lembrança.
Fernanda apoiada no encosto do sofá, com o tronco do outro lado e a bunda apontando pro teto.
Martín tinha um pote de creme, onde ele enfiava o dedo e tirava tudo melado, pra depois enfiar no cu da Fer.
Claro, fazia isso pelo bem dela.
Mas não deixava de ser bizarro ele enfiar os dedos no cu da namorada na frente de todo mundo.
E o jeito que ele fazia.
Como ele enfiava e tirava o dedo.
Hoje, tudo era putaria.
Eu queria ver qual era a da Mara.
Fui até o quarto onde ela tava.
Ela tinha se deitado de novo com a Gabi.
Entrei e cobri ela com o lençol.
Em cima da cama tava o plug anal. Fiquei na dúvida se tinham usado.
Depois, no quarto ao lado, a Fernanda tinha se jogado na cama com a Sabri.
Olhava pra ela e ainda não acreditava na sessão que tinha feito há pouco.
Tava deitada de barriga pra baixo, já vão saber por quê.
Como tinham tomado meu lugar, fui pra um dos sofás que tavam livres.
Por sorte não era o mesmo que a gente fodeu a Fernanda, hehe.
Bem confortável, pra falar a verdade.
Mas tinha uma coisa que não me deixava dormir.
De repente veio na minha cabeça o que a Fer tinha falado sobre a Mar. E a pergunta que essa última fez no banheiro.
A câmera tava em cima da mesinha.
Comecei a sentir um nervoso no peito.
Aquela sensação de quando você faz algo escondido, na cara dura.
Já era!, pensei.
Queria ver o que tinha rolado.
Enquanto os outros dormiam, peguei a câmera.
Liguei ela.
Tinha um monte de vídeo.
Achei aquele vídeo onde eu comia a Sabri em pé.
Adiantei bastante pra ver o que tinha acontecido depois que a gente entrou no quarto.
Adorei ver como eu macetava ela. Pra caralho.
Agora sim, vinha o inédito pra mim.
De novo tava revivendo o boquete que a Mara fazia no Franco.
Não posso deixar de falar que meu coração acelerava vendo aquilo.
Mas o tesão já tinha tomado conta de mim completamente.
Tive que levantar de onde tava vendo, porque precisava aumentar o volume pra ouvir.
Tava confortável, mas foda-se.
Quando procurei na mesa se tinha fone, tive sorte. Tinha!
Aí pude ficar e continuar vendo ali mesmo. Agora sim era outra coisa, dava pra ouvir tudo.
A música de fundo e os comentários das minhas enquanto espiavam elas.
Óbvio que o som das chupadas e das mamadas da Mar também.
Não vou comentar cada coisa que as minhas falavam, já que não faz sentido. Só as mais relevantes pro caso.
Além disso, a maioria era comentários puteiros e coisas sobre não acreditarem.
Como primeiro ponto, vou destacar a cara de puta que a minha Mara tava fazendo enquanto mamava o Franco.
Era um sonho uma gostosa daquelas fazer isso em você. Não é brincadeira.
Quando vi o vídeo na praia, em que ela chupava o pau do ex, achei que nunca mais ia ver uma parada dessas.
Como eu tava errado.
GAB: Dá um zoom, vaca kkk. – Falou baixinho
FER: Shh, calma... pra ela não ouvir..
GAB: O que ele tá falando pra ela?
A Mara tava conversando com ele.
Aumentei mais um pouco o volume pra ouvir.
Ela tava falando bem porca.
Não tem desperdício.
MAR: Mmm, como eu gosto de pica grande... – Falava enquanto beijava ele com amor. “Chuik chuk”
FRA: Ooh.. é??
MAR: Sim, me deixam doidinha oomm... sorte que meu namorado tem uma grandinha... não tanto quanto essa, mas grande...
FRA: Caralho... e você manda muito bem... tô adorando...
MAR: Jeje... é que tenho prática.
Uff
GAB: Tô morrendo, vaca kkk, escuta ela, é uma filha da puta kkk
FER: Kkkk shhh
Elas falavam baixinho.
FRA: Ah é?? Pratica muito, linda?
MAR: Aham... chupo direto o Jonas, ele adora... aamm. – Aí enfiou na boca e fez umas cabeçadas. Fazia barulho com a boca.
O tesão dele tava na cara.
Ele segurava a cabeça dela.
Odeio admitir, mas tava me excitando também.
FRA: Que sorte que ele tem... oohhh... aaa. – Gozava
MAR: Por quê?? – Falou com cara de puta. Como se não soubesse o motivo.
FRA: Você vai me matar... porque adoraria que alguém como você fizesse isso em mim sempre.
MAR: Mmm gostoso... se fosse meu namorado, ia ficar o dia inteiro te mamando... – Disse olhando pra ele e formavam uns buraquinhos nas bochechas dela por causa da chupada.
Nada. Fecha a oito.
Por quê??
Que necessidade??
Como eu ia falar aquilo pra ele.
Ela tava pegando fogo. E eu olhava como se fosse um filme.
Fernanda deve ter ficado dura, já que só conseguiu falar "não" baixinho.
Franco gemeu alto, claro.
FRA: Nãão, gostosa... não aguento mais... para hehe.
MAR: Mmm bom... vai gozar??.— Dizia só batendo uma pra ele enquanto olhava esperando a resposta.
Era demais aquilo.
Como aquele handjob era lindo.
FRA: Quase... Sim e olha que o sortudo sou eu...
Ela sorriu cúmplice.
MAR: É... mas bem... você tem o seu aqui...
FRA: Hehe nunca pensei hoje quando acordei que ia vir pra uma festa assim e que uma mina como você ia ficar chupando o dia inteiro..
GAB: Nãão (risadas)
MAR: Hehe... é que você tem ela muito linda... Mmm chupa...
Inacreditável.
FRA: Você tem tudo lindo... o rosto, os peitos... a raba...
MAR: Valeu gato... mmmbeijo.— Deu um selinho na cabeça dele.
Que tesão que ela tava.
Completamente sem vergonha.
MAR: Já sei o que você pode fazer enquanto descansa um pouco...
Fernanda focou a Gabi com a câmera por 2 segundos. Ela fez cara de "nãão o quê?" igual um bebê.
As duas tavam voando de emoção.
Mara não respondeu. Levantou se mordendo e com cara de "você vai ver...".
O que ela ia fazer?
Tava só de peito de fora e calcinha.
O cabelão dela caía sobre os biquinhos rosados, mal tapando eles.
Não dava pra ser mais gostosa.
Que deusa.
Ela fez uma coisa que quase me deu um treco.
Subiu em cima dele, enfiando os peitos na cara dele.
Dava pra ver a pica dele batendo na barriga, passando do umbigo.
Não queria ver mais.
Ela envolveu ele com os braços e com aquele sorriso só podia fazer ele gozar.
Aquele sorriso lindo com o rubor e as sardas da pele dela.
Era simplesmente uma beleza.
Mas por que ela sorria assim pra ele?
Quero acreditar que era só por tesão.
Franco chupava os peitos dela.
Enfiava todos os biquinhos rosados na boca.
FER: Se o John vê isso... uffff...
Sem comentários.
Ela tava com cara de prazer, Mara.
De que ela realmente tava curtindo.
Ela suspirava, olhava pra cima, enquanto Franco lambia ela toda.
Tava vendo outro cara chupando os peitos da Mara.
Até na imagem da câmera dava pra ver a baba que ele deixava.
Era foda.
Também pensava que o pau todo babado tava colado na barriguinha dela.
Ficava gigante ali.
Só faltava a thong deslizar e ele meter de cara limpa.
Meu Deus.
Acho que não faria isso.
Mas não parecia que tinham camisinha por perto.
Será que ele ia meter?
Eu tentava me convencer de que ela tava tirando o máximo proveito daquela cena. Era "noite livre" pra todo mundo.
E além disso, ela sabia que eu tava do lado com a Sabrina.
Ou talvez ela quisesse mesmo dar pra ele, sem se importar com nada.
Enquanto eu pensava tudo isso, na gravação a Mara curtia uma chupada de peitos daquelas. E as minas!
FRA: Que peitos gostosos que você tem... não consigo parar de chupar eles, hein.
MAR: E a buceta, você chupa assim tão gostoso também?? — Ela disse esticando o "O" bem putinha.
Cada vez pior.
FRA: Haha... o Jonás não vai ficar bravo?
MAR: Hoje não... além disso, ele tá entretido... mmm.
Inacreditável ouvir ela falar assim.
FRA: Eu adoraria chupar sua buceta...
Nessa hora a Fernanda focou na Gabi.
Ela tava com a mão dentro da calcinha.
FER: Você tá se... nãooo haha
GAB: Sshh, você continua aí.
Inacreditável como ela se tocava.
Todo mundo tava definitivamente sem freio.
Não tinha controle.
Os dois levantaram do sofá.
Ele sentou primeiro na cama, apoiando os braços pra trás. Tava ansioso.
Ela olhou pros peitos todos babados e riu.
MAR: Tô toda molhada, haha.
Começou a se mexer.
FER: O que ela tá fazendo? Dançando? Haha
Parecia isso.
Eu não acreditava no que via.
Ela cobriu os peitos com os braços e fazia movimentos sexys.
Não dançava tecnicamente, mas fazia umas reboladas provocativas estilo Coca Sarli, sei lá.
Não podia ser tão gostosa.
Franco ria, esperando ela deitar pra fazer a parte dele.
Com certeza não Acreditava no que vivia.
Como me la puso verla así.
¿Era normal?
Si no estuvieran los pibes durmiendo a mi lado, alta paja me clavaría.
Luego de unos segundos, se acostó como gateando en la cama.
Inédita la calentura que manejaba.
Sus pechos se mesían de forma muy cachonda.
Quería una buena chupada de concha. Que hija de puta.
Está bien que yo estaba con Sabrina y ella lo justificaba con eso. Pero más bien que tenía ganas de hacerlo independientemente de lo que yo hiciera.
Era la realidad eso.
Yo la cogía más que bien, pero la sensación y la adrenalina de coger con otro y dotado. No hay con qué darle.
Lo único que esperaba, es que esto no influyera demasiado en nuestra relación, después.
Se veía como con la pija larga rebotando, le sacó la tanga para degustarle la vagina.
Comentario en off de Gabi "Mirá esa pija, dios", je.
Ya desde acá no se veía demasiado, solo que Mara lo agarraba de los pelos mientras él la chupaba toda.
Sí se oían sus gemidos de placer.
GAB: No veo que tengan forros...
FER: No van a coger sin forros... creo jaja
Sería el colmo que lo hicieran.
Mara estaba muy caliente.
Sus caras y su actitud lo evidenciaban.
Pero no creo que fuera capaz de hacerlo.
Adelanté un poco la chupada de concha porque me mataba la duda.
Por dios que no lo hicieran.
En un instante, él se paró al borde de la cama y se agarró la pija.
Tenía la piel tan estirada que parecía que se le iba a cortar.
Sentí una puntada en el pecho.
Subí al máximo el volumen para ver que decían.
FRA: Que ganas de ponertela... Ya no aguanto, hermosa...
MAR: Mmm no agarraste globito... dios..
FRA: No puedo salir así... que hacemos??
¿Que insinuaba?
MAR: Me encantaría que no usaras...-Dijo mirándolo al miembro con deseo.
No. No podía ser.
Me puse azul.
FRA: Si??
MAR: Si... mucho, pero no...- Dijo autoconvenciéndose
Dios...
MAR: No va a pasar así... por más caliente que esté, no da.
Ufff.
Como se hizo esperar.
Casi me muero.
Enseguida se vio que una de las chicas le revoleó uno.
Estuvieron piolas. Demasiado diría.
Mara se sorprendió y puso cara de póker, colorada. Aunque no vio que estaban ahí paradas filmándola.
"Gracias!!", gritó fuerte.
Me extrañó la actitud, la forma en que lo gritó.
Como cuando se te caía la pelota en lo de tu vecina y éste, te la devolvía.
Ahora podían seguir tranquilamente.
Se vio como Mara cabeceó para ver si había alguien mirando.
Onda como cuando te vas a mandar una y no queres ser descubierto.
Pero estuvieron bien las chicas, ya que le entornaron la puerta y eso le dio la falsa sensación de privacidad.
Franco se puso a abrir el envoltorio del profiláctico, con la pija parada apuntando a la cara de Mara.
Élla, que estaba en cuclillas delante de él, con los brazos hacia delante, parecía que se la seguía mamando. No se veía bien por estar de espaldas, pero seguro lo hacía, ya que se podía notar como se movía.
Además, él se quedó unos segundos más así.
Cantado que lo estaba peteando de nuevo.
No podía ser que estuviera tan entregada.
Yo la conocía y sabía que tendría que estar muy caliente para hacerlas.
Y acto seguido, otra acción de promiscua.
Él se dispuso a ponerse el forro y ella lo interrumpió.
Lo miró con cara de zorra y le colocó el preservativo ella.
Se lo apoyó en la cabeza, y luego, se lo terminó de bajar con la boca.
Sí.
Realmente no encuentro palabras para describirlo.
Estaba pasando todos los límites. Sin lugar a dudas.
La cara de putita que ponía apretando los labios, hablaba por sí sola.
Se la agarró de la base y con su boca se lo fue colocando.
"mm mm" se oía. Le costaba bajárselo.
GAB: Se va a la mierda... jaja
Franco se agarraba la cabeza.
Luego de un momento pudo ponerselo todo.
Sin palabras.
Verla tan trola, me hacía explotar la verga.
Me encantaba verla así. Esté conmigo o no.
MAR: Que hijo de puta nene, no te la cubre toda jaja diosss
Ya me iba a cobrar todo lo que estaba viendo.
Seguro que lo iba a hacer.
FRA: Que bueno que te guste...
MAR: Me llega a ver John y me mata...
Se acostó boca arriba èl.
FRA: Jaja no creo
MAR: Jaja si me viera lo paspada que tengo la cara de tanto pete, sí...
Seguía y seguía.
Ya ni oía los comentarios de las chicas.
FRA: Posta??
MAR: Jaja no sé... él también la debe estar pasando genial...
Se tiró el pelo para atrás y cruzó una pierna por encima de Franco.
FRA: No te molesta??.- Dijo mientras la agarraba de la cintura.
MAR: Mmm creo que no... si lo hiciera de espaldas, sí... pero, así como hoy, no...
FRA: Claro... osea que para que hagamos esto, tiene que ser un día como hoy jaja
Mara se ruborizó más.
Insinuaba que se la quería coger después?
MAR: Jaja sí... pero bueno, si no estuviera con él, a alguien como vos, lo vería seguro jeje...
Dios mío.
Esas palabras.
FRA: Si??
MAR: Obvio... jaja
FER: Yo me muero acá hoy...
FRA: Jaja tenemos que juntarnos seguido entonces...
MAR: Jaja... no te hagas el vivo que Jonas te faja eh jaja.- Y sonrió sonrojada.
No dijo que no, igual.
FRA: Jaja solo te preguntaba si solo lo hacían de esta forma...
MAR: Jaja te jodo!! pero sí, esta es la segunda vez que lo hacemos...
FRA: Y te gusta hacerlo??
MAR: Ponele jajaa.- Dijo sonriendo
Se inclinó hacia delante para poder calzarse la pija en la conchita. Cuando lo hizo, le pegó las tetas en la cara.
GAB: Tomaaa... jojo.
Nunca ví nada igual.
El momento en que empezó a entrar en Mara fue shockeante.
Los gestos de fuerza de élla, cerrando los ojos, denotaban que le costaba metérsela.
Como abría la boca. Como cuando te metes en la pileta y el agua está fría.
Seguido de la mueca de placer extremo de sentirla dentro.
Uffff.
Encima, no bajaba hasta abajo. Lógico.
Sin importarle nada comenzó a cabalgar.
Sus gemidos combinaban con su sonrisa.
Era suspiros continuos "aaa..aaa.aaa" sin parar.
Definitivamente eran los que había oído cuando estaba con Sabri.
Él la tomaba de las gomas.
Se las miraba hipnotizado.
Se las amasaba gozando.
Que ganas de levantarme y despertarla para cogerla toda.
Dios mío.
FRA: Te gusta??
MAR: Ooh ohh ohh sii...- Decía con vos de placer.
No pude ver demasiado esta parte. Se estaban garchando a mi novia, después de todo.
Adelanté y se vio por unos instantes más esa cabalgada terrible.
Luego pasaba lo que dijo Fer, Mara se detenía con cara de querer seguir.
Se ve que fue cuando acabó Franco.
Luego, en un momento, se ve que Mara mira de golpe a la puerta.
Puso una cara de sorpresa tremenda.
Se había dado cuenta que la estaban filmando.
Puso cara de pánico.
Enseguida se levantó de encima de él.
Salía su pene algo flácido cubierto por el forro baboso de su interior.
Luego, la filmación apuntaba al piso, pero se oía.
MAR: Hace cuanto estaban ahí filmando pajeras??
GAB: Que ti...
MAR: No en serio... borren eso boluda...
FER: ¿¿Por qué?? Es parte de todo esto... de lo que hablamos
"¿Que hablamos?" ¿Que hablaron?
MAR: Ya sé, pero posta... no tenemos que grabar todo... no quiero que Jonas me vea cogiendo como una trola!.- Se expresó con cierto fastidio.
Y sí, había sido terrible esa cogida.
FER: Mas de lo que ya te vio?? jaja
MAR: Jaja y sii... no quiero...
FER: Igual muchas cosas no salieron, tranqui, pero que carucha... estas calentita todavía? jaja
MAR: Borrá eso ajaja... y John??
FER: Mirá por vos misma...
Claramente se ve que pispea por la puerta de la habitación donde yo estaba.
Se veía a lo lejos que Sabrina reposaba sobre mi pecho, como si fuese mi enamorada.
Mara salía sin decir nada.
FER: Viste, dejalo ahí... venimos bien, no?... seguí así jaja.
Y la filmación cortaba en ese punto, cuando Mara le estaba contestando.
No creo que se haya enojado. Pero se le notó cierto fastidio.
¿Por mí o porque se había quedado con las ganas?
Lo segundo, seguramente.
Ahora solo quedaba por ver que habían hecho en ese rango de horario cuando yo estaba dormido.
Si quería seguir pasando mis límites, tenía que hacerlo.
Me calentaba como nunca ver lo que Mara hacía. Sin mencionar que la duda sobre lo que puso haber hecho y no ví, me generaba un fuego por dentro.
¿Hasta dónde podría ser yo capaz de llegar?
¿Y ella?
Cuestión de esperar.
Y sí. Las sorpresas, aún, seguían viniendo.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3847287/Repercusiones-X.html
Tenham em mente que este é um dos relatos mais pesados que já escrevi. Talvez, o mais explícito.
Tudo é sexo consensual entre os envolvidos. Feito de acordo com os gostos sexuais de cada personagem e aceito pelos demais.
Devido a denúncias, meu post anterior foi removido, então, a partir de agora, estará no meu blog, onde publicarei o resto da história: https://hiphop911.webnode.com/
As novidades continuarão sendo anunciadas nos próximos relatos.
Obrigado pelo apoio, espero poder continuar compartilhando conteúdo de qualidade.
...Link para conseguir a Erica, minha meia-irmã, nos comentários.
Isso sim ia ser uma verdadeira putaria.
Não é que eu gostasse muito da ideia de ficar de pau duro, em exibição na frente dos outros caras, mas era bom que a Fernanda fosse a protagonista por um tempo.
Mara já tinha feito coisas proibidas demais.
Era melhor ela descansar um pouco.
Assim sendo, eu era o último da fila.
Ainda não acreditava como o Martín curtia tanto isso.
Eu também não podia falar muito, pra ser sincero.
Mas me surpreendia a naturalidade dele. Éramos 4!!
Não era brincadeira.
A Fernanda veio preparada. Trouxe a câmera com ela. E antes de começar, passou pro namorado dela.
FER: Hmmm, que delícia que tão... – Falou, olhando pra elas, com a boca cheia d'água. Claramente, tava pronta e com muita vontade de fazer aquilo.
A mais dura de todas era a minha.
Mas a maior era a do Franco.
Sério, não tava ligando pra isso.
Não sei os outros, porque a diferença pra eles era bem grande.
Com cara de quem ia meter a mão na massa, ela se preparou pra começar o trabalho.
A primeira que ia chupar era a do namorado dela.
Ele pegou uma almofada do sofá e passou pra ela apoiar no chão.
Claro, ele queria cuidar dos joelhos dela.
FER: Vale, love... – disse em cumplicidade.
Em seguida, ajoelhou-se quase entre ele e o Franco.
Foi direto enfiar na boca. Sem rodeios.
Ffff.
Como aquilo foi visto. O espetáculo tinha começado.
Não só pela bocada de pau que deu, mas também porque com a outra mão pegou no ganso do Franco, que estava ao lado.
Tremendo.
“Mm mm mm” se ouvia enquanto balançava a cabeça de forma regular e contínua.
Martín amassava uma bunda dela.
Fernanda, com a mão, continuava batendo uma pro Franco, que mostrava que a excitação dele só aumentava.
BRI: Tá confortável aí? Quer que a gente levante? – soltou ansioso.
Alguém tava animado.
FER: Oomm... sim... melhor om om om... – disse chupando o Martín.
Eu não me sentia muito à vontade, mas levantei. Era o que a Fer queria.
Ficamos dos lados dela.
Nem fodendo que ia bater pau com os outros. Já deixo claro.
FER: Uuu quantas picas pra mim haha. – exclamou sorrindo. Quase se sentia abençoada.
Martín, por sua vez, tava como se nada fosse. Como se fosse uma situação normal.
Fernanda tava confiante, mas ficou corada com a sequência.
E era lógico, porque era algo pesado.
Quatro paus duros apontando pra cara dela.
Não era pouca coisa.
Mesmo assim, parecia feliz em fazer aquilo.
Olhou pro lado e pegou o pau do Franco agora, que já tava bem duro.
Segurou com a mão pequena dela, que ficava minúscula perto daquela rola grossa, e levou direto pra boca. “Oom” se ouviu quando fechou os olhos.
Afinal, a cena era muito hot.
Trocou de pau assim, na maior.
MARTIN: Do jeito que você queria experimentar, love. – disse naturalmente.
Fernanda tava ocupada demais pra responder, mas com a manobra promíscua dela respondeu.
Com uma mão, agora, segurava o pau do Martín e com a outra pegou no meu, sem parar de chupar o do Franco.
Que estranho era aquilo. Gostoso, mas estranho.
Fizemos uma roda em volta dela.
Ela agitava dois paus enquanto chupava um.
Definitivamente era como um vídeo pornô.
O Martín disse pra ela que, se algo incomodasse ela, a gente parava. Mas longe tava disso acontecer. A Fer tava aproveitando cada segundo. E ia continuar assim.
O barulho de masturbação e boquete que se ouvia era absurdo.
Um som que ia sair perfeitamente na gravação.
FER: Aaahn... nunca pensei que ia fazer isso aaa... mmm...-
MARTIN: Cê tá gostando, bebê...
FER: Umm... siim.- Falou com uma puta cara de tesão, e depois pulou no meu pau.
Uuuf, um tempinho com cada um.
Adorei.
Ela não só chupava gostoso pra caralho, como ainda esfregava os dois peitos ao mesmo tempo.
Nem fodendo que ia se acanhar. Tava no auge dela.
Começou a me olhar de um jeito provocante, com biquinho de patinho.
FER: Mmmm cê imagina a Mar fazendo isso?? hehe...
BRI: Caralho...- Escapou dele.
FER: Um parece que sim mmm haha
Ela levantou meu tronco e deu uma lambida desde as bolas até a cabeça do pau.
Que boquete do caralho. Com uma técnica...
Depois de uns segundos, passou pro Brian.
Sinceramente, não imaginava a Mara fazendo aquilo.
Acho que seria demais demais.
Claro que ela passava do limite o tempo todo, mas uma parada assim, acho que não teria coragem.
A pergunta era: o que ia rolar comigo se eu visse ela fazendo isso? Melhor nem imaginar. Ultimamente eu tava ficando de pau duro com cada coisa que ela fazia com estranhos. Melhor pensar em outra coisa.
FER: Mmmm cheguem mais pra cá um pouquinho...- Falou toda concentrada.
Queria todos os paus juntinhos.
Que puta safada.
Eu ri, mas não aproximei ela dos outros.
Todo mundo tava se cagando de rir.
FER: Qual é, como se os fluidos nunca se encostassem haha
EU: Haha
FER: Pelo menos o de um cê vai levar pra casa haha.
Claramente falou do Franco. Que engraçada, pensei. Ele provavelmente sacou, mas não falou nada.
BRI: Como cê quer??.- Ele parecia o mais vidrado na situação.
O Martín não tava nem aí pra nada.
E o Franco fazia o que pediam.
FER: Na boquinha mmm...- E olhou pra gente com uma cara de puta.
EU: Deixa que eu filmo.- Falei pro Martín.
Assim eu conseguia ficar um pouco de lado.
Ele aceitou e me passou a câmera.
Os 3 se aproximaram ainda mais, segurando seus membros.
Tinha as 3 rolas paradas perto do meu rosto. Coladas.
A que enfiou na boca pra chupar foi a do Franco, que tava no meio.
FER: Ooom... como tá saindo, John?? – Disse pra câmera.
EU: Excelente... como você tá curtindo??
FER: Mmmm... espetacular... omm mmm.
Ela reboleava a cabeça com muito tesão.
Cada milímetro de tronco que entrava na boca dela, com certeza batia no céu da boca.
Ela era meio pequenininha pra um falo daqueles.
Nem preciso dizer que só entrava meia rola na boca dela.
MARTIN: Ela tá realizando uma das fantasias dela... – Falou pra gente
BRI: Ah, é??
FER: Mmm aham...
Tava claro que ela tinha planejado aquilo.
A imagem era foda.
Muito pesada.
Já tínhamos feito umas paradas loucas, mas essa tava no topo da pirâmide, sem dúvida nenhuma.
Muito putaria.
Mas eu estava fazendo o que ela queria. Era uma gostosa muito sexual. Demais.
E os caras não exageravam. Satisfaziam ela do jeito que ela queria.
Eu não tava muito afim com a parada.
Não é por ser inseguro, mas não curtia ficar muito perto, hein.
Um possível roçar, ia me foder com certeza. Desconcentrar.
Já os caras, não tinham problema. Afinal, Franco e Brian eram primos. E Martín, é Martín.
E é verdade, eu curtia mais olhar aquela cena toda do que participar. Definitivamente.
Assim ficou por uns minutos.
Um momento muito pesado foi quando ela enfiou os 3 juntos na boca.
Foda.
Dava pra ver como a Fernanda tava curtindo, mas pra mim era muito impactante.
Como a boca dela esticava com os 3 membros lá dentro. Um ou outro engasgo.
Ela curtia sexo hardcore, eu sabia, mas me impressionava. Não conhecia esse lado dela.
De vez em quando ouvia eles perguntarem: "tudo bem? tá bom assim?" E ela confirmava. Tava muito segura do que fazia.
Claro que me zoavam por não participar, mas fazer o quê, se eu tava desconfortável, não iam me obrigar.
O que eu notava era a convicção com que a Fernanda agia.
Quanto tempo ela tava esperando por algo assim?
Porque parecia muito preparada pra fazer aquilo.
A rola que ela mais chupava era a do Franco. E era lógico, já que ele era o novo e o superdotado.
Tentava enfiar bem fundo na boca, mas não conseguia. E quando tirava, uns fios enormes de baba começavam a escorrer por todo lado.
Dava muito impacto ver ela fazendo aquilo. Mas isso, deixava tudo ainda mais quente.
Eu tava de pau duro, captando a cena.
Depois de chupar um pouco cada um, ela se levantou.
Achei que ia terminar a sessão, mas tava enganado.
Com o rosto escorrendo fluidos, fez o Martín deitar no sofá.
Vi que o Brian pegou uma camisinha.
Agora ela queria transar.
Vinha uma dupla penetração aparentemente.
O namorado dela ia ser um. E o outro, parecia que o Brian.
Enquanto se preparavam, ela Subiu em cima do boy dela e começou a cavalgar.
Uns suspiros leves escapavam da boca dela.
FER: Sobe a perna aqui, Fran... oohh. — Falou enquanto Martín metia nela e pegava nas tetas escorrendo.
Franco obedeceu e se aproximou. Subiu um pé no sofá e aproximou a rola da boca dela.
Na hora, pegou aquele pedaço comprido com a mão direita.
Isso tava ficando pesado.
Com certeza era um pau irresistível pra qualquer novinha.
Com a mão esquerda pra trás, abriu uma bunda da raba.
Que absurdo que era aquela raba.
Mamãe!
Tava fazendo sinal pro Brian meter ali.
Meu Deus.
Já tinha visto cenas assim, milhares de vezes em vídeo. Mas vocês não imaginam o quanto é forte presenciar uma dessas. De verdade.
Brian, que já tava no embalo, se posicionou atrás dela, segurando de leve uma bunda da raba, pra conseguir penetrar.
Pelo lugar, eu não via muito claro, mas ficou bem na hora que ele enfiou.
Ela soltou um gemido espetacular.
"Aaaaaoowww", exclamou sem parar.
Agora sim, era um puta quarteto.
FER: Ooohh... devagar... oohh. — Falou olhando pra baixo e dando beijinhos na cabeça do pau do Franco.
Tava recebendo uma dupla e gostosa penetração.
Brian começou a ir mais devagar, mas enfiava tudo.
Dava pra perceber pelos movimentos dele.
Sempre vi a Fernanda muito boa de cama. Dessa vez, parecia que tava sofrendo um pouco.
Principalmente pelas caras dela. As sobrancelhas franzidas e a concentração extrema que ela tava.
Parecia que doía um pouco. Os suspiros entregavam.
Cada movimento lá dentro da raba dela fazia ela soltar um som que mostrava que tava no limite da dor.
Franco fez ela se inclinar mais um pouco, pro Brian meter melhor.
Por causa disso, ele tinha que segurar ela pela cabeça. Pra ela ficar assim, levantando o mínimo possível.
Tecnicamente, desse jeito, ele tava comendo ela pela boca com o corvina.
Uff.
Aquela sequência me deixou tão duro que fiquei tentado a ir. Mas pensei que já seria demais. E não queria estragar o momento. Nem me passar com ela.
FER: Oomm aiii... ooohhh... — Expressava como nunca tinha visto ela.
Agora sim ela recebia de todos os lados.
Me levantei pra capturar mais de perto.
FER: Mmm... você também vai me meter essa?? hehe ooooh. — Gemeu.
EU: Haha parece que você tá bem ocupada por agora...
BRI: Oooh... isso é incrível... não acredito. — Exclamou toda excitada. Parecia também meio alegre. Tinha bebido mais que todo mundo.
FER: Coloca um pouquinho aqui, John... quero dar oooouh... uns beijinhos também.... aauu. —
Aí ela sentiu um pouco.
Brian não tinha uma pica grande como o Franco, mas enfiou a pica toda na bunda dela. Isso, somado ao fato de que também tava sendo macetada na buceta.
Dava pra ver o cuzinho dela fazendo força, esticando.
Brian cuspia toda hora no buraquinho pra ajudar na lubrificação.
Decidi que tinha que satisfazer o desejo dela.
Tirei minha pica pra fora e me aproximei da boca dela.
Franco me cedeu o espaço.
“Aaaamm” — ela fez, engolindo de uma vez.
Mas isso não foi o mais pesado.
E sim que, com a mão dela e, enquanto cabeceava na minha pica, pegou o braço do Franco antes que ele se afastasse de vez e puxou ele pra trás dela.
O que ela queria?
Ela agarrou a pica dele e colou na bunda dela.
Olhou de lado pra ele com meu pau na boca dela.
“Coloca aí” — mal deu pra entender o que disse.
Franco ficou duro.
Como assim?
Olhou pra todo mundo, chocado.
MARTIN: Quer mais uma pica, amor??
E a resposta dela me deixou gelado.
“Sim”, ela assentiu com a cara.
Ninguém, exceto o Martín, conseguia acreditar.
Surpreso, Franco pegou uma camisinha da mesinha e começou a colocar.
Ao mesmo tempo, eu capturava como segurava ela pelo rosto com a mão esquerda e metia na boca dela. O tesão estava tomando conta de mim.
O som de blowjob que ela fazia com a pica entrando e saindo da boca dela era de matar. E toda a baba que escorria.
Muito, mas muito hardcore.
Inesquecível.
Franco já estava disposta a fazer. O problema não era só que teria mais um pau na buceta dela, mas o tamanho dele.
Nem a camisinha conseguia cobrir ele inteiro e ele ia meter junto com outro?
Era uma parada foda de fazer, mas Fernanda tava disposta a experimentar.
FER: Aaa... mete em mim também... vai!! – Falou putona.
Franco chegou perto da buceta dela e Brian deu um espaço. Ela, com a mão, pegou no pau do Franco de novo e procurou um ponto onde pudesse tentar fazer.
Vocês não imaginam o quão impossível parecia o ato.
Enquanto isso, Martín fazia carinho na cintura e na bunda dela. Também tinha um dos peitos dela na boca.
Ela, de olhos fechados e ainda saboreando meu pau, parecia se concentrar.
Eu também fazia uns cafunés na bochecha corada dela.
FRA: Tem certeza, Fer?? – Perguntou
Acenando com a cabeça no meu ventre, ela disse que sim.
Foda.
Acho que por uns instantes, esqueci do boquete que ela tava fazendo em mim.
Franco, cuidadosamente, levou o atributo enorme dele pra buceta dela.
Ela já tava sendo penetrada pelo Martín.
Dada a elasticidade da bunda já acostumada dela, deixou o Brian se mexer um pouco sem parar de foder ela. O movimento dentro da bunda dela fez ela gemer de qualquer jeito. Porque fez uma espécie de alavanca lá dentro.
Sinistro.
Acho que pela primeira vez tava vendo a cara tarada do Franco quando tentava colocar o dele também.
Com certeza ele tinha feito essa mesma cara quando tava comendo a Mara.
Por algum motivo, me dava tesão pensar nisso. Que maluco!
Ele tentou colocar.
FER: Aaaii... – Exclamou com certa dor
Tinha que ser muito cuidadoso.
Tentou mais pra cima.
Mas não teve jeito. Fer fez outra careta de incômodo. Não ia entrar nem fodendo assim.
EU: Se o Martín tirar um pouquinho?? Talvez assim dê...
MARTIN: Tá doendo??
FER: Um pouquinho...
MARTIN: Vê só..
Martín tirou um pouco, pra facilitar.
Acho que todo mundo tava na expectativa de como iam fazer.
Dessa vez, Franco penetrou primeiro.
FER: Aaaaa... see, mmm... Expressou sentindo ela toda.
Tava morrendo de vontade de sentir o pau dele dentro.
Já só aquilo deixava toda a buceta dela tensa.
A xereca apertadinha dela se abria como nunca, mostrando mais os lábios.
Nunca pensei que ia ficar tão excitado vendo uma parada dessas. Claro, é que eu tava presenciando.
Ele só enfiava metade do pau.
Brian ria do que sobrava do primo dele.
Depois de lubrificar bem o tronco com os fluidos da Fernanda, Martín começou a entrar na foda vaginal.
Franco deixou, parando um pouco.
Pela primeira vez na minha vida, ouvi a Fernanda gritar tão alto. Não foi um gemido, foi um grito, sério.
Ela tentava segurar, mas deixava bem claro que era uma experiência totalmente nova pra ela.
Franco tirou um pouquinho mais do pau de dentro. Assim, o do Martín entrou mais.
Incrível como parecia.
Três lingüiças entrando nela.
"Mmmmmmm oooooo", ela soltou, gozando.
Os dois paus pressionavam a buceta dela pra entrar.
Ela tirou meu pau da boca dela pra se ajeitar um pouco mais pra baixo.
Tava complicada a situação.
Eu deixei, claro. Mas quando ia sair de lado, pensando que já era suficiente pra ela, ela pegou meu pau com a mão como quem diz "cê vai pra onde?".
Que fofa especial a Fernanda. Nunca parava de me surpreender.
Martín e Franco, com a autorização dela, começaram a empurrar mais pra dentro.
Brian também fez o mesmo.
Outro berro saiu da boca dela.
Era lógico, já tava abrindo ela toda.
FER: Aaaaaaa... não para, não para awwwww... oomm. – Continuou gritando e chupou forte a cabeça do meu pau.
Parecia que tava completamente ligada. Não tava nem aí como ia ficar.
Queria ser comida de qualquer jeito.
Eu não podia acreditar que 3 paus tavam penetrando ela. 4 se contasse o meu.
Era inacreditável que ela tava fazendo isso.
FER: Sim.. sim... siii aaa... um pouquinho mais... oohh. –
Os caras começaram a meter mais rápido.
Embora desse pra ver o esforço dela, parecia que tava ganhando resistência.
Tava longe de um hipotético fim. cogida.
Às vezes eu não via tão bem, mas filmava. Com certeza o canal da buceta dela se esticava mais e mais pra receber duas picas. Uma delas, maior que o normal.
“Aaia aaa” se ouvia sem parar.
Passei a câmera pro Franco pra ele gravar.
De onde eu tava, dava pra ver sempre um pedaço do pau pra fora da Fernanda, mas ela gritava como se tivesse tudo enfiado fundo.
Brian também fazia a parte dele.
De vez em quando, tirava o pau inteiro do cu dela pra olhar o buraquinho aberto.
Eu mal conseguia ver.
Ele curtia, falando “nãooo, deus” e depois enfiava de novo no rabo dela como se fosse um prego na terra.
Isso era uma verdadeira putaria.
Sem dúvida nenhuma.
De vez em quando, ela parava de chupar meu pau pra se concentrar em não sentir tanta dor. Mas nem louca deixava eles pararem.
Que fim de semana inesquecível.
FER: Humm Fran..
FRA: Sim, Fer...
FER: Ooo... troca com teu primo.. – Disse fazendo força.
FRA: É?
FER: Sim, por favor, mete ele na minha Booty... humm...-
Uffff...
Escapou um sorriso meu pela surpresa do pedido dela.
Queria trocar de pica.
Inacreditável.
Com certeza desde que viu ele pela primeira vez naquele dia, imaginou ele no cu dela. Arrombando tudo.
Franco tirou o pau da buceta e sem pensar fez sinal pro Brian trocar.
Era óbvio que tava morrendo de vontade de comer o cu dela.
Brian também tirou o dele.
Tinha que se limpar, como manda o figurino, pra passar pra buceta. Embora saiu limpo.
Fernanda respirou por uns segundos como aliviada. Só ficava passando a língua no tronco do meu pau.
MARTIN: Tudo bem, amor?
FER: Ótimo, gostoso... – Disse com um sorriso no rosto, mas meio ofegante.
Chegou a hora de Brian e Franco enfiarem de novo.
Era inconcebível pensar que aquele pedaço ia entrar na Booty dela. Não podia ser.
De qualquer forma, Brian foi primeiro.
Com menos dificuldade que o primo, penetrou ao mesmo tempo que Martin na buceta molhada dela.
Os dois se mexeram um pouco, testando.
Fer suspirava leve e focada.
O cu dela As caras mostravam um prazer sem igual.
A buceta dela já tinha se acostumado bem e dava pra ser comida por duas picas na maior tranquilidade.
FER: Mmmm, como vou bater uma vendo isso... ooo..- Falou contente. Curtia como ninguém.
Era a vez do Franco.
Pela posição (de cima pra baixo) como ele ia meter na Booty dela, parecia que uma mangueira tava pendurada.
Era impossível caber ali haha.
Pensar que tudo aquilo tinha estado dentro da Mara. Sem contar que, por causa do viagra, ela tinha ficado ainda maior mais cedo na noite.
Acho que isso me motivava a continuar pervertendo a Fernanda. Sentir minha mina curtindo a libertinagem tirava o que tinha de mais primitivo em mim.
Mas voltando pra party agora.
Aconteceu uma parada selvagem.
Naquele instante vi algo que nunca vai sair da minha cabeça. O momento em que o Franco enfiou na Booty dela.
A expressão no rosto da Fernanda.
Aquela cara de quem tá recebendo o que não esperava. Tipo, mais do que esperava. Muito mais.
Ela abriu a boca e franziu a testa.
Por causa da grossura do pau, a Fernanda foi jogada pra frente. Já que ele empurrou quando travou nas paredes do cu dela.
Ela quase engasgou com o meu.
Que foda, pelo amor de Deus!
Dava pra imaginar a fricção do caralho que ela tava sentindo no reto.
Ia ficar toda arrebentada depois disso.
Com certeza.
O namorado dela teve que segurar ela pela cintura pra meter sem ela se mexer. Entrava bem apertado.
FER: Aaaauuu deus... aaa...
Agora sim os gritos dela começavam a fazer, visivelmente, mais sentido.
Era sábado de manhã e tava alto pra caralho.
Provavelmente algum vizinho já tinha nos ouvido.
Me deixou meio nervoso, pra ser sincero.
Parecia demais. Não queria que ela se machucasse.
Não entendia como ela aguentava.
Só um terço da pica entrava na Booty dela.
As caretas da Fernanda já mostravam que tava doendo.
Os gritos continuavam constantes “aaa..aaa”, sem parar.
FER: Aaaii... não parem... como eu gosto... oooh.- Não desistia.
FRA: Seguro??.— Dizia enfiando o monstro no cu dela.
Era desumano o que a gente tava fazendo, mas Fernanda nunca ia esquecer.
FER: Ssssi... si... já vou gozar...— Ela apertou o tronco da pica com os lábios, muito forte.
Franco também teve que começar a segurar ela pra conseguir meter.
Já tavam metendo muito forte.
Dava pra perceber.
Martín começou a dar tapas na bunda dela. Paf paf, fazia barulho.
A ponto de ficarem marcados os dedos.
"Si... si." respondeu a isso.
Não entendia como os gritos dela não tinham acordado as minas ainda.
"Aaaaaaa... deus... nãoo"
Além disso, aquela pica tava rasgando o cu dela. Literalmente. E nem metade tava dentro.
MARTIN: amor... que puta trepada você tá aproveitando...
FER: Aaaa ..aa..aaa sim... já.. um pouco mais... Adoro... AAAAAaa.— Expressou com claros sinais de dor.
FER: Nem.. pensa em.. aaii.. parar..
Cada vez falava com mais dificuldade.
Era demais e ela sabia, mas queria continuar.
Vi que do rosto dela pendia um fio enorme de baba que chegava no chão.
Brian e Franco já metiam mais rápido e fundo. Tavam loucos de tesão.
Eu via aquelas três picas dentro dela e me dava uma impressão foda.
Como se não caísse a ficha.
Tinha a buceta muito vermelha por causa de como as duas rolas abriam as paredes dela.
As mãos também ficaram marcadas no corpo dela pela força que faziam pra segurar.
Isso, sem falar no vermelho que tava o buraco do cu.
Pesado.
Sério que a sessão era muito forte. Não recomendada pra sensíveis.
FER: Não para Fran hein!! Adoro como você abre minha bundinha oooooohhhh.— Gritou ao terminar essa frase.
Não podia acreditar.
Parou de segurar minha pica com a mão pra abrir a própria bunda. Foi reflexo, com certeza, pra se abrir. Pra facilitar a penetração que tava deixando ela toda arrebentada.
Foi aí que notei algo que me fez querer parar.
Umas lágrimas escorriam dos olhos dela.
Sim. Tava chorando.
Não entendia como podia sofrer e curtir ao mesmo tempo.
Era uma loucura.
Mas De novo ela não me deixou.
Começou a gemer, com um pouco de choro. Pouco, mas dava pra perceber.
Ela tentava abrir a bunda com as duas mãos agora, era demais.
A cara de dor era terrível.
Isso fez com que eu sentisse vontade de gozar.
Não consegui resistir. A foda era brutal.
Me curvei um pouco e meu esperma começou a sair.
Óbvio que dentro da boca dela.
O namorado dela tava ali, mas não deu pra fazer nada. Veio de uma vez.
Fernanda aprovou com uma careta, mesmo assim.
Dava pra sentir ela cuspindo com força lá dentro.
Parte do fluido, ela engoliu e parte saiu da boca dela, escorrendo pro chão.
Vi também como as lágrimas já tinham percorrido as bochechas dela.
FER: Uummm não.... aaaaaoo.- Ela finalmente falou.
O orgasmo dela tinha chegado.
“Aaaaaaaa....ooooou” continuou enquanto fazia força.
Deu o grito mais alto que já ouvi até agora.
Se contorceu e caiu em cima do Martín, ofegando forte.
Respirava tão agitada que parecia que tinha pneumonia.
Tava com o corpo todo vermelho por causa da força das mãos.
Incrível.
Ainda tinha as três picas dentro.
Da minha, pendia um fio grosso de porra.
Ela ficou totalmente destruída.
Martín abraçou ela e acariciou pelo que ela tinha se animado a fazer.
Brian foi o primeiro a tirar a dela.
O segundo foi Franco, bem devagar.
Quando ele tirou, um buraco enorme ficou aberto na bunda dela. Buraco que ele capturou muito bem com a câmera. Dava pra ver a cara de tesão dele. Outra coisa que dava pra ver era o interior do cu dela. Inacreditável como o reto dela tava roxo.
Fiquei chocado.
Mano, ele realmente arrebentou o cu dela.
Tava tudo bem, ela não se machucou, felizmente. Pelo menos não visivelmente.
Mas foi impactante ver como a bunda dela tinha aberto. Com certeza, no dia seguinte ia doer. E muito.
FER: Acho que vou precisar de creminho haha. Ela exclamou rindo e ofegante.
O buraco vermelho foi se fechando.
FRA: Tudo bem, Fer?
FER: Perfeito... dói um pouco, mas tá suave...- Ela disse já com um pouco mais de ar.
Se agora já doía, imagina amanhã.
Eu tava pasmo.
Como tinha sido. capaz de se submeter a isso.
Foi brutal. Sem dúvida que foi.
MARTIN: Você fez haha
FER: Wiiii kkkk.-
Ela nunca ia esquecer aquela enfiada em grupo.
BRI: Não aguento mais, desculpa bater uma...
FER: Hmm, joga a porra na minha bunda.
Martín riu.
Inacreditável.
Brian sem hesitar tirou a camisinha e começou a bater uma pra gozar.
Martín se afastou, deixando a namorada de bruços no sofá, com a bundinha ainda meio aberta.
FER: Hmm, aqui!!.- Falou e abriu as nádegas.
Não. Absurdo.
Que filha da puta.
Ainda tinha fôlego pra mais putaria.
E agora, iam se masturbar em cima dela.
Como já tava perto, o Brian sem capa apontou pra boceta da Fer e o pau dele começou a cuspir toda a porra.
Caía no buraco do cu, nas nádegas, nas pernas.
FER: Você também, Fran...- Falou com uma atitude bem puta.
Terrível. Não consigo imaginar a Mara tão puta assim.
O Franco também começou a fazer e pra isso passou a câmera pro primo dele.
Gozou rápido, com certeza já tava quase.
Não cuspiu muita porra, mas deu pra cobrir toda a frestinha entre as bandas.
O Martín também gozou, mas com a pica colada nos lábios da buceta dela.
Não dava pra acreditar como os 3 fluidos diferentes se misturavam naquela empada deliciosa.
FER: Nunca tive tanto leitinho junto.
Era uma nojeira o que se via.
Assim que saiu a última gota, que já tava toda de porra, cortaram a filmagem.
A trepada mais pesada da noite tinha acabado.
Agora eu tinha que me limpar.
Eu fui pro banheiro primeiro.
Me surpreendi ao ver a Mara, na porta do quarto, com uma cara terrível.
Ela tava observando tudo desde sei lá quanto tempo.
Me assustei mesmo com a cara dela.
Ela tava realmente chocada.
Ou talvez, foi o que eu pensei. Mas ela não sabia nem o que me dizer.
Tanto que veio comigo pro banheiro com cara de pôquer.
EU: Cê tá bem? — Perguntei olhando pra ela.
MAR: Sim... sim... — Ela só falou.
EU: Parece que viu um defunto kkk — Falei enquanto me enxaguava.
MAR: É que não consigo acreditar no que vi... hehe.
EU: Cê tava escondida...
MAR: Sim... kkk
EU: Viu uma coisa terrível...
MAR: Sim... não sei como ela aguentou aquilo... — Disse olhando pra baixo.
Olhei a virilha dela.
Algo me chamou a atenção.
Parecia que a calcinha fio dental e as pernas dela estavam meio molhadas.
Será que?...
Nada a ver.
EU: Cê tava... — Falei claramente insinuando se ela tava se masturbando.
Eu conhecia ela. Já tinha pegado ela fazendo isso várias vezes.
MAR: Shh, não fala... — Ela pulou, toda nervosa e corada.
Não sabia como disfarçar. Que engraçado.
Ela tinha se punhetado. E pra piorar, tinha gozado.
Filha da puta.
Com meu sorriso, falei tudo.
Terminei de me secar e vesti a cueca e o short.
MAR: E a câmera? — Ela perguntou.
EU: Lá, com os caras, por quê?
MAR: Ahh... não, só pra saber...
Achei ela muito estranha. Essa pergunta.
Não viu que a gente tava filmando?
Ou talvez eu já tivesse muito noiado com tudo.
Deixei ele lá, sem insistir.
Ela tinha que fazer xixi e, claro, se limpar um pouco da sujeira que tinha feito.
Só esperava que não desse vontade nela de entrar na putaria em grupo.
Nem quero pensar nisso.
Fui pegar meu celular e notei que os caras tinham entrado na piscina.
Provavelmente só pra se enxaguar.
Martín me chamou lá de fora.
Antes de ir, passei na cozinha pra pegar algo gelado. Tava com uma sede do caralho.
Tanta que tomei meio litro de água sem respirar.
Entre o álcool e a festinha, a gente ia desidratar.
Quando voltei pra sala, vi a Mara saindo do banheiro meio correndo, de sutiã e sem calcinha.
Rápido, ela entrou no quarto.
Claro, tinha sujado toda a roupa íntima se tocando.
Não era melhor sair com a toalha?
Não, a menos que você queira sentir a adrenalina de ser visto assim. Né?
Continuo.
Quando cheguei no fundo, os caras pareciam relaxar com a água fresquinha.
Embora estivessem meio cansados. E não era pra menos.
MARTIN: Eu... os caras tão afim de ficar... tem espaço de sobra, vocês ficam, né?
EU: Parece que a Mar já combinou com as minas antes kkk
MARTIN: Kkkk sim, a Fer vai ficar um pouco, me pediu pra te convencer...
EU: É, acho que, se não rolar nada, a gente fica...
MARTIN: Beleza, aí a gente dorme um pouco agora... e continua depois...
Ele queria continuar a festa a todo custo.
Incrível que eu também topasse, mas a real é que tava dando muito certo.
Eu também tava na vibe de festejar.
Com os manos, decidimos ficar. A gente ia se ajeitar por ali. Espaço tinha.
Eu não tava com muito sono, mas com certeza se deitasse, ia bater.
Uns ficaram nos sofás.
Antes de tirar um cochilo, vi outra cena pra guardar de lembrança.
Fernanda apoiada no encosto do sofá, com o tronco do outro lado e a bunda apontando pro teto.
Martín tinha um pote de creme, onde ele enfiava o dedo e tirava tudo melado, pra depois enfiar no cu da Fer.
Claro, fazia isso pelo bem dela.
Mas não deixava de ser bizarro ele enfiar os dedos no cu da namorada na frente de todo mundo.
E o jeito que ele fazia.
Como ele enfiava e tirava o dedo.
Hoje, tudo era putaria.
Eu queria ver qual era a da Mara.
Fui até o quarto onde ela tava.
Ela tinha se deitado de novo com a Gabi.
Entrei e cobri ela com o lençol.
Em cima da cama tava o plug anal. Fiquei na dúvida se tinham usado.
Depois, no quarto ao lado, a Fernanda tinha se jogado na cama com a Sabri.
Olhava pra ela e ainda não acreditava na sessão que tinha feito há pouco.
Tava deitada de barriga pra baixo, já vão saber por quê.
Como tinham tomado meu lugar, fui pra um dos sofás que tavam livres.
Por sorte não era o mesmo que a gente fodeu a Fernanda, hehe.
Bem confortável, pra falar a verdade.
Mas tinha uma coisa que não me deixava dormir.
De repente veio na minha cabeça o que a Fer tinha falado sobre a Mar. E a pergunta que essa última fez no banheiro.
A câmera tava em cima da mesinha.
Comecei a sentir um nervoso no peito.
Aquela sensação de quando você faz algo escondido, na cara dura.
Já era!, pensei.
Queria ver o que tinha rolado.
Enquanto os outros dormiam, peguei a câmera.
Liguei ela.
Tinha um monte de vídeo.
Achei aquele vídeo onde eu comia a Sabri em pé.
Adiantei bastante pra ver o que tinha acontecido depois que a gente entrou no quarto.
Adorei ver como eu macetava ela. Pra caralho.
Agora sim, vinha o inédito pra mim.
De novo tava revivendo o boquete que a Mara fazia no Franco.
Não posso deixar de falar que meu coração acelerava vendo aquilo.
Mas o tesão já tinha tomado conta de mim completamente.
Tive que levantar de onde tava vendo, porque precisava aumentar o volume pra ouvir.
Tava confortável, mas foda-se.
Quando procurei na mesa se tinha fone, tive sorte. Tinha!
Aí pude ficar e continuar vendo ali mesmo. Agora sim era outra coisa, dava pra ouvir tudo.
A música de fundo e os comentários das minhas enquanto espiavam elas.
Óbvio que o som das chupadas e das mamadas da Mar também.
Não vou comentar cada coisa que as minhas falavam, já que não faz sentido. Só as mais relevantes pro caso.
Além disso, a maioria era comentários puteiros e coisas sobre não acreditarem.
Como primeiro ponto, vou destacar a cara de puta que a minha Mara tava fazendo enquanto mamava o Franco.
Era um sonho uma gostosa daquelas fazer isso em você. Não é brincadeira.
Quando vi o vídeo na praia, em que ela chupava o pau do ex, achei que nunca mais ia ver uma parada dessas.
Como eu tava errado.
GAB: Dá um zoom, vaca kkk. – Falou baixinho
FER: Shh, calma... pra ela não ouvir..
GAB: O que ele tá falando pra ela?
A Mara tava conversando com ele.
Aumentei mais um pouco o volume pra ouvir.
Ela tava falando bem porca.
Não tem desperdício.
MAR: Mmm, como eu gosto de pica grande... – Falava enquanto beijava ele com amor. “Chuik chuk”
FRA: Ooh.. é??
MAR: Sim, me deixam doidinha oomm... sorte que meu namorado tem uma grandinha... não tanto quanto essa, mas grande...
FRA: Caralho... e você manda muito bem... tô adorando...
MAR: Jeje... é que tenho prática.
Uff
GAB: Tô morrendo, vaca kkk, escuta ela, é uma filha da puta kkk
FER: Kkkk shhh
Elas falavam baixinho.
FRA: Ah é?? Pratica muito, linda?
MAR: Aham... chupo direto o Jonas, ele adora... aamm. – Aí enfiou na boca e fez umas cabeçadas. Fazia barulho com a boca.
O tesão dele tava na cara.
Ele segurava a cabeça dela.
Odeio admitir, mas tava me excitando também.
FRA: Que sorte que ele tem... oohhh... aaa. – Gozava
MAR: Por quê?? – Falou com cara de puta. Como se não soubesse o motivo.
FRA: Você vai me matar... porque adoraria que alguém como você fizesse isso em mim sempre.
MAR: Mmm gostoso... se fosse meu namorado, ia ficar o dia inteiro te mamando... – Disse olhando pra ele e formavam uns buraquinhos nas bochechas dela por causa da chupada.
Nada. Fecha a oito.
Por quê??
Que necessidade??
Como eu ia falar aquilo pra ele.
Ela tava pegando fogo. E eu olhava como se fosse um filme.
Fernanda deve ter ficado dura, já que só conseguiu falar "não" baixinho.
Franco gemeu alto, claro.
FRA: Nãão, gostosa... não aguento mais... para hehe.
MAR: Mmm bom... vai gozar??.— Dizia só batendo uma pra ele enquanto olhava esperando a resposta.
Era demais aquilo.
Como aquele handjob era lindo.
FRA: Quase... Sim e olha que o sortudo sou eu...
Ela sorriu cúmplice.
MAR: É... mas bem... você tem o seu aqui...
FRA: Hehe nunca pensei hoje quando acordei que ia vir pra uma festa assim e que uma mina como você ia ficar chupando o dia inteiro..
GAB: Nãão (risadas)
MAR: Hehe... é que você tem ela muito linda... Mmm chupa...
Inacreditável.
FRA: Você tem tudo lindo... o rosto, os peitos... a raba...
MAR: Valeu gato... mmmbeijo.— Deu um selinho na cabeça dele.
Que tesão que ela tava.
Completamente sem vergonha.
MAR: Já sei o que você pode fazer enquanto descansa um pouco...
Fernanda focou a Gabi com a câmera por 2 segundos. Ela fez cara de "nãão o quê?" igual um bebê.
As duas tavam voando de emoção.
Mara não respondeu. Levantou se mordendo e com cara de "você vai ver...".
O que ela ia fazer?
Tava só de peito de fora e calcinha.
O cabelão dela caía sobre os biquinhos rosados, mal tapando eles.
Não dava pra ser mais gostosa.
Que deusa.
Ela fez uma coisa que quase me deu um treco.
Subiu em cima dele, enfiando os peitos na cara dele.
Dava pra ver a pica dele batendo na barriga, passando do umbigo.
Não queria ver mais.
Ela envolveu ele com os braços e com aquele sorriso só podia fazer ele gozar.
Aquele sorriso lindo com o rubor e as sardas da pele dela.
Era simplesmente uma beleza.
Mas por que ela sorria assim pra ele?
Quero acreditar que era só por tesão.
Franco chupava os peitos dela.
Enfiava todos os biquinhos rosados na boca.
FER: Se o John vê isso... uffff...
Sem comentários.
Ela tava com cara de prazer, Mara.
De que ela realmente tava curtindo.
Ela suspirava, olhava pra cima, enquanto Franco lambia ela toda.
Tava vendo outro cara chupando os peitos da Mara.
Até na imagem da câmera dava pra ver a baba que ele deixava.
Era foda.
Também pensava que o pau todo babado tava colado na barriguinha dela.
Ficava gigante ali.
Só faltava a thong deslizar e ele meter de cara limpa.
Meu Deus.
Acho que não faria isso.
Mas não parecia que tinham camisinha por perto.
Será que ele ia meter?
Eu tentava me convencer de que ela tava tirando o máximo proveito daquela cena. Era "noite livre" pra todo mundo.
E além disso, ela sabia que eu tava do lado com a Sabrina.
Ou talvez ela quisesse mesmo dar pra ele, sem se importar com nada.
Enquanto eu pensava tudo isso, na gravação a Mara curtia uma chupada de peitos daquelas. E as minas!
FRA: Que peitos gostosos que você tem... não consigo parar de chupar eles, hein.
MAR: E a buceta, você chupa assim tão gostoso também?? — Ela disse esticando o "O" bem putinha.
Cada vez pior.
FRA: Haha... o Jonás não vai ficar bravo?
MAR: Hoje não... além disso, ele tá entretido... mmm.
Inacreditável ouvir ela falar assim.
FRA: Eu adoraria chupar sua buceta...
Nessa hora a Fernanda focou na Gabi.
Ela tava com a mão dentro da calcinha.
FER: Você tá se... nãooo haha
GAB: Sshh, você continua aí.
Inacreditável como ela se tocava.
Todo mundo tava definitivamente sem freio.
Não tinha controle.
Os dois levantaram do sofá.
Ele sentou primeiro na cama, apoiando os braços pra trás. Tava ansioso.
Ela olhou pros peitos todos babados e riu.
MAR: Tô toda molhada, haha.
Começou a se mexer.
FER: O que ela tá fazendo? Dançando? Haha
Parecia isso.
Eu não acreditava no que via.
Ela cobriu os peitos com os braços e fazia movimentos sexys.
Não dançava tecnicamente, mas fazia umas reboladas provocativas estilo Coca Sarli, sei lá.
Não podia ser tão gostosa.
Franco ria, esperando ela deitar pra fazer a parte dele.
Com certeza não Acreditava no que vivia.

Como me la puso verla así.
¿Era normal?
Si no estuvieran los pibes durmiendo a mi lado, alta paja me clavaría.
Luego de unos segundos, se acostó como gateando en la cama.
Inédita la calentura que manejaba.
Sus pechos se mesían de forma muy cachonda.
Quería una buena chupada de concha. Que hija de puta.
Está bien que yo estaba con Sabrina y ella lo justificaba con eso. Pero más bien que tenía ganas de hacerlo independientemente de lo que yo hiciera.
Era la realidad eso.
Yo la cogía más que bien, pero la sensación y la adrenalina de coger con otro y dotado. No hay con qué darle.
Lo único que esperaba, es que esto no influyera demasiado en nuestra relación, después.
Se veía como con la pija larga rebotando, le sacó la tanga para degustarle la vagina.
Comentario en off de Gabi "Mirá esa pija, dios", je.
Ya desde acá no se veía demasiado, solo que Mara lo agarraba de los pelos mientras él la chupaba toda.
Sí se oían sus gemidos de placer.
GAB: No veo que tengan forros...
FER: No van a coger sin forros... creo jaja
Sería el colmo que lo hicieran.
Mara estaba muy caliente.
Sus caras y su actitud lo evidenciaban.
Pero no creo que fuera capaz de hacerlo.
Adelanté un poco la chupada de concha porque me mataba la duda.
Por dios que no lo hicieran.
En un instante, él se paró al borde de la cama y se agarró la pija.
Tenía la piel tan estirada que parecía que se le iba a cortar.
Sentí una puntada en el pecho.
Subí al máximo el volumen para ver que decían.
FRA: Que ganas de ponertela... Ya no aguanto, hermosa...
MAR: Mmm no agarraste globito... dios..
FRA: No puedo salir así... que hacemos??
¿Que insinuaba?
MAR: Me encantaría que no usaras...-Dijo mirándolo al miembro con deseo.
No. No podía ser.
Me puse azul.
FRA: Si??
MAR: Si... mucho, pero no...- Dijo autoconvenciéndose
Dios...
MAR: No va a pasar así... por más caliente que esté, no da.
Ufff.
Como se hizo esperar.
Casi me muero.
Enseguida se vio que una de las chicas le revoleó uno.
Estuvieron piolas. Demasiado diría.
Mara se sorprendió y puso cara de póker, colorada. Aunque no vio que estaban ahí paradas filmándola.
"Gracias!!", gritó fuerte.
Me extrañó la actitud, la forma en que lo gritó.
Como cuando se te caía la pelota en lo de tu vecina y éste, te la devolvía.
Ahora podían seguir tranquilamente.
Se vio como Mara cabeceó para ver si había alguien mirando.
Onda como cuando te vas a mandar una y no queres ser descubierto.
Pero estuvieron bien las chicas, ya que le entornaron la puerta y eso le dio la falsa sensación de privacidad.
Franco se puso a abrir el envoltorio del profiláctico, con la pija parada apuntando a la cara de Mara.
Élla, que estaba en cuclillas delante de él, con los brazos hacia delante, parecía que se la seguía mamando. No se veía bien por estar de espaldas, pero seguro lo hacía, ya que se podía notar como se movía.
Además, él se quedó unos segundos más así.
Cantado que lo estaba peteando de nuevo.
No podía ser que estuviera tan entregada.
Yo la conocía y sabía que tendría que estar muy caliente para hacerlas.
Y acto seguido, otra acción de promiscua.
Él se dispuso a ponerse el forro y ella lo interrumpió.
Lo miró con cara de zorra y le colocó el preservativo ella.
Se lo apoyó en la cabeza, y luego, se lo terminó de bajar con la boca.
Sí.
Realmente no encuentro palabras para describirlo.
Estaba pasando todos los límites. Sin lugar a dudas.
La cara de putita que ponía apretando los labios, hablaba por sí sola.
Se la agarró de la base y con su boca se lo fue colocando.
"mm mm" se oía. Le costaba bajárselo.
GAB: Se va a la mierda... jaja
Franco se agarraba la cabeza.
Luego de un momento pudo ponerselo todo.
Sin palabras.
Verla tan trola, me hacía explotar la verga.
Me encantaba verla así. Esté conmigo o no.
MAR: Que hijo de puta nene, no te la cubre toda jaja diosss
Ya me iba a cobrar todo lo que estaba viendo.
Seguro que lo iba a hacer.
FRA: Que bueno que te guste...
MAR: Me llega a ver John y me mata...
Se acostó boca arriba èl.
FRA: Jaja no creo
MAR: Jaja si me viera lo paspada que tengo la cara de tanto pete, sí...
Seguía y seguía.
Ya ni oía los comentarios de las chicas.
FRA: Posta??
MAR: Jaja no sé... él también la debe estar pasando genial...
Se tiró el pelo para atrás y cruzó una pierna por encima de Franco.
FRA: No te molesta??.- Dijo mientras la agarraba de la cintura.
MAR: Mmm creo que no... si lo hiciera de espaldas, sí... pero, así como hoy, no...
FRA: Claro... osea que para que hagamos esto, tiene que ser un día como hoy jaja
Mara se ruborizó más.
Insinuaba que se la quería coger después?
MAR: Jaja sí... pero bueno, si no estuviera con él, a alguien como vos, lo vería seguro jeje...
Dios mío.
Esas palabras.
FRA: Si??
MAR: Obvio... jaja
FER: Yo me muero acá hoy...
FRA: Jaja tenemos que juntarnos seguido entonces...
MAR: Jaja... no te hagas el vivo que Jonas te faja eh jaja.- Y sonrió sonrojada.
No dijo que no, igual.
FRA: Jaja solo te preguntaba si solo lo hacían de esta forma...
MAR: Jaja te jodo!! pero sí, esta es la segunda vez que lo hacemos...
FRA: Y te gusta hacerlo??
MAR: Ponele jajaa.- Dijo sonriendo
Se inclinó hacia delante para poder calzarse la pija en la conchita. Cuando lo hizo, le pegó las tetas en la cara.
GAB: Tomaaa... jojo.
Nunca ví nada igual.
El momento en que empezó a entrar en Mara fue shockeante.
Los gestos de fuerza de élla, cerrando los ojos, denotaban que le costaba metérsela.
Como abría la boca. Como cuando te metes en la pileta y el agua está fría.
Seguido de la mueca de placer extremo de sentirla dentro.
Uffff.
Encima, no bajaba hasta abajo. Lógico.
Sin importarle nada comenzó a cabalgar.
Sus gemidos combinaban con su sonrisa.
Era suspiros continuos "aaa..aaa.aaa" sin parar.
Definitivamente eran los que había oído cuando estaba con Sabri.
Él la tomaba de las gomas.
Se las miraba hipnotizado.
Se las amasaba gozando.
Que ganas de levantarme y despertarla para cogerla toda.
Dios mío.
FRA: Te gusta??
MAR: Ooh ohh ohh sii...- Decía con vos de placer.
No pude ver demasiado esta parte. Se estaban garchando a mi novia, después de todo.
Adelanté y se vio por unos instantes más esa cabalgada terrible.
Luego pasaba lo que dijo Fer, Mara se detenía con cara de querer seguir.
Se ve que fue cuando acabó Franco.
Luego, en un momento, se ve que Mara mira de golpe a la puerta.
Puso una cara de sorpresa tremenda.
Se había dado cuenta que la estaban filmando.
Puso cara de pánico.
Enseguida se levantó de encima de él.
Salía su pene algo flácido cubierto por el forro baboso de su interior.
Luego, la filmación apuntaba al piso, pero se oía.
MAR: Hace cuanto estaban ahí filmando pajeras??
GAB: Que ti...
MAR: No en serio... borren eso boluda...
FER: ¿¿Por qué?? Es parte de todo esto... de lo que hablamos
"¿Que hablamos?" ¿Que hablaron?
MAR: Ya sé, pero posta... no tenemos que grabar todo... no quiero que Jonas me vea cogiendo como una trola!.- Se expresó con cierto fastidio.
Y sí, había sido terrible esa cogida.
FER: Mas de lo que ya te vio?? jaja
MAR: Jaja y sii... no quiero...
FER: Igual muchas cosas no salieron, tranqui, pero que carucha... estas calentita todavía? jaja
MAR: Borrá eso ajaja... y John??
FER: Mirá por vos misma...
Claramente se ve que pispea por la puerta de la habitación donde yo estaba.
Se veía a lo lejos que Sabrina reposaba sobre mi pecho, como si fuese mi enamorada.
Mara salía sin decir nada.
FER: Viste, dejalo ahí... venimos bien, no?... seguí así jaja.
Y la filmación cortaba en ese punto, cuando Mara le estaba contestando.
No creo que se haya enojado. Pero se le notó cierto fastidio.
¿Por mí o porque se había quedado con las ganas?
Lo segundo, seguramente.
Ahora solo quedaba por ver que habían hecho en ese rango de horario cuando yo estaba dormido.
Si quería seguir pasando mis límites, tenía que hacerlo.
Me calentaba como nunca ver lo que Mara hacía. Sin mencionar que la duda sobre lo que puso haber hecho y no ví, me generaba un fuego por dentro.
¿Hasta dónde podría ser yo capaz de llegar?
¿Y ella?
Cuestión de esperar.
Y sí. Las sorpresas, aún, seguían viniendo.
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