Viagem em família 2

Primeira parte: https://m.poringa.net/posts/relatos/3835994/Viagem-em-familia.htmlViagem em família 2*********** E de fato eu assumi o controle. Mas não como mãe, e sim como uma foxy gostosa. Retomei a direção em câmera lenta que meu filho estava controlando antes. De repente, não era mais meu filho que me forçava a montá-lo, era eu quem o montava por minha própria vontade... porque eu queria... porque o queria... mesmo que devagar, o que só aumentava minha frustração. Eu precisava quicar na pica dele e com força. Precisava montá-lo rápido. Precisava que ele me batesse. Não precisava fazer amor, precisava foder. No entanto, não podia fazer nada disso sem revelar completamente ao meu marido a verdade chocante do que estávamos fazendo. De repente, meu celular, que já estava no vibrar, vibrou na minha mão. Olhei pra ele. "Merda, te amo, mamãe" Lendo essas cinco palavras... lendo o termo mais doce, carinhoso... inocente até... para uma mãe... e eu era um desastre trêmulo e carente. Não podia negar que sentia algo poderoso, mesmo enquanto a pica dele se movia devagar dentro de mim, mesmo enquanto lia aquelas palavras ternas. Eu também o amava. Sem dúvida. E isso... isso... seja lá o que fosse... só aumentava meu amor por ele. Me convenci de que isso não era errado! Como algo errado pode ser tão bom? Eu estava fazendo meu filho feliz, que é o objetivo de toda mãe... de toda mamãe. Lutei para controlar minhas mãos trêmulas e poder mandar uma mensagem também. "Eu também te amo, filho" Outra mensagem. "Vou gozar dentro de você, mamãe" Outra mensagem: "Só me monta um pouquinho mais rápido, mamãe" Outra mensagem: "Por favor, mamãe!" Eu queria fazer meu filho feliz. Queria fazê-lo gozar. Queria sentir o esperma dele jorrando dentro da minha buceta. Então... comecei a montá-lo mais rápido, me segurando com cuidado no encosto do banco do meu marido como apoio. Não quiquei na pica dele como queria desesperadamente, mas me movi mais rápido e executei meu movimento de expert que sempre levava meu marido à loucura, enquanto Apertava meus músculos em volta da vara dura dele. E assim como sempre funcionou com meu marido, agora funcionou com meu filho... enquanto sentia o esperma dele enchendo minha buceta. Soltei um gemido incontrolável, piorado pelo fato de que minha cabeça estava apoiada na lateral do encosto do banco, a poucos centímetros da orelha esquerda do meu marido. "Você está bem?" Alex perguntou de novo. "Preciso muito fazer xixi", respondi, agarrando desesperadamente qualquer desculpa velha enquanto meu filho continuava gozando dentro de mim e eu continuava ordenhando ele o máximo que podia. "Mais alguns minutos", ele prometeu. "Tá bom", respondi, me inclinando e depois adicionando o duplo sentido, "muito mais e vou explodir". "Estou fazendo o melhor que posso", ele disse, sabendo por anos de viagem que quando eu digo que preciso fazer xixi... preciso fazer xixi. Meu filho começou a levantar a bunda, realmente me fodendo agora, me fazendo tremer e ofegar, "Ai, meu Deus". "Tem um posto de caminhoneiros a três quilômetros", disse Alex, apontando para uma placa. "Tão perto", respondi, de novo com duplo sentido, agora completamente incapaz de esconder minha desesperação pra gozar, grata que ele estava interpretando mal minha urgência, enquanto tentava desesperadamente gozar pelo menos sem gritar, e antes que chegássemos ao posto. Cory continuava bombeando a vara dele, não muito rápido, nem forte o suficiente pra fazer sons de estalo, mas eu podia sentir a maré subindo em mim, sabendo que a erupção inevitável estava perto, quando vi a placa de um quilômetro. A urgência me dominava, eu precisava ter esse orgasmo, minha vida dependia desse orgasmo! Me inclinei pra longe do meu marido, me recostei no peito do meu filho e montei na vara dele como uma louca enquanto movia minha mão pro meu clitóris e comecei a esfregar. Tava grata que a música estava alta demais pro meu marido ouvir os sons molhados do sexo bem atrás dele enquanto eu quicava na vara do Cory, desesperada pra chegar lá. Orgasmo. Consegui ver o ponto de ônibus e um restaurante na distância próxima, se aproximando rápido mesmo enquanto eu fazia o mesmo, e fechei os olhos e montei e montei e me esfreguei... e me esfreguei e finalmente gozei. "Deus", gemi alto, soltando a palavra, certa de que meu marido ainda ia achar que eu tava desesperada pra mijar, sem saber que logo atrás dele eu não conseguia segurar minhas vocalizações não por pressão hidráulica, mas porque meu orgasmo tava me atingindo igual uma tempestade elétrica, meus sucos jorrando de mim e inundando a rola e o colo do meu filho. De novo agarrei o banco do motorista e me levantei, a rola do meu filho finalmente saindo da minha buceta superaquecida. Felizmente, nunca passaram pensamentos de sexo incestuoso pela cabeça do meu marido. Por que passariam? Eu tava no banco de trás com meu filho enquanto ele me acalmava, claramente preocupado só com minha bexiga, "Trinta segundos, querida". "Tá bem, obrigada", respondi fraca, enquanto meu orgasmo agora imparável continuava me atravessando igual um tornado. Dava pra sentir meu filho tateando debaixo de mim, provavelmente guardando a rola dele, que percebi que ainda não tinha visto. Simplesmente fechei os olhos e deixei o tornado de prazer me percorrer, um orgasmo tão intenso quanto qualquer um que já tive. Em parte porque a rola do meu filho era maior que a do meu marido; em parte pelo fato tabu de que eu tinha acabado de foder meu filho; e em parte pela realidade louca de que eu tinha acabado de foder meu filho num carro com meu marido a centímetros de distância. Quando o carro parou, meu orgasmo ainda não tinha acabado. Mas eu tinha que parecer urgente, até desesperada, como se pudesse mijar a qualquer momento, então bati a porta, gozei pelas pernas e pulei do carro, olhando pra trás enquanto começava a correr pra ver meu filho sorrindo pra mim, o pacote dele seguro nos shorts... embora uma mancha húmida bem clara que dá evidência visível da nossa irregularidade caso o CSI apareça pra investigar. Eu me mandei por um restaurante rústico e entrei no banheiro, a culpa e a vergonha da minha indiscrição e ato incestuoso de repente me acertaram como o calor do verão. Eu... tive... tive... sexo... com... meu... filho! No... nosso... carro! Com... meu... marido aparentemente inconsciente... a centímetros... de distância! Ai, meu Deus! Eu... sou... a... pior... mãe. Mas pior ainda? Tinha sido incrível! Pode ser que eu tenha sido uma mãe ruim, mas fui uma mamãe muito boa! Cheguei no banheiro e, pela segunda vez hoje, limpei minhas pernas. Dessa vez com o esperma do meu filho. O que tinha acontecido comigo? Por que eu deixei meu filho fazer aquilo comigo? Podia culpar o espaço apertado, mas a verdade é que nada me impediu de empurrá-lo pra fora de mim. Nada, exceto minha própria vontade de foder ele. Porra! Aí ele me mandou uma mensagem: 'Isso foi incrível, mamãe' Porra! Respondi a mensagem, meu orgasmo finalmente passando, respondendo como mãe: 'Isso não pode acontecer de novo' Ele não respondeu. Então, quando terminei de me limpar, mandei outra mensagem: 'Tô falando sério' De novo, ele ignorou o texto. Me acalmei, pelo menos fisicamente, e percebi que me sentia completamente desidratada depois do meu treino. Saí do banheiro e vi meu marido e meu filho conversando enquanto me esperavam num reservado. Almoçamos, e, embora eu estivesse cheia de ansiedade o tempo todo, meu filho manteve a cara de pau, sem dar nenhum sinal do que tinha acontecido. Eu, por outro lado, tinha a culpa estampada no rosto. Alex me perguntou duas vezes se eu estava bem. Só fingi fome e cansaço por ter segurado o xixi por tanto tempo. Depois do almoço e de muita água, nos preparamos pra continuar a viagem. Alex tinha se esgotado enquanto eu estava no banheiro, então estávamos prontos pra ir. Assim que Além disso, minha inquietação me dominou. E agora? Como eu poderia sentar no colo do Cory de novo? Mas não pude dizer nada; literalmente, não tinha alternativa. Então, sentei. Só que dessa vez, assim que a porta fechou, me encostei na porta e estiquei as pernas entre os dois bancos da frente. Minha buceta ficou fora de alcance nessa posição. Encontrei o Fort Knox da proteção de gatinhos. E por uma hora funcionou. Cory leu o novo livro do James Patterson e eu li o outro livro novo do James Patterson (aparentemente ele lança um livro novo com mais frequência do que os caras do Améyummy perdem outro jogo). Engraçado, Cory e eu tínhamos muitos interesses em comum, incluindo ser leitores ávidos e ter o mesmo autor favorito: James Patterson. Mas ficar sentada em qualquer posição por uma hora seguida faz a bunda virar um motim. Mesmo estando super desconfortável, me recusei a me mexer, embora tenha começado a me remexer um pouco. De repente, a mão do meu filho pousou no meu joelho, meu vestido tinha subido o suficiente pra mostrar uma boa parte da perna. A mão dele não se moveu pela minha perna, só descansou ali como uma provocação constante... um lembrete constante. Ele tirava a mão pra virar uma página a cada dois minutos, mas não a colocava mais pra cima quando voltava. Parecia alheio ao impacto que tava causando em mim, uma distração constante, mesmo que horas antes não teria me abalado nem um pouco. "Como vocês estão aí atrás?" Alex perguntou uns minutos depois. "Minha bunda tá dormente", brinquei, mas era verdade. "Tem um mirante daqui a cinco quilômetros", ele disse, "vamos parar e fazer uma caminhada curta". "Parece ótimo", falei. "É, preciso esticar as pernas", concordou Cory, olhando na minha cara quase pela primeira vez em toda a viagem. Desviei o olhar rápido, como se estivesse na sétima série esperando por um cara ia marcar sim ou não num bilhete de amor que acabara de passar. O que tinha acontecido comigo? Mesmo tendo dito a ele que não podia rolar de novo. Mesmo ele parecendo respeitar minha decisão. Agora eu me sentia insegura e irritada porque ele tava me ignorando... Me senti como se tivesse quinze anos de novo. Só fiquei olhando além do meu marido e através do para-brisa nos minutos seguintes até a gente diminuir a velocidade. Quando paramos, me virei de costas pra porta. Enquanto fazia isso, minha buceta nua roçou de novo na pica do Cory, que tava dura de novo. Meu primeiro pensamento foi: Quanto tempo ele tá duro? Meu segundo pensamento foi: Por que ele tá tão duro? Meu terceiro pensamento foi: Quantas vezes ele consegue levantar? Meu quarto pensamento foi: Que porra tá acontecendo comigo? Abri a porta e saí. Me espreguicei, grata por estar ao ar livre... mesmo que ainda estivesse um calor do caralho e abafado. Alex perguntou: "Então, galera, querem fazer uma trilha?" "Quanto tempo?" perguntei. Ele se aproximou de um mapa em exibição e informou: "Tem duas trilhas daqui. Uma tem uma milha; a outra, três." "Uma milha, beleza; três com esse calor, de jeito nenhum", respondi. Cory ofereceu: "Preciso de um descanso longo e um banho, lavar um pouco desse suor, por que vocês dois não vão sozinhos?" "Claro", disse Alex, pegando minha mão. Começamos a andar e não consegui evitar de olhar pro meu filho pra ver se ele tava nos olhando... e não tava. Curiosamente, isso me fez sentir que ele não me amava, o que claro era ridículo. Enquanto caminhávamos pela trilha, tive uma vontade súbita de provar pro meu marido que eu o amava. Precisava compensar minha indiscrição, mesmo que ele não soubesse, fazendo algo por ele. Uns dez minutos de caminhada, vi um caminho lateral e o convidei: "Me segue." Ele objetou: "Acho que isso não é parte da trilha." "Espero que não", ronronei, tentando parecer gostosa e com intenções inadequadas. Uns minutos depois, já fundo o suficiente na mata pra ninguém nos ver, me ajoelhei e puxei o pau dele pra fora. Tinha pensado em deixar ele me foder, mas não queria que visse que eu não tava de calcinha. Ele ofegou: "Sarah, sério? Aqui?" "Você vive dizendo que queria ser mais espontâneo", brinquei, embora se ele soubesse o quanto eu tinha sido espontânea hoje, provavelmente ia desabar. Além disso, mesmo a gente transando com uma frequência razoável e eu topando quase tudo pra ele no quarto, em qualquer outro lugar eu não era muito de arriscar. Normalmente. Mas hoje minha insegurança típica, ou a ideia de que sexo era só pra dentro de casa, parecia ter ido pro saco depois do vibrador e do sexo tabu que eu tinha curtido no banco de trás do nosso carro. Agora eu queria arriscar. Antes que ele dissesse uma palavra, peguei o pau mole dele na minha boca. Adoro chupar pica... sempre adorei. Eu era uma puta chupa-pau no colégio, achando que era um jeito bom de guardar minha virgindade pro casamento. Além disso, era boa nisso e até curtia o gosto e a textura única do esperma. Claro, acabei perdendo a virgindade de qualquer jeito, sendo fodida por um veterano na primeira festa da faculdade que fui. "Porra", gemeu Alex, "o que deu em você, Sarah?" A resposta pra essa pergunta era "seu filho", mas não parecia uma resposta prudente. Tirei o pau dele da boca e perguntei: "Uma esposa não pode mostrar pro marido que ama ele dando uma surpresinha? Tipo chupar o pau dele na hora e engolir a porra toda?" "Além disso, tô com fome e seu esperma pode dar um monte de nutrientes saudáveis pro corpo de uma garota", brinquei, levando o pau dele de volta à boca. "E também é bom pra pele", completei, depois de ter lido em algum lugar que sêmen era bom pra pele de mulher e ter usado o argumento pra me dar o primeiro de muitos tratamentos faciais dele anos atrás. Embora eu prefira engolir uma gozada do que tomar na cara, como eu era bem submissa, sempre deixava o Alex disparar onde quisesse. Protestei, pela primeira vez desde meu primeiro tratamento facial: "Nem pense. Aqui não." "O quê? Acha que o Cory ia se surpreender?" ele brincou, deslizando o pau de volta na minha boca. Pensei comigo mesma: se você soubesse.

Mesmo assim, continuei rebocando, me sentindo excitada por fazer isso num lugar tão público. "Não vou durar muito," ele gemeu, enquanto eu chupava o pau dele com gosto. Continuei rebocando e fui recompensada com uma gozada completa do sêmen dele... na minha boca, graças a Deus... embora ele tenha se retirado no meio do caminho e disparado uma pequena quantidade no meu rosto. Ofeguei: "Sério?" "Não resisti," ele deu de ombros, enquanto deslizava o pau de volta na minha boca. Ordenei os últimos restos de sêmen do pau dele antes de me levantar e beijá-lo com força, dando a ele um pouco do próprio veneno, por assim dizer. Ele não pareceu se importar, o que me surpreendeu um pouco. Quando o beijo terminou, ele disse: "Bom, isso foi inesperado." "Tava com fome," dei de ombros. "Bom, tô sempre disposto a te alimentar," ele sorriu enquanto guardava o pau.

Voltamos pra trilha marcada e retomamos a caminhada, de mãos dadas. Não sei quanto tempo levou, mas finalmente voltamos ao ponto de partida, e o Alex sussurrou pra mim: "Provavelmente é melhor você ir ao banheiro antes de sair." Assenti com a cabeça: "Tô mesmo precisando mijar." "E talvez limpar o sêmen do seu rosto," ele completou.

Fui ao banheiro, lavei o rosto e fui mijar. Peguei um Gatorade e uma barra de chocolate e voltei pro carro. Meu filho e meu marido estavam encostados no carro, conversando. Fiquei me perguntando quão estranho seria se eles estivessem papeando sobre sexo. Me juntei a eles e perguntei: "Pronto pra recomeçar?" "Claro," disse o Cory, antes de completar: "pronta pra aguentar ficar sentada no meu colo por umas horas? Mais?" "Pronto pra sua mãe te esmagar por mais umas horas?" Eu respondi. "Foi um aperto forte, tudo bem", ele respondeu, sorrindo pra mim pela primeira vez desde nosso ato chocante. Eu ri, tentando agir de forma casual, preocupada que meu marido pudesse sentir de alguma forma a tensão sexual entre sua esposa e filho, "É, parece um sauna lá atrás". Cory riu, "É, um programa de perda de peso garantido". Alex se desculpou com os dois, "Desculpa não ter planejado isso melhor". Cory brincou, repetindo uma declaração anterior que tinha feito: "Permitiu um vínculo especial entre mãe e filho". "Bom, então se prepara pra se unir um pouco mais", disse Alex, "vão ser boas duas ou três horas até nosso último jantar". Não consegui evitar rir, mas também me sentir mortificada com as atividades sórdidas de união que meu marido estava aprovando tacitamente, especialmente quando meus olhos se desviaram pro meu filho, que me olhava com avidez e um sorrisão no rosto. Estávamos de volta no carro, eu estava de volta no colo do Cory, dessa vez empoleirada na perna direita dele, apoiada contra as caixas. Como da última vez, ele leu e me ignorou durante a primeira hora. Podíamos ter falado de qualquer coisa entre nós desde que Alex ligou o rádio no talo, mas não fizemos isso. Mas quando comecei a me mexer, de novo me sentindo ansiosa, ele perguntou: "Desconfortável?" Eu assenti. Ele concordou com a cabeça, "Eu também", e rapidamente puxou o pau pra fora do shorts. "Isso é muito melhor". Fiquei olhando pro pau semi-duro dele. Era a primeira vez que via ele desde que era criança. Não conseguia tirar os olhos dele. Ele apontou pra minha buceta. Olhei pra ele confusa. Ele moveu a mão sobre minha perna e enfiou a mão debaixo do meu vestido, indo direto pra minha buceta pelada e molhada. Eu gemi baixinho, mas felizmente a música cobriu. Fiquei sentada no joelho dele, permitindo que meu filho tocasse minha buceta... o que ele fez por uns bons cinco minutos. ... me deixando excitada e irritada. Eu estava de volta na zona, e sabia que faria o que ele quisesse de mim, sem falar com o pai dele. Aí ele tirou o dedo e colocou direto na boca. "Delicioso", ele disse, alto o suficiente pro meu marido ouvir. "O que é delicioso?" perguntou o Alex. "O lanche que a mamãe acabou de dividir comigo", respondeu o Cory, todo sem vergonha. "Tem mais?" perguntou o Alex. "Não, desculpa, comi tudo", respondeu o Cory, enquanto eu ficava em silêncio, parada, sentindo que deveria estar envergonhada, mas não tava. "Tava afim de um lanchinho", comentou meu marido, inocente, continuando nossa conversa surreal. "Eu também", completei, olhando fixo pro pau do meu filho e passando a língua nos lábios com uma intenção desenfreada. "Quem sabe na próxima parada", sugeriu o Cory. "Com certeza vou parar logo", disse o Alex. "Nossa, que calor aqui atrás", reclamou o Cory, tirando a camisa, mostrando os abdominais durões... uma atração que meu marido tinha perdido há anos. Aí ele pegou minha mão e guiou até o pau dele. Eu devia ter resistido, mas a atração magnética era forte demais e eu não hesitei nem um pouco. Peguei a ferramenta dele na minha mão e comecei a acariciar, sabendo que, mesmo já tendo escurecido, meu marido ainda podia me olhar pelo retrovisor quando quisesse... mas só veria minha cara faminta na escuridão. Eu queria muito chupar aquele pau lindo e levemente curvado do meu filho, mas era literalmente impossível dentro daquele espaço apertado. Nessa altura, eu já tinha aceitado completamente, enquanto acariciava e admirava o pau majestoso do Cory, que tava disposta a deixar meu filho me foder de novo. Eu queria aquele pau dentro de mim. Precisava. Tava pronta pra subir em cima e dar uma voltinha quando o Alex anunciou de repente: "Chegamos". As palavras dele e a desaceleração do carro me trouxeram de volta à realidade como um banho frio. Uma realidade na que estava acariciando a pica do meu filho e prestes a montar nele por vontade própria. Soltei a pica do Cory e, pra minha surpresa, ele não guardou quando paramos num posto de gasolina de uma cidade pequena. ************ Se quiserem que eu continue essa história, não esqueçam de deixar seus pontos!!

7 comentários - Viagem em família 2

Me dejaste caliente. Quiero la 3 parte ya. Exelente relato
Excelente aporte me tiene en suspenso y super hot