Na oficina...

Naquela época, meu pai trabalhava numa oficina de mecânica e pintura. Toda quinta, quando eu saía da escola, passava na oficina e fazia mate pra ele, pro mecânico e pro dono da oficina, que também era funileiro. Já era rotina, tudo normal: piadas sem noção, perguntas se eu tava comendo alguma mina, e no meio dessas zoeiras sempre zuavam o mecânico, falando que adiantava ter uma nutria entre as pernas se nunca usava… Naquela quinta, como sempre, passei na oficina e só encontrei o Carlos, o mecânico, que me contou que o Roberto e meu pai tinham ido buscar um carro. Perguntei se ele se importava de eu ficar esperando eles, e se queria que eu fizesse uns mates. Ele respondeu que não se importava, mas que não sabia quanto tempo iam demorar, porque até tinham falado pra ele fechar, já que com certeza eles chegariam depois daquele horário. — Então… vamos tomar uns mates e eu vou embora. — Vai preparando enquanto eu fecho. Fui pra cozinha, esquentei a água, e quando voltei notei que o Carlos já não era o mesmo, tava meio nervoso, dava pra ver que não tava à vontade. Pensei que talvez eu tivesse atrapalhando os planos dele, porque ele podia querer fechar e ir embora cedo. Perguntei se ele queria que eu fosse embora pra ele ficar livre, que não queria atrapalhar, e ele disse: — Não é isso, guri, você me deixa nervoso. — Eu? — É… ou você acha que não percebo como você fica de olho na minha pica toda vez que pode? Mas você é filho do Cacho… e isso me segura. Eu sempre gostei de caras mais velhos, sempre gostei de picas grandes, e sempre gostei do perigo… então aquele combo era imperdível. Fodi-me pros riscos, então avancei, e sem dar tempo pra ele reagir, falei: — Bom, te segura a você, mas a mim não. Peguei na pica dele por cima da roupa, e embora estivesse meia-bomba, dava pra ver que tava caminhando pra uma ereção. Ele me segurou antes que eu pudesse tirar e disse: Tem certeza que quer? Minha resposta foi me abaixar, abrir o zíper dele… e minha ideia de levar à boca foi interrompida Quando eu a peguei na minha mão. Enorme. Não tem outro jeito de descrever aquilo, mesmo mole era mais grossa que minha mão, mais comprida que minha mão. Muito pesada. Acho que foi isso que mais me impressionou. Olhei pra cara dele, mostrando como eu estava surpreso, e a cara dele já não era a mesma. Ele estava transtornado, com cara de safado, expressões de prazer, mas cara de mau. E o temperamento dele virou de repente: — Qual é, cara? Tava se fazendo de doido e agora tá cagado? Comecei a bater uma pra ele, queria ver ela crescer, mas ele não me deu tempo: Me pegou pelo cabelo e, segurando a pica pela base, apertou ela contra meus lábios, me forçando a abrir a boca, e sem nem deixar eu tentar chupar, empurrou a pica carnuda dele, sem se importar com o roçar dos meus dentes. Minha boca estava cheia, e ainda tinha pica pra fora, então, abrindo minha garganta, deixei ela passar, e senti como se uma cobra estivesse entrando na minha garganta. Por estar mole, senti ela dobrar, enchendo meu esôfago, e o filho da puta tapou meu nariz com força, fazendo eu me engasgar e lutar pra tirar ela. Ele não deixou. Continuou tapando meu nariz com a pica totalmente enfiada na minha boca. Eu não conseguia respirar e já não aguentava mais prender a respiração, então comecei a me sacudir e bater nas pernas dele. Quando ele tirou, eu tossi, cuspindo saliva e tentando recuperar o fôlego, mas quando olhei pra ela, já não era a pica que eu tinha visto. Era um mastro que eu tinha certeza que não ia conseguir lidar. Uns 8 cm de diâmetro, e uns 22 cm que pareciam nada por causa da grossura que tinha. Foi a primeira pica que eu nunca consegui engolir estando dura. Eu abria minha boca o máximo que podia, mas era impossível. Ele sabia disso, então não perdeu tempo: me levantou de repente, me dobrou sobre o capô de um carro, e praticamente arrancou minha roupa. Eu estava aterrorizado, não tinha reação, queria falar pra ele parar ali, mas nem isso eu consegui. Ele cuspiu na mão, molhou meu cu, e em vez de me acalmar, apoiou a pica em mim e disse: — Isso vai doer, cara, mas essa bunda eu não vou perder. A primeira Empurrão, senti que meu cu ia rasgar, mas tava ciente que só tinha metade da cabeça pra dentro. Pedi pra ele parar e tentei sair, mas aí sim, como um macho que sabe o que faz, ele falou: -Cara, mesmo que eu vá devagar vai doer, mas depois que entrar você vai gostar, deixa comigo... eu sei o que tô fazendo. Odeiei ele, e me odiei por não ter ido embora. Senti que em uns 4 ou 5 empurrões ele enfiou a pica toda. Eu chorava em silêncio, porque a dor era terrível, e como se ele não ligasse, começou uma bombada selvagem, até que minha mente começou a tomar consciência da pica que eu tava engolindo. E mesmo sem prazer físico ainda, mentalmente eu tava meio orgulhoso de ter aguentado tudo aquilo. Comecei a receber cada investida com vontade, e aí sim, como num passe de mágica, o prazer apareceu, não substituindo a dor, mas acompanhando ela. Comecei a acompanhar os movimentos dele, e da minha boca escapavam frases que eu nem pensava... eram expressões todas do prazer do meu corpo: Isso... toda... me mata... viu como aguentei... viu que entrou, filho da puta... Gozei na hora exata em que senti a pica dele encher meu cu de porra... Ele ficou parado, ofegante, e senti aquele masto amolecendo dentro de mim. Ele tirou de uma vez, e eu ouvi o barulho que fez ao sair, senti que não conseguia fechar meu buraquinho, então a porra escapou escorrendo pelas minhas pernas que tremiam igual loucas, e ouvi ele dizer: ...que puta gostosa você é... não sabe como a gente vai te comer daqui pra frente. Nem me consultou, nem precisava... eu sabia que nos planos dele eu ia virar a putinha dele.

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