Vingança ou sentimentos. Parte 1: -Ela não estava passando pelo seu melhor momento. Por tanto tempo, sempre recebia o mesmo comentário. -Ohhhhhh Anais, você é muito inteligente, merece mais!!! Elogioso, sim... Mas tão mordaz ao mesmo tempo, sobre o que ela era e poderia ser. Mas também sobre o que não poderia, e jamais teria coragem de fazer... Não era a tÃpica garota descolada, mas também não era uma garota comum. Ela se sentia quase sempre ausente, e comparava sua vida e seus acontecimentos como a triste história da Pizarnik. Medrosa, e com uma falta de confiança brutal. Já estava assim há alguns meses... Portanto, temia se acostumar e seguir esse ritmo de vida. Recém-formada, sua mãe pediu insistentemente que ela procurasse um emprego. E assim ela fez para manter a cabeça ocupada, e não cair em depressão. Mas ao chegar em casa depois de cumprir uma jornada de um emprego que considerava medÃocre e sem futuro. Não conseguia parar de pensar em como sua vida mudou por causa de um maldito mal-entendido. Por causa de uma ligação inoportuna, por culpa dela: Evangelina Muguerza... "Que se foda essa puta!"
Anais cuspiu entre lágrimas, enquanto esmagava outro troféu contra a parede do seu quarto. "Não preciso de nada disso!"
A garota de dezoito anos tinha destruÃdo tudo que tinha a ver com softbol ou a faculdade. Seu quarto era uma zona de desastre de papéis rasgados, troféus quebrados, pôsteres rasgados e outras lembranças destruÃdas. Quando terminou, desabou na cama e chorou um pouco mais. Horas depois, ficou sentada em silêncio, aquela noite estava calma e ela ficou olhando para o teto, pensando na sua vida arruinada. Não foi arruinada pelos padrões de guerra, desastres naturais ou doenças terminais, mas para uma adolescente como Anais, chegou perto o suficiente. Ela não tinha futuro. Sua única chance de sair de casa e da sua cidadezinha foi frustrada. Então lembrou dos acontecimentos que a levaram à ruÃna. Da senhora Muguerza do outro lado da rua nunca tinha agradado ela. Às vezes era como se a dona Muguerza conspirasse contra ela. Sem nem conhecê-la, ela franziu a testa na primeira vez que a viu. Então nunca imaginou que teria que se cuidar dela. Nunca fez isso, e tá aà o resultado. O Sr. Muguerza foi outra história completamente diferente. Era tão gentil e amigável e um pouco bonito pra um cara mais velho, pensou Anais. Ela tinha admirado ele mais de uma vez enquanto trabalhava no jardim da casa dele do outro lado da rua. Era bonito, só um pouco nerd demais pro gosto dela. Tinha 40 anos, e um corpo atlético que, sem ser de academia, ficava bem num homem maduro. A ascendência basca do Sr. Muguerza parecia não ter se perdido com os anos. E a pele branca dele e o cabelo ruivo faziam ele parecer tão sexy. Os problemas de Anais começaram quando a Sra. Muguerza iniciou o programa de vigilância do bairro. Era um programa de vigilância que se estendia da sua rua pequena e aconchegante até além do parque Kennedy. O bosque de árvores além do bairro era o lugar perfeito pros amantes locais. Anais e dezenas de outras pessoas do bairro tinham sido presas lá bebendo, e tudo por culpa da Sra. Muguerza, no ano passado. Anais tinha ficado de castigo por um mês e a mãe dela ainda não confiava nela. No entanto, o entusiasmo inicial da vigilância do bairro tinha diminuÃdo depois do primeiro ano, e os garotos tinham começado a voltar em massa pro parque. Naquela noite crucial, Anais e o namorado Xavi estavam consumando o relacionamento deles, finalmente. Anais já tinha feito boquete no namorado antes, mas essa era a primeira vez que eles transavam e tinha valido a pena esperar. Eles estavam no banco de trás do mustang vintage do Xavi e ele estava por cima dela metendo furiosamente. Anais já tinha gozado uma vez e estava se preparando pra outro orgasmo. As pernas dela estavam enroladas com força em volta dele. corpo e gemia o nome dele a cada estocada. De repente, bateu uma batida urgente na janela. "PolÃcia! Por favor, saiam do carro." "Ah, merda! Raio! Desce!" Anais tinha gritado, tentando desesperadamente tirar a pica gorda do Xavi da buceta dela e se cobrir. "Uh..." Anais gemeu quando Xavi saiu dela. "Se meu pai descobre... anda logo!" "Vistam a roupa e saiam do carro", ordenou uma voz grave. Ela e o Xavi vestiram as calças o mais rápido que puderam, ele já tinha tirado a camisinha e jogado no chão. Antes de subir no banco pra abrir a porta, Xavi enfiou um saquinho no bolso da Anais. "Que isso?" ela sibilou pra ele. Ela tateou o bolso. "Shhh... deixa quieto. Não vão te revistar", ele sussurrou enquanto abria a porta do carro. Anais correu atrás dele tentando ajeitar a blusa. O sutiã dela ainda estava no banco de trás do carro, e os peitos enormes e durões balançaram obscenamente quando ela se levantou. Quase arrancando o botão da blusa. A polÃcia mandou eles colocarem as mãos no carro. Faziam o mesmo com os ocupantes dos outros carros estacionados na rua. "Não", protestou Anais. "A gente não... só estamos..." "Tá resistindo?" Um dos policiais disse ameaçadoramente se aproximando dela. Anais se virou rápido e colocou as mãos no Mustang do Xavi. O namorado dela tinha se enganado. Revistaram ela primeiro e em segundos tiraram o saquinho do bolso da frente. Tava cheio de pó branco... "O que é isso?" perguntou um dos policiais. "Não é meu!" Ela gritou. "Fala, amor! Fala pra eles!" Ela disse num tom choroso, bem suplicante. Xavi balançou a cabeça e desviou o olhar enquanto a polÃcia colocava as algemas nela. Anais tava tremendo de medo e olhou em volta desesperada. Isso não podia estar acontecendo. "Nãããooo!" ela gritou se afastando da polÃcia, e aà viu a vizinha dela parada do lado do carro da polÃcia. Que O que ela estava fazendo aqui? Pensou rapidamente Evangelina Muguerza, a vizinha intrometida e desagradável, chefe da vigilância do bairro. A Sra. Muguerza estava encarando ela com um olhar de superioridade no rosto. "Eu te falei que ela era um problema. Não dá pra alcançar algumas crianças", disse a Sra. Muguerza, alto o bastante pra todo o beco ouvir. A vida de Anais desmoronou logo depois. Aquela trouxa que Xavi tinha enfiado no bolso dela continha uma onça de metanfetamina. Os pais dela tiraram ela da cadeia, tomaram todos os aparelhos eletrônicos que ela tinha e revistaram minuciosamente o quarto dela em busca de mais drogas. No dia seguinte, disseram que ela podia se mudar ou entrar num programa de reabilitação ambulatorial. Quanto à faculdade, o pai dela não ia investir em algo que não valeria a pena. Apesar dos protestos de Anais de que nunca tinha usado droga na vida, a decisão dos pais foi firme. Sem saber o que mais fazer e sem ter pra onde ir, ela aceitou o programa. O Tecnológico de Monterrey ficou sabendo da prisão dela e cancelou as bolsas. Os pais dela contrataram um advogado muito bom, conseguiram um acordo com prisão domiciliar, serviço comunitário e liberdade condicional. Xavi tinha sumido da cidade logo depois daquela merda toda e ninguém soube mais dele desde então. Pra ser sincera, aquele canalha era a raiz de todos os problemas dela, mas Anais não conseguia tirar da cabeça a imagem daquela puta arrogante, Evangelina Muguerza. Ela tinha roubado os sonhos dela, entregado ela pra polÃcia, tirado o Xavi e transformado ela numa pária naquela comunidadezinha. Ela esticou a mão e pegou o exemplar d'O Conde de Monte Cristo. Aquilo fez ela sorrir e a encheu de um propósito terrÃvel. Anais ficou ali, olhando pro teto e enxugando as lágrimas do rosto, prometendo se vingar. Ela jurou tirar tudo dela. Tudo para aquela vagabunda, incluindo o marido dela. Evangelina Muguerza tinha arruinado a vida dela e ia pagar. Anais não tinha mais nada pelo que viver... Não tinha acontecido nada tão tumultuado na casa dos Muguerza desde que prenderam a Anais. Os Muguerza ignoravam os problemas da garota.
Evangelina Muguerza era gerente de escritório numa fábrica de processamento de cartões de crédito e, no tempo livre, se dedicava ao programa de proteção e vigilância do bairro. Bruno Muguerza era contador e não podia ligar menos pra tentativa de abafar o crime inexistente no bairro deles.
Não tiveram filhos. Evangelina era contra trazer qualquer bebê pra esse mundo. Bruno tinha mencionado a possibilidade de um dia gostar de ter um filho, mas essa ideia foi esmagada com veemência por Evangelina. De jeito nenhum iam ter filhos; ponto final. Bruno sabia que era melhor não discutir com a esposa.
Uns meses depois, foi uma noite tranquila na casa dos Muguerza. Evangelina estava reclamando no telefone sobre vários adolescentes que ficavam vagando no parque a noite toda e se frustrava porque ninguém mais se importava. Bruno estava sentado à mesa da sala de jantar lendo o jornal, conferindo uns estoques no tablet e bebendo um Martini. A campainha tocou.
E ela gritou pra ele: "Bruno!! Estou no telefone", "Você podia ir ver quem tá batendo na porta?" gritou Evangelina da cozinha. Bruno se levantou e foi até a porta, abriu e parou por um segundo quando viu Anais, na frente dele, parada ali. Levou um segundo pra reconhecê-la. A pequena gostosa de 1,60 de altura e pele perolada. O rosto lindo finamente maquiado, destacando os grandes olhos cor de mel e o cabelo castanho que ia até a cintura. Ela usava uma calça jeans justa e elástica como pele e uma camiseta branca tão apertada e fina que ele podia ver cada detalhe do sutiã preto de renda de força industrial. o que ela usava por baixo. Os olhos dele pararam nos peitos grandes e salientes dela por tempo demais. Envergonhado, se conteve e levantou a cabeça pra olhar nos olhos dela. "Posso entrar, seu Muguerza?" Ela disse. Parecia não ter percebido onde os olhos dele tinham vagado. "Claro, Anais" disse Bruno, se afastando pra deixar a jovem vizinha entrar. "O que posso fazer por você?" Ele achou que sentiu cheiro de álcool no hálito dela, mas não tinha certeza. Não queria acusar ela de algo que não tinha feito. A pobre menina tinha passado por tanta coisa, ele lembrava bem. "Vim falar com sua esposa" ela disse, arrastando um pouco as palavras. "Eva tá no telefone" disse Bruno, "Por que você não senta aqui no jantar comigo? Ela vem quando terminar." Ele notou que os olhos dela estavam meio vidrados. Agora tinha certeza que sentia o cheiro de álcool no hálito dela. "Tá bom" disse Anais, seguindo ele até a sala de jantar e sentando na ponta da mesa. Ficaram lá em silêncio, Anais sem dizer uma palavra e sem nem olhar pra ele. O tempo foi ficando cada vez mais estranho, ela sentada ouvindo Evangelina Muguerza falar da cozinha sobre um jovem e outro. Bruno não aguentou e quebrou o silêncio primeiro. "Olha, Anais" ele disse, lembrando de uma conversa recente com os pais dela ao ar livre. "Sabe que... a gente ouviu sobre o técnico e sentimos muito, de verdade, né? A Evangelina não tava atrás de você, pessoalmente, nem nada. Ela só não quer que os jovens daqui sigam o caminho errado." "Claro, seu Muguerza" disse Anais, sentando mais reta, fazendo os peitões dela balançarem enquanto se mexia. "Olha, eu sei que não foi o senhor. Foi sua esposa e ela tem algo contra mim." Bruno balançou a cabeça. "Quando você for mais velha, vai entender essas coisas. Fico feliz que você finalmente veio. Falei pros seus pais que você devia vir. Você realmente precisa ter uma conversa com minha esposa e esclarecer as coisas ". —Não vai ser uma conversa agradável, senhor Muguerza. Não vim pra ser simpática ou pedir desculpas nem nada do tipo, e já sou velha o suficiente pra entender como a vida funciona. Não sou uma criancinha ". O rosto dela ficou vermelho e os olhos se arregalaram enquanto ela olhava pra ele. "Eu sei, eu sei", disse Bruno, tentando acalmar a jovem gostosa, que ele percebia estar indignada. "Não vamos sair do sério aqui". Ele odiava confrontos. Nunca tinha sido bom com eles. Deu outra olhada nos peitões da Anais, que se apertavam contra o tecido fino da camiseta dela, antes de balançar a cabeça e tomar mais um gole do seu Martini. "Vai ficar tudo bem", disse ele, mais pra si mesmo do que pra Anais. Ela olhou pra ele e então disse —Sr. Muguerza.. Ele a interrompeu na hora "Me chama de Bruno, tá bom, e a gente vai ver... vai ver o que a Eva vai falar quando entrar". Ele já tava começando a ficar nervoso. Era uma sorte que nunca tinham tido filhos, pensou. Todos viram adolescentes... "Tá bom, Bruno..." disse Anais, se apoiando na mesa, esmagando os peitos contra ela e sorrindo pra ele. "Esse é um nome muito bonito. É tipo o Batman" Bruno olhou pra ela. Os olhos dele grudaram nos peitos dela. Agora ele conseguia ver um decotezinho. Tossiu. "Você gosta?" perguntou ela, inocente. Ele balançou a cabeça na direção da parede, como se ela tivesse queimando os olhos dele. "Eu... desculpa... não..." Ela o interrompeu "Ahhh então você não gosta de super-heróis?" Ele esfregou o lado do pescoço. Se mexeu pra se afastar de Anais o mais rápido possÃvel. "Não..." ele disse apressado. Ela balançou a cabeça pra esclarecer. "Sabe... que pena que você não gosta?" Os olhos dela se fixaram nos dele. Ela molhou os lábios carnudos. Ele reagiu nervoso😬 "Eu... sim, não... olha..." Anais riu por um segundo. Ela tava zoando ele sem parar, como costumava fazer com o Xavi. Ela sentou e respirou fundo. Isso não era o que ela queria fazer. Ela não sabia o que queria fazer. Passou as mãos pela toalha de mesa lisa vermelho-escura que cobria a mesa de jantar e pendia das bordas. Talvez devesse ir embora. Beber antes de vir foi definitivamente uma má ideia. Não conseguia pensar direito e agora estava com vergonha de ter flertado com o senhor Muguerza daquele jeito. Ela se levantou, e o Sr. Muguerza também. "Vai embora?" perguntou Bruno, aliviado. "Sim, acho que devo", respondeu ela. Mas antes que qualquer um dos dois pudesse se mexer, a voz de Evangelina Muguerza ecoou da cozinha. "Provavelmente amiga daquela putinha do outro lado da rua… É… Anais Alvarez, acho que era o nome. Sabia que ela tentou negar que aquelas drogas eram dela? Foi com você pra conseguir um trabalho de babá? Ahhh não, meu Deus, se eu encontrasse aquela garota na minha casa, pegava o spray de pimenta e dava a dose inteira. Provavelmente ia tentar roubar alguma coisa, pra ter mais dinheiro pra droga." Anais e Bruno Muguerza olharam pra cozinha enquanto o som dos saltos altos de Evangelina Muguerza ficava mais forte. Anais se assustou de repente… um pouco desproporcional por causa do álcool no sistema. Ela não queria levar spray de pimenta! Com um movimento rápido, desapareceu debaixo da mesa de jantar bem na hora que a Sra. Muguerza saiu da cozinha. "Quem era?" perguntou, olhando em volta. "Pensei que ouvi você falando com alguém." "Hum… ah… era o Carlos. Perguntando sobre os fundos mútuos dele de novo", mentiu Bruno. Sem saber o que mais fazer, sentou-se de novo na ponta da mesa de jantar. Isso era uma bagunça completa. Evangelina se aproximou dele e beijou sua testa. "Você é tão doce, ajudando o Carlos assim. Mas não deixa ele se aproveitar de você." "Hum…" começou Bruno. Virou o Martini dele. "Você não acha que está sendo um pouco dura demais com esses jovens? A maioria deles é boa e a Anais não é tão ruim assim…" "Anais! Você sabe que a Pegaram você com crystal, querido. Isso é ruim. Preciso explicar de novo?" Naquele momento, Bruno sentiu uma mão na perna dele. Levantou-se de um pulo, assustado. Sabia que Anais estava embaixo da mesa, mas ainda assim foi um choque. Por que ela estava tocando a perna dele? Confundindo o susto dele com o toque de Anais, como se fosse um choque com o que ela estava dizendo sobre a garota e as drogas, Evangelina continuou com vigor renovado. "Você sempre se surpreende quando eu conto essas coisas sobre a nossa comunidade. Ela vai virar o que tem em Juárez ou Culiacán, com todos aqueles tiroteios e crimes que têm lá..." "Claro..." foi tudo que Bruno conseguiu dizer. Não conseguia pensar que Anais e aquelas tetonas dela estavam sentadas na frente dele, debaixo da mesa da sala de jantar. Tentou se concentrar no discurso da esposa sobre delinquência juvenil e tiroteios, mas foi inútil. Ficou duro. Sentia a ereção pressionando contra a cueca e a calça cáqui. Esperava, contra toda esperança, que Anais não visse o volume na calça dele e que a esposa se cansasse de reclamar da jovem de novo e fosse tomar aquele banho que vinha ameaçando desde que chegou em casa.
Anais estava sentada lá, fervendo de raiva, ouvindo a Sra. Muguerza insultar ela e todos os outros menores do bairro. Era irritante saber que, não importava o que fizesse, ela sempre seria uma vagabunda aos olhos da Sra. Muguerza. Estava prestes a pular de debaixo da mesa e dar um tapa na cara daquela puta. Spray de pimenta ou sem spray de pimenta, ela ia se defender de uma vez por todas. Pressionou a mão na perna do Sr. Muguerza para se ajudar a ficar de joelhos. Olhando distraidamente para a virilha dele, fez uma pausa, vendo que a calça dele estava obscenamente estufada. Soltou um suspiro baixinho, colocando a mão na boca. Ele estava de pau duro! Será que era por causa dela?
Naquele momento, a voz de Evangelina interrompeu seus Pensamentos. "Você é tão distraÃdo, Bruno! Droga! Se dependesse de você, essas crianças estariam soltas por aÃ, se pegando e se drogando na nossa varanda da frente..." Evangelina continuou falando, realmente irritada e enchendo o saco do marido. "Vadia", sussurrou Anais para si mesma, movendo a mão para cima e tocando o volume grande na calça do Sr. Muguerza. Ela nunca teria feito isso sem a vodka no sangue. As pernas de Bruno se tensionaram com o toque, mas ele estava preso e incapaz de se levantar ou se afastar dela. Anais olhou para a esquerda e viu as pernas de Evangelina; quase perto o suficiente para alcançar e beliscar, mas tinha coisas mais importantes para fazer. Ia pegar o marido da Sra. Muguerza pela garganta e beber a semente dele. "O que acha da vingança, vadia nojenta?", pensou Anais. "Vou roubar seu maldito marido." Ela abaixou lentamente o zÃper da calça de Bruno para não fazer barulho. Depois, deslizou a mão pela abertura e pela cueca dele, puxando o pau enorme para fora. Estava tão duro! O pau dele era grosso, cheio de veias e pulsava ameaçadoramente na direção dela, como se estivesse vivo. Era muito, muito grande; bem maior que o pinto do Xavi. Ela segurou na mão pequena, admirando. Uma gota de lÃquido pré-ejaculatório se formou na ponta e Anais lambeu. "Ai, meu Deus"🤪 murmurou o Sr. Muguerza ao sentir a lÃngua aveludada da garota no pau dele. A esposa nunca tinha feito isso com ele em todos os 10 anos de casamento. "Isso mesmo!" exclamou a esposa, confundindo o murmúrio dele com aprovação ao desabafo, então continuou. "Pega aquelas putinhas, tipo a Anais do outro lado da rua, e a Katia González da rua Garza. Sabe o que elas realmente querem? Sabe o que a Anais Alvarez provavelmente está fazendo agora?" "Se você soubesse o que estou fazendo agora, vadia", sussurrou Anais e então chupou o pau magnÃfico do Sr. Muguerza na boca. boca quente e molhada. Ela passou a boca nele e moveu os lábios macios e carnudos pra cima e pra baixo no pau grosso dele, babando tudo. O Sr. Muguerza mexeu os quadris de leve na boca dela, e ela foi engolindo mais fundo, cada vez mais fundo. Não tinha ânsia de vômito e, apesar do tamanho, enfiou ele fácil na garganta até o nariz ficar enterrado nos pelos da buceta dele. Depois, esticou a lÃngua, lambendo as bolas dele.
Bruno se agarrou com força na mesa e os músculos do pescoço dele incharam enquanto tentava manter a compostura. "Ah... porra... Essas crianças malditas!" ele gritou, fingindo raiva pra esconder o que tava rolando debaixo da mesa. Nunca tinha sentido uma sensação igual. "Isso aÃ, Bruno!" Evangelina exclamou animada. "Fica puto! Você tem que ficar puto! Essas crianças malditas tão destruindo nossa comunidade! Agora você vê por que eu sou tão envolvida e por que nunca vamos ter filhos. Não nesse mundo! Ah, não! Tão acabando com a nossa cidade!" A lenga-lenga dela ficou mais alta e empolgada. Agora ela andava pelo chão da sala de jantar. Anais continuou chupando o Sr. Muguerza sem parar, levando ele fundo na garganta e depois puxando até a ponta pra poder acariciar o pau molhado e lamber o cano inchado dele como se fosse um pirulito. As pernas dele estavam tensas e ela sabia que ele tava perto de gozar. Ela envolveu ele de novo, bombeando a boca no pau dele, dessa vez com mais sucção. "Tá bom..." cuspiu o Sr. Muguerza. Não conseguiu evitar. "Tá bom, meu bem. Vai ser muito bom quando o toque de recolher for aprovado. A gente tem a reunião do toque de recolher amanhã à noite." "Vou gozar", Bruno rosnou. "Ah, finalmente!" Evangelina caiu na gargalhada. "Esperava que você estivesse comigo nessa. Tão feliz que você finalmente entendeu." Ela disse achando que o marido tinha entendido por que ela era tão dedicada à segurança do bairro. "Não, puta. Eu vou conseguir." Anais pensou, bem antes do Sr. Muguerza disparar a porra na boca dela. "É..." ele sibilou quando a esposa se inclinou e deu um beijo na boca dele. Foi estÃmulo demais. A esposa dele beijou ele, totalmente por fora da ninfa peituda chupando o pau dele debaixo da mesa. Ele devolveu o beijo na esposa com mais força do que pretendia, e ela respondeu sugando a lÃngua dele na boca dela. Foi o beijo mais apaixonado que já tinham experiente pra caralho. Ele gemeu na boca dela enquanto o pau pulsava e esvaziou as bolas na boca celestial da Anais. Ela teve dificuldade pra engolir toda a porra. Nenhum dos namorados dela tinha gozado tanto assim. Ela fez o possÃvel, mas um pouco escapou da boca e escorreu pelo queixo dela. Depois do que pareceu uma eternidade, o Sr. Muguerza finalmente parou de bombear a porra na boca dela e o pau magnÃfico dele murchou. Evangelina se afastou dele e foi andando em direção à banheira. Totalmente exausto, Bruno desabou na cadeira, enquanto Anais observava divertida como a ereção foi sumindo. Ela se perguntou distraidamente quanto tempo tinha passado desde que a esposa dele foi embora. Ela se sentou, lambendo os lábios, curtindo o gosto salgado, ouvindo a conversa que aos poucos se perdia.
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