O Trabalho da Minha Mãe (PARTE 1)

Acontece que minha mãe é uma senhora muito recatada, elegante e reservada pra quase tudo. Ela já tem 45 anos, é cheinha, mas não é gorda.

Minha relação com ela é bem simples: ela cuida da vida dela e eu cuido da minha. Raramente perguntamos sobre os assuntos um do outro. Quando a vejo, só assistimos filmes e passamos o tempo juntos, sem mais nem menos.

Mas uma coisa que tentei várias vezes foi que ela me contasse onde trabalhava, pra eu poder visitá-la um dia no serviço. E ela sempre evitava a pergunta ou mudava de assunto.

Então, um dia, resolvi matar a universidade e fui visitá-la bem cedo pra segui-la até o trabalho, já que ela não ia querer me levar. E pouco depois entendi o porquê.

Ela saiu do apartamento dela e eu a segui a pé, mantendo distância. O caminho foi curto até chegar a um bar, onde a vi entrar e cumprimentar o porteiro como se fossem amigos de longa data.

Entrei depois dela, mantendo distância, mas lá dentro foi quando a perdi de vista. Na hora, achei que ela fosse garçonete naquele lugar e por isso não queria me contar. Mas uma coisa não batia: se fosse garçonete, não teria salário pra ter o próprio apartamento e todas as coisas dela.

Fiquei no balcão e pedi uma bebida. Procurei minha mãe com o olhar discretamente, mas não a encontrei. Depois de 10 minutos, decidi pagar e ir embora, mas ouvi uma voz... a voz da minha mãe.Em que posso ajudar, senhores?Ela disse, a poucos metros atrás de mim, numa mesa atendendo dois caras.

Vestia o "uniforme" dela: um short jeans e uma camiseta justa.

Voltei a sentar e mantive minha posição anterior.

Até aí, parecia tudo normal, claro, era um bar e as funcionárias tinham que se vestir de forma atraente pros clientes. Isso, sinceramente, me excitou um pouco.

Mas quando ela terminou de anotar o pedido dos dois caras e se afastou, pude ver que o uniforme dela estava cortado — não rasgado, dava pra ver que foi cortado de propósito na virilha, deixando a calcinha à mostra.

E ela, como se nada fosse, andava com toda naturalidade, sem se importar.

Quando foi buscar o pedido dos caras que tava atendendo, vi como outros passavam a mão nas pernas e na bunda dela, e ela não dava a mínima. Na verdade, deixavam dinheiro enfiado na calcinha e no short, igual uma stripper.

Sei que devia ter dito ou feito algo quando vi todos aqueles estranhos tocando na minha mãe daquele jeito.

Mas algo dentro de mim queria continuar vendo ela assim e, além disso, queria ver mais.Sei que é bem curtinha, mas se tiver apoio, prometo que vai melhorar. A próxima parte vai ser mais longa e muito melhor.
Tenho muitas ideias pra contos separados e também pra continuar esse aqui.
Do mesmo jeito, se quiser um conto sobre um tema específico, uma pessoa famosa ou alguma conhecida sua, me avisa por mensagem que faço com maior prazer.

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