No dejes de pasar por mi mejor post
http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html
No te vas a arrepentir!
MENTA Y CHOCOLATE
(parte 1 de 2)
Para mi es una hermosa historia, no sé dónde encuadrarla, podría ser en ‘confesiones’, tal vez en ‘relatos de internet’, seguramente en ‘relatos lésbicos’, por qué no en ‘grandes relatos’…
Como fuera lo mejor de este relato es que es una historia verídica, escrita por un hombre, con mirada de hombre, con sentimientos de hombre, pero compartiendo las cosas que le escribió una mujer, con mirada de mujer, con sentimientos de mujer, y quiero agradecerle a ella, por confiar en mí y permitirme publicarlo, así que para ti (ya sabes quién eres) gracias por ser como eres…
Nos conocimos por esas cosas de la vida, intercambiando correos electrónicos, en distintos países, si bien en principio fue algo sexual, con el correr del tiempo se transformó en mucho más que eso, creo que se más cosas de ella que la más íntimas de su amiga, y a su vez, ella podría decir lo mismo de mí. Porque la confianza mutua nos llevó a poder hablar de miedos, amores, pensamientos, alegrías, dolores, angustias y hasta confió en mí su más guardado y doloroso secreto que esconde bajo siete llaves y no puede comprender que carga una culpa que no merece…
Y por qué me cautivó? Como todo hombre, primero fue su figura, soy de los tipos que se enamoran de un buen culo, pero debo confesar que tienes los pechos más grande y más hermosos que vi en mi vida, con unas aureolas enormes y unos deliciosos pezones que seguramente tendrá erizados al leer estas palabras…
Pero eso fue solo el principio, porque luego descubrí su rostro aniñado, sus largos cabellos negros, su sonrisa franca, sus delicadas manos de princesa, la dulzura de sus palabras, la fragilidad de su corazón, la pureza de sus sentimientos, y lo mejor, su voz de ángel, pausada, son un sabor acaramelado y la rareza de un castellano que no sonaba igual al mío, me confesó su punto débil, los besos y caricias en su cuello, ante los cual caía irremediablemente…
Embora não seja verdade, vamos dizer que ela se chama Pamela, é jovem, solteira, sem compromissos, gosta de caras, e me deixou transpassá-la de alguma forma, deixou ser permeável e que eu a moldasse ao meu gosto. Ela é de usar 'calcinhas fio dental' ou 'cullotes', e por minha culpa começou a usar um par de calcinhas colaless de cabaré, começou a se sentir provocante, começou a se sentir sedutora. Acho que no fundo eu ajudei ela a soltar a loba que estava escondida...
Pamela é hétero, gosta de caras, mas se permite ter uns joguinhos lésbicos com a amiga dela. E embora pra Pamela sejam só brincadeiras, pra Noelia, a amiga dela, que é lésbica assumida, significa mais que isso. Ela está apaixonada, num amor que nunca vai ser correspondido, então se contenta em ter só os joguinhos que a Pamela pode oferecer.
Não conheço a Noelia, então pedi pra Pamela me descrever ela com as próprias palavras. Foi isso que ela escreveu:
Ela é um pouco mais alta que eu, posso te dizer que tem uma bunda boa, pele morena clara, peitos pequenos, cabelos lisos e escuros cor de café, da mesma cor dos olhos. A boca dela é mais grossa que a minha, considerando que eu tenho lábios bem finos, e ela é magra. De personalidade, ela é bem especial. A voz dela é mais grossa que a minha. Não sou boa em descrever vozes, mas costumam dizer que minha voz é um pouco aguda, então a dela é bem mais grave que a minha.
Ela costuma usar calças justas, tops coloridos.
O que eu gosto nela... não sei, como pessoa ela é muito linda, embora no começo seja bem especial — e com isso quero dizer meio palhaça se você não conhece ela...
Fisicamente, me atrai a mesma coisa que me atrai em todas as pessoas: os olhos dela...
Ela tem pernas longas, como eu disse, é mais alta que eu. Não gosta de usar anéis nem nada disso. Adora festa. Ela se maquia, pra mim, demais, mas como eu disse, não sei se sinto isso porque sou mais natural em tudo isso. Ela poderia ter um corpo melhor, mas odeia qualquer atividade física.
Ah! Ia esquecendo, por isso... O que você estava me perguntando especificamente? Sim, ela gosta de usar calcinha bem pequena e depila a buceta.
Pamela fazia minha cabeça explodir, eu já conhecia pelas fotos a perfeição das curvas dela, e imaginar ela num contato íntimo com a Noelia era sexual demais pra mim, ainda mais com a descrição que ela fez da amiga...
A gente costumava conversar bastante sobre esses encontros, num vai e vem entre sempre proibir o que era errado e ceder à tentação do prazer, porque ela adorava esses jogos, mas não queria machucar a amiga.
Tive a ideia de aconselhar ela a sair com a amiga, levar uns brinquedinhos pra apimentar o rolê, e deixar claro alguns pontos antes de brincar. Foi isso que ela me escreveu:
Vou te contar, o sol apareceu à tarde, umas duas e meia. Liguei pra ela e ela topou sair. Ela mora a umas duas horas da minha casa, então veio de carro e saímos normal pra caminhar, como você sugeriu. Usei exatamente o que você pediu: nossa calcinha fio-dental pequenininha, uma legging justa e uma camiseta colada no corpo que marca meus peitos. Olha só as loucuras que você me faz fazer! Fomos andando até tomar um sorvete.
Aí ela me perguntou:
- Por que você não quis ir na festa que te convidei sábado passado?
E eu respondi:
- Você sabe, não quero que você interprete mal as coisas. Meu problema não é o jogo, pra mim tanto faz. Mas sei que você envolve sentimentos nisso tudo e isso com certeza vai te fazer mal, e eu não quero que você sofra por minha causa.
Ela respondeu:
- Sabe, é mais complicado que isso. Porque eu não me apaixonei pelo que vejo por fora, eu me apaixonei pelo seu jeito de ser, pela sua doçura, pela sua paz, pelo seu timbre de voz...
Por sorte a gente tinha chegado na sorveteria, isso ajudou a aliviar a conversa. Como a gente conversou ontem, pedi menta com chocolate, e como te contei, ela também disse "isso é nojento". Aí pedi pra gente ir pro parque onde costumo correr. Viu? De novo te obedeci!
Ela trouxe o assunto de novo do que eu tinha escapado ao chegar na sorveteria
- E aí? Qual é a sua resposta para o que te falei ainda agora?
E fui sincera com ela
- Você é uma garota muito gostosa, e é uma honra pra mim que você goste de mim desse jeito, mas não posso corresponder porque eu gosto de caras.
Ela ficou meio na defensiva e soltou o que todo mundo fala, que se eu gosto daquele cara que te contei, ou seja, meu melhor amigo, que é o único cara com quem me vejo, que sabe que eu saio.
Falei pra ela que de verdade só vejo ele como meu melhor amigo, que seria muito estranho pra mim enxergar ele de outro jeito porque sei que essa história não terminaria bem, e nisso chegamos no parque...
Não sei quantas vezes por dia esses caras passeiam com os cachorros deles... - ela costumava me falar de uns caras que estavam sempre no parque quando ela ia caminhar e ficavam de olho na silhueta dela -
Chegamos, sentamos num banco pra conversar, os caras não paravam de olhar, não sei o que era, mas olhavam e olhavam sem parar pra onde a gente estava, ela achou estranho e me perguntou se eu falava com eles ou por que tanta insistência no olhar... comecei o jogo... Nossa! Lembrei das nossas loucuras e mesmo comendo o sorvete comecei a sentir aquele calor de mulher, e o problema é que isso aparece nas minhas bochechas, e muito, como te falei, não uso maquiagem, então quando elas ficam vermelhas dá pra notar, e minha amiga perguntou o que estava acontecendo, achando que eu gostava de um daqueles caras... (O engraçado é que só você e eu sabemos a verdade), enfim, continuamos conversando e nisso ela falou
- Deixa eu ver... me dá um pouco do seu sorvete, você come ele com tanto gosto que dá vontade, até eu tô com ciúmes desse sorvete, o que eu não daria pra estar no lugar dele e você brincar com sua língua como faz com ele...
Foi aí que entendi o que os caras estavam vendo, acho que inconscientemente eu tava comendo aquele sorvete de um jeito muito provocante, entre aquelas palavras, os olhares e você na minha mente, comecei a sentir que tava me molhando... Continuar foi uma má ideia, mas muito excitante na hora. Os caras já estavam indo embora e a gente ainda não tinha terminado aquele sorvete... Sozinhas no parque, ela me disse:
— Você vai me dar desse sorvete ou não?
Ofereci a ela, e a resposta foi:
— Não, quero provar de você... passa um pouco no seu dedo...
Eu fiz... não sei em que merda eu tava pensando, ou melhor, já nem tava pensando, a umidade tava tomando conta. Ela levou meu dedo aos lábios e começou a lamber com a língua, uff! Você não faz ideia de quantas coisas passaram pela minha cabeça. Seu desejo se realizou, eu não podia estar mais molhada. Ela pegou um pouco do sorvete dela com o dedo e fez o mesmo comigo, mas a safada deixou cair bem no meio dos meus peitos, que com aquela blusa justa estavam saltando demais. Curioso, eu mesma me excitei com meus peitos! Quando senti o frio, um arrepio percorreu meu corpo inteiro. Sério, foi lindo...
Ela reagiu rápido e me disse:
—Desculpa! Agora vou te ajudar…
Foi mais rápida que eu, passou o dedo percorrendo o caminho que o sorvete fez. Preciso dizer que imaginei que era você… puta merda! Meu corpo arrepiava inteiro! O que ela limpou com o dedo, levou direto pra boca. Minha reação foi morder os lábios, e a dela foi dizer: "Já não lembrava que você tinha um gosto tão viciante…"
Já tava no limite, você passou pela minha cabeça com todos os e-mails que trocamos, os olhares dos caras, e ela que tinha me tocado daquele jeito. Pra completar, nem percebi que não tinha limpado todo o creme de sorvete, e com o calor que fazia, não senti que tinha mais derretendo entre meus peitos, tanto que minha blusa ficou suja com o que escorreu até meu umbigo. Quando vi, só queria me limpar, mas a excitação e suas palavras de imaginar coisas sujas invadiram minha cabeça. Deus, seus lindos olhos azuis invadiram minha fantasia! (Espero que considere meu elogio!)
Só pensei numa língua limpando todo aquele sorvete, quando senti que ela estava percorrendo com o dedo por cima da minha blusa a mesma linha que o creme tinha feito no meu corpo, devagar, enquanto você estava na minha imaginação. Lembrei daquela calcinha fio dental que eu tava usando e que já estava encharcada, a ponto da lycra da calça molhar, e eu me segurando o máximo que podia. Nisso, ela chegou no meu umbigo, já não resisti mais. Ela começou a descer um pouco mais e a putinha passou o dedo por cima da lycra, por cima da minha umidade, por cima da calcinha. Não aguentei mais, senti meu corpo pedindo pra eu me deixar levar, e eu deixei. Apoiei as mãos no banco e soltei um suspiro. Minha respiração acelerou, minha cabeça rodava, e os olhos dela cravados em mim, mordendo os lábios…
Era de se esperar as palavras dela:
— Você teve um orgasmo! Na frente de uma igreja! Num parque público! — que por sorte estava vazio — Me diz, em que você tava pensando?
Ha! Não ia responder que tava pensando em você. ti, os e-mails e tudo o mais, então falei pra ela esquecer e que já tinha que ir. Nisso não menti, já eram quase cinco e meia da tarde, o tempo estava fechando e eu com aquela roupa tão fina, uma molhada e a outra suja, obviamente tinha que chegar antes dos meus pais. Ela só disse:
— Ok! Tá bom, vamos pegar meu carro, te deixo em casa e vou embora…
Acontece que ela deixou o carro num estacionamento em frente àquele parque. Sabia que era besteira porque ficava a menos de cinco minutos da minha casa, mas se eu recusasse, ela ia perguntar mais sobre o que tinha acontecido e eu já não fazia ideia de como me livrar daquilo. Chegamos no carro, o estacionamento estava escuro porque ela tinha deixado praticamente no fundo.
Já dentro do carro, ela me disse:
— Não quer trocar de blusa? Não pode chegar assim, sua irmã vai te perguntar com o que você se sujou…
Ela sempre tem roupa extra, ainda não entendo por quê, mas isso não me preocupava porque eu podia inventar qualquer desculpa pra minha irmã. Então falei:
— Não, assim tá bom, vamos logo…
E ela respondeu:
— Tem certeza? Já são seis…
Não sei nem como tudo aconteceu tão rápido, meia hora… Mas quando meus pais chegassem, já estariam em casa e eu não podia entrar daquele jeito. Então aceitei. Ela me deu uma blusa igual às que costumo usar, de lycra, e era óbvio que eu teria que me trocar no carro — sério, não sei o que tava acontecendo comigo, você ainda estava na minha mente e eu estava ficando excitada de novo. Não pensei muito, tirei a blusa colada que tava usando e fiquei só de sutiã. Os olhos dela brilharam tanto que você não imagina, ela mordeu os lábios e depois passou a língua sobre eles…
Já te contei, os vidros do carro dela são escuros, então não dava pra ver nada de fora pra dentro. Ela disse:
— Você tá tão gostosa! Seu cabelo… caindo pelos seus ombros… e esse sutiã preto…
Inevitavelmente, minha respiração acelerou. Limpei o que restava de sorvete quando ela se aproximou tanto de mim que ficamos cara a cara. Não havia… O jeito de escapar daquilo era esperar que eu me resignasse ou saísse meio nua do estacionamento.
De repente, ela me deu um beijo, lábios macios mas ao mesmo tempo com uma força que dava pra perceber o quanto ela queria aquilo. Depois de alguns segundos, reagi e a afastei, falei:
- Isso é errado! Sabe que não quero te machucar, já te disse, pra mim não passa de um jogo.
Ela respondeu:
- Então vamos jogar sem culpa...
Ela se inclinou e me beijou de novo, eu já tava molhadíssima! A ponto de a lycra que eu tava usando já estar encharcando. Ela começou a passar a língua no meu pescoço – a maldita sabe do que eu gosto – eu já não controlava mais minha respiração. Ela fez eu recostar o banco o máximo que dava e se sentou no meu colo, soltou meu sutiã enquanto continuava beijando meu pescoço, meus peitos ficaram expostos, mostrando claramente a excitação que eu já tava. Com a língua, ela começou a descer devagar e disse:
- Olha só, esse sorvete fica melhor quando como de você!
Uffff!... Eu só apertava as pernas, nem imagina a vontade que eu tava de gozar, e meus lábios já estavam vermelhos de tanto que eu mordia pra me segurar. Quando finalmente ela chegou nos meus peitos, foi lindo, ela me olhava direto nos olhos enquanto lambia – claro, te falei, naquele momento eu imaginei que era outra pessoa, ha! adivinha quem? – a mão dela começou a descer pela minha barriga até chegar naquele lugar que já não podia estar mais molhado, ela me olhou nos olhos e disse:
- Olha só que coisa mais linda, mas como você tá molhada, não sei o que você tá imaginando, o que rolou no parque, nem o que tá te provocando agora, mas você tá escorrendo! Quem diria que por trás dessa carinha e pessoa tão meiga que você parece, esconde tudo isso...
Má combinação de palavras, já não aguentava mais, dessa vez eu via que ia rolar...
Ele enfiou os dedos na boca e passou a mão por baixo da linha da calcinha fio dental e não foi nada difícil enfiar os dedos em mim... ufff!. Nem percebi o quanto eu tava ofegante até ele me falar
- Shhhh! Que vão nos ouvir!
Já não tinha controle de mim, ele me tinha onde queria – bom, você me tinha – começou a mexer os dedos cada vez mais rápido enquanto me beijava e, olhando nos meus olhos, disse
- Vai, gostosa, goza, quero que você goze pra mim, quero saborear isso que eu tanto gosto, quero que você tenha um orgasmo, quero ouvir você suspirar por mim!
Deus! Juro que o que me excitou foi pensar que era você dizendo tudo aquilo...
Perdi o controle do meu corpo, comecei a me mexer sem controle e um suspiro misturado com gemidos... Meu Deus! Foi tão gostoso!.
Depois a gente conversou um pouco e troquei a camiseta por um suéter porque, no tempo que passou, lá fora chovia de novo, como de manhã.
Bem, te falei, a carne é fraca, e esses jogos são perigosos, mas lindos.
Todas essas palavras me pareceram extremamente excitantes, e ainda mais saindo dos lábios de uma mulher...
Talvez essa história continue, talvez ela me conte novas aventuras, talvez, só talvez...
CONTINUA
Se você é maior de idade e quer me mandar comentários sobre esse conto, pode escrever com o título ‘MENTA E CHOCOLATE’ para DULCES.PLACERES@LIVE.COM
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No te vas a arrepentir!
MENTA Y CHOCOLATE
(parte 1 de 2)
Para mi es una hermosa historia, no sé dónde encuadrarla, podría ser en ‘confesiones’, tal vez en ‘relatos de internet’, seguramente en ‘relatos lésbicos’, por qué no en ‘grandes relatos’…
Como fuera lo mejor de este relato es que es una historia verídica, escrita por un hombre, con mirada de hombre, con sentimientos de hombre, pero compartiendo las cosas que le escribió una mujer, con mirada de mujer, con sentimientos de mujer, y quiero agradecerle a ella, por confiar en mí y permitirme publicarlo, así que para ti (ya sabes quién eres) gracias por ser como eres…
Nos conocimos por esas cosas de la vida, intercambiando correos electrónicos, en distintos países, si bien en principio fue algo sexual, con el correr del tiempo se transformó en mucho más que eso, creo que se más cosas de ella que la más íntimas de su amiga, y a su vez, ella podría decir lo mismo de mí. Porque la confianza mutua nos llevó a poder hablar de miedos, amores, pensamientos, alegrías, dolores, angustias y hasta confió en mí su más guardado y doloroso secreto que esconde bajo siete llaves y no puede comprender que carga una culpa que no merece…
Y por qué me cautivó? Como todo hombre, primero fue su figura, soy de los tipos que se enamoran de un buen culo, pero debo confesar que tienes los pechos más grande y más hermosos que vi en mi vida, con unas aureolas enormes y unos deliciosos pezones que seguramente tendrá erizados al leer estas palabras…
Pero eso fue solo el principio, porque luego descubrí su rostro aniñado, sus largos cabellos negros, su sonrisa franca, sus delicadas manos de princesa, la dulzura de sus palabras, la fragilidad de su corazón, la pureza de sus sentimientos, y lo mejor, su voz de ángel, pausada, son un sabor acaramelado y la rareza de un castellano que no sonaba igual al mío, me confesó su punto débil, los besos y caricias en su cuello, ante los cual caía irremediablemente…
Embora não seja verdade, vamos dizer que ela se chama Pamela, é jovem, solteira, sem compromissos, gosta de caras, e me deixou transpassá-la de alguma forma, deixou ser permeável e que eu a moldasse ao meu gosto. Ela é de usar 'calcinhas fio dental' ou 'cullotes', e por minha culpa começou a usar um par de calcinhas colaless de cabaré, começou a se sentir provocante, começou a se sentir sedutora. Acho que no fundo eu ajudei ela a soltar a loba que estava escondida...Pamela é hétero, gosta de caras, mas se permite ter uns joguinhos lésbicos com a amiga dela. E embora pra Pamela sejam só brincadeiras, pra Noelia, a amiga dela, que é lésbica assumida, significa mais que isso. Ela está apaixonada, num amor que nunca vai ser correspondido, então se contenta em ter só os joguinhos que a Pamela pode oferecer.
Não conheço a Noelia, então pedi pra Pamela me descrever ela com as próprias palavras. Foi isso que ela escreveu:
Ela é um pouco mais alta que eu, posso te dizer que tem uma bunda boa, pele morena clara, peitos pequenos, cabelos lisos e escuros cor de café, da mesma cor dos olhos. A boca dela é mais grossa que a minha, considerando que eu tenho lábios bem finos, e ela é magra. De personalidade, ela é bem especial. A voz dela é mais grossa que a minha. Não sou boa em descrever vozes, mas costumam dizer que minha voz é um pouco aguda, então a dela é bem mais grave que a minha.
Ela costuma usar calças justas, tops coloridos.
O que eu gosto nela... não sei, como pessoa ela é muito linda, embora no começo seja bem especial — e com isso quero dizer meio palhaça se você não conhece ela...
Fisicamente, me atrai a mesma coisa que me atrai em todas as pessoas: os olhos dela...
Ela tem pernas longas, como eu disse, é mais alta que eu. Não gosta de usar anéis nem nada disso. Adora festa. Ela se maquia, pra mim, demais, mas como eu disse, não sei se sinto isso porque sou mais natural em tudo isso. Ela poderia ter um corpo melhor, mas odeia qualquer atividade física.
Ah! Ia esquecendo, por isso... O que você estava me perguntando especificamente? Sim, ela gosta de usar calcinha bem pequena e depila a buceta.
Pamela fazia minha cabeça explodir, eu já conhecia pelas fotos a perfeição das curvas dela, e imaginar ela num contato íntimo com a Noelia era sexual demais pra mim, ainda mais com a descrição que ela fez da amiga...
A gente costumava conversar bastante sobre esses encontros, num vai e vem entre sempre proibir o que era errado e ceder à tentação do prazer, porque ela adorava esses jogos, mas não queria machucar a amiga.
Tive a ideia de aconselhar ela a sair com a amiga, levar uns brinquedinhos pra apimentar o rolê, e deixar claro alguns pontos antes de brincar. Foi isso que ela me escreveu:
Vou te contar, o sol apareceu à tarde, umas duas e meia. Liguei pra ela e ela topou sair. Ela mora a umas duas horas da minha casa, então veio de carro e saímos normal pra caminhar, como você sugeriu. Usei exatamente o que você pediu: nossa calcinha fio-dental pequenininha, uma legging justa e uma camiseta colada no corpo que marca meus peitos. Olha só as loucuras que você me faz fazer! Fomos andando até tomar um sorvete.
Aí ela me perguntou:
- Por que você não quis ir na festa que te convidei sábado passado?
E eu respondi:
- Você sabe, não quero que você interprete mal as coisas. Meu problema não é o jogo, pra mim tanto faz. Mas sei que você envolve sentimentos nisso tudo e isso com certeza vai te fazer mal, e eu não quero que você sofra por minha causa.
Ela respondeu:
- Sabe, é mais complicado que isso. Porque eu não me apaixonei pelo que vejo por fora, eu me apaixonei pelo seu jeito de ser, pela sua doçura, pela sua paz, pelo seu timbre de voz...
Por sorte a gente tinha chegado na sorveteria, isso ajudou a aliviar a conversa. Como a gente conversou ontem, pedi menta com chocolate, e como te contei, ela também disse "isso é nojento". Aí pedi pra gente ir pro parque onde costumo correr. Viu? De novo te obedeci!
Ela trouxe o assunto de novo do que eu tinha escapado ao chegar na sorveteria
- E aí? Qual é a sua resposta para o que te falei ainda agora?
E fui sincera com ela
- Você é uma garota muito gostosa, e é uma honra pra mim que você goste de mim desse jeito, mas não posso corresponder porque eu gosto de caras.
Ela ficou meio na defensiva e soltou o que todo mundo fala, que se eu gosto daquele cara que te contei, ou seja, meu melhor amigo, que é o único cara com quem me vejo, que sabe que eu saio.
Falei pra ela que de verdade só vejo ele como meu melhor amigo, que seria muito estranho pra mim enxergar ele de outro jeito porque sei que essa história não terminaria bem, e nisso chegamos no parque...
Não sei quantas vezes por dia esses caras passeiam com os cachorros deles... - ela costumava me falar de uns caras que estavam sempre no parque quando ela ia caminhar e ficavam de olho na silhueta dela -
Chegamos, sentamos num banco pra conversar, os caras não paravam de olhar, não sei o que era, mas olhavam e olhavam sem parar pra onde a gente estava, ela achou estranho e me perguntou se eu falava com eles ou por que tanta insistência no olhar... comecei o jogo... Nossa! Lembrei das nossas loucuras e mesmo comendo o sorvete comecei a sentir aquele calor de mulher, e o problema é que isso aparece nas minhas bochechas, e muito, como te falei, não uso maquiagem, então quando elas ficam vermelhas dá pra notar, e minha amiga perguntou o que estava acontecendo, achando que eu gostava de um daqueles caras... (O engraçado é que só você e eu sabemos a verdade), enfim, continuamos conversando e nisso ela falou
- Deixa eu ver... me dá um pouco do seu sorvete, você come ele com tanto gosto que dá vontade, até eu tô com ciúmes desse sorvete, o que eu não daria pra estar no lugar dele e você brincar com sua língua como faz com ele...
Foi aí que entendi o que os caras estavam vendo, acho que inconscientemente eu tava comendo aquele sorvete de um jeito muito provocante, entre aquelas palavras, os olhares e você na minha mente, comecei a sentir que tava me molhando... Continuar foi uma má ideia, mas muito excitante na hora. Os caras já estavam indo embora e a gente ainda não tinha terminado aquele sorvete... Sozinhas no parque, ela me disse:
— Você vai me dar desse sorvete ou não?
Ofereci a ela, e a resposta foi:
— Não, quero provar de você... passa um pouco no seu dedo...
Eu fiz... não sei em que merda eu tava pensando, ou melhor, já nem tava pensando, a umidade tava tomando conta. Ela levou meu dedo aos lábios e começou a lamber com a língua, uff! Você não faz ideia de quantas coisas passaram pela minha cabeça. Seu desejo se realizou, eu não podia estar mais molhada. Ela pegou um pouco do sorvete dela com o dedo e fez o mesmo comigo, mas a safada deixou cair bem no meio dos meus peitos, que com aquela blusa justa estavam saltando demais. Curioso, eu mesma me excitei com meus peitos! Quando senti o frio, um arrepio percorreu meu corpo inteiro. Sério, foi lindo...
Ela reagiu rápido e me disse:—Desculpa! Agora vou te ajudar…
Foi mais rápida que eu, passou o dedo percorrendo o caminho que o sorvete fez. Preciso dizer que imaginei que era você… puta merda! Meu corpo arrepiava inteiro! O que ela limpou com o dedo, levou direto pra boca. Minha reação foi morder os lábios, e a dela foi dizer: "Já não lembrava que você tinha um gosto tão viciante…"
Já tava no limite, você passou pela minha cabeça com todos os e-mails que trocamos, os olhares dos caras, e ela que tinha me tocado daquele jeito. Pra completar, nem percebi que não tinha limpado todo o creme de sorvete, e com o calor que fazia, não senti que tinha mais derretendo entre meus peitos, tanto que minha blusa ficou suja com o que escorreu até meu umbigo. Quando vi, só queria me limpar, mas a excitação e suas palavras de imaginar coisas sujas invadiram minha cabeça. Deus, seus lindos olhos azuis invadiram minha fantasia! (Espero que considere meu elogio!)
Só pensei numa língua limpando todo aquele sorvete, quando senti que ela estava percorrendo com o dedo por cima da minha blusa a mesma linha que o creme tinha feito no meu corpo, devagar, enquanto você estava na minha imaginação. Lembrei daquela calcinha fio dental que eu tava usando e que já estava encharcada, a ponto da lycra da calça molhar, e eu me segurando o máximo que podia. Nisso, ela chegou no meu umbigo, já não resisti mais. Ela começou a descer um pouco mais e a putinha passou o dedo por cima da lycra, por cima da minha umidade, por cima da calcinha. Não aguentei mais, senti meu corpo pedindo pra eu me deixar levar, e eu deixei. Apoiei as mãos no banco e soltei um suspiro. Minha respiração acelerou, minha cabeça rodava, e os olhos dela cravados em mim, mordendo os lábios…
Era de se esperar as palavras dela:
— Você teve um orgasmo! Na frente de uma igreja! Num parque público! — que por sorte estava vazio — Me diz, em que você tava pensando?
Ha! Não ia responder que tava pensando em você. ti, os e-mails e tudo o mais, então falei pra ela esquecer e que já tinha que ir. Nisso não menti, já eram quase cinco e meia da tarde, o tempo estava fechando e eu com aquela roupa tão fina, uma molhada e a outra suja, obviamente tinha que chegar antes dos meus pais. Ela só disse:
— Ok! Tá bom, vamos pegar meu carro, te deixo em casa e vou embora…
Acontece que ela deixou o carro num estacionamento em frente àquele parque. Sabia que era besteira porque ficava a menos de cinco minutos da minha casa, mas se eu recusasse, ela ia perguntar mais sobre o que tinha acontecido e eu já não fazia ideia de como me livrar daquilo. Chegamos no carro, o estacionamento estava escuro porque ela tinha deixado praticamente no fundo.
Já dentro do carro, ela me disse:
— Não quer trocar de blusa? Não pode chegar assim, sua irmã vai te perguntar com o que você se sujou…
Ela sempre tem roupa extra, ainda não entendo por quê, mas isso não me preocupava porque eu podia inventar qualquer desculpa pra minha irmã. Então falei:
— Não, assim tá bom, vamos logo…
E ela respondeu:
— Tem certeza? Já são seis…
Não sei nem como tudo aconteceu tão rápido, meia hora… Mas quando meus pais chegassem, já estariam em casa e eu não podia entrar daquele jeito. Então aceitei. Ela me deu uma blusa igual às que costumo usar, de lycra, e era óbvio que eu teria que me trocar no carro — sério, não sei o que tava acontecendo comigo, você ainda estava na minha mente e eu estava ficando excitada de novo. Não pensei muito, tirei a blusa colada que tava usando e fiquei só de sutiã. Os olhos dela brilharam tanto que você não imagina, ela mordeu os lábios e depois passou a língua sobre eles…
Já te contei, os vidros do carro dela são escuros, então não dava pra ver nada de fora pra dentro. Ela disse:
— Você tá tão gostosa! Seu cabelo… caindo pelos seus ombros… e esse sutiã preto…
Inevitavelmente, minha respiração acelerou. Limpei o que restava de sorvete quando ela se aproximou tanto de mim que ficamos cara a cara. Não havia… O jeito de escapar daquilo era esperar que eu me resignasse ou saísse meio nua do estacionamento.
De repente, ela me deu um beijo, lábios macios mas ao mesmo tempo com uma força que dava pra perceber o quanto ela queria aquilo. Depois de alguns segundos, reagi e a afastei, falei:
- Isso é errado! Sabe que não quero te machucar, já te disse, pra mim não passa de um jogo.
Ela respondeu:
- Então vamos jogar sem culpa...
Ela se inclinou e me beijou de novo, eu já tava molhadíssima! A ponto de a lycra que eu tava usando já estar encharcando. Ela começou a passar a língua no meu pescoço – a maldita sabe do que eu gosto – eu já não controlava mais minha respiração. Ela fez eu recostar o banco o máximo que dava e se sentou no meu colo, soltou meu sutiã enquanto continuava beijando meu pescoço, meus peitos ficaram expostos, mostrando claramente a excitação que eu já tava. Com a língua, ela começou a descer devagar e disse:
- Olha só, esse sorvete fica melhor quando como de você!
Uffff!... Eu só apertava as pernas, nem imagina a vontade que eu tava de gozar, e meus lábios já estavam vermelhos de tanto que eu mordia pra me segurar. Quando finalmente ela chegou nos meus peitos, foi lindo, ela me olhava direto nos olhos enquanto lambia – claro, te falei, naquele momento eu imaginei que era outra pessoa, ha! adivinha quem? – a mão dela começou a descer pela minha barriga até chegar naquele lugar que já não podia estar mais molhado, ela me olhou nos olhos e disse:
- Olha só que coisa mais linda, mas como você tá molhada, não sei o que você tá imaginando, o que rolou no parque, nem o que tá te provocando agora, mas você tá escorrendo! Quem diria que por trás dessa carinha e pessoa tão meiga que você parece, esconde tudo isso...Má combinação de palavras, já não aguentava mais, dessa vez eu via que ia rolar...
Ele enfiou os dedos na boca e passou a mão por baixo da linha da calcinha fio dental e não foi nada difícil enfiar os dedos em mim... ufff!. Nem percebi o quanto eu tava ofegante até ele me falar
- Shhhh! Que vão nos ouvir!
Já não tinha controle de mim, ele me tinha onde queria – bom, você me tinha – começou a mexer os dedos cada vez mais rápido enquanto me beijava e, olhando nos meus olhos, disse
- Vai, gostosa, goza, quero que você goze pra mim, quero saborear isso que eu tanto gosto, quero que você tenha um orgasmo, quero ouvir você suspirar por mim!
Deus! Juro que o que me excitou foi pensar que era você dizendo tudo aquilo...
Perdi o controle do meu corpo, comecei a me mexer sem controle e um suspiro misturado com gemidos... Meu Deus! Foi tão gostoso!.
Depois a gente conversou um pouco e troquei a camiseta por um suéter porque, no tempo que passou, lá fora chovia de novo, como de manhã.
Bem, te falei, a carne é fraca, e esses jogos são perigosos, mas lindos.
Todas essas palavras me pareceram extremamente excitantes, e ainda mais saindo dos lábios de uma mulher...
Talvez essa história continue, talvez ela me conte novas aventuras, talvez, só talvez...
CONTINUA
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1 comentários - Menta y chocolate - parte 1