Oi, meu nome é Diana. Sou magra, tenho 1,67m de altura, pele branca, peitos e bunda grandes, cabelo longo e escuro. Também sou gostosa — não quero me gabar muito. Agora tenho 25 anos, sou casada e tenho um filho de 7 anos. Vou contar pra vocês como meu marido me perdoou. Ele é branco, tem 1,70m, é bonito, o pau tem uns 16cm, cheio de pelo por todo lado, nem gordo nem magro — hehe. Vamos começar. Pra vocês entenderem melhor, vou contar desde quando engravidei muito jovem. Naquela época, eu não tinha tanta experiência, mas devo admitir que o namoro foi muito bom. A gente saía pro parque, pro cinema, ele me acompanhava em casa todo dia depois da escola. Eu ia na casa dele porque ficava perto, claro, pra pegar ele a tarde toda. Meu namorado na época, agora meu marido, Raul, era um pouco mais velho que eu. Quando a gente casou, não tinha casa própria nem alugada. Então a gente morava na casa dos pais dele, e minha sogra ficava lá o dia todo. Ele tem um irmão (Hector) da minha idade, que antes de eu namorar meu marido, já dava em cima de mim. Bom, já morando naquela casa, depois que meu filho nasceu, meu marido começou a me negligenciar bastante. Saía com os amigos pra beber cerveja enquanto eu ficava em casa cuidando do bebê. Meu cunhado ficava em casa, não fazia nada de útil, e a gente conversava muito até o Raul chegar — muitas vezes ele vinha todo bêbado. Pra isso, meu cunhado andava sempre pela casa sem camisa, como se quisesse que eu olhasse pra ele, o que não me desagradava tanto. Meu marido ficava irritado e mandava ele se vestir. Mas ele tinha um corpo bonito, e eu via, verdade seja dita. Um dia, Raul foi trabalhar, e eu tava em casa entediada. A gente tinha discutido um pouco antes dele sair. Meu cunhado, intrometido como sempre, escutou tudo. Assim que ele saiu, meu cunhado chegou perto e disse que eu não merecia ser tratada daquele jeito — sendo que a briga nem foi tão grave. E eu comecei a perceber as intenções dele. Uns dias depois, meu marido estava... Na sala, conversando com a mãe dele, que tava cuidando do meu bebê enquanto eu tomava banho. Aí saí do banho de moletom e legging, subi pra me trocar. Tirei a roupa, só tinha colocado a calcinha e tava lutando pra fechar o sutiã porque meus peitos estavam maiores que o normal — até os bicos tavam grandes também, hehe. Aí entra meu cunhado, o Héctor, perguntando pelo Raul, sendo que eu tinha certeza que ele sabia onde o Raul tava, porque tinha visto ele com a mãe dele há pouco. Quando ele entrou sem avisar, me assustei e tentei me cobrir. Ele pediu desculpa, mas continuou me olhando. Fiquei nervosa e falei "desculpa também", hehe, e ficava me tapando em cima ou embaixo, mas sempre deixava alguma coisa à mostra. Virei de costas, aí pensei melhor e me virei de novo, haha, foi engraçado. Depois de uns minutos — ou segundos — de silêncio me encarando, falei: "Dá pra você sair, por favor?" Ele respondeu: "Claro, desculpa, já volto." E não posso negar que fiquei excitada com o jeito que ele me olhava, e dava pra ver a calça dele molhada na ponta do pau, fazendo uma barraca de circo. Ele sabia muito bem o que tava fazendo antes disso. Pensei em contar pro Raul, mas não tive coragem. Uns dias depois, o Raul começou a passar menos tempo em casa por causa do trabalho e a me dar menos atenção. Enquanto isso, meu cunhado não parava de falar: "Como você deixa ele te tratar assim? Você é uma boba." Mesmo que a gente já nem brigasse mais. Na época, eu não entendia direito o que ele queria. Até que um desses dias, briguei de novo com o Raul e saí do quarto. Quando tava arrumando a cama com minhas coisas pra deitar, ouvi alguém entrar. Pensei que era o Raul vindo me implorar pra voltar, quando sinto alguém começando a apalpar meus peitos e beijar meu pescoço. Falei: "Não vai me convencer, tô puta, e ainda mais assim." Mas quando vi as mãos, percebi que era o Héctor. Me assustei e fiquei paralisada. Enquanto isso, ele não parava de apertar meus peitos, e eu comecei a gostar — sei lá, pela adrenalina ou porque simplesmente gostava dele. Aí senti o pau dele nas minhas nádegas. Tava bem duro, aí ouvi as escadas e tirei a tempo, era o Raul que vinha me implorar agora sim hehe. Aí meu cunhado fala: "Não briguem, conversem, vocês formam um casal muito bonito por dentro". Me deu risada do quão cínico ele era. Meu marido pediu pra ele nos deixar a sós, já conversei com ele e fomos dormir. No dia seguinte, quando o Raul não tava, mas minha sogra e meu cunhado estavam, comecei a conversar como se nada tivesse acontecido. E ele me fala baixinho pra ela não ouvir, já que o quarto dela era ao lado da sala onde a gente tava. Ele me pergunta: "Cê não gostou, não?" Tentei mudar de assunto por razões óbvias, além de ser meio desconfortável a pergunta logo de cara, minha dupla sogra tava perto hehe. Falei que ele era louco, que eu era esposa do irmão dele, sabe, pra não parecer que tava na seca hehe. Aí ele pediu pra eu chegar perto pra me falar uma coisa, e meu coração começou a bater rápido, já sabia onde aquilo ia dar. Fiquei tipo "não faz isso, amo o Raul, mas também gosto do Hector". Cheguei perto dele, e ele me deu um beijo. Eu fiz a digna e não correspondi, aí subi pro quarto e fiquei pensando nas coisas. Decidi não deixar ele chegar mais perto de mim...
Passaram-se dias e não troquei palavra com ele, até pedi pro Raul a gente procurar outra casa. Um dia, o Raul chega super bêbado, pedi pra ele deitar e ele gritou comigo, falando quem eu era pra mandar nele, e ainda saiu com os amigos. Fiquei em casa furiosa. Aí tava na sala vendo TV com o docinho dormindo num sofá, com minha sogra no quarto dela, quando chega o Hector e me pede desculpas. Falei que não tinha problema, e ele disse que eu podia contar com ele, que o irmão dele era burro, não me valorizava, a mulher tão gostosa e boa que tinha, que se fosse ele meu marido, não tava bebendo, ia me comer o dia inteiro. Acho que gostei das palavras dele e, puta, continuei a conversa. Aí fiz cara de triste, falando como me sentia mal, e ele aproveitou pra me abraçar e, disfarçadamente, roçava os peitos com o antebraço, saca? Eu nem me ligava, bom, também tava ficando com tesão. O estranho foi que dava pra ouvir os roncos da minha sogra, hehe. Ele começou a me beijar, não era muito bom, mas tinha empolgação. Eu tava ficando com tesão porque meu marido não dava a mínima pra mim. Aí ele puxou minha blusa e sutiã de uma vez e começou a apertar meus peitos, isso me deixou ainda mais com tesão, o desespero dele. Daí ele me deitou num sofá e começou a me apalpar toda. Ele, muito ousado, com a mãe perto e eu sendo esposa do irmão dele, ficamos nos pegando um bom tempo. Parecia um louco, eu adorava a saliva dele nos meus peitos, como ele mexia a língua. Perdi a vergonha completamente. Ele apalpava minha bunda desesperado, o que eu amava, e falou: "Eu só vou por cima e olha que bunda gostosa você tem, vagabunda." Já tava com a calcinha molhada, perguntei. Quando ele colocou minha mão no pau dele e disse: "Ninguém te tocou como eu, né, Dianis? Meu irmão não te satisfaz, eu vou fazer por ele." Eu falei: "Tá bom." Ele continuou me tocando até desabotoar minha calça e disse: "Quero meter a mão na frente pra sentir sua buceta molhada." Eu tava com muito tesão, ele respirava que nem um tarado, me excitava. De repente, minha sogra falou. Nós separamos rápido, até tinha esquecido que ela tava ali. Ainda bem que ela não percebeu nada, hehe. Levei um susto que quase meu coração saiu pela boca. De novo me arrependi, não consegui dormir, ou seria pelo tesão que ficou? No dia seguinte, Raul foi trabalhar e o Héctor já tinha plano. Esperou a gente ficar sozinho, o que só rolou de tarde, pra me chamar pro quarto dele. Lá já tinha cerveja, pensei: "Isso não é bom, com o tesão que a bebida me dá, hehe." A gente conversou um pouco bebendo e começou o que rolou no dia anterior, mas foi rapidamente interrompido. Raul chegou mais cedo, abriu com a chave dele. Ainda bem que ele chegou me chamando, e a gente se ajeitou um pouco enquanto ele subia. Quando ele viu que eu tava no quarto do irmão, ficou puto na hora. Eu falei que só tava vendo um vídeo que o irmão dele baixou. Ele não acreditou e a gente brigou um pouco. Foi foda. que convencê-lo com uma chupadinha, o que eu sei fazer muito bem desde o ensino médio mmm... de noite acordei e me arrependi do que tava fazendo quando ele me deu um poema escrito pra mim e decidi de novo não fazer mais aquilo. Eu me afastei do Hector de novo por um tempo, ele não se cansava de me encurralar pela casa toda quando a gente ficava sozinho, mas eu negava até que um dia eu tava no computador vendo um pornô — sim, a gente mulher também vê e muito —, ouvi quando ele se aproximou do quarto onde eu tava, fechei a página na hora mas me enganei e ele viu o vídeo que tava passando: uma mina chupando vários paus. Ele solta uma risada e fala: "assim que eu queria te encontrar". Fiquei sem palavras, ele me ameaçou de contar pro Raul sobre a gente se eu não cooperasse. Falei pra ele não contar nada, até porque eu já tava muito cachorra. Na hora ele tira o pau pra fora e mete na minha boca. Com a vontade que eu tava vendo os vídeos, nem pensei duas vezes e comecei a chupar. Tinha um gosto meio salgado, mas não liguei e continuei chupando até ele gozar na minha boca. O ruim é que, de tão tarado, ele também não durou nem 2 minutos. Quase na hora do Raul chegar, pedi pra ele sair do quarto. Eu ainda tava muito quente e pensei: quando o Raul chegar, vou descontar nele — praticamente estuprei ele, hehe. Assim que ele entrou, surpreendi o infeliz com um beijo. Nunca tinha beijado alguém depois de chupar o pau de outro, ainda tinha um pouco de porra do irmão dele na boca, hehe. Que maldade, eu sei. Ele nem notou o gosto e eu dei uma chupada tão gostosa, e depois de foder com ele também comi o dele. Naquele dia, comi o pau dos dois irmãos. Dias depois, ele encontrou um sutiã meu no quarto do irmão — não sei como aquele degenerado tinha ele —, e aí tivemos uma briga feia, quase me expulsou de casa. Disse pra eu não falar mais com o Hector. Mais tarde, ele reclamou de novo a mesma coisa, e de como a gente passava muito tempo conversando junto. Daí tudo começou a piorar entre eu e ele, e eu não me aproximava do Hector de jeito nenhum, então a gente se mandava textos, hehe. A criatividade... A gente combinou pelas mensagens de não fazer mais nada, pelo menos por um tempo, porque minha sogra tava de olho. Num domingo, o Raul tava bebendo pra caralho e ficou meio agressivo, me apertou e eu fiquei puta da vida. Mandei mensagem pro Hector pra gente se ver no quintal quando o Raul e os outros dormissem. Ele apagou de bêbado, e quando tava morto, fui pro quintal. Começamos a nos beijar e ele, como sempre, devorando meus peitos. Já tava muito quente, ele começou a me despir, colocou uma coberta e me deitou ali mesmo. Começou a lamber minha buceta, chupava de um jeito estranho mas gostoso. Depois me pediu pra chupar ele, falou que adorou da outra vez. Enfiei tudo na boca, sentia ele tão quente, soltando líquido cada vez que entrava e saía da minha boca. Joguei ele no chão e começamos um 69 gostoso. Já tava muito molhada, só pensava em ser penetrada. Ele me deitou e começou a meter sem parar, dava pra sentir o desejo que ele tinha por mim. A cada metida, ele começou a foder cada vez mais forte, apertava meus peitos como se fosse arrancar, e o pau quente dele dentro de mim. Me colocou de quatro, como os homens falam, e meteu por trás. Tava tão molhada que nem doeu. Ele comeu gostoso, com força. Depois de um tempo, me virou pra eu chupar ele de novo, dizendo que adorava minha bunda, meus peitos, minha buceta e como eu chupava, que eu era uma puta recatada. Isso foi umas 4 da manhã. A gente se vestiu e continuou conversando ali mesmo. Depois de um tempo, como tava meio frio, fomos pro quarto de lavar. Jogamos roupa suja no chão pra deitar. Ele queria de novo, mas tava mole. Me ofereci pra levantar ele e comecei a chupar até endurecer rápido. Montei em cima, sou muito boa no que faço, podem acreditar. Coitado, virava os olhos e respirava muito rápido. Eu girava o pau dele dentro de mim como se fosse arrancar. Ele, feliz da vida, gozou dentro de mim. As pernas tremiam, suava pra caralho, com uma cara de doente, rs. Depois de um tempo, a gente ainda queria mais, e de novo fiz ele endurecer com uma chupada. Boa chupada, essa última. Aí no terceiro, eu já tava de quatro feito uma cadela, quando ouvi a voz do Raul me chamando. Meu coração quase saiu pela boca, parou literalmente, ou sei lá, eu levantei na hora, feito um raio, e respondi: "Já vou, tô colocando roupa pra lavar". Ele não acreditou, claro, umas 5 da manhã, ou nem sei que horas eram. Quando ele foi se aproximando, eu espiei pra falar que já tava indo, mas ele não parou de andar. Chegou, empurrou a porta e nos viu pelados. A cara dele era de demônio, mas ele só me empurrou, dizendo que não podia acreditar. Não lembro tudo que ele falou. Ele saiu xingando, acordando meus sogros com os gritos. Meu cunhado saiu voando, se vestiu e foi pra rua. Eu não sabia o que fazer, nem achava minha roupa. Meu marido voltou pra me pegar e me arrastou até nosso quarto. Eu tava com muito medo, achava que ele ia me matar ou fazer alguma coisa. Meus sogros subiram pra acalmar ele, e ele não parava de falar pra eu vazar, que eu era uma puta. Eu não sabia como chegar na minha família, ou melhor, com que cara, se eles descobrissem. Depois de um tempão, ele já mais calmo, pediu pros meus sogros saírem, e como viram ele mais tranquilo, aceitaram. Essa sim é uma família moderna, hehe. A gente começou a conversar, ele perguntou se a gente tinha transado. Eu respondi que só peguei, que ele chegou antes de começar. Aí ele me deu um tapa e disse pra não mentir, pra falar a verdade. Eu falei de novo que era verdade, e ele me bateu, avisando que era a última vez que me dava de leve. Isso me assustou porque doeu pra caralho. Aí eu falei, chorando, que sim, mas que ele me perdoasse, que eu amava ele, que tinha sido um erro porque ele não me dava atenção, eu me sentia sozinha. A mesma história de sempre, uma garota mártir, hehe. Aí ele pergunta: "Gostou de como ele meteu em você, sua vagabunda?" Eu respondi que mais ou menos, que fiz por despeito. Ele disse: "Cala a boca, só responde o que eu perguntei." Eu balancei a cabeça e me abaixei. Ele manda: "Olha pra minha cara, pelo menos isso eu mereço." E perguntou: "Quantas vezes ele te comeu?" Eu falei que só uma, e ele me bateu de novo. Um tapa, mas agora mais forte. Respondi rápido que 2, e quando ele chegou, ele chegou. Ele diz: "Então, se você gostou tanto, por que despeito teria sido um? Ele te comeu por trás?" Eu neguei. Ele me puxou e disse: "Vou te examinar." Me inclinou e me tocou, dizendo: "Siiiim, sim, logo se vê. Olha como você tem o cu dilatado." Começou a meter os dedos bruscamente, enfiando 2 ou 3 dedos. Eu só aguentava tudo o que ele fizesse. Agora pergunta: "Você chupou ele?" Eu só balancei a cabeça afirmando devagar, esperando a reação dele. Ele balança a cabeça dizendo: "Você é uma foxy. Sabe quantas vezes você comeu ele? Eu te conheço." Eu só me abaixei. Ele continua as perguntas: "Quem tem a maior, sua puta?" Digo que ele, o que era verdade. A do irmão dele cabia fácil inteira na minha boca. Aí ele tira a dela e me faz chupar. Eu, entre medo e sei lá, já tava bem excitada, hehe. Enquanto chupava, ele continuou com as perguntas. Eu tirava o pau dele da boca pra responder, e como já tava quente, ia contando os detalhes. Perguntou se ele tinha me comido muitas vezes. Eu disse que só naquela noite, outras vezes ele só me tocava e eu chupava. E ele me deu outro tapa. Falei pra ele não me bater mais e que respondia tudo que ele perguntasse. Ele sorriu e continuou, agora me comendo enquanto eu contava. Se eu falava que ele me empinava, ele fazia. Passo a passo. Eu tava muito excitada, mesmo com a situação estranha, ou talvez por causa disso, sei lá, hehe. Me perguntou se eu tinha comido a porra dele ao chupar. Falei que sim, quase todas as vezes. Até contei da vez que beijei ele depois de comer a porra do irmão dele, Héctor. "Se eu gostei?" Respondi: "Hum, muitíssimo, mas agora que você quer me comer, você é melhor, hehe." Ele responde: "Sim, sua puta. Se fosse verdade, você não teria feito. Mas você é minha puta e vai fazer o que eu mandar." Pergunta: "Como ele tocou suas tetas?" Eu peguei a mão dele e movi nos meus peitos, explicando como, até que terminamos também comendo o esperma dele. Acho que já tava virando parte da minha dieta. Pensei, depois daquilo, já deitados, ela começou a chorar. Abracei ela, ficamos abraçados um tempão e ela dormiu. Quando acordou, a gente conversou de novo e transamos outra vez. Aquele dia foi cheio de ação. Meu cunhado, eu comi ele de novo mais uma vez uns dias depois, num hotel, porque no fim ele acabou me mandando umas semanas pra casa da minha família, até que meu marido Raul foi me buscar e implorar pra eu voltar. Sou irresistível, hehe. E sim, eu perdoei, perdoei mesmo. Estamos casados desde então.
Passaram-se dias e não troquei palavra com ele, até pedi pro Raul a gente procurar outra casa. Um dia, o Raul chega super bêbado, pedi pra ele deitar e ele gritou comigo, falando quem eu era pra mandar nele, e ainda saiu com os amigos. Fiquei em casa furiosa. Aí tava na sala vendo TV com o docinho dormindo num sofá, com minha sogra no quarto dela, quando chega o Hector e me pede desculpas. Falei que não tinha problema, e ele disse que eu podia contar com ele, que o irmão dele era burro, não me valorizava, a mulher tão gostosa e boa que tinha, que se fosse ele meu marido, não tava bebendo, ia me comer o dia inteiro. Acho que gostei das palavras dele e, puta, continuei a conversa. Aí fiz cara de triste, falando como me sentia mal, e ele aproveitou pra me abraçar e, disfarçadamente, roçava os peitos com o antebraço, saca? Eu nem me ligava, bom, também tava ficando com tesão. O estranho foi que dava pra ouvir os roncos da minha sogra, hehe. Ele começou a me beijar, não era muito bom, mas tinha empolgação. Eu tava ficando com tesão porque meu marido não dava a mínima pra mim. Aí ele puxou minha blusa e sutiã de uma vez e começou a apertar meus peitos, isso me deixou ainda mais com tesão, o desespero dele. Daí ele me deitou num sofá e começou a me apalpar toda. Ele, muito ousado, com a mãe perto e eu sendo esposa do irmão dele, ficamos nos pegando um bom tempo. Parecia um louco, eu adorava a saliva dele nos meus peitos, como ele mexia a língua. Perdi a vergonha completamente. Ele apalpava minha bunda desesperado, o que eu amava, e falou: "Eu só vou por cima e olha que bunda gostosa você tem, vagabunda." Já tava com a calcinha molhada, perguntei. Quando ele colocou minha mão no pau dele e disse: "Ninguém te tocou como eu, né, Dianis? Meu irmão não te satisfaz, eu vou fazer por ele." Eu falei: "Tá bom." Ele continuou me tocando até desabotoar minha calça e disse: "Quero meter a mão na frente pra sentir sua buceta molhada." Eu tava com muito tesão, ele respirava que nem um tarado, me excitava. De repente, minha sogra falou. Nós separamos rápido, até tinha esquecido que ela tava ali. Ainda bem que ela não percebeu nada, hehe. Levei um susto que quase meu coração saiu pela boca. De novo me arrependi, não consegui dormir, ou seria pelo tesão que ficou? No dia seguinte, Raul foi trabalhar e o Héctor já tinha plano. Esperou a gente ficar sozinho, o que só rolou de tarde, pra me chamar pro quarto dele. Lá já tinha cerveja, pensei: "Isso não é bom, com o tesão que a bebida me dá, hehe." A gente conversou um pouco bebendo e começou o que rolou no dia anterior, mas foi rapidamente interrompido. Raul chegou mais cedo, abriu com a chave dele. Ainda bem que ele chegou me chamando, e a gente se ajeitou um pouco enquanto ele subia. Quando ele viu que eu tava no quarto do irmão, ficou puto na hora. Eu falei que só tava vendo um vídeo que o irmão dele baixou. Ele não acreditou e a gente brigou um pouco. Foi foda. que convencê-lo com uma chupadinha, o que eu sei fazer muito bem desde o ensino médio mmm... de noite acordei e me arrependi do que tava fazendo quando ele me deu um poema escrito pra mim e decidi de novo não fazer mais aquilo. Eu me afastei do Hector de novo por um tempo, ele não se cansava de me encurralar pela casa toda quando a gente ficava sozinho, mas eu negava até que um dia eu tava no computador vendo um pornô — sim, a gente mulher também vê e muito —, ouvi quando ele se aproximou do quarto onde eu tava, fechei a página na hora mas me enganei e ele viu o vídeo que tava passando: uma mina chupando vários paus. Ele solta uma risada e fala: "assim que eu queria te encontrar". Fiquei sem palavras, ele me ameaçou de contar pro Raul sobre a gente se eu não cooperasse. Falei pra ele não contar nada, até porque eu já tava muito cachorra. Na hora ele tira o pau pra fora e mete na minha boca. Com a vontade que eu tava vendo os vídeos, nem pensei duas vezes e comecei a chupar. Tinha um gosto meio salgado, mas não liguei e continuei chupando até ele gozar na minha boca. O ruim é que, de tão tarado, ele também não durou nem 2 minutos. Quase na hora do Raul chegar, pedi pra ele sair do quarto. Eu ainda tava muito quente e pensei: quando o Raul chegar, vou descontar nele — praticamente estuprei ele, hehe. Assim que ele entrou, surpreendi o infeliz com um beijo. Nunca tinha beijado alguém depois de chupar o pau de outro, ainda tinha um pouco de porra do irmão dele na boca, hehe. Que maldade, eu sei. Ele nem notou o gosto e eu dei uma chupada tão gostosa, e depois de foder com ele também comi o dele. Naquele dia, comi o pau dos dois irmãos. Dias depois, ele encontrou um sutiã meu no quarto do irmão — não sei como aquele degenerado tinha ele —, e aí tivemos uma briga feia, quase me expulsou de casa. Disse pra eu não falar mais com o Hector. Mais tarde, ele reclamou de novo a mesma coisa, e de como a gente passava muito tempo conversando junto. Daí tudo começou a piorar entre eu e ele, e eu não me aproximava do Hector de jeito nenhum, então a gente se mandava textos, hehe. A criatividade... A gente combinou pelas mensagens de não fazer mais nada, pelo menos por um tempo, porque minha sogra tava de olho. Num domingo, o Raul tava bebendo pra caralho e ficou meio agressivo, me apertou e eu fiquei puta da vida. Mandei mensagem pro Hector pra gente se ver no quintal quando o Raul e os outros dormissem. Ele apagou de bêbado, e quando tava morto, fui pro quintal. Começamos a nos beijar e ele, como sempre, devorando meus peitos. Já tava muito quente, ele começou a me despir, colocou uma coberta e me deitou ali mesmo. Começou a lamber minha buceta, chupava de um jeito estranho mas gostoso. Depois me pediu pra chupar ele, falou que adorou da outra vez. Enfiei tudo na boca, sentia ele tão quente, soltando líquido cada vez que entrava e saía da minha boca. Joguei ele no chão e começamos um 69 gostoso. Já tava muito molhada, só pensava em ser penetrada. Ele me deitou e começou a meter sem parar, dava pra sentir o desejo que ele tinha por mim. A cada metida, ele começou a foder cada vez mais forte, apertava meus peitos como se fosse arrancar, e o pau quente dele dentro de mim. Me colocou de quatro, como os homens falam, e meteu por trás. Tava tão molhada que nem doeu. Ele comeu gostoso, com força. Depois de um tempo, me virou pra eu chupar ele de novo, dizendo que adorava minha bunda, meus peitos, minha buceta e como eu chupava, que eu era uma puta recatada. Isso foi umas 4 da manhã. A gente se vestiu e continuou conversando ali mesmo. Depois de um tempo, como tava meio frio, fomos pro quarto de lavar. Jogamos roupa suja no chão pra deitar. Ele queria de novo, mas tava mole. Me ofereci pra levantar ele e comecei a chupar até endurecer rápido. Montei em cima, sou muito boa no que faço, podem acreditar. Coitado, virava os olhos e respirava muito rápido. Eu girava o pau dele dentro de mim como se fosse arrancar. Ele, feliz da vida, gozou dentro de mim. As pernas tremiam, suava pra caralho, com uma cara de doente, rs. Depois de um tempo, a gente ainda queria mais, e de novo fiz ele endurecer com uma chupada. Boa chupada, essa última. Aí no terceiro, eu já tava de quatro feito uma cadela, quando ouvi a voz do Raul me chamando. Meu coração quase saiu pela boca, parou literalmente, ou sei lá, eu levantei na hora, feito um raio, e respondi: "Já vou, tô colocando roupa pra lavar". Ele não acreditou, claro, umas 5 da manhã, ou nem sei que horas eram. Quando ele foi se aproximando, eu espiei pra falar que já tava indo, mas ele não parou de andar. Chegou, empurrou a porta e nos viu pelados. A cara dele era de demônio, mas ele só me empurrou, dizendo que não podia acreditar. Não lembro tudo que ele falou. Ele saiu xingando, acordando meus sogros com os gritos. Meu cunhado saiu voando, se vestiu e foi pra rua. Eu não sabia o que fazer, nem achava minha roupa. Meu marido voltou pra me pegar e me arrastou até nosso quarto. Eu tava com muito medo, achava que ele ia me matar ou fazer alguma coisa. Meus sogros subiram pra acalmar ele, e ele não parava de falar pra eu vazar, que eu era uma puta. Eu não sabia como chegar na minha família, ou melhor, com que cara, se eles descobrissem. Depois de um tempão, ele já mais calmo, pediu pros meus sogros saírem, e como viram ele mais tranquilo, aceitaram. Essa sim é uma família moderna, hehe. A gente começou a conversar, ele perguntou se a gente tinha transado. Eu respondi que só peguei, que ele chegou antes de começar. Aí ele me deu um tapa e disse pra não mentir, pra falar a verdade. Eu falei de novo que era verdade, e ele me bateu, avisando que era a última vez que me dava de leve. Isso me assustou porque doeu pra caralho. Aí eu falei, chorando, que sim, mas que ele me perdoasse, que eu amava ele, que tinha sido um erro porque ele não me dava atenção, eu me sentia sozinha. A mesma história de sempre, uma garota mártir, hehe. Aí ele pergunta: "Gostou de como ele meteu em você, sua vagabunda?" Eu respondi que mais ou menos, que fiz por despeito. Ele disse: "Cala a boca, só responde o que eu perguntei." Eu balancei a cabeça e me abaixei. Ele manda: "Olha pra minha cara, pelo menos isso eu mereço." E perguntou: "Quantas vezes ele te comeu?" Eu falei que só uma, e ele me bateu de novo. Um tapa, mas agora mais forte. Respondi rápido que 2, e quando ele chegou, ele chegou. Ele diz: "Então, se você gostou tanto, por que despeito teria sido um? Ele te comeu por trás?" Eu neguei. Ele me puxou e disse: "Vou te examinar." Me inclinou e me tocou, dizendo: "Siiiim, sim, logo se vê. Olha como você tem o cu dilatado." Começou a meter os dedos bruscamente, enfiando 2 ou 3 dedos. Eu só aguentava tudo o que ele fizesse. Agora pergunta: "Você chupou ele?" Eu só balancei a cabeça afirmando devagar, esperando a reação dele. Ele balança a cabeça dizendo: "Você é uma foxy. Sabe quantas vezes você comeu ele? Eu te conheço." Eu só me abaixei. Ele continua as perguntas: "Quem tem a maior, sua puta?" Digo que ele, o que era verdade. A do irmão dele cabia fácil inteira na minha boca. Aí ele tira a dela e me faz chupar. Eu, entre medo e sei lá, já tava bem excitada, hehe. Enquanto chupava, ele continuou com as perguntas. Eu tirava o pau dele da boca pra responder, e como já tava quente, ia contando os detalhes. Perguntou se ele tinha me comido muitas vezes. Eu disse que só naquela noite, outras vezes ele só me tocava e eu chupava. E ele me deu outro tapa. Falei pra ele não me bater mais e que respondia tudo que ele perguntasse. Ele sorriu e continuou, agora me comendo enquanto eu contava. Se eu falava que ele me empinava, ele fazia. Passo a passo. Eu tava muito excitada, mesmo com a situação estranha, ou talvez por causa disso, sei lá, hehe. Me perguntou se eu tinha comido a porra dele ao chupar. Falei que sim, quase todas as vezes. Até contei da vez que beijei ele depois de comer a porra do irmão dele, Héctor. "Se eu gostei?" Respondi: "Hum, muitíssimo, mas agora que você quer me comer, você é melhor, hehe." Ele responde: "Sim, sua puta. Se fosse verdade, você não teria feito. Mas você é minha puta e vai fazer o que eu mandar." Pergunta: "Como ele tocou suas tetas?" Eu peguei a mão dele e movi nos meus peitos, explicando como, até que terminamos também comendo o esperma dele. Acho que já tava virando parte da minha dieta. Pensei, depois daquilo, já deitados, ela começou a chorar. Abracei ela, ficamos abraçados um tempão e ela dormiu. Quando acordou, a gente conversou de novo e transamos outra vez. Aquele dia foi cheio de ação. Meu cunhado, eu comi ele de novo mais uma vez uns dias depois, num hotel, porque no fim ele acabou me mandando umas semanas pra casa da minha família, até que meu marido Raul foi me buscar e implorar pra eu voltar. Sou irresistível, hehe. E sim, eu perdoei, perdoei mesmo. Estamos casados desde então.
1 comentários - Infiel com meu cunhado gostoso