Na terça-feira seguinte, fui buscá-la de carro na esquina de sempre e lá descobri qual era a surpresa: Mariela não estava sozinha, estava acompanhada por uma garota muito jovem, loira, um pouco gordinha mas muito gostosa. A garota entrou no banco de trás e Mariela sentou do meu lado, me disse que a garota se chamava Elen, tinha 19 anos e era sua aluna, já que Mariela é professora de inglês. Me contou que tinha falado pra Elen sobre nossas práticas sexuais e que ela disse que era sua fantasia nos observar enquanto transávamos. Chegamos no hotel, Elen sentou num sofá num canto do quarto, Mariela e eu a despimos e começou nossa rotina intensa: amarrei as mãos de Mariela numa coluna do quarto, coloquei a mordaça nela, os prendedores nos mamilos, enfiei o plug tampando o cu dela e comecei a insultá-la e castigá-la, primeiro com as mãos, depois com a palmatória e finalmente com o cinto, enquanto ela gemia e mostrava sinais de dor, mas eu sabia que ela tava adorando. Percebi que Elen nos olhava com um olhar cheio de tesão e que tinha começado a se acariciar nos peitos e na virilha por cima da roupa. Soltei Mariela, tirei os prendedores que torturavam os mamilos dela, levei ela pra cama, amarrei ela de novo e comecei a tortura de acariciar ela toda, masturbá-la e chupá-la pra levar ela até a beira do orgasmo, mas aí parando pra não deixar ela gozar. Assim por um bom tempo, notei que Elen gemia de excitação, tinha se despido e estava só de uma calcinha fio dental pequenininha, e continuava se tocando, cada vez mais intensamente. Quando finalmente provoquei o orgasmo em Mariela, enquanto ela ainda gemia e o corpo dela tremia de prazer, levantei as pernas dela, penetrei ela com força e comecei a foder ela como um selvagem. Por um momento olhei pro lado e vi que Elen tinha puxado a tira da calcinha pro lado e estava se masturbando entre gemidos. Depois de foder ela por um tempo, virei Mariela, tirei o plug e enfiei a pica no cu dela, segurando ela pelos pelos e chamando ela de puta... Senti que o gemido do meu lado tava cada vez mais forte, e vi que a Elen tava se punhetando freneticamente e gozando... Isso me deixou ainda mais excitado, enfiei fundo minha pica no cu da Mariela e em segundos gozei também, entre gritos de tesão e prazer. Depois de uns minutos, soltei a Mariela, nos lavamos e voltamos pro quarto. A Elen continuava no sofá com um olhar tarado no rosto... A Mariela me fez deitar, me algemou com os braços pra trás, colocou a mordaça e começou o jogo: óleo na minha pica dura, punheta suave, sobe pelo meu corpo, belisca meus mamilos até sentir meus gemidos, aí me dá uns tapas fortes na cara enquanto me chama de viado, e continua assim até me deixar louco. Num momento, ela tá parada do meu lado, mordendo meus peitinhos pra me torturar enquanto me masturba, mas aí sinto que a mão dela é substituída por uma boca que pega minha pica e começa a chupar... É óbvio que a Elen entrou na festa... Então a Mariela vai até a Elen, acaricia ela e beija ela na boca e diz que vai me comer, e manda a Elen tirar a mordaça e sentar na minha boca pra eu chupar ela toda... O que veio depois foi incrível... A Mariela e a Elen se revezaram, enquanto uma me montava e me comia, a outra, de joelhos na minha cara, me fazia chupar cu e buceta, e depois trocavam de posição. As duas tiveram vários orgasmos, eu era só um brinquedo sexual pra elas, um corpo submisso e uma pica e uma boca pra realizar todas as fantasias delas. Assim por pelo menos 20 minutos. Num momento, a Elen tava em cima de mim, esfregando a buceta dela na minha boca e a Mariela montada na minha pica, me comendo, mas aí ela para de me comer, desce, e sinto as mãos e a boca dela brincando deliciosamente com minha pica, e o dedo dela entrando no meu cu... Mas de repente ela tira e sinto algo me penetrando, mas não é o dedo dela, é maior, dói e arde. Me Reclamo, grito que não, mas a Mariela me fala pra não ser viado e aguentar, que é só um consolo fino e pequeno pra penetração anal... Não consigo resistir e o consolo vai entrando devagar, pouco a pouco, até que a Mariela me tem totalmente penetrado, tenho 12 cm de látex macio dentro de mim, meu cu pulsa com a ardência, mas as mãos e a boca da Mariela tão me fazendo enlouquecer de tesão e prazer. A Mariela fala pra Elen descer junto com ela, e enquanto o consolo continua enterrado fundo no meu cu, as duas trabalham minha rola com as mãos e a boca... Quando as batidas da minha rola avisam a Mariela que eu já vou gozar, ela fala pra Elen passar os lábios e a língua devagar na minha glande enquanto ela, também com muita suavidade, me bate uma punheta até o primeiro jato de porra pular e respingar nos lábios e no rosto da Elen enquanto eu grito que nem um desesperado... Elas vão passando minha rola pulsando de uma boca pra outra, se beijando e compartilhando meu leite, até a última gota... A Mariela tira o consolo do meu cu, e continua se beijando e se acariciando com a Elen, enquanto minha rola vai perdendo a ereção. Eu continuo deitado, amarrado e exausto de prazer... nunca na minha vida gozei de uma gozada tão incrivelmente intensa... Pensei que ia ser fantástico repetir o encontro com a Mariela e a Elen, e que a Mariela ia me ajudar a fazer da Elen também minha submissa... Mas não deu, depois desse encontro começou a maldita quarentena, e um mês depois a Mariela voltou com o marido e me falou que não ia dar mais pra gente se ver... E aqui estou eu, procurando uma mulher que queira começar a experimentar a troca de papéis...
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