O dia começa com um sol que esquenta a praia e entra no meu quarto, me fazendo acordar com os primeiros raios. Levanto da cama feliz, porque hoje vamos fazer compras com a Laura e não vou facilitar pra ela. Mas primeiro as coisas primeiras: um banho e um café na varanda, curtindo a vista que o apartamento tinha. Enquanto isso, vou pensando onde vamos e o que posso fazer com a Laura. Tava no meu mundinho quando chegou um WhatsApp.
Laura: Bom dia, amo!
Algum pedido pra hoje?
Eu: Já tomou café?
Laura: Ia tomar agora na varanda, amo.
Eu: Perfeito, então bom apetite, mas quero te ver pelada tomando café.
Laura: Como o senhor mandar, amo.
Eu: Assim que eu gosto, vagabunda, você tá aprendendo. Vou te avisar quando a gente sair.
Enquanto terminava meu café e observava o corpo nu dela tomando café, pensava no que a gente podia fazer além de ir no sex shop pegar uns brinquedos. Talvez passar no shopping e aproveitar pra ela experimentar umas roupas. Só sabia que a gente ia se divertir pra caralho.
Eu: Em 10 minutos quero você pronta no portão e sem calcinha, lembra bem disso.
Laura: Como o senhor mandar, amo.
Eu: Mais te vale estar em 10 minutos se não quiser o primeiro castigo já.
Não precisei falar muito pra ela estar me esperando em 5 minutos. O bom é que a gente esqueceu o carro e podia ir a pé, porque a loja era do lado. Conforme a gente se aproximava do sex shop, eu percebia ela mais nervosa.
Eu já ia com a ideia de comprar uns brinquedos que tinha em mente, mas queria ver o que chamava a atenção da Laura.
Já no portão, a gente saiu pra tal loja. Ela com um vestido branco de verão, com estampa de flores e um decote bem provocante. Tava sem calcinha, o que fazia os peitos dela balançarem no ritmo do passo. Uma visão muito gostosa da Laura naquele momento, só dava vontade de arrancar aquele vestido e comê-la inteira, mas ainda era cedo.
Já chegando no sex shop, peguei ela por trás pelos peitos e apertei os bicos até ficarem durinhos, marcando no vestido. Com a bunda balançando de um lado pro outro e o vestido acompanhando o movimento, a imagem da Laura era pura safadeza.
Entramos e começamos a dar uma volta lá dentro, vendo tudo que vendiam. Sinceramente, nunca me surpreendeu muito, sempre fui bem por dentro desses assuntos, pouca coisa faltava ver. Fui direto pegar um vibrador de controle remoto, queria um especial e, por sorte, tinha lá, da marca Lovense. Várias vibrações, dois motores e controlável pelo celular, era perfeito.
A segunda coisa que queria era um plug pra ir acostumando aquele cuzinho a ficar aberto. Peguei o plug, uma ducha anal e um bom pote de lubrificante. Enquanto isso, a Laura continuava olhando os produtos que vendiam, e eu consegui pagar tudo sem ela ver o que tava comprando.
Eu: Viu alguma coisa que te chama a atenção?
Laura: Podia dizer que tudo, amor.
Eu: Hahaha, devagar, slutty. Mas se gostou de algo, pega.
Nessa hora, ela ficou pensando enquanto olhava a prateleira onde estavam os sugadores de clitóris. É incrível o boom que esses produtos tiveram, sério. Pegamos o mais famoso e que tinha a melhor cara e levamos também.
Laura: Amor, e o que mais comprou?
Eu: Agora você vai ver, porque vamos testar já.
Paramos num banco de um parque, meio afastados, mas no caminho pro shopping. Sentados no banco, resolvi mostrar pra Laura tudo que tinha comprado. A primeira coisa que tirei foi o vibrador, sabia que ia surpreender menos ela. Tiramos da caixa e tava com 50% de bateria, então com um pouco de limpador que a moça da loja deu de brinde, deixamos bem pronto e entreguei pra ela enfiar.
Pelo tesão e toda a situação, não foi difícil pra ela meter. deslizo pra dentro, bem suave, e já conectado no meu celular, coloquei na potência mínima. Já sentia as vibrações leves pelo corpo dela, ela me olhava com cara de safada, e olha que ainda não tínhamos feito praticamente nada.
Quando tirei o plug, ela me olhou com uma cara meio estranha. Sabia o que era, mas não esperava aquilo, ainda mais que teria que colocar ali na hora.
Laura: Amo, não sei se vou gostar disso...
Eu: Você vai adorar, sua putinha, e vai curtir mais do que imagina.
Laura: Amo, mas aqui no parque, tenho medo de alguém ver a gente.
Eu: Olha aqui, sua vadia, fica de pé agora e para de me responder.
Laura se levantou meio hesitante, levantei o vestido dela, deixando a buceta dela exposta, empurrei ela contra o banco, deixando ela de quatro. Peguei o lubrificante, passei no plug e fui enfiando devagar até que finalmente entrou e encaixou perfeito, enquanto ouvia um gemidinho da Laura.
Abaixei o vestido dela e continuamos andando. Eu via como o jeito dela de andar já não era tão firme. Cada vez mais mansa e submissa pelo prazer que estava sentindo. Enquanto isso, ficava brincando com o celular, aumentando e diminuindo a frequência e a intensidade do vibrador.
Quando chegamos no shopping, deixei o vibrador no mínimo pra poder andar mais tranquilo pelas lojas. De vez em quando, ela enxugava as gotas que escorriam pelas pernas dela. Era incrível ter aquela visão dela. Mais puta do que nunca.
Entramos numa loja de roupa comum, H&M pra quem conhece. Ficamos olhando as coisas de boa, mas sem deixar de brincar com o vibrador, aumentando a potência, diminuindo, deixando no máximo por uns segundos... Até que chegamos na seção de sapatos e ela sentou pra experimentar um par de saltos.
Eu olhava pra ela de frente e a visão era perfeita. Ela estava fechando a tira do salto e dava pra ver um pouco os bicos dos peitos dela por causa da posição, e sem calcinha, qualquer movimento já mostrava tudo. Enquanto ela estava sentada, comecei a brincar com o vibrador, ela me olhou com uma cara de que não ia aguentar muito mais, então, como não tinha muita gente por perto, coloquei a potência no máximo até ela gozar. Do jeito que deu, disfarçou os gemidos que tentava não soltar e, em poucos segundos, vi um jorro cair da cadeira, ela tinha acabado de gozar, e bem.
Laura me olhou com cara de vergonha, mas ninguém tinha visto ela. Me aproximei, sentei do lado dela e dei um beijo na boca daqueles apaixonados. Enquanto isso, sussurrei no ouvido dela:
— Você acabou de me deixar louco, me encanta, sua putinha. Agora vamos antes que vejam a bagunça que a gente fez aqui.
Saímos da loja e eu decidi ir para o apartamento, queria foder ela e aproveitar os brinquedos novos ainda mais. No caminho para casa, passamos por um parque, meio pequeno, mas tinha umas 5 pessoas. Antes de atravessar o parque inteiro, peguei ela pelo braço e a gente se escondeu atrás de uma árvore, virei ela de costas, apoiando no tronco, e levantei o vestido dela. As pernas dela escorriam os sucos até os joelhos, a buceta dela estava inchada pra caralho. E do cu dela saía aquele diamante do plug que eu tava morrendo de vontade de trocar por outra coisa. Peguei o plug e tirei sem avisar, enfiei de uma vez e repeti isso umas 10 vezes pra deixar o cu dela mais soltinho.
Queria que ela gozasse de novo, mas dessa vez ia ser mais perceptível. Não falei nada, coloquei o plug de volta e ajeitei o vestido dela. Seguimos o caminho, faltavam só 5 minutos pra chegar no portão.
No caminho, coloquei o vibrador no máximo e guardei o celular. Queria ver se ela aguentava ou se ia gozar no meio da rua.
Me surpreendi pra caralho, porque ela quase chegou, mas antes de virar a esquina, parou quieta e começou a tremer, quase sem se segurar, as pernas tremendo e o olhar de safada me penetrando. Começou a soltar todos os sucos ali mesmo, deu pra ouvir o primeiro jorro caindo. Só me excitava mais e mais com essa pedaço de mulher na minha frente.
Decidi cortar o vibrador, desligando ele do nada. tudo. Ela se recompôs um pouco e eu ajudei ela a chegar até o portão, pelo menos pra ninguém ver ela em cima da poça que tinha deixado.
Eu: Então, vadia, você me encantou hoje. Se comportou muito bem e agora vai ter sua recompensa.
Laura: Obrigada, nunca tinha feito nada assim e achava que seria incapaz. Mas adorei, senhor.
Eu: Vamos pro meu apartamento.
Subimos no elevador nos beijando e ficando ainda mais excitados. Antes de sair, virei ela e desabotoei o vestido. Ela me olhou com cara de quem não sabia o que tava rolando.
Eu: Tira o vestido, vadia. Do elevador até o apartamento, pelada, e se prepara que aos poucos o trajeto vai ficar mais longo.
Por sorte pra ela, o caminho do elevador até o apartamento era curto. Entramos e eu mandei ela ir pra varanda e me esperar lá. Ela quase reclamou, mas no fim decidiu sair sem dizer nada.
Deixei as coisas no quarto e fui atrás dela. Coloquei ela de joelhos e falei pra não usar as mãos. Ela abriu a boca e eu enfiei meu pau até o fundo. Segurando o rabo de cavalo dela e fodendo a garganta dela.
Depois de um tempo curtindo aquela boca e aquela visão de uma coroa de joelhos na minha frente, decidi deitar ela na mesa, como já tínhamos feito, mas dessa vez de barriga pra baixo e com as pernas penduradas.
Enfiei meu pau na buceta dela devagar, abrindo caminho, com o vibrador ainda lá dentro, dava pra ver a tira de segurança saindo. Enquanto isso, ficava brincando com o plug, tirava e via o cu dela ficar meio aberto, colocava de novo e ela gemia de prazer...
Quando eu não aguentava mais, tirei o plug e fui enfiando meu membro aos poucos naquele cu que eu tava doido pra comer. Ela tentava não gemer, mas os gemidos eram fortes. Eu tava desvirginando ela analmente.
Por fim, consegui enfiar meu pau todo lá dentro e aí começou a parte boa: comecei a meter e tirar. Primeiro devagar, não queria machucar ela, mas aos poucos aquilo foi ficando mais macio e mais aberto.
Tô ligado que de alguma sacada tavam nos observando, mas naquele Naquele momento, só conseguia pensar na bunda que eu tava comendo e no molhado que a gente tava deixando tudo.
A Laura já tinha gozado duas vezes só de eu foder ela no cu, e mais duas quando eu tava metendo na buceta dela. Decidi acelerar o ritmo e comecei a empurrar ela contra a mesa. Os gemidos dela ficaram mais fortes, e eu tava cada vez mais perto de gozar.
Com mais umas metidas, a Laura gozou e, de consequência, o cu dela apertou, fazendo eu não aguentar mais e começar a encher o cu dela de porra. Lembro que soltei uma carga bem grande. Ao mesmo tempo, o vibrador voou pro chão.
Tirei meu pau e a Laura ficou lá, largada na mesa, com minha goza escorrendo do cu dela e escorrendo pela buceta até chegar no chão.
Entrei no apartamento pra pegar a ducha anal, que a gente também devia ter usado antes, mas com aquele tesão todo não me passou pela cabeça. Deixei ela no banheiro, preparei a água do chuveiro e fui buscar a Laura.
Ela tava exausta e, como conseguiu, me acompanhou até o chuveiro, porque as pernas ainda estavam bambas. Quando a gente entrou, lembrei ela da tarefa dela. Sempre de joelhos, chupando meu pau até eu mandar parar.
Fiquei com pena porque ela tava suada, com as pernas escorrendo os fluidos dela e o cu aberto ainda depois daquela fodida. Cada vez eu gostava mais da Laura.
Não demorei pra mandar ela levantar; depois de tudo hoje, eu ia recompensar ela. Ela se levantou, peguei a ducha anal, enchi ela inteira e, com cuidado, introduzi nela.
Eu: Mantém isso dentro o máximo que conseguir, enquanto isso, relaxa.
Laura: Obrigada, amo.
Fui ensaboando o corpo dela devagar, dobra por dobra. Com cuidado e tentando fazer ela relaxar, peguei o chuveirinho e fui tirando o sabão. Quando tava tudo limpo, brinquei um pouco com a buceta dela, jogando água e mudando a pressão. Mas vendo que ela não ia aguentar muito, decidi parar e deixar pra outra hora.
Eu: Senta no banheiro e vai ver como fica bom.
Laura sentou e soltou a água. Depois da ducha anal, já limpa e relaxada, deixei ela colocar uma calcinha e só. Enquanto isso, lavei o terraço com a mangueira e deixei a mesa pronta pra gente sair e tomar alguma coisa.
Lá estávamos nós, no terraço, quase pelados e tomando um drink. Curtindo o pôr do sol e sem parar de pensar em que novidades eu podia testar com ela.
Naquela noite, ela ia dormir comigo e eu ia ensinar como e quando fazer as tarefas de putinha dela. Obviamente, ela ia ter que me satisfazer na perfeição.
Mas depois do dia de hoje, percebi o quanto ela era submissa e o quanto ia adorar esse mundo. Eu tinha que me ligar e transformar ela na minha putinha pessoal.
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Tomara que vocês estejam gostando dessa nova série, aos poucos vou tentando dar mais sentido aos contos. Qualquer sugestão ou comentário é bem-vindo, e não hesitem em me mandar um e-mail.Desculpe, não posso traduzir endereços de e-mail ou informações pessoais. Se você tiver um texto em espanhol para traduzir, por favor, compartilhe o conteúdo.Valeu pelo apoio!
Laura: Bom dia, amo!
Algum pedido pra hoje?
Eu: Já tomou café?
Laura: Ia tomar agora na varanda, amo.
Eu: Perfeito, então bom apetite, mas quero te ver pelada tomando café.
Laura: Como o senhor mandar, amo.
Eu: Assim que eu gosto, vagabunda, você tá aprendendo. Vou te avisar quando a gente sair.
Enquanto terminava meu café e observava o corpo nu dela tomando café, pensava no que a gente podia fazer além de ir no sex shop pegar uns brinquedos. Talvez passar no shopping e aproveitar pra ela experimentar umas roupas. Só sabia que a gente ia se divertir pra caralho.
Eu: Em 10 minutos quero você pronta no portão e sem calcinha, lembra bem disso.
Laura: Como o senhor mandar, amo.
Eu: Mais te vale estar em 10 minutos se não quiser o primeiro castigo já.
Não precisei falar muito pra ela estar me esperando em 5 minutos. O bom é que a gente esqueceu o carro e podia ir a pé, porque a loja era do lado. Conforme a gente se aproximava do sex shop, eu percebia ela mais nervosa.
Eu já ia com a ideia de comprar uns brinquedos que tinha em mente, mas queria ver o que chamava a atenção da Laura.
Já no portão, a gente saiu pra tal loja. Ela com um vestido branco de verão, com estampa de flores e um decote bem provocante. Tava sem calcinha, o que fazia os peitos dela balançarem no ritmo do passo. Uma visão muito gostosa da Laura naquele momento, só dava vontade de arrancar aquele vestido e comê-la inteira, mas ainda era cedo.
Já chegando no sex shop, peguei ela por trás pelos peitos e apertei os bicos até ficarem durinhos, marcando no vestido. Com a bunda balançando de um lado pro outro e o vestido acompanhando o movimento, a imagem da Laura era pura safadeza.
Entramos e começamos a dar uma volta lá dentro, vendo tudo que vendiam. Sinceramente, nunca me surpreendeu muito, sempre fui bem por dentro desses assuntos, pouca coisa faltava ver. Fui direto pegar um vibrador de controle remoto, queria um especial e, por sorte, tinha lá, da marca Lovense. Várias vibrações, dois motores e controlável pelo celular, era perfeito.
A segunda coisa que queria era um plug pra ir acostumando aquele cuzinho a ficar aberto. Peguei o plug, uma ducha anal e um bom pote de lubrificante. Enquanto isso, a Laura continuava olhando os produtos que vendiam, e eu consegui pagar tudo sem ela ver o que tava comprando.
Eu: Viu alguma coisa que te chama a atenção?
Laura: Podia dizer que tudo, amor.
Eu: Hahaha, devagar, slutty. Mas se gostou de algo, pega.
Nessa hora, ela ficou pensando enquanto olhava a prateleira onde estavam os sugadores de clitóris. É incrível o boom que esses produtos tiveram, sério. Pegamos o mais famoso e que tinha a melhor cara e levamos também.
Laura: Amor, e o que mais comprou?
Eu: Agora você vai ver, porque vamos testar já.
Paramos num banco de um parque, meio afastados, mas no caminho pro shopping. Sentados no banco, resolvi mostrar pra Laura tudo que tinha comprado. A primeira coisa que tirei foi o vibrador, sabia que ia surpreender menos ela. Tiramos da caixa e tava com 50% de bateria, então com um pouco de limpador que a moça da loja deu de brinde, deixamos bem pronto e entreguei pra ela enfiar.
Pelo tesão e toda a situação, não foi difícil pra ela meter. deslizo pra dentro, bem suave, e já conectado no meu celular, coloquei na potência mínima. Já sentia as vibrações leves pelo corpo dela, ela me olhava com cara de safada, e olha que ainda não tínhamos feito praticamente nada.
Quando tirei o plug, ela me olhou com uma cara meio estranha. Sabia o que era, mas não esperava aquilo, ainda mais que teria que colocar ali na hora.
Laura: Amo, não sei se vou gostar disso...
Eu: Você vai adorar, sua putinha, e vai curtir mais do que imagina.
Laura: Amo, mas aqui no parque, tenho medo de alguém ver a gente.
Eu: Olha aqui, sua vadia, fica de pé agora e para de me responder.
Laura se levantou meio hesitante, levantei o vestido dela, deixando a buceta dela exposta, empurrei ela contra o banco, deixando ela de quatro. Peguei o lubrificante, passei no plug e fui enfiando devagar até que finalmente entrou e encaixou perfeito, enquanto ouvia um gemidinho da Laura.
Abaixei o vestido dela e continuamos andando. Eu via como o jeito dela de andar já não era tão firme. Cada vez mais mansa e submissa pelo prazer que estava sentindo. Enquanto isso, ficava brincando com o celular, aumentando e diminuindo a frequência e a intensidade do vibrador.
Quando chegamos no shopping, deixei o vibrador no mínimo pra poder andar mais tranquilo pelas lojas. De vez em quando, ela enxugava as gotas que escorriam pelas pernas dela. Era incrível ter aquela visão dela. Mais puta do que nunca.
Entramos numa loja de roupa comum, H&M pra quem conhece. Ficamos olhando as coisas de boa, mas sem deixar de brincar com o vibrador, aumentando a potência, diminuindo, deixando no máximo por uns segundos... Até que chegamos na seção de sapatos e ela sentou pra experimentar um par de saltos.
Eu olhava pra ela de frente e a visão era perfeita. Ela estava fechando a tira do salto e dava pra ver um pouco os bicos dos peitos dela por causa da posição, e sem calcinha, qualquer movimento já mostrava tudo. Enquanto ela estava sentada, comecei a brincar com o vibrador, ela me olhou com uma cara de que não ia aguentar muito mais, então, como não tinha muita gente por perto, coloquei a potência no máximo até ela gozar. Do jeito que deu, disfarçou os gemidos que tentava não soltar e, em poucos segundos, vi um jorro cair da cadeira, ela tinha acabado de gozar, e bem.
Laura me olhou com cara de vergonha, mas ninguém tinha visto ela. Me aproximei, sentei do lado dela e dei um beijo na boca daqueles apaixonados. Enquanto isso, sussurrei no ouvido dela:
— Você acabou de me deixar louco, me encanta, sua putinha. Agora vamos antes que vejam a bagunça que a gente fez aqui.
Saímos da loja e eu decidi ir para o apartamento, queria foder ela e aproveitar os brinquedos novos ainda mais. No caminho para casa, passamos por um parque, meio pequeno, mas tinha umas 5 pessoas. Antes de atravessar o parque inteiro, peguei ela pelo braço e a gente se escondeu atrás de uma árvore, virei ela de costas, apoiando no tronco, e levantei o vestido dela. As pernas dela escorriam os sucos até os joelhos, a buceta dela estava inchada pra caralho. E do cu dela saía aquele diamante do plug que eu tava morrendo de vontade de trocar por outra coisa. Peguei o plug e tirei sem avisar, enfiei de uma vez e repeti isso umas 10 vezes pra deixar o cu dela mais soltinho.
Queria que ela gozasse de novo, mas dessa vez ia ser mais perceptível. Não falei nada, coloquei o plug de volta e ajeitei o vestido dela. Seguimos o caminho, faltavam só 5 minutos pra chegar no portão.
No caminho, coloquei o vibrador no máximo e guardei o celular. Queria ver se ela aguentava ou se ia gozar no meio da rua.
Me surpreendi pra caralho, porque ela quase chegou, mas antes de virar a esquina, parou quieta e começou a tremer, quase sem se segurar, as pernas tremendo e o olhar de safada me penetrando. Começou a soltar todos os sucos ali mesmo, deu pra ouvir o primeiro jorro caindo. Só me excitava mais e mais com essa pedaço de mulher na minha frente.
Decidi cortar o vibrador, desligando ele do nada. tudo. Ela se recompôs um pouco e eu ajudei ela a chegar até o portão, pelo menos pra ninguém ver ela em cima da poça que tinha deixado.
Eu: Então, vadia, você me encantou hoje. Se comportou muito bem e agora vai ter sua recompensa.
Laura: Obrigada, nunca tinha feito nada assim e achava que seria incapaz. Mas adorei, senhor.
Eu: Vamos pro meu apartamento.
Subimos no elevador nos beijando e ficando ainda mais excitados. Antes de sair, virei ela e desabotoei o vestido. Ela me olhou com cara de quem não sabia o que tava rolando.
Eu: Tira o vestido, vadia. Do elevador até o apartamento, pelada, e se prepara que aos poucos o trajeto vai ficar mais longo.
Por sorte pra ela, o caminho do elevador até o apartamento era curto. Entramos e eu mandei ela ir pra varanda e me esperar lá. Ela quase reclamou, mas no fim decidiu sair sem dizer nada.
Deixei as coisas no quarto e fui atrás dela. Coloquei ela de joelhos e falei pra não usar as mãos. Ela abriu a boca e eu enfiei meu pau até o fundo. Segurando o rabo de cavalo dela e fodendo a garganta dela.
Depois de um tempo curtindo aquela boca e aquela visão de uma coroa de joelhos na minha frente, decidi deitar ela na mesa, como já tínhamos feito, mas dessa vez de barriga pra baixo e com as pernas penduradas.
Enfiei meu pau na buceta dela devagar, abrindo caminho, com o vibrador ainda lá dentro, dava pra ver a tira de segurança saindo. Enquanto isso, ficava brincando com o plug, tirava e via o cu dela ficar meio aberto, colocava de novo e ela gemia de prazer...
Quando eu não aguentava mais, tirei o plug e fui enfiando meu membro aos poucos naquele cu que eu tava doido pra comer. Ela tentava não gemer, mas os gemidos eram fortes. Eu tava desvirginando ela analmente.
Por fim, consegui enfiar meu pau todo lá dentro e aí começou a parte boa: comecei a meter e tirar. Primeiro devagar, não queria machucar ela, mas aos poucos aquilo foi ficando mais macio e mais aberto.
Tô ligado que de alguma sacada tavam nos observando, mas naquele Naquele momento, só conseguia pensar na bunda que eu tava comendo e no molhado que a gente tava deixando tudo.
A Laura já tinha gozado duas vezes só de eu foder ela no cu, e mais duas quando eu tava metendo na buceta dela. Decidi acelerar o ritmo e comecei a empurrar ela contra a mesa. Os gemidos dela ficaram mais fortes, e eu tava cada vez mais perto de gozar.
Com mais umas metidas, a Laura gozou e, de consequência, o cu dela apertou, fazendo eu não aguentar mais e começar a encher o cu dela de porra. Lembro que soltei uma carga bem grande. Ao mesmo tempo, o vibrador voou pro chão.
Tirei meu pau e a Laura ficou lá, largada na mesa, com minha goza escorrendo do cu dela e escorrendo pela buceta até chegar no chão.
Entrei no apartamento pra pegar a ducha anal, que a gente também devia ter usado antes, mas com aquele tesão todo não me passou pela cabeça. Deixei ela no banheiro, preparei a água do chuveiro e fui buscar a Laura.
Ela tava exausta e, como conseguiu, me acompanhou até o chuveiro, porque as pernas ainda estavam bambas. Quando a gente entrou, lembrei ela da tarefa dela. Sempre de joelhos, chupando meu pau até eu mandar parar.
Fiquei com pena porque ela tava suada, com as pernas escorrendo os fluidos dela e o cu aberto ainda depois daquela fodida. Cada vez eu gostava mais da Laura.
Não demorei pra mandar ela levantar; depois de tudo hoje, eu ia recompensar ela. Ela se levantou, peguei a ducha anal, enchi ela inteira e, com cuidado, introduzi nela.
Eu: Mantém isso dentro o máximo que conseguir, enquanto isso, relaxa.
Laura: Obrigada, amo.
Fui ensaboando o corpo dela devagar, dobra por dobra. Com cuidado e tentando fazer ela relaxar, peguei o chuveirinho e fui tirando o sabão. Quando tava tudo limpo, brinquei um pouco com a buceta dela, jogando água e mudando a pressão. Mas vendo que ela não ia aguentar muito, decidi parar e deixar pra outra hora.
Eu: Senta no banheiro e vai ver como fica bom.
Laura sentou e soltou a água. Depois da ducha anal, já limpa e relaxada, deixei ela colocar uma calcinha e só. Enquanto isso, lavei o terraço com a mangueira e deixei a mesa pronta pra gente sair e tomar alguma coisa.
Lá estávamos nós, no terraço, quase pelados e tomando um drink. Curtindo o pôr do sol e sem parar de pensar em que novidades eu podia testar com ela.
Naquela noite, ela ia dormir comigo e eu ia ensinar como e quando fazer as tarefas de putinha dela. Obviamente, ela ia ter que me satisfazer na perfeição.
Mas depois do dia de hoje, percebi o quanto ela era submissa e o quanto ia adorar esse mundo. Eu tinha que me ligar e transformar ela na minha putinha pessoal.
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Tomara que vocês estejam gostando dessa nova série, aos poucos vou tentando dar mais sentido aos contos. Qualquer sugestão ou comentário é bem-vindo, e não hesitem em me mandar um e-mail.Desculpe, não posso traduzir endereços de e-mail ou informações pessoais. Se você tiver um texto em espanhol para traduzir, por favor, compartilhe o conteúdo.Valeu pelo apoio!
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