Vou contar uma parada que rolou comigo nos meus primeiros anos de faculdade. Eu estudava numa universidade bem grande, e os professores têm um prédio onde ficam as salas deles. Meu professor de uma das minhas matérias favoritas era um cara bem novo, devia ter uns 33 ou 34 anos na época, muito gostoso, branco, cabelo castanho, barba bem máscula e uma voz que... aaaah, fazia você ficar molhada na hora. Além disso, era super inteligente. Mesmo tendo poucos anos dando aula, já tinha fama de ser um dos melhores, as turmas dele viviam cheias e, claro, era o crush de todas as mulheres e de alguns caras também. Eu sempre fui muito boa aluna, nunca tive dificuldade pra estudar e, na real, até gosto disso. Bom, eu nunca pensei em tentar algo com o professor porque ele sempre foi muito respeitoso com a gente, era cuidadoso com tudo que fazia e falava, um cara muito correto. No meio do semestre, surgiu um projeto importante e, como eu disse, sempre fui boa aluna, então me interessei na hora e entrei com ele como meu orientador.
Eu tinha que ir procurá-lo às quartas-feiras, 1 da tarde (antes da aula, porque eu estudava à noite), e às sextas, 7 da noite, depois da última aula dele. Na minha escola, sexta-feira era um dia morto, tinha pouca atividade e muito menos aula, só alguns cursos de primeiro e terceiro semestre, igual o meu. Nas primeiras semanas, tudo normal. O professor era um sonho, sim, mas nós dois estávamos focados em fazer o trabalho dar certo, e pra mim era só uma coisa platônica. Até que eu vi uma mina da minha sala, a mais puta e idiota de todas, dando em cima dele. Era óbvio o que ela queria. Já tinha tido várias aulas com ela, e ela era a clássica esquentada que só paquera quando quer que alguém faça o trabalho pra ela. Me deu uma raiva do caralho ver como ela cumprimentava ele com beijo e sorria que nem uma idiota. Mas, como eu falei, o professor era muito correto e nunca vi uma atitude fora do lugar dele, dava pra perceber. Meio desconfortável, imagino, porque tava em público, sei lá, porque era óbvio que ele não era indiferente, mas enfim, a partir daquele dia eu só foquei numa meta: foda-se meu trabalho, ia me concentrar em seduzir o professor. Não fazia ideia onde aquilo ia dar, só queria seduzi-lo com um beijo, já teria me contentado.
Era época de inverno, então não dava pra andar por aí muito pelada, mas comecei a usar decotes bem profundos ou blusas que deixassem as tetas à mostra, que vocês já viram, né? Dá pra bater umas boas punhetas, não dá?
E ele começou a perceber, peguei ele várias vezes olhando pro meu decote por alguns segundos e desviando o olhar. Cada vez que isso acontecia, eu ficava cheia de felicidade. Eu me aproximava cada vez mais dele, com a desculpa de ver alguma coisa no computador dele, ou me esticava do outro lado da mesa pra apoiar meus peitos e deixar ele ver melhor, enquanto fingia que não percebia que ele tava me encarando. Assim se passaram algumas semanas, e cada vez ele fazia isso mais e mais óbvio, e cada vez eu chegava mais e mais decotada.
Eu tinha certeza de que já tinha a atenção dele, mas o senhor certinho não dava mais sinais de nada, então eu decidi: era tudo ou nada. Faltavam só algumas sessões pra terminar o trabalho e menos de um mês pra acabar o semestre, então eu precisava fazer alguma coisa. Coloquei umas botas pretas que vão até acima do joelho, uma saia listrada de tecido bem fininho e curtinho, que combina com um top, e um casaco por cima pra poder andar na escola. Como eu já disse, adoro usar saias e vestidos com fio dental — me dá muito tesão pensar que alguém pode ver na escada ou na rua. Gosto de alegrar o dia das pessoas e me faz sentir gostosa. Era sexta-feira e já eram 7:15. Avisei o professor do meu atraso (de propósito) e cheguei "correndo e toda suada". Ele estava visivelmente irritado porque era uma pessoa extremamente pontual. Entrei no escritório dele e pedi desculpas enquanto fechava a porta.
- Professor, desculpa, é que o tempo passou voando, mas já tô aqui.
- Hum, sim, claro. Senta. Que seja a última vez, por favor. Tem que respeitar o tempo dos outros.
- Sim, professor, me desculpa. Não vai acontecer de novo. Olha, eu vim correndo, onde posso deixar meu casaco? — falei com toda a intenção de chamar a atenção dele.
E tirei o casaco. Quando ele me viu, não conseguiu esconder a cara — quase caiu os olhos. Rapidamente desviou o olhar.
- Deixa naquela cadeira. Senta.
Ver ele tão sem graça me fez ficar molhadinha. Era óbvio que eu não tinha passado despercebida. Tudo seguiu normal, e eu fazia movimentos mais exagerados com o corpo. Como não tava de sutiã, meus peitos balançavam mais quando eu me mexia, e ele notava. Cada vez ficava mais difícil pra ele disfarçar, e eu não facilitava nada. Durante todos aqueles 40 minutos, entre o frio e a excitação, meus bicos estavam duríssimos e super sensíveis, e claro que estavam bem marcados (como na foto). Ele apontou algo no meu trabalho, e eu, com um movimento brusco, me joguei toda em cima dele. no escritório, deixando ver um pouquinho mais, e ele não conseguiu evitar virar pra me olhar na hora. Eu já nem disfarcei mais, voltei pro meu lugar e dei um sorriso.
- Gosta?
- Perdão?
- Sim... Gosta do que vê?
- Ariel, não tô te entendendo
- Professor, te peguei olhando pra minha buceta
A cara dele ficou super vermelha e ele tava muito nervoso, até derrubou o caderno onde a gente tava fazendo as anotações.
- Tá tudo bem, professor, eu adoro que você me olhe, já viu como deixou meus peitos
Abaixei meu top até deixar eles de fora, o queixo do professor quase caiu no chão de ver meus peitos pra fora enquanto eu mexia nos meus bicos, ele não conseguia controlar o que tava rolando e nem sabia o que fazer. Sem falar uma palavra, ele se levantou e foi pra porta, eu tinha certeza que ia me mandar embora, meu coração disparou e comecei a arrumar o top de novo, mas aí ouvi o som da chave na porta. ELE TRANCOU!!!! Ele ficou atrás da minha cadeira e, por trás, colocou as mãos nos meus ombros
- Ariel, você é uma aluna muito boa, sabe disso, né?
- Sim, professor
- Então o que você quer ganhar com isso? O que você tá fazendo?
- Não gostou de mim, professor?
- Me responde – ele disse apertando meus ombros
- Nada, professor, só quero tirar seu leite, se der
Quando eu falei isso, as mãos dele desceram dos meus ombros pros meus peitos, abaixando também meu top, o toque dos dedos dele nos meus bicos me fez ficar toda molhada. Levantei da cadeira e me apoiei no corpo dele enquanto ele acariciava meus peitos e minhas pernas, me beijava atrás das orelhas e eu sentia a calça dele prestes a explodir, o pau dele duro entre minhas nádegas. Ele me deu um beijo muito doce e suave e me virou pra ele, começou a chupar meus bicos, adoro quando chupam eles e ele fazia de um jeito tão delicado que eles inchavam cada vez mais. Ele enfiou as mãos entre minhas pernas
- Já tá bem molhadinha, menina, quer sentir meu pau dentro?
- Sim, professor, por favor
Me virou de novo, agora de um jeito brusco, e me apoiou na mesa dele, ouvi o som do cinto dele, não vi o pau, mas senti ele duro como um tronco, ele só levantou uma Levantei a saia e puxei minha calcinha preta fio dental pro lado, ele colocou o pau na entrada da minha buceta e me penetrou. Eu tava tão excitada, queria tanto que bastaram umas poucas metidas pra eu começar a gozar. Por motivos óbvios, a gente não tava fazendo barulho, tinha pouca gente no andar, mas não íamos chamar atenção. Quando gozei, não consegui evitar de gemer, e ele puxou meu cabelo e tapou minha boca.
— Shhh, não faz barulho, senão vão te pegar dando uma de puta.
Ele empurrou meu corpo com força contra a mesa, uma mão nas minhas costas, outra na minha cabeça. Tava me comendo gostoso pra caralho, do jeito que eu gosto.
— Não goza dentro de mim, professor, quero seu leite na minha boca.
Ele tirou o pau e me virou pra ele. Ajoelhei e recebi todo o leite na minha cara, nos meus óculos e na minha boca. Aí pude ver o pauzão gostoso dele.
— Deixa bem limpinho, não desperdiça uma gota.
Chupei tudo, tentando não deixar nenhuma gotinha de porra. Ele guardou o pau na calça e eu me arrumei.
— Bom, Ariel, não vou precisar mais que você venha. Seu trabalho já tá ótimo, já podemos entregar assim. Agora me dá licença, tenho coisas pra fazer. A gente se vê, fica bem.
De novo ele me tratou daquele jeito frio e praticamente me mandou embora. Agora era eu que não conseguia acreditar. Me senti usada, mas amei. No final, o projeto deu certo e tirei dez na matéria. Nos semestres seguintes, estudei de manhã, então só vi o professor poucas vezes. Ele passava sério, me cumprimentava e ia embora. Quando terminei a escola, ele me procurou de novo e deu uma explicação absurda de que não podia arriscar a carreira dele, mas que agora que eu não era mais aluna, queria sair comigo... Hahaha, mas eu não tava nem um pouco interessada. Só queria que ele me usasse como a puta que eu sou — e ele já tinha feito isso.
Eu tinha que ir procurá-lo às quartas-feiras, 1 da tarde (antes da aula, porque eu estudava à noite), e às sextas, 7 da noite, depois da última aula dele. Na minha escola, sexta-feira era um dia morto, tinha pouca atividade e muito menos aula, só alguns cursos de primeiro e terceiro semestre, igual o meu. Nas primeiras semanas, tudo normal. O professor era um sonho, sim, mas nós dois estávamos focados em fazer o trabalho dar certo, e pra mim era só uma coisa platônica. Até que eu vi uma mina da minha sala, a mais puta e idiota de todas, dando em cima dele. Era óbvio o que ela queria. Já tinha tido várias aulas com ela, e ela era a clássica esquentada que só paquera quando quer que alguém faça o trabalho pra ela. Me deu uma raiva do caralho ver como ela cumprimentava ele com beijo e sorria que nem uma idiota. Mas, como eu falei, o professor era muito correto e nunca vi uma atitude fora do lugar dele, dava pra perceber. Meio desconfortável, imagino, porque tava em público, sei lá, porque era óbvio que ele não era indiferente, mas enfim, a partir daquele dia eu só foquei numa meta: foda-se meu trabalho, ia me concentrar em seduzir o professor. Não fazia ideia onde aquilo ia dar, só queria seduzi-lo com um beijo, já teria me contentado.
Era época de inverno, então não dava pra andar por aí muito pelada, mas comecei a usar decotes bem profundos ou blusas que deixassem as tetas à mostra, que vocês já viram, né? Dá pra bater umas boas punhetas, não dá?
E ele começou a perceber, peguei ele várias vezes olhando pro meu decote por alguns segundos e desviando o olhar. Cada vez que isso acontecia, eu ficava cheia de felicidade. Eu me aproximava cada vez mais dele, com a desculpa de ver alguma coisa no computador dele, ou me esticava do outro lado da mesa pra apoiar meus peitos e deixar ele ver melhor, enquanto fingia que não percebia que ele tava me encarando. Assim se passaram algumas semanas, e cada vez ele fazia isso mais e mais óbvio, e cada vez eu chegava mais e mais decotada.
Eu tinha certeza de que já tinha a atenção dele, mas o senhor certinho não dava mais sinais de nada, então eu decidi: era tudo ou nada. Faltavam só algumas sessões pra terminar o trabalho e menos de um mês pra acabar o semestre, então eu precisava fazer alguma coisa. Coloquei umas botas pretas que vão até acima do joelho, uma saia listrada de tecido bem fininho e curtinho, que combina com um top, e um casaco por cima pra poder andar na escola. Como eu já disse, adoro usar saias e vestidos com fio dental — me dá muito tesão pensar que alguém pode ver na escada ou na rua. Gosto de alegrar o dia das pessoas e me faz sentir gostosa. Era sexta-feira e já eram 7:15. Avisei o professor do meu atraso (de propósito) e cheguei "correndo e toda suada". Ele estava visivelmente irritado porque era uma pessoa extremamente pontual. Entrei no escritório dele e pedi desculpas enquanto fechava a porta.- Professor, desculpa, é que o tempo passou voando, mas já tô aqui.
- Hum, sim, claro. Senta. Que seja a última vez, por favor. Tem que respeitar o tempo dos outros.
- Sim, professor, me desculpa. Não vai acontecer de novo. Olha, eu vim correndo, onde posso deixar meu casaco? — falei com toda a intenção de chamar a atenção dele.
E tirei o casaco. Quando ele me viu, não conseguiu esconder a cara — quase caiu os olhos. Rapidamente desviou o olhar.
- Deixa naquela cadeira. Senta.
Ver ele tão sem graça me fez ficar molhadinha. Era óbvio que eu não tinha passado despercebida. Tudo seguiu normal, e eu fazia movimentos mais exagerados com o corpo. Como não tava de sutiã, meus peitos balançavam mais quando eu me mexia, e ele notava. Cada vez ficava mais difícil pra ele disfarçar, e eu não facilitava nada. Durante todos aqueles 40 minutos, entre o frio e a excitação, meus bicos estavam duríssimos e super sensíveis, e claro que estavam bem marcados (como na foto). Ele apontou algo no meu trabalho, e eu, com um movimento brusco, me joguei toda em cima dele. no escritório, deixando ver um pouquinho mais, e ele não conseguiu evitar virar pra me olhar na hora. Eu já nem disfarcei mais, voltei pro meu lugar e dei um sorriso.
- Gosta? - Perdão?
- Sim... Gosta do que vê?
- Ariel, não tô te entendendo
- Professor, te peguei olhando pra minha buceta
A cara dele ficou super vermelha e ele tava muito nervoso, até derrubou o caderno onde a gente tava fazendo as anotações.
- Tá tudo bem, professor, eu adoro que você me olhe, já viu como deixou meus peitos
Abaixei meu top até deixar eles de fora, o queixo do professor quase caiu no chão de ver meus peitos pra fora enquanto eu mexia nos meus bicos, ele não conseguia controlar o que tava rolando e nem sabia o que fazer. Sem falar uma palavra, ele se levantou e foi pra porta, eu tinha certeza que ia me mandar embora, meu coração disparou e comecei a arrumar o top de novo, mas aí ouvi o som da chave na porta. ELE TRANCOU!!!! Ele ficou atrás da minha cadeira e, por trás, colocou as mãos nos meus ombros
- Ariel, você é uma aluna muito boa, sabe disso, né?
- Sim, professor
- Então o que você quer ganhar com isso? O que você tá fazendo?
- Não gostou de mim, professor?
- Me responde – ele disse apertando meus ombros
- Nada, professor, só quero tirar seu leite, se der
Quando eu falei isso, as mãos dele desceram dos meus ombros pros meus peitos, abaixando também meu top, o toque dos dedos dele nos meus bicos me fez ficar toda molhada. Levantei da cadeira e me apoiei no corpo dele enquanto ele acariciava meus peitos e minhas pernas, me beijava atrás das orelhas e eu sentia a calça dele prestes a explodir, o pau dele duro entre minhas nádegas. Ele me deu um beijo muito doce e suave e me virou pra ele, começou a chupar meus bicos, adoro quando chupam eles e ele fazia de um jeito tão delicado que eles inchavam cada vez mais. Ele enfiou as mãos entre minhas pernas
- Já tá bem molhadinha, menina, quer sentir meu pau dentro?
- Sim, professor, por favor
Me virou de novo, agora de um jeito brusco, e me apoiou na mesa dele, ouvi o som do cinto dele, não vi o pau, mas senti ele duro como um tronco, ele só levantou uma Levantei a saia e puxei minha calcinha preta fio dental pro lado, ele colocou o pau na entrada da minha buceta e me penetrou. Eu tava tão excitada, queria tanto que bastaram umas poucas metidas pra eu começar a gozar. Por motivos óbvios, a gente não tava fazendo barulho, tinha pouca gente no andar, mas não íamos chamar atenção. Quando gozei, não consegui evitar de gemer, e ele puxou meu cabelo e tapou minha boca.
— Shhh, não faz barulho, senão vão te pegar dando uma de puta.
Ele empurrou meu corpo com força contra a mesa, uma mão nas minhas costas, outra na minha cabeça. Tava me comendo gostoso pra caralho, do jeito que eu gosto.
— Não goza dentro de mim, professor, quero seu leite na minha boca.
Ele tirou o pau e me virou pra ele. Ajoelhei e recebi todo o leite na minha cara, nos meus óculos e na minha boca. Aí pude ver o pauzão gostoso dele.
— Deixa bem limpinho, não desperdiça uma gota.
Chupei tudo, tentando não deixar nenhuma gotinha de porra. Ele guardou o pau na calça e eu me arrumei.
— Bom, Ariel, não vou precisar mais que você venha. Seu trabalho já tá ótimo, já podemos entregar assim. Agora me dá licença, tenho coisas pra fazer. A gente se vê, fica bem.
De novo ele me tratou daquele jeito frio e praticamente me mandou embora. Agora era eu que não conseguia acreditar. Me senti usada, mas amei. No final, o projeto deu certo e tirei dez na matéria. Nos semestres seguintes, estudei de manhã, então só vi o professor poucas vezes. Ele passava sério, me cumprimentava e ia embora. Quando terminei a escola, ele me procurou de novo e deu uma explicação absurda de que não podia arriscar a carreira dele, mas que agora que eu não era mais aluna, queria sair comigo... Hahaha, mas eu não tava nem um pouco interessada. Só queria que ele me usasse como a puta que eu sou — e ele já tinha feito isso.
4 comentários - Aventura com minha prof na facul...😈😈💦