Bem, continuando: Passei meu número de telefone e cada um foi pra sua casa. Naquela noite, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido. Umas duas da manhã e eu ainda sentindo o calor da buceta da Vicky. Com o tesão que tava, não tive outra opção senão provocar minha mulher pra foder e tentar passar um pouco da vontade que eu tava naquela noite. Ela me deixou tão louco que imaginei que era a Vicky que eu tava comendo e meti com tudo. Foram mais de três horas sem parar, minha mulher gozou duas vezes até eu acabar, e do tesão que tava, fiz ela transbordar a pussy de porra como se fosse uma descarga dupla, haha. Passaram os dias depois da viagem, eu esperava que a Vicky me escrevesse ou ligasse, já que naquela noite ela tava muito interessada em ter meu número, mas não soube nada dela, apesar de morarmos muito perto um do outro, só a três quadras de distância, não via ela em momento nenhum. Até que numa quinta-feira, depois de duas semanas da viagem, me chega um zap que dizia assim: "Oi Fabri, o que cê tá fazendo? Tô no meu trampo." Na hora percebi que era a Vicky, mas me fiz de besta e respondi: "Quem é?" Ela disse: "Sou a Vicky, cara. ME AJUDOU PRA CARALHO NO OUTRO DIA E NÃO SABE QUEM SOU?" Ri e respondi pedindo desculpa por isso, mas que não resisti ter tão perto uma gostosa tão linda como ela. Ela respondeu que eu tinha passado do ponto, mas que ela gostou de causar essa sensação num cara como eu e que não ia se repetir. Perguntei: "Por que cê tá me dizendo isso?" E ela falou: "É fácil, pra que você quer uma coroa como eu, o que um cara da sua idade pode fazer?" Respondi: "Quantas coisas eu faria com você, Vicky, não tem ideia. Posso ser novo, mas você ficaria impressionada..." Depois de dizer isso, a conversa ficou cada vez mais quente até que perguntei se a gente podia se ver só nós dois, nem que fosse pra conversar. Ela disse que era impossível porque eu era muito novo e além disso a gente já era tecnicamente família. Não parei de insistir até que ela falou: "Se você quer tanto que a gente se veja, vem domingo no meu trampo. Vou estar de manhã, vem e Obviamente, e sem hesitar, falei que sim, que de manhã já tava lá. Os dias foram uma eternidade, até que chegou o domingo. Subi na moto e fui encontrar a Vicky. Cheguei no trampo dela, liguei no celular, ela atendeu na hora e falou: "Aguenta aí, já vou descer pra abrir o portão pra você guardar a moto." Vi ela e tava uma deusa. Ela falou: "Me segue", e fomos pra uma sala. Sentamos e conversamos um pouco até o marido ligar, e ela saiu pra falar lá fora. Pensei: "É agora ou nunca". Assim que ela voltou, abracei ela e beijei, com toda a vontade que tava guardando. Pressionei ela contra a parede enquanto beijava, ela tava tremendo — não sei se era porque também tava excitada ou nervosa, mas não dei espaço nem respiro. Os beijos foram ficando cada vez mais intensos, até que comecei a apalpar os peitos dela. Ela já tava super quente, puxou minha calça pra baixo e meteu a mão pra pegar minha pika e falou: "Ahhh, que lindo, depilou o que eu vou comer." A gente continuava se beijando, enquanto ela começou a me bater uma punheta. Eu meti os dedos na buceta dela e tirei a camisa dela pra chupar aqueles peitos enormes e perfeitos que ela tem. Ficamos nessa uns dez ou quinze minutos de preliminares, até que ela falou com a voz ofegante: "QUERO VOCÊ DENTRO." Levei ela pra sala do lado porque tinha um sofá lá. Fiz ela deitar no sofá enquanto tirava a calça dela e beijava as pernas. Com ela pelada, tirei minha camiseta e baixei minha calça. Segurei ela pela cintura e fiz ela montar em cima. Os lábios da buceta da Vicky esfregavam na minha pika, agora sem nenhuma roupa. Ela já tava com a xota toda molhada e quente, até que num momento, de tanto roçar, só a ponta entrou e ela soltou um gemido que nunca vou esquecer. Na hora, segurei ela firme pela cintura e, devagar, meti tudo até o talo. Falei: "Era assim que você queria, né?" Ela não respondeu, só gemia e começou a se mexer. Eu não podia acreditar, finalmente tava comendo ela e era tudo que imaginei. A cada estocada, eu sentia... como a buceta dela chapoteava de tão molhada que tava, e a cabeça da pica chegava no fundo, era o céu pra mim e pelo visto pra ela também. Ficamos nessa posição até ela gozar, foi uma cachoeira. Depois disso, trocamos de posição e coloquei ela de quatro, e assim ela gozou mais duas vezes. Trocamos de novo, dessa vez de missionário pra eu poder chupar os peitos dela. Eu fiquei doido e cada vez metia mais forte, até sentir que já tava perto de gozar. Perguntei onde ela queria: dentro ou fora. Ela respondeu que fora, porque eu não coloquei camisinha. Segurei o máximo que pude até tirar de repente e banhei a buceta dela de porra, chegou até o umbigo a descarga. Olhei nos olhos dela, beijei, estávamos completamente suados os dois. Depois disso, acendi um cigarro e começamos a nos vestir de novo. Já éramos mais que só cunhados. Conversamos mais um pouco, descemos até onde estacionei a moto, nos beijamos apaixonadamente de novo e nos despedimos. Quando tava chegando em casa, ela me liga e diz que foi o melhor sexo que teve e que queria que a gente fizesse de novo... Nos próximos posts vou contar as outras fodas e o primeiro anal da Vicky.
2 comentários - Mi historia con vicky...parte 2