Aventura com minha prof na facul...😈😈💦

Vou contar uma coisa que aconteceu comigo nos meus primeiros anos de faculdade. Eu estudava numa universidade bem grande, e os professores têm um prédio onde ficam seus escritórios. Meu professor de uma das minhas matérias favoritas era um cara bem jovem, devia ter uns 33 ou 34 anos na época, muito gostoso, branco, cabelo castanho, barba bem máscula e uma voz que... aaaaah, fazia você se molhar na hora. Além disso, era super inteligente. Mesmo tendo poucos anos dando aula, já tinha fama de ser um dos que melhor ensinava, as aulas dele viviam cheias e, claro, era o crush de todas as mulheres e de alguns homens também. Eu sempre fui muito boa aluna, nunca tive dificuldade pra estudar e, pelo contrário, adoro isso. Bom, eu nunca pensei em tentar nada com o professor porque ele sempre foi muito respeitoso com a gente, era cuidadoso com o que fazia e dizia, um cara muito correto. No meio do semestre, surgiu um projeto importante e, como eu disse, sempre fui boa aluna, então me interessei na hora e entrei com ele como meu orientador.

Eu tinha que ir procurá-lo às quartas-feiras, 1h da tarde (antes da aula, porque eu estudava no turno da tarde) e às sextas, 7h da noite, depois da última aula dele. Sexta-feira na minha escola era um dia morto, tinha pouca atividade e muito menos aula, só alguns cursos de primeiro e terceiro semestre, como o meu. Nas primeiras semanas, tudo muito normal. O professor era um sonho, sim, mas nós dois estávamos focados em fazer o trabalho dar certo, e pra mim era só algo platônico. Até que eu vi uma garota da minha sala, a mais piranha e idiota de todas, dando em cima dele. Era óbvio o que ela queria. Já tinha tido várias aulas com ela, e ela era a clássica "esquentadora de ovo", que só flerta quando quer que alguém faça o trabalho por ela. Me deu uma raiva danada ver como ela cumprimentava ele com beijo e sorria que nem uma idiota. Mas, como eu disse, o professor era muito correto e eu nunca vi nele uma atitude fora do lugar, dava até pra perceber. Um pouco desconfortável, imagino, porque estava em público. Sei lá, porque era óbvio que ele não era indiferente a mim. Mas, enfim, a partir daquele dia, eu só tinha uma meta: foda-se o meu trabalho, ia focar em seduzir o professor. Não fazia ideia onde aquilo ia dar, só queria seduzi-lo com um beijo, já teria me contentado.

Era época de inverno, então não dava pra andar por aí muito pelada, mas comecei a usar decotes bem profundos ou blusas que deixassem as tetas à mostra — vocês já viram elas, né? Dá pra bater umas boas punhetas, não dá?Aventura com minha prof na facul...😈😈💦E ele começou a perceber, peguei ele várias vezes olhando pro meu decote por alguns segundos e desviando o olhar. Cada vez que isso acontecia, eu ficava cheia de felicidade. Eu me aproximava cada vez mais dele com a desculpa de ver alguma coisa no computador dele, ou me esticava do outro lado da escrivaninha para apoiar meus peitos e deixar ele ver melhor, enquanto fingia que não percebia que ele tava me encarando. Assim se passaram algumas semanas, e cada vez ele fazia isso mais e mais na cara dura, e cada vez eu chegava mais e mais decotada.vadia

gostosaEu já tinha certeza de que tinha a atenção dele, mas o senhor certinho não dava mais sinais de nada, então eu decidi: era tudo ou nada. Faltavam só algumas sessões pra terminar o trabalho e menos de um mês pra acabar o semestre, então eu precisava fazer alguma coisa. Coloquei umas botas pretas que vão até acima do joelho, uma saia listrada de tecido bem fininho e curtinho, que combina com um top, e um casaco por cima pra poder andar na escola. Como eu já disse, adoro usar saias e vestidos com fio dental — me dá muito tesão pensar que alguém pode ver na escada ou na rua. Gosto de alegrar o dia das pessoas e me faz sentir gostosa. Era sexta-feira e já eram 7:15. Avisei o professor do meu atraso (de propósito) e cheguei 'correndo e toda suada'. Ele tava visivelmente irritado porque era uma pessoa extremamente pontual. Entrei no escritório dele e pedi desculpas enquanto fechava a porta.

— Professor, desculpa, é que o tempo passou voando, mas já tô aqui.
— Uhum, claro. Senta, e que seja a última vez, por favor. Tem que respeitar o tempo dos outros.
— Sim, professor, me desculpa. Não vai acontecer de novo. Ei, onde posso deixar meu casaco? — falei com toda a intenção de chamar a atenção dele.

E tirei o casaco. Quando ele me viu, não conseguiu esconder a cara — quase saltou os olhos. Rapidamente desviou o olhar.
— Deixa naquela cadeira. Senta.

Ver ele tão sem graça me fez ficar molhadinha. Era óbvio que eu não passei despercebida. Tudo seguiu normal, e eu fazia movimentos mais exagerados com o corpo. Como não tava de sutiã, meus peitos balançavam mais quando eu me mexia, e ele notava. Cada vez ficava mais difícil pra ele disfarçar, e eu não facilitava nada. Durante todos aqueles 40 minutos, entre o frio e a excitação, meus bicos estavam duríssimos e super sensíveis, e claro que estavam bem marcados (como na foto). Ele apontou algo no meu trabalho, e eu, com um movimento brusco, me apoiei toda nele. escritório deixando ver um pouco mais e ele não conseguiu evitar de virar pra me olhar na hora, eu já nem disfarcei mais, voltei pro meu lugar e sorri.escola- O senhor gosta?
- Como é que é?
- Sim... o senhor gosta do que vê?
- Ariel, não tô te entendendo.
- Professor, te peguei olhando pra minha buceta.

A cara dele ficou super vermelha e ele tava muito nervoso, até derrubou o caderno onde a gente tava fazendo as anotações.

- Tá tudo bem, professor, eu adoro que o senhor me olhe, já viu como deixou meus peitos?
Abaixei meu top até deixar eles de fora, a mandíbula do professor quase caiu no chão de ver meus peitos pra fora enquanto eu mexia nos meus bicos, ele não conseguia controlar o que tava rolando e nem sabia o que fazer. Sem falar uma palavra, ele se levantou e foi pra porta, eu tinha certeza que ia me mandar embora, meu coração disparou a mil e comecei a arrumar meu top de novo, mas aí ouvi o som da chave na porta. ELE TRANCOU!!!! Ficou atrás da minha cadeira e, por trás, colocou as mãos nos meus ombros.

- Ariel, você é uma aluna muito boa, sabe disso, né?
- Sim, professor.
- Então o que você quer ganhar com isso? O que você tá fazendo?
- O senhor não gosta de mim, professor?
- Me responde – ele disse apertando meus ombros.
- Nada, professor, só quero tirar seu leite, se der.

Quando eu falei isso, as mãos dele desceram dos meus ombros pros meus peitos, abaixando meu top também, o roçar dos dedos dele nos meus bicos fez eu ficar toda molhada. Levantei da cadeira e me apoiei no corpo dele enquanto ele acariciava meus peitos e minhas pernas, me beijava atrás das orelhas e eu sentia a calça dele prestes a explodir, o pau duro dele entre minhas nádegas. Ele me deu um beijo muito meigo e suave e me virou pra ele, começou a chupar meus bicos, adoro quando chupam eles e ele fazia de um jeito tão delicado que fazia eles incharem mais e mais. Ele enfiou as mãos entre minhas pernas.

- Você já tá bem molhadinha, menina, quer sentir meu pau dentro?
- Sim, professor, por favor.

Ele me virou de novo, agora de um jeito brusco, e me apoiou na mesa dele. Ouvi o som do cinto dele, não vi o pau, mas senti ele duro que nem um tronco. Ele só levantou uma parte... Levantei a saia e puxei minha calcinha preta pro lado, ele colocou o pau na entrada da minha buceta e me penetrou. Tava tão molhada, tão louca por ele, que com poucas enfiadas já comecei a gozar. Óbvio que a gente não tava fazendo barulho, tinha pouca gente no andar, mas não íamos chamar atenção. Quando gozei, não consegui evitar um gemido, e ele puxou meu cabelo e tapou minha boca.

— Shhh, não faz barulho, senão vão te pegar dando uma de puta.

Ele empurrou meu corpo com força na mesa, uma mão nas minhas costas, outra na minha cabeça. Tava me comendo gostoso, do jeito que eu gosto.

— Não goza dentro de mim, professor, quero seu leite na minha boca.

Ele tirou o pau e me virou. Me ajoelhei e recebi todo o gozo na cara, nos meus óculos e na minha boca. Aí pude ver o pauzão gostoso dele.

— Deixa bem limpinho, não desperdiça uma gota.

Chupei tudo, tentando não deixar nenhuma gotinha de porra. Ele guardou o pau na calça e eu me arrumei.

— Bom, Ariel, não vou precisar mais que você venha. Seu trabalho já tá ótimo, já podemos entregar assim. Agora me desculpa, tenho coisas pra fazer. A gente se vê, fica bem.

De novo me tratou daquele jeito frio e praticamente me mandou embora. Agora era eu que não conseguia acreditar. Me senti usada, mas amei. No fim, o projeto deu certo e tirei dez na matéria. Os semestres seguintes fiz de manhã, então só vi o professor poucas vezes. Ele passava sério, me cumprimentava e ia embora. Quando terminei a escola, ele me procurou de novo e deu uma explicação absurda, que não podia arriscar a carreira dele, mas que agora que eu não era mais aluna, queria sair comigo... Hahaha, mas eu não tava nem um pouco interessada. Só queria que ele me usasse como a puta que sou, e ele já tinha feito isso.Universitaria

4 comentários - Aventura com minha prof na facul...😈😈💦

muy bueno el relato!! de solo imaginarte con la tanga de debajo de la faldita corta y esos pezones duritos debajo del top hizo que se me pusiera la verga dura🔥 yo hubiera hecho que te sientes sobre mi verga para tener tus tetas en mi boca para chuparlas tambien 😋😍
Que Rico