Minha história com a Vicky

Isso aconteceu há vários anos, quando conheci a Vicky, ela é esposa do irmão da minha mina. Conheci ela num domingo, num almoço da família da minha mulher. Na época, ela tinha 35 e eu 20 anos. Desde que vi ela, fiquei apaixonado, ela é uma gostosa, pensei comigo, mas beleza. Durante vários meses nos conhecendo, a gente não se dava bem, as conversas eram sempre secas e com silêncios longos, até que um fim de semana resolveram fazer um passeio em família. Naquela época, eu ainda não tinha carro, então fomos no carro dela. O marido dela tava dirigindo, e a minha mulher foi no banco do carona. Com a Vicky, a gente foi no banco de trás. O carro era pequeno e não tinha muito espaço por causa das bolsas e coisas que levamos pra comer. Depois de algumas horas de viagem, ela dormiu e apoiou a cabeça no meu peito. Eu me senti estranho porque ter ela assim me encantava, mas ao mesmo tempo incomodava o resto do pessoal no carro. De repente, ela acordou e apertou minha perna com força. Depois disso, a gente foi conversando até chegar no lugar. Passamos um dia tranquilo, trocamos olhares algumas vezes, mas nada mais. Quando começou a escurecer, decidimos voltar. No meio da viagem de volta, o marido dela resolveu parar numa cidadezinha, comprou um monte de porcarias que colocou onde a gente tava. Então, naquela hora, falei pra Vicky se ela queria sentar no meu colo pra ficar mais confortável, porque realmente não tinha espaço. Ela me olhou surpresa, mas aceitou. A ideia de ficar assim com ela começou a me excitar, e os buracos na estrada não ajudavam a pensar em outra coisa, até que chegou num ponto que a pica ficou dura e eu pensei: "foda-se, que seja o que for". Naquela hora, falei pra ela se ajeitar um pouco, segurei ela pela cintura e sentei ela bem em cima da pica pra ela sentir. Quando ela sentiu, mexeu a bunda pra deixar roçando na pussy. Aí perguntei se tava bom assim, e ela respondeu baixinho, perto do meu ouvido, que era muito melhor que o banco e mais quente. A cada buraco ou curva na estrada, ela se Eu me mexia e levantava o quadril pra ela sentir melhor. A única coisa que atrapalhava a rola entrar era um short que eu tava e uma legging vermelha dela, que tecnicamente não era nada. Dava pra sentir o calor da buceta dela e minha rola se roçando. Assim, voltamos entre conversas e risadas. Chegando na minha casa, ela pediu pra eu passar meu número de telefone, porque não tinha nos contatos dela. Passei e... Amanhã continuo com a segunda parte, onde a relação esquenta.

2 comentários - Minha história com a Vicky