Cuernos. Final. ¿Qué pasó esa noche?

Esta es la historia de una noche y lo que le pasó a una pareja y a algunos de su círculo cercano.
Si te interesa el principio:
https://poringa.net/posts/relatos/3833329/Cuernos-Que-paso-esa-noche-El-marido.html



Cidade de Buenos Aires, sexta-feira, 8 de novembro de 2019.
Quem comeu o marido naquela noite?
Marilina se olha no espelho. Tá pelada e se observa com atenção. Ela se curte, se vê gostosa. Se exibe pra ela mesma, pega nas tetas, que continuam durinhas desde os 18. Passa a mão na bunda, firme, resultado do treino diário. É uma mulher muito gostosa.
Mas tem uma coisa que corrói ela por dentro: é sexta-feira à noite e ela não tem planos pro fim de semana. Sente que, aos 29 anos, a pressão pra ter um parceiro fixo pesa cada vez mais. E mesmo assim, já faz mais de quatro meses que nenhum homem chama ela pra sair. Ela não entende por quê.
Será que os homens sentem o cheiro da vontade delas de oficializar e saem correndo igual barata tonta? O único que não falha com ela é o Héctor. Sempre dá pra recorrer a ele...
Héctor é o zelador do prédio onde a mãe dele morava. Faz uns dez anos que, numa tarde em que tinha ido visitar a velha, Héctor pegou ela no elevador e convidou pra fumar um baseado no terraço. Ela, que tinha se mudado sozinha fazia pouco e, naquela idade, tava se descobrindo, topou na hora, mais pra mostrar pra si mesma do que era capaz.
Nessa vez, o Héctor foi levando ela no papo, conseguiu convencer e acabaram transando a noite inteira. A real é que o cara comia ela como ninguém. Acabou sendo muito importante pra ela: não só um amante ou um amigo, mas também um mestre.
Porque o Héctor, apesar da personalidade tarada e um pouco (às vezes muito) sádica, era a pessoa com quem a Marilina mais tinha gozado na vida dela.
Com ele, ela conheceu o gosto do leite, entregou a bunda pela primeira vez e, mais de uma vez, o chefe ainda a colocou pra brincar com algum amigo. Digamos que aquele velho raposo soube explorar fundo o lado submisso dela e fez com que ela curtisse ser assim.
Na real, nesta mesma noite, ela tá se preparando pra encontrar ele. Já que não tem um amor duradouro, um bom sexo casual sempre cai bem...
Às vezes ela se perguntava se o Héctor não era o homem da vida dela. Até pensou em se mudar pro prédio, quando herdou o apartamento depois que a mãe morreu, pra poder ter ele sempre por perto. Mas naquela hora a Andrea passou na frente dela. Ou melhor, passou na frente de novo.
Andrea é a melhor amiga dela. De infância. É a amiga incondicional. E como em muitas amizades femininas, essa relação é feita de ingredientes de sentimentos diversos e até contraditórios. Por um lado, ela sente que ama a amiga e daria a vida por ela. Por outro, sente uma raiva, um desprezo, uma inveja muito forte da amiga...
É que, às vezes, ela pensa que parte da situação atual tem muito a ver com ela: porque não era só a questão da Andrea ter pedido pra alugar o apartamento pra ir morar lá com o parceiro dela, o Mariano... O apartamento era o de menos. O problema, na real, era o Mariano.
Porque a Marilina não se considera uma gatinha fácil, que se conquista com qualquer um. E o que rolou com o Mariano nunca tinha acontecido com ela antes com nenhum homem. Assim que o conheceu, sentiu que foi um flechada à primeira vista. Até achou que era recíproco. Mas... cometeu o erro de apresentá-lo pra amiga dela sem deixar claro os sentimentos antes. E aconteceu o pior que podia acontecer... a Andrea, a melhor amiga dela, se apaixonou pelo Mariano, e o Mariano correspondeu.
E apesar de já terem se passado vários anos desde essa situação, ele nunca conseguiu perdoá-la de verdade. Até jurou que, de algum jeito, ia se vingar da amiga.
E tudo se fechou quando Andrea pediu o apartamento... Rápido, ela botou o plano em ação. Como tinha ficado com uma chave reserva pra entrar no lugar quando quisesse, deu de presente umas garrafinhas de rum de uma viagem que tinha feito pelo Caribe.
Mas não era só rum nas garrafinhas... Não. Tinha um sonífero, inofensivo o suficiente mas eficaz, pra deixar eles dormindo a noite inteira...
Sempre fantasiou com o que poderia fazer naquela noite, com os dois dormindo e à sua disposição... Principalmente com ele. Embora às vezes também fantasiar com ela...
Realmente, no começo, ela se via como a executora dessa vingança, mas às vezes pensava que era demais, que a Andrea não merecia isso. Só que toda vez que via ela flertando com outros, mesmo depois de ouvi-la dizer que estava tudo bem com o Mariano, o sangue ferveia, e ela pensava que a amiga precisava de um castigo. E tinha que ser num lugar que doesse um pouco...

No fim, decidiu que não seria ela a sujar as mãos... cavucando um pouco, conseguiu a pessoa ideal...
Mas... o tempo passou e nunca mexeram naquelas garrafinhas. Foi um tiro perdido. Já fazia mais de dois anos e ela não tinha mais esperança de se vingar. Além disso, de certa forma, a parada já tinha esfriado.
Naquele momento, o celular dela tocou. Justo... Era a Andrea! A amiga dela ligou pra chamar ela pra sair "agora mesmo" e ela, que ainda estava pelada, começou a se vestir. Mas enquanto falava com a amiga, chegou uma mensagem do Mariano, o marido da Andrea: era uma foto daquelas malditas garrafinhas e a insinuação de que ele tava tomando elas.
Quando encarou a amiga no telefone, percebeu que tinha deixado o Mariano sozinho e que ele, ainda por cima, estava tomando o sonífero. Na hora, colocou o plano em ação.
  Era essa noite ou nunca!
Nunca na vida dela tinha sentido tanto nervoso. Era como se tivesse ganhado na loteria. Uma excitação, uma emoção, inexplicável. Cancelou o rolê com a amiga e, depois de se certificar de que Mariano realmente estava bebendo a parada certa, pegou o celular e procurou o número que, há dois anos, tinha guardado pra essa oportunidade.
- Oi. - respondeu uma voz de mulher.
- Oi, sou Marilina, a amiga da Andrea.
- Sim, já sei quem você é. O que foi? - responderam, num tom cortante, do outro lado. Ao fundo, dava pra ouvir um murmúrio de gente. Pra Marilina, aquele tom áspero e hostil confirmou que ela tava falando com a pessoa certa.
- É que... Lembra da proposta que te fiz há dois anos...?
- A do marido da Andrea? - o tom de voz mudou drasticamente.
- Sim, exato. Vou ser rápida porque não sei quanto tempo a gente tem. Hoje à noite é a grande oportunidade. Se você...
- Ai! Logo hoje à noite? - interromperam. E depois disso, um silêncio.
- O que foi, não pode? Seria uma pena. Bom, não posso te obrigar. Deixa, talvez eu mesma cuide do assunto... - Marilina sabia que a Clarita era tão histérica que, mesmo morrendo de vontade de comer o Mariano, principalmente sendo o marido da arquirrival dela no escritório, não ia facilitar.
- Calma, calma. Eu não falei nada... Bom, sim. Tá bem. Eu faço. Mas quero que saiba que tô fazendo isso por você. Eu não tenho nenhuma necessidade disso...
- Sim. Sim, Clarita. Claro... Tô entendendo. E eu tô super agradecida. - No fundo, ela pensava: se essa velha não aceita uma rola de bandeja, ninguém come ela. Ainda mais que tô dando o presente da vida dela, a outra quer salvar a dignidade... - Sabe o que, Clarita, passa aqui em casa que te dou as chaves e o endereço do apartamento da Andrea.
- Deixa, deixa. Aqui, tô vendo aquela puta chegar... "A corna" a partir de hoje à noite. Olha como a vagabunda se vestiu...! Enfim, deixa. O endereço eu tenho e a chave eu consigo sozinha. Depois te conto, sabe? - e desligou antes que Marilina pudesse falar mais alguma coisa.
Claro que a Marilina, aquela emoção forte que ela sentia, foi baixando e depois de um tempo, a única coisa que sobrou foi um remorso. "O que eu fiz?" ela se perguntava... E assim, ainda meio vestida, ligou pro Héctor e cancelou a visita. — Mas por quê? — o homem perguntou. "Não tô a fim" ela respondeu. — Mas gata, eu já tomei um Viagra... O que eu faço agora com essa pica dura?... — Mas do outro lado, Marilina já tinha desligado e se jogado na cama pra chorar.
Ao contrário, quem tava cada vez mais alegre e excitada era a Clarita. Ela pensava: "finalmente tudo volta ao normal... essa noite, a puta da Andrea vai receber o que merece. Que jeito de desperdiçar um homem feito e direito como o marido dela! Tem umas gostosas que, não só não sabem valorizar o que têm, como ficam por aí procurando esquentar pica a toda oportunidade. E essa tá solta essa noite. Olha como ela fala com o chefe... A filha da puta seria capaz de chupar a rola dele aqui mesmo, na frente de todo mundo, só pra pedir que me mandem embora do escritório!
A cada momento, a indignação da Clarita aumentava de nível. Primeiro, quando ouviu ela mentir sobre o marido, dizendo que veio sozinha porque ele estava em outro lugar esperando por ela... ela sabia que não era assim, mas não podia falar nada. "Essa puta vai se encontrar com outro..." Murmurava entre os dentes.
Mas o auge da paciência dela foi quando viu a gostosa fazendo joguinho pro sobrinho do chefe. "Com esse cara que comeu metade do escritório ela quer se meter? Não quer desperdiçar nem uma rola... Olha como ela olha pra ele... Finge que tá apaixonada... Bem merecido que eu vou dar uma aproveitada no marido dela hoje à noite." E com cuidado, pegou a bolsa da Andrea no cabideiro e tirou a chave dela.
Depois, já se gabando da vantagem, colocou a bolsa nas mãos dela e a empurrou pra ir embora. "Ainda a sem-vergonha me olha com raiva... Se você soubesse quem vai curtir a pica do seu marido hoje à noite, querida..."
Não conseguiu evitar dar um sorriso de deboche na cara dela.
De qualquer forma, esperou pra ver ela ir embora no carro com o sobrinho do chefe e o amigo dele. "Que cara de pau! Dar pra dois caras tendo o homem dela em casa..."

Parou um táxi e deu o endereço. Quando chegou, olhou pra todos os lados pra ter certeza de que ninguém tava vendo, mas bem na porta do prédio tinha uma mina esperando. Ela se encostou e ficou de olho. "Com certeza essa garota aí na porta é uma daquelas putinhas baratas que se contrata pela internet... Tá quase pelada... Pois é, não te falei? Lá desceu um velho tarado pra abrir pra ela. Dá pra ver o volume do cara, e ele já manda ela entrar na hora... Enfim, cada maluco que aparece...
Esperei o elevador ficar vazio e entrei. Quinto andar "C". Já faz tempo que decorei o endereço.
Ao chegar no patamar, tirou as chaves, se aproximou da porta e bateu. Ninguém ter atendido já deu a deixa de que podia entrar. E foi o que fez. Com disfarço no começo, mas ao ver que ninguém falava nada, começou a se movimentar como se estivesse na própria casa.
Quantas vezes ela tinha imaginado essa situação. Que excitada que tava. Desesperada, dava pra descrever. Necessitada, diriam outros... Mal cruzou a porta do quarto, e viu ele dormindo, mas com o volume da porra da pica dura, não conseguiu se segurar.

Suas mãos foram direto pra lá. Apalpou, apertou, amassou bem... Depois se aproximou e, ainda com a calça fechada, cheirou, passou a língua. Mordeu um pouquinho... Sentia que ele reagia apesar do sonífero e isso a deixou mais tesuda. "Devo ser muito boa nisso..." pensava.

Aí, na mesma hora, começou a esfregar a virilha no peito dele e, com desespero, liberou a pica e a chupou toda. Nunca tinha imaginado que uma pica pudesse ser algo tão duro, tão quente, tão gostoso...

Adorava se esfregar nele, mas queria sentir mais intensamente. Tirou a roupa e se ajeitou de novo em cima, mas dessa vez apoiou a buceta bem na boca dele. E sem parar de curtir aquela porra de pica, que naquela noite era só dela, se esfregou forte naqueles lábios adormecidos.
Era um vai e vem descontrolado. Ela mexia a cintura como nunca tinha feito. "Me chupa... me chupa... Ai, que delícia que é! Muito melhor que o travesseiro... Isso, isso. Chupa, chupa. Ai, ai..." E gozou na cara dela, passando a pussy desde o nariz até o queixo, ainda mais excitada com a ideia de que estava marcando território com os próprios fluidos.

Assim que se recuperou, sabia que já estava pronta pra sentir ela lá dentro. E se surpreendeu ao sentir entrar tão de repente... Gostou, embora no fundo pensasse: "É muito parecido com o pepino que eu uso, mas bem mais quentinho...
Pulou naquela pica até gozar várias vezes... Depois, já exausta, só faltava uma coisa pra provar... o gostinho da porra... E foi nisso que se focou.

"Me dá sua porra... Me dá, não seja ruim..." ela dizia com voz forte e implorando. "Se você dá pra aquela puta que te trai com todo mundo, não vai dar pra mim?..." E pra provocar mais, falava: "agora mesmo devem estar comendo ela dois caras..." E parece que funcionou, porque naquela hora a pica explodiu na boca dela como um sifão quente.

O gosto não agradou muito, era meio amargo e salgado, mas ela tomou tudo. Era dela, pertencia a ela. "Olha, Andreita... Olha quem tá tirando a porra do seu marido agora... Certeza que com você ele não fica tão tesudo" e depois de beijar ele um pouco na boca, se vestiu e saiu. "Tchau, amor" disse sorrindo pro Mariano, que agora roncava com um sorriso gostoso na boca... Ao sair, deixou a chave na caixa de correio e foi pensando: "Vamos ver com que cara você me olha na segunda no escritório, putinha...





Gracias por leer hasta acá. Si algo te gustó del relato, (o no) dejame un comentario. Me ayuda a mejorar.

Un año después los personajes de esta historia volvieron a cruzarse, pero las cosas fueron bastante distintas...
https://poringa.net/posts/relatos/3873512/Otra-noche-de-cuernos-La-cunadita.html
 



O começo dessa história:
https://poringa.net/posts/relatos/3833329/Cuernos-Que-paso-esa-noche-El-marido.html


Otras historias:
https://poringa.net/posts/relatos/3812289/Quiero-saber-los-secretos-de-mi-mujer.html


https://poringa.net/posts/relatos/3712827/Deseo-prohibido-Al-borde-del-delito.html







5 comentários - Cuernos. Final. ¿Qué pasó esa noche?

muy bueno exelente, estaria buena una continuacio, exelente
Jaja, gracias. Sabes que me parece que ahora que está por pasar un año de aquella noche, puede ser que sucedan algunas cositas..
Me encanto Mientras la mujer cogia con los pendejo, la archienemiga se cogia al marido de esta. Quiero que siga la saga por favor a ver como termina realmente.
Gracias por comentar. Parece que las cosas cambiaron un poco. Todo esto pasó hace un año. Dame una semana y te cuento.
esto tiene que continuar
no puede ser que la putita consciente se cogió dos pendejos juntos y el flaco lo hizo dormido
esa putita merece que el marido se coja a su hermanita y a la tal marilina
Jaja. Ojo! Que algunos me comentaron que prefieren que sea el portero el que se lo agarre al marido.
Waaaaaaooooo no me lo esperaba pero fue genial Que maravilloso círculo amoroso gracias por compartir que buen trabajo
Gracias a vos por las devoluciones, vale la pena saber que alguien se entretiene un rato con lo uno hace.
@martinfcd si es un excelente trabajo te felicito y gracias por compartir