Menta e chocolate - parte 1

No dejes de pasar por mi mejor post

http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html

No te vas a arrepentir!



MENTA Y CHOCOLATE

(parte 1 de 2)





Para mi es una hermosa historia, no sé dónde encuadrarla, podría ser en ‘confesiones’, tal vez en ‘relatos de internet’, seguramente en ‘relatos lésbicos’, por qué no en ‘grandes relatos’…

Como fuera lo mejor de este relato es que es una historia verídica, escrita por un hombre, con mirada de hombre, con sentimientos de hombre, pero compartiendo las cosas que le escribió una mujer, con mirada de mujer, con sentimientos de mujer, y quiero agradecerle a ella, por confiar en mí y permitirme publicarlo, así que para ti (ya sabes quién eres) gracias por ser como eres…





Nos conocimos por esas cosas de la vida, intercambiando correos electrónicos, en distintos países, si bien en principio fue algo sexual, con el correr del tiempo se transformó en mucho más que eso, creo que se más cosas de ella que la más íntimas de su amiga, y a su vez, ella podría decir lo mismo de mí. Porque la confianza mutua nos llevó a poder hablar de miedos, amores, pensamientos, alegrías, dolores, angustias y hasta confió en mí su más guardado y doloroso secreto que esconde bajo siete llaves y no puede comprender que carga una culpa que no merece…



Y por qué me cautivó? Como todo hombre, primero fue su figura, soy de los tipos que se enamoran de un buen culo, pero debo confesar que tienes los pechos más grande y más hermosos que vi en mi vida, con unas aureolas enormes y unos deliciosos pezones que seguramente tendrá erizados al leer estas palabras…

Pero eso fue solo el principio, porque luego descubrí su rostro aniñado, sus largos cabellos negros, su sonrisa franca, sus delicadas manos de princesa, la dulzura de sus palabras, la fragilidad de su corazón, la pureza de sus sentimientos, y lo mejor, su voz de ángel, pausada, son un sabor acaramelado y la rareza de un castellano que no sonaba igual al mío, me confesó su punto débil, los besos y caricias en su cuello, ante los cual caía irremediablemente…


Menta e chocolate - parte 1Embora não seja verdade, digamos que ela se chama Pamela, é jovem, solteira, sem compromisso, gosta de caras, e me deixou penetrá-la de alguma forma, se deixou ser permeável e me permitiu moldá-la ao meu gosto. Ela é do tipo que usa 'calcinha fio dental' ou 'corta-calça', e por minha culpa começou a usar um par de calcinhas de cabaré, começou a se sentir provocante, começou a se sentir sedutora. Acho que no fundo eu ajudei ela a soltar a loba que estava escondida...

Pamela é hétero, gosta de caras, mas se permite ter uns joguinhos lésbicos com a amiga dela. E embora pra Pamela sejam só brincadeiras, pra Noelia, a amiga dela, que é lésbica assumida, significa mais que isso. Ela está apaixonada, num amor que nunca vai ser correspondido, então se contenta em ter só os joguinhos que a Pamela pode oferecer.

Não conheço a Noelia, então pedi pra Pamela me descrever ela com as próprias palavras. Foi isso que ela escreveu:

Ela é um pouco mais alta que eu, posso te dizer que tem uma bunda boa, pele morena clara, peitos pequenos, cabelos lisos e escuros cor de café, da mesma cor dos olhos dela. A boca dela é mais grossa que a minha, considerando que eu tenho lábios bem finos, e ela é magra. De personalidade, ela é bem especial. A voz dela é mais grossa que a minha. Não sou boa em descrever vozes, mas costumam dizer que a minha voz é um pouco aguda, então a dela é bem mais grave que a minha.

Ela costuma usar calças justas, tops coloridos.

Do que eu gosto nela... não sei, como pessoa ela é muito linda, embora no começo seja bem especial — e com isso quero dizer um pouco palhaça se você não conhece ela...

Fisicamente, me atrai a mesma coisa que me atrai em todas as pessoas: os olhos dela...

Ela tem pernas longas, como eu disse, é mais alta que eu. Não gosta de usar anéis nem nada disso. Adora festa. Ela se maquia, pra mim, demais, mas como eu disse, não sei se sinto isso porque sou mais natural em tudo isso. Ela poderia ter um corpo melhor, mas odeia qualquer atividade física.

Ah! Ia esquecendo, por isso... O que você estava me perguntando especificamente? Sim, ela gosta de usar calcinha minúscula e depila a buceta.

Pamela fazia minha cabeça explodir, eu já conhecia pelas fotos a perfeição das curvas dela, e imaginar ela num contato íntimo com a Noelia me parecia sexual demais, ainda mais com a descrição que ela fez da amiga...

A gente costumava conversar bastante sobre esses encontros, num vai e vem entre proibir o que era errado e ceder à tentação do prazer, porque ela adorava esses jogos, mas não queria machucar a amiga.

Tive a ideia de aconselhar ela a sair com a amiga, levar uns brinquedinhos pra apimentar o rolê, e deixar alguns pontos claros antes de brincar. Foi isso que ela me escreveu:

Vou te contar, o sol apareceu lá pelas duas e meia da tarde, liguei pra ela e ela topou sair. Ela mora a umas duas horas da minha casa, então chegou de carro e saímos normal pra caminhar, como você sugeriu. Me vesti exatamente como você pediu: nossa calcinha fio-dental pequenininha, um legging justo e uma regata colada no corpo que marca meus peitos. Olha só as loucuras que você me faz fazer! Fomos caminhando até tomar um sorvete.

Aí ela me perguntou:
— Por que você não quis ir na festa que te convidei sábado passado?

E eu respondi:
— Você sabe, não quero que você interprete errado as coisas. Meu problema não é o jogo, pra mim tanto faz. Mas sei que você envolve sentimentos nisso tudo, e isso com certeza vai te fazer mal, e eu não quero que você sofra por minha causa.

Ela respondeu:
— Sabe, é mais complicado que isso. Porque eu não me apaixonei pelo que vejo por fora. Eu me apaixonei pelo seu jeito de ser, pela sua doçura, pela sua paz, pelo timbre da sua voz...

Por sorte a gente tinha chegado na sorveteria, isso ajudou a aliviar a conversa. Como a gente conversou ontem, pedi menta com chocolate, e como te contei, ela também disse "isso é nojento". Aí pedi pra gente ir pro parque onde costumo correr. Viu? Fiz o que você mandou de novo!

Ela trouxe o assunto de volta do qual eu tinha fugido. escapado ao chegar na sorveteria

— E aí? Qual é a sua resposta pro que te falei ainda agora?
E fui sincera com ela

— Você é uma garota muito gostosa, e é uma honra pra mim que você goste de mim desse jeito, mas não posso corresponder porque eu gosto de caras.

Ela ficou meio na defensiva e soltou o que todo mundo solta, que se eu gosto daquele cara que te contei, tipo meu melhor amigo, que é o único cara com quem eu saio, que sabe que eu tô saindo.

Falei pra ela que só vejo ele como meu melhor amigo mesmo, que seria estranho demais pra mim enxergar ele de outro jeito porque sei que essa história não terminaria bem, e nisso chegamos no parque...

Não sei quantas vezes por dia esses caras passeiam com os cachorros deles... — ela costumava me falar de uns caras que sempre estavam no parque quando ela ia caminhar e ficavam de olho na silhueta dela —

Chegamos, sentamos num banco pra conversar, os caras não paravam de olhar, não sei o que era, mas olhavam e olhavam sem parar pra onde a gente tava, ela achou estranho e me perguntou se eu falava com eles ou por que tanta insistência no olhar... comecei o jogo... Meu Deus! Lembrei das nossas loucuras e, mesmo comendo o sorvete, comecei a sentir aquele calor de mulher, e o problema é que isso aparece nas minhas bochechas, e muito, como te falei, não uso maquiagem, então quando elas ficam vermelhas, dá pra ver, e minha amiga perguntou o que tava rolando, achando que eu tava afim de um daqueles caras... (O engraçado é que só você e eu sabemos a verdade), enfim, continuamos conversando e nisso ela falou

— Deixa eu ver... me dá um pouco do seu sorvete, você come ele tão gostoso que dá vontade, até eu tô com ciúmes desse sorvete, o que eu não daria pra estar no lugar dele e você brincar com sua língua do jeito que faz com ele...

Foi aí que entendi o que os caras estavam vendo, acho que, sem perceber, eu tava comendo aquele sorvete de um jeito muito provocante, entre aquelas palavras, os olhares e você na minha mente, comecei a sentir que tava me molhando...

O que Continuar foi uma má ideia, mas muito excitante na hora. Os caras já estavam indo embora e a gente ainda não tinha terminado aquele sorvete... Sozinhas no parque, ela me disse:

— Você vai me dar ou não desse sorvete?

Ofereci pra ela, e a resposta foi:

— Não, quero provar de você... passa um pouco no seu dedo...

Eu fiz... não sei em que merda eu tava pensando, ou melhor, já nem tava pensando, a umidade tava me vencendo... ela levou meu dedo aos lábios e começou a lamber com a língua, uff! Você não imagina quantas coisas passaram pela minha cabeça, seu desejo se realizou, eu não podia estar mais molhada. Ela pegou um pouco do sorvete dela com o dedo e fez o mesmo comigo, mas a safada deixou cair bem no meio dos meus peitos, que com aquela blusa justa estavam saltando demais. Curioso, eu mesma me excitei com meus peitos! Quando senti o frio, um arrepio percorreu meu corpo inteiro, de verdade, foi lindo...lesbicasEla reagiu rápido e me disse:

— Desculpa! Agora vou te ajudar…

Foi mais rápida que eu, passou o dedo percorrendo o caminho que o sorvete fez. Devo dizer que imaginei que era você… puta merda! Meu corpo arrepiava! O que ela limpou com o dedo, levou direto pra boca. Minha reação foi morder os lábios, e a dela foi dizer: "Já não lembrava que você tinha um gosto tão viciante…"

Já tava no limite, você passou pela minha cabeça com todos os e-mails que trocamos, os olhares dos caras, e ela me tocando daquele jeito. Pra completar, nem percebi que não tinha limpado toda a calda do sorvete, e com o calor que tava, não senti que ainda tinha mais derretendo entre meus peitos, tanto que minha blusa sujou com o que escorreu até meu umbigo. Quando descobri, só queria me limpar, mas a excitação e suas palavras de imaginar putarias atravessaram minha mente. Deus, seus lindos olhos azuis invadiram minha fantasia! (Espero que considere meu elogio!)

Só pensei numa língua lambendo todo aquele sorvete, quando senti ela passando o dedo por cima da minha blusa, no mesmo trajeto que a calda fez no meu corpo, devagar, com você na minha imaginação. Lembrei daquela calcinha fio dental que eu tava usando, já encharcada, a ponto da lycra da legging molhar, e eu me segurando o máximo que dava. Nisso, ela chegou no meu umbigo, não resisti mais. Ela começou a descer um pouco, e a putinha passou o dedo por cima da lycra, por cima da minha umidade, por cima da calcinha. Não aguentei mais, senti meu corpo pedindo pra me deixar levar, e eu deixei. Apoiei as mãos no banco e soltei um suspiro. Minha respiração acelerou, minha cabeça rodava, e os olhos dela cravados em mim, mordendo os lábios…

Era de se esperar as palavras dela:

— Você teve um orgasmo! Na frente de uma igreja! Num parque público! — que tava vazio, por sorte — Diz, em que você tava pensando?

Ha! Não ia responder que tava pensando em você… pra você, os e-mails e todo o resto, então falei pra ela esquecer e que já tinha que ir. Nisso não menti, já eram quase cinco e meia da tarde, o tempo estava fechando e eu com aquela roupa tão fina, uma molhada e a outra suja, obviamente tinha que chegar antes dos meus pais. Ela só disse:

— Ok! Tá bom, vamos pegar meu carro, te deixo em casa e vou embora…

Acontece que ela deixou o carro num estacionamento em frente àquele parque. Sabia que era besteira porque ficava a menos de cinco minutos da minha casa, mas se eu recusasse, ela perguntaria mais sobre o que tinha acontecido e eu já não fazia ideia de como me livrar daquilo. Chegamos no carro, o estacionamento estava escuro porque ela tinha deixado praticamente no fundo.

Já dentro do carro, ela me disse:

— Não quer trocar de blusa? Não pode chegar assim, sua irmã vai te perguntar com o que você se sujou…

Ela sempre tem roupa de reserva, ainda não entendo por quê, mas isso não me preocupava porque eu podia inventar qualquer desculpa pra minha irmã, então falei:

— Não, assim tá bom, vamos logo…

E ela respondeu:

— Tem certeza? Já são seis…

Não soube nem como tudo passou tão rápido, meia hora… mas quando meus pais chegassem, já estariam em casa e eu não podia entrar daquele jeito, então aceitei. Ela me deu uma blusa como as que costumo usar, de lycra, e era óbvio que eu teria que me trocar no carro — sério, não sei o que estava acontecendo comigo, você ainda estava na minha mente e eu estava ficando excitada de novo. Não pensei muito, tirei a blusa colada que estava usando e fiquei só com o sutiã. Os olhos dela brilharam tanto que você não imagina, ela mordeu os lábios e depois passou a língua sobre eles…

Já te contei, os vidros do carro dela são escuros, então não dava pra ver nada de fora pra dentro. Ela disse:

— Você é tão gostosa! Seu cabelo… caindo pelos seus ombros… e esse sutiã preto…

Inevitavelmente, minha respiração acelerou. Limpei o que restava de sorvete quando ela se aproximou tanto de mim que ficamos cara a cara, não havia O jeito de escapar disso era esperar eu me resignar ou sair meio nua do estacionamento.
De repente, ela me deu um beijo, os lábios macios mas ao mesmo tempo com uma força que dava pra perceber o quanto ela queria aquilo. Depois de alguns segundos, reagi e a afastei, falei:

- Isso é errado! Sabe que não quero te machucar, já te disse, pra mim não passa de um jogo.

Ela respondeu:

- Então vamos jogar sem culpa...

Ela se inclinou e me beijou de novo, eu já estava molhadíssima! A ponto de a lycra que eu vestia estar encharcada, ela começou a passar a língua no meu pescoço – a maldita sabe do que eu gosto – eu já não controlava mais minha respiração. Ela fez o banco ir o mais pra trás possível e se sentou no meu colo, soltou meu sutiã enquanto continuava beijando meu pescoço, meus peitos ficaram expostos, deixando óbvia a excitação que eu já sentia. Com a língua, ela começou a descer devagar e disse:

- Olha só, esse sorvete fica melhor quando como de você!

Uffff!... Eu só apertava as pernas, não sabe a vontade que eu tinha de gozar, e meus lábios já estavam vermelhos de tanto que eu os mordia pra me segurar. Quando finalmente chegou aos meus peitos, foi lindo, ela me olhava direto nos olhos enquanto os lambia – claro, te falei, naquele momento eu imaginei que era outra pessoa, ha! adivinha quem? – a mão dela começou a descer pela minha barriga até chegar naquele lugar que já não podia estar mais molhado, ela me olhou nos olhos e disse:erotica- Olha só que coisa mais linda, mas que molhada você tá, não sei o que você tá imaginando, o que rolou no parque, nem o que tá te provocando agora, mas você tá escorrendo! Quem diria que por trás dessa carinha e pessoa tão meiga que você parece, esconde tudo isso...

Má combinação de palavras, já não aguentava mais, dessa vez eu via chegando...

Enfiou os dedos na boca e passou a mão por baixo da linha da calcinha fio dental e não foi nada difícil enfiar os dedos em mim... ufff!. Nem percebi o quanto eu tava ofegante até ele só falar

- Shhhh! Que vão nos ouvir!

Já não tinha controle de mim, me tinha onde queria – bom, você me tinha – começou a mexer os dedos cada vez mais rápido enquanto me beijava e, olhando nos meus olhos, disse

- Vai, gostosa, goza, quero que você goze pra mim, quero saborear essa coisa que eu tanto gosto, quero que você tenha um orgasmo, quero ouvir você suspirar por mim!

Deus! Juro que o que me excitou foi pensar que era você quem tava dizendo tudo aquilo...

Perdi o controle do meu corpo, comecei a me mexer sem controle e um suspiro misturado com gemidos... Meu Deus! Foi tão gostoso!.

Depois a gente conversou um pouco e troquei a camiseta por um suéter porque no tempo que passou aquilo, lá fora chovia de novo, como de manhã.

Bem, te falei, a carne é fraca, e esses jogos são perigosos mas lindos.

Todas essas palavras me pareceram extremamente excitantes, e ainda mais saindo dos lábios de uma mulher...
Talvez essa história continue, talvez ela me conte novas aventuras, talvez, só talvez...

CONTINUA

Se você é maior de idade e quer me fazer comentários sobre esse conto, pode me escrever com o título ‘MENTA E CHOCOLATE’ para DULCES.PLACERES@LIVE.COM

1 comentários - Menta e chocolate - parte 1