Olá, como vocês estão? Trouxe a 4ª parte da história com minha prima, espero que gostem. Depois da primeira vez juntos no hotel, a coisa ficou meio estranha com a Dai, a conversa no carro foi quase nula, tipo, caiu a ficha do que a gente tinha feito, mesmo a gente tendo adorado quebrar um tabu tão grande, é complicado, ainda mais nós que crescemos juntos. Quando ela desceu do carro, me deu um beijo no rosto e me desconcertou, mesmo sendo de dia e a porta de casa me esperando outra despedida, mas era compreensível.Chegando em casa, tava morto, a saída mais duas horas de sexo com minha prima me fizeram dormir até lá pelas 16h. Quando acordei, a primeira coisa que vejo no celular é uma mensagem da Dai: — Amei tudo, adorei, mas não sei se seria bom repetir. — Oi Dai, eu também curti muito, era o que a gente queria e finalmente aconteceu. Vamos deixar rolar e ver se rola de novo, e se não, a gente matou a vontade. Sabe que sempre vou estar aqui pra você 🥰 — Obrigada por me entender, você é sempre tão doce, e vou te deixar um presente pra não me esquecer. E me mandou essas fotos. Na hora, meu pau ficou duro que nem um ferro e tive que bater uma pensando naquela buceta que umas horas atrás foi minha.
As semanas passaram e as coisas com a Dai foram se acalmando, principalmente pela distância, já que não nos víamos tanto, não nos tentávamos e também não conversávamos muito, só nos grupos de família. Numa quinta, meu pai me avisou que alugaram um sítio pra família e que seria o fim de semana inteiro, pra eu não fazer planos. Os dias voaram e chegou o sábado. Por causa do trabalho, tive que chegar já no fim da tarde e, quando cheguei cumprimentando todo mundo (somos muitos), não encontrei a Dai. Na hora, senti um alívio porque não ia ficar pensando nela com a família ali, mas tava com vontade de vê-la. A primeira coisa que fiz depois dos cumprimentos foi vestir um short e pular na piscina. Dezembro em Buenos Aires é um inferno. Quando levantei a cabeça depois do mergulho, a primeira coisa que vejo é a Dai brincando com a filha dela e meus outros... Sobrinhos. D- Chegou finalmente, pensei que tinha outros planos. Chego perto e dou um beijo no rosto dela e nos meninos também, jogando água neles. - Como eu ia perder isso!! Kkkk Ela só sorriu e se juntou aos meninos pra me molhar. Continuamos assim por mais alguns minutos até chamarem ela, ela estava de biquíni por cima e quando saiu pela escada me decepcionei porque ela só estava de short, mas ver aquela bunda só de short é um espetáculo do mesmo jeito. A tarde continuou assim, entre churrasco, piscina e futebol na beira da piscina, a verdade é que era uma chácara enorme e muito bonita. Depois do racha e do mergulho, já mais animado, vejo a Day sozinha numa espreguiçadeira nos fundos da chácara tomando sol e, quando olhei melhor, ela tinha tirado o short. Era minha chance. Peguei um copo de fernet e me aproximei sem fazer barulho, e ela estava de costas. Uff, ver ela assim deitada com aquele biquíni preto enfiado na racha me dava vontade de me jogar de cabeça ali. Fiquei uns segundos olhando e coloquei o copo gelado nas costas dela, ela deu um pulo e um grito danado. Não consegui segurar o riso. - Seu filho da puta, me fez cagar toda, seu cuzão. - Kkkkk, que isso, priminha, é medrosa? - Você sabe muito bem que não tenho medo de ninguém 😉 - É mesmo? E por que você se esconde pra tomar sol?? Kkk - Ah, não vou ficar pelada com a família ali, além disso, você sabe que depois eles fofocam, melhor evitar treta. - É verdade, já te falei, você pode matar alguém com essa raba kkkkk. - Você só quer que eu te mate na porrada de bunda, né? Passa um gole já que me acordou. - Kkkk, seria a morte mais digna, toma, bebum. - Quando ela se virou pra sentar e pegar o copo, um peito escapou, e eu não consegui segurar o riso. - O que foi, nunca viu um peito? - Já vi alguns, estou rindo de nervoso porque não aguento a vontade de chupar eles. Percebo que ela fica vermelha, com aquela carinha de tesuda, levanta, veste o short e fala: vamos pra piscina, já fiquei muito excitada aqui. - Vai você primeiro, eu não posso chegar assim desse jeito. Pegando no meu pau que já tava marcando no short. Ela só morde a boca e vai embora. Termino o copo e vou pra piscina, que já não tinha ninguém (a maioria continuava no futebol e as mulheres nas cartas). Só tava a Day, quando vejo ela, dou um mergulho e saio por trás dela, agarro as bundas dela apertando, ela só consegue se virar e ficamos de frente. Conheço essa cara e essa sensação, os dois já precisamos comer a boca um do outro. Ela só consegue me falar "aqui não, por favor" e eu meto a mão dentro do short dela, tocando a buceta dela, e escuto o suspiro dela. "Aqui não, por favor" — mordendo os lábios — "Onde então? Já não aguento mais." "Eu também não, vamos pro banheiro e fazemos algo rápido." Sai ela primeiro e em fila pra casa, que claro não tinha ninguém, e eu chego atrás. Ao chegar no banheiro, bato e meu coração tava a mil, a sacanagem de comer minha prima com toda minha família ali era demais. Ela abre e mal abre a porta, nos jogamos num beijo com muita paixão, só dava pra ouvir ela gemer baixinho quando eu mordia o lábio inferior dela enquanto enfiava os dedos dentro da calcinha. "Não aguento mais, coloca" — ela se abaixa e tira tudo de uma vez. Não me cansava de ver ela assim de quatro, tão molhada que os fluidos escorriam pelas pernas dela. Começo a meter desesperadamente sem camisinha, sem nada. Ela contra a parede e eu metendo forte por trás, pegava nos peitos dela e parava pra beijar. Com a mão tapava a boca dela pra não escutar nada, mas ela só me mordia ou brincava com a língua, o que me fazia meter mais forte. Ficamos assim uns minutos, mas não aguentava mais, perguntei onde ela queria e ela disse "dentro, tenho DIU", então acelerei a bombada e gozei tudo dentro. Nessa hora ela começou a tremer, a Dai falou que também gozou. Demos mais uns beijos e saí antes dela pra ninguém desconfiar (quem ia imaginar que eu comeria minha prima no banheiro de uma reunião de família?). Ao sair, meu pai me pergunta se posso ir pra casa com o carro. procurar a barraca, já que alguns iam ficar pra passar a noite no sítio. me perguntei: "você, o que vai fazer?" — óbvio que eu fico, o fim de semana acabou de começar, pô.
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