Primeiramente, agradeço o apoio que os contos novos estão tendo. Isso me motiva muito a continuar escrevendo. Obrigado!
Depois do último dia, falei pra Laura ir pra casa dela dormir e descansar. Ela precisava estar pronta pros próximos dias de submissa. Queria que ela mesma percebesse o quanto tava afim dessa parada.
Tava tomando café da manhã como de costume na varanda e já tinha deixado um recado no celular dela:
- Bom dia, slutty, hoje temos vários planos que vou te contando. Mas quero
que você se vista sem calcinha, o resto deixo você escolher, mas é bom
escolher bem.
Em 20 minutos te quero na portaria.
Ela não fazia ideia do que a gente ia fazer, na verdade, eu ainda tava planejando umas coisas. Mas queria que ela entendesse como era isso. Depois desses 20 minutos, quando desci pra portaria, ela já tava me esperando. Dei um beijo nela e, com um gesto, indiquei que passasse na frente. Saímos pro calçadão e começamos a dar uma volta por lá.
Conversando sobre coisas banais e do dia a dia. No final da praia tem um cantinho formado por pedras onde dá pra sentar, ver o mar e quase toda a costa. Continuamos andando pra lá e decidi sentar naquelas pedras, ela me acompanhou e ficamos um tempão ali. Quando vi que o pessoal já tava indo embora e nos deixava mais sozinhos, comecei a brincar um pouco.
Laura no final tinha vindo com uma camiseta regata apertada, que marcava bem os peitos dela e ainda mais se ela tivesse excitada, porque os biquinhos apareciam totalmente. Na parte de baixo, um short jeans e com umas meias altas até o joelho que davam um toque bem gostoso.
Ali sentados, tirei da pochete o vibrador de controle remoto que ia dar tanto jogo pra gente. Mostrei pra ela sem vergonha de alguém ver e falei pra ela colocar ali mesmo.
Ela hesitou por uns segundos, já que com o short ela precisava abaixar. Com cuidado, desabotoou a calça e baixou. até os joelhos. Ela me olhou e, enquanto fazia isso, colocou o vibrador na boca, chupando ele inteiro, colocando a língua para fora e lambendo, até que o introduziu de vez, soltando um gemidinho muito sexy.
Eu olhei pra ela com cara de querer foder ela ali mesmo, tirei meu pau da calça e, sem pensar muito, peguei Laura pelo cabelo e direcionei a boca dela pro meu membro. Alguém podia nos ver, mas também não tinha muita gente perto. Primeiro ela enfiou até o fundo, meio brusco, sim. Aos poucos, fui fodendo aquela boquinha. Depois fui aumentando o ritmo conforme sentia que ia gozar. Pra não ficar só com o prazer pra mim, liguei o vibrador na potência máxima. Laura soltou um gemido abafado pelo meu pau e começou a molhar o short dela.
Eu deixei o celular na potência máxima, sem intenção de tirar. Já não tava mais segurando a cabeça de Laura porque ela sabia o que fazer, mas quando senti que ia gozar, peguei a cabeça dela de novo e, enfiando meu pau até a garganta dela, soltei toda a carga que tava guardada. Ela quase engasgou, mas conseguiu engolir tudo como a boa putinha que tava sendo.
Quando terminou de engolir, ela agarrou minha perna com força e, quando olhei pro rosto dela, era um poema. Ela tava gozando uma vez atrás da outra por causa do vibrador. Desliguei e deixei ela relaxar. Isso sim, o short dela era um pedaço de pano encharcado. As pernas dela ainda tremiam, e esperamos um pouco até ela se recompor.
Depois de uns minutos de espera, levantamos e saímos em direção ao calçadão pra continuar passeando. Continuamos andando pelas ruas dessa vez, vendo bares, restaurantes, lojas e vários lugares. Decidimos parar num bar que tinha uma cara boa, desses modernos de hoje em dia que te conquistam mais pelos olhos do que por qualquer outra coisa.
Pegamos uma mesa pra dois que ficava no terraço.
Os dois pedimos um par de canecas de cerveja e continuamos conversando sobre como ela tinha ido parar ali, por que ela tava solteira, por que eu tava solteiro... Nos conhecendo melhor, podemos dizer.
Depois de um rato longo, pedimos a terceira rodada de cerveja. Já meio quentes, eu queria testar o sugador. A gente tinha comprado e nunca tinha usado. Dei um beijo nela e me aproximei do ouvido dela, sussurrando pra ela desabotoar o short e abaixar um pouco.
Ela, meio tímida, fez isso devagar e ficou corada. Ninguém conseguia ver a gente diretamente, só dava pra ter uma ideia do que tava rolando. Eu peguei o "sugador" e coloquei na potência mínima, aproximei do clitóris dela e, com um pulinho, aquilo começou a fazer a mágica. Laura já tava se segurando na cadeira com força, adorei ver que o brinquedo tava fazendo efeito. Aumentei pro nível médio e, nessa hora, talvez alguém realmente percebesse tudo, porque Laura soltou um gemido que não conseguiu segurar. Me aproximei do ouvido dela enquanto o sugador continuava extraindo todos os sucos dela e falei que aquilo ia render um castigo e, se acontecesse de novo, seria mais severo.
Enquanto isso, Laura ainda tava com o vibrador dentro da buceta dela. Enquanto eu continuava brincando com ela, levantei a mão pra pedir a conta. Ela me olhou com cara de susto, mas eu não parei de sugá-la, claro. O garçom se aproximou e deve ter visto alguma coisa. Porque era óbvio, se você chegasse perto, que minha mão tava na virilha dela e o short dela meio abaixado. O cara, muito profissional, não falou absolutamente nada, só deu umas olhadas antes de ir embora com a gorjeta.
Desliguei o aparelho que tava me deixando tão louco, levei ele até a boca dela pra ela limpar bem antes de guardar, e na sequência liguei o vibrador no nível mínimo. Hoje a Laura ia sofrer e gozar mais vezes do que nunca.
Saímos do bar, Laura conseguia andar bem com o vibrador no mínimo, mas as pernas dela eram dois rios de sucos que só me deixavam mais doido de ver. Continuamos nossa caminhada rumo a um mirante de onde se vê a costa inteira de uma altura bem grande. Não costuma ter muita gente porque precisa andar um bom pedaço. Eu adorava que ela não tinha problema nisso. Passear sem nos importar pra onde a gente ia.
Deixei o vibrador desligado por um tempo até a gente chegar lá. Quando tava no mirante, dei uma olhada pra ver se tinha gente por perto, mas não vi movimento. Sem ninguém por ali, resolvi meter a mão na massa. A gente sentou no mirante olhando pro mar e, sem falar muito, desabotoei a calça da Laura e tirei ela toda. Ela me olhava com uma cara de quem não sabia o que ia rolar.
Sem dizer nada, coloquei o vibrador no máximo. Ela não parava de se agarrar no banco, as pernas tremendo sem parar. Peguei o sugador e, no nível mais alto, também coloquei nela. Laura gemia e gritava sem se importar onde a gente tava. O banco escorria os sucos dela pra todo lado, e quando eu já não aguentava mais fazer ela gozar, ouvi um gemido abafado e começaram a sair jatos e jatos do orgasmo que ela tinha tido.
Tirei o vibrador, desliguei os brinquedos e tirei eles dela. Tirei minha pica, que já tava pronta pra explodir dentro da calça, e com a Laura sentada, enfiei na boca dela enquanto ela tava sentada em cima dos próprios sucos. Como eu não aguentava mais, tirei e coloquei ela de costas, apoiada na grade. Comecei a bombar ela por trás, sem nenhum cuidado, acelerei o ritmo até um ponto que eu tava metendo nela junto com a grade. Ela gemia sem parar, e eu tava ligado como poucas vezes. Cada dia eu gostava mais da Laura e do jeito que ela se deixava levar.
Tava quase chegando no clímax, tirei o membro e gozei na boca dela pra não fazer mais bagunça. Enchi a boca dela até em cima, e depois de engolir, ela deixou minha pica limpinha.
Aproximei o short encharcado dela, ela vestiu como deu e a gente foi pra casa. Queria entrar no chuveiro com ela.
Chegamos depois de um bom tempo andando até o apartamento. Quando ela se viu no espelho do elevador, ficou branca. A calça tava encharcada e dava pra ver de boa. E a camiseta dela tinha saliva e meus sucos que tinham caído da boca dela. Não tava estranho, mas dava pra ver os bicos dos peitos dela de longe. A imagem era uma das mais safadas que eu já vi na vida.
Assim que chegamos no apê, mandei ela ir no banheiro fazer a ducha anal e colocar o plug antes de entrarmos na banheira. Enquanto isso, abri a varanda, arrumei umas coisas e separei uns copos pra depois.
Fui pro banheiro quando a Laura me chamou. Ela tava de joelhos no chuveiro, com o plug enfiado naquele rabo. A visão fez eu ficar duro em questão de segundos. Tirei a roupa e entrei com ela. Ela meteu meu pau na boca, devagar, lambendo cada centímetro, passando pela cabeça, subindo e descendo até minhas bolas. Enfiava elas na boca e chupava. Era como estar no paraíso. Me deixei levar tanto que, depois de um tempo, gozei sem pensar. A cara dela tava toda melada de porra e ela me olhava com cara de safada.
Estendi a mão e ajudei ela a se levantar. Peguei a esponja, o sabão e, com cuidado, fui lavando cada parte do corpo dela, desde os pés, subindo pelas coxas até a buceta. Subia pros peitos, massageava, passava pelo pescoço, descia pelas costas...
Na sequência, ela me ensaboou, limpando cada canto também. Percorrendo meu corpo devagar e me deixando louco com aquele carinho que ela fazia tudo.
Entreguei um roupão pra ela e eu vesti a calça que costumava usar em casa. Sem cueca, claro.
Saímos pra varanda e sentamos pra tomar uma dose. Perguntei o que ela tinha achado do dia. Queria saber se algo não tinha agradado e o que poderia ser. Mas as palavras dela foram que nunca tinha vivido nada igual e que, mesmo tendo dúvidas em algum momento, no final, se divertiu mais do que nunca na vida.
Levantei e fui até o sacada, olhando pro horizonte enquanto conversávamos. Ela chegou por trás e me abraçou. Virei pra ela e começamos a nos beijar como dois adolescentes na puberdade. Deslizei o roupão pelos ombros dela, que caiu no chão, deixando o corpo dela à luz do dia, destacando aquelas curvas gostosas. Sem hesitar nem um segundo, eu... Deixo a calça cair e minha ereção sai do esconderijo.
A gente se beija, começo a morder o pescoço dela, os peitos, os bicos. Brincando com cada cantinho do corpo dela, roçando a mão na buceta sem encostar de verdade. Queria deixar ela louca. Sem pensar muito, viro a Laura, encosto ela na parede da varanda de frente pro mar e me agacho pra comer aquele rabo que eu tava desejando o dia inteiro.
Tava brilhando depois do banho. Com uma mão, passo os dedos no clitóris dela, com a outra, brinco com o plug. Sem avisar, puxo ele e tiro de uma vez. Ela geme um pouco e vejo o cuzinho dela se abrir um pouco. Aproximo minha boca e, sem conseguir pensar em mais nada, enfio a língua até o fundo. Uns minutos assim e, sem demorar muito, ela solta um dos squirts dela. Na hora, soube que tava pronta pra abrir mais aquele buraquinho.
Fico de pé atrás dela e coloco meu pau na entrada do cu dela, bem devagar vou enfiando. A cabeça entra, aos poucos o tronco, até que minhas bolas tão coladas na buceta dela. Ela geme e respira pesado, mas entra e sai sem problema. Resolvo acelerar o ritmo, começo a bombar aquele cu sem pensar duas vezes.
Os gemidos dela tão bem altos, mas eu continuo fodendo e cada vez mais rápido. Chega uma hora que não consigo mais me controlar e, segurando o rabo de cavalo dela, meto no cu dela uma vez atrás da outra. Cada vez que entro de uma vez, ela grita de prazer. Não aguento muito mais com toda aquela situação antes de encher ela de porra. Fico abraçado nela por trás uns segundos enquanto recupero o fôlego e, devagar, tiro meu pau.
Pouco depois, meu sêmen escorre e desce pelas pernas dela até o chão. Viro a Laura porque naquele momento só queria beijar ela e deitar com ela.
Ela vai se lavar pra ficar à vontade enquanto eu preparo mais uma rodada de drinks. A gente deita no sofá da varanda olhando o céu e aquele dia termina ali, nós dois dormindo depois de um bom tempo conversando.
Depois do último dia, falei pra Laura ir pra casa dela dormir e descansar. Ela precisava estar pronta pros próximos dias de submissa. Queria que ela mesma percebesse o quanto tava afim dessa parada.
Tava tomando café da manhã como de costume na varanda e já tinha deixado um recado no celular dela:
- Bom dia, slutty, hoje temos vários planos que vou te contando. Mas quero
que você se vista sem calcinha, o resto deixo você escolher, mas é bom
escolher bem.
Em 20 minutos te quero na portaria.
Ela não fazia ideia do que a gente ia fazer, na verdade, eu ainda tava planejando umas coisas. Mas queria que ela entendesse como era isso. Depois desses 20 minutos, quando desci pra portaria, ela já tava me esperando. Dei um beijo nela e, com um gesto, indiquei que passasse na frente. Saímos pro calçadão e começamos a dar uma volta por lá.
Conversando sobre coisas banais e do dia a dia. No final da praia tem um cantinho formado por pedras onde dá pra sentar, ver o mar e quase toda a costa. Continuamos andando pra lá e decidi sentar naquelas pedras, ela me acompanhou e ficamos um tempão ali. Quando vi que o pessoal já tava indo embora e nos deixava mais sozinhos, comecei a brincar um pouco.
Laura no final tinha vindo com uma camiseta regata apertada, que marcava bem os peitos dela e ainda mais se ela tivesse excitada, porque os biquinhos apareciam totalmente. Na parte de baixo, um short jeans e com umas meias altas até o joelho que davam um toque bem gostoso.
Ali sentados, tirei da pochete o vibrador de controle remoto que ia dar tanto jogo pra gente. Mostrei pra ela sem vergonha de alguém ver e falei pra ela colocar ali mesmo.
Ela hesitou por uns segundos, já que com o short ela precisava abaixar. Com cuidado, desabotoou a calça e baixou. até os joelhos. Ela me olhou e, enquanto fazia isso, colocou o vibrador na boca, chupando ele inteiro, colocando a língua para fora e lambendo, até que o introduziu de vez, soltando um gemidinho muito sexy.
Eu olhei pra ela com cara de querer foder ela ali mesmo, tirei meu pau da calça e, sem pensar muito, peguei Laura pelo cabelo e direcionei a boca dela pro meu membro. Alguém podia nos ver, mas também não tinha muita gente perto. Primeiro ela enfiou até o fundo, meio brusco, sim. Aos poucos, fui fodendo aquela boquinha. Depois fui aumentando o ritmo conforme sentia que ia gozar. Pra não ficar só com o prazer pra mim, liguei o vibrador na potência máxima. Laura soltou um gemido abafado pelo meu pau e começou a molhar o short dela.
Eu deixei o celular na potência máxima, sem intenção de tirar. Já não tava mais segurando a cabeça de Laura porque ela sabia o que fazer, mas quando senti que ia gozar, peguei a cabeça dela de novo e, enfiando meu pau até a garganta dela, soltei toda a carga que tava guardada. Ela quase engasgou, mas conseguiu engolir tudo como a boa putinha que tava sendo.
Quando terminou de engolir, ela agarrou minha perna com força e, quando olhei pro rosto dela, era um poema. Ela tava gozando uma vez atrás da outra por causa do vibrador. Desliguei e deixei ela relaxar. Isso sim, o short dela era um pedaço de pano encharcado. As pernas dela ainda tremiam, e esperamos um pouco até ela se recompor.
Depois de uns minutos de espera, levantamos e saímos em direção ao calçadão pra continuar passeando. Continuamos andando pelas ruas dessa vez, vendo bares, restaurantes, lojas e vários lugares. Decidimos parar num bar que tinha uma cara boa, desses modernos de hoje em dia que te conquistam mais pelos olhos do que por qualquer outra coisa.
Pegamos uma mesa pra dois que ficava no terraço.
Os dois pedimos um par de canecas de cerveja e continuamos conversando sobre como ela tinha ido parar ali, por que ela tava solteira, por que eu tava solteiro... Nos conhecendo melhor, podemos dizer.
Depois de um rato longo, pedimos a terceira rodada de cerveja. Já meio quentes, eu queria testar o sugador. A gente tinha comprado e nunca tinha usado. Dei um beijo nela e me aproximei do ouvido dela, sussurrando pra ela desabotoar o short e abaixar um pouco.
Ela, meio tímida, fez isso devagar e ficou corada. Ninguém conseguia ver a gente diretamente, só dava pra ter uma ideia do que tava rolando. Eu peguei o "sugador" e coloquei na potência mínima, aproximei do clitóris dela e, com um pulinho, aquilo começou a fazer a mágica. Laura já tava se segurando na cadeira com força, adorei ver que o brinquedo tava fazendo efeito. Aumentei pro nível médio e, nessa hora, talvez alguém realmente percebesse tudo, porque Laura soltou um gemido que não conseguiu segurar. Me aproximei do ouvido dela enquanto o sugador continuava extraindo todos os sucos dela e falei que aquilo ia render um castigo e, se acontecesse de novo, seria mais severo.
Enquanto isso, Laura ainda tava com o vibrador dentro da buceta dela. Enquanto eu continuava brincando com ela, levantei a mão pra pedir a conta. Ela me olhou com cara de susto, mas eu não parei de sugá-la, claro. O garçom se aproximou e deve ter visto alguma coisa. Porque era óbvio, se você chegasse perto, que minha mão tava na virilha dela e o short dela meio abaixado. O cara, muito profissional, não falou absolutamente nada, só deu umas olhadas antes de ir embora com a gorjeta.
Desliguei o aparelho que tava me deixando tão louco, levei ele até a boca dela pra ela limpar bem antes de guardar, e na sequência liguei o vibrador no nível mínimo. Hoje a Laura ia sofrer e gozar mais vezes do que nunca.
Saímos do bar, Laura conseguia andar bem com o vibrador no mínimo, mas as pernas dela eram dois rios de sucos que só me deixavam mais doido de ver. Continuamos nossa caminhada rumo a um mirante de onde se vê a costa inteira de uma altura bem grande. Não costuma ter muita gente porque precisa andar um bom pedaço. Eu adorava que ela não tinha problema nisso. Passear sem nos importar pra onde a gente ia.
Deixei o vibrador desligado por um tempo até a gente chegar lá. Quando tava no mirante, dei uma olhada pra ver se tinha gente por perto, mas não vi movimento. Sem ninguém por ali, resolvi meter a mão na massa. A gente sentou no mirante olhando pro mar e, sem falar muito, desabotoei a calça da Laura e tirei ela toda. Ela me olhava com uma cara de quem não sabia o que ia rolar.
Sem dizer nada, coloquei o vibrador no máximo. Ela não parava de se agarrar no banco, as pernas tremendo sem parar. Peguei o sugador e, no nível mais alto, também coloquei nela. Laura gemia e gritava sem se importar onde a gente tava. O banco escorria os sucos dela pra todo lado, e quando eu já não aguentava mais fazer ela gozar, ouvi um gemido abafado e começaram a sair jatos e jatos do orgasmo que ela tinha tido.
Tirei o vibrador, desliguei os brinquedos e tirei eles dela. Tirei minha pica, que já tava pronta pra explodir dentro da calça, e com a Laura sentada, enfiei na boca dela enquanto ela tava sentada em cima dos próprios sucos. Como eu não aguentava mais, tirei e coloquei ela de costas, apoiada na grade. Comecei a bombar ela por trás, sem nenhum cuidado, acelerei o ritmo até um ponto que eu tava metendo nela junto com a grade. Ela gemia sem parar, e eu tava ligado como poucas vezes. Cada dia eu gostava mais da Laura e do jeito que ela se deixava levar.
Tava quase chegando no clímax, tirei o membro e gozei na boca dela pra não fazer mais bagunça. Enchi a boca dela até em cima, e depois de engolir, ela deixou minha pica limpinha.
Aproximei o short encharcado dela, ela vestiu como deu e a gente foi pra casa. Queria entrar no chuveiro com ela.
Chegamos depois de um bom tempo andando até o apartamento. Quando ela se viu no espelho do elevador, ficou branca. A calça tava encharcada e dava pra ver de boa. E a camiseta dela tinha saliva e meus sucos que tinham caído da boca dela. Não tava estranho, mas dava pra ver os bicos dos peitos dela de longe. A imagem era uma das mais safadas que eu já vi na vida.
Assim que chegamos no apê, mandei ela ir no banheiro fazer a ducha anal e colocar o plug antes de entrarmos na banheira. Enquanto isso, abri a varanda, arrumei umas coisas e separei uns copos pra depois.
Fui pro banheiro quando a Laura me chamou. Ela tava de joelhos no chuveiro, com o plug enfiado naquele rabo. A visão fez eu ficar duro em questão de segundos. Tirei a roupa e entrei com ela. Ela meteu meu pau na boca, devagar, lambendo cada centímetro, passando pela cabeça, subindo e descendo até minhas bolas. Enfiava elas na boca e chupava. Era como estar no paraíso. Me deixei levar tanto que, depois de um tempo, gozei sem pensar. A cara dela tava toda melada de porra e ela me olhava com cara de safada.
Estendi a mão e ajudei ela a se levantar. Peguei a esponja, o sabão e, com cuidado, fui lavando cada parte do corpo dela, desde os pés, subindo pelas coxas até a buceta. Subia pros peitos, massageava, passava pelo pescoço, descia pelas costas...
Na sequência, ela me ensaboou, limpando cada canto também. Percorrendo meu corpo devagar e me deixando louco com aquele carinho que ela fazia tudo.
Entreguei um roupão pra ela e eu vesti a calça que costumava usar em casa. Sem cueca, claro.
Saímos pra varanda e sentamos pra tomar uma dose. Perguntei o que ela tinha achado do dia. Queria saber se algo não tinha agradado e o que poderia ser. Mas as palavras dela foram que nunca tinha vivido nada igual e que, mesmo tendo dúvidas em algum momento, no final, se divertiu mais do que nunca na vida.
Levantei e fui até o sacada, olhando pro horizonte enquanto conversávamos. Ela chegou por trás e me abraçou. Virei pra ela e começamos a nos beijar como dois adolescentes na puberdade. Deslizei o roupão pelos ombros dela, que caiu no chão, deixando o corpo dela à luz do dia, destacando aquelas curvas gostosas. Sem hesitar nem um segundo, eu... Deixo a calça cair e minha ereção sai do esconderijo.
A gente se beija, começo a morder o pescoço dela, os peitos, os bicos. Brincando com cada cantinho do corpo dela, roçando a mão na buceta sem encostar de verdade. Queria deixar ela louca. Sem pensar muito, viro a Laura, encosto ela na parede da varanda de frente pro mar e me agacho pra comer aquele rabo que eu tava desejando o dia inteiro.
Tava brilhando depois do banho. Com uma mão, passo os dedos no clitóris dela, com a outra, brinco com o plug. Sem avisar, puxo ele e tiro de uma vez. Ela geme um pouco e vejo o cuzinho dela se abrir um pouco. Aproximo minha boca e, sem conseguir pensar em mais nada, enfio a língua até o fundo. Uns minutos assim e, sem demorar muito, ela solta um dos squirts dela. Na hora, soube que tava pronta pra abrir mais aquele buraquinho.
Fico de pé atrás dela e coloco meu pau na entrada do cu dela, bem devagar vou enfiando. A cabeça entra, aos poucos o tronco, até que minhas bolas tão coladas na buceta dela. Ela geme e respira pesado, mas entra e sai sem problema. Resolvo acelerar o ritmo, começo a bombar aquele cu sem pensar duas vezes.
Os gemidos dela tão bem altos, mas eu continuo fodendo e cada vez mais rápido. Chega uma hora que não consigo mais me controlar e, segurando o rabo de cavalo dela, meto no cu dela uma vez atrás da outra. Cada vez que entro de uma vez, ela grita de prazer. Não aguento muito mais com toda aquela situação antes de encher ela de porra. Fico abraçado nela por trás uns segundos enquanto recupero o fôlego e, devagar, tiro meu pau.
Pouco depois, meu sêmen escorre e desce pelas pernas dela até o chão. Viro a Laura porque naquele momento só queria beijar ela e deitar com ela.
Ela vai se lavar pra ficar à vontade enquanto eu preparo mais uma rodada de drinks. A gente deita no sofá da varanda olhando o céu e aquele dia termina ali, nós dois dormindo depois de um bom tempo conversando.
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