Fala, galera! Depois de um tempo sumido, hoje trago pra vocês a segunda parte dessa história foda. Espero que curtam e gostem, comentem aí e deixem seus pontos.
No mesmo dia que tudo aconteceu, à noite, quando a filha dela dormiu e ela foi pra cama, me mandou um WhatsApp:
Carmen – Oi.
Oi- Oooolá, boa noite
Carmen - Cê pode falar ou tá cercado?
Eu- Consigo falar. Tudo beleza?
Carmen – Minha cama cheira a você.
Eu – Isso é bom ou ruim?
Carmen – Fiquei toda molhada assim que senti seu cheiro, seu safado. E agora tô escrevendo pra você com o dedo indicador, enquanto o dedo médio tá molhado das minhas secreções…
Imagina que aquela conversa também deixou minha pica dura que nem uma linguiça, mas infelizmente eu não estava sozinho, e naquele momento não pude entrar na brincadeira, então ela teve que continuar sozinha, sem minha ajuda e sem a do vibrador. Afinal, o bom e velho método "digital" também funciona maravilhosamente bem. Por mim, adoraria ter aliviado minha excitação com minha mulher, mas, como sempre, ela estava com sono e sem vontade, então esperei ela ir para a cama e, assim que fiquei sozinho no sofá, escrevi para a Carmen. Já tinha passado quase uma hora desde a última mensagem.
Ei— Como vai? Tá dormindo? Já terminou de se aliviar?
Não demorou nem um minuto pra responder
Carmen- Oiiii, que surpresa. Já não esperava mais por você. Tava comendo a minha amiga?
Eu- Kkkkkkk, quem dera. Sua amiga tá com sono, pra variar, então infelizmente tô pior que você. Pelo menos você já se aliviou, e eu ainda nem consegui fazer isso.
Carmen - A verdade é que sim, fiquei muito satisfeita. Se te disser que gozei três vezes… Fazia tempo que não tinha tantos orgasmos seguidos sozinha. Mas claro, é que hoje tô toda alvoroçada pensando na pica enorme que eu comi.
Eu— Uff, porra Carmen, só de ler você já fico de pau duro. Só pra você saber, adorei a trepada que a gente deu. Também tava afim de você. Desde o primeiro dia que a gente se conheceu aqui em casa, tava na cara que entre nós dois tinha uma química boa.
Carmen – Então você não é só um cara atraente e másculo… também é intuitivo. Essa coisa de intuição não era coisa de mulher?
Eu – Kkkk. Valeu pelos elogios. Não sei se sou intuitivo ou não, mas com você sempre tive a sensação de que a atração era mútua. Além disso, seu jeito de se vestir tão feminino e elegante sempre me excitou pra caralho, e a verdade é que hoje eu não acreditava na minha sorte.
Carmen— Ah, é? Cê gosta do meu jeito de me vestir? Nem me fala… te deixam de pau duro as mina de salto, né? Os caras são previsíveis demais…
Eu— Nem todos os saltos são elegantes e muito menos sexy, mas sim, seu jeito de se vestir e seus saltos sempre me pareceram muito gostosos.
Naquele momento, recebi uma foto dela vestindo um elegante conjunto de saia e blazer justo, com uns saltos altíssimos, uns Stiletto pretos. Claramente era do dia a dia dela, nada extraordinário nem ousado, mas é que no dia a dia ela era uma mulher terrivelmente elegante.
Eu— Mmmm, sim, esse teu estilo é o que eu curto. Você é muito feminina e muito sensual. E ainda me surpreende que você tenha ficado um tempão sem dar, porque com essa buceta gostosa que você tem, os leões devem te atacar a toda hora e em todo lugar.
Carmen — Pois é, me atacam bastante, não vou negar, mas já te falei o que rola comigo com os homens e meus gostos sexuais. Além do que te contei, gosto deles com personalidade, e não pense que tem muitos que saibam lidar com uma mulher independente. A maioria parece ter medo de uma mulher com personalidade. Além disso, não quero misturar minha vida privada com meu ambiente de trabalho.
Bom, então não quero ser muito grosso ou ousado, mas saiba que esse homem aqui tá batendo uma boa punheta enquanto fala com você.
Carmen - Kkkkkkk, que porco você é. Adoro que você seja assim. Ainda bem que você não murchou quando te rejeitei de manhã, porque você me deu uma foda do caralho. Foi aí que você me conquistou de vez, quando vi que você não se intimidava. Sua personalidade me excitou quase mais que suas carícias. Você não faz ideia da vontade que eu tava de te comer.
Eu... Do jeito que eu tenho você agora.
Carmen — Pô, sinto te deixar assim, mas vou me despedir agora, porque amanhã tenho que acordar cedo, e se continuar, vejo que vou acabar metendo mais três dedos seguidos de novo.
Naquele momento, mandei uns emojis de choro pra ela, e vi que ela saiu do ar. Larguei o TF e continuei minha punheta, quando uns segundos depois chegou outra mensagem. Abri, e era uma foto dela deitada na cama. Tava com o mesmo pijama da manhã. Não dava pra ver nada, mas aquilo já bastava pra eu terminar de bater uma pensando nela. Ela mandou uns emojis de beijo, e a gente se despediu.
Nos dias seguintes, a gente foi trocando ideia pelo WhatsApp de vez em quando. Eu não quis ser muito incisivo nas conversas tentando repetir o que rolou, porque, pensando friamente, não queria que ela se sentisse pressionada. Então, dei um espaço e fiquei na expectativa pra ver se ela ainda tava afim. As mensagens eram mais piadas ou uns memes engraçados, de vez em quando um mais safado, mas as conversas nunca ficavam muito longas nem esquentavam demais. Eu deixava claro meu interesse, mas sem ser chato. No fim das contas, ela era uma mulher muito gostosa e cheia de otários dando em cima, e a excitação sexual dela no domingo talvez tivesse dado uma animada pra baixar um pouco as defesas e aceitar alguma das várias propostas que com certeza recebia.
Na sexta, minha mulher me ligou pra dizer que tinha acabado de falar com a Carmen e que ela tinha dito que a gente tava convidado pro sábado, pra almoçar na casa dela. Pra gente levar os sungões e chegar cedo pra aproveitar o dia na piscina. Ela me perguntou se eu topava, e, claro, eu tava morrendo de vontade, mas não demonstrei muito interesse. No fim, decidimos que íamos.
Quando desliguei, escrevi pra Carmen.
Eu... Então amanhã, sábado, vou te ver de biquíni...
Carmen- Kkkkk, Oiii. Você vai me ver do jeito que quiser… se é que você quer, claro.
Eu— Claro que quero, mas vai ficar complicado com tanta gente em casa, cê não acha?
Carmen— Vem com vontade, que a gente vê como faz. Não me diga que essa situação não vai te dar tesão…
Eu— Claro que me dá tesão. Carmen, eu sou um cara muito tarado. Provavelmente muito mais do que você imagina. E você ter tomado a iniciativa de nos convidar pra sua casa no sábado, e com isso abrir a porta pra uma situação bem safada… me faz pensar que você também é assim. Talvez até mais do que eu imaginava…
Carmen – Kkkk, você vai me descobrindo aos poucos, se quiser. Já te falei que sou uma mulher independente, com personalidade e ideias muito claras. Se eu quisesse só foder sem mais nem menos, não me faltam candidatos, e alguns realmente gostosos pra caralho, mas já te disse que não é isso que me dá tesão. Pelo menos não assim, tão friamente. O que me acende são outras coisas num homem. Agora, com um homem que saiba me acender… os limites se dissolvem.
Eu – Mmmmmmm, isso soa muito interessante.
Carmen – É sim. Mas não vamos nos apressar demais. Não dê nada como certo, que esse é o jeito mais rápido de estragar tudo.
Eu— Você sentiu nesses últimos dias que eu tô dando algo como garantido? O negócio de domingo foi foda pra caralho, e provavelmente muita gente teria ido com tudo pra repetir o mais rápido possível. Mas essas coisas só são boas se as duas partes tão a fim.
Carmen – Exato. E de fato você foi um verdadeiro cavalheiro. É exatamente isso que me faz querer mais. Você tem personalidade, é decidido, ousado, um fodedor de primeira e ainda sabe respeitar os espaços e os momentos. Vamos ver o que vem a seguir…
Eu – Perfeito. Então amanhã a gente se vê.
No dia seguinte, enquanto minha mulher preparava uns biquínis e umas toalhas pra levar, eu desci pra comprar um par de garrafas de vinho e um tira-gosto pra levar na casa da Carmen, e lá pela 1 da tarde a gente foi pra casa dela.
Quando chegamos, ela abriu o portão do chalé e a gente colocou o carro pra dentro. Já tinha vários carros lá, além do dela, então os outros tinham chegado na nossa frente. Como ela já tinha feito no domingo anterior, quando eu vim sozinho, ela saiu pra nos receber. Tava usando um vestido de verão bem leve, que ia até a coxa, acima dos joelhos. Ajustava no corpo na cintura e deixava ela com uma silhueta muito gostosa. Tava de chinelo, e não consegui evitar de reparar nos pés dela. Sempre fui fetichista com pé de mulher, e uns pés bonitos me parecem quase tão sensuais quanto um bom decote. E a Carmen tinha uns pés muito sensuais, com um tornozelo fino, e as pernas definidas, quase não consegui disfarçar o olhar. E tudo coroado com um sorriso lindo. Ela tava realmente gostosa e sensual.
Ela nos cumprimentou com dois beijinhos em cada um, numa boa, como sempre, e nos acompanhou pra dentro.
Fomos direto pro quintal dos fundos, onde tinha a piscina.
Tinha uma mesa grande num quiosque, onde já estavam a irmã dela e o cunhado, e mais um casal.
A mina do casal era outra amiga dos tempos de adolescência dela, e o cara era o marido dela.
A gente se cumprimentou e serviu uma taça de vinho.
A verdade é que, das quatro mulheres, as duas melhores eram a Carmen e a minha esposa. A irmã da Carmen era muito simpática, mas fisicamente estava bem acima do peso, e a outra era magra e tinha uma bunda até que boa. Os peitos eram pequenos e operados. Ela sempre foi totalmente chata, mas há alguns anos decidiu operar e não colocou muito silicone. Mesmo tentando ser engraçada, era daquelas pessoas artificiais que nunca me desceram bem, e apesar de conhecê-la há muitos anos, nunca senti atração sexual por ela.
Os maridos das duas eram uns caras legais, especialmente o cunhado da Carmen, com quem eu me dava muito bem. E como eles já tinham tomado umas cervejas, dava pra ver que todo mundo tava num puta bom humor.
Já devia ter uns 15 minutos ou algo assim, e eu não parava de olhar disfarçadamente pra Carmen. Porra, ela tava realmente gostosa. Pelo menos era o que eu achava. Ela também me olhava de vez em quando, e os olhares dela eram iguais aos meus, daqueles que, sem dizer nada, dizem tudo.
Eu – Carmen, a instalação elétrica não te deu mais problema, deu?
Carmen— Então, sabe que comprei um carregador novo pro celular, mas quando liguei ele de novo na tomada onde tava o outro, a luz caiu de novo. Será que é a tomada que tá com problema? Porque eu liguei ele em outras tomadas e lá funciona normal, sem cair a luz.
Eu... Bom, se isso aconteceu contigo, pode ser que o curto esteja na tomada. Se quiser, dou uma olhada antes de pegar outra dose, porque senão depois com certeza vou acabar levando um choque.
Carmen — Pois é, eu ia agradecer pra caralho. Vem, vou contigo e foda-se o carregador novo pra tu testar lá.
Nós dois fomos para dentro de casa, ela na minha frente. Não conseguia tirar os olhos da bunda dela, das pernas e dos tornozelos enquanto ela andava. Porra, não era normal o tesão que essa mulher me dava. Tava morrendo de vontade de entrar, longe da vista dos outros, pra colar nela e beijá-la.
Assim que entrei, peguei ela pela cintura e grudei ela em mim. A gente continuava andando, mas agora mais devagar em direção às escadas, e ela tinha virado a cabeça e me beijava com paixão enquanto os braços dela envolviam minha cabeça e minhas mãos seguravam a cintura dela, apertando ela contra mim. A desgraçada empurrava a bunda pra trás pra me provocar, e meu pau foi endurecendo aos poucos. Quando chegamos nas escadas, ela se virou e subiu uma perna em volta de mim, e eu aproveitei pra segurar ela pela bunda e pegar ela no colo. A gente continuava se beijando igual uns loucos. Comecei a subir as escadas com ela no colo e fui direto pro quarto dela.
Carmen – Achava que você nunca ia dar o primeiro passo.
Eu – Mas se a gente tá na sua casa. Não era você que devia ter alguma coisa preparada?
Carmen – Você já sabe que me excita muito que seja você quem mostra sua personalidade.
Ao entrar no quarto dela, sem soltá-la, com cuidado a deitei na cama e fiquei deitado por cima dela. A gente continuava se beijando com paixão, com muita língua, os dois respirando muito forte. Sem nem dizer uma palavra, desabotoei como pude as bermudas que tava usando e tirei a pica pra fora, que tava dura igual pedra. Fui afastar a calcinha dela pro lado pra meter, e aí veio a primeira surpresa do dia… Ela tava me esperando sem calcinha. Senti a bucetinha dela completamente encharcada. Quando sentiu meus dedos, soltou vários gemidos e apertou a ppk dela contra mim, num gesto claro de que queria ser penetrada. Aproximei minha pica da entrada dela, esfreguei umas duas vezes na buceta toda de cima a baixo, molhando bem nos fluidos dela e brincando de leve com o clitóris. Quando fiz isso, ela gemeu de novo. E sem esperar mais, meti de uma só vez até o fundo.
Carmen soltou um gemido abafado, mas forte, que não parou mesmo quando, ao chegar no fundo, fiquei parado pra ela se acostumar, e pra sentir todo o calor da buceta dela envolvendo meu pau.
Carmen – Mas que filho da puta você é, me deixa igual a uma puta, e ainda enfia esse pauzão de uma vez só. Quer me matar ou o quê?
Eu – Cala a boca e aproveita, gostosa, porque tem que ser muito gostosa pra estar dando pro marido da sua amiga, com ela lá embaixo.
Comecei a foder ela num ritmo frenético. Metia forte e dava com tudo quando chegava no fundo, o que aumentava o prazer dela ao sentir minha pressão no clitóris e no púbis dela. Ia falar pra ela gozar logo pra não ficar muito tempo ali em cima, longe do resto do povo, quando ela me abraçou forte no pescoço, me puxando contra ela, enquanto com uma mão tapava a boca pra poder gritar o orgasmo que tava vindo naquele exato momento.
Ao sentir as contrações da buceta dela, eu, que também tava no limite, não quis mais me segurar e deixei meu orgasmo vir, derramando todo meu leite dentro dela enquanto gritava de prazer, colando minha boca no pescoço dela pra não ser ouvido lá de baixo. Foi um orgasmo brutal pela intensidade, mas também pela paixão do momento, por sentir o corpo dela tão colado no meu e o prazer dela explodindo tão forte quanto o meu. Foi realmente especial e intenso. Daqueles que você lembra por muito tempo.
Quando terminamos, demos um minuto pra recuperar o fôlego, enquanto ainda nos beijávamos bem intensamente e apertávamos nossas virilhas, tentando que aquela sensação nunca acabasse. Mas assim que conseguimos respirar direito, começamos a conversar de novo.
Eu – Ei, aquela história da tomada era verdade ou você inventou pra me trazer aqui?
Carmen – Kkkkkkkkk, o plug não tem nada, bobinho. Tava doida pra te pegar sozinho. A real é que não pensava em foder, era mais com a intenção de te beijar, mas como você é assim ousado, ficou feito um touro e que transaço você me deu num instante, safado!!
Eu – Já, não tava pensando em foder, né? Por isso que cê vai sem calcinha, filha da puta!! Kkkkkkk
Carmen – Kkkkkk. Sério, não achei que a gente fosse ter tempo de transar, mas eu tava sem calcinha pra te mostrar, caso a gente ficasse sozinho um minuto em algum lugar, e te deixar com tesão o dia inteiro.
Eu- Kkkkkkk, adoro seu jeito de pensar… Definitivamente você é tarada que nem eu. Cê gosta de brincar.
Carmen – Muito. Bom, e agora vou colocar a calcinha do biquíni, porque a gente vai dar um mergulho, e não vamos fazer isso peladas, né?
Eu – Mmmmmmm, não me pergunta, que eu vou te responder… hahahaha
Nós nos beijamos de novo, nos ajeitamos e descemos pra entrar na festa.
O dia estava sendo realmente divertido. Quando descemos, ficamos tomando o aperitivo e todos demos um mergulho na piscina. O álcool já estava fazendo efeito, e minha mulher chegou perto de mim umas duas vezes dentro d'água e ficou esfregando a bunda em mim. Ela me olhava com aquele olhar cúmplice que eu não via há tempos e me dava vários beijinhos. Ela estava adorando me provocar ali na frente de todo mundo… Não era novidade, porque no começo do casamento a gente era bem ativo sexualmente e adorava brincar em lugares "perigosos", mas depois que os filhos nasceram, nossa vida sexual caiu demais, a ponto de não só ter sumido qualquer vestígio de ousadia em público, como também quase não transávamos em casa, e quando rolava, era sempre a mesma coisa, muito monótono, e no máximo uma rapidinha. Tinha virado pouco e ruim. De qualquer forma, eu estava adorando o efeito do álcool nela, ou o que quer que estivesse rolando.
Decidimos sair da água e começamos a preparar o churrasco e a comida. O álcool continuou rolando solto enquanto as crianças ainda brincavam na piscina, e o clima era muito divertido entre todo mundo. Elas começaram a contar aventuras das férias da juventude, seus peguetes de verão, e aí saíram alguns daqueles segredos picantes que ficaram calados por muitos anos. Nada muito pesado, mas tudo muito divertido.
Minha mulher continuava com sua atitude safada e provocadora comigo, e a Carmen, que não tinha perdido nenhum detalhe do que estava rolando, ria sem parar, se divertindo vendo minha cara de surpresa. De vez em quando, ela também me provocava com algum gesto.
Depois de comer, a coisa já tava mais calma. Os outros dois caras tinham caído no sono nas espreguiçadeiras, e a irmã da Carmen e a outra amiga tinham entrado pra levar os restos da comida pra cozinha e preparar café. Aí a Carmen chegou perto pra falar uma coisa com a minha mulher, que tava sentada do meu lado, e em vez de ir pelo outro lado, onde tinha uma cadeira vazia, veio pelo lado que eu tava e sentou no meu colo, bem colada no meu pau, e enquanto elas cochichavam alguma coisa, a Carmen não parava de reboltar e apertar a bunda contra o meu pau. A conversa era sobre alguma aventura antiga delas, e quando terminaram de cochichar, a Carmen sentou mais reta em cima de mim, de lado, com as pernas dela penduradas pro meu lado direito, onde tava a minha mulher, e passando um braço no meu ombro, se encostou no meu peito e falou com a minha mulher.
Carmen – Tia, que confortável que é teu marido pra sentar.
Ana – Kkkk, é, até que não tá ruim. Mas cedo ou tarde você começa a perceber que o banco tem um volume, que esse aí não respeita ninguém.
Carmen então me olhou e falou baixinho, só pra eu e minha mulher ouvirmos.
Carmen – Isso que tô sentindo… é o celular por acaso?
Eu tava meio sem graça e surpreso com a situação, porque como eu disse antes, a relação com a minha mulher no pessoal era ótima, mas no sexual já fazia anos que não tinha essa sacanagem pra me sentir à vontade com a parada que tava rolando naquele momento.
Olhei pra minha mulher, que ao ver minha cara já sabia que eu tava de pau duro, e com um certo brilho nos olhos que fazia tempo que eu não via, ela riu dando de ombros. Aquilo não parecia um gesto de reprovação, então entrei na brincadeira com a Carmen. Peguei o celular que tava em cima da mesa e, sem dizer nada, mostrei pra ela.
Carmen então me olhou bem fundo nos olhos, e na sequência olhou pra minha mulher, e sorrindo pra ela, se remexeu em cima de mim pra continuar me provocando, e acho que pra sentir melhor minha ereção. Aí ela falou de novo com minha mulher, dessa vez baixinho, caso algum dos que estavam dormindo não estivesse tão dormindo assim.
Carmen- Oieeee, Ana, tia, então se não é o celular… seja lá o que for, tem cara de ter um tamanho curioso…
Ana – Kkkkkkk, sim, verdade seja dita, se for o que eu tô pensando, o tamanho é bem curioso.
Carmen – Que inveja, filha, com a fome que a gente passa…
Ana – Hahahaha, mas tia, se você sempre foi a que mais pegava geral. Não me diga que agora que tá solteira de novo e ainda por cima cheia da grana não tá comendo ninguém.
Carmen continuava se remexendo em cima de mim, e colava o corpo dela no meu peito sem nenhum disfarce.
Carmen – Ana, tia, cê sabe que eu sempre fui muito na cara e na coragem de primeira, mas na hora do vamos ver, não é qualquer uma que me serve.
Ana – Pois toma cuidado, que esse aqui já tá com a cara congestionada… se você descuidar, ele te tira a bobeira na hora.
Carmen olhou nos meus olhos e me disse
Carmen – Ah, é? Cê ia tirar essa minha bobeira aqui na frente da sua mulher? Não te vejo tão ousado assim não.
Aí coloquei a mão esquerda na Carmen, sem nenhum disfarce, rodeando a cintura dela, fazendo questão que minha mulher visse bem, e olhei pra ela enquanto fingia que bufava.
Ana – Não olha pra mim não… kkkkkkk
E, bem na hora que falei isso, vi minha mulher cruzar as pernas, um gesto claro de que ela estava ficando com tesão e queria apertar um pouco a bucetinha dela. Além disso, os bicos dos peitos dela já começaram a marcar no biquíni. Aquilo foi tipo o tiro de largada pra mim, porque na sequência, coloquei minha mão direita nas pernas da Carmen e comecei a acariciá-las sem nenhum pudor, e ela respondeu abrindo um pouco as pernas. Foi bem pouco o que ela abriu, mas o gesto foi claro.
Me certifiquei de que os outros continuassem dormindo, e então aproximei minha mão do meio das coxas dela, subindo até acariciar a bucetinha dela por cima do biquíni. Fiz bem devagar, mas de um jeito que ela pudesse sentir, empurrando o tecido levemente pra dentro da fenda dela. Senti o pano ficar molhado na hora, e Carmen soltou um suspiro e deu uma pequena empinada pra frente, como se quisesse mais contato.
Aí eu olhei pra minha mulher, que não perdia um detalhe, mordendo o lábio de baixo e com as pernas bem apertadas. Pressionei o dedo contra o clitóris da Carmen, e naquele momento ela soltou um gemido leve e falou bem baixinho
Carmen - Seu filho da puta
E, infelizmente, naquele momento, as duas minas saíram de casa com os cafés, então tivemos que interromper a brincadeira. Minha mulher tava se mijando de rir vendo nós dois naquela tensão, e a Carmen levantou e voltou pra cadeira dela, me deixando ali com um pau duro do caralho. Minha mulher não parava de rir, mas continuava de pernas cruzadas, e vendo o volume impossível de esconder que eu tava, jogou um pareô dela por cima de mim.
Aquilo tinha sido a situação mais ousada e excitante que eu já tinha vivido com a minha mulher em todos os nossos anos juntos, porque apesar das nossas ousadias de namorados e recém-casados, nunca antes tínhamos brincado com uma terceira pessoa, e dessa vez tinha sido claramente a inclusão da Carmen que tinha excitado, e muito, a minha mulher. Apesar de não ter conseguido fazer mais, eu me sentia totalmente eufórico pelo passo à frente que aquilo significava.
O resto da tarde continuou bem divertida, mas não conseguimos mais recuperar aquele jogo que prometia tanto, embora minha mulher tenha ficado o tempo todo com olhares safados e provocações constantes. A verdade é que passei metade da tarde com a pica dura que nem um pau. Na real, mais de uma vez tive que entrar na água pra disfarçar o volume e a mancha de porra no sungão.
Quando a gente já tava indo pra casa, na hora de se despedir da Carmen, ela me deu dois beijos bem perto dos lábios, sem se ligar que minha mulher tava na frente, e quando deu dois beijos nela também, ficou cochichando alguma coisa no ouvido dela, e minha mulher reagiu com uma gargalhada bem alta. Já dentro do carro, perguntei pra minha mulher o que a Carmen tinha dito, e ela, sorrindo, virou pra trás pra olhar as crianças e me falou:
Ana – Tira pra casa, anda, que as crianças tão cansadas depois de tanta piscina, né, galera?
Não deu nem um minuto dentro do carro e os moleques já estavam apagados, dormindo que nem pedra. Minha mulher deu uma olhada neles, viu que estavam dormindo, me encarou e, sem falar nada, começou a passar a mão na minha pica por cima da sunga, que já foi subindo na hora. Ela se abaixou, tirou ela da prisão e começou a me fazer um boquete como eu não via há muito tempo. Na real, fazia anos que ela não me chupava no carro, e olha que ainda por cima o bicho tava andando.
Aquela puta safada conhecia meu pau melhor que ninguém, isso era fato, e tava chupando ele exatamente do jeito que eu gosto. Ela sugava a cabeça como se estivesse mesmo mamando; forte, seco, e depois passava a fazer suave e babando tudo. Enquanto isso, com a mão, ela acariciava minhas bolas e enfiava ele até o fundo da garganta. Não cabia inteiro na boca dela, mas ela sempre metia até onde dava, quase fazendo ela engasgar.
Avisei ela pra se apressar que a gente tava chegando perto de casa, então ela começou de novo a chupar forte a cabeça da piroca enquanto batia uma punheta com a mão. Logo comecei a sentir que ia gozar. Avisei ela e ela se esforçou ainda mais, não deixando escapar nem uma gota da minha porra, engolindo tudo que conseguiu tirar. Quando terminei de gozar, ela limpou bem com a boca e guardou de novo a rola dentro da sunga.
Eu – Bufff, porra, amor, não sei que porra a Carmen te disse na despedida, mas claramente te deixou bem excitada.
Ana – Cala a boca, filho da puta, que hoje você deixou nós duas com o tesão lá em cima. Se você me chupar bem quando chegarmos em casa, quem sabe eu te conto o que ela me disse…
Quando chegamos em casa, cada um pegou um dos filhos no colo e subimos. Já em casa, colocamos eles pra dormir e minha mulher entrou no chuveiro enquanto eu colocava a roupa pra lavar com os sungões e as toalhas. Depois fui pro quarto e me despi pra entrar no chuveiro também. Quando entrei no banheiro, ela tava com uma perna apoiada no bidê passando creme nas pernas.
A verdade é que ela sempre passa creme no corpo todo depois do banho, e isso deixa a pele dela muito macia, uma delícia de acariciar. Eu me ajoelhei atrás dela e, abrindo as bandas do rabo com as duas mãos, comecei a lamber o cuzinho dela. Quando ela percebeu, se afastou e falou pra eu esperar, tomar um banho e que me esperava na cama.
Foi assim que eu fiz. Entrei no chuveiro e, quando saí, fui direto pro quarto. Ao entrar, o espetáculo me surpreendeu porque fazia muito tempo mesmo que não a via tão solta e tão ousada. Ela estava com as costas apoiadas na cabeceira da cama, totalmente nua e de pernas abertas. Tinha colocado uma venda e estava se masturbando sozinha. Fazia devagar. Com os dedos da mão esquerda, abria a bucetinha, e com os da direita, molhava nos próprios fluidos e percorria toda a extensão da bucetinha dela, até chegar lá em cima, no clitóris, que acariciava bem lentamente. Fazia leves movimentos de quadril, como se quisesse mais contato, mais prazer.
Eu— Não sei porra nenhuma o que deu em você hoje, mas passou o dia inteiro parecendo uma puta gostosa.
Ana – Pois é, não sei o que tá rolando comigo hoje, mas tô muito tarada e muito gostosa, e preciso que alguém coma minha buceta agora mesmo e me faça gozar várias vezes seguidas.
Eu... Alguém? Isso quer dizer que você não liga pra quem te come, desde que te faça gozar, né, raposa?
Ana – Por que você acha que eu coloquei a venda? Você vai me comer, mas como eu não vou te ver, vou imaginar quem eu quiser me comendo. Algum problema?
Entre o show que ela tava me dando e o que acabou de falar, meu pau já tava duro que nem pedra.
Dava pra ter fodido ela igual um louco e extravasado todo o tesão e safadeza que eu sentia naquele exato momento, mas depois do menage hoje na casa da Carmen e daquela puta mamada que ela me deu no carro, eu não podia negar uma boa comida de buceta pra ela.
Além do mais, eu sou o primeiro que adora comer um bom cuzinho, e o da minha mulher é realmente de dar água na boca, especialmente quando ela tá assim toda gostosa.
Eu – Sem problema, gata. Sabe que o que mais me excita é te ver gozar, então se quiser se divertir imaginando que é outro macho que tá te chupando, por mim sem problema. Na real, me deixa do caralho de tesão saber que você imagina outro cara te comendo, e com mais vontade vou te foder depois.
Ana – Para de falar e começa logo, porco!!! Tô igual uma puta de tesuda
Me deitei na cama de bruços, bem entre as pernas dela e comecei a beijar a parte interna das coxas dela, devagarzinho me aproximando da bucetinha dela. Enquanto isso, ela levou as mãos até os peitos e começou a apertá-los e beliscar os biquinhos, que já estavam duros e apontando pro teto. Não descrevi minha mulher pra vocês, mas só vou dizer que a vista da onde eu tava era melhor que filme pornô. A barriga lisinha dela e os peitos de tamanho médio, mas ainda bem firmes mesmo depois de amamentar dois filhos, ofereciam uma imagem que, vendo ela se tocar sozinha, era uma visão única.
Sem usar as mãos em nenhum momento, minha língua foi percorrendo cada cantinho da buceta dela, desde a entrada, cheia dos fluidos dela, até lá em cima, por cima do clitóris, onde eu mordiscava o monte de vênus, pra depois descer de novo até embaixo, e brincar também com a língua no cu dela. Fiz isso sem nenhuma pressa. Minha mulher adora isso, excita ela pra caralho. Quando a respiração dela já tava bem ofegante, decidi que era hora de focar no clitóris dela, e comecei aquele movimento circular em volta do botãozinho do clitóris, chupando de vez em quando todo o topo, pra depois voltar a brincar fazendo círculos com a língua em cima do botão do clitóris.
Entre a tesão que ela tava o dia inteiro e ainda imaginando que era outro cara que tava chupando ela, o tesão fez o primeiro orgasmo dela chegar rapidinho. Mesmo com a respiração toda acelerada, longe de deixar ela descansar e se recuperar, conhecendo como eu conheço a bucetinha dela e as sensibilidades, emendei um segundo orgasmo, e um terceiro. No terceiro, ela já tava começando a ficar muito sensível, e as carícias tinham que ser bem bem suaves, senão ela não aguentava. Aí comecei a brincar com um dedo lá dentro. Isso fez ela tremer toda. Enfiei o dedo do meio e fui direto no ponto G dela, e junto com novas carícias da minha língua no clitóris dela, consegui mais vários orgasmos.
Devia ter uns 20 ou 30 minutos fácil chupando ela. Ela já tinha pelo menos 8 orgasmos quando tirou a máscara e pediu pra eu parar. Aí subi com minha boca pela barriga dela, parei nos peitos e chupei e massageei cada um com cuidado, e quando cheguei na boca dela, ela já tava ofegante de novo, morrendo de vontade de ser penetrada.
Eu - Não quer colocar a venda e dar pra aquele filho da puta que comeu sua buceta antes?
Ana – Não, aquele filho da puta já me fez gozar várias vezes, agora quero que você me coma. Mas quero que você coloque a máscara, e agora seja você quem imagine que está comendo outra. Aposto que hoje você ficou com vontade de comer a Carmen. É sua chance... Pode comer ela agora mesmo, se quiser.
Naquele momento, não consegui segurar a vontade de devorar a boca dela com toda a paixão de quem ama sua mulher loucamente. Definitivamente, é como se eu tivesse recuperado o tesão e a paixão que tinha anos atrás. Essa nova versão dela tava me deixando maluco.
Eu – Ok, gostosa, vai ser assim. Vou comer sua amiga Carmen, e vou fazer com sua permissão, que é o que mais me deixa com tesão. E pra sua informação, e se você não se importar, vou imaginar que você está do nosso lado, nos olhando com a mesma cara de safada que você fez hoje à tarde quando eu toquei a buceta dela, batendo uma enquanto eu como ela.
Ana – Mmmmm, filho da puta, sim, também gosto de imaginar isso. Viu como ela tava tesuda? Quando ela te chamou de safado, achei que ia gozar só de olhar.
Eu - Tava tão tarado quanto ela. Tinha a pica bem apertada contra a bunda dela.
Ana – Então vai, come ela.
Coloquei a venda e comecei a beijar ela. Aproximei a cabeça da buceta dela e, enquanto brincava esfregando e deixando ela mais tesuda, falei no ouvido.
Eu – Agora vou te foder, Carmela, vou meter essa pica que você teve grudada na sua bunda a tarde inteira. Vou te foder porque sua amiga Ana quer que eu te coma. E em seguida, eu a penetrei de uma vez.
O que eu acabei de falar pra ela, tratando ela como se fosse a Carmen e a penetração imediata fizeram ela gozar quase na hora, e mesmo eu tendo parado um instante depois de entrar, ela tava gozando, tremendo sem controle nenhum.
Quando o orgasmo dela acabou, comecei a me mover devagar, mas na real eu tava imaginando a Carmen ali embaixo, e lembrando daquela foda da manhã na cama dela, aí acelerei o ritmo e comecei a meter nela que nem um animal, enfiando com força e o mais fundo que dava.
Minha mulher gozou várias vezes, com muito pouco espaço de tempo entre os orgasmos. Ela mordia meu ombro pra não fazer barulho e acordar as crianças, mas não parava de me chamar de filho da puta, vagabundo, porco e todo tipo de gracinha, que só me deixavam ainda mais tesudo.
Depois da brocha que ela tinha me dado no carro, esse segundo orgasmo eu tava controlando pra caralho, mas num certo momento tive que parar porque o ritmo da foda tava intenso demais e eu precisava respirar. Me apoiei nela e ela aproveitou pra chegar no meu ouvido e falar comigo.
Ana – Caralho, que foda violenta você tá dando na Carmen, seu safado… Tá com muita vontade nela, hein.
Eu – Sim, Carmela, a verdade é que tava morrendo de vontade de te comer, e já que minha mulher me deu permissão pra te foder, vou te foder gostoso pra caralho, sua gostosa, que você tá toda uma putinha dando pro marido da sua amiga.
Ana – Filho da puta, vou gozar só de te ouvir… Me chama de Carmen quando gozar, porco.
Aquilo foi definitivo. Comecei a bombar de novo com todo o tesão que tinha acumulado do dia, e quando ia gozar, falei com ela de novo.
Eu – Isso mesmo, Carmen, assim, mexe essa bunda gostosa que você tem, que vou gozar dentro, você me deixou com muito tesão o dia inteiro. Tava o dia todo querendo te dar uma boa foda. Isso, isso, já vem. Vou gozar, Carmen, siiiiiiiiiiiim.
E eu gozei quase como se fosse a própria Carmen que eu tava comendo.
Quando recuperei o fôlego, tirei a venda e me deitei de lado ao lado da minha mulher.
Não conseguíamos parar de nos beijar, com paixão, com suavidade, com desejo, entre sorrisos e carícias.
Era uma situação que não vivíamos há anos, só que temperada pelo tesão enorme do que tinha acabado de rolar.
A gente se olhava em silêncio entre um beijo e outro e, depois de um sorriso leve, voltava a se beijar.
Eu – Então, vai me contar logo o que a Carmen te disse que te deixou tão gostosa assim?
Ana – Kkkkkkkkk, já tava demorando pra perguntar.
Eu – Não, tava esperando atender teu pedido pra ganhar a resposta.
Ana – Kkkkkkk. Po, a verdade é que sim, uma comida de buceta desse nível bem merece a resposta. Filho da puta, hoje você se superou.
Eu – Kkkkkkk, então vai, não se faz de difícil, filha da puta.
Ana - Ela me disse, literalmente…. “Se diverte, gostosa, que você vai dar pra ele essa noite. Mas fica sabendo que agora eu vou me tocar de verdade pensando no teu marido.”
Fiquei de cara. Não pelo fato de ela ir se masturbar pensando em mim — depois do que já tinha rolado entre a gente, isso não me surpreendia tanto —, mas por ela ter tido coragem de falar aquilo, e ainda mais pelo fato de minha mulher, longe de ficar irritada, ter ficado com tanto tesão. Aquilo tinha que ser explorado de qualquer jeito, e eu precisava realizar meu sonho de comer as duas juntas.
Eu – Não acredito que eu falei isso pra você tão na cara dura.
Ana – Com essas mesmas palavras.
Apaguei a luz, me aproximei pra beijar ela de novo, e a gente se fundiu num abraço cheio de paixão e amor. Saber que você e sua parceira tão começando de verdade a compartilhar fantasias e putaria, é uma das melhores sensações da vida. Eu sentia que queria ela mais do que nunca. Sussurrei no ouvido dela
Eu - Adoro quando você está assim gostosa. Valeu por um dia inesquecível.
No mesmo dia que tudo aconteceu, à noite, quando a filha dela dormiu e ela foi pra cama, me mandou um WhatsApp:
Carmen – Oi.
Oi- Oooolá, boa noite
Carmen - Cê pode falar ou tá cercado?
Eu- Consigo falar. Tudo beleza?
Carmen – Minha cama cheira a você.
Eu – Isso é bom ou ruim?
Carmen – Fiquei toda molhada assim que senti seu cheiro, seu safado. E agora tô escrevendo pra você com o dedo indicador, enquanto o dedo médio tá molhado das minhas secreções…
Imagina que aquela conversa também deixou minha pica dura que nem uma linguiça, mas infelizmente eu não estava sozinho, e naquele momento não pude entrar na brincadeira, então ela teve que continuar sozinha, sem minha ajuda e sem a do vibrador. Afinal, o bom e velho método "digital" também funciona maravilhosamente bem. Por mim, adoraria ter aliviado minha excitação com minha mulher, mas, como sempre, ela estava com sono e sem vontade, então esperei ela ir para a cama e, assim que fiquei sozinho no sofá, escrevi para a Carmen. Já tinha passado quase uma hora desde a última mensagem.
Ei— Como vai? Tá dormindo? Já terminou de se aliviar?
Não demorou nem um minuto pra responder
Carmen- Oiiii, que surpresa. Já não esperava mais por você. Tava comendo a minha amiga?
Eu- Kkkkkkk, quem dera. Sua amiga tá com sono, pra variar, então infelizmente tô pior que você. Pelo menos você já se aliviou, e eu ainda nem consegui fazer isso.
Carmen - A verdade é que sim, fiquei muito satisfeita. Se te disser que gozei três vezes… Fazia tempo que não tinha tantos orgasmos seguidos sozinha. Mas claro, é que hoje tô toda alvoroçada pensando na pica enorme que eu comi.
Eu— Uff, porra Carmen, só de ler você já fico de pau duro. Só pra você saber, adorei a trepada que a gente deu. Também tava afim de você. Desde o primeiro dia que a gente se conheceu aqui em casa, tava na cara que entre nós dois tinha uma química boa.
Carmen – Então você não é só um cara atraente e másculo… também é intuitivo. Essa coisa de intuição não era coisa de mulher?
Eu – Kkkk. Valeu pelos elogios. Não sei se sou intuitivo ou não, mas com você sempre tive a sensação de que a atração era mútua. Além disso, seu jeito de se vestir tão feminino e elegante sempre me excitou pra caralho, e a verdade é que hoje eu não acreditava na minha sorte.
Carmen— Ah, é? Cê gosta do meu jeito de me vestir? Nem me fala… te deixam de pau duro as mina de salto, né? Os caras são previsíveis demais…
Eu— Nem todos os saltos são elegantes e muito menos sexy, mas sim, seu jeito de se vestir e seus saltos sempre me pareceram muito gostosos.
Naquele momento, recebi uma foto dela vestindo um elegante conjunto de saia e blazer justo, com uns saltos altíssimos, uns Stiletto pretos. Claramente era do dia a dia dela, nada extraordinário nem ousado, mas é que no dia a dia ela era uma mulher terrivelmente elegante.
Eu— Mmmm, sim, esse teu estilo é o que eu curto. Você é muito feminina e muito sensual. E ainda me surpreende que você tenha ficado um tempão sem dar, porque com essa buceta gostosa que você tem, os leões devem te atacar a toda hora e em todo lugar.
Carmen — Pois é, me atacam bastante, não vou negar, mas já te falei o que rola comigo com os homens e meus gostos sexuais. Além do que te contei, gosto deles com personalidade, e não pense que tem muitos que saibam lidar com uma mulher independente. A maioria parece ter medo de uma mulher com personalidade. Além disso, não quero misturar minha vida privada com meu ambiente de trabalho.
Bom, então não quero ser muito grosso ou ousado, mas saiba que esse homem aqui tá batendo uma boa punheta enquanto fala com você.
Carmen - Kkkkkkk, que porco você é. Adoro que você seja assim. Ainda bem que você não murchou quando te rejeitei de manhã, porque você me deu uma foda do caralho. Foi aí que você me conquistou de vez, quando vi que você não se intimidava. Sua personalidade me excitou quase mais que suas carícias. Você não faz ideia da vontade que eu tava de te comer.
Eu... Do jeito que eu tenho você agora.
Carmen — Pô, sinto te deixar assim, mas vou me despedir agora, porque amanhã tenho que acordar cedo, e se continuar, vejo que vou acabar metendo mais três dedos seguidos de novo.
Naquele momento, mandei uns emojis de choro pra ela, e vi que ela saiu do ar. Larguei o TF e continuei minha punheta, quando uns segundos depois chegou outra mensagem. Abri, e era uma foto dela deitada na cama. Tava com o mesmo pijama da manhã. Não dava pra ver nada, mas aquilo já bastava pra eu terminar de bater uma pensando nela. Ela mandou uns emojis de beijo, e a gente se despediu.
Nos dias seguintes, a gente foi trocando ideia pelo WhatsApp de vez em quando. Eu não quis ser muito incisivo nas conversas tentando repetir o que rolou, porque, pensando friamente, não queria que ela se sentisse pressionada. Então, dei um espaço e fiquei na expectativa pra ver se ela ainda tava afim. As mensagens eram mais piadas ou uns memes engraçados, de vez em quando um mais safado, mas as conversas nunca ficavam muito longas nem esquentavam demais. Eu deixava claro meu interesse, mas sem ser chato. No fim das contas, ela era uma mulher muito gostosa e cheia de otários dando em cima, e a excitação sexual dela no domingo talvez tivesse dado uma animada pra baixar um pouco as defesas e aceitar alguma das várias propostas que com certeza recebia.
Na sexta, minha mulher me ligou pra dizer que tinha acabado de falar com a Carmen e que ela tinha dito que a gente tava convidado pro sábado, pra almoçar na casa dela. Pra gente levar os sungões e chegar cedo pra aproveitar o dia na piscina. Ela me perguntou se eu topava, e, claro, eu tava morrendo de vontade, mas não demonstrei muito interesse. No fim, decidimos que íamos.
Quando desliguei, escrevi pra Carmen.
Eu... Então amanhã, sábado, vou te ver de biquíni...
Carmen- Kkkkk, Oiii. Você vai me ver do jeito que quiser… se é que você quer, claro.
Eu— Claro que quero, mas vai ficar complicado com tanta gente em casa, cê não acha?
Carmen— Vem com vontade, que a gente vê como faz. Não me diga que essa situação não vai te dar tesão…
Eu— Claro que me dá tesão. Carmen, eu sou um cara muito tarado. Provavelmente muito mais do que você imagina. E você ter tomado a iniciativa de nos convidar pra sua casa no sábado, e com isso abrir a porta pra uma situação bem safada… me faz pensar que você também é assim. Talvez até mais do que eu imaginava…
Carmen – Kkkk, você vai me descobrindo aos poucos, se quiser. Já te falei que sou uma mulher independente, com personalidade e ideias muito claras. Se eu quisesse só foder sem mais nem menos, não me faltam candidatos, e alguns realmente gostosos pra caralho, mas já te disse que não é isso que me dá tesão. Pelo menos não assim, tão friamente. O que me acende são outras coisas num homem. Agora, com um homem que saiba me acender… os limites se dissolvem.
Eu – Mmmmmmm, isso soa muito interessante.
Carmen – É sim. Mas não vamos nos apressar demais. Não dê nada como certo, que esse é o jeito mais rápido de estragar tudo.
Eu— Você sentiu nesses últimos dias que eu tô dando algo como garantido? O negócio de domingo foi foda pra caralho, e provavelmente muita gente teria ido com tudo pra repetir o mais rápido possível. Mas essas coisas só são boas se as duas partes tão a fim.
Carmen – Exato. E de fato você foi um verdadeiro cavalheiro. É exatamente isso que me faz querer mais. Você tem personalidade, é decidido, ousado, um fodedor de primeira e ainda sabe respeitar os espaços e os momentos. Vamos ver o que vem a seguir…
Eu – Perfeito. Então amanhã a gente se vê.
No dia seguinte, enquanto minha mulher preparava uns biquínis e umas toalhas pra levar, eu desci pra comprar um par de garrafas de vinho e um tira-gosto pra levar na casa da Carmen, e lá pela 1 da tarde a gente foi pra casa dela.
Quando chegamos, ela abriu o portão do chalé e a gente colocou o carro pra dentro. Já tinha vários carros lá, além do dela, então os outros tinham chegado na nossa frente. Como ela já tinha feito no domingo anterior, quando eu vim sozinho, ela saiu pra nos receber. Tava usando um vestido de verão bem leve, que ia até a coxa, acima dos joelhos. Ajustava no corpo na cintura e deixava ela com uma silhueta muito gostosa. Tava de chinelo, e não consegui evitar de reparar nos pés dela. Sempre fui fetichista com pé de mulher, e uns pés bonitos me parecem quase tão sensuais quanto um bom decote. E a Carmen tinha uns pés muito sensuais, com um tornozelo fino, e as pernas definidas, quase não consegui disfarçar o olhar. E tudo coroado com um sorriso lindo. Ela tava realmente gostosa e sensual.
Ela nos cumprimentou com dois beijinhos em cada um, numa boa, como sempre, e nos acompanhou pra dentro.
Fomos direto pro quintal dos fundos, onde tinha a piscina.
Tinha uma mesa grande num quiosque, onde já estavam a irmã dela e o cunhado, e mais um casal.
A mina do casal era outra amiga dos tempos de adolescência dela, e o cara era o marido dela.
A gente se cumprimentou e serviu uma taça de vinho.
A verdade é que, das quatro mulheres, as duas melhores eram a Carmen e a minha esposa. A irmã da Carmen era muito simpática, mas fisicamente estava bem acima do peso, e a outra era magra e tinha uma bunda até que boa. Os peitos eram pequenos e operados. Ela sempre foi totalmente chata, mas há alguns anos decidiu operar e não colocou muito silicone. Mesmo tentando ser engraçada, era daquelas pessoas artificiais que nunca me desceram bem, e apesar de conhecê-la há muitos anos, nunca senti atração sexual por ela.
Os maridos das duas eram uns caras legais, especialmente o cunhado da Carmen, com quem eu me dava muito bem. E como eles já tinham tomado umas cervejas, dava pra ver que todo mundo tava num puta bom humor.
Já devia ter uns 15 minutos ou algo assim, e eu não parava de olhar disfarçadamente pra Carmen. Porra, ela tava realmente gostosa. Pelo menos era o que eu achava. Ela também me olhava de vez em quando, e os olhares dela eram iguais aos meus, daqueles que, sem dizer nada, dizem tudo.
Eu – Carmen, a instalação elétrica não te deu mais problema, deu?
Carmen— Então, sabe que comprei um carregador novo pro celular, mas quando liguei ele de novo na tomada onde tava o outro, a luz caiu de novo. Será que é a tomada que tá com problema? Porque eu liguei ele em outras tomadas e lá funciona normal, sem cair a luz.
Eu... Bom, se isso aconteceu contigo, pode ser que o curto esteja na tomada. Se quiser, dou uma olhada antes de pegar outra dose, porque senão depois com certeza vou acabar levando um choque.
Carmen — Pois é, eu ia agradecer pra caralho. Vem, vou contigo e foda-se o carregador novo pra tu testar lá.
Nós dois fomos para dentro de casa, ela na minha frente. Não conseguia tirar os olhos da bunda dela, das pernas e dos tornozelos enquanto ela andava. Porra, não era normal o tesão que essa mulher me dava. Tava morrendo de vontade de entrar, longe da vista dos outros, pra colar nela e beijá-la.
Assim que entrei, peguei ela pela cintura e grudei ela em mim. A gente continuava andando, mas agora mais devagar em direção às escadas, e ela tinha virado a cabeça e me beijava com paixão enquanto os braços dela envolviam minha cabeça e minhas mãos seguravam a cintura dela, apertando ela contra mim. A desgraçada empurrava a bunda pra trás pra me provocar, e meu pau foi endurecendo aos poucos. Quando chegamos nas escadas, ela se virou e subiu uma perna em volta de mim, e eu aproveitei pra segurar ela pela bunda e pegar ela no colo. A gente continuava se beijando igual uns loucos. Comecei a subir as escadas com ela no colo e fui direto pro quarto dela.
Carmen – Achava que você nunca ia dar o primeiro passo.
Eu – Mas se a gente tá na sua casa. Não era você que devia ter alguma coisa preparada?
Carmen – Você já sabe que me excita muito que seja você quem mostra sua personalidade.
Ao entrar no quarto dela, sem soltá-la, com cuidado a deitei na cama e fiquei deitado por cima dela. A gente continuava se beijando com paixão, com muita língua, os dois respirando muito forte. Sem nem dizer uma palavra, desabotoei como pude as bermudas que tava usando e tirei a pica pra fora, que tava dura igual pedra. Fui afastar a calcinha dela pro lado pra meter, e aí veio a primeira surpresa do dia… Ela tava me esperando sem calcinha. Senti a bucetinha dela completamente encharcada. Quando sentiu meus dedos, soltou vários gemidos e apertou a ppk dela contra mim, num gesto claro de que queria ser penetrada. Aproximei minha pica da entrada dela, esfreguei umas duas vezes na buceta toda de cima a baixo, molhando bem nos fluidos dela e brincando de leve com o clitóris. Quando fiz isso, ela gemeu de novo. E sem esperar mais, meti de uma só vez até o fundo.
Carmen soltou um gemido abafado, mas forte, que não parou mesmo quando, ao chegar no fundo, fiquei parado pra ela se acostumar, e pra sentir todo o calor da buceta dela envolvendo meu pau.
Carmen – Mas que filho da puta você é, me deixa igual a uma puta, e ainda enfia esse pauzão de uma vez só. Quer me matar ou o quê?
Eu – Cala a boca e aproveita, gostosa, porque tem que ser muito gostosa pra estar dando pro marido da sua amiga, com ela lá embaixo.
Comecei a foder ela num ritmo frenético. Metia forte e dava com tudo quando chegava no fundo, o que aumentava o prazer dela ao sentir minha pressão no clitóris e no púbis dela. Ia falar pra ela gozar logo pra não ficar muito tempo ali em cima, longe do resto do povo, quando ela me abraçou forte no pescoço, me puxando contra ela, enquanto com uma mão tapava a boca pra poder gritar o orgasmo que tava vindo naquele exato momento.
Ao sentir as contrações da buceta dela, eu, que também tava no limite, não quis mais me segurar e deixei meu orgasmo vir, derramando todo meu leite dentro dela enquanto gritava de prazer, colando minha boca no pescoço dela pra não ser ouvido lá de baixo. Foi um orgasmo brutal pela intensidade, mas também pela paixão do momento, por sentir o corpo dela tão colado no meu e o prazer dela explodindo tão forte quanto o meu. Foi realmente especial e intenso. Daqueles que você lembra por muito tempo.
Quando terminamos, demos um minuto pra recuperar o fôlego, enquanto ainda nos beijávamos bem intensamente e apertávamos nossas virilhas, tentando que aquela sensação nunca acabasse. Mas assim que conseguimos respirar direito, começamos a conversar de novo.
Eu – Ei, aquela história da tomada era verdade ou você inventou pra me trazer aqui?
Carmen – Kkkkkkkkk, o plug não tem nada, bobinho. Tava doida pra te pegar sozinho. A real é que não pensava em foder, era mais com a intenção de te beijar, mas como você é assim ousado, ficou feito um touro e que transaço você me deu num instante, safado!!
Eu – Já, não tava pensando em foder, né? Por isso que cê vai sem calcinha, filha da puta!! Kkkkkkk
Carmen – Kkkkkk. Sério, não achei que a gente fosse ter tempo de transar, mas eu tava sem calcinha pra te mostrar, caso a gente ficasse sozinho um minuto em algum lugar, e te deixar com tesão o dia inteiro.
Eu- Kkkkkkk, adoro seu jeito de pensar… Definitivamente você é tarada que nem eu. Cê gosta de brincar.
Carmen – Muito. Bom, e agora vou colocar a calcinha do biquíni, porque a gente vai dar um mergulho, e não vamos fazer isso peladas, né?
Eu – Mmmmmmm, não me pergunta, que eu vou te responder… hahahaha
Nós nos beijamos de novo, nos ajeitamos e descemos pra entrar na festa.
O dia estava sendo realmente divertido. Quando descemos, ficamos tomando o aperitivo e todos demos um mergulho na piscina. O álcool já estava fazendo efeito, e minha mulher chegou perto de mim umas duas vezes dentro d'água e ficou esfregando a bunda em mim. Ela me olhava com aquele olhar cúmplice que eu não via há tempos e me dava vários beijinhos. Ela estava adorando me provocar ali na frente de todo mundo… Não era novidade, porque no começo do casamento a gente era bem ativo sexualmente e adorava brincar em lugares "perigosos", mas depois que os filhos nasceram, nossa vida sexual caiu demais, a ponto de não só ter sumido qualquer vestígio de ousadia em público, como também quase não transávamos em casa, e quando rolava, era sempre a mesma coisa, muito monótono, e no máximo uma rapidinha. Tinha virado pouco e ruim. De qualquer forma, eu estava adorando o efeito do álcool nela, ou o que quer que estivesse rolando.
Decidimos sair da água e começamos a preparar o churrasco e a comida. O álcool continuou rolando solto enquanto as crianças ainda brincavam na piscina, e o clima era muito divertido entre todo mundo. Elas começaram a contar aventuras das férias da juventude, seus peguetes de verão, e aí saíram alguns daqueles segredos picantes que ficaram calados por muitos anos. Nada muito pesado, mas tudo muito divertido.
Minha mulher continuava com sua atitude safada e provocadora comigo, e a Carmen, que não tinha perdido nenhum detalhe do que estava rolando, ria sem parar, se divertindo vendo minha cara de surpresa. De vez em quando, ela também me provocava com algum gesto.
Depois de comer, a coisa já tava mais calma. Os outros dois caras tinham caído no sono nas espreguiçadeiras, e a irmã da Carmen e a outra amiga tinham entrado pra levar os restos da comida pra cozinha e preparar café. Aí a Carmen chegou perto pra falar uma coisa com a minha mulher, que tava sentada do meu lado, e em vez de ir pelo outro lado, onde tinha uma cadeira vazia, veio pelo lado que eu tava e sentou no meu colo, bem colada no meu pau, e enquanto elas cochichavam alguma coisa, a Carmen não parava de reboltar e apertar a bunda contra o meu pau. A conversa era sobre alguma aventura antiga delas, e quando terminaram de cochichar, a Carmen sentou mais reta em cima de mim, de lado, com as pernas dela penduradas pro meu lado direito, onde tava a minha mulher, e passando um braço no meu ombro, se encostou no meu peito e falou com a minha mulher.
Carmen – Tia, que confortável que é teu marido pra sentar.
Ana – Kkkk, é, até que não tá ruim. Mas cedo ou tarde você começa a perceber que o banco tem um volume, que esse aí não respeita ninguém.
Carmen então me olhou e falou baixinho, só pra eu e minha mulher ouvirmos.
Carmen – Isso que tô sentindo… é o celular por acaso?
Eu tava meio sem graça e surpreso com a situação, porque como eu disse antes, a relação com a minha mulher no pessoal era ótima, mas no sexual já fazia anos que não tinha essa sacanagem pra me sentir à vontade com a parada que tava rolando naquele momento.
Olhei pra minha mulher, que ao ver minha cara já sabia que eu tava de pau duro, e com um certo brilho nos olhos que fazia tempo que eu não via, ela riu dando de ombros. Aquilo não parecia um gesto de reprovação, então entrei na brincadeira com a Carmen. Peguei o celular que tava em cima da mesa e, sem dizer nada, mostrei pra ela.
Carmen então me olhou bem fundo nos olhos, e na sequência olhou pra minha mulher, e sorrindo pra ela, se remexeu em cima de mim pra continuar me provocando, e acho que pra sentir melhor minha ereção. Aí ela falou de novo com minha mulher, dessa vez baixinho, caso algum dos que estavam dormindo não estivesse tão dormindo assim.
Carmen- Oieeee, Ana, tia, então se não é o celular… seja lá o que for, tem cara de ter um tamanho curioso…
Ana – Kkkkkkk, sim, verdade seja dita, se for o que eu tô pensando, o tamanho é bem curioso.
Carmen – Que inveja, filha, com a fome que a gente passa…
Ana – Hahahaha, mas tia, se você sempre foi a que mais pegava geral. Não me diga que agora que tá solteira de novo e ainda por cima cheia da grana não tá comendo ninguém.
Carmen continuava se remexendo em cima de mim, e colava o corpo dela no meu peito sem nenhum disfarce.
Carmen – Ana, tia, cê sabe que eu sempre fui muito na cara e na coragem de primeira, mas na hora do vamos ver, não é qualquer uma que me serve.
Ana – Pois toma cuidado, que esse aqui já tá com a cara congestionada… se você descuidar, ele te tira a bobeira na hora.
Carmen olhou nos meus olhos e me disse
Carmen – Ah, é? Cê ia tirar essa minha bobeira aqui na frente da sua mulher? Não te vejo tão ousado assim não.
Aí coloquei a mão esquerda na Carmen, sem nenhum disfarce, rodeando a cintura dela, fazendo questão que minha mulher visse bem, e olhei pra ela enquanto fingia que bufava.
Ana – Não olha pra mim não… kkkkkkk
E, bem na hora que falei isso, vi minha mulher cruzar as pernas, um gesto claro de que ela estava ficando com tesão e queria apertar um pouco a bucetinha dela. Além disso, os bicos dos peitos dela já começaram a marcar no biquíni. Aquilo foi tipo o tiro de largada pra mim, porque na sequência, coloquei minha mão direita nas pernas da Carmen e comecei a acariciá-las sem nenhum pudor, e ela respondeu abrindo um pouco as pernas. Foi bem pouco o que ela abriu, mas o gesto foi claro.
Me certifiquei de que os outros continuassem dormindo, e então aproximei minha mão do meio das coxas dela, subindo até acariciar a bucetinha dela por cima do biquíni. Fiz bem devagar, mas de um jeito que ela pudesse sentir, empurrando o tecido levemente pra dentro da fenda dela. Senti o pano ficar molhado na hora, e Carmen soltou um suspiro e deu uma pequena empinada pra frente, como se quisesse mais contato.
Aí eu olhei pra minha mulher, que não perdia um detalhe, mordendo o lábio de baixo e com as pernas bem apertadas. Pressionei o dedo contra o clitóris da Carmen, e naquele momento ela soltou um gemido leve e falou bem baixinho
Carmen - Seu filho da puta
E, infelizmente, naquele momento, as duas minas saíram de casa com os cafés, então tivemos que interromper a brincadeira. Minha mulher tava se mijando de rir vendo nós dois naquela tensão, e a Carmen levantou e voltou pra cadeira dela, me deixando ali com um pau duro do caralho. Minha mulher não parava de rir, mas continuava de pernas cruzadas, e vendo o volume impossível de esconder que eu tava, jogou um pareô dela por cima de mim.
Aquilo tinha sido a situação mais ousada e excitante que eu já tinha vivido com a minha mulher em todos os nossos anos juntos, porque apesar das nossas ousadias de namorados e recém-casados, nunca antes tínhamos brincado com uma terceira pessoa, e dessa vez tinha sido claramente a inclusão da Carmen que tinha excitado, e muito, a minha mulher. Apesar de não ter conseguido fazer mais, eu me sentia totalmente eufórico pelo passo à frente que aquilo significava.
O resto da tarde continuou bem divertida, mas não conseguimos mais recuperar aquele jogo que prometia tanto, embora minha mulher tenha ficado o tempo todo com olhares safados e provocações constantes. A verdade é que passei metade da tarde com a pica dura que nem um pau. Na real, mais de uma vez tive que entrar na água pra disfarçar o volume e a mancha de porra no sungão.
Quando a gente já tava indo pra casa, na hora de se despedir da Carmen, ela me deu dois beijos bem perto dos lábios, sem se ligar que minha mulher tava na frente, e quando deu dois beijos nela também, ficou cochichando alguma coisa no ouvido dela, e minha mulher reagiu com uma gargalhada bem alta. Já dentro do carro, perguntei pra minha mulher o que a Carmen tinha dito, e ela, sorrindo, virou pra trás pra olhar as crianças e me falou:
Ana – Tira pra casa, anda, que as crianças tão cansadas depois de tanta piscina, né, galera?
Não deu nem um minuto dentro do carro e os moleques já estavam apagados, dormindo que nem pedra. Minha mulher deu uma olhada neles, viu que estavam dormindo, me encarou e, sem falar nada, começou a passar a mão na minha pica por cima da sunga, que já foi subindo na hora. Ela se abaixou, tirou ela da prisão e começou a me fazer um boquete como eu não via há muito tempo. Na real, fazia anos que ela não me chupava no carro, e olha que ainda por cima o bicho tava andando.
Aquela puta safada conhecia meu pau melhor que ninguém, isso era fato, e tava chupando ele exatamente do jeito que eu gosto. Ela sugava a cabeça como se estivesse mesmo mamando; forte, seco, e depois passava a fazer suave e babando tudo. Enquanto isso, com a mão, ela acariciava minhas bolas e enfiava ele até o fundo da garganta. Não cabia inteiro na boca dela, mas ela sempre metia até onde dava, quase fazendo ela engasgar.
Avisei ela pra se apressar que a gente tava chegando perto de casa, então ela começou de novo a chupar forte a cabeça da piroca enquanto batia uma punheta com a mão. Logo comecei a sentir que ia gozar. Avisei ela e ela se esforçou ainda mais, não deixando escapar nem uma gota da minha porra, engolindo tudo que conseguiu tirar. Quando terminei de gozar, ela limpou bem com a boca e guardou de novo a rola dentro da sunga.
Eu – Bufff, porra, amor, não sei que porra a Carmen te disse na despedida, mas claramente te deixou bem excitada.
Ana – Cala a boca, filho da puta, que hoje você deixou nós duas com o tesão lá em cima. Se você me chupar bem quando chegarmos em casa, quem sabe eu te conto o que ela me disse…
Quando chegamos em casa, cada um pegou um dos filhos no colo e subimos. Já em casa, colocamos eles pra dormir e minha mulher entrou no chuveiro enquanto eu colocava a roupa pra lavar com os sungões e as toalhas. Depois fui pro quarto e me despi pra entrar no chuveiro também. Quando entrei no banheiro, ela tava com uma perna apoiada no bidê passando creme nas pernas.
A verdade é que ela sempre passa creme no corpo todo depois do banho, e isso deixa a pele dela muito macia, uma delícia de acariciar. Eu me ajoelhei atrás dela e, abrindo as bandas do rabo com as duas mãos, comecei a lamber o cuzinho dela. Quando ela percebeu, se afastou e falou pra eu esperar, tomar um banho e que me esperava na cama.
Foi assim que eu fiz. Entrei no chuveiro e, quando saí, fui direto pro quarto. Ao entrar, o espetáculo me surpreendeu porque fazia muito tempo mesmo que não a via tão solta e tão ousada. Ela estava com as costas apoiadas na cabeceira da cama, totalmente nua e de pernas abertas. Tinha colocado uma venda e estava se masturbando sozinha. Fazia devagar. Com os dedos da mão esquerda, abria a bucetinha, e com os da direita, molhava nos próprios fluidos e percorria toda a extensão da bucetinha dela, até chegar lá em cima, no clitóris, que acariciava bem lentamente. Fazia leves movimentos de quadril, como se quisesse mais contato, mais prazer.
Eu— Não sei porra nenhuma o que deu em você hoje, mas passou o dia inteiro parecendo uma puta gostosa.
Ana – Pois é, não sei o que tá rolando comigo hoje, mas tô muito tarada e muito gostosa, e preciso que alguém coma minha buceta agora mesmo e me faça gozar várias vezes seguidas.
Eu... Alguém? Isso quer dizer que você não liga pra quem te come, desde que te faça gozar, né, raposa?
Ana – Por que você acha que eu coloquei a venda? Você vai me comer, mas como eu não vou te ver, vou imaginar quem eu quiser me comendo. Algum problema?
Entre o show que ela tava me dando e o que acabou de falar, meu pau já tava duro que nem pedra.
Dava pra ter fodido ela igual um louco e extravasado todo o tesão e safadeza que eu sentia naquele exato momento, mas depois do menage hoje na casa da Carmen e daquela puta mamada que ela me deu no carro, eu não podia negar uma boa comida de buceta pra ela.
Além do mais, eu sou o primeiro que adora comer um bom cuzinho, e o da minha mulher é realmente de dar água na boca, especialmente quando ela tá assim toda gostosa.
Eu – Sem problema, gata. Sabe que o que mais me excita é te ver gozar, então se quiser se divertir imaginando que é outro macho que tá te chupando, por mim sem problema. Na real, me deixa do caralho de tesão saber que você imagina outro cara te comendo, e com mais vontade vou te foder depois.
Ana – Para de falar e começa logo, porco!!! Tô igual uma puta de tesuda
Me deitei na cama de bruços, bem entre as pernas dela e comecei a beijar a parte interna das coxas dela, devagarzinho me aproximando da bucetinha dela. Enquanto isso, ela levou as mãos até os peitos e começou a apertá-los e beliscar os biquinhos, que já estavam duros e apontando pro teto. Não descrevi minha mulher pra vocês, mas só vou dizer que a vista da onde eu tava era melhor que filme pornô. A barriga lisinha dela e os peitos de tamanho médio, mas ainda bem firmes mesmo depois de amamentar dois filhos, ofereciam uma imagem que, vendo ela se tocar sozinha, era uma visão única.
Sem usar as mãos em nenhum momento, minha língua foi percorrendo cada cantinho da buceta dela, desde a entrada, cheia dos fluidos dela, até lá em cima, por cima do clitóris, onde eu mordiscava o monte de vênus, pra depois descer de novo até embaixo, e brincar também com a língua no cu dela. Fiz isso sem nenhuma pressa. Minha mulher adora isso, excita ela pra caralho. Quando a respiração dela já tava bem ofegante, decidi que era hora de focar no clitóris dela, e comecei aquele movimento circular em volta do botãozinho do clitóris, chupando de vez em quando todo o topo, pra depois voltar a brincar fazendo círculos com a língua em cima do botão do clitóris.
Entre a tesão que ela tava o dia inteiro e ainda imaginando que era outro cara que tava chupando ela, o tesão fez o primeiro orgasmo dela chegar rapidinho. Mesmo com a respiração toda acelerada, longe de deixar ela descansar e se recuperar, conhecendo como eu conheço a bucetinha dela e as sensibilidades, emendei um segundo orgasmo, e um terceiro. No terceiro, ela já tava começando a ficar muito sensível, e as carícias tinham que ser bem bem suaves, senão ela não aguentava. Aí comecei a brincar com um dedo lá dentro. Isso fez ela tremer toda. Enfiei o dedo do meio e fui direto no ponto G dela, e junto com novas carícias da minha língua no clitóris dela, consegui mais vários orgasmos.
Devia ter uns 20 ou 30 minutos fácil chupando ela. Ela já tinha pelo menos 8 orgasmos quando tirou a máscara e pediu pra eu parar. Aí subi com minha boca pela barriga dela, parei nos peitos e chupei e massageei cada um com cuidado, e quando cheguei na boca dela, ela já tava ofegante de novo, morrendo de vontade de ser penetrada.
Eu - Não quer colocar a venda e dar pra aquele filho da puta que comeu sua buceta antes?
Ana – Não, aquele filho da puta já me fez gozar várias vezes, agora quero que você me coma. Mas quero que você coloque a máscara, e agora seja você quem imagine que está comendo outra. Aposto que hoje você ficou com vontade de comer a Carmen. É sua chance... Pode comer ela agora mesmo, se quiser.
Naquele momento, não consegui segurar a vontade de devorar a boca dela com toda a paixão de quem ama sua mulher loucamente. Definitivamente, é como se eu tivesse recuperado o tesão e a paixão que tinha anos atrás. Essa nova versão dela tava me deixando maluco.
Eu – Ok, gostosa, vai ser assim. Vou comer sua amiga Carmen, e vou fazer com sua permissão, que é o que mais me deixa com tesão. E pra sua informação, e se você não se importar, vou imaginar que você está do nosso lado, nos olhando com a mesma cara de safada que você fez hoje à tarde quando eu toquei a buceta dela, batendo uma enquanto eu como ela.
Ana – Mmmmm, filho da puta, sim, também gosto de imaginar isso. Viu como ela tava tesuda? Quando ela te chamou de safado, achei que ia gozar só de olhar.
Eu - Tava tão tarado quanto ela. Tinha a pica bem apertada contra a bunda dela.
Ana – Então vai, come ela.
Coloquei a venda e comecei a beijar ela. Aproximei a cabeça da buceta dela e, enquanto brincava esfregando e deixando ela mais tesuda, falei no ouvido.
Eu – Agora vou te foder, Carmela, vou meter essa pica que você teve grudada na sua bunda a tarde inteira. Vou te foder porque sua amiga Ana quer que eu te coma. E em seguida, eu a penetrei de uma vez.
O que eu acabei de falar pra ela, tratando ela como se fosse a Carmen e a penetração imediata fizeram ela gozar quase na hora, e mesmo eu tendo parado um instante depois de entrar, ela tava gozando, tremendo sem controle nenhum.
Quando o orgasmo dela acabou, comecei a me mover devagar, mas na real eu tava imaginando a Carmen ali embaixo, e lembrando daquela foda da manhã na cama dela, aí acelerei o ritmo e comecei a meter nela que nem um animal, enfiando com força e o mais fundo que dava.
Minha mulher gozou várias vezes, com muito pouco espaço de tempo entre os orgasmos. Ela mordia meu ombro pra não fazer barulho e acordar as crianças, mas não parava de me chamar de filho da puta, vagabundo, porco e todo tipo de gracinha, que só me deixavam ainda mais tesudo.
Depois da brocha que ela tinha me dado no carro, esse segundo orgasmo eu tava controlando pra caralho, mas num certo momento tive que parar porque o ritmo da foda tava intenso demais e eu precisava respirar. Me apoiei nela e ela aproveitou pra chegar no meu ouvido e falar comigo.
Ana – Caralho, que foda violenta você tá dando na Carmen, seu safado… Tá com muita vontade nela, hein.
Eu – Sim, Carmela, a verdade é que tava morrendo de vontade de te comer, e já que minha mulher me deu permissão pra te foder, vou te foder gostoso pra caralho, sua gostosa, que você tá toda uma putinha dando pro marido da sua amiga.
Ana – Filho da puta, vou gozar só de te ouvir… Me chama de Carmen quando gozar, porco.
Aquilo foi definitivo. Comecei a bombar de novo com todo o tesão que tinha acumulado do dia, e quando ia gozar, falei com ela de novo.
Eu – Isso mesmo, Carmen, assim, mexe essa bunda gostosa que você tem, que vou gozar dentro, você me deixou com muito tesão o dia inteiro. Tava o dia todo querendo te dar uma boa foda. Isso, isso, já vem. Vou gozar, Carmen, siiiiiiiiiiiim.
E eu gozei quase como se fosse a própria Carmen que eu tava comendo.
Quando recuperei o fôlego, tirei a venda e me deitei de lado ao lado da minha mulher.
Não conseguíamos parar de nos beijar, com paixão, com suavidade, com desejo, entre sorrisos e carícias.
Era uma situação que não vivíamos há anos, só que temperada pelo tesão enorme do que tinha acabado de rolar.
A gente se olhava em silêncio entre um beijo e outro e, depois de um sorriso leve, voltava a se beijar.
Eu – Então, vai me contar logo o que a Carmen te disse que te deixou tão gostosa assim?
Ana – Kkkkkkkkk, já tava demorando pra perguntar.
Eu – Não, tava esperando atender teu pedido pra ganhar a resposta.
Ana – Kkkkkkk. Po, a verdade é que sim, uma comida de buceta desse nível bem merece a resposta. Filho da puta, hoje você se superou.
Eu – Kkkkkkk, então vai, não se faz de difícil, filha da puta.
Ana - Ela me disse, literalmente…. “Se diverte, gostosa, que você vai dar pra ele essa noite. Mas fica sabendo que agora eu vou me tocar de verdade pensando no teu marido.”
Fiquei de cara. Não pelo fato de ela ir se masturbar pensando em mim — depois do que já tinha rolado entre a gente, isso não me surpreendia tanto —, mas por ela ter tido coragem de falar aquilo, e ainda mais pelo fato de minha mulher, longe de ficar irritada, ter ficado com tanto tesão. Aquilo tinha que ser explorado de qualquer jeito, e eu precisava realizar meu sonho de comer as duas juntas.
Eu – Não acredito que eu falei isso pra você tão na cara dura.
Ana – Com essas mesmas palavras.
Apaguei a luz, me aproximei pra beijar ela de novo, e a gente se fundiu num abraço cheio de paixão e amor. Saber que você e sua parceira tão começando de verdade a compartilhar fantasias e putaria, é uma das melhores sensações da vida. Eu sentia que queria ela mais do que nunca. Sussurrei no ouvido dela
Eu - Adoro quando você está assim gostosa. Valeu por um dia inesquecível.
6 comentários - Carmen, a amiga da minha mulher cap. 2