Os dias seguintes foram uma putaria sem limites da nossa parte. A gente fodia como animal na mínima oportunidade. A Irene, por sua vez, já tinha se acostumado com a casa e sabia onde cada coisa ficava e como eu gostava que a casa estivesse. Ela cuidava de praticamente tudo: a lavanderia, limpar, cozinhar, manter a despensa cheia, até me arrumava a gravata direitinho e, depois de tudo, ainda tinha disposição pra foder quando eu pedia. Os dias foram passando e viraram semanas. Com o tempo, meu humor foi despencando a passos largos por causa do projeto da empresa. Mas, pra explicar isso, primeiro preciso descrever quem eram meus colegas de grupo na época e minha "relação" com eles. Não é segredo no departamento que nosso grupo não é unido. Quando entrei nesse cargo, há pouco mais de um ano, foi um puta baque pro resto da equipe e pro meu chefe atual. Todo mundo esperava que um amigo em comum viesse ocupar a vaga, mas, em vez disso, me chamaram. Então, nosso trabalho em equipe se baseia em tentar me fazer cometer erros pra me demitirem ou, pelo menos, me transferirem de departamento, pra poderem trazer o amigo deles. O projeto é liderado (em linhas gerais) pelo nosso chefe de departamento, cuja política é aceitar sem questionar tudo que o resto da minha equipe fala e rejeitar, por mais boas que sejam as ideias, o que eu digo. Tudo isso levou ao principal problema do projeto: o software meia-boca que minha equipe queria desenvolver pro celular. Desde o começo, percebi o quão difícil era desenvolver aquele software, o caro que seria e as falhas que claramente teria. Tentei explicar pro resto da equipe e pro meu chefe, mas a reação foi na lata: eu tava tentando sabotar a grande obra deles. Com a situação do jeito que tava, não tive escolha a não ser apresentar uma reclamação formal por escrito explicando meu ponto de vista pra tentar, se tudo saísse como eu imaginava, ia sair pra salvar o couro. No final, o projeto seguiu em frente. E, como eu esperava, quando foi lançado no mercado, foi um desastre total. Sabia que iam rolar cabeças, mas esperava estar seguro por causa da minha reclamação formal. Por isso, não esperava o que aconteceu na reunião de grupo depois. Estávamos na maior sala de reuniões, umas cinquenta pessoas e quatro chefes de departamento. Todo mundo dessa filial que tinha trabalhado no celular. Depois de esperar uns minutos, apareceu o chefe do setor (o chefe do meu chefe) com cara de querer matar alguém. Por quase uma hora, ele descarregou contra nossa incompetência, nossa falta de motivação e nossas habilidades individuais e coletivas. Depois, pediu aos chefes de departamento que avaliassem o trabalho dos seus funcionários. A maioria tentou defender o pessoal como podia. Menos o meu, que desde o primeiro momento começou uma campanha contra mim. Criticando meu espírito de equipe e dizendo que o grande erro do projeto foi que eu nunca quis trabalhar com o resto dos colegas e sabotei o projeto. Tentei me defender, claro, mencionando minha reclamação formal. Mas, pelo visto, ela tinha sumido e não havia registro dela. O Chefe do Setor, o Senhor Montalban, disse que ia levar em conta tudo que ouviu pra decidir se demitia alguém ou não por causa do desastre. E terminou com essa frase: — Mas posso garantir que todos aqueles que não sabem trabalhar em equipe e só servem pra causar discórdia na empresa. Têm os dias contados. — Claramente se referindo a mim. Saí da reunião com o ânimo no chão. Enquanto meus colegas de equipe, os verdadeiros responsáveis pelo desastre, saíam felizes e contentes porque parecia que finalmente iam se livrar de mim. Quando cheguei em casa, a Irene percebeu na hora que algo não estava bem. Mas não se atreveu a perguntar, então só aumentou o nível de carinho e o de... Doçura com que me tratava. Chegando até a me presentear com uma transa no chuveiro que serviria para conquistar qualquer um. Mas meu ânimo não melhorou. E não melhorou até eu receber uma ligação no celular. No começo hesitei em atender, mas acabei pegando. — Alô? — Victor? — Perguntou uma voz que reconheci na hora — Sou o Manuel. Você está ocupado? — Não. Precisa de ajuda? — Pois é. A verdade. Furou tanto o pneu normal quanto o estepe e estamos relativamente perto da sua casa. Dá pra vir nos buscar? — Claro. Me diz onde vocês estão que já vou. Ele me deu o endereço e me vesti. — O que aconteceu, Senhor? — Perguntou Irene, preocupada. — O Manuel teve um problema na estrada e quer que eu vá ajudá-lo — Olhei o relógio — Quando eu chegar vai ser tarde, pode jantar se quiser. Vou convidar o Manuel e quem estiver com ele pra passar a noite aqui. Se ele aceitar, você deve servi-lo como se fosse eu. Mas diante de qualquer ordem ou proposta que ele fizer que fuja do normal, você é livre pra decidir se faz ou não. A não ser que eu referende o que ele disser. Entendeu? Ela assentiu. Me despedi e fui buscá-lo. Demorei quase uma hora pra chegar. Depois de ajudá-lo a trocar o pneu, ele me apresentou seus acompanhantes. Eram um rapaz e uma moça, ambos escravos. Ofereci pra ele passar a noite na minha casa, já que eram quase meia-noite. Ele aceitou e entrou no meu carro, enquanto mandou os escravos segui-lo no outro. No caminho pra casa, ficamos conversando. — Manuel, não pense que não reparei nos hematomas da garota. Posso saber o que aconteceu? Não me meteu em nada ilegal, né? O homem bufou, cansado. — Não, fica tranquilo. Essa filha da puta é a Yolanda. Uma das minhas escravas, foi pega roubando do dono dela, um dos meus clientes mais antigos. E precisa ser castigada. Minha reputação está em jogo. — E já fez isso? — Só um castigo rápido na casa do dono dela. Vou levá-la por uns dias, talvez uma semana. Pra lembrar qual é o lugar dela depois do contrato que ela assinou. Do qual já não tem escapatória, pois é uma ladra e temos provas. —Isso soa a chantagem. —Ninguém a obrigou a roubar. Dei a ela casa, comida e roupas. E é assim que me paga —Ele me olhou pensativo— Já viu alguma vez uma sessão de castigo sadomasoquista ao vivo? —Neguei com a cabeça— Então, se me permitir, poderia fazer na sua casa. Assim você aproveitaria por nos ter aqui. Pensei por um momento. —Minha casa não tem isolamento acústico nem nada do tipo. E tenho vizinhos a menos de cinquenta metros. Não quero que chamem a polícia por causa de gritos. —Fica tranquilo, tenho meus métodos para mantê-las bem quietinhas. —Então sim. Sem problemas. Jantaram? —Manuel negou com a cabeça— Então vou ligar pra Irene pra ela ir preparando algo. —Irene? —Ele disse sorrindo— Parece que a coisa vai bem pra você ter dito o nome dela. Ela é boa? —Um anjo —Respondi sorrindo. Apertei no viva-voz o telefone de casa. —Alô? —Irene, é o Victor. Prepara jantar pra três —Manuel fez uns gestos que dava pra traduzir como "Só dois, a filha da puta da mãe dela não janta"— Desculpa, só dois. E prepara os quartos de hóspedes. —Entendido, Senhor. Quanto tempo vão demorar? —Pouco mais de meia hora. —Entendido, Senhor —E desligou. Manuel soltou uma gargalhada. —Você a tem bem treinada. —Faz-se o que pode. O resto do caminho pra casa ficamos falando de bobeiras, quando chegamos em casa o jantar estava pronto e os quartos preparados. Depois de jantar, Manuel chamou o escravo. —Escravo, prepara esse pedaço de merda pra uma sessão de castigo —Manuel me olhou— Na sala? —Eu assenti com a cabeça. Irene se aproximou e sussurrou no meu ouvido. —Tem certeza, Senhor? —Ela disse com tom preocupado— Essas sessões podem ser muito pesadas. Eu assenti. Pouco depois apareceu a Yolanda pelada com uma coleira de cachorro no pescoço, o escravo a arrastava como se fosse um cachorro, aproveitei pra reparar nela: verdade seja dita, ela não era tão gostosa quanto a Irene, apesar de ter dois peitões enormes. seios, mas ainda era uma mulher de alto nível. Tinha hematomas por todo o corpo e alguns cortes, provavelmente resultado da "lição" que Manuel tinha dado na casa do patrão dele. O escravo também trouxe uma maleta e uma malinha, entregando as duas coisas para Manuel. —Meus brinquedos —disse ele, apontando para o que o escravo tinha trazido. O escravo colocou Yolanda no centro da sala depois de ter movido a mesa para deixar espaço suficiente. —Vadia —disse Manuel com um tom glacial— Sabe por que isso está acontecendo com você? A mulher se encolheu de terror. —Por... Por... roubar. Me perdoe, Senhor Manuel, não vou... —Manuel a calou com um soco violento na cara, que a fez cair. —Você está aqui por trair a confiança que eu depositei em você. E, por isso, será castigada. E te aviso: se um único som sair da sua boca, vai se arrepender. Irene apertou minha mão com força, provavelmente lembrando de alguma sessão parecida que talvez tenha sofrido. —Pode ir —sussurrei no ouvido dela. Mas ela negou com a cabeça e me deu um beijinho. Enquanto eu sussurrava no ouvido de Irene, Manuel tinha pegado um chicote da maleta e o balançava no ar, provocando um som cortante que me arrepiou os cabelos e fez Yolanda começar a tremer. —Victor, como nosso anfitrião, quero que você escolha primeiro. Me diga um número entre cinco e dez. —Sete —respondi, intrigado. —Sete vezes dois são catorze. Agora me diga: na frente ou atrás? —Atrás. —Perfeito. Manuel se posicionou atrás de Yolanda e disse no ouvido dela com uma voz que congelaria o inferno: —14 chibatadas nas costas. Agradeça ao nosso anfitrião. —Obrigada —disse ela, me olhando. —Durante cada chibatada, quero que agradeça à nossa anfitriã e não quero que desvie o olhar dele em nenhum momento. E lembre-se: nem um som, só o obrigada. Ela assentiu. E Manuel descarregou a primeira chibatada no corpo de Yolanda, que se tensionou e apertou os dentes para evitar gritar. Segundos depois, ela me agradeceu. Em Naquele instante, nunca na minha vida eu tinha me sentido tão tarado. Ao primeiro golpe seguiu o segundo, e depois o terceiro, e mais um, e outro. Yolanda aguentava com uma firmeza admirável, mesmo com os olhos cheios de lágrimas. Finalmente, Manuel chegou ao décimo quarto açoite e parou. —Chicote ou cinto? — Manuel me perguntou. —Cinto. Manuel sorriu como uma hiena. —Escolha dolorosa — Manuel se aproximou de Yolanda e levantou o cinto, mas não o baixou. Me olhou e, com o melhor dos seus sorrisos, disse — Quer experimentar? Depois de pensar um instante, concordei e me levantei. Manuel me deu o chicote e algumas dicas de como usá-lo. —Acho que é minha vez de escolher quantas cintadas e onde, né? — Eu concordei. Manuel soltou uma gargalhada — Quantas quiser, onde quiser. Yolanda ficou completamente pálida e me olhou suplicante. Sem ousar pedir clemência em voz alta, mas seus olhos eram totalmente expressivos. Sem me deixar abalar, me aproximei da bunda dela e acariciei com a mão. —Acho que aqui vai ser um bom lugar. Soltei a primeira cintada com cuidado excessivo. Provocando uma vaia de Manuel. —Que porra foi essa? Dá com vontade! A segunda cintada já foi com bastante força, provocando um gemido de Yolanda, que se contorceu tentando achar um jeito de aliviar a dor. Naquele momento, me senti melhor, como se parte da tensão e da preocupação com a demissão tivesse evaporado com o golpe. Estimulado pela sensação, bati com raiva na bunda de Yolanda. Depois de algumas cintadas, Manuel teve que colocar algo na boca dela para evitar que gritasse, porque meus golpes eram brutais. Embriagado pela sensação de poder, perdi a noção de quantas cintadas dei. Até sentir a mão de Manuel me impedindo de continuar batendo. —Já chega. Continuar seria perigoso — Então vi que a bunda de Yolanda estava até sangrando — Por mais que ela merecesse, não quero causar um dano irreparável. Escravo, faz uns curativos nela. — Irene — falei, olhando para minha escrava. Amadureceu com ele e ajuda eles. —Sim, Senhor. Quando os três foram embora, Manuel sentou no sofá e me perguntou: —O que está acontecendo? —Ele disse com cara preocupada— Posso estar ficando velho, mas sei quando alguém bate por necessidade e não por prazer. Eu suspirei. E contei o problema do projeto e a ameaça de demissão. Manuel ficou pensativo. —Se te demitirem, me liga. Tenho bastante influência nessa empresa. E além disso, te devo uma. —Achei que estava quitada com o show. —Não. Isso foi um pequeno presente. Continuamos conversando até que Irene e o escravo voltaram. —Levamos a Yolanda para o quarto dela e deixamos ela descansando —Disse o escravo, Manuel assentiu— Senhor... —O que você quer? —Respondeu Manuel olhando para o escravo. —O senhor me prometeu uma recompensa por ajudar. —Lembro perfeitamente, escravo. Já decidiu o que quer? —O escravo assentiu e olhou para Irene, provocando gargalhadas de Manuel— Vai ter que pedir ao dono dela. Ela não é mais minha. O escravo me olhou suplicante. —Senhor, me permitiria dormir com a Irene? Eu arregalei os olhos de surpresa. E olhei para Manuel. —Os dois são escravos. Se você aceitar, não tenho problema nenhum. —É você a envolvida. Quer transar com ele? —Qualquer garota ia querer trepar com aquele homem: um metro e noventa, tanquinho definido e músculos fortes. Parecia um puta de um adônis. —O que meu Senhor decidir está bom pra mim —Ela disse olhando pro chão. Considerando que eu tinha dado a ela o poder de recusar se quisesse, interpretei como um "Sim. Sim, eu quero". O que me decepcionou pra caralho. Mas percebi que, sendo realista, Irene só estava com alguém como eu por causa da nossa situação especial. Não me surpreendia que ela quisesse trepar com alguém como aquele escravo, muito melhor que eu em tudo. Acho que criei expectativas. —Então vão se divertir. Mas no quarto de hóspedes. Se eu tivesse prestado atenção na Irene, teria visto uma cara de absoluta surpresa e decepção. Até maior do que a minha. Mas ela caiu e seguiu seu novo amante. Manuel e eu começamos a conversar, mas não passamos de dez minutos, porque os gemidos da minha escrava chegaram rápido aos nossos ouvidos. O que me fez perder a paciência. —Posso foder a Yolanda? —Perguntei olhando pro Manuel, que concordou. Levantei do sofá e subi até o quarto da Yolanda. Infelizmente, tive que passar na frente do quarto onde a Irene tava fodendo o escravo. E tenho que admitir que ela tava sendo ainda mais escandalosa do que comigo. Entrei no quarto da Yolanda e acendi a luzinha do criado-mudo. Acordei ela, e ela me olhou surpresa primeiro e aterrorizada depois, porque começou a tremer. Entrei na cama, forcei ela a ficar de quatro e penetrei ela no cu sem lubrificante e sem preparar. O corpo da escrava ficou todo tenso e ela ficou completamente imóvel enquanto eu a penetrava com fúria. Me machucando pra caralho. Depois de um tempo, virei ela e me coloquei por cima, na posição de missionário clássica. Olhei pra cara dela, toda molhada de lágrimas, e comecei a furar a buceta levemente úmida dela. Decidi beijar ela e, pra minha surpresa, apesar da situação, ela devolvia os beijos do jeito que podia enquanto chorava. O ritmo da foda era brutal e a sensação de poder sobre uma Yolanda completa e absolutamente submissa me venceu, e gozei dentro dela. Deixei ela dolorida e chorando, se contorcendo na cama, e voltei pra sala. Onde o Manuel ainda tava vendo TV pacientemente. —Já? —Concordei— E aí? Ela cumpriu? —Como uma boa puta. Sentei do lado dele e esperei os dois escravos terminarem a transa. Uma hora depois, ouvi a porta abrir e o som de um banho. Dez minutos depois, uma Irene recém-tomada banho desceu pra sala. —Senhor —Ela disse se referindo a mim— Posso ir pra cama? Ou precisa de mais alguma coisa? —Pode ir. Mas pra sua cama, não entra na minha —Irene me olhou surpresa, porque a gente sempre dormia junto— E não precisa me acordar de nenhum jeito especial. —Entendido, Senhor —Irene me olhou de um jeito estranho. Mas não disse mais nada. Se despediu do Manuel e foi dormir. Quando ela saiu, Manuel começou a rir. —Tem história aí. Isso vai ser divertido. —A que horas vocês vão embora amanhã? —Perguntei ignorando a provocação dele. —Tá me expulsando? —Disse ele, divertido— Claro, não quer que eu veja os problemas com a patroa. —Não —Respondi, já começando a me irritar— É pra te acordar em algum horário especial. —Não se preocupa, vou embora quando você for. Tenho o sono leve, acordo assim que sentir movimento. Assenti e fui pra cama depois de me despedir. Coloquei o alarme do celular e fiquei meia hora rolando na cama até conseguir dormir. Na manhã seguinte, acordei dez minutos antes do meu horário e, sem fazer barulho, comecei a me vestir. Dois minutos para as sete e meia, minha porta se abriu com cuidado e Irene fez menção de entrar. —Vim acordar o senhor —Disse ela de cabeça baixa. —Faz meu café —Minha voz saiu mais fria do que eu pretendia. Ignorei a resposta dela e vi quando foi pra cozinha sem levantar a cabeça. Exatamente como ela disse na noite anterior, poucos minutos depois um Manuel completamente vestido apareceu na cozinha e sentou à mesa. Irene, de forma previsível, tinha feito café da manhã pros nossos convidados. Manuel comeu rápido e foi embora junto com os escravos. Irene passou o café da manhã inteiro tentando decidir se falava ou não. Duas vezes pareceu prestes a dizer algo. Mas calou a boca. Quando eu estava prestes a cruzar a porta, Irene apareceu. —Senhor, que horas o senhor chega hoje? Quer que eu prepare alguma coisa pro seu retorno? Olhei pra ela e só conseguia imaginá-la montando no escravo. —Cuida da casa. Eu não quero nada. Irene baixou a cabeça de novo, murmurou um sim, senhor, e esperou pacientemente que eu fosse embora. Fui sem dizer mais nada. Cheguei no trabalho completamente irritado e puto, situação que piorou quando Sanchez, um dos meus "queridos" colegas, começou a falar o quanto estavam morrendo de vontade de me ver na rua. Totalmente cansado das besteiras dele, encarei o cara e soltei umas verdades, que fizeram ele se encolher. Isso acabou destruindo o pouco respeito que ainda existia no grupo. Nos dias seguintes, minha vida foi de mal a pior. Em casa, a relação com a Irene era, no mínimo, desconfortável. Ela continuava fazendo tudo que eu mandava na hora, mas nossa relação pessoal era praticamente nula. Só falava com ela quando necessário e, na parte sexual, nem encostava nela nem dava sinais de querer. No trabalho, pelo menos, tinha paz, porque meus colegas faziam o mínimo para me evitar e me olhar com desprezo. No quinto dia nessa vibe, encontrei um presentinho quando voltei pra casa.
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